PEF Projeto de Estruturas Marítimas PLATAFORMA FIXA TIPO JAQUETA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PEF 2506 - Projeto de Estruturas Marítimas PLATAFORMA FIXA TIPO JAQUETA"

Transcrição

1 PEF Projeto de Estruturas Marítimas PLATAFORMA FIXA TIPO JAQUETA Como visto, existem os mais variados tipos de plataformas, cada uma com seus requisitos de projetos. Neste capítulo será abordada a plataforma fixa tipo jaqueta. Muitos conceitos aqui desenvolvidos servirão para aplicação em plataformas auto-elevatórias e torres. As plataformas semi-submersíveis, navios e bóias se enquadram mais na área de projeto do navio. Para o projeto estrutural desta plataforma deve-se possuir um sistema que abranja as mais diferentes áreas de engenharia envolvidas. Vamos dar um apanhado geral sobre o projeto e análise desta estrutura para que depois ataquemos cada etapa específica. O sistema a ser apresentado terá como objetivos básicos o desenvolvimento de procedimentos para síntese e análise de plataformas de produção, definidas como estruturas que consistem basicamente de: I) Uma estrutura tubular chamada jaqueta cujas pernas servem de gabarito para a cravação das estacas e de contraventamento lateral das mesmas; II) Estacas que são cravadas no fundo do mar, ancorando a jaqueta, e que juntamente com ela devem ser projetadas para resistir aos esforços provenientes das ondas, vento etc. III) Conveses que se interligam com a jaqueta, sendo a parte realmente útil da estrutura. (ver fig. 1).

2 Algumas informações necessárias ao projeto de uma plataforma, podem assim ser resumidas: - As finalidades da plataforma, a qual fornece os primeiros elementos para a concepção da estrutura e que normalmente são: perfuração, produção, sustentação de poços, habitação, etc., ou combinação destas. - A área onde se situará a plataforma nos orienta quanto ao tipo e grandeza dos fenômenos aos quais poderá estar sujeita a estrutura. A localização precisa é também de grande importância para o levantamento dos parâmetros do solo, necessários ao cálculo das fundações, para os dados estatísticos dos estados de mar na região, bem como para uma orientação sobre a escolha da onda de projeto a ser adotada. Outrossim, é importante conhecer o posicionamento da estrutura em relação às direções predominantes do vento, correntes e ondas. - A profundidade da lâmina d água influirá decisivamente nas dimensões da jaqueta, métodos de construção e lançamento. Convém lembrar que, em alguns casos, solicitações estruturais advindas de processos não adequados de construção, transporte e lançamento podem vir a ser mais críticas que as devidas à operação em si. - O número de poços, que dá elementos para a avaliação das áreas de convés necessárias. Os condutores são responsáveis por grande parte da carga lateral, devida às ondas e correntes marinhas, sobre a estrutura. Os poços em número elevado, podem responder por mais de 50% da carga lateral, sendo um fator importante no dimensionamento da jaqueta e das estacas. - A altura dos conveses que deve ser maior que a altura atingida pela maior onda prevista na área durante a vida útil da plataforma, dentro de determinadas probabilidades adotadas no projeto Como se nota, portanto, o projeto e análise de plataformas requerem o conhecimento de várias áreas da ciência, tais como: oceanografia, análise estrutural, mecânica, engenharia de solos, arquitetura, tecnologia de construção etc. São definidos oito subsistemas, que abrangem todas as fases envolvidas no projeto, a saber:

3 - PREPLA Responsável pela geração de todas as características de geometria, topologia e rigidez da estrutura. - CARMAR Responsável pelo cômputo das cargas impostas pelas ondas, correntes marinhas,vento e gravidade. - SOLO Responsável pelo fornecimento da rigidez do solo nos pontos de iteração com a plataforma. - SAP IV Programa núcleo que, com os dados dos três subsistemas acima, analisa a estrutura. - POSPLA Responsável pela apresentação dos resultados gerados pelo programa-núcleo. - JUNTA Responsável pelo cômputo das tensões agentes nas juntas. - ESTACA Responsável pelo projeto das estacas. - CONSTRU Responsável pelo desenvolvimento dos procedimentos de montagem, construção e manutenção da plataforma.

4 Na figura 2 ilustra-se a organização do sistema, como reunião dos vários subsistemas. Vamos agora fornecer uma descrição mais clara sobre a função de cada subsistema. SUBSISTEMAS Subsistema PREPLA A preparação dos dados físicos, requeridos para descrever a estrutura ao computador, pode tornar-se uma tarefa tediosa e demorada, com o conseqüente aumento do custo da análise. Todos os usuários de programas de análise matricial estão familiarizados com o tipo de dados necessários, tais como coordenadas dos nós, descrição dos membros, propriedades físicas dos elementos etc. O trabalho torna-se excessivo na análise de grandes plataformas, modeladas por estrutura reticulada tri-dimensional, onde é comum a ocorrência de 500 a 1000 nós e 1000 a 2000 elementos de viga. O subsistema PREPLA é responsável pela geração automática e manipulação desses dados, diminuindo muito o custo da análise. Desenvolvem-se rotinas e técnicas para a descrição dessa espécie de estruturas de modo a reduzir várias vezes o número de cartões de dados de entrada. A estrutura deve ser dada de uma forma quase descritiva e o subsistema encarregase de transformá-la em dados entendíveis pelo programa-núcleo de análise. Usase também um sistema de plotter para gerar desenhos da estrutura que mostram ao analista qual o modelo estrutural que vai ser analisado (fig. 3).

5 Para descrição da estrutura, de modo geral, temos as seguintes etapas envolvidas: I) Informações sobre a estrutura, tais como número de pernas, número de conveses, etc. II) Dimensões dos vários planos horizontais, necessários à descrição da topologia. III) Tabela, de forma codificada, dos tipos de painéis horizontais, verticais e de condutores, que compõem a estrutura. (fig. 4). IV) Finalmente, a estrutura é especificada, patamar e patamar, dando-se o tipo de painel, bem como o tipo de perna e pilar que ocorre entre cada patamar.

