PANORAMA DA ECONOMIA BRASILEIRA

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1 1 PANORAMA DA ECONOMIA BRASILEIRA Guido Mantega Outubro de

2 2 Novo Ciclo de Desenvolvimento Ciclo de crescimento mais sustentável que os anteriores Ciclos anteriores acumulavam: -Desequilíbrios -Distorções -Conflitos -Se tornariam obstáculos 2

3 Ciclos Anteriores 3 PLANOS PIB efetivo (%) Plano de Metas I PND (Milagre) II PND (Geisel) Crescimento maior, mas com acumulo de distorções: -Inflação -Divida Externa (vulnerabilidade) -Déficit Público -Concentração de Renda 3

4 4 Novo Ciclo de Desenvolvimento Crescimento equilibrado Crescimento com mais credito, emprego e distribuição de renda Crescimento acoplado e complementado por programas sociais 4

5 5 Está em curso um processo de crescimento sustentável. Caracteriza um novo ciclo de crescimento econômico - crescimento econômico mais vigoroso - crescimento mais equilibrado - impulsionado pelo comércio exterior e por um mercado de massa Por que o crescimento é sustentável? 5

6 CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL 6 Baixa vulnerabilidade externa Nova Política Externa diversificação de parceiros Superávit comercial (US$ 46 bi em 2006) e em transações correntes Reservas internacionais (US$ 165 bi) 6 Estabilidade monetária Inflação baixa e estável (2006: 3,14%; 2007: 3,9%; ,1%) Política monetária agressiva

7 7 CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL Responsabilidade fiscal Resultado primário setor público consolidado: 4,12% do PIB (acumulado 12 meses) Déficit nominal atingiu o menor valor da série histórica (2,08% do PIB em ago/07): rumo ao déficit nominal zero Dívida líquida de 43,1% do PIB em agosto/07 rumo a 36% em

8 RESULTADO PRIMÁRIO E NOMINAL DO SETOR PÚBLICO (% do PIB) 8 6,0 4,0 2,92 Primário Nominal 3,24 3,35 3,55 3,89 4,18 4,35 3,88 4,12 2,0 0,0 0,01-2,0-4,0-6,0-5,28-3,37-3,29-4,17-4,65-2,43-2,96-3,01-2,08-8,0-6,97 dez/98 dez/99 dez/00 dez/01 dez/02 dez/03 dez/04 dez/05 dez/06 ago/07 8 Fonte: Até 2006 Banco Central * A partir de LDO ** A partir de expectativas do Mercado

9 PROJEÇÕES DA DÍVIDA LÍQUIDA DO SETOR PÚBLICO/PIB 9 48% 46% Cenário LDO* Mercado** 44% 42% 40% 38% 36% 37,10% 35,90% 34% Fonte: * LDO 2008 **FOCUS/Banco Central de 05/10/2007

10 10 RECEITAS, DESPESAS E RESULTADO DO RGPS (% do PIB) Arrecadação e Benefício Previdenciário 8% 7% 6% 5% 1,0% Arrecadação Líquida INSS Benefícios Previdenciários Déficit RGPS 1,2% 1,6% 1,6% 1,7% 1,8% 1,8% 1,5% Déficit RGPS 2,0% 1,8% 1,6% 1,4% 1,2% 4% 0,9% 0,9% 1,0% 3% 0,7% 0,8% 0,6% 2% 0,4% 1% 0,3% 0,2% 0% 0,0% * PLOA */ até Julho. Fonte: MF/STN.

11 11 EVOLUÇÃO DE PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS TOTAL conceito competência (Exclusive CPSS Variação % do PIB) % do PIB 5,4 5,2 5,0 4,8 4,6 4,4 4,2 5,22 Média = 4,82% 4,77 4,69 4,80 4,89 4,69 4,60 4,93 4,51 4,39 4,63 4,38 4,74 4,76 4,0 Média = 4,57% 3, Reprog 2007 PLOA/ Fonte: MPOG/SOF. Elaboração: MF/SPE. (PLOA- Projeto de Lei Orçamentária anual) / 2008

12 EVOLUÇÃO DAS DESPESAS DE CUSTEIO PRIMÁRIAS DA UNIÃO* (% do PIB) 12 12% Rede de Proteção Social** 10% 8,47% Demais despesas de custeio primárias 9,09% 9,23% 9,71% 10,30% 8% 6% 4% 2% 1,6% 1,2% 1,3% 1,5% 1,5% 0% */ Critério: empenho liquidado. **/ Despesas de custeio com Assistência Social, Previdência Social, Saúde, Educação, Abono e Seguro-Desemprego e demais auxílios Fonte:MF/STN.

