Ministério da Fazenda. Prestação de Contas Ordinárias Anual Relatório de Gestão do exercício de 2012

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ministério da Fazenda. Prestação de Contas Ordinárias Anual Relatório de Gestão do exercício de 2012"

Transcrição

1 Ministério da Fazenda Prestação de Contas Ordinárias Anual Relatório de Gestão do exercício de 2012 Março/2013

2 Prestação de Contas Ordinárias Anual Relatório de Gestão do exercício de 2012 Relatório de Gestão do exercício de 2012 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas ordinárias anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão Normativa TCU nº 119/2012 e da Portaria TCU nº 150/2012 e das orientações do órgão de controle interno. Brasília, DF Março/2013

3 Ministro da Fazenda Guido Mantega Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda Nelson Henrique Barbosa Filho Presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras Antonio Gustavo Rodrigues Chefe de Gabinete Bernardo Antonio Machado Mota Secretário-Executivo Dílson Porfírio Pinheiro Teles Coordenador-Geral de Desenvolvimento Institucional CODES Marcelo Silva Pontes Coordenador-Geral de Normas CONOR Lélio Trida Sena Coordenador-Geral de Processo Administrativo COPAD Luiz Augusto Barbosa Mozzer Coordenador-Geral de Supervisão - COSUP Cesar Almeida de Meneses Silva Coordenador-Geral de Tecnologia da Informação COTIN José Divino da Silva Diretor de Análise e Fiscalização Antonio Carlos Ferreira de Sousa Coordenadora-Geral de Análise Estratégica - COEST Miriam Asmar das Neves Coordenador-Geral de Análise Tática COTAT Vinícius Santana Coordenador-Geral de Inteligência Financeira COINT Joaquim da Cunha Neto Coordenadora-Geral de Intercâmbio de Informações COINF Mônica Soares de Araujo Conselheiros do COAF em 31/12/2012: Banco Central do Brasil Ricardo Liáo Comissão de Valores Mobiliários Waldir de Jesus Nobre Controladoria-Geral da União Mário Vinícius Claussen Spinelli Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional Iara Antunes Vianna Ministério da Justiça Ricardo Andrade Saadi Ministério da Previdência Social Sérgio Djundi Taniguchi Ministério das Relações Exteriores Everton Frask Lucero Departamento de Polícia Federal Áderson Vieira Leite Agência Brasileira de Inteligência Delanne Novaes de Souza Superintendência de Seguros Privados Carlos Henrique da Paula Prata Secretaria da Receita Federal do Brasil Gerson D'Agord Schaan Convidados: Conselho Federal de Corretores de Imóveis COFECI José Augusto Viana Neto Advocacia-Geral da União Renato Dantas de Araújo Consolidação e Revisão: Diogo de Tulio Vasconcelos CODES/COAF Marcelo Silva Pontes CODES/COAF Maria de Lourdes Rodrigues CODES/COAF Permitida a reprodução total ou parcial desta publicação, desde que citada a fonte. COAF Conselho de Controle de Atividades Financeiras SAUS Setor de Autarquias Sul - Quadra 1, Lote 3-A, Brasília DF Telefone: +55 (61) / Fax: (61) Correio eletrônico: Internet:

4 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DO COAF IDENTIFICAÇÃO FINALIDADE E COMPETÊNCIAS ORGANOGRAMA FUNCIONAL MACROPROCESSOS FINALÍSTICOS MACROPROCESSOS DE APOIO PRINCIPAIS PARCEIROS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E DE AÇÕES PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO FRENTE ÀS DIRETRIZES ESTRATÉGICAS EXECUÇÃO DO PLANO DE AÇÕES INDICADORES AVALIAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO DA DESPESA ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA INFORMAÇÕES SOBRE PROGRAMAS DO PPA AÇÃO Inteligência financeira para a Prevenção da Lavagem de Dinheiro e do Financiamento do Terrorismo AÇÃO 8959 Regulação para Prevenção da Lav.de Dinheiro e do Financ. do Terrorismo Revisão do PPA Ciclo AÇÃO 148D Desenvolvimento e Implantação do novo Sistema de Controle de Atividades Financeiras Siscoaf II AÇÃO D2000 Administração da Unidade Reflexos dos Restos a Pagar na Execução das Ações EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES GESTÃO DE PESSOAS E TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA ESTRUTURA DE PESSOAL Força de Trabalho Capacitação Procedimentos para Recrutamento, Seleção, Manutenção e Desligamento de Pessoas TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO BENS IMÓVEIS GESTÃO DA FROTA DE VEÍCULOS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO PLANEJAMENTO DA ÁREA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DESENVOLVIMENTO E PRODUÇÃO DE SISTEMAS Sistema de Controle de Atividades Financeiras Siscoaf Nova solução tecnológica Siscoaf II Remodelamento do Portal do COAF CONTRATAÇÃO E GESTÃO DE BENS E SERVIÇOS DE TI OUTRAS AÇÕES DE TI Integração Tecnológica GESTÃO DO USO DE RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DECLARAÇÕES DE BENS E RENDAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS 42 4

5 LISTA DE SIGLAS ABIN - Agência Brasileira de Inteligência AGU - Advocacia-Geral da União BB - Banco do Brasil BCB - Banco Central do Brasil BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social CEF - Caixa Econômica Federal CGU - Controladoria Geral da União CGRP - Central de Gerenciamento de Riscos e Prioridades CICTE/OEA -Comissão Interamericana contra o Terrorismo/Organização dos Estados Americanos COAF - Conselho de Controle de Atividades Financeiras COFECI - Conselho Federal de Corretores de Imóveis CVM - Comissão de Valores Mobiliários DPF - Departamento de Polícia Federal DRCI - Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional da Secretaria Nacional de Justiça/MJ EGMONT - Grupo de Egmont que congrega Unidades de Inteligência Financeira de mais de 120 países e jurisdições. GAFI/FATF - Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo Financial ActionTask Force GAFISUD - Grupo de Ação Financeira da América do Sul contra a Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística MDIC - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MF - Ministério da Fazenda MJ - Ministério da Justiça MP - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MPS - Ministério da Previdência Social MRE - Ministério das Relações Exteriores OEA - Organização dos Estados Americanos PETI -Plano Estratégico de Tecnologia de Informação PDTI - Plano Diretor de Tecnologia de Informação PGFN - Procuradoria Geral da Fazenda Nacional PLD/FT -Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo PNLD -Programa Nacional de Capacitação de Treinamento em Prevenção e Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro RIF -Relatório de Inteligência Financeira do COAF SAMF/DF - Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no DF SEI - Sistema Eletrônico de Informação SERPRO -Serviço Federal de Processamento de Dados do Ministério da Fazenda SIOP - Sistema de Informações de Gestão e Planejamento SISCOAF -Sistema de Controle de Atividades Financeiras SPOA/MF - Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração do Ministério da Fazenda RFB - Secretaria da Receita Federal do Brasil SUSEP - Superintendência de Seguros Privados TCU - Tribunal de Contas da União TSE - Tribunal Superior Eleitoral UIF - Unidade de Inteligência Financeira 5

6 LISTA DE QUADROS, FIGURAS, GRÁFICOS, TABELAS E ANEXOS QUADROS Quadro I Identificação da Unidade Jurisdicionada Quadro II Descrição da Ação 4946 Programa de Gestão 2110 Quadro III Descrição da Ação 8959 Programa de Gestão 2110 Quadro IV Descrição da Ação 148D - Programa Temático 2070 Quadro V Descrição do Plano Interno COAFIMO2000 Quadro VI Restos a Pagar na Execução das Ações Quadro VII Despesas por Ação Quadro VIII Despesas por Modalidade de Contratação Créditos de Movimentação Quadro IX Despesas por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Originários Quadro X Situação dos Restos a Pagar de Exercícios Anteriores Quadro XI Estrutura Organizacional do COAF em 31/12/2012 Quadro XII Força de Trabalho Situação em 31/12/2012 Quadro XIII Situações que reduzem a força de trabalho da UJ Situação em 31/12/2012 Quadro XIV Detalhamento da Estrutura de Cargos em Comissão e Funções Gratificadas Situação em 31/12/2012 Quadro XV Composição do Quadro de Recursos Humanos por Faixa Etária Situação apurada em 31/12/2012 Quadro XVI Composição do Quadro de Recursos Humanos por Nível de Escolaridade Situação em 31/12/2012 Quadro XVII Composição do Quadro de Estagiários Quadro XVIII Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial Locados de Terceiros Quadro XIX Avaliação do sistema de Controles Internos Quadro XX Gestão de Tecnologia da Informação Quadro XXI Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis FIGURAS Figura I Organograma funcional do COAF GRÁFICOS Gráfico I Ações por Diretriz Estratégica Gráfico II Situação das Ações por Diretriz Estratégica em 31/12/2012 Gráfico III Cumprimento de Metas DIRAF Gráfico IV Evolução das Principais Naturezas de Despesas ( ) Gráfico V Evolução Percentual das Despesas Orçamentárias ( ) TABELAS Tabela I Tabela II Competências do COAF -Nível Estratégico Competências do COAF -Nível Tático 6