6 Com esses poucos dados o programa está apto a gerar o modelo estrutural, fornecendo ao programa-núcleo o grande volume de informações necessárias (ver figuras de plotter). Algumas técnicas de modelagem são incorporadas ao sistema, tais como a simulação da iteração entre os membros coaxiais da perna e pilar, a modelagem dos condutores seja como elementos que recebem uma grande parcela da carga proveniente das ondas do mar e correntes descarregando-a sobre a estrutura, seja como elementos que além disso também colaboram na resistência do conjunto. Subsistema CARMAR Este subsistema é responsável pelo cálculo do carregamento sobre a estrutura (ondas, correntes, vento e peso próprio) A onda é o fenômeno que normalmente mais solicita a estrutura. O movimento da superfície do mar é um processo aleatório e a estrutura a cada instante está sob a ação da superposição de vários tipos de onda. Para representarmos o fato, teríamos que somar o efeito de cada onda, supor o processo

7 linear e computar o resultado. Sendo extremamente trabalhoso tal procedimento, procura-se definir uma onda de projeto, em que se supõe que seu efeito sobre a estrutura seja o máximo esperado dos estados de mar que possam vir a ocorrer durante a vida útil da estrutura. A escolha de tal onda é o primeiro grande problema no cômputo das cargas e depende de dados estatísticos dos estados de mar (e respectivas alturas significativas de onda) na região onde será instalada a plataforma (ver figuras 4 de áreas do oceano, levantamento de estados de mar, probabilidade de onda). Figura 4.a Regiões do Globo

8 Figura 4.b Número de Ocorrências de Estados de Mar O programa calcula o carregamento externo agente sobre a estrutura para várias posições e direções na onda de projeto incidente. É selecionada a posição ou posições mais desfavoráveis (em combinação com as correntes e vento) usando determinado critério, por exemplo, aquelas posições que resultem numa máxima força cortante na base ou momento de tombamento na estrutura. Tais carregamentos agentes sobre cada elemento de viga são computados a fim de realizar-se a análise estrutural. A força da onda nos elementos da estrutura é a soma de duas parcelas: força de arraste, que de depende da velocidade das partículas d água e força de inércia, que depende da aceleração. No caso de fluxo d água ser perpendicular ao elemento de viga considerado, a força total é determinada pela equação de Morison: F = F a + F i = ½ C d ρ D v 2 + π/4 C m ρ D 2 a onde: F = força total por unidade de comprimento F a = força de arraste por unidade de comprimento F i = força de inércia por unidade de comprimento C d e C m = coeficientes de arraste e de inércia.

9 O cômputo desses valores para cada caso é um dos problemas mais difíceis do processo. Depende da rugosidade, da dimensão da forma da secção transversal da viga, no número de Reynolds, etc. Existem várias pesquisas desenvolvidas nesse assunto e uma análise detalhada deverá ser levada a cabo para o desenvolvimento de nosso próprio critério de seleção para C d e C m. ρ = densidade d água D = diâmetro externo do caso de tubos (dimensão característica da secção transversal em outros casos) v e a = velocidade e aceleração das partículas d água. Cada onda é assimilada a um determinado formato e comportamento. Existem vários procedimentos para escolher uma determinada equação de movimento às suas partículas. A velocidade e aceleração dependem fundamentalmente da altura de onda, lâmina d água e do período, sendo ambas função do tempo. As várias teorias desenvolvidas de onda são mais ou menos precisas dependendo dos valores de altura de onda, lâmina d água e período de onda de estudo. Como bom guia recomenda-se o uso das curvas da figura 5. Tais curvas podem ser incorporadas ao programa para uma automatizada seleção da teoria mais conveniente. Um exemplo de escolha de C d e C m nas figuras 5.a e 5.b.

10 Figura 5 Regiões de Validade das Teorias de Onda

11

12 No caso da velocidade e aceleração não serem perpendiculares à viga, que é o que geralmente acontece, a equação de Morison está sujeita a várias interpretações. Esses diversos métodos deverão ser comparados e escolhido aquele que, no nosso entender, seja mais lógico e satisfatório. Esta é outra das etapas a ser vencida. No caso de correntes marinhas, sua velocidade pode ser linearmente adicionada à velocidade das partículas da onda e computada a força de arraste total. Procedimentos análogos deverão ser desenvolvidos para o cômputo da força devida ao vento. O peso próprio é facilmente computado e adicionado aos outros carregamentos. O carregamento total é gerado num formato apropriado para ser diretamente aplicado pelo programa núcleo de análise. Subsistema SOLO No projeto e análise de plataformas fixas é usual analisar a estrutura propriamente dita e a região das estacas dentro do selo como dois problemas independentes. Isto é natural pois, enquanto a estrutura pode ser associada a sistema elástico linear, a análise das fundações é de natureza não linear pelo próprio fato do solo ter esse tipo de comportamento (fig. 6). Ora, ao separar as duas porções, condições de contorno conveniente devem ser atribuídas na região do corte. Isso é feito colocando-se na base da estrutura elementos de contorno (vigas ou molas) que tenham a mesma rigidez que o conjunto estaca + solo teria. Mas, devido ao comportamento não linear desse conjunto, não se sabe a priori qual a rigidez necessária nesses pontos. Daí a necessidade de um processo iterativo entre o subsistema SOLO e o SAP IV, caso se necessitem resultados mais precisos. Tal processo pode ser resumido como se segue: I) A estrutura é engastada no solo, sendo analisada pelo sistema SAP IV sob o carregamento advindo do subsistema CARMAR (fig. 2).

13 II) As reações dos pontos de engastes, advindas de (I) (forças e momentos) são aplicadas como ação na fundação isolada da estrutura. Neste ponto já deveremos ter as curvas do conjunto estaca + solo, que são encontradas no subsistema ESTACA. Tais curvas determinam a relação entre esforço e deslocamento aplicados na região do corte das estacas (fig. 7).

14 Tais curvas podem ser levantadas a partir dos parâmetros físicos do solo. Existem vários processos para determinar tais curvas, devendo ser escolhido um deles para uso no nosso SISTEMA. Com o uso dessas curvas podemos encontrar os deslocamentos para cada estaca na interface com a estrutura. III) As reações de (I) e os deslocamentos de (II) permitem-nos determinar uma viga equivalente cuja matriz de rigidez (12 x 12) fornece a mesma resistência que o conjunto estaca + solo. IV) A matriz de rigidez dessa viga equivalente é adicionada à estrutura e nova análise é levada a cabo determinando-se um novo conjunto de reações e deslocamentos. Nesta etapa deve-se utilizar técnicas matriciais de modo a reduzir o problema para somente computar as reações e deslocamentos dos nós da interface, reduzindo grandemente o tempo de processamento e tornando o método economicamente viável. V) Com as novas reações calculadas em (IV) utiliza-se o mesmo procedimento de (II), (III) e (IV). O processo é repetitivo até que haja convergência. Subsistema ESTACA Este subsistema além de fornecer as curvas de resistência do conjunto estaca + solo encarrega-se de, a partir das reações finais agentes na interface estaca e estrutura, dimensionar as próprias estacas, (ver figura 7.a de diferentes camadas de terreno). Os cálculos baseiam-se em analisar uma viga contínua (estaca) sobre apoios (solo) de comportamento não linear (fig. 8). As propriedades desses apoios podem ser retiradas das características físicas do solo através de um dos processos existentes na engenharia de solos. Os resultados da análise dessa viga contínua servem para fornecer as curvas de resistência e os esforços solicitantes nas estacas, propiciando seu dimensionamento. Portanto, trata-se aqui de desenvolver programas que resolvam esse problema não linear.