13 EVOLUÇÃO DAS DESPESAS DE CUSTEIO PRIMÁRIAS DA UNIÃO* (preços de agosto/2007) ,0 250,0 200,0 34,1 25,3 30,3 35,5 36,8 150,0 100,0 177,6 191,0 207,8 226,3 249,3 50, Rede de Proteção Social/2 Demais custeio primário

14 INVESTIMENTOS PÚBLICOS PLOA 2008 R$ Bilhões 14 Fiscal e Previdenciário Estatais Total 76,3 92,3 62,1 42,6 49,3 50,1 24,8 33,4 28,1 32,8 26,2 30,2 8,6 14,5 16, PLOA Fonte: MPOG

15 CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL 15 Taxas maiores de crescimento e crescimento mais vigoroso PIB cresce há 22 trimestres consecutivos Consumo cresce há 15 trimestres consecutivos Investimento cresce há 14 trimestres consecutivos Setor financeiro sólido Lucros do setor produtivo demonstram solidez das empresas Mercado interno crescendo 15

16 16 O BRASIL E A TURBULÊNCIA INTERNACIONAL 16

17 17 CRISE NOS EUA E EVOLUÇÃO DO PRÊMIO DE RISCO Var. % entre e ,1 24, ,3 21,0 18,7 14,7 13,5 12,7 12,6 10,2 8,7 4, ÁFRICA DO SUL VENEZUELA COLÔMBIA Fonte: JP Morgan. Elaboração: MF/SPE. RÚSSIA TURQUIA MÉXICO PERU FILIPINAS MÉDIA EMERG. INDONÉSIA ARGENTINA BRASIL

18 18 CRISE NOS EUA E EVOLUÇÃO DA TAXA DE CÂMBIO Var. % entre e ,4 6 4, ,3 0,5 0,4 0, ,2-1,4-2,3-2,6-2,6-3,2-4, TAILÂNDIA COLÔMBIA ARGENTINA Fonte: BCB. Elaboração: MF/SPE. MÉXICO INDONÉSIA CORÉIA FILIPINAS ÍNDIA RÚSSIA CHILE BRASIL TURQUIA PERU

19 19 CRISE NOS EUA E EVOLUÇÃO DAS BOLSAS DE VALORES Var. % entre e , , ,9-11,1-6,4-7,2-1,2-1,5-0,8-0,8-4,5-3,0-2,9-1,1-0,2 0,6 2,4 4,9 1,5 2,2 7,7-20 VENEZUELA COLÔMBIA PERU JAPÃO FRANÇA EUA-Dow Jones ARGENTINA INGLATERRA CORÉIA MÉXICO MALÁSIA ALEMANHA TURQUIA CHILE TAILÂNDIA FILIPINAS RÚSSIA BRASIL INDONÉSIA ÍNDIA HONG KONG 19 Fonte: Valor Econômico, Reuters e Bloomberg. Elaboração: MF/SPE.

20 20 EFEITOS DA TURBULÊNCIA Não houve fuga de capitais. Não houve falta de liquidez. Não houve venda de títulos brasileiros. 20

21 RESERVAS INTERNACIONAIS (US$ bilhões) out 03 jan 04 abr 04 jul 04 out 04 jan 05 abr 05 Liquidação da dívida junto ao FMI jul 05 out 05 Variação: 105,2 bilhões jan 06 mar/06 59,8 abr 06 jul 06 out 06 jan 07 abr 07 jul 07 out/07* 165 out */ Posição de 19/10/2007. Fonte: BCB. Elaboração: MF/SPE.

