Um estudo da SystemicSphere Com base no inquérito desenvolvido por BestForecast

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3 A Banca Portuguesa em 2015 A Urgência de Uma Nova Confiança Sumário Executivo Os dados apresentados neste relatório têm por base um inquérito realizado à população portuguesa, entre 24 de junho a 12 de julho de 2014, antes da queda do Banco Espírito Santo Realizaram-se 601 inquéritos, originando um erro da amostra de 4% para um nível de confiança de 95% Os resultados deste inquérito permite-nos concluir que: o o o o o A maioria dos Portugueses não confia na honestidade dos bancos Preocupações éticas, ambientais e sociais podem contribuir para a retoma de confiança dos portugueses nos bancos Portugueses querem Bancos com Valores Morais Portugueses querem Bancos que maximizem o bem estar social e ambiental, e não apenas os dividendos dos acionistas Portugueses reconhecem que os bancos podem promover a Economia Verde. Os resultados deste inquérito devem ser analisados pela banca uma vez que indicam potenciais novos caminhos e estratégias que podem contribuir para a recuperação da legitimidade da banca e dos seus níveis de confiança, o que contribui como consequência, para o aumento do nível de reputação do sector bancário. 3

4 Índice 1. Introdução Principais Resultados Função e Utilidade dos Bancos (Falta de) Confiança Atributos que Afectam a Confiança Comportamento Ético dos banqueiros e dos bancários A Transparência e a Clareza das Informações A Reação dos Bancos Fatores Importantes na Escolha de um Banco Propósito do Banco Transparência e Humanismo Aumentar a confiança, como? Bancos e a Economia Verde Conclusões e Recomendações

5 1. Introdução A crise financeira internacional que se iniciou em 2009 e que teve origem no comportamento de vários stakeholders, principalmente dos que trabalhavam no sector financeiro e bancário, levou a uma quebra generalizada da confiança que a população tem sobre os bancos. Os níveis de confiança da população a nível mundial relativamente aos bancos tem vindo a oscilar desde 2009 com exceção de algumas regiões em expansão económica, como Singapura, Hong Kong, Butão, Nepal, Bangladesh, onde a confiança aparenta crescer (TrustBarometer, 2014 e Gallup ). De acordo com a sondagem da Gallup (2014) realizada a nível mundial em 2013, a Europa continua a ser a zona em que menos os cidadãos confiam nos bancos, o que pode sugerir alguma inoperância jurídica e legal relativamente à forma como os bancos operam em território europeu. Surpreendentemente, a sondagem da Gallup (2014) 2 evidencia que os americanos, pela primeira vez desde 2007, começam a ter uma percepção positiva relativamente ao sector bancário e imobiliário. No Reino Unido, país onde a preocupação com a falta de confiança que a população tem nos bancos é tema constante no jornal Financial Times, tem existido um debate intenso sobre a necessidade de a banca ter comportamentos éticos que contribuam para o restabelecimento dos níveis de confiança. Na realidade, este debate levou à criação em Setembro de 2013 do Banking Standards Review, a cargo do Sir Richard Lambert, e que deu origem a um documento lançado para discussão pública em Fevereiro de 2014 acerca do papel da Banca na economia e das práticas que a banca deveria ter no seu dia-a-dia. Após a recepção de vários comentários, em Maio de 2014, Sir Richard Lambert publicou um relatório final chamado Banking Standards Review, onde recomenda a criação do Banking Standards Review Council (BSRC). Efetivamente esse BSRC foi criado, tendo em Outubro de 2014 Dame Colette Bowe sido nomeada para presidente. O BSRC constitui assim um novo organismo encarregue de promover standards de boa conduta nos vários bancos. Criado com o apoio dos maiores bancos no Reino Unido (Barclays, HSBC, Lloyds Banking Group, Nationwide Building Society, Royal Bank of Scotland, Santander UK e Standard Chartered), esta organização será responsável pela definição de standards mínimos referentes à cultura bancária, competências e relacionamento com os clientes. Fundada pelo sector bancário, o BSRC irá publicar anualmente um relatório que mostra o progresso que os bancos têm feito nestas matérias e onde é que estão a falhar. Pretende também publicar um relatório inicial sobre o atual estado das práticas bancárias durante o primeiro semestre de