15 Figura 7.a Diferentes Camadas de um Terreno Subsistema SAP IV Este subsistema é constituído de um programa-núcleo de análise que, a partir dos dados dos subsistemas já citados, realiza a análise linear do modelo estrutural da plataforma. O programa nomeado SAP IV, pode corresponder a qualquer outro programa de análise estrutural. A forma de operação de tais programas é conhecida junto à comunidade que trabalha na área, evitando-se aqui entrar em maiores detalhes.

16 Subsistema POSPLA Este Subsistema, partindo dos resultados do programa núcleo, tem a finalidade de apresentá-los de forma facilmente entendíveis pelo analista. Entre suas tarefas podemos citar: - cômputo das tensões agentes nos membros. Comparação com as tensões admissíveis. Caso as tensões sejam insatisfatórias, um redimensionamento e nova análise devem ser levados a cabo. - desenhos, através de um sistema de plotter, da estrutura deformada; da estrutura onde estejam assinaladas as vigas cujas tensões são excessivas; vigas onde haja flambagem, etc. - listagem dos elementos e materiais da estrutura para ser usada na construção (Ex.: metros de cada tipo de tubo ou perfis, chapas, peso da estrutura, etc.) - esforços solicitantes de cada junta da estrutura, para serem usados no subsistema JUNTA. Subsistema JUNTA Em plataformas fixas existem vários tipos de juntas (fig. 9), cujos componentes básicos estão mostrados na (fig. 10). É nessas regiões onde ocorrem as máximas tensões. Tem-se constatado a ocorrência de trincas exatamente nesses pontos. Conseqüentemente, devem essas tensões ser calculadas o mais precisamente possível. O modelo de viga utilizado até esta etapa de processo de análise não é capaz de detectar o nível de tensões nessas regiões. Para tanto, a partir dos resultados de esforços agentes no contorno da junta e através de um modelo de elementos finitos de placa em flexão (com comportamento conjunto de membrana) pode-se chegar a bons resultados, usando-se o mesmo programa-núcleo para resolver o problema de análise estrutural, (figuras 11, 12 e 13).

17

18 Figura 12 Malha de Elementos Finitos

19 Figura 13 Tensão Normal Longitudinal e Cicunferencial Apesar desse procedimento resolver o problema, o grande número de juntas, de vários tamanhos e geometrias, existentes em uma plataforma típica, faz prever um custo elevado para a análise total. Portanto, deverá ser tentado o desenvolvimento de um conjunto de equações semi-empíricas para estimar o valor do fator de concentração de tensões nos diferentes tipos de juntas, sob diferentes tipos de carregamentos. Do modo geral, para determinar tais equações, cada tipo de junta terá os parâmetros que governam a distribuição de tensões (diâmetros, comprimentos, espessuras, ângulos, etc.), variando em uma gama de valores. Para cada configuração são calculadas as tensões (usando a técnica de elementos finitos). Análises de regressão convenientes poderão fornecer tais equações. Tal procedimento vem sendo usado em todo mundo e procurar-se-á, a partir do já existente, avançar para procedimentos próprios.

20 Subsistema CONSTRU Deverão ser desenvolvidos manuais e know-how para uso no montagem, construção e manutenção de plataformas fixas. Alguns problemas, sobre os quais serão desenvolvidos procedimentos podem ser citados: - tipos, técnicas e procedimentos de soldagem, principalmente no aspecto de construção de juntas soldadas. Vantagens e desvantagens dos vários métodos. - procedimentos para reparos de estruturas offshore. O problema da soldagem sob a água. - proteção contra corrosão. Cuidados a serem tomados. Tipos de proteção. - seleção de materiais e seu tratamento. Uso de aços-liga. Alumínio. Uso de aços de alta tensão. Aço inoxidável. Seleção do concreto. - a ocorrência de fissuras em plataformas.procedimentos para evitar seu aparecimento. Previsão de sua propagação.

2. O Programa. Figura 1 : Janela Principal do Programa

2. O Programa. Figura 1 : Janela Principal do Programa AUTOMAÇÃO DE PROJETOS DE TRELIÇAS METÁLICAS PLANAS Nilto Calixto Silva Aluno de Graduação ncalixto@fec.unicamp.br http://www.fec.unicamp.br/~ncalixto João Alberto Venegas Requena Professor Assistente Doutor

Leia mais

7. Projeto. 7. 1 Introdução 21/05/2015. Cobertura da Expansão do Shopping Iguatemi Fortaleza (2015) Projeto da Carpinteria Estruturas de Madeira, SP

7. Projeto. 7. 1 Introdução 21/05/2015. Cobertura da Expansão do Shopping Iguatemi Fortaleza (2015) Projeto da Carpinteria Estruturas de Madeira, SP 21/05/2015 7. Projeto www.pinterest.com Cobertura da Expansão do Shopping Iguatemi Fortaleza (2015) Projeto da Carpinteria Estruturas de Madeira, SP arcoweb.com.br 1 21/05/2015 5000 m2 A maior obra de

Leia mais

Outubro de 2014 Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Catalão

Outubro de 2014 Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Catalão Memorial Descritivo Outubro de 2014 Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Catalão GALPÃO EM AÇO ESTRUTURAL ATERRO SANITÁRIO MUNICIPAL DE CATALÃO RESPONSÁVEL TÉCNICO: RAFAEL FONSECA MACHADO CREA: 18702

Leia mais

( Curso Dimensionamento de Estruturas de Aço CBCA módulo 3)

( Curso Dimensionamento de Estruturas de Aço CBCA módulo 3) GALPÕES (Projeto proposto) A ligação mais imediata que se faz da palavra galpão é com o uso industrial. No entanto galpões podem ser usados para as mais diversas atividades, tais como, hangares, espaços

Leia mais

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 11 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 11 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM 82 CAPÍTULO 11 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM 83 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM Nas operações de soldagem, principalmente as que envolvem a fusão dos materiais, temos uma variação não uniforme e

Leia mais

Figura 1.1 Utilização de colunas de aço estaiada e protendida durante a montagem do Palco Mundo do Rock in Rio III.