22 CONFIANÇA A NO BRASIL 22 Brasil é o exemplo mais claro de descoberta da estabilidade financeira na América Latina The Economist, edição de 25 a 31 de agosto de Os bancos estrangeiros continuam recomendando investimentos no Brasil, apesar da turbulência. A análise é de que o País se tornou o porto seguro na América Latina para os investidores que buscam remuneração mais alta e risco menor. Entre as instituições estrangeiras que recomendam os investimentos no Brasil estão a Merryll Lynch, a Goldman Sachs e o Citigroup Gazeta Mercantil, 20 de agosto de 2007

23 CONFIANÇA A NO BRASIL 23 Dados recentes indicam que a atividade econômica em mercados emergentes continua robusta (...). Na América Latina, os indicadores mexicanos apontaram para um crescimento mais fraco do que o esperado no segundo trimestre, enquanto Brasil e Argentina parecem ter experimentado crescimento sólido Ata do FOMC, 28 de agosto de A situação internacional não impediu que a Moody s melhorasse o rating do Brasil.

24 24 CRIAÇÃO DO MERCADO DE MASSA NOVA CLASSE MÉDIA 24

25 MERCADO DE MASSA 25 Crescimento da Capacidade de Consumo da População Expansão do Emprego e da Renda Salário Mínimo Revolução no Crédito Ampliação dos Programas Sociais Controle da Inflação 25 Surgimento de uma Nova Classe Média

26 MERCADO DE CONSUMO DE MASSA Número de Consumidores milhões Fontes: IBGE, LatinPanel, Goldman Sachs

27 MERCADO DE CONSUMO DE MASSA Divisão dos Consumidores por Classes Sociais* - % A/B 15,0% E 37,0% C 16,0% E 8,0% A/B 24,0% C 34,0% D 34,0% D 32,0% 27 */ Os dados disponíveis do IBGE da década de 60 não permitem o desmebramento entre as classes A e B Fontes: IBGE, LatinPanel, Goldman Sachs

28 MERCADO DE CONSUMO DE MASSA Comparação entre o Número de Consumidores do Brasil e o de outros países (milhões) 28 Índia 20 BRASIL 60 Rússia 70 China 120 Estados Unidos Fontes: IBGE, LatinPanel, Goldman Sachs

29 EMPREGO FORMAL: CRIAÇÃO DE NOVOS POSTOS (em milhares) * 29 */ Acumulado no ano: Jan-Set Fonte: MTE/CAGED Elaboração: MF/SPE.

30 EMPREGO, RENDA E MASSA SALARIAL (Var.% acumulada em 12 meses) 30 8% Massa Salarial* Rendimento Médio Pessoas Ocupadas 7% 6,9% 6% 5% 4% 3% 3,9% 2,9% 2% 1% 0% ago 05 out 05 dez 05 fev 06 abr 06 jun 06 ago 06 out 06 dez 06 fev 07 abr 07 jun 07 ago */ Com base na renda do trabalho principal. Fonte: PME/IBGE. Elaboração: MF/SPE.

31 31 VOLUME DO CRÉDITO BANCÁRIO (R$ bilhões) Jan/06 608,7 (28% do PIB) Set/07 854,1 (33,1% do PIB) Dez/02 383,1 (22,1% do PIB) set 01 jan 02 mai 02 set 02 jan 03 mai 03 set 03 jan 04 mai 04 set 04 jan 05 mai 05 set 05 jan 06 mai 06 set 06 jan 07 mai 07 set Fonte: BCB. Elaboração: MF/SPE

32 32 CRÉDITO BANCÁRIO PARA PESSOAS FÍSICAS (R$ bilhões) Jan/06 194,7 (8,9% do PIB) Set/07 295,4 (11,5% do PIB) Dez/02 87,1 (5% do PIB) 50 - set 01 jan 02 mai 02 set 02 jan 03 mai 03 set 03 jan 04 mai 04 set 04 jan 05 mai 05 set 05 jan 06 mai 06 set 06 jan 07 mai 07 set Fonte: BCB. Elaboração: MF/SPE

33 JUROS E SPREADS BANCÁRIOS 33 %aa 60 Taxa de Juros (E) SPREADS (D) pp set 01 mar 02 set 02 mar 03 set 03 mar 04 set 04 mar 05 set 05 mar 06 set 06 mar 07 set Fonte: BCB. Elaboração: MF/SPE

34 MERCADO DE CAPITAIS EMISSÕES PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS (R$ milhões) DEMAIS* Debêntures Ações ** 34 */ Inclui notas promissórias, CRIs e quotas de fundos de investimento em direitos creditórios, dentre outros. **/ Emissões acumuladas em 12 meses até Setembro/07. Fonte: CVM. Elaboração: MF/SPE.

