TREINAMENTO COMBINADO DE RESISTÊNCIA AERÓBIA E FORÇA MUSCULAR PARA ADOLESCENTES COM EXCESSO DE PESO

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1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, FISIOTERAPIA E DESPORTOS - CEFID COORDENADORIA DE TRABALHOS MONOGRÁFICOS - CTM CURSO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA TREINAMENTO COMBINADO DE RESISTÊNCIA AERÓBIA E FORÇA MUSCULAR PARA ADOLESCENTES COM EXCESSO DE PESO MARIA CAROLINA MARTINS FLORIANÓPOLIS, 2007/1

2 2 TREINAMENTO COMBINADO DE RESISTÊNCIA AERÓBIA E FORÇA MUSCULAR PARA ADOLESCENTES COM EXCESSO DE PESO Trabalho apresentado à Coordenadoria de Trabalhos Monográficos do Centro de Educação Física, Fisioterapia e Desportos da Universidade do Estado de Santa Catarina para obtenção de grau em educação física. FLORIANÓPOLIS, 2007/1

3 3 RESUMO Nas últimas décadas a prevalência da obesidade vem aumentando em vários países. Este fato é preocupante, já que o excesso de gordura corporal, principalmente a abdominal, está diretamente relacionado com o desenvolvimento de doenças crônicas, como o diabetes tipo 2 e as doenças cardiovasculares. Dentre as principais causas da obesidade está o desequilíbrio entre o consumo e o gasto calórico. Intervenções em idades precoces são favoráveis. Dessa forma, esse trabalho teve o objetivo de verificar os efeitos de um programa de treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular nos indicadores de gordura abdominal em adolescentes com excesso de peso. A pesquisa tem característica quaseexperimental. A amostra foi composta por 18 meninos voluntários com idades entre 12 e 15 anos. Foram mensurados a massa corporal total e perímetros de cintura e quadril, permitindo o cálculo do IMC e da RCQ. O estágio maturacional foi auto-avaliado a partir da classificação de Tanner. O treinamento foi composto por nove exercícios contra-resistência, intercalados com 3 a 5 minutos de exercícios aeróbios. Foram realizadas 3 sessões por semana com duração de uma hora cada, durante 16 semanas. Para análise dos dados foi utilizado o teste t pareado com nível de significância estabelecido em 5%. Não houve diferença significativa na relação cintura-quadril (pré 0,84±0,03 cm e pós 0,85±0,03 cm), perímetro de cintura (pré 87,9±3,92 cm e pós 87,7±5,53 cm) e perímetro de quadril ( pré 103,7±4,81 cm e pós 102,3±6,64 cm). Os resultados demonstraram que esse treinamento não propiciou diminuição dos indicadores, nem da massa corporal. Porém, é provável que mesmo não havendo redução na massa corporal, indivíduos com excesso de peso submetidos ao mínimo 150min de exercícios semanais, apresentem benefícios para a saúde.

4 4 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, FISIOTERAPIA E DESPORTOS - CEFID COORDENADORIA DE TRABALHOS MONOGRÁFICOS - CTM CURSO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA TREINAMENTO COMBINADO DE RESISTÊNCIA AERÓBIA E FORÇA MUSCULAR PARA ADOLESCENTES COM EXCESSO DE PESO ELABORADA POR Maria Carolina Martins COMISSÃO EXAMINADORA: Prof. Rosane C. Rosendo da Silva (UFSC) Orientador / Presidente Prof. Ruy Jornada Krebs (UDESC) Membro Prof. Patrícia B. Martins Triches (UFSC) Membro FLORIANÓPOLIS, junho/ 2007