Figura 1.1 Utilização de colunas de aço estaiada e protendida durante a montagem do Palco Mundo do Rock in Rio III. 1 Introdução A busca contínua de sistemas estruturais eficientes como solução para grandes vãos tem sido um dos maiores desafios enfrentados por engenheiros estruturais. Por outro lado, sistemas estruturais

Leia mais

2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado

2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado 2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado 2.1. Generalidades As vantagens de utilização de sistemas construtivos em aço são associadas à: redução do tempo de construção, racionalização no uso de

Leia mais

Estruturas Metálicas. Módulo II. Coberturas

Estruturas Metálicas. Módulo II. Coberturas Estruturas Metálicas Módulo II Coberturas 1 COBERTURAS Uma das grandes aplicações das estruturas metálicas se dá no campo das coberturas de grande vão, especialmente as de caráter industrial. Também devido

Leia mais

6 Ações Mecânicas Principais sobre Edificações de uma Usina Nuclear

6 Ações Mecânicas Principais sobre Edificações de uma Usina Nuclear 6 Ações Mecânicas Principais sobre Edificações de uma Usina Nuclear 6.1 Forças sobre estruturas civis sensíveis Na avaliação da força sobre a estrutura é utilizada a relação força/velocidade descrita pela

Leia mais

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 27 DETERMINAÇÃO DAS CAUSAS DE FISSURAÇÃO EM VIGA DE CONCRETO PROTENDIDO USANDO SIMULAÇÃO NUMÉRICA Savaris, G.*, Garcia, S.

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Assunto: Cálculo de Pilares Prof. Ederaldo Azevedo Aula 4 e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DE VIGAS CONSIDERANDO ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS, DE UTILIZAÇÃO E DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS

OTIMIZAÇÃO DE VIGAS CONSIDERANDO ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS, DE UTILIZAÇÃO E DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS OTIMIZAÇÃO DE VIGAS CONSIDERANDO ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS, DE UTILIZAÇÃO E DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS Eng. Civil Leonardo Roncetti da Silva, TECHCON Engenharia e Consultoria Ltda. Resumo Estuda-se a otimização

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA LOCALIZAÇÃO DA OBRA Neste projecto é proposta a ligação entre o bloco de aulas da Faculdade de Engenharia do Porto (FEUP), e o novo edifício da Associação de Estudantes

Leia mais

Forma - é o conjunto de componentes provisórios cujas funções principais são:

Forma - é o conjunto de componentes provisórios cujas funções principais são: Forma - é o conjunto de componentes provisórios cujas funções principais são: Molde: dar forma ao concreto; Conter o concreto fresco e sustentá-lo até que atinja resistência mecânica necessária; Proporcionar

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DE CHASSIS DE VEÍCULOS PESADOS COM BASE NO EMPREGO DO PROGRAMA ANSYS

ANÁLISE ESTRUTURAL DE CHASSIS DE VEÍCULOS PESADOS COM BASE NO EMPREGO DO PROGRAMA ANSYS ANÁLISE ESTRUTURAL DE CHASSIS DE VEÍCULOS PESADOS COM BASE NO EMPREGO DO PROGRAMA ANSYS José Guilherme Santos da Silva, Francisco José da Cunha Pires Soeiro, Gustavo Severo Trigueiro, Marcello Augustus

Leia mais

ELETROSUL CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. INTERLIGAÇÃO BRASIL - URUGUAI

ELETROSUL CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. INTERLIGAÇÃO BRASIL - URUGUAI 0a Revisão do item 5 10/12/2010 KCAR/SMMF 10/12/2010 AQ 0 Emissão inicial 19/11/2010 KCAR/SMMF 19/11/2010 AQ N DISCRIMINAÇÃO DAS REVISÕES DATA CONFERIDO DATA APROVAÇÃO APROVAÇÃO ELETROSUL CENTRAIS ELÉTRICAS

Leia mais

1.1 Objetivo. 1.2 Considerações Iniciais

1.1 Objetivo. 1.2 Considerações Iniciais 1 Introdução 1.1 Objetivo O objetivo deste trabalho é avaliar o desempenho de um reparo em dutos, que utiliza multicamadas metálicas coladas; estudando seu comportamento e propondo modelos numéricos e

Leia mais

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as Confiabilidade, calibração e definições importantes para os instrumentos de medir Os instrumentos de medição são os dispositivos utilizados para realizar uma medição e no âmbito da metrologia legal são

Leia mais

Disciplina: Instalações Elétricas Prediais

Disciplina: Instalações Elétricas Prediais Disciplina: Instalações Elétricas Prediais Parte 6 Sistema de Proteção contra Descarga Atmosférica (SPDA) Graduação em Eng. Elétrica 1 Conograma Definições básicas Mitos e Verdades Efeito dos raios nas

Leia mais

ANÁLISE NUMÉRICA DA ADERÊNCIA ENTRE AÇO E CONCRETO ENSAIO PULL-OUT TEST

ANÁLISE NUMÉRICA DA ADERÊNCIA ENTRE AÇO E CONCRETO ENSAIO PULL-OUT TEST ANÁLISE NUMÉRICA DA ADERÊNCIA ENTRE AÇO E CONCRETO ENSAIO PULL-OUT TEST Julia Rodrigues Faculdade de Engenharia Civil CEATEC julia.r1@puccamp.edu.br Nádia Cazarim da Silva Forti Tecnologia do Ambiente

Leia mais

A Acústica no Interior de Ambientes

A Acústica no Interior de Ambientes 54 Capítulo 7 A Acústica no Interior de Ambientes O projeto acústico de ambientes é um dos maiores desafios enfrentados por Arquitetos e Engenheiros Civis. Isto em razão da rara literatura em língua portuguesa

Leia mais

Flambagem de Colunas Introdução

Flambagem de Colunas Introdução - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE VOLTA REDONDA PROFESSORA: SALETE BUFFONI DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Flambagem de Colunas Introdução Os sistemas

Leia mais

CISALHAMENTO EM VIGAS CAPÍTULO 13 CISALHAMENTO EM VIGAS

CISALHAMENTO EM VIGAS CAPÍTULO 13 CISALHAMENTO EM VIGAS CISALHAMENTO EM VIGAS CAPÍTULO 13 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos 25 ago 2010 CISALHAMENTO EM VIGAS Nas vigas, em geral, as solicitações predominantes são o momento fletor e

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA ANALOGIA DE GRELHA PARA ANÁLISE DE PAVIMENTOS DE EDIFÍCIOS EM CONCRETO ARMADO

A UTILIZAÇÃO DA ANALOGIA DE GRELHA PARA ANÁLISE DE PAVIMENTOS DE EDIFÍCIOS EM CONCRETO ARMADO A UTILIZAÇÃO DA ANALOGIA DE GRELHA PARA ANÁLISE DE PAVIMENTOS DE EDIFÍCIOS EM CONCRETO ARMADO Marcos Alberto Ferreira da Silva (1) ; Jasson Rodrigues de Figueiredo Filho () ; Roberto Chust Carvalho ()

Leia mais

Projetos de Fundação

Projetos de Fundação Projetos de Fundação PROF. LUIS FERNANDO P. SALES Engenheiro Civil - Mestre em Geotecnia CREA/SC 039.164-3 TERMINOLOGIA: SEMINÁRIO SOBRE FUNDAÇÕES E CONTENÇÕES AREA/IT 20 DE AGOSTO DE 2014 Fundação

