Número do processo: /001(1)

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1 Número do processo: /001(1) Relator: ALVIMAR DE ÁVILA Relator do Acordão: ALVIMAR DE ÁVILA Data do Julgamento: 28/05/2008 Data da Publicação: 07/06/2008 Inteiro Teor: EMENTA: AÇÃO DE REVISÃO DE CONTRATO - CARTÃO DE CRÉDITO - APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - INSTITUIÇÃO FINANCEIRA - JUROS REMUNERATÓRIOS LIMITADOS A 5% (CINCO POR CENTO) AO MÊS - CAPITALIZAÇÃO DE JUROS - ILEGALIDADE - COMISSÃO DE PERMANÊNCIA - SUBSTITUIÇÃO PELA CORREÇÃO MONETÁRIA É abusiva a taxa de juros remuneratórios superior a 5% (cinco por cento) ao mês, considerada esta a taxa média do mercado. Não se admite a prática de capitalização de juros (anatocismo) fora dos casos expressamente permitidos (crédito rural, comercial e industrial), a teor da aplicação das Súmulas nº 121 do STF e 93 do STJ. Em que pese a autorização da cobrança da comissão de permanência pelo Banco Central, sendo a Resolução nº 1.129, de 15/05/86, a mais recente, entende-se abusiva a sua incidência à taxa de mercado. O devedor, nestes casos, não tem prévio conhecimento da taxa real que incidirá sobre o débito, o que traz vantagens unilaterais à instituição financeira. Na esteira do Código de Defesa do Consumidor, afigura-se abusiva e, portanto, nula, a cláusula contratual de adesão firmada no sentido de colocar o devedor na condição de mandatário, concedendo poderes para contrair financiamento em instituições financeiras. APELAÇÃO CÍVEL N /001 EM CONEXÃO COM A APELAÇÃO CÍVEL Nº /001 - COMARCA DE BELO HORIZONTE - APELANTE(S): BANCO CITICARD S/A - APELADO(A)(S): EMMANUEL ZSCHABER DE ALMEIDA MARINHO - RELATOR: EXMO. SR. DES. ALVIMAR DE ÁVILA ACÓRDÃO Vistos etc., acorda, em Turma, a 12ª CÂMARA CÍVEL do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, incorporando neste o relatório de fls., na conformidade da ata dos julgamentos e das notas taquigráficas, à unanimidade de votos, EM DAR PROVIMENTO PARCIAL. Belo Horizonte, 28 de maio de 2008.

2 DES. ALVIMAR DE ÁVILA - Relator NOTAS TAQUIGRÁFICAS O SR. DES. ALVIMAR DE ÁVILA: VOTO Trata-se de recurso de apelação, interposto por Banco Citicard S/A, nos autos da ação revisional de contrato, movida por Emmanuel Zschaber de Almeida Marinho, contra decisão que julgou parcialmente procedente o pedido inicial (f. 275/284). O apelante alega que não se aplica o 3º do art. 192 da CR/88 aos contratos anteriores ou posteriores à Emenda Constitucional nº 40/2003; que inexiste fundamento jurídico para a limitação das taxas de juros cobradas; que o Decreto-Lei /33 não se aplica às instituições financeiras (Súmula 283 do STJ); que permanece inalterada a competência atribuída ao Conselho Monetário Nacional para limitar as taxas de juros nos serviços financeiros e bancários (art. 4º, IX da Lei nº 4.595/64); que não há que se falar em capitalização mensal, mas, sim, em vencimento de dívida e seu prolongamento mês a mês; que a capitalização de juros mensal é admitida, desde que previamente pactuada; que é legal a cláusulamandato; que na relação contratual estabelecida entre as partes não foi realizada a cobrança de comissão de permanência e, ainda que fosse, a cobrança é lícita, sendo vedada, tão somente, sua cumulação com correção monetária (f. 287/299). O apelado apresenta contra-razões, às f. 312/350, pugnando pelo improvimento do recurso. Conhece-se do recurso por estarem presentes os pressupostos de admissibilidade. Ressalta-se, inicialmente, que inexiste dúvida acerca da aplicabilidade das disposições do Código de Defesa do Consumidor aos contratos bancários, e nestes se enquadram os contratos de cartão de crédito, nos termos da Súmula nº 297 do STJ. O crédito tomado para ser utilizado, como o foi no presente caso, é bem jurídico, porque produto das instituições financeiras, que o repassam ao destinatário final, consumidor. O presente contrato é de adesão, caracterizado como um negócio jurídico no qual a participação de um dos sujeitos sucede pela

