Descarte de resíduos relacionados a sementes tratadas na ESALQ. Palestrante: Arthur Roberto Silva

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1 Descarte de resíduos relacionados a sementes tratadas na ESALQ Palestrante: Arthur Roberto Silva 1

2 2 Descarte de resíduos relacionados a sementes tratadas na ESALQ Programa de Gerenciamento de Resíduos Químicos da ESALQ Criado em 2007 para gerenciar resíduos perigosos gerados na Instituição Institucionalizado em 2008 Abrangência (2015): 115 laboratórios (didáticos, pesquisa e prestação de serviços) 14 outros geradores (grupos de extensão, campos experimentais, depósitos de defensivos, serviços e programas) Estrutura: Serviço de Gerenciamento Ambiental e Resíduos Químicos Laboratório de Resíduos Químicos Depósito de Resíduos Químicos Veículo para coleta de resíduos 1 Químico 1 Especialista de Laboratório 1 Motorista (8h/semana) 2 Estagiários (30h/semana) Sistema Informatizado para Gerenciamento de Resíduos em Laboratórios (WebResiduos)

3 Estratégia de gestão integrada de resíduos sólidos Não Ideal NÃO GERAÇÃO Ideal (1) REDUÇÃO (1) REUTILIZAÇÃO (2) P2 P+L (1) RECICLAGEM (1) RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO BIOLÓGICO DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DOS REJEITOS Fonte: Schalch, 2014 (1) Devem ser praticadas até os seus limites (2) P2 - Prevenção à poluição P+L Produção mais limpa

4 4 Descarte de resíduos relacionados a sementes tratadas na ESALQ Programa de Gerenciamento de Resíduos Químicos da ESALQ Documentos do PGRQ/ESALQ Documento Base Diretrizes, objetivos, estrutura do programa 8 Normas Regulamentadoras: Funcionamento do Laboratório de Resíduos Químicos Classificação de Resíduos Químicos Acondicionamento de Resíduos Químicos (Segregação, Armazenamento e Rotulagem) Armazenamento de Resíduos Químicos em Áreas Multi- Usuários Frascos e Embalagens Vazias de Produtos Químicos Vidrarias de Laboratório Danificadas ou Obsoletas Descarte de Resíduos Não-Perigosos na Rede de Esgotos Coleta e Transporte de Resíduos Químicos no Campus

5 Resíduo NÃO Tem origem conhecida? SIM Consta nos anexos A ou B? SIM NÃO Resíduo Não-Perigoso Classe II NÃO Apresenta: Inflamabilidade Corrosividade Reatividade Toxicidade Patogenicidade? SIM Resíduo Perigoso Classe I

6 conhecendo os resíduos de laboratório..

7 Recipientes para acondicionar resíduos Bombonas plásticas Volume Máximo 20L Consulte: PGRQ NR 004

8 Recipientes para acondicionar resíduos Barricas de papelão

9 X X X X Líquidos Livres Lixo comum Objetos Metálicos

10

11 Recipientes para acondicionar resíduos

12 Outros Recipientes

13 Recipientes para acondicionar resíduos Encher até aqui Bandeja para contenção e vazamentos e para separar resíduos incompatíveis Caixas de papelão para acondicionar vidrarias quebradas, frascos plásticos e de vidro SEPARADAMENTE

14 Área de Armazenamento de Resíduos Químicos

15 Acondicionamento e Armazenamento de Resíduos Químicos

16 Acondicionamento e Transporte de Resíduos Químicos

17 PGRQ ESALQ em NÚMEROS Geração de Resíduos Químicos na ESALQ (2006 a 2015) Quantidade de resíduos no estado sólido (kg) Quantidade de resíduos no estado líquido (L) RESÍDUOS TRATADOS/RECUPERADOS/REUTILIZADOS NA ESALQ (2006 A 2014) Resíduos no estado sólido (kg) 10,2% Resíduos no estado líquido (L) 34,5% Solventes recuperados e redistribuídos (L) 21% 3.230

18 PGRQ ESALQ em NÚMEROS GERAÇÃO DE RESÍDUOS E CUSTOS DA DESTINAÇÃO FINAL (2006 A 2014) ano sólidos (kg líquidos (L) Contratado (kg) Custo Destinação (R$) Custo Destinação (R$/kg) 2006 PASSIVO R$ ,00 R$ 5, AGROTÓXICOS (1) 3851 R$ 0,0 R$ 0, R$ ,35 R$ 4, R$ ,50 R$ 5, R$ ,00 R$ 6, R$ ,00 R$ 6, (2) R$ ,00 R$ 2, R$ ,20 R$ 7,20 Custo médio: TOTAL R$ ,05 R$ 5,30/kg (1) Incineração custeada pela ANDEF/INPEV (2) Somente embalagens contaminadas (vidro e plástico)