Leia mais

ESTRUTURA DA TORRE DE S. GABRIEL

ESTRUTURA DA TORRE DE S. GABRIEL ESTRUTURA DA TORRE DE S. GABRIEL João F. Almeida Júlio Appleton Tiago Abecassis João N. Silva José N. Camara Engº Civil Engº Civil Engº Civil Engº Civil Engº Civil JSJ, IST AP, IST TALPROJECTO AP JSJ,

Leia mais

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta *

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta * 40 Capítulo VI Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta * A ABNT NBR 15749, denominada Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície

Leia mais

JUNTAS EM PISOS INDUSTRIAIS DE CONCRETO

JUNTAS EM PISOS INDUSTRIAIS DE CONCRETO Introdução JUNTAS EM PISOS INDUSTRIAIS DE CONCRETO Há, na literatura técnica, uma grande lacuna no que se refere ao projeto de juntas. Com o objetivo de reduzir esta deficiência, este trabalho apresenta

Leia mais

Uso de software CAD 3D no desenvolvimento de ferramenta de dobra

Uso de software CAD 3D no desenvolvimento de ferramenta de dobra 52 Corte & Conformação de Metais Março 2013 Uso de software CAD 3D no desenvolvimento de ferramenta de dobra Desenvolver ferramentas de dobra não é uma tarefa fácil, principalmente quando a peça final

Leia mais

Cotagem de dimensões básicas

Cotagem de dimensões básicas Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES - MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE RODOVIA : BR-11/RN TRECHO : Av. Tomaz

Leia mais

JOSÉ VIDAL LAGHI 5.060.044.179-D/SP. Coord. Adjunto Contrato CREA/UF. Data T.C. N 005-EG/2008/0025. Sítio. Tipo / Especificação do documento

JOSÉ VIDAL LAGHI 5.060.044.179-D/SP. Coord. Adjunto Contrato CREA/UF. Data T.C. N 005-EG/2008/0025. Sítio. Tipo / Especificação do documento 02 EM RESPOSTA A ATA DE REUNIÃO DO DIA 18/03 MAR/2011 JOSÉ LAGHI SÉRGIO PRIORI JOSÉ LAGHI 01 CONFORME SOLICITAÇÃO DA FISCALIZAÇÃO MAR/2011 JOSÉ LAGHI SÉRGIO PRIORI JOSÉ LAGHI 00 EMISSÃO INICIAL OUT/2010

Leia mais

Texto 07 - Sistemas de Partículas. A figura ao lado mostra uma bola lançada por um malabarista, descrevendo uma trajetória parabólica.

Texto 07 - Sistemas de Partículas. A figura ao lado mostra uma bola lançada por um malabarista, descrevendo uma trajetória parabólica. Texto 07 - Sistemas de Partículas Um ponto especial A figura ao lado mostra uma bola lançada por um malabarista, descrevendo uma trajetória parabólica. Porém objetos que apresentam uma geometria, diferenciada,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM DINAMÔMETRO PARA MOTORES ELÉTRICOS EMPREGADOS EM VEÍCULOS EM ESCALA, COM MEDIDA DE DIRETA DE TORQUE E CARGA VARIÁVEL

DESENVOLVIMENTO DE UM DINAMÔMETRO PARA MOTORES ELÉTRICOS EMPREGADOS EM VEÍCULOS EM ESCALA, COM MEDIDA DE DIRETA DE TORQUE E CARGA VARIÁVEL DESENVOLVIMENTO DE UM DINAMÔMETRO PARA MOTORES ELÉTRICOS EMPREGADOS EM VEÍCULOS EM ESCALA, COM MEDIDA DE DIRETA DE TORQUE E CARGA VARIÁVEL Aluno: Vivian Suzano Orientador: Mauro Speranza Neto 1. Introdução

Leia mais

PLANO DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE EDIFICAÇÕES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

PLANO DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE EDIFICAÇÕES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE PLANO DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE EDIFICAÇÕES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2010 PLANO DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE EDIFICAÇÕES Apresentação Este plano, preparado pela União

Leia mais

2 INSTRUMENTAÇÃO E SEGURANÇA DE BARRAGENS

2 INSTRUMENTAÇÃO E SEGURANÇA DE BARRAGENS 2 INSTRUMENTAÇÃO E SEGURANÇA DE BARRAGENS 2.1. Introdução O interesse crescente pela segurança de barragens tem levado, em um número apreciável de países, à implementação de normas e critérios específicos

Leia mais

3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software

3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software 3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software A tarefa de planejar os ciclos de construção do software pode partir de diretrizes básicas. Estas diretrizes visam orientar que os ciclos de

Leia mais

Steel frame - cobertura (última parte)

Steel frame - cobertura (última parte) Página 1 de 8 Steel frame - cobertura (última parte) A cobertura destina-se a proteger as edificações da ação das intempéries. Pode ser vista também como um dos elementos de importância estética do projeto,

Leia mais

PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO. Junho de 2011

PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO. Junho de 2011 PROGRAMA VIV_STOCK - Versão 1.0 MANUAL DO USUÁRIO Junho de 2011 Página 1 de 19 ÍNDICE 1. VISÃO GERAL DO PROGRAMA VIV STOCK...3 2. ESTRUTURA DO PROGRAMA VIV STOCK...3 3. ENTRADA DE DADOS...4 3.1. DADOS

Leia mais

Introdução Objetivos Justificativa Desenvolvimento Conclusões Referências Bibliográficas

Introdução Objetivos Justificativa Desenvolvimento Conclusões Referências Bibliográficas Introdução Objetivos Justificativa Desenvolvimento Conclusões Referências Bibliográficas Sistema Misto: Denomina-se sistema misto aço-concreto aquele no qual um perfil de aço (laminado, soldado ou formado

Leia mais

AULA A TIPOS DE LAJES

AULA A TIPOS DE LAJES AULA A TIPOS DE LAJES INTRODUÇÃO Lajes são partes elementares dos sistemas estruturais dos edifícios de concreto armado. As lajes são componentes planos, de comportamento bidimensional, utilizados para

Leia mais

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE 167 13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE As tubulações de refrigerante representam uma parte essencial no sistema de refrigeração, pois requer as mesmas considerações gerais de projeto que qualquer sistema de

Leia mais

ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS

ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS AULA 04 ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS Prof. Felipe Brasil Viegas Prof. Eduardo Giugliani http://www.feng.pucrs.br/professores/giugliani/?subdiretorio=giugliani 0 AULA 04 INSTABILIDADE GERAL DE EDIFÍCIOS

Leia mais

Técnicas adotas para seu estudo: soluções numéricas (CFD); experimentação (análise dimensional); teoria da camada-limite.