5 5 AGRADECIMENTOS Meu agradecimento e reconhecimento, À minha família: meu pai, minha avó e em especial minha mãe e minha irmã pelo carinho e apoio, e que mesmo distantes são permanentes incentivadores e colaboradores, seja na faculdade, no trabalho ou na vida; Ao meu noivo pelo estímulo, carinho e dedicação, tão importantes na minha vida; À professora orientadora, Rosane C. Rosendo da Silva, um agradecimento especial pela orientação, colaboração e dedicação dispensadas na elaboração deste trabalho. Serei sempre grata a ela; À Universidade Federal do Rio Grande do Sul e às professoras Flávia Meyer e Patrícia Schneider que permitiram e apoiaram a realização deste estudo; A Capes pelo incentivo financeiro; À Universidade do Estado de Santa Catarina e aos professores que me ajudaram durante o período do curso; Ao Colégio Militar de Porto Alegre que permitiu este estudo e cedeu o espaço e os alunos; Aos alunos que fizeram parte da amostra, por sua colaboração e confiança; Aos amigos: Nair, Isabel, Carol B, Priscilla, André, Andréa e Dani, pela amizade e aprendizado que cada um me proporcionou, fazendo-me crescer espiritualmente e profissionalmente.

6 6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS HIPÓTESES DELIMITAÇÃO DO ESTUDO DEFINIÇÃO DE TERMOS LIMITAÇÕES DO ESTUDO REFERENCIAL TEÓRICO OBESIDADE NA ADOLESCÊNCIA AVALIAÇÃO DA OBESIDADE ORIGEM E CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE GORDURA ABDOMINAL EFEITOS DO TREINAMENTO Treinamento de resistência aeróbia Treinamento de força muscular Treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular METODOLOGIA DELINEAMENTO PARTICIPANTES DO ESTUDO AVALIAÇÕES Procedimentos Antropometria Testes musculares PROGRAMA DE TREINAMENTO COMBINADO DE RESISTÊNCIA AERÓBIA E FORÇA MUSCULAR... 32

7 7 3.5 VARIÁVEIS Dependentes Independentes Controle ANÁLISE ESTATÍSTICA RESULTADOS E DISCUSSÃO 36 5 CONCLUSÕES 40 REFERÊNCIAS 41 ANEXOS 49

8 8 1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A obesidade é uma doença crônica, considerada, um problema de saúde pública mundial (Organização Mundial da Saúde, 2006). Nas últimas décadas, a incidência da obesidade entre as crianças e adolescentes duplicou. Nos Estados Unidos, aproximadamente 25% dos jovens entre 6 e 17 anos são obesos ou apresentam risco de sobrepeso (BOUCHARD, 2003). No Brasil, o número de casos tem crescido também entre adolescentes devido a vários fatores relacionados ao estilo de vida. Segundo Carneiro et al. (2000), observou-se um importante crescimento ponderal no período compreendido entre 1974 e 1989, estimando-se que no ano de 2000 um terço da população brasileira estava acima da faixa de peso ideal. Entre os adolescentes, as prevalências de sobrepeso e obesidade nas regiões nordeste e sudeste, nos anos de 1996 e 1997, foram de 10,08 e 7,3% para crianças de 2 a 9 anos, e de 9,9 e 1,8% para adolescentes, respectivamente (COBAYASHI et al., 2005). Em um estudo com adolescentes de 15 a 18 anos, a prevalência de sobrepeso foi de 11,4% (n=187), sendo mais elevada nos rapazes (14,8%; n=121) do que nas moças (8,0%; n=66) em todas as idades estudadas (FARIAS e LOPES, 2003). Segundo o estudo do INCA (2006), 47,5% dos indivíduos do sexo masculino (a partir dos 15 anos), residentes em Porto Alegre apresentam excesso de peso. Também crianças e adolescentes, vários autores têm relatado uma associação entre o excesso de peso e um maior risco para as doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas, como hiperlipidemia, hiperinsulinemia, hipertensão, aterosclerose precoce, diabetes mellitus não-insulino dependente, problemas ortopédicos e alguns tipos de câncer (BAR OR et al., 1998; COLE et al., 2000; ANGELIS, 2003; CARNEIRO et al., 2003; SABIA et al., 2004). Srinivasan et al. (apud OLIVEIRA et al., 2004) verificaram em um estudo longitudinal com 191 adolescentes obesos, que 110 (58%) permaneceram neste estado na fase adulta (12 a 14