19 19 Descarte de resíduos relacionados a sementes tratadas na ESALQ Programa de Gerenciamento de Resíduos Químicos da ESALQ Números do PGRQ/ESALQ (2007 a 2015) Resíduos cadastrados: 291 (diferentes composições) Pessoas cadastradas no sistema Informatizado: 324 (usuários de laboratórios) Número de informações no Banco de Dados: (2007 a 2015) Resíduos gerados: Estado Sólido: kg Estado Líquido: L Resíduos relacionados a sementes tratadas (Geração) Estado Sólido: kg Resíduos relacionados a sementes tratadas (Destinação) Compostagem: 750kg Incineração: kg

20 20 Descarte de resíduos relacionados a sementes tratadas na ESALQ Compostagem de sementes tratadas - piloto

21 Temperatura ( o C) 21 Descarte de resíduos relacionados a sementes tratadas na ESALQ Monitoramento da Temperatura da Pilha de Compostagem 50,0 45,0 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 Tamb. Tmédia 15,0 10,0 5,0 0, Tempo (dias)

22 Fase de Planejamento - Composteira estática aerada. - Dimensões: 2m x 3,5m x 1m (Largura x comprimento x altura*) * altura aproximada referente à leira. - Equipamentos/materiais a serem utilizados na implantação: -exaustor/soprador; -manta plástica; -tubo dreno perfurado; -componentes elétricos (cabos e timer); -brita; -areia; -mourão; - Resíduos a serem compostados: -determinados produtos químicos obsoletos; -folhas secas; -esterco; -sementes. -Equipamentos/materiais a serem utilizados na operação: -termômetro; -materiais estruturantes (cavacos de madeira, por exemplo); -peneira.

23 Fase de implantação Escolha do local da implantação

24 Delimitação da área útil da composteira Escavação da área delimitada e início do preenchimento da camada de areia

25 Compactação da camada de areia e abertura da vala para ancoramento da manta plástica Aplicação da manta plástica e de britas para o ancoramento

26 Início do preenchimento com terra Término do preenchimento com terra e compactação da mesma

27 Fixação do mourão para suporte do motor (exaustor/soprador) e início do preparo da massa de resíduos a ser compostada Fixação do suporte para o motor (exaustor/soprador) e preparo do leito de brita

28 Encaixe do conjunto motor (seria descartado)/tubo dreno perfurado Detalhe do tubo dreno para aeração forçada da leira

29 Colocação de brita ao redor dos furos do tubo para impedir a obstrução dos mesmos Montagem da leira folhas resíduos de varrição

30 Montagem da leira - material estruturante cavacos de madeira resíduo do LQCE Montagem da leira sementes tratadas resíduo do LPV

31 Homogeneização dos resíduos adição de esterco animal (resíduo LZT) Massa de resíduos pronta para o inicio do processo de compostagem

32 Fase de Operação Planilha de Monitoramento da Composteira Processo: Pilha Estática Aerada Funcionamento do Exaustor (1/3HP): 15mim/h faltou energia a p medida das temp Montagem da Leira 19/10/2012 Composição: kg Meios de Cultura 68,3 Folhas 238,3 Esterco caixas Sementes 143,4 Cavacos 3 caixas Início da Aeração 22/10/2012 Término do Processo 20/05/2013 Data dias/aeração ppt (mm) Tempo Tamb. T1 T2 T3 22/10/ ,3 bom /10/ ,2 chuva /10/ ,0 bom ,6 29 condensação de água d 25/10/ ,0 bom ,6 32,5 26/10/ ,0 nublado , /10/ , sábado 28/10/ , domingo 29/10/ ,0 bom /10/ ,0 bom :00h aeração 30 31/10/ ,0 bom :00h suspensa 01/11/ ,0 bom , :00h retorno d 02/11/ , feriado 03/11/ , sábado 04/11/ , domingo 05/11/ ,0 nublado ,7 29 aeração 15min/re 06/11/ ,0 bom ,3 33 add água 07/11/ ,9 chuva antes da aeração 28 08/11/ ,0 nublado /11/ ,9 chuva Aeração 1h/repo 10/11/ , sábado 11/11/ , domingo 12/11/ ,0 nublado /11/ , /11/ ,0 bom ,3 29 add água 15/11/ , /11/ , /11/ ,

33 18/11/ , /11/ , /11/ , /11/ ,0 bom , :00 suspensa a 22/11/ ,0 bom sem aeração (me medição 10h40m 23/11/ ,0 bom ,3 33 1h/dia. 24/11/ , sábado 25/11/ , domingo 26/11/ ,0 bom /11/ , medição não real 28/11/ ,0 bom /11/ ,0 bom /11/ ,0 bom /12/ , sábado 02/12/ , domingo 03/12/ ,0 bom temperatura do a

34 , T1 Série4 T3 Tamb ppt(mm) Fase Encerramento Peneiramento Composto pronto Material a ser reutilizado na próxima leira

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