Técnicas adotas para seu estudo: soluções numéricas (CFD); experimentação (análise dimensional); teoria da camada-limite. Escoamento externo Técnicas adotas para seu estudo: soluções numéricas (CFD); experimentação (análise dimensional); teoria da camada-limite. Soluções numéricas, hoje um campo interessante de pesquisa e

Leia mais

Resumidamente, vamos apresentar o que cada item influenciou no cálculo do PumaWin.

Resumidamente, vamos apresentar o que cada item influenciou no cálculo do PumaWin. Software PumaWin principais alterações O Software PumaWin está na versão 8.2, as principais mudanças que ocorreram ao longo do tempo estão relacionadas a inclusão de novos recursos ou ferramentas, correção

Leia mais

MDF: Conceitos Básicos e algumas Aplicações na Engenharia Estrutural

MDF: Conceitos Básicos e algumas Aplicações na Engenharia Estrutural Universidade Federal de São João Del-Rei MG 6 a 8 de maio de 00 Associação Brasileira de Métodos Computacionais em Engenharia MDF: Conceitos Básicos e algumas Aplicações na Engenharia Estrutural L. R.

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA LOCAÇÃO INTERATIVA DE ESTRUTURAS - LIE. Lourival Lovato

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA LOCAÇÃO INTERATIVA DE ESTRUTURAS - LIE. Lourival Lovato XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA LOCAÇÃO INTERATIVA DE ESTRUTURAS - LIE Lourival Lovato Companhia Paranaense de Energia - COPEL Foz do Iguaçu, 19 a 23 de Novembro de 2000 RESUMO

Leia mais

Além do Modelo de Bohr

Além do Modelo de Bohr Além do Modelo de Bor Como conseqüência do princípio de incerteza de Heisenberg, o conceito de órbita não pode ser mantido numa descrição quântica do átomo. O que podemos calcular é apenas a probabilidade

Leia mais

2. Sistema de fôrmas plásticas para lajes

2. Sistema de fôrmas plásticas para lajes Sistema de fôrmas plásticas para lajes de concreto JOAQUIM ANTÔNIO CARACAS NOGUEIRA Diretor de Engenharia VALTER DE OLIVEIRA BASTOS FILHO Engenheiro Civil CARLOS ALBERTO IBIAPINA E SILVA FILHO Engenheiro

Leia mais

ANÁLISE DE VIBRAÇÃO NÍVEL I

ANÁLISE DE VIBRAÇÃO NÍVEL I ANÁLISE DE VIBRAÇÃO NÍVEL I *Eng. Remo Alberto Pierri Transmotor MBC *Eng. Maurício Coronado - GYR Com base na experiência acumulada por vários especialistas em medida e análise de vibrações, serão apresentados

Leia mais

PONTES. depapel ORIENTAÇÕES COMPETIÇÃO DE PONTES DE PAPEL

PONTES. depapel ORIENTAÇÕES COMPETIÇÃO DE PONTES DE PAPEL COMPETIÇÃO DE PONTES depapel ORIENTAÇÕES COMPETIÇÃO DE PONTES DE PAPEL SUMÁRIO Introdução... 2 O projeto... 3 Especificações e critérios de avaliação... 5 Dados de resistência do papel... 8 Materiais e

Leia mais

07/12/2012 Agosto/2012 1

07/12/2012 Agosto/2012 1 07/12/2012 Agosto/2012 1 Arranjo e Detalhamento de Tubulações Industriais 07/12/2012 2 Tipos de Desenhos de Tubulação Os principais tipos de desenhos que compõem um projeto de tubulação, são: 1. Fluxogramas

Leia mais

Capítulo 5: Aplicações da Derivada

Capítulo 5: Aplicações da Derivada Instituto de Ciências Exatas - Departamento de Matemática Cálculo I Profª Maria Julieta Ventura Carvalho de Araujo Capítulo 5: Aplicações da Derivada 5- Acréscimos e Diferenciais - Acréscimos Seja y f

Leia mais

PROVAESCRITA CARGO: ENGENHARIA CIVIL I

PROVAESCRITA CARGO: ENGENHARIA CIVIL I MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CONCURSO PÚBLICO DE DOCENTES DO QUADRO EFETIVO EDITAL

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Engenharia Mecânica

Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Engenharia Mecânica Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Engenharia Mecânica Analise de Tensões em Perfil Soldado Comparação de Resultados em Elementos Finitos Aluno: Rafael Salgado Telles Vorcaro Registro:

Leia mais

COMPARATIVO ENTRE MODELOS DE ESCADAS ENCLAUSURADAS EM AÇO PARA EDIFICAÇÕES Thiago Guolo (1), Marcio Vito (2).

COMPARATIVO ENTRE MODELOS DE ESCADAS ENCLAUSURADAS EM AÇO PARA EDIFICAÇÕES Thiago Guolo (1), Marcio Vito (2). COMPARATIVO ENTRE MODELOS DE ESCADAS ENCLAUSURADAS EM AÇO PARA EDIFICAÇÕES Thiago Guolo (1), Marcio Vito (2). UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense (1)thiago.guolo@outlook.com (2)marciovito@unesc.net

Leia mais

INTRODUÇÃO. Tradução: fora da terra. Mais empregado como a área da plataforma continental até uma lâmina d água de 2000 metros, no caso do Brasil.

INTRODUÇÃO. Tradução: fora da terra. Mais empregado como a área da plataforma continental até uma lâmina d água de 2000 metros, no caso do Brasil. INTRODUÇÃO 1. OFF-SHORE Tradução: fora da terra. Mais empregado como a área da plataforma continental até uma lâmina d água de 2000 metros, no caso do Brasil. 2. O MEIO AMBIENTE Vento Age nas partes expostas

Leia mais

Sequência. Critérios de Instalação. [ Fixação dos elementos radiantes. [ Fixação do sistema de distribuição de potência

Sequência. Critérios de Instalação. [ Fixação dos elementos radiantes. [ Fixação do sistema de distribuição de potência Critérios de Instalação Sequência [ Fixação dos elementos radiantes [ Fixação do sistema de distribuição de potência [ Interligação antena(s) - cabo(s) - divisor(es) [ Testes : Pressurização Potência Cobertura

Leia mais

Guia do professor. Introdução

Guia do professor. Introdução Guia do professor Introdução Um dos objetivos comuns ao ensino de química e de física é a caracterização da matéria a partir de suas propriedades. Uma substância pode ser definida como uma porção de matéria

Leia mais

Projetos de Pesquisa ENGENHARIAS III

Projetos de Pesquisa ENGENHARIAS III LINHA DE PESQUISA: Projeto Isolado CT-HIDRO: Aproveitamento de Água da Chuva na Amazônia 2010 Descrição: CT-HIDRO: Aproveitamento de Água da Chuva na Amazônia Design of a RC power plant with tunnel at