3 aceitação, em bloco, de uma série de cláusulas formuladas antecipadamente, de modo geral e abstrato, pela outra parte, para constituir o conteúdo normativo e obrigacional de futuras relações concretas. Ressalta-se que uma das finalidades do Código de Defesa do Consumidor é assegurar o equilíbrio entre as partes, invocando o princípio da boa-fé e da eqüidade, ou seja, da função social do contrato. Ele prevê um regime protetivo no qual a administração pública e a privada, através de mecanismos jurídicos próprios, equilibram as relações de consumo, em especial, com a proscrição de cláusulas abusivas em contratos de adesão. Assim, possível do ponto de vista da eqüidade, a revisão do presente contrato adesivo, não havendo que prevalecer a tese do pacta sunt servanda. A revisão do contrato, no caso em tela, pode ser realizada até mesmo de ofício pelo Magistrado, tendo em vista o caráter público e protetivo das normas consumeristas. Acerca dos juros remuneratórios, após um detido estudo da matéria e, principalmente diante da mais recente jurisprudência dos Tribunais Superiores, passamos a adotar novo entendimento para a sua limitação nos contratos bancários. Previa o 3o do artigo 192 da Constituição Federal a vedação de juros reais superiores a doze por cento ao ano, sendo que a cobrança acima deste limite era caracterizada como crime de usura. O citado dispositivo foi revogado pela Emenda Constitucional nº 40/2003 e, na oportunidade, foi lançada pelo Supremo Tribunal Federal a Súmula nº 648, nos seguintes termos: "A norma do 3o do art. 192 da Constituição, revogada pela EC 40/2003, que limitava a taxa de juros reais a 12% ao ano, tinha sua aplicabilidade condicionada à edição de lei complementar." O enunciado transcrito coloca fim à discussão atinente à necessidade ou não de lei complementar para regular a matéria. Outro entendimento, antes controvertido, foi também sumulado pelo STF, através do enunciado nº 596, qual seja a aplicabilidade do Decreto nº /33 às instituições financeiras, com a redação abaixo: "As disposições do Dec /33, não se aplicam às taxas de juros e aos outros encargos cobrados nas operações realizadas por instituições públicas ou privadas, que integram o Sistema

4 Financeiro Nacional." Uma vez afastada aplicação do Decreto nº /33 nas relações bancárias, tem-se que caberá ao julgador, diante da realidade econômica do país, atento ao momento atual, bem como tendo em vista a função social do contrato e o princípio da boa-fé, verificar a alegada abusividade na taxa de juros cobrada, podendo ajustá-la à média praticada pelo mercado. Aliás, neste sentido são os atuais julgados do Superior Tribunal de Justiça: "Cartão de crédito. Código de Defesa do Consumidor. Decreto nº / A empresa administradora de cartão de crédito, na linha da jurisprudência firmada na Segunda Seção (REsp nº /RS, Relator para acórdão o Ministro Aldir Passarinho Junior, DJ de 25/2/04), é instituição financeira. 2. A relação entre a administradora de cartões de crédito e o usuário está subordinada ao Código de Defesa do Consumidor. 3. É vedada a capitalização mensal dos juros, ainda que prevista, nos contratos de cartão de crédito. 4. Recurso especial conhecido e parcialmente provido." (STJ - Terceira Turma, REsp /RJ, rel. Min. Carlos Alberto Menezes Direito, j. 07/04/2005, DJ 13/06/2005,p. 288) "DIREITO BANCÁRIO. CONTRATO DE CARTÃO DE CRÉDITO. LIMITAÇÃO DOS JUROS. ABUSIVIDADE. CDC. AFASTAMENTO. LEI Nº 4.595/64. LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA. As administradoras de cartão de crédito são equiparadas às instituições financeiras. Portanto, os juros pactuados em limite superior a 12% ao ano somente são considerados abusivos quando comprovado que discrepantes em relação à taxa de mercado, após vencida a obrigação, prevalecendo a Lei 4.595/64 e a Súmula 596/STF. Agravo a que se nega provimento." (STJ - Terceira Turma, AgRg no REsp /RS, rel. Min. Castro Filho, j. 14/12/2004, DJ 14/02/2005, p. 207) Assim sendo, passamos a considerar abusiva a taxa de juros superior a 5% (cinco por cento) ao mês, considerada esta, a taxa