6 Atendendo a estes desenvolvimentos a nível Europeu a à situação concreta de Portugal relativamente ao sector bancário, a SystemicSphere resolveu promover um inquérito à população portuguesa sobre a percepção desta sobre a banca portuguesa. Este inquérito, realizado pela BestForecast, ocorreu entre 24 de junho e 12 de julho de 2014, antes do colapso do Banco Espírito Santo. Este relatório apresenta apenas algumas das resposta obtidas, mas que dão indícios claros sobre os novos atributos de reputação e de confiança para o sector bancário. Como se poderá ver, a confiança da banca poderá ser recuperada se existir um esforço e uma mudança efetiva que aumente a transparência e a clareza da informação, e que expanda a missão do banco de uma mera maximização do lucro para uma que promova o bem-estar social e ambiental. Para mais informações sobre os resultados deste inquérito, contactar a SystemicSphere: Método Inquérito aplicado por telefone, através do sistema de CATI INTEGRA a 601 inquiridos, entre e O erro da amostra é de 4% para um nível de confiança de 95%. Os inquiridos são residente em Portugal Continental, com idade superior a 18 anos, tendo-se realizado uma mostra estratificada por Região NUTS II, e com quotas por Sexo e Idade. Este inquérito foi implementado pela empresa BestForecast. 6

7 2. Principais Resultados 2.1 Função e Utilidade dos Bancos Cerca de 31% dos portugueses reconhecem o dever fiduciário dos bancos, uma vez que afirmam que a principal função dos bancos é proteger as poupanças dos seus depositantes e não propriamente emprestar dinheiro às famílias ou emprestar o mais possível. No entanto, ainda 21,5% dos inquiridos considera que a principal função de um banco é a maximização do lucro para o acionista. 31% dos inquiridos afirmam que Relativamente aos motivos que fazem dos bancos a principal instituições importantes é interessante constatar que função de um banco é proteger 57,1% dos inquiridos diz que os bancos são importantes as poupanças dos porque têm um impacte a nível macroeconómico. seus clientes, ou seja, Reconhecem que os bancos contribuem para o exercer o seu dever fiduciário crescimento da economia e que também podem ser catalisadores do desenvolvimento sustentável. Apenas 36% dos inquiridos vêm os bancos como meros intermediários entre quem poupa e quem investe, o que significa que os bancos são percepcionados pela sociedade portuguesa como forças influentes na economia real. Qual é a principal função de um banco? Maximizar o lucro para os accionistas Emprestar dinheiro a projetos financeiramente rentáveis Proteger as poupanças dos depositantes Emprestar dinheiro às famílias Emprestar o mais possível Outro (Dizer qual) Não sabe/ Não responde 7

8 Os bancos são importantes porquê? Contribuem para o crescimento da economia Podem ser catalisadores do desenvolvimento sustentável São intermediários financeiros Outro (Dizer qual) Não sabe/ Não responde 2.2 (Falta de) Confiança Desde que a crise financeira internacional teve início, 2009, cerca de 67% dos inquiridos afirma que o seu nível de confiança nos bancos Portugueses diminui. Desde 2009 o nível de confiança que tem nos bancos Portugueses: aumentou, diminuiu ou não alterou? (resppostas em %) Aumentou Diminuiu Não Alterou Não sabe / Não responde 8

9 E quanto confrontados com a pergunta Confia na honestidade dos bancos em Portugal, 55% dos inquiridos responde: não. Sendo a confiança o maior ativo de um banco, quando existe um país em que 55% da população afirma não confiar na honestidade dos bancos, e que o seu nível de confiança tem vindo a diminuir nos últimos 4 anos, é necessário então fazer-se uma reflexão séria sobre o que devem os bancos fazer, para que a confiança seja retomada. 55% dos portugueses não confia na honestidade dos bancos Confia na honestidade dos bancos em Portugal? Sim Não 9

10 2.3 Atributos que Afectam a Confiança Sabendo que a maioria da população portuguesa não confia na honestidade dos bancos, é importante tentar compreender porquê. Ou seja, faz sentido tentar identificar as variáveis que podem estar a contribuir para este baixo nível de confiança Comportamento Ético dos banqueiros e dos bancários Quando este inquérito nacional teve lugar, (entre 24 de junho e 12 de julho, ainda antes do colapso do BES), 84% dos inquiridos afirmam que consideravam o comportamento ético dos presidentes dos bancos e dos respetivos Conselhos de Administração como sendo um problema grave. Em contrapartida apenas 48% afirmaram que o comportamento ético dos colaboradores é também um problema grave. Isto significa que muita da falta de confiança que existe atualmente sobre o sector bancário, pode ter origem na percepção que a população tem da ética pessoal dos indivíduos que consititem conselhos de administração da banca. 84% dos portugueses considera que a ética dos presidentes e dos conselhos de administração dos bancos é um problema grave Comportamento ético dos Presidentes dos Bancos e dos respetivos Conselhos de Administração é um problema? Problema grave Problema não muito grave Não é um problema O comportamento ético dos trabalhadores dos bancos é um problema? Problema grave Problema não muito grave Não é um problema 10