7 Tabela III Principais Ações Planejadas para 2012 Tabela IV Programa Temático Segurança Pública com Cidadania (Cód. 2070) Tabela V PEC sob responsabilidade do COAF Descrição Geral Tabela VI PEC sob Responsabilidade do COAF Avaliação de Riscos PEC no. 18 Tabela VII PEC sob Responsabilidade do COAF Avaliação de Riscos PEC no. 19 Tabela VIII RIF concluídos 2007 a 2011 Tabela IX Capacitações Recebidas Inteligência Financeira e Supervisão Tabela X Capacitações Recebidas Administração / T.I. Tabela XI Capacitações Oferecidas Inteligência Financeira e Supervisão Tabela XII Intercâmbios com UIF estrangeiras ( ) ANEXOS Anexo 1 Anexo 2 Declaraçãodo Contador responsável pela UGR (COAF/MF) Tabelase Quadros 7

8 INTRODUÇÃO O Relatório de Gestão do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), anobase 2012 foi elaborado em conformidade com o disposto nas seguintes normas: Instrução Normativa TCU nº 63, de 1º de setembro de 2010; Decisão Normativa TCU nº 119, de 18 de janeiro de 2012; Decisão Normativa TCU nº 121, de 13 de junho de 2012; e Portaria TCU nº 150, de 3 de julho de Essas normas orientam tecnicamente a elaboração do processo anual de tomada de contas dos gestores de órgãos e entidades sujeitos ao controle externo do Poder Executivo Federal. Inicialmente, convém esclarecer que alguns itens dispostos na Decisão Normativa TCU nº 119/2012 e na Portaria TCU nº 150/2012 não constam do presente Relatório em razão de não estarem sob a governabilidade do COAF ou por não se aplicarem a este Conselho. Assim, não fazem parte do escopo deste relatório os seguintes itens: a) Itens 3.1, 3.3, 5.6, 10.2, 11.3, 11.4, 11.5, 11.6, em face da natureza jurídica de órgão da administração direta do Poder Executivo. b) Itens 3.4 e 3.5 por não se aplicam à estrutura do COAF; c) Itens 5.1, 5.3, 5.4 e 5.5; sob a governabilidade da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração deste Ministério (SPOA/MF); d) Itens 6.1.c ao 6.1.g e parte do 6.2, no que se refere a informações sobre a terceirização de mão de obra; e Itens 7.1, 9.2 e 10.4, que estão sob a governabilidade da Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no Distrito Federal (SAMF/DF), unidade subordinada à SPOA/MF; e) Item 10.1 dada a inexistência de deliberações ou recomendações dos órgãos de controle e face à ausência de unidade de controle interno na estrutura do COAF; f) Item 11.1, cuja responsabilidade está a cargo da SPOA/MF. 1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DO COAF 1.1. IDENTIFICAÇÃO No Quadro I são relacionados os dados gerais sobre a unidade jurisdicionada. Quadro I - Identificação da Unidade Jurisdicionada Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério da Fazenda Código SIORG: Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Conselho de Controle de Atividades Financeiras Denominação abreviada: COAF Código SIORG: Código LOA: Código SIAFI: Situação: ativa Natureza Jurídica: Órgão Público Principal Atividade: Administração Pública em Geral Código CNAE: Telefones/Fax de contato: (061) (061) Endereço Eletrônico: Endereço Postal: SAUS Setor de Autarquias Sul, Quadra 1 Lote 3-A Cep:

9 Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Lei nº 9.613, de 3/3/1998, publicada no D.O.U. de 4/3/1998; Decreto nº 2.799, de 8/10/1998; Portaria MF nº 330, de 18/12/1998; Lei nº , de 9/7/2012, publicada no D.O.U. de 10/7/2012, que alterou a Lei nº 9.613/1998; Decreto nº 7.835/2012, de 8/11/2012, que deu nova redação ao art. 23 do Decreto nº 2.799/98. Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Decreto nº 7.482, de 16/5/2011, alterado pelo Decreto nº 7.696, de 6/3/2012 Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada RESOLUÇÕES: Resolução nº 1, de 13 de abril de 1999 REVOGADA; Resolução nº 2, de 13 de abril de 1999 REVOGADA; Resolução nº 3, de 2 de junho de 1999; Resolução nº 4, de 2 de junho de 1999; Resolução nº 5, de 2 de julho de 1999; Resolução nº 6, de 2 de julho de 1999; Resolução nº 7, de 15 de setembro de 1999; Resolução nº 8, de 15 de setembro de 1999; Resolução nº 9, de 05 de dezembro de 2000; Resolução nº 10, de 19 de novembro de 2001; Resolução nº 11, de 16 de março de 2005; Resolução nº 12, de 31de maio de 2005 REVOGADA; Resolução nº 13, de 30 de setembro de 2005; Resolução nº 14, de 23 de outubro de 2006; Resolução nº 15, de 28 de março de 2007; Resolução nº 16, de 28 de março de 2007; Resolução nº 17, de 13 de maio de 2009 REVOGADA; Resolução nº 18, de 26 de agosto de 2009; Resolução nº 19, de 16 de fevereiro de 2011; e Resolução nº 20, de 29 de agosto de INSTRUÇÕES NORMATIVAS: Instrução Normativa nº 1, de 26 de julho de 1999 REVOGADA; e Instrução Normativa nº 2, de 18 de julho de CARTAS-CIRCULARES: Carta-Circular nº 1/01; Carta-Circular nº 2/01; Carta-Circular nº 3/02; Carta-Circular nº 4/02; Carta-Circular nº 5/02; Carta-Circular nº 6/02; Carta-Circular nº 7/03; Carta-Circular nº 8/03; Carta-Circular nº 9/03; Carta-Circular nº 10/04; Carta-Circular nº 11/04; Carta-Circular nº 12/05; Carta-Circular nº 13/05; e Carta-Circular nº 14/06. INSTRUÇÕES NORMATIVAS INTERNAS: Instrução Normativa Interna nº 1, de 15 de maio de 2006; Instrução Normativa Interna nº 2, de 15 de maio de 2006; Instrução Normativa Interna nº 3, de 30 de dezembro de 2006; Instrução Normativa Interna nº 4, de 15 de agosto de 2007; 9

10 Instrução Normativa Interna nº 5, de 15 de agosto de 2007; Instrução Normativa Interna nº 6, de 22 de agosto de 2007; Instrução Normativa Interna nº 7, de 23 de agosto de 2007; Instrução Normativa Interna nº 8, de 18 de novembro de 2008 REVOGADA; Instrução Normativa Interna nº 9, de 30 de junho de 2008 REVOGADA; Instrução Normativa Interna nº 10, de 24 de julho de 2008; Instrução Normativa Interna nº 11, de 6 de novembro de 2008; Instrução Normativa Interna nº 12, de 19 de janeiro de 2009; Instrução Normativa Interna nº 13, de 2 de setembro de 2009; Instrução Normativa Interna nº 14, de 1 de dezembro de 2009; Instrução Normativa Interna nº 15, de 8 de agosto de 2011; e Instrução Normativa Interna nº 16, de 12 de março de MANUAIS: Manual de Orientação do Sistema Eletrônico de Intercâmbio de Informações SEI FINALIDADE E COMPETÊNCIAS O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF)foi criado pela Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998, no âmbito do Ministério da Fazenda. A lei, em seus artigos 14 e 15, estabelece as competências do Conselho, quais sejam disciplinar, aplicar penas administrativas, receber, examinar e identificar as ocorrências suspeitas de atividades ilícitas, e comunicar às autoridades competentes para a instauração dos procedimentos cabíveis quando o Conselho concluir pela existência ou fundados indícios de crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores ou de qualquer outro ilícito. A produção de inteligência financeira pelo COAF tem origem em comunicações de operações financeiras recebidas, conforme disposto na Lei nº 9.613, de Portanto, vale dizer que o COAF não realiza investigações nem controla a totalidade de operações financeiras realizadas diariamente no Brasil. Tampouco recebe ou analisa contratos nem acessa movimentações em contas bancárias ou em investimentos de pessoas físicas ou jurídicas. O 3º do art. 11 da Lei nº 9.613, de 1998, também atribuiu ao COAF a competência residual de regular setoreseconômicos previstos na mesma lei, para os quais não haja órgão regulador ou fiscalizador próprio, tais como fomento mercantil (factoring), loterias, prestação de serviços de assessoria, comércio de obras de arte, de antiguidades, de joias e de bens de alto valor, cartões de crédito, dentre outros. Nesses casos, cabe ao COAF definir as pessoas abrangidas e os meios e critérios para envio de comunicações, bem como a expedição das instruções para a identificação de clientes e manutenção de registros de transações, além da aplicação de sanções previstas no art. 12 da Lei. Ao atuar eminentemente na prevenção, o COAF auxilia as autoridades competentes no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Nessa linha, confere ênfase especial à cooperação com entidades envolvidas nos esforços de PLD/FT, sejam elas públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras. Na qualidade de Unidade de Inteligência Financeira (UIF) do Brasil,o COAF também coordena a participação do País em organizações internacionais que lidam com o tema PLD/FT, tais como GAFI, Gafisud e Grupo de Egmont. O COAF integra o Sistema Brasileiro de Inteligência e participa dos seguintes órgãos colegiados: 10