5 média do mercado. In casu, extrai-se do documento de f. 29 que o percentual cobrado a título de juros remuneratórios é de 9,4% (nove vírgula quatro por cento) ao mês, o que está a merecer redução para o limite de 5% (cinco por cento) ao mês. Quanto à capitalização de juros (anatocismo), entendemos por existente, considerando que o apelante não produziu prova para afastar a alegação de sua incidência. Contudo, não se admite sua aplicação fora dos casos expressamente permitidos (crédito rural, comercial e industrial), a teor da aplicação conjugada das Súmulas nº 121, do STF e nº 93 do STJ. Não havendo qualquer norma a permitir a capitalização dos juros em contratos de cartão de crédito, deve-se concluir que a mesma é proibida, não estando o apelante autorizado à cobrança de juros capitalizados, os quais devem ser decotados do saldo devedor do apelante. Além disso, o art. 4o do Decreto nº /33 não se aplica à presente hipótese, já que se refere à acumulação de juros vencidos aos saldos líquidos em conta corrente de ano a ano, o que não é o caso dos autos. Alega a instituição financeira a ausência de cobrança de comissão de permanência e sustenta, eventualmente, sua legalidade. O apelante não produziu prova no sentido de demonstrar a não incidência da comissão de permanência. Em que pese a autorização de cobrança da comissão de permanência pelo Banco Central, sendo a Resolução nº 1.129, de 15/05/86, a mais recente, entende-se abusiva sua incidência à taxa do dia de pagamento ou à taxa de mercado. O devedor, nestes casos, não tem prévio conhecimento da taxa real que incidirá sobre débito, o que traz vantagens unilaterais à instituição financeira. A correção monetária é que cumpre o papel de manter a identidade dos valores no transcurso do tempo, logo adotada oficialmente, pelo que, deve a comissão de permanência ser por ela substituída. No que tange à cláusula mandato, razão não assiste à instituição financeira, uma vez que, na esteira do Código de Defesa do Consumidor, afigura-se abusiva e, portanto, nula a cláusula

6 contratual de adesão firmada no sentido de colocar o devedor na condição de mandatário, com poderes para contrair financiamentos em instituições financeiras. A cláusula-mandato é vedada pelo artigo 51, VIII, do Código de Defesa do Consumidor. Neste sentido: "As cláusulas-mandato, que atribuem ao credor a situação jurídica de mandatário do devedor, com plenos e irrevogáveis poderes para entabular outros negócios, como a emissão de títulos de crédito, ou para modificar unilateralmente as bases do negócio em curso, concedendo-lhe o poder contratual de fazer líquida a dívida conforme o seu interesse e entendimento, sem necessidade de qualquer participação do devedor-consumidor, quebram os princípios da transparência e confiança, que norteiam as relações de consumo" (TAMG- Ap ). De outro norte, partindo para a seara doutrinária que desponta no mesmo sentido jurisprudencial acima exposto, merece vir à baila precioso escólio do Professor ANTÔNIO CARLOS EFING, o qual adota-se como fundamento: "Outra cláusula costumeiramente utilizada pelos agentes financeiros em seus contratos de adesão é a que outorga poderes do cliente ao banco ou à empresa do grupo financeiro a que pertence a agência bancária para o saque de letra de câmbio. Da mesma forma, é repelida pelo ordenamento jurídico a cláusula que autoriza, nas mesmas circunstâncias, a assinatura de nota promissória em nome do consumidor. Além de abusiva, a cláusula mandato, inserida no contrato de adesão, porque possibilita ao credor a adoção de medidas como o protesto e a cobrança da cambial, cumulativamente a outras medidas, com base no contrato do qual teria originado, deixa o consumidor à mercê do credor que, na maioria das vezes, preenche abusivamente a cambial, não guardando exata observância com as condições legalmente ajustadas. Sem dúvida alguma, com a edição do CDC, o controle de cláusulas como a autorizadora de emissão de letra de câmbio é medida que se impõe para a consecução do equilíbrio entre as partes contratantes." (In Contratos e Procedimentos Bancários à Luz do Código de Defesa do Consumidor - Ed. RT - 1º ed., 2ª tiragem - p. 176/177)

7 Pelo exposto, dá-se parcial provimento ao recurso, tão-somente para admitir a cobrança de juros remuneratórios até o limite de 5% (cinco por cento) ao mês. Mantém-se, no mais, a r. decisão monocrática, por seus próprios e jurídicos fundamentos, inclusive quanto à sucumbência em 1ª instância. Custas recursais em 80% (oitenta por cento) pelo apelante e em 20% (vinte por cento) pelo apelado. Votaram de acordo com o(a) Relator(a) os Desembargador(es): SALDANHA DA FONSECA e DOMINGOS COELHO. SÚMULA : DERAM PROVIMENTO PARCIAL. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS APELAÇÃO CÍVEL Nº /001

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