9 9 anos mais tarde) e tiveram uma prevalência de hipertensão 8,5 vezes maior. Rhein (2005) observou uma associação positiva entre índice de massa corporal (IMC) e perímetro da cintura (PC) com a pressão arterial aumentada em adolescentes. Além do excesso da massa de gordura corporal, a distribuição da gordura é um fator importante a ser observado. Dois tipos de obesidade são determinadas de acordo com a localização da gordura corporal nas diferentes regiões anatômicas. A obesidade Ginóide ou periférica é caracterizada por um acúmulo de gordura predominantemente nas regiões do quadril, coxas e glúteos. A obesidade andróide ou central apresenta um acúmulo maior nas regiões do abdômen, tronco, cintura escapular e pescoço, estando mais fortemente associada a coronariopatias (GUEDES e GUEDES, 2003). Estudos vêm mostrando a associação entre os indicadores de distribuição de gordura como a relação cintura-quadril (RCQ) e o perímetro de cintura (PC) com o risco de doenças crônicas em populações jovens. Em um estudo com 157 meninas e 128 meninos, com idades entre 15 e 18 anos, Guedes et al. (2002) concluíram, ao analisar a RCQ, que os rapazes tendem a acumular proporcionalmente maiores quantidades de gordura na região central do corpo. Katzmarzyk (2004) avaliou o perímetro da cintura de 3064 adolescentes canadenses, e verificou que os meninos apresentam maiores valores em todas as idades quando comparados com as meninas. Quanto à etnia, Fernandez, J. et al. (2004) mostraram que crianças e adolescentes americanos com ascendência mexicana de ambos os sexos apresentam maiores valores de PC, em comparação com americanas de origem européia e africana. Os meninos negros têm os menores índices de PC quando comparados com os meninos dos outros grupos étnicos. Como em adultos, as crianças podem sofrer efeitos decorrentes da chamada síndrome metabólica (tolerância à glicose diminuída ou diabetes mellitus, resistência à insulina, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, obesidade visceral e albuminúria) quando

10 10 apresentarem distribuição de gordura do tipo central (SOAR et al., 2004). Para diminuir os índices de obesidade são necessários, além da adequação da ingesta calórica, o aumento de atividades físicas. Segundo Guedes e Guedes (2003), o traço mais característico do jovem obeso é o sedentarismo, tornando-se a principal causa do excesso de peso por estabelecer um ciclo vicioso: falta de atividade física induz ao aumento da quantidade de gordura corporal, o que incapacita mais o jovem a realizar esforços físicos, que, por sua vez, o torna ainda mais sedentário. É consenso que um treinamento aeróbio apresenta resultados importantes na diminuição da massa e/ou gordura corporal (GUTIN et al., 1995; DOLEZAL e POTTEIGER, 1998; FIGUEROA-COLON et al., 1998). Porém, estes estudos têm sugerido, a possibilidade do treinamento aeróbio apenas manter a massa livre de gordura (MLG), como já demonstrado em adultos (BROEDER et al., 1992; DOLEZAL e POTTEIGER, 1998; POEHLMAN et al., 2002). Deforche et al. (2003) demonstraram a diminuição da massa livre de gordura (MLG), mesmo acompanhada de treinamento aeróbio. O problema desta diminuição é que a MLG apresenta uma forte correlação com a taxa metabólica basal (TMB), que representa a maior porcentagem do gasto energético diário de um indivíduo, de 60 a 75% (POELHMAN, 1989; MCARDLE et al., 2001; BOUCHARD, 2003). A inclusão de exercícios de força a programas de redução de peso em crianças e adolescentes obesos vem sendo estudada (SCHWINGSHANDL et al., 1999). Dessa forma, o treinamento de força poderia auxiliar diminuindo a perda da MLG, e conseqüentemente, no aumento da TMB, o que aceleraria a diminuição da gordura corporal. Porém, estudos em adultos têm demonstrado que somente o treinamento de força pode não ser suficiente para promover alterações na composição corporal (LEMMER et al., 2001), sendo importante a combinação com o treinamento aeróbio para tais resultados. Um estudo em adultos demonstrou a eficácia do treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular em circuito (DOLEZAL e POTTEIGER, 1998). É possível que adolescentes com excesso de peso