11 Conselho Consultivo do SISBIN (CONSISBIN); Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD); Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNPC); Gabinete de Gestão Integrada de Prevenção e Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (GGI-LD); Grupo de Gestão Integrada sobre Segurança no Estado de São Paulo (GGI-SP); e Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP). 1.3 ORGANOGRAMA FUNCIONAL A estrutura do COAF está organizada de acordo com o Decreto nº 7.482, de 16 de maio de 2011, alterado pelo Decreto nº 7.696, de 6 de março de A seguir, é apresentado o organograma do COAF: Figura I Organograma funcional do COAF Gabinete GABIN Assessoria da Presidência ASPRE Presidência PRESI Plenário do Conselho Secretaria Executiva SEXEC Coordenaçã Geral de Supervisão COSUP Coordenação Geral de Processo Administrativo COPAD Coordenação Geral de Normas CONOR Coordenação Geral de Desenvolvimento Institucional CODES Coordenação Geral de Tecnologia da Informação COTIN Diretoria de Análise e Fiscalização DIRAF Coordenação Geral de Inteligência Financeira COINT Coordenação Geral de Intercâmbio de Informações COINF Coordenação Geral de Análise Estratégica COEST Coordenação Geral de Análise Tática COTAT O Presidente do COAF é nomeado pelo Presidente da República, por indicação do Ministro da Fazenda. Os Conselheiros do COAF são designados em ato do Ministro da Fazenda e devem ser servidores públicos de reputação ilibada e de reconhecida competência. Eles devem integrar o 11

12 quadro de pessoal efetivo dos seguintes órgãos: Banco Central do Brasil (BCB), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Departamento de Polícia Federal (DPF), Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Justiça (MJ) e Ministério da Previdência Social (MPS), sendo que, nestes seis últimos casos, a indicação é feita pelos respectivos Ministros de Estado. Participam também das sessões do Conselho representantes da Advocacia-Geral da União (AGU), que presta assistência jurídica aos Conselheiros, e do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI), responsável pela regulação e supervisão do setor de promoção imobiliária em matéria de PLD/FT desde abril de A seguir, são apresentadas astabelas I e II com uma descrição sucinta das competênciasdas áreas que compõem os níveis estratégico e tático do COAF. TabelaI Competências do COAF - Nível Estratégico Área Presidência Competência Definida no art. 6º do Regimento Interno do COAF, aprovado pela Portaria GMF nº 330, de 18/12/1998. Secretaria Executiva Diretoria de Análise e Fiscalização Definida no art. 9º do Regimento Interno do COAF, aprovado pela Portaria GMF nº 330, de 18/12/1998, com ênfase nos macroprocessos de supervisão e de apoio ao exercício das atividades-fim. Definido nos incisos I a VI, art.9º do Regimento Interno do COAF, aprovado pela Portaria GMF nº 330, de 18/12/1998, com ênfase no macroprocesso de inteligência financeira. Tabela II Competências do COAF - Nível Tático Área Gabinete Assessoria do Presidente Coordenação-Geral de Supervisão Coordenação-Geral de Processo Administrativo Coordenação-Geral de Normas Coordenação-Geral de Desenvolvimento Institucional Competência Assessorar o Presidente nas relações públicas, parlamentares e institucionais do COAF, bem como nos assuntos de cooperação e assistência técnica internacionais. Assessorar o Presidente e demais áreas do COAF em assuntos de natureza jurídica. Propor e executar estratégias para supervisão e verificação de conformidade legal das pessoas obrigadas. Secretariar os trabalhos referentes aos processos administrativos sancionadores relativos a setores regulados pelo COAF. Propor modificações normativas e dar publicidade às interpretações das normas do COAF. Prestar suporte aos processos de gestão corporativa, tais como: planejamento estratégico, prestação de contas, documentação, cooperação institucional, gestão de pessoas, orçamento e finanças, segurança orgânica e infraestrutura/logística. 12

13 Tabela II Competências do COAF - Nível Tático (cont.) Área Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação Coordenação-Geral de Inteligência Financeira Coordenação-Geral de Intercâmbio de Informações Coordenação-Geral de Análise Estratégica Coordenação-Geral de Análise Tática Competência Planejar, supervisionar e avaliar a execução de projetos e atividades em matéria de tecnologia da informação. Receber, distribuir, analisar e avaliar a qualidade das comunicações recebidas dos setores obrigados. Coordenar o Comitê dos Relatórios de Inteligência Financeira de ofício. Realizar intercâmbios de informação com autoridades competentes. Produzir Relatórios de Inteligência Financeira referente aos intercâmbios. Realizar análise para identificar padrões, tendências e tipologias de LD/FT. Gerenciar Central de Riscos e Prioridades. Produzir Relatórios de Inteligência Financeira e encaminhar às autoridades competentes, quando concluir pela existência de ilícitos. 1.4 MACROPROCESSOS FINALÍSTICOS As competências e atribuições do COAF estão estruturadas em processos desenvolvidos por sua Secretaria Executiva e pela Diretoria de Análise e Fiscalização. Os principais macroprocessos referentes às atividades-fim do COAF são: Inteligência Financeira e Supervisão de Setores Obrigados. I - Inteligência Financeira Área responsável: Diretoria de Análise e Fiscalização Atribuições: Receber, examinar e identificar as ocorrências suspeitas de atividades ilícitas previstas na Lei nº 9.613, de1998, gerandorelatórios de Inteligência Financeira (RIF), quando concluir pela existência de fundados indícios da prática do crime de lavagem de dinheiro ou qualquer outro crime; Propor ao Presidente do COAF a disseminaçãode RIF às autoridades competentes, para a instauração dos procedimentos cabíveis; Coordenar e propor mecanismos de cooperação e troca de informações que viabilizem ações rápidas e eficientes na prevenção e no combate à ocultação ou à dissimulação de bens, direitos e valores. Principal Produto: Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) 13

14 II - Supervisão Área responsável: Secretaria Executiva Atribuições: Disciplinar e aplicar penas administrativas a pessoas pertencentes a setores econômicos que não possuem órgão regulador ou fiscalizador próprio. Principais Produtos: Minutas de normas; Relatórios de Averiguação Preliminar; Processos Administrativos Sancionadores. 1.5 MACROPROCESSOS DE APOIO AO EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES-FIM Os macroprocessos de apoio ao exercício das atividades-fim estão sob a responsabilidade da Secretaria Executiva do COAF e envolvem: Planejamento estratégico; Prestação de contas; Serviços de arquivo e protocolo; Gestão orçamentária e financeira; Gestão de pessoas; Segurança orgânica; Formalização e renovação de acordos de cooperação; Planejamento, supervisão e avaliação da execução de projetos de tecnologia da informação e da manutenção de sistemas informatizados. 1.6 PRINCIPAIS PARCEIROS O COAF, na qualidade de órgão de inteligência, é membro do Sistema Brasileiro de Inteligência SISBIN e participa dos seguintes órgãos colegiados: Conselho Consultivo do SISBIN (CONSISBIN); Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD); Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNPC); Gabinete de Gestão Integrada de Prevenção e Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (GGI-LD); Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP); Grupo de Gestão Integrada sobre Segurança no Estado de São Paulo (GGI-SP). A produção de inteligência financeira por uma UIF pressupõe o recebimento de comunicações dos setores obrigados por lei, o acesso a base de dados e o intercâmbio de informações com instituições parceiras que colaboram com os esforços de Estado em matéria de PLD/FT, dentre os quais se destacam: 14