35 35 35

36 REDUÇÃO DA POBREZA* 36 % ,8 29,0 28,5 27,2 28,4 27,6 26,7 28, , , ,3 36 */ Considera conceito miséria segundo definição da FGV: individuo com renda per capita mensal inferior a R$ 125 (valor de uma cesta mínima de alimentos na região metropolitana de São Paulo, regionalizada para as outras áreas de acordo com seu custo de vida). Fonte: FGV/PNAD/IBGE. Elaboração: MF/SPE.

37 REDUÇÃO DA DESIGUALDADE DE RENDA 37 Índice de Gini Renda Domiciliar 0,575 0,570 0,567 0,568 0,570 0,567 0,565 0,560 0,560 0,558 0,555 0,553 0,550 0,545 0,545 0,540 0,535 0,535 0,532 0,530 0,528 0, Fonte: PNAD/IBGE. Elaboração: MF/SPE.

38 MODELO DE CONSUMO DE MASSA 38 SURGIMENTO DE UMA NOVA CLASSE MÉDIA Existem membros de uma nova classe média emergindo quase que da noite para o dia no Brasil e na maior parte da América Latina. (...) No Brasil, entre 2000 e 2005, o número de famílias com uma renda anual entre US$ e US$ cresceu 50%, de 14,5 milhões para 22,3 milhões, enquanto que aqueles que recebem menos de US$ por ano caíram abruptamente para apenas 1,3 milhão. 38 The Economist, edição de 18 a 24 de Agosto

39 Ministério da Fazenda CONSUMO DAS FAMÍLIAS (Var.% no trimestre ante mesmo trimestre do ano anterior) crescimento contínuo em 15 trimestres 0I.II 02.II 03.II 04.II 05.II II.06 II.07 5, Fonte:IBGE. Elaboração: MF/SPE.

40 40 30 Ministério da Fazenda VENDAS NO COMÉRCIO (Crescimento acumulado no ano até Agosto/07) 25 25,2 23,4 23, , ,8 10,5 9,7 9,6 10 7,9 7,5 7,2 6,6 5 0 PMC ampliada inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção. (*) lojas de dep./magazines, duty free, ótica, caça, pesca e camping, relojoaria e joalheria, artes, artigos esportivos. Fonte: PMC/IBGE. Elaboração: MF/SPE. 5,1 40 Equip. mat. Escrit., inform. e comunicação Veículos, motos, partes e peças Outros art.uso pessoal e doméstico * Móveis e eletrodomésticos PMC Ampliada Tecidos, vestuário e calçados PMC Material de construção Art. Farmacias, médicos, ort., perfum.,cosmét. Livros, jornais, revistas e papelaria Hiper e Supermercados Hiper, Super, Alimentos, Bebidas, Fumo Combustíveis e lubrificantes

41 41 ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO 41

42 PRODUÇÃO INDUSTRIAL (Crescimento acumulado no ano até Agosto/07) Não há doença holandesa 42 Máquinas e equipamentos Outros equips de transporte Máqs escrit e equips de informática Veículos automotores Máqs, apars e materiais elétricos Mobiliário Perfumaria e produtos de limpeza Metalurgia básica Outros produtos químicos Bebidas Minerais não metálicos Produtos de metal Indústria Geral Borracha e plástico Vestuário e acessórios Têxtil Farmacêutica Alimentos Refino de petróleo e álcool Celulose, papel e produtos de papel Produtos químicos Diversos Equips médico-hosp., ópticos e outros Edição e impressão Madeira Calçados e artigos de couro Material eletrônico e de comunicações Fumo (7,9) (5,4) (2,9) (3,2) (0,5) (0,6) (1,0) 0,8 0,1-3,8 3,7 2,8 2,5 2,5 7,5 7,1 6,3 6,0 5,4 5,4 5,3 11,3 11,1 10,7 17,5 17,2 16,8 42 Fonte: PIM/IBGE -10,0-5,0 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 Elaboração: MF/SPE