11 11 também se beneficiem com este treinamento diminuindo a relação cintura-quadril (RCQ), perímetro de cintura (PC) e perímetro de quadril (PQ). Tendo em vista que estudos sobre a determinação do tipo de distribuição de gordura em jovens são escassos e dada a importância de se conhecer o padrão de gordura associado ao grau de obesidade, o objetivo do presente estudo foi verificar os efeitos de um programa de treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular nos indicadores de distribuição corporal de adolescentes com excesso de peso. 1.1 OBJETIVO GERAL Investigar os efeitos de um programa de treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular nos indicadores de distribuição de gordura corporal em adolescentes com excesso de peso. 1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Descrever os valores de relação cintura/ quadril (RCQ), perímetro de cintura (PC) e perímetro de quadril (PQ) de adolescentes com excesso de peso. - Identificar os efeitos do treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular sobre a relação cintura/ quadril (RCQ), perímetro de cintura (PC) e perímetro de quadril (PQ) de adolescentes com excesso de peso.

12 HIPÓTESES - H 0 : Adolescentes submetidos a um programa de treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular não apresentarão diferenças significativas na relação cintura/ quadril (RCQ), perímetro de cintura (PC) e perímetro de quadril (PQ). - H 1 : Adolescentes submetidos a um programa de treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular apresentarão redução significativa na relação cintura/ quadril (RCQ)? - H 2 : Adolescentes submetidos a um programa de treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular apresentarão redução significativa no perímetro de cintura (PC)? - H 3 : Adolescentes submetidos a um programa de treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular apresentarão redução significativa no perímetro de quadril (PQ)? 1.4 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO O estudo foi delimitado a adolescentes do sexo masculino com excesso de peso, estudantes do Colégio Militar de Porto Alegre, submetidos a um programa de resistência aeróbia e força muscular. 1.5 DEFINIÇÃO DE TERMOS Índice de massa corporal (IMC) relação entre a massa corporal e o quadrado da estatura, reconhecido como padrão internacional para avaliar o grau de obesidade (ABESO, 2007). Sobrepeso indivíduos com um IMC igual o superior a 25 Kg.m -2 (OMS, 2006);

13 13 Obesidade indivíduos com um IMC igual o superior a 30 Kg.m -2 (OMS, 2006); Excesso de peso - adolescentes com o índice de massa corporal (IMC) para a idade e sexo acima do percentil 85, segundo Cole et al. (2000). Treinamento de resistência aeróbia qualidade física que permite um indivíduo sustentar por um período de tempo uma atividade física relativamente generalizada, objetivando o aumento do gasto energético e proporcionando a redução da gordura corporal. Treinamento de força muscular tipo de exercício resistido com variáveis de carga, amplitude, tempo de contração e velocidade controláveis, aplicado neste estudo de forma isotônica (alternância de contrações concêntricas e excêntricas). Treinamento combinado de resistência aeróbia e força muscular Programa de treinamento físico realizado, neste estudo, em forma de um circuito que utiliza ambos os tipos de treinamento de valências físicas resistência aeróbia e força muscular. 1.6 LIMITAÇÕES DO ESTUDO Como fator limitante desse estudo, foi encontrado o tempo de duração do estudo, que foi de 16 semanas; a amostra composta apenas por meninos; a ausência de acompanhamento nutricional e psicológico durante o período do estudo; a falta de um grupo controle e os resultados serem válidos apenas para esse grupo.