15 Advocacia-Geral da União; Agência Brasileira de Inteligência; Banco Central do Brasil; Comissão de Valores Mobiliários; Conselho Federal de Corretores de Imóveis; Controladoria-Geral da União; Departamento de Polícia Federal; Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Ministério da Justiça; Ministério da Previdência Social; Ministério das Relações Exteriores; Ministério do Planejamento; Ministério Público da União; Poder Judiciário; Polícias Civis; Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional; Secretaria Nacional de Segurança Pública; Secretaria da Receita Federal do Brasil; Superintendência de Seguros Privados; Tribunal de Contas da União; Tribunal Superior Eleitoral. A parceria com esses órgãos possibilita não apenas o intercâmbio de informações, mas também o acesso do COAF a base de dados e/ou sistemas, tais como: Rede Infoseg (inquéritos, mandados de prisão, dados sobre armas, veículos e condutores), Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), Declaração de Operações Imobiliárias (DOI), Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), Cadastro Nacional de Empresas Mercantis (CNE), Análise das Informações de Comércio Exterior (Alice Web), Base de Grandes Devedores da União, Bases do TSE, Declaração de Porte de Valores (e-dpv),cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional (CCS), Sistema Câmbio, Cadastro de Grandes Devedores da União, Sistema de Administração de Pessoal do Poder Executivo (SIAPE), dentre outros. Dentre os parceiros internacionais, merecem destaque: Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (GAFI/FATF); Grupo de Ação Financeira da América do Sul contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (GAFISUD); Grupo de Egmont de Unidades de Inteligência Financeira (Grupo de Egmont); Mercosul (Subgrupo de Trabalho nº 4 Assuntos Financeiros); UIFs estrangeiras (vide Tabela XII no Anexo 2 ao presente Relatório). 2. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E DE AÇÕES 2.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A UIF brasileira, criada pela Lei nº 9.613/1998, tem como missão, definida em seu Planejamento Estratégico prevenir a utilização dos setores econômicos para a lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, promovendo a cooperação e o intercâmbio de informações entre os Setores Público e Privado. 15

16 Foi estabelecida como visão de futuro ser um órgão de estado moderno, eficiente e eficaz, com pessoal qualificado e bem treinado, utilizando tecnologia de ponta. São valores fundamentais do COAF: transparência, conduta ética, criatividade, sigilo, responsabilidade, credibilidade e espírito cooperativo. As Diretrizes Estratégicas do COAF são: I. Produzir inteligência financeira de modo eficiente e eficaz; II. Supervisionar e regular os segmentos econômicos de modo eficiente e eficaz; III. Utilizar tecnologia da informação eficiente e eficaz; IV. Gerir a instituição de forma impessoal, transparente e desburocratizada; V. Gerir pessoas assegurando oportunidade profissional e liberdade de expressão, com respeito e responsabilidade, em um ambiente pluri-institucional e multidisciplinar; VI. Desempenhar papel ativo e cooperativo no plano internacional. O Planejamento Estratégico do COAF inaugurou um novo ciclo no início de 2012, que perdurará até No Plano Tático-Operacional, foram definidas ações para cada Diretriz Estratégica. O acompanhamento dessas ações deu-se por meio de reuniões gerenciais periódicas. Este processo foi concebido considerando-se três dimensões: Planejamento Estratégico (Metas Institucionais); Planejamento Governamental (Plano Plurianual ); e Recomendações Internacionais (Avaliações realizadas pelo GAFI/FATF). Os principais insumos utilizados na elaboração do Planejamento Estratégico foram: Relatório de Avaliação Mútua do Brasil pelo Grupo de Ação Financeira Internacional - GAFI/FATF, de 2010; Relatório de Proteção ao Conhecimento Sensível no COAF produzido pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), de 2007; Relatório de Auditoria de Natureza Operacional do COAF elaborado pelo Tribunal de Contas da União TCU, de 2005; Modelo de Governança e Operacionalização da Inovação de Gestão no Ministério da Fazenda, de A Tabela III relaciona as principais ações planejadas para 2012, algumas delas plurianuais, com vistas ao atingimento das Diretrizes Estratégicas do COAF. 16

17 Tabela III Principais Ações Planejadas para 2012 Diretriz Situação em Ação Estratégica 31/12/2012 Implantar nova estrutura operacional Sedimentar o uso de ferramenta de análise I Definir indicador de desempenho da inteligência financeira (eficácia + eficiência = desempenho) Redefinir metodologia e estratégia de feedback para os setores obrigados Concluída II Elaborar Resolução Geral para setores regulados pelo COAF Concluída III Executar o plano de trabalho referente ao projeto de atualização tecnológica do Siscoaf Em andamento IV Reavaliar a proteção ao conhecimento sensível no COAF em face da mudança para a nova sede. Concluída Implementar medidas decorrentes da Lei /11 (Lei de Acesso à Informação) V Customizar e implementar diretrizes sobre Gestão de Pessoas emanadas do CEG - Comitê Estratégico de Gestão do MF Concluída Coordenar o processo de seguimento da Avaliação do Brasil pelo GAFI de 2010 Em andamento VI Concluída Coordenar a internalização das 40 Recomendações Revisadas do GAFI Parcialmente O Planejamento Estratégico vincula-se a dois Programas do PPA , quais sejam, Programa Temático Cód Segurança Pública com Cidadania (vide Tabela IV), sob responsabilidade do Ministério da Justiça e Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Fazenda Cód (vide item 4.1). Tabela IV Programa Temático Segurança Pública com Cidadania (Cód. 2070) Objetivo Metas Iniciativa Aprimorar o combate à criminalidade, com ênfase em medidas de prevenção, assistência, repressão e fortalecimento das ações integradas para superação do tráfico de pessoas, drogas, armas, lavagem de dinheiro e corrupção, enfrentamento de ilícitos característicos da região de fronteira e na intensificação da fiscalização do fluxo migratório. - Desenvolver e implantar novo Sistema de Controle de Atividades Financeiras, o SISCOAF II, com vistas à modernização tecnológica para o fortalecimento da produção de inteligência financeira e da supervisão de setores econômicos no âmbito da prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo; - Ampliar a aderência do Brasil às recomendações internacionais sobre prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. 03DN-Fortalecimento e aprimoramento da capacidade de enfrentamento a criminalidade, em especial ao crime organizado, ao tráfico de pessoas, drogas e armas, a pirataria, aos ilícitos característicos da região de fronteira, a lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, pelos órgãos de segurança pública e outras instituições. O Planejamento Estratégico do COAF também busca alinhar-se à Missão 1 e às Diretrizes Estratégicas do Ministério da Fazenda, aprovadas pela Resolução nº 1 do Comitê Estratégico de Gestão do MF, de 30 de janeiro de Dentre as diretrizes, as que se mostram mais aderentes às atribuições do Conselho são: Diretriz E Definir programa de redução de ilícitos fiscais e financeiros; Diretriz F Institucionalizar o Programa de Modernização Integrada do Ministério da Fazenda (PMIMF); 1 Missão do MF Formular e gerir políticas econômicas para o desenvolvimento sustentável, com justiça fiscal e equilíbrio das contas públicas. 17

18 Diretriz J Promover a gestão da informação e do conhecimento; e Diretriz L Aumentar a capacidade de atuação em foros e acordos internacionais relevantes para o MF. 2.2 ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO FRENTE ÀS DIRETRIZES ESTRATÉGICAS Em 2012, o Comitê Estratégico de Gestão do Ministério da Fazenda, sob a coordenação do Secretário-Executivo do MF, aprovou carteira com trinta e nove Projetos Estratégicos Corporativos (PEC). Neste portfólio, dois projetos apresentados pelo COAF foram aprovados, conforme explicitado na Tabela V. Tabela V PEC sob responsabilidade do COAF Descrição Geral PEC nº Título Objetivo Resultados Esperados - Elevação da aderência das pessoas físicas e jurídicas reguladas pelo COAF às normas de PLD/FT editadas pelo Conselho, e consequente obstrução dos mecanismos utilizados por criminosos para aproveitar o produto da prática - Incrementar a capacidade de ilícita; fiscalização de unidades do MF - Incremento da - Mais ampla disseminação da cultura de que atuam em PLD/FT, incluindo, capacidade de prevenção à lavagem de dinheiro e ao no roteiro de auditorias realizadas fiscalização do MF financiamento do terrorismo entre os pela SRFB em empresas 18 para fins de prevenção setores econômicos regulados pelo reguladas pelo Ministério, à lavagem de dinheiro COAF; procedimentos para verificação da e financiamento do - Ampliação do conjunto de empresas sua conformidade com as normas terrorismo (PLD/FT); comunicantes ao COAF, bem como da de PLD/FT. qualidade das informações por elas prestadas; - Fortalecimento da cooperação institucional entre órgãos fazendários, com benefícios mútuos decorrentes da racionalização e do intercâmbio de informações. 19 -Modernização e otimização da estrutura fazendária com competência em matéria de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT) - Otimizar os processos de trabalho do COAF, inclusive no que tange às suas interfaces com os processos de outras unidades do MF e outros atores com competências e/ou interesse em PLD/FT, mediante a adoção de solução tecnológica avançada e a proposição de plano de fortalecimento de suas estruturas organizacionais. - Assegurar, no curto prazo, a manutenção e, em médio e longo prazos, a ampliação da eficiência e da produtividade das unidades do Ministério da Fazenda com competências e/ou interesse em PLD/FT, propiciando avanços tanto em termos de estrutura organizacional quanto de processos de trabalho relacionados à PLD/FT. As Tabelas VI e VII, contém o mapeamento dos riscos que poderiam impedir ou prejudicar o cumprimento dos PEC apresentados pelo COAF. 18

