PAIRO. Carla Marineli

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1 PAIRO Carla Marineli Fonoaudióloga / Psicopedagogia Especialista em Audiologia Mestranda em Ciências Médicas - UNIFOR Coordenadora e Docente da Especialização em Audiologia da UNIFOR Coordenadora dos Cursos de Saúde lato sensu de pós-graduação da UNIFOR

2 Socioacusia Gestantes expostas ao ruído turnos (hipertensão na gestante, parto prematuro, lesões auditivas no feto, baixo peso) RN na incubadora (até 140 db) Brinquedos (até 100 db) Eletrodomésticos Fones de ouvido Trânsito

3 Fatores de risco para PAIRO Intensidade do Ruído Tempo de Exposição Faixa de Frequência Tipo de Ruído Suscetibilidade Individual

4 Efeitos do Ruído na Audição Perda Auditiva Mudança Temporária do Limiar (Temporary Thressold Shift TTS) Mudança Permanente do Limiar (Permanent Thressold Shift PTS) Trauma Acústico

5 Efeitos Auditivos Perda Auditiva Zumbido Plenitude Auricular Algiacusia Dificuldades de localização sonora Dificuldades no entendimento da fala

6 Efeitos Não-auditivos Transtornos de sono (perturbação no sono REM, insônia) Transtornos neurológicos (cefaléia, dilatação das pupilas, tremores nos olhos e nas mãos) Transtornos vestibulares (tonturas) Transtornos digestivos (diminuição do peristaltismo e secreção gástrica, aumento de acidez, gastrite, úlcera, enjoo)

7 Efeitos Não-auditivos Transtornos cardiovasculares (constrição de pequenos vasos e alteração de fluxo sanguíneo, taquicardia e alterações de pressão arterial) Transtornos Hormonais ( hormônios do estresse aumento dos índices de adrenalina, cortisol plasmático, com possibilidade de diabetes e aumento de prolactina) Transtornos comportamentais (mudanças de conduta e de humor, insônia, depressão, ansiedade)

8 Sintomas Incapacidade Auditiva (Hearing Disability) Desvantagem (Handicap)

9 PAIRO Comitê Nacional de Ruído e Conservação Auditiva (1994): Neurossensorial (degeneração das células ciliadas do órgão de Corti / lesões e apoptose celular por oxidação pela presença de radicais livres, por excesso de estimulação sonora e/ou agentes químicos) Quase sempre bilateral Uma vez instalada é irreversível Muito raramente provoca perdas profundas, não ultrapassando os 40 (NA) nas frequências baixas e 75dB(NA) nas altas. A perda tem seu início e predomínio nas frequências de 6 khz, 4 khz, e/ou 3kHz progredindo lentamente para 8 khz, 2 khz, 1 khz, 500 Hz e 250 Hz, as quais levam mais tempo para serem comprometidas. Não deverá haver progressão da perda uma vez cessada a exposição a ruído intenso. A PAIR não torna a orelha mais sensível a futuras exposições a ruídos intensos. À medida que os limiares auditivos aumentam, a progressão da perda torna-se mais lenta (progressão maior nos 10 a 15 anos).

10

11 Células Ciliadas Órgão de Corti

12 Campo Dinâmico da Audição

13 Desencadeamento e Agravamento PAIRO

14 Desencadeamento e Agravamento PAIRO

15 Desencadeamento e Agravamento PAIRO

16 Desencadeamento e Agravamento PAIRO

17 Desencadeamento e Agravamento PAIRO

18 Fatores Agravantes Riscos Químicos Medicamentos Ototóxicos

19 Diagnóstico Amamnese Avaliação Audiológica Exames Complementares Equipe Multidisciplinar

20 ?

21 ?

22 ?

23 Programa de Prevenção de Perdas Auditivas (PPPA) / Programa de Conservação Auditiva (PCA)

24 NR 7 Quadro II / Anexo I: DIRETRIZES E PARÂMETROS MÍNIMOS PARA AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DA AUDIÇÃO EM TRABALHADORES EXPOSTOS A NÍVEIS DE PRESSÃO SONORA ELEVADOS Condições do exame: Repouso Acústico Audiômetro Cabina Acústica ou ambiente acusticamente tratado Profissional que realiza o exame Frequências e vias a serem testadas / periodicidade do exame Análise de comparação Cópia do exame audiométrico

25 Conclusão do exame? Tipo da Perda Auditiva Grau da Perda Auditiva Frequências Lateralidade Configuração da Curva Audiométrica

26

27

28 Graus de Perda Auditiva Lloyd e Kaplan (1978)

29 Configurações de Curvas Audiométricas

30 Protetor Auricular

31 Treinamento / Orientações

32 Prevenção de Perdas Auditivas Ocupacionais

33 Obrigada

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