14 14 2 REFERENCIAL TEÓRICO O presente capítulo apresenta uma revisão bibliográfica com os estudos mais recentes sobre a obesidade na adolescência, sua origem e conseqüências, tipos de obesidade, sua distribuição corporal, métodos de avaliação e sua relação com o exercício. 2.1 OBESIDADE NA ADOLESCÊNCIA A adolescência pode ser definida como uma fase de transição entre a infância e a idade adulta, compreendendo a faixa cronológica entre 10 e 20 anos (PRATI, 2002). Nesta fase, as necessidades de energia e nutrientes aumentam para proporcionar um crescimento adequado (EISENTEIN in MADDALENO et al., 1995). Segundo Prati (2002), a adolescência é composta de modificações de ordens afetivas, físicas e psicossociais, com as seguintes características: estirões de crescimento e a modificação da forma do corpo, crescimento e desenvolvimento das gônadas, desenvolvimento dos órgãos sexuais secundários e das características sexuais, modificações na composição corporal e o desenvolvimento dos sistemas respiratório, circulatório e muscular. As características sexuais primárias estão diretamente relacionadas com a reprodução e nos meninos dizem respeito ao desenvolvimento dos testículos, próstata e produção de esperma. As características sexuais secundárias são as ligadas ao dimorfismo sexual externo, ou seja, o desenvolvimento do pênis, pêlos faciais, pêlos pubianos e modificação da voz. Essas modificações são seguidas pela modificação da massa corporal magra, distribuição da gordura corporal, aceleração da velocidade de crescimento (estirão puberal) e a fusão das epífises ósseas com a parada do crescimento (BARBOSA et al., 2006).

15 15 A seqüência das mudanças maturacionais durante a puberdade é progressiva. Em geral, o primeiro sinal do início da maturação sexual nos meninos, é o aumento do volume testicular, seguido do desenvolvimento dos genitais, surgimento dos pêlos pubianos, pico de velocidade da estatura, aparecimento dos pêlos axilares e, quando os pêlos pubianos e genitais estão quase no estágio adulto, surgimento dos pêlos faciais (DUARTE, 1993). Os estudos de maturação tendem a se concentrar nas características sexuais secundárias, devido à impossibilidade de determinação do nível de desenvolvimento dos órgãos sexuais internos (DUARTE, 1993). A popularização da avaliação da maturação sexual deveu-se, contudo, a Tanner (1962), que elaborou um sistema de fotografias para a determinação dos estágios de desenvolvimento dos pêlos pubianos para ambos os sexos, de desenvolvimento mamário para meninas e de desenvolvimento dos genitais para meninos. Essa classificação é composta por cinco estágios (estágio 1: pré-puberal; estágios de 2 a 4: puberais, e estágio 5: pós-puberal). A idade de início do desenvolvimento puberal, marcado pelo estágio 2 de Tanner, varia com o sexo e etnia (BARBOSA, 2006). Dessa forma, a maturação sexual pode ser classificada nos níveis 2, 3 e 4 segundo Tanner (1962). Durante esse processo ocorrem modificações antropométricas e de composição corporal. Segundo Barbosa (2006), em ambos os sexos ocorrem significativo aumento da massa de gordura corporal. No entanto, no masculino, esse aumento é mais lento, sendo superado pelo ganho da massa livre de gordura. Contudo, segundo Guedes e Guedes (2003), a puberdade representa o período importante para o desenvolvimento da adiposidade, visto que o risco de tornar-se um adulto obeso aumenta com a idade. Os autores ainda colocam que intervenções com programas de controle de peso nos 10 primeiros anos de vida podem reduzir a incidência de excesso de peso na idade adulta em menos de 10%, enquanto intervenções feitas durante a adolescência apresentam uma eficiência de 30 a 45%. Portanto, o excesso de peso tem demonstrado ser um problema de grande preocupação em populações jovens não