43 CRESCIMENTO DO PIB (taxa anual %) 43 6,0 5,7 5,0 4,3 Média: ,3 4,7 5,0 5,0 5,0 4,0 3,4 3,7 3,0 2,7 2,9 2,0 1,3 1,1 1,0-0,0 0, (*) 2008 (*) 2009 (*) 2010 (*) 43 */ Projeções do Governo (PPA ) Fonte: IBGE. Elaboração: MF/SPE.

44 44 ELEVAÇÃO DOS INVESTIMENTOS 44

45 45 INVESTIMENTOS (Var.% no trimestre ante mesmo trimestre do ano anterior) crescimento por 14 trimestres consecutivos II.00 II.01 II.02 II.03 II.04 II.05 II.06 II.07 13,8 45 Fonte:IBGE. Elaboração: MF/SPE.

46 PRODUÇÃO INDUSTRIAL E BENS DE CAPITAL (taxa de crescimento em relação ao mesmo trimestre do ano anterior) 46 20% 18,5% 18% 16% 14% Indústria Geral Bens de Capital 14,8% 12% 10% 9,2% 8% 6% 4% 4,6% 2,8% 5,1% 3,2% 7,8% 3,8% 5,8% 2% 0,9% 1,3% 0% 1º trim 06 2º trim 06 3º trim 06 4º trim 06 1º trim 07 2º trim Fonte: IBGE. Elaboração: MF/SPE.

47 FBKF / PIB média móvel de 4 meses (valores correntes) 47 17,5% 17,0% 17,1% 16,5% 16,0% 15,5% 15,0% II.01 IV.01 II.02 IV.02 II.03 IV.03 II.04 IV.04 II.05 IV.05 II.06 IV.06 II Fonte: IBGE. Elaboração: MF/SPE.

48 INVESTIMENTOS RODADA DE LEILÕES 48 Leilão de concessão de estradas (2.600 km): Investimentos: R$ 20 bilhões durante os 25 anos de concessão Leilão de energia (Hidrelétrica de Santo Antônio Rio Madeira) Investimentos: R$ 9,2 bilhões Leilão das linhas de transmissão do Madeira (1.930 km): Investimentos: R$ 1,8 bilhão Ferrovia Norte-Sul: Investimentos: R$ 1,4 bilhão 48 Elaboração: MF/SEAE

49 49 RENTABILIDADE DA INDÚSTRIA E DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS (%aa) 30 Renda Fixa 25 24,0 25,3 Referenciado DI* Grandes Empresas Industriais ,2 15,0 20,2 20,8 13,2 13,6 15,9 16,2 16,7 16,7 13,1 12, , */ Descontado o IR de 15% Fontes: Anbid, Serasa e Fiesp (FSP, 02/09/2007, p. B20)

50 50 DESONERAÇÕES TRIBUTÁRIAS RIAS DE ESTÍMULO AO INVESTIMENTO E O CONSUMO DE MASSA 50

51 51 PRINCIPAIS DESONERAÇÕES COM REFLEXO NA ARRECADAÇÃO 2004 a 2008 LEGISLAÇÃO SOMA PERÍODO: 2004 A 2006 redução para zero das alíquotas do PIS/COFINS de vendas para Lei nº /04 agroindústria e crédito para agroindústria; (3.596) redução para zero das alíquotas do PIS/COFINS incidentes sobre arroz, feijão e farinha de mandioca; Lei nº /04 exclusão da base de cálculo do IRRF das pessoas físicas de R$ 100,00 do total dos rendimentos provenientes do trabalho assalariado; (492) alíquota em função do prazo de aplicação e redução de alíquota dos fundos de investimento de 20% para 15%; Lei nº /04 ampliação do prazo de apuração do IPI-Outros que passou de quinzenal (1.897) para mensal; redução para zero das alíquotas do PIS/COFINS incidentes sobre livros em geral; credito de depreciação de bens de capital descontado da CSLL; redução Lei nº /04 do prazo para aproveitamento de crédito PIS/COFINS relativos a bens de capital de 48 para 24 meses; (2.739) redução para zero das alíquotas do PIS/COFINS incidentes sobre farinha de milho e leite; Lei nº /04 tributação de planos de previdência no resgate ou recebimento do benefício; (183) 51