11 2.3.2 A Transparência e a Clareza das Informações Não há dúvida de que a banca fala uma linguagem complexa para a generalidade dos cidadãos. Apesar de muito se ter evoluído nesta matéria, e hoje os bancos divulgarem muito mais informação sobre os produtos financeiros do que no passado, 70% dos inquiridos afirma que a transparência na publicidade dos bancos é um problema grave. É por isso compreensível que 85% dos inquiridos reconheçam que a iliteracia financeira é igualmente um problema grave. Daqui se deduz que os bancos necessitam de transmitir de uma outra forma, mais simples e clara, o que implicam os vários produtos financeiros. Uma comunicação simples é essencial. Transparência na publicidade dos Bancos é um problema? Problema grave Problema não muito grave Não é um problema 85 Iliteracia Financeira é um problema? 10 5 Problema grave Problema não muito grave Não é um problema 11

12 2.3.3 A Reação dos Bancos Quando se questiona a população portuguesa relativamente à forma como os bancos em Portugal estão a agir, constata-se que apenas 5% consideram que os bancos estão a agir de forma certa. Por outro lado, 55% afirma que a banca ou não está a agir de forma correta ou não mudou o seu comportamento. Esta percepção transmite a ideia de que os portugueses pensam que a banca portuguesa não tem estado a fazer esforços suficientes para recuperar a confiança da população. Atualmente, os bancos em Portugal Estão a agir de forma correta Não mudaram o seu comportamento Estão a fazer esforços para agir de forma correta Não sabe / Não responde Não estão a agir de forma correta 12

13 2.4 Fatores Importantes na Escolha de um Banco Atendendo à falta de confiança existente na banca, bem como à percepção de que nada de significativo está a mudar, torna-se importante compreender quais serão os fatores a que os portugueses dão importância quando estão a pensar em escolher um banco. Alguns dos fatores identificados como potenciais influenciadores dessa decisão são de seguida explicados Propósito do Banco A informação obtida neste inquérito leva-nos a afirmar que ser um banco privado ou público não constitui hoje um critério importante na escolha de um banco para os Portugueses. No entanto, verifica-se que 54% dos inquiridos consideram que ser uma associação mutualista já constitui um critério importante na escolha de um banco. Ser uma Associação Mutualista é um critério importante na escolha de um banco? Sim Não Ns/Nr Por outro lado, e atendendo à missão dos bancos, verifica-se que quando os bancos têm como objetivo principal a maximização do lucro, tal não constitui um critério importante na escolha de um banco. No entanto, quando um banco tem uma missão tal, que origine um objetivo principal de maximização do bem estar ambiental e social, então este facto já constitui um critério importante na escolha de um banco para 76% da população. 13

14 Ser um banco que tem como objetivo principal a maximização do bem-estar social e ambiental é um critério importante na escolha de um banco? Sim Não Ns/Nr Ser um banco que tem como objetivo principal a maximização do lucro é um critério importante na escolha de um banco? (resposts em %) Sim Não Ns/Nr Por outro lado, esta ideia de que os bancos devem ter um propósito maior, é também comprovada pelo facto de 66% dos inquiridos defenderem que os bancos deveriam apenas emprestar dinheiro àqueles projetos têm uma contribuição positiva na sociedade a nível ambiental ou social. Este propósito muda completamente a forma como se tem feito banca em Portugal, e abre caminho a outros modelos mais inovadores e humanistas. 14

15 Qual é o seu grau de concordância com a frase: Os bancos deveriam apenas emprestar dinheiro àqueles projetos têm uma contribuição positiva na sociedade a nível ambiental ou social Concordo Discordo Não concordo nem discordo 2 Não sabe / Não responde Transparência e Humanismo Como anteriormente vimos, a população portuguesa considera que a banca tem problemas graves ao nível da comunicação e da ética dos administradores e presidentes. Talvez por isso estejam disponíveis para mudar para um banco que tenha uma comunicação clara e transparente. Na realidade, 99% dos inquiridos afirmam que ter uma comunicação clara e transparente constitui um critério importante na escolha de um banco. Ter uma comunicação clara e transparente é um critério importante na escolha de um banco? Sim Não Ns/Nr Os portugueses também procuram por bancos que tenham preocupações que vão além da maximização do lucro. Cerca de 90% dos inquiridos diz que se um banco tiver 15

16 preocupações sociais, tal constitui um critério importante na escolha de um banco em vez de outro. Ter preocupações sociais é um critério importante na escolha de um banco? Sim Não Ns/Nr 16