16 16 somente pelos efeitos imediatos, mas também pelo impacto negativo sobre a saúde e aspectos psicossociais a longo prazo com graves repercussões na idade adulta. A importância dos hábitos de saúde e da prática de atividade física regular é imprescindível para a manutenção da saúde, sendo recomendada para a prevenção de doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas. Dessa forma, o condicionamento físico deve ser estimulado para todos, pessoas saudáveis e com múltiplos fatores de risco (Fernandez, A. et al., 2004). 2.2 AVALIAÇÃO DA OBESIDADE Sobrepeso e obesidade são termos distintos, embora possam estar relacionados. Segundo Guedes e Guedes (2003), sobrepeso é o aumento excessivo do peso corporal total, o que pode ocorrer em conseqüência de modificações em apenas um ou mais de um de seus constituintes (gordura, músculo, osso e água). No entanto, a obesidade refere-se especialmente ao aumento na quantidade generalizada ou localizada de gordura em relação ao peso corporal, associada a elevados riscos para a saúde. Muitas pessoas confundem esses conceitos principalmente porque a obesidade freqüentemente promove aumento de peso corporal, pelo seu maior acúmulo de gordura, justificando o fato de muitos indivíduos com sobrepeso também serem obesos. Todavia, o peso corporal excessivo nem sempre reflete uma condição de obesidade, considerando que este sobrepeso pode estar sendo causado por elevado desenvolvimento de outros constituintes corporais e não gordura, sobretudo em adolescentes e em especial rapazes. Segundo Giugliano e Melo (2004), isso se deve às profundas alterações na composição corporal que ocorrem devido ao crescimento, principalmente quanto às porcentagens de gordura, músculos e ossos. Dessa forma, os

17 17 métodos de diagnosticar sobrepeso e obesidade em populações jovens vêm sendo constantemente estudados. Atualmente existem várias formas de avaliar a gordura corporal e sua distribuição. A pesagem hidrostática (dentro dágua) já foi o padrão ouro para avaliar a massa corporal. Recentemente, técnicas de imagem como a ressonância magnética, tomografia computadorizada e absortometria radiológica de dupla-energia (DEXA) são métodos considerados precisos e confiáveis para quantificar o tecido adiposo subcutâneo e em especial o intra-abdominal, mas o alto custo impede o uso dessas técnicas. Como alternativas relativamente baratas existem a medida da espessura das pregas cutâneas que faz uma relação entre a gordura localizada nos depósitos debaixo da pele e a gordura interna ou a densidade corporal; a ultrasonografia que além da avaliação da espessura do tecido adiposo, avalia também tecidos mais profundos nas diferentes regiões corporais e a análise de bioimpedância que é considerada suficientemente válida e segura (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, 2004). Também há a relação cintura-quadril (RCQ), que inicialmente foi a medida mais comumente usada para obesidade central, mas vem sendo substituída pela medida do perímetro de cintura, que reflete melhor o conteúdo de gordura visceral e apresenta grande associação com a gordura corporal total, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (2004). O índice de massa corporal (IMC), calculado como a razão da massa corporal pelo quadrado da estatura (Kg.m -2 ) é o método mais comum de avaliação. Cole et al. (2000) propuseram limites para sobrepeso e obesidade em populações jovens, calculados a partir de curvas de diversos estudos populacionais, inclusive do Brasil. Esse critério utiliza pontos de corte de IMC por idade e sexo e guarda relação com os pontos de corte de sobrepeso e obesidade em adultos (IMC = 25 e 30, respectivamente), bons marcadores de risco para morbimortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (COLE et al., 2000). Contudo, a combinação de IMC com medidas da distribuição de gordura pode