Leia mais

6 Estudo da torre de TV de Brasília

6 Estudo da torre de TV de Brasília 6 Estudo da torre de TV de Brasília O conhecimento do comportamento estrutural de torres metálicas esbeltas é de fundamental importância para que se possa desenvolver uma análise capaz de prever possíveis

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO DE PROCESSOS ASSISTIDO POR COMPUTADOR CAPP (COMPUTER AIDED PROCESS

Leia mais

Considerações sobre a Relevância da Interação Solo-Estrutura em Recalques: Caso de um Prédio na Cidade do Recife

Considerações sobre a Relevância da Interação Solo-Estrutura em Recalques: Caso de um Prédio na Cidade do Recife Considerações sobre a Relevância da Interação Solo-Estrutura em Recalques: Caso de um Prédio na Cidade do Recife Raquel Cristina Borges Lopes de Albuquerque Escola Politécnica, Universidade de Pernambuco,

Leia mais

A B Emissão Inicial VTF ACF ACF UNN 16/01/14. B B Incluído item 5 VTF ACF ACF UNN 21/01/14. 0 C Aprovado Vale VTF ACF ACF UNN 30/01/14

A B Emissão Inicial VTF ACF ACF UNN 16/01/14. B B Incluído item 5 VTF ACF ACF UNN 21/01/14. 0 C Aprovado Vale VTF ACF ACF UNN 30/01/14 PROJETO L448/9 REFORÇO ESTRUTURAL - 1/12 REVISÕES TE: TIPO EMISSÃO A - PRELIMINAR B - PARA APROVAÇÃO C - PARA CONHECIMENTO D - PARA COTAÇÃO E - PARA CONSTRUÇÃO F - CONFORME COMPRADO G - CONFORME CONSTRUÍDO

Leia mais

Características do Sistema

Características do Sistema Características do Sistema O emprego de lajes nervuradas nas estruturas de concreto armado ganhou grande impulso nos últimos anos graças às modernas técnicas construtivas e ao desenvolvimento dos programas

Leia mais

ELEMENTOS DE MÁQUINAS I

ELEMENTOS DE MÁQUINAS I UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA ELEMENTOS DE MÁQUINAS I APOSTILA PARA O CURSO 2 o Semestre de 2001 Molas Helicoidais e Planas AUTOR: P ROF. DR. AUTELIANO A NTUNES DOS

Leia mais

ESTEREOSCOPIA INTRODUÇÃO. Conversão de um par de imagens (a)-(b) em um mapa de profundidade (c)

ESTEREOSCOPIA INTRODUÇÃO. Conversão de um par de imagens (a)-(b) em um mapa de profundidade (c) ESTEREOSCOPIA INTRODUÇÃO Visão estereoscópica se refere à habilidade de inferir informações da estrutura 3-D e de distâncias da cena de duas ou mais imagens tomadas de posições diferentes. Conversão de

Leia mais

Astroquímica. Aula 2 - Astronomia atômica e molecular. Prof. Dr. Sergio Pilling. Alunos: Víctor de Souza Bonfim. 1. Introdução

Astroquímica. Aula 2 - Astronomia atômica e molecular. Prof. Dr. Sergio Pilling. Alunos: Víctor de Souza Bonfim. 1. Introdução Astroquímica Mestrado e Doutorado em Física e Astronomia Prof. Dr. Sergio Pilling Alunos: Víctor de Souza Bonfim Aula 2 - Astronomia atômica e molecular. 1. Introdução Nossas discussões desta aula procuram

Leia mais

Consolos Curtos Notas de aula Parte 1

Consolos Curtos Notas de aula Parte 1 Prof. Eduardo C. S. Thomaz 1 / 13 CONSOLOS CURTOS 1-SUMÁRIO Um consolo curto geralmente é definido geometricamente como sendo uma viga em balanço na qual a relação entre o comprimento ( a ) e a altura

Leia mais

Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra.

Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra. Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra. O sistema industrializado de Lajes Mistas Nervuradas da Tuper é composto por vigotas metálicas fabricadas com aço estrutural galvanizado

Leia mais

Teoria das dobras. 1. Não há estabilidade de pé, portanto resistência nula. Sem dobra.

Teoria das dobras. 1. Não há estabilidade de pé, portanto resistência nula. Sem dobra. Teoria das dobras Eng Josemairon Prado Pereira I. INTRODUÇÃO A teoria das dobras é baseada no princípio de enrijecimento das chapas lisas através de dobras. No caso do aço é a proteção da chapa lisa através

Leia mais

INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL BRASILEIRA AÇÕES INOVADORAS

INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL BRASILEIRA AÇÕES INOVADORAS INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL BRASILEIRA AÇÕES INOVADORAS UNIEMP São Paulo, 31 de março 2005 Eng. Luiz Henrique Ceotto lhceotto@inpar.com.br BREVE HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO TECNOLGIA DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS

Leia mais

Cotagem de elementos

Cotagem de elementos Cotagem de elementos Introdução Na aula anterior você estudou algumas regras para cotagem e aprendeu como indicar as cotas básicas da peça. Mas, só com essas cotas, não é possível produzir peças que tenham

Leia mais

OBTENÇÃO DE CONFIGURAÇÕES ECONÔMICAS PARA O PROJETO DE TESOURAS EM AÇO

OBTENÇÃO DE CONFIGURAÇÕES ECONÔMICAS PARA O PROJETO DE TESOURAS EM AÇO CONSTRUMETAL CONGRESSO LATINO-AMERICANO DA CONSTRUÇÃO METÁLICA São Paulo Brasil 31 de agosto a 02 de setembro 2010 OBTENÇÃO DE CONFIGURAÇÕES ECONÔMICAS PARA O PROJETO DE TESOURAS EM AÇO 1. Guilherme Fleith

Leia mais

e R 2 , salta no ar, atingindo sua altura máxima no ponto médio entre A e B, antes de alcançar a rampa R 2

e R 2 , salta no ar, atingindo sua altura máxima no ponto médio entre A e B, antes de alcançar a rampa R 2 FÍSICA 1 Uma pista de skate, para esporte radical, é montada a partir de duas rampas R 1 e R 2, separadas entre A e B por uma distância D, com as alturas e ângulos indicados na figura. A pista foi projetada

Leia mais

MEMÓRIA DE CÁLCULO. Figura 1 Modelo de cálculo.