52 Incentivo à Exportação (*) RECAP-Regime Especial de Aquisição de Bens de Capital para Empresas Exportadoras (Cofins/PIS) Programa de Inclusão Digital-Venda de micros a varejo (Cofins/PIS) Inovação Tecnológica - Dedução de despesas com pesquisa tecnológica da base do IRPJ e CSLL Lei nº /05 (5.320) Prazo de Recolhimento de tributos Retenção do PIS/Cofins sobre Autopeças Alíquota zero de PIS/Cofins par leite em pó e queijo Nafta Petroquímica. Tributação de PIS/Cofins a 5,6% e crédito a 9,25% Aumento dos limites do Simples Lei nº /05 correção da tabela do IRPF em 10%; (2.245) Lei nº /06 Correção de tabela doirpf em 8% (2.210) Decreto nº 4.902/03 prorrogação do acordo automotivo até fevereiro/04; Decreto nº 5.058/04 redução das alíquotas do IPI-Automóveis; (77)

53 53 Decreto nº 4.955/04 Decreto nº 5.173/04 Decreto nº 5.468/05 redução da alíquota média do IPI referente a bens de capital de 5% para 3,5%; redução da alíquota média do IPI referente a bens de capital de 3,5% para 2%; redução da alíquota média do IPI referente a bens de capital ; (1.384) Decreto nº 5.164/04 Decreto nº 5.172/04 redução para zero das alíquotas do PIS/COFINS incidentes sobre as receitas financeiras auferidas pelas pessoas jurídicas sujeitas à (266) incidência não-cumulativa das referidas contribuições; redução das alíquotas do IOF de seguros de vida; (432) Decreto nº 5.697/06 Redução das alíquotas do IPI sobre insumos da construção civil (1.060) Resoluções CAMEX redução de alíquotas do I. Importação (907) SUBTOTAL [A] (22.809) 53

54 54 Ministério da Fazenda Lei nº /07 e Lei nº /07 (MP nº 340/07) Lei Complementar 123/06 Lei nº /07 ( MP nº 351/07) MEDIDAS DO PAC / Correção da tabela do IRPF em 4,5%; Prorrogação do mecanismo de depreciação acelerada com crédito na CSLL; Prorrogação da permanência do setor de Construção Civil no regime cumulativo do PIS/Cofins Tributos Envolvidos: IRRF-Trabalho, IRPF, CSLL, CPMF, PIS/PASEP e Cofins 2.2. Instituição do Simples nacional promovendo ampla mudança na sistemática de apuração e pagamento. Tributos Envolvidos: IRPJ, CSLL, PIS/PASEP, Cofins, Contribuição Previdenciária e IPI 2.3. Desonerações do PIS e Cofins das edificações e infra-estrutura com a criação do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra-estrutura - REIDI ; Tributos Envolvidos: PIS/PASEP e Cofins 2.4. Desoneração do IPI na compra de perfis de aço ; Tributos Envolvidos: IPI 2.5. Criação do Programa de Inclusão Digital, com aumento do limite da isenção de PIS/Cofins sobre microcomputadores de R$ 2.000,00 para R$ 4.000,00; Tributos Envolvidos: PIS/PASEP e Cofins 54 (6.231) (3.873) (3.397) Decreto nº 6.024/07 (63) Decreto nº 6.023/07 SUBTOTAL [B] TOTAL GERAL (244) (13.808) (36.617)

55 55 DESAFIOS PARA EXPANDIR O POTENCIAL DE CRESCIMENTO 55

56 56 Ministério da Fazenda POLÍTICA ECONÔMICA, CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO Os desafios mais imediatos do Governo Federal são: Reforma Tributária Diminuição da Carga Tributária Reforma da Previdência Reforma Política Cadastro Positivo Investment grade, redução dos juros O controle do gasto corrente O aumento do investimento em infra-estrutura PAC 56

57 57 57

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