18 18 ajudar a resolver alguns problemas do uso do IMC isolado. O IMC é um bom indicador, mas não totalmente correlacionado com a gordura corporal. Um estudo (GIUGLIANO e MELO, 2004) verificou o grau de concordância da classificação do IMC com o grau de adiposidade de escolares pré-adolescentes, através de dobras cutâneas, perímetro de cintura e do quadril e a RCQ. O uso do IMC mostrou boa concordância com o excesso de adiposidade corpórea mostrando que é adequada a escolha do IMC por idade como indicador diagnóstico de sobrepeso e obesidade em escolares. Nesse trabalho, utilizamos o termo excesso de peso para designar adolescentes que estejam com o IMC acima do percentil 85. O critério utilizado foi o proposto pela International Obesity Task Force (IOTF) e define o percentil 85 como critério para sobrepeso e o percentil 95 para a obesidade. Em 2006, Conde e Monteiro propuseram novos valores críticos do IMC para classificação do estado nutricional de crianças e adolescentes brasileiros. Segundo os autores, os valores baseados no uso dos percentis 85 e 95, implicaria em obter entre homens valores mais altos para a prevalência de desnutrição, sobrepeso e obesidade e em mulheres valores mais altos para a prevalência da obesidade. O fator complicador para a utilização do IMC por idade se deve principalmente pelo processo de maturação sexual. Dessa forma, o controle da fase de maturação sexual se torna imprescindível. 2.3 ORIGEM E CONSEQÜÊNCIAS DA OBESIDADE A palavra obesidade é derivada do latim ob + dere que significa comer demais. Esse termo expressa uma condição em que o excesso de gordura corporal representa fator de risco a saúde individual (BERNARDES e PIMENTA, 2004, p.3). No Brasil, segundo dados recentes da Associação brasileira para o estudo da obesidade e da síndrome metabólica (ABESO), a prevalência da obesidade em adultos (IMC >= 30 Kg.m -2 ) seria de 7,0% em

19 19 homens e de 12,4% em mulheres. Somando os indivíduos com sobrepeso e indivíduos obesos (IMC >= 25 Kg.m -2 ), a prevalência seria de 38,5% para homens e de 39,0% para mulheres. Na comparação dos indicadores por condições socioeconômicas em cada faixa etária, sobrepeso e obesidade foram mais freqüentes nos escolares e nos adolescentes de melhor condição socioeconômica do que naqueles de baixa condição socioeconômica. Outros estudos confirmam esses dados mostrando que escolas privadas apresentaram maior prevalência de obesidade do que escolas públicas (COSTA et al., 2006; NOBRE et al., 2006). A obesidade pode ser causada por diversos fatores: genéticos, fisiológicos (fatores endócrino-metabólicos), ambientais (prática alimentar, atividade física, fatores culturais, econômicos, sociais e a estrutura familiar) e psicológicos (BRAY, 1992; FISBERG, 1995; CONSENSO LATINO AMERICANO SOBRE TRATAMENTO DA OBESIDADE, 1998). Entre esses, a história familiar é muito importante para determinar a ocorrência da obesidade. Uma criança com pais obesos têm 80% de chance de apresentar o mesmo perfil, e esse risco cai pela metade se só um dos pais é obeso. Se nenhum dos pais apresentar obesidade, a criança tem o risco de 7 a 14% de tornar-se obesa (CONSENSO LATINO AMERICANO SOBRE TRATAMENTO DA OBESIDADE, 1998; GUEDES e GUEDES, 2003). Para Terres et al. (2006) é ainda difícil definir o quanto à influência da família decorre da herança genética e o quanto é devido ao ambiente familiar onde a criança está inserida. Um estudo com adolescentes demonstrou excesso de peso e obesidade em 7,8% dos adolescentes, 18,8% dos pais e 19,8% das mães (MENDES et al., 2006). O sedentarismo foi detectado em 41,5% dos adolescentes, 61% dos pais e 61,7% das mães mostrando que há correlação familiar entre obesidade, tabagismo e sedentarismo, confirmando a influência da família nos fatores de risco para as doenças cardiovasculares. Grande parte do tempo livre dos jovens (gerado pelos hábitos de vida) é utilizado em horas frente à televisão (MATSUDO et al., 1997). Frutuoso et al., (2003) verificaram que