19 Tabela VI PEC sob responsabilidade do COAF Avaliação de Riscos PEC nº 18 Riscos Causas Sintomas Ações (Mitigação e Contorno) - Inexistência de recursos humanos para execução do projeto. - Ausência de patrocínio; - Restrições de natureza temporal, legal, etc., referentes à alocação de recursos humanos. - Dificuldade na alocação das equipes; Atraso de execução das tarefas; - Superalocação de equipe; - Dificuldade de delegação de responsabilidades. - Reafirmar o patrocínio do projeto; - Promover o envolvimento dos patrocinadores e facilitadores. - Não entrega das soluções de T.I. necessárias - Falta de recursos físicofinanceiros; - Falta de planejamento adequado; - Falta de priorização das demandas. - Dificuldade na definição de rotinas de trabalho; - Dificuldade na alocação de recursos físico-financeiros para as atividades rotineiras e para as atividades do projeto. - Negociação com áreas envolvidas para a disponibilidade de recursos. Tabela VII PEC sob responsabilidade do COAF Avaliação de Riscos PEC nº 19 Riscos Causas Sintomas - Carência de recursos humanos qualificados e em número suficiente para a condução do projeto. - Indisponibilidade de recursos orçamentáriofinanceiros. - Restrições ao recrutamento e seleção de pessoal qualificado; - Ausência de patrocínio de órgãos com carreiras próprias; - Restrições (temporal, legal, etc.) referentes à alocação de recursos humanos. - Contingenciamento orçamentário-financeiro; - Falta de planejamento adequado das liberações de recursos orçamentáriofinanceiros. - Dificuldade na alocação das equipes; - Atraso de execução das tarefas; - Limitação na delegação de responsabilidades; - Atraso no cronograma. - Atraso no cronograma; - Sobrecarga do Siscoaf atual; - Dificuldade na alocação de recursos financeiros. Ações (Mitigação e Contorno) - Negociar a realização de processo seletivo para movimentação de servidores qualificados com órgãos dotados de carreiras próprias; - Promover o envolvimento dos patrocinadores e facilitadores, reafirmando a relevância do Projeto; - Ajustar o cronograma, incorporando prazos mais dilatados para etapas intensivas em mão-de-obra. - Negociar a disponibilização de dotação orçamentária com as áreas envolvidas; - Ajustar o cronograma, de forma a compatibilizá-lo com a programação orçamentária disponibilizada. - Propor reforço de dotação orçamentária a partir do remanejamento da dotação deoutras ações ou naturezas de despesa; - Suspensão, mediante glosa contratual, do desenvolvimento de módulos do Siscoaf II de menores prioridade e criticidade. 19

20 Tabela VII PEC sob responsabilidade do COAF Avaliação de Riscos PEC nº 19 (cont.) Riscos Causas Sintomas - Colapso do Siscoaf atual - Esgotamento da vida útil do Siscoaf atual, em razão de sua saturação; - Ampliação significativa da base de usuários externos; - Crescimento expressivo do volume de comunicações recebidas pelo COAF, bem como dos dados a serem processados em rotinas executadas offline (período noturno); - Realização de pesquisas online ou via apuração especial cada vez mais complexas; - Carência de recursos humanos qualificados e em número suficiente no SERPRO para a manutenção do Siscoaf atual. - Aumento da indisponibilidade do Siscoaf atual; - Redução da produtividade das áreas finalísticas do COAF; -Inviabilidade técnica da incorporação de novas funcionalidades ao Siscoaf atual; - Ampliação do tempo de processamento do Siscoaf atual; - Defasagem entre o Siscoaf atual e as necessidades em TI do COAF, com o acúmulo de demandas evolutivas e/ou corretivas represadas. Ações (Mitigação e Contorno) - Revisão de funcionalidades do Siscoaf atual com vistas a reduzir a carga de processamento online; -Implementação de plano de contingência que assegure a continuidade do negócio do COAF em situações de indisponibilidade do Siscoaf atual; - Migração tempestiva de funcionalidades do Siscoaf atual para o Siscoaf II; - Readequação dos processos de trabalho do COAF; - Revisão, para baixo, das metas de indicadores institucionais de desempenho. Como estratégia de monitoramento e divulgação interna do planejamento estratégico, foram realizadas oficinas bimestrais em nível gerencial para o acompanhamento das ações planejadas, bem como apresentações semestrais (junho e dezembro) das metas traçadas e dos resultados alcançados com participação aberta a todos os servidores do Órgão. Outras medidas adotadas pelo COAF, em 2012, para favorecer o cumprimento de suas Diretrizes Estratégicas foram a renovação de seu parque tecnológico, mediante a aquisição de trinta e duas novas estações de trabalho, e o reforço do quadro de pessoal com o ingresso de três funcionários da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil em exercício temporário no COAF até 31 de março de EXECUÇÃO DO PLANO DE AÇÕES O Planejamento Estratégico do COAF materializa-se por meio de seu Plano Tático- Operacional, que, para o período , contempla um total de 28 ações. O Gráfico I apresenta visão agregada dessas ações por Diretriz Estratégica. 20

21 Gráfico I Ações por Diretriz Estratégica fonte: Secretaria Executiva/COAF O Gráfico II demonstra a situação do Plano Tático-Operacional do COAF em 31/12/2012. Do total de ações planejadas, 15 têm prazo estimado para conclusão superior a um ano e 13 tinham término previsto para Gráfico II Situação das ações por Diretriz Estratégica em 31/12/2012 Número de Ações I 8 II Diretriz Estratégica III IV V VI Concluídas Concluídas Parcialmente Em Andamento Não Concluídas fonte: Secretaria Executiva/COAF 21

22 Dentre as ações classificadas como Não Concluídas, duas referem-se à utilização de tecnologia da informação e uma refere-se à gestão de pessoas. Registre-se que, de uma forma geral, o adiamento da conclusão dessas ações para 2013 não comprometeu de forma sensível o cumprimento das metas institucionais: Ações de Tecnologia da Informação: Elaborar norma para uso de bases de dados externas: a metodologia a ser empregada foi acordada com os dirigentes em dezembro/2012, com isso a finalização da minuta e sua devida validação interna serão efetuadas em 2013; Remodelar sítio do COAF na Internet: a viabilização desse projeto deu-se a partir de outubro/2012, após adesão do COAF ao projeto padrão de desenvolvimento de sítios para várias unidades do MF, sob coordenação de sua SPOA/MF. Com isso, o cronograma final do projeto estendeu-se além do inicialmente estimado, passando para o exercício de O cronograma deste projeto prevê ao menos 3 iterações até a definitiva implantação do novo sítio, com prazos para conclusão estimados para março, maio e julho de Revisar a estrutura e elaborar Regimento Interno da Comissão de Ética do COAF: a minuta de Regimento Interno foi concluída pela área técnica responsável, restando apenas a apreciação e validação dessa minuta pelos dirigentes, o que deverá ocorrer ao longo dos primeiros meses de INDICADORES Inteligência Financeira(vide item e 4.1.3) O macroprocesso de Inteligência Financeira tem como indicador de desempenho, definido no Plano Plurianual PPA , a quantidade de Casos Examinados, que é o somatório do número de relatórios de inteligência financeira produzidos e a quantidade de intercâmbios eletrônicos realizados com autoridades competentes. Para 2013, esse indicador foi alterado para Relatórios de Inteligência Financeira concluídos. Supervisão(vide item 4.1.2) O indicador do macroprocesso de Supervisão de setores obrigados Procedimento Administrativo concluído compõe-se por duas variáveis, a saber: o número de Averiguações Preliminares concluídas pela Secretaria Executiva do COAF e o número de Processos Administrativos julgados pelo Conselho. 3. AVALIAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Vide Quadro XIX Avaliação do Sistema de Controle Interno no Anexo 2 deste Relatório. 22

23 4. PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO DA DESPESA ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA 4.1 INFORMAÇÕES SOBRE PROGRAMAS DO PPA Em 2012, o COAF foi responsável por três ações orçamentárias, que contribuíram para o atendimento de objetivos referentes a dois programas de governo. São eles: o Programa temático 2070 (Segurança Pública com Cidadania do Ministério da Justiça) e o Programa 2110 (Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Fazenda). Vinculam-se ao Programa 2110 as ações 4946 (Inteligência Financeira para a Prevenção da Lavagem de Dinheiro e do Financiamento do Terrorismo) e 8959 (Regulação para Prevenção da Lavagem de Dinheiro e do Financiamento do Terrorismo). A ação 148D (Desenvolvimento e Implantação do novo Sistema de Controle de Atividades Financeiras), por sua vez, está vinculada ao Programa temático AÇÃO Inteligência financeira para a prevenção da lavagem de dinheiro e do financiamento do Terrorismo Quadro II Descrição da Ação 4946 Programa de Gestão 2110 Identificação da Ação Código Inteligência Financeira para a Prevenção da Lavagem de Dinheiro e do Financiamento do Terrorismo Recebimento, registro e processamento das comunicações de operações suspeitas ou de natureza automáticas, realizadas pelas pessoas obrigadas pela Lei nº /98; análise das comunicações recebidas, levando em consideração informações disponíveis com o objetivo de identificar situações que ensejem a elaboração de Relatório de Inteligência Financeira; coordenação e proposta de mecanismos de Descrição cooperação técnica e troca de informações que viabilizem a rápida e eficiente análise das comunicações; requisição aos órgãos da Administração Pública das informações necessárias às análises das comunicações; obtenção ou aquisição de informação de entidades privadas que auxiliem na análise das comunicações recebidas; disseminação dos Relatórios de Inteligência Financeira às autoridades competentes, para instauração de procedimentos cabíveis; solicitação às Unidades de Inteligência Financeira estrangeiras informações necessárias às análises das comunicações. Unidade Responsável Conselho de Controle de Atividades Financeiras - COAF Unidade Orçamentária Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Valores Pagos Processados , , , , , , ,02 Metas do Exercício Para a Ação Função Subfunção Produto Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada Caso Examinado unidade , ,06 Caso Examinado composto de: a) quantidade de casos analisados ex-officio, a partir das comunicações de operações recebidas dos diversos segmentos econômicos; e b) quantidade de intercâmbios de informações analisadas a partir de dados recebidos das autoridades competentes, mediante o uso do Sistema Eletrônico de Intercâmbio - SEI do COAF ou por meio de correspondência em papel. fonte: SIOP 23

24 Análise Crítica da Ação 4946: Estratégia de Atuação As atividades relacionadas à inteligência financeira são executadas pela Diretoria de Análise e Fiscalização (DIRAF) tem como principais atribuições receber comunicações dos setoresobrigados, analisar e, quando for o caso, propor disseminação das informações às autoridades competentes por meio de Relatórios de Inteligência Financeira (RIF). Em 2012, foram produzidos RIF (43% a mais que no ano anterior), produto da análise de comunicações recebidas dos setores obrigados e de solicitações de intercâmbios de informações realizadas por autoridades nacionais e UIF de outros países. Contribuíram para esse resultado o aperfeiçoamento do processo de trabalho da inteligência financeira. Em especial, destacam-se a segregação de atividades operacionais, os aprimoramentos nos sistemas tecnológicos e a melhoria da qualidade das comunicações recebidas dos setores obrigados. A gestão de riscos e de processos,com o suporte de um planejamento estruturado e de ferramentas tecnológicas especializadas, fundamenta as ações executadas pela DIRAF. Assim, temse conseguido, ano a ano, incrementar a produção e a disseminação de RIF às autoridades competentes. A segregação das atividades operacionais, sem prejuízo da interação entre as equipes, conferiu maior especialização e maximizou os resultados das atividades inerentes à inteligência financeira. Adicionalmente, foram também expressivos os aprimoramentos nos sistemas tecnológicos, em especial no Sistema de Controle de Atividades Financeiras (Siscoaf), utilizado como canal para que os setores obrigados efetuem as comunicações, como plataforma para armazenamento e análise dessas comunicações e como meio para o intercâmbio de informações com as autoridades. Tais melhorias possibilitaram maior agilidade no processo de trabalho. Um dos principais insumos do processo de trabalho referente à produção de inteligência financeira é a comunicação recebida dos setores obrigados. Assim, foi implantado em 2012 o novo Sistema de Avaliação da Qualidade de Comunicações. Seu objetivo é indicar aos comunicantes as expectativas do COAF quanto à comunicação recebida e qual o conteúdo de maior relevância. O novo sistema contempla atributos de qualidade, de forma objetiva e padronizada, aperfeiçoando o processo de feedback às instituições comunicantes, que podem visualizar, a qualquer momento, no Siscoaf, os resultados da avaliação de suas comunicações e, com isso, construir estratégias para a melhoria da qualidade de suas comunicações. O recebimento de comunicações com maior conteúdo agregado permitiu ao COAF aprimorar a identificação de relacionamentos entre as pessoas citadas e tipologias utilizadas, resultando em relatórios mais detalhados para subsidiar as autoridades responsáveis pela investigação e persecução criminais. Desempenho Operacional Novo Indicador Operacional Relatório de Inteligência Financeira - RIF Para melhor avaliar o desempenho operacional do macroprocesso de Inteligência Financeira, especialmente quanto à sua eficiência, mostrou-se necessária a adoção de um indicador que 24

MINISTÉRIO DA FAZENDA UNIDADE DE INTELIGÊNCIA FINANCEIRA DO BRASIL

MINISTÉRIO DA FAZENDA UNIDADE DE INTELIGÊNCIA FINANCEIRA DO BRASIL MINISTÉRIO DA FAZENDA UNIDADE DE INTELIGÊNCIA FINANCEIRA DO BRASIL Maio de 2013 1 Criação do COAF Art. 14 da Lei nº 9.613/98 Lei nº 9.613/98 Tipificação do crime de lavagem de dinheiro Instituição de controles

Leia mais

Sistema Brasileiro de PLD/CFT

Sistema Brasileiro de PLD/CFT Sistema Brasileiro de PLD/CFT Flávia Maria Valente Carneiro- Decic/Conaf Salvador, 14 de setembro de 2011 Apresentação com o uso autorizado de slides elaborados pelo Coaf. 2 Roteiro da Apresentação 1.

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES FINANCEIRAS RELATÓRIO DE GESTÃO. Brasília Abril de 2009

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES FINANCEIRAS RELATÓRIO DE GESTÃO. Brasília Abril de 2009 MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES FINANCEIRAS RELATÓRIO DE GESTÃO 2008 Brasília Abril de 2009 SUMÁRIO 1 DESCRIÇÃO DA UNIDADE JURISDICIONADA...5 2 OBJETIVOS E METAS DA UNIDADE DE

Leia mais

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES SECRETARIA EXECUTIVA PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES SECRETARIA EXECUTIVA PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES SECRETARIA EECUTIVA PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EERCÍCIO DE 2014 Brasília - DF / 2015 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES SECRETARIA EECUTIVA PRESTAÇÃO

Leia mais

COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012

COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012 COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas pessoas reguladas pelo COAF, na forma do 1º do art. 14 da Lei nº 9.613, de 3.3.1998. RESOLUÇÃO Nº

Leia mais

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013.

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. Aprova o Regimento Interno da Auditoria Interna do Conselho Nacional do Ministério Público. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO,

Leia mais

Atuação do Banco Central na Prevenção e no Combate à Lavagem de Dinheiro. Ricardo Liáo Abril de 2008

Atuação do Banco Central na Prevenção e no Combate à Lavagem de Dinheiro. Ricardo Liáo Abril de 2008 Atuação do Banco Central na Prevenção e no Combate à Lavagem de Dinheiro Ricardo Liáo Abril de 2008 DPF ABIN MRE CGU MPS MJ MINISTÉRIO DA FAZENDA COAF BACEN CVM SRF PGFN SUSEP DPF Departamento de Polícia

Leia mais

Estado da Paraíba Prefeitura Municipal de Santa Cecília Gabinete do Prefeito

Estado da Paraíba Prefeitura Municipal de Santa Cecília Gabinete do Prefeito Lei nº176/2014 Dispõe sobre o Conselho e Fundo Municipal de Políticas sobre Drogas do Município de Santa Cecília e dá outras providências. A Câmara Municipal de Santa Cecília, estado da Paraíba, aprovou

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2016

Questionário de Governança de TI 2016 Questionário de Governança de TI 2016 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 18/05/2016 16:38:00 Endereço IP: 200.198.193.162

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1. O Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia - NITTEC é um Órgão Executivo

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais Presidência Controladoria Interna PLANO DIRETOR CONTROLE INTERNO 2013-2014

Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais Presidência Controladoria Interna PLANO DIRETOR CONTROLE INTERNO 2013-2014 PLANO DIRETOR DE CONTROLE INTERNO 2013-2014 SUMÁRIO Pág. 1. INTRODUÇÃO 02 2. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO 02 2.1 Conceituação 02 2.2. Marco legal 04 3. O CONTROLE INTERNO NO ÂMBITO DO TCEMG 4. CONTROLADORIA

Leia mais

XI Semana de d Adminis minis ação Orç Or amen amen ária , Financeira r e d e e d Contr Con a tr t a ações Públi Púb cas ABOP Slide 1

XI Semana de d Adminis minis ação Orç Or amen amen ária , Financeira r e d e e d Contr Con a tr t a ações Públi Púb cas ABOP Slide 1 Oficina 62 Sistema de Informações de Custos do Governo Federal ABOP Slide 1 Roteiro da Apresentação APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO ASPECTOS NORMATIVOS CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR

Leia mais

Ato da Mesa Nº 47, DE 16 DE JULHO DE 2012

Ato da Mesa Nº 47, DE 16 DE JULHO DE 2012 Ato da Mesa Nº 47, DE 16 DE JULHO DE 2012 Institui a Política de Segurança da Informação da Câmara dos Deputados e dá outras providências. A MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, no uso de suas atribuições regimentais,

Leia mais

GABINETE DO PREFEITO

GABINETE DO PREFEITO Autor: Poder Executivo. LEI N 1.328/2016. CRIA O CONSELHO E FUNDO MUNICIPAL E POLÍTICAS SOBRE DROGAS DO MUNICÍPIO DE ARIPUANÃ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. EDNILSON LUIZ FAITTA, Prefeito Municipal de Aripuanã,

Leia mais

PORTARIA ANAC Nº 2898, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014.

PORTARIA ANAC Nº 2898, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014. PORTARIA ANAC Nº 2898, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014. Dispõe sobre orientações às unidades envolvidas na elaboração do Relatório de Gestão da ANAC referente ao exercício de 2014. O DIRETOR-PRESIDENTE DA AGÊNCIA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL DECRETO Nº 309, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2005. Aprova o Regimento Interno e o Organograma da Secretaria Municipal do Trabalho e Cooperativismo e dá outras providências. O PREFEITO DE PALMAS no uso das atribuições

Leia mais

DECRETO Nº 2.400, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010.

DECRETO Nº 2.400, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010. DECRETO Nº 2.400, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010. Aprova o Regimento Interno da Secretaria Executiva do Núcleo Segurança. O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso das atribuições que lhe confere o art.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 022/2011, DE 28 DE ABRIL DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 022/2011, DE 28 DE ABRIL DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas - UNIFAL-MG Secretaria Geral RESOLUÇÃO Nº 022/2011, DE 28 DE ABRIL DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho

Leia mais

NOVAS REGRAS DE COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO NO BRASIL

NOVAS REGRAS DE COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO NO BRASIL NOVAS REGRAS DE COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO NO BRASIL Adriana Maria Gödel Stuber A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou recentemente a Instrução CVM nº 463, de 8 de janeiro de 2008, que altera

Leia mais

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS PORTARIA ANVISA Nº 617, DE 30 DE AGOSTO DE 2007 DOU 03.09.2007 Dispõe sobre a Política de Atendimento ao Público da Agência Nacional

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 014, DE 29 DE ABRIL DE 2015. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 24/05/2016 12:51:35 Endereço IP: 187.4.152.90 Designação

Leia mais

EDUARDO BRAGA Governador do Estado

EDUARDO BRAGA Governador do Estado DECRETO N.º 24031, DE 26 DE JANEIRO DE 2.004 APROVA o Regimento Interno da SECRETARIA DE CONTROLE INTERNO, ÉTICA E TRANSPARÊNCIA - SCI, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS, no

Leia mais

REGULAMENTO OPERACIONAL DA DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO

REGULAMENTO OPERACIONAL DA DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO 1 REGULAMENTO OPERACIONAL DA DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO Art.1º A Diretoria de Ensino de Graduação (DEG) é órgão da Pró-Reitoria Acadêmica, do Centro Universitário de Maringá.

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 20/05/2016 17:15:31 Endereço IP: 201.76.165.227

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento TERMO DE REFERÊNCIA Projeto BRA/97/032 Coordenação do Programa de Modernização Fiscal dos Estados Brasileiros - PNAFE Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR entre a República Federativa do Brasil e o Banco

Leia mais

Coordenadoria de Controle Interno

Coordenadoria de Controle Interno Plano Anual de Auditoria Exercício de 2014* *Elaborado em consonância com os dispositivos da Resolução TRESC n. 7.265, de 12 de dezembro de 2001 e da Resolução CNJ n. 171, 1º de março de 2013. I - Unidade

Leia mais

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br LEI Nº. 6.067, DE 11 DE MARÇO DE 2010. Altera a Lei Ordinária 5.711/06, que dispõe sobre a Organização Administrativa da Câmara Municipal do Natal, e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

C AF ATUAÇÃO DO COAF NA PREVENÇÃO E COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO

C AF ATUAÇÃO DO COAF NA PREVENÇÃO E COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO ATUAÇÃO DO COAF NA PREVENÇÃO E COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO Set/2011 1 A UIF BRASILEIRA LEI 9.613/98 Prevenção à utilização indevida dos setores econômicos legítimos contra

Leia mais

PROPOSTA DE REGIMENTO INTERNO PARA O COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (CTI)

PROPOSTA DE REGIMENTO INTERNO PARA O COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (CTI) PROPOSTA DE REGIMENTO INTERNO PARA O COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (CTI) Abril/2013 CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art. 1º. O Comitê de Tecnologia da Informação CTI do Instituto Federal

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS (Texto compilado) AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. Estabelece a Política de Capacitação e Desenvolvimento dos Servidores da Agência Nacional de Aviação

Leia mais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais Fl. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais PORTARIA CARF Nº 64, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos do Conselho Administrativo de Recursos

Leia mais

Carteira de Projetos da Seção Judiciária do RS

Carteira de Projetos da Seção Judiciária do RS Página 1 Carteira de Projetos da Seção Judiciária do RS Projeto I Padronização e Melhoria dos Procedimentos das Varas Federais, Juizados e Turmas Recursais Escopo: Implementação de método de gerenciamento

Leia mais

Lei de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro

Lei de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro Lei de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro Lei nº 9.613/1998 A Lei nº 9.613/1998, dispõe sobre os crimes de lavagem de dinheiro Estabelece ainda, procedimentos para a prevenção da utilização do sistema

Leia mais

A Consolidação das NBC T SP no Brasil: Cronograma de Implantação e a evidenciação contábil dos Riscos Fiscais e Passivos Contingentes.

A Consolidação das NBC T SP no Brasil: Cronograma de Implantação e a evidenciação contábil dos Riscos Fiscais e Passivos Contingentes. A Consolidação das NBC T SP no Brasil: Cronograma de Implantação e a evidenciação contábil dos Riscos Fiscais e Passivos Contingentes. Wanderlei Pereira das Neves 1 Julho de 2012. Em 25 de agosto de 2008

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO Nº 002, DE 29 DE OUTUBRO DE 1999, DA CONGREGAÇÃO. Institui Auditoria Interna da FMTM. A CONGREGAÇÃO DA FACULDADE DE MEDICINA

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA CONSELHO DE REPRESENTANTES DIRETORIA PRESIDENTE CAMARAS TEMÁTICAS

ESTRUTURA ORGÂNICA CONSELHO DE REPRESENTANTES DIRETORIA PRESIDENTE CAMARAS TEMÁTICAS ESTRUTURA ORGÂNICA CONSELHO DE REPRESENTANTES DIRETORIA PRESIDENTE CONSELHOR CONSULTIVO CONSELHO FISCAL CAMARAS TEMÁTICAS COMÉRCIO VAREJISTA ALIMENTAÇÃO SAÚDE HABITAÇÃO SERVIÇOS TURISMO E HOSPITALIDADE

Leia mais

Procuradoria Geral de Justiça, em Natal (RN), 08 de junho de 2011.

Procuradoria Geral de Justiça, em Natal (RN), 08 de junho de 2011. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA R E S O L U Ç Ã O Nº 074/2011-PGJ.* O PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta.

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta. 1 Texto atualizado apenas para consulta. LEI Nº 3.984, DE 28 DE MAIO DE 2007 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Cria o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal Brasília

Leia mais

ANEXO VI REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE

ANEXO VI REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE (Portaria GM-MP nº 220, de 25 de junho de 2014) ANEXO VI REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE Art. 1º A Secretaria de Planejamento

Leia mais

Loteria do Estado de Minas Gerais (LEMG)

Loteria do Estado de Minas Gerais (LEMG) Loteria do Estado de Minas Gerais (LEMG) DECRETO Nº 45.683 DE 9 DE AGOSTO DE 2011 Contém o regulamento da Loteria do Estado de Minas Gerais - LEMG. O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição

Leia mais

OSMAR DE LIMA MAGALHÃES Secretário do Governo Municipal

OSMAR DE LIMA MAGALHÃES Secretário do Governo Municipal PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 2598, DE 19 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regimento Interno da Secretaria Municipal de Políticas para as Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida.

Leia mais

Data da última atualização. Prevenção à Lavagem de Dinheiro 04/02/2015

Data da última atualização. Prevenção à Lavagem de Dinheiro 04/02/2015 Política Prevenção à Lavagem de Dinheiro 04/02/2015 Data da última atualização 1. Objetivo: O Conselho de Administração e a Diretoria Executiva do Banco Indusval S/A e Guide Investimentos S/A Corretora

Leia mais

*LEI COMPLEMENTAR Nº 283, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2004.

*LEI COMPLEMENTAR Nº 283, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2004. Governo do Estado do Rio Grande do Norte Gabinete Civil Coordenadoria de Controle dos Atos Governamentais *LEI COMPLEMENTAR Nº 283, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2004. Altera a Lei Complementar n.º 163, de 5 de

Leia mais

A ATUAÇÃO DA AUDITORIA INTERNA E DA CGU E O PROCESSO ANUAL DE CONTAS. Novembro - 2011

A ATUAÇÃO DA AUDITORIA INTERNA E DA CGU E O PROCESSO ANUAL DE CONTAS. Novembro - 2011 A ATUAÇÃO DA AUDITORIA INTERNA E DA CGU E O PROCESSO ANUAL DE CONTAS Novembro - 2011 1. A Auditoria Interna 1.1 Como é a distinção entre Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal e o Controle

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 16 - CONSU, DE 07 DE AGOSTO DE 2009.

RESOLUÇÃO Nº. 16 - CONSU, DE 07 DE AGOSTO DE 2009. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI CONSU RESOLUÇÃO Nº. 16 - CONSU, DE 07 DE AGOSTO DE 2009. Aprova o Regimento interno da Diretoria de Relações Internacionais

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 10/15 COPLAD

RESOLUÇÃO Nº 10/15 COPLAD RESOLUÇÃO Nº 10/15 COPLAD Estabelece o Regimento e o Organograma da Unidade de Auditoria Interna da Universidade Federal do Paraná. O CONSELHO DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO, da Universidade Federal do

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 006, de 05 de maio de 2003. Aprova Regimento da Auditoria Interna da UFSJ

RESOLUÇÃO N o 006, de 05 de maio de 2003. Aprova Regimento da Auditoria Interna da UFSJ RESOLUÇÃO N o 006, de 05 de maio de 2003 Aprova Regimento da Auditoria Interna da UFSJ O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI, no uso de suas atribuições

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09 LEI N.º 741/2009 EMENTA: Dispõe sobre a instituição do Sistema de Controle Interno SCI do Poder Legislativo Municipal, cria o Órgão Central do SCI e dá outras providências. A MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações PROCESSO 026-2013 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 024, DE 8 DE MAIO DE 2012 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 1. CONTEÚDO GERAL POR NATUREZA JURÍDICA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS

RELATÓRIO DE GESTÃO 1. CONTEÚDO GERAL POR NATUREZA JURÍDICA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS RELATÓRIO DE GESTÃO 1. CONTEÚDO GERAL POR NATUREZA JURÍDICA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS 1) Dados Gerais por Unidade Jurisdicionada NOME / SIGLA: NATUREZA JURÍDICA: NORMA DE CRIAÇÃO: REGIMENTO INTERNO:

Leia mais

DECRETO Nº - 8.614, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2015

DECRETO Nº - 8.614, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2015 DECRETO Nº - 8.614, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2015 Regulamenta a Lei Complementar nº 121, de 9 de fevereiro de 2006, para instituir a Política Nacional de Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas e para

Leia mais

Página 1 de 5 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 02/2002 Aprova o Regimento Interno da Coordenação de Controle Interno da UFPB. Legislação correlata:

Leia mais

Agências de Fomento e o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à LD/FT. Departamento

Agências de Fomento e o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à LD/FT. Departamento Agências de Fomento e o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à LD/FT Departamento Gerson Romantini Salvador, 07 de Outubro de 2011 Agenda 1. Conceitos essenciais 2. Lei brasileira de combate à LD/FT

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO Unidade Auditada: UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO Município - UF: Recife - PE Relatório nº: 201315715

Leia mais

Prefeitura Municipal de Campinas

Prefeitura Municipal de Campinas Prefeitura Municipal de Campinas Criada pelo Decreto Municipal nº 17.301 de 29 de março de 2011 Estrutura: Coordenadoria Setorial Administrativo e de Expediente Departamento de Controle Preventivo Coordenadoria

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 16/07/2014 11:10:14 Endereço IP: 200.139.16.10 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

CLEUSA REGINA HALFEN Presidente do TRT da 4ª Região/RS

CLEUSA REGINA HALFEN Presidente do TRT da 4ª Região/RS 1624/2014 Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região 2 A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições, e considerando o que consta no PA nº 0008096-80.2014.5.04.0000,

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Recursos Humanos Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais Coordenação Geral de Elaboração, Sistematização e Aplicação das Normas NOTA

Leia mais

2ª Fase - Assuntos Financeiro 1995 a 2012. Assunto: Lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo

2ª Fase - Assuntos Financeiro 1995 a 2012. Assunto: Lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo 2ª Fase - Assuntos Financeiro 1995 a 2012 Assunto: Lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo I ata: Criação da Comissão do Sistema Financeiro Anexos Cronograma de trabalho das comissões - Tarefas

Leia mais

FUNDO GARANTIDOR DE PARCERIAS PUBLICO- PRIVADAS

FUNDO GARANTIDOR DE PARCERIAS PUBLICO- PRIVADAS Unidade Auditada: FUNDO GARANTIDOR DE PARCERIAS PUBLICO- PRIVADAS Exercício: 2012 Processo: 00190.008390/2013-07 Município: Brasília - DF Relatório nº: 201306079 UCI Executora: SFC/DEFAZ - Coordenação-Geral

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO CNPJ: 18.602.037/0001-55 Insc. Est. Isento São Gotardo Minas Gerais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO CNPJ: 18.602.037/0001-55 Insc. Est. Isento São Gotardo Minas Gerais LEI COMPLEMENTAR Nº.132, DE 02 DE MARÇO DE 2015. Dispõe sobre a criação e extinção de cargos em comissão de livre provimento e exoneração sem aumento da despesa e dá outras providências. O povo do Município

Leia mais

Artigo 3º São objetivos secundários da FEPE:

Artigo 3º São objetivos secundários da FEPE: 1 REGIMENTO DA FAZENDA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO-FEPE ELABORADO DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO UNESP-59, DE 14-11-2008, RESOLUÇÃO UNESP-40, DE 11-10-2011 E PORTARIA UNESP-469, DE 25-7- 2012 Do Conceito

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 27/05/2016 11:27:56 Endereço IP: 200.139.21.10 Designação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I 1 REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA Título I Das Disposições Gerais Capítulo I Dos Objetivos e da Estruturação Geral do Serviço de Psicologia Art. 1º - O Serviço de Psicologia é parte

Leia mais

Regimento dos Campi da. Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR

Regimento dos Campi da. Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Regimento dos Campi da Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Deliberação nº 10/2009

Leia mais

EDUCAÇÃO COM QUALIDADE CONTRIBUI PARA UMA SOCIEDADE MELHOR

EDUCAÇÃO COM QUALIDADE CONTRIBUI PARA UMA SOCIEDADE MELHOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA Subsecretaria de Assuntos Administrativos M E C EDUCAÇÃO COM QUALIDADE CONTRIBUI PARA UMA SOCIEDADE MELHOR BOLETIM DE SERVIÇO Nº 30/2012 SUPLEMENTO EDITADO,

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE GOIÁS

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE GOIÁS 1 RESOLUÇÃO NORMATI VA N.º 0 0 6 / 2 0 0 1 O Tribunal de Contas do Estado de Goiás, considerando as atribuições estabelecidas pela Constituição Estadual em seu artigo 26, o disposto no inciso XII do art.

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 425/2003 (Revogada pela Resolução nº 522/2007)

RESOLUÇÃO Nº 425/2003 (Revogada pela Resolução nº 522/2007) Publicação: 29/08/03 RESOLUÇÃO Nº 425/2003 (Revogada pela Resolução nº 522/2007) Cria a Superintendência da Gestão de Recursos Humanos, estabelece seu Regulamento e dá outras providências. A CORTE SUPERIOR

Leia mais

Esfera: 10 Função: 06 - Segurança Pública Subfunção: 422 - Direitos Individuais, Coletivos e Difusos UO: 30101 - Ministério da Justiça

Esfera: 10 Função: 06 - Segurança Pública Subfunção: 422 - Direitos Individuais, Coletivos e Difusos UO: 30101 - Ministério da Justiça Programa 0698 Gestão e Apoio Institucional na Área da Justiça Numero de Ações 8 Ações Orçamentárias 1B30 do Plano Nacional de Combate à Pirataria Produto: Ação implementada Esfera: 10 Função: 06 - Segurança

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.613, DE 3 DE MARÇO DE 1998. Dispõe sobre os crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização

Leia mais

LEI DELEGADA Nº 15, DE 18 DE MARÇO DE 2003.

LEI DELEGADA Nº 15, DE 18 DE MARÇO DE 2003. ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR LEI DELEGADA Nº 15, DE 18 DE MARÇO DE 2003. DISPÕE SOBRE A ESTRUTURA DA CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO CGE, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS

Leia mais

9.6. Política de segurança para Usuários(PSU)... 14 9.7. Questionários de Segurança da Informação... 14 10. CONCLUSÃO... 14

9.6. Política de segurança para Usuários(PSU)... 14 9.7. Questionários de Segurança da Informação... 14 10. CONCLUSÃO... 14 ANEXO I PSI Índice 1. FINALIDADE... 4 2. ABRANGÊNCIA... 4 3. FREQUÊNCIA DE REVISÃO... 4 