17 2.5 Aumentar a confiança, como? O inquérito realizado permite-nos afirmar que um aumento dos níveis de confiança pode ser alcançado se os bancos evidenciarem, de fato, preocupações com a sociedade e que vão muito mais além da rentabilidade para os seus acionistas. É interessante constatar que 55% dos inquiridos afirmam que iriam confiar mais no seu banco se este tivesse uma política de crédito que levasse em consideração a forma como os assuntos éticos, ambientais e sociais são tratados nos projetos que lhe solicitam um empréstimo. Tudo indica que a incorporação da sustentabilidade no core business dos bancos análise de risco e produtos financeiros pode ser hoje uma das estratégias para recuperar a confiança e a legitimidade para operar, desde que sempre acompanhado por um elevado nível de transparência de informação. Se o seu banco tornasse público o detalhe de como os temas ambientais, sociais e éticos são incorporados nos produtos financeiros que vende, você: Iria confiar mais no seu banco Iria confiar menos no seu banco Não iria fazer diferença Este potencial aumento de confiança pode ser reforçado pelo facto de 77% dos inquiridos concordarem que os bancos devem divulgar de que forma os produtos financeiros que vendem (fundos investimento e outros) incorporam ou não preocupações a nível ambiental, social e ético. Isto significa que a transparência da informação que a banca terá de fornecer no futuro à população será muito mais do que exclusivamente a informação financeira. A população quer também saber como é que a banca está a responder aos desafios da sociedade. 17

18 2.6 Bancos e a Economia Verde Por fim, este inquérito permite-nos confirmar uma ligação interessante entre o propósito dos bancos e a economia verde. Na realidade, e mais uma vez, os portugueses afirmam que a economia verde pode ser induzida se o sector bancário também fizer parte deste movimento. Em concreto: 85% dos inquiridos estaria disposto a procura uma casa mais eficiente do ponto de vista energético se um banco lhe oferece um spread mais atrativo se estiver a comprar uma casa que tenha painéis solares, ou que seja eficiente; e 74% estaria disposto comprar um carro elétrico ou híbrido, se o empréstimo fosse mais barato, comparado com um empréstimo para comprar um outro carro normal Atendendo ao Compromisso para o Crescimento Verde promovido pelo Ministério de Ambiente e cuja discussão pública está aberta até dia 14 de janeiro de 2015, será expectável que, de futuro, exista uma maior proximidade entre banca, reforma fiscal verde e ambiente, uma vez que, estes temas, afinal também contribuem para reputação dos bancos em Portugal. 18

19 3. Conclusões e Recomendações Os bancos perderam um dos seus maiores ativos: a confiança por parte da sociedade. Essa falta de confiança está associada à percepção generalizada de que os comportamentos éticos dos conselhos de administração constituem um problema grave do sector bancário. A recuperação da confiança poderá ocorrer se a banca apostar numa forma mais clara e simples de comunicar com a população. No entanto essa comunicação necessita de ser suportada por práticas transparentes. Essas práticas terão ser muito mais amplas do que meramente relacionadas com a gestão financeira, até porque a população acredita que os bancos deveriam maximizar o bem estar social e ambiental, e não apenas o lucro e o dividendo para os acionistas. A população também reconhece que a banca tem um papel catalisador no desenvolvimento da economia, e como tal sentem que os bancos constituem um motor para o nível de qualidade de vida das populações. Uma vez que esta década está marcada por uma crise de valores profunda, também aqui essa crise está presente. Os dados evidenciam que a população portuguesa estaria disposta a mudar para bancos que têm preocupações ambientais e sociais, havendo mesmo 66% da população que concorda com a ideia de que os bancos deveriam apenas emprestar dinheiro àqueles projetos têm uma contribuição positiva na sociedade a nível ambiental ou social. Isto significa que a população procura por indícios de práticas bancárias que evidenciem uma banca com um propósito maior, transparente, humana e que se preocupe com o futuro e em gerir bem os depósitos dos seus clientes. Este estudo evidencia portanto que as autoridades do sector bancário deveriam fazer um esforço sério em promover uma reflexão aberta à sociedade, sobre o papel da banca e o tipo de comportamentos que são desejáveis por parte dos banqueiros e bancários. A banca portuguesa necessita de ser pró-ativa neste tema, para que, dessa forma, se consiga adaptar de forma voluntária e expedita aos novos desafios da sociedade. Desafios estes que têm impacte económico no seu negócio. O trabalho realizado no Reino Unido com a criação do Banking Standards Review Council em 2014, poderia ser uma fonte inspiradora desta reflexão em Portugal. 19

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