MEMÓRIA DE CÁLCULO. Figura 1 Modelo de cálculo. MEMÓRIA DE CÁLCULO Análise e dimensionamento O estudo do comportamento global da estrutura consistiu numa análise não linear efectuada com o programa Robot Millenium v.17. Nesta análise, a estrutura de

Leia mais

Transitores de tempo em domínio de tempo

Transitores de tempo em domínio de tempo Em muitos processos, a regulação do caudal permite controlar reacções químicas ou propriedades físicas através de um controlo de variáveis como a pressão, a temperatura ou o nível. O caudal é uma variável

Leia mais

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal 1) O cabo e a barra formam a estrutura ABC (ver a figura), que suporta uma carga vertical P= 12 kn. O cabo tem a área

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO DE AULA

DOCUMENTAÇÃO DE AULA DOCUMENTAÇÃO DE AULA L.F./2001 (revisão) A importância da documentação de uma aula prática dispensa comentários. Basta lembrar que uma aula de laboratório é um evento singular, no qual o aluno defronta-se

Leia mais

Concreto e Postes de Concreto Diego Augusto de Sá /Janaína Rodrigues Lenzi

Concreto e Postes de Concreto Diego Augusto de Sá /Janaína Rodrigues Lenzi Concreto e Postes de Concreto Diego Augusto de Sá /Janaína Rodrigues Lenzi INTRODUÇÃO: Neste trabalho será apresentado um apanhado sobre as diversas formas de concreto e agregados bem como o seu uso, dando

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL Vanessa Lira Angelim (1); Luiz Fernando Mählmann Heineck (2) (1) Integral Engenharia e-mail: angelim.vanessa@gmail.com (2) Departamento

Leia mais

4. Metodologia. Capítulo 4 - Metodologia

4. Metodologia. Capítulo 4 - Metodologia Capítulo 4 - Metodologia 4. Metodologia Neste capítulo é apresentada a metodologia utilizada na modelagem, estando dividida em duas seções: uma referente às tábuas de múltiplos decrementos, e outra referente

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Currículo 25/08/2015 16:57. Centro de Ciências Tecnológicas

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Currículo 25/08/2015 16:57. Centro de Ciências Tecnológicas 5/8/15 16:57 Centro de Ciências Tecnológicas Curso: 19 Engenharia Mecânica (Noturno) Currículo: 15/ 1 EDU.5.-5 Universidade, Ciência e Pesquisa Ementa: A função da Universidade como instituição de produção

Leia mais

MUSEU DO AMANHÃ RIO DE JANEIRO

MUSEU DO AMANHÃ RIO DE JANEIRO OBJETIVO A presente apresentação tem o objetivo de descrever as premissas e os critérios para o dimensionamento das estruturas de concreto do Museu do Amanhã. MUSEU DO AMANHÃ RIO DE JANEIRO ESTRUTURA DE

Leia mais

Wood Frame CONCEITO. O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis

Wood Frame CONCEITO. O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis CONCEITO O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis estruturais capazes de resistir às cargas verticais (telhados e pavimentos), perpendiculares

Leia mais

Alvenaria racionalizada

Alvenaria racionalizada Como construir Alvenaria racionalizada A alvenaria de vedação pode ser definida como a alvenaria que não é dimensionada para resistir a ações além de seu próprio peso. O subsistema vedação vertical é responsável

Leia mais

MAC010. 19 de outubro de 2009

MAC010. 19 de outubro de 2009 MECÂNICA MAC010 19 de outubro de 2009 1 2 3 4 5. Equiĺıbrio de Corpos Rígidos 6. Treliças Introdução Nos capítulos 4 e 5, estudamos o equiĺıbrio de um único corpo rígido ou de um sistema de elementos conectados

Leia mais

Apostila Complementar

Apostila Complementar Desenho Técnico Apostila Complementar O curso de Desenho técnico mecânico é baseado nas apostilas de Leitura e Interpretação do Desenho Técnico Mecânico do Telecurso 2000 Profissionalizante de Mecânica.

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS

ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS Leandro de Faria Contadini 1, Renato Bertolino Junior 2 1 Eng. Civil, UNESP-Campus de Ilha Solteira 2 Prof. Titular, Depto de Engenharia

Leia mais

A nova revisão da ABNT NBR 9062

A nova revisão da ABNT NBR 9062 A nova revisão da ABNT NBR 9062 OUTUBRO. 2013 A nova revisão da ABNT NBR 9062 Enga. Dra. Daniela Gutstein - Engevix Engenharia / Florianópolis, Comissões de revisão da ABNT NBR 9062 - Projeto e Execução

Leia mais

DER/PR ES-OA 06/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESCORAMENTOS

DER/PR ES-OA 06/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESCORAMENTOS DER/PR ES-OA 06/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESCORAMENTOS Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304

Leia mais

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO Antonio Marozzi Righetto 1. Hidráulica é o ramo da ciência que trata das condições físicas da água em condições de repouso e em movimento. 2. Um volume de água aprisionado em um

Leia mais

Circuito RC: Processo de Carga e Descarga de Capacitores

Circuito RC: Processo de Carga e Descarga de Capacitores Departamento de Física - IE - UFJF As tarefas desta prática têm valor de prova! Leia além deste roteiro também os comentários sobre elaboração de gráficos e principalmente sobre determinação de inclinações

Leia mais

INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Grupo:... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Experiência 8 LINHA DE TRANSMISSÃO

INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Grupo:... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Experiência 8 LINHA DE TRANSMISSÃO INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Data : / / Experiência 8 LINHA DE TRANSMISSÃO

Leia mais

Medição tridimensional

Medição tridimensional A U A UL LA Medição tridimensional Um problema O controle de qualidade dimensional é tão antigo quanto a própria indústria, mas somente nas últimas décadas vem ocupando a importante posição que lhe cabe.

Leia mais

Análise do Uso de Vigas Transversinas em Pontes de Concreto Armado

Análise do Uso de Vigas Transversinas em Pontes de Concreto Armado Análise do Uso de Vigas Transversinas em Pontes de Concreto Armado João Paulo Teixeira Oliveira Rodrigues Fulgêncio 1 Fernando Amorim de Paula 2 Crysthian Purcino Bernardes Azevedo 3 Resumo O emprego de

Leia mais

Análise de Arredondamento em Ponto Flutuante

Análise de Arredondamento em Ponto Flutuante Capítulo 2 Análise de Arredondamento em Ponto Flutuante 2.1 Introdução Neste capítulo, chamamos atenção para o fato de que o conjunto dos números representáveis em qualquer máquina é finito, e portanto

Leia mais

Universidade Federal do Paraná

Universidade Federal do Paraná Universidade Federal do Paraná Programa de pós-graduação em engenharia de recursos hídricos e ambiental TH705 Mecânica dos fluidos ambiental II Prof. Fernando Oliveira de Andrade Problema do fechamento

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ARMADURA PARA CONCRETO PROTENDIDO Grupo de Serviço OBRAS D ARTE ESPECIAIS Código DERBA-ES-OAE-18/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a

Leia mais

PROGRAMA AUTOTRUSS 2.0

PROGRAMA AUTOTRUSS 2.0 PROGRAMA AUTOTRUSS 2.0 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo Departamento de Estruturas LabMeC Autores: Prof. Dr. João Alberto Venegas Requena requena@fec.unicamp.br

Leia mais