20 20 50,5% das horas semanais de 39% dos adolescentes estudados foram dispendidas em atividades sedentárias como TV, video-game, computador e dormindo. Somente assistir televisão representou, em média, 13% do tempo livre destes jovens. É possível que o tempo dedicado a TV e ao vídeo contribua para a redução do tempo atribuído às atividades de maior demanda energética. Um estudo com 323 adolescentes (38% meninos) de Niterói-RJ mostrou a prevalência de sobrepeso e obesidade mais elevada entre aqueles que assistiam TV por mais de 3hs/dia (SILVA e MALINA, 2003). Outro estudo mostrou que a probabilidade de ser obeso é de 3 vezes maior em adolescentes que assistem TV por mais de 5h/dia, do que os que fazem isso por até 2h/dia (GORTMAKER et al., apud BAR-OR, 2003). O grande problema é que a obesidade tende a se prolongar na vida adulta. Cerca de 40% das crianças obesas tornam-se adolescentes obesos e 80% dos adolescentes obesos tornam-se adultos obesos (CONSENSO LATINO AMERICANO SOBRE TRATAMENTO DA OBESIDADE, 1998). Essa obesidade pode ser classificada como progressiva. Ela se caracteriza por um aumento gradual da quantidade de gordura da infância até o estágio adulto. Os períodos críticos de surgimento da obesidade progressiva são aos 12 primeiros meses de vida, a fase pré-escolar e a puberdade (GUEDES E GUEDES, 2003). Quando a obesidade se manifesta nestas idades, está associada à obesidade hiperplásica, que apresenta maior dificuldade para controlar o peso na idade adulta, pois é responsável por um aumento do número de células adiposas. (GUEDES E GUEDES, 2003). Entretanto, quando ocorre em idades mais avançadas é chamada de obesidade hipertrófica, responsável por um aumento do volume das células adiposas e há maior facilidade de reversão (BERNARDES E PIMENTA, 2004).

21 GORDURA ABDOMINAL A gordura corporal pode estar localizada na região central ou abdominal (conhecida como obesidade em forma de maçã ou andróide) ou na região inferior ou do quadril (conhecida como em forma de pêra ou ginóide) (FRANCISCHI et al., 2000). O aumento da gordura abdominal está relacionada com complicações endócrinas e metabólicas predisponentes ao aparecimento e desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas, pois indivíduos com disposição central da gordura corporal tendem a apresentar maior incidência de diabetes mellitus, hipertensão e alterações desfavoráveis no perfil das lipoproteínas plasmáticas (CAMBRI et al., 2006). Segundo Guedes e Guedes (2003), informações provenientes de estudos prospectivos têm apontado o padrão de distribuição da gordura como fator de risco mais importante para condições de morbidade e mortalidade do que a própria obesidade por si. SOAR et al. (2004) mostra que a obesidade central é caracterizada por um risco relativo 2 vezes maior para condições de morbidade e mortalidade do que um padrão generalizado. Nos homens, a gordura central está associada à redução dos níveis de testosterona livre e ao concomitante acréscimo na diabetes, hiperinsulinemia, hipertriglicemia, menores níveis de HDL, elevação da pressão arterial sistólica e algumas formas de câncer (TREUTH et al., 1998; GUEDES e GUEDES, 2003; BOUCHARD, 2003). É importante destacar que durante a fase da puberdade existe uma diferença entre os sexos quanto à distribuição da gordura corporal. Nos meninos, ocorre uma mudança diferenciada entre extremidades e tronco, sendo que aumenta o acúmulo de gordura no tronco. Nas meninas, há uma tendência a ocorrer o inverso, sendo que esta diferença ocorre pelas modificações nos níveis de estrogênio durante a puberdade (OLIVEIRA et al., 2004). No entanto, para Moreno (apud GUIMARÃES e GUIMARÃES, 2006) o excesso de gordura em adolescentes é preferencialmente central e independe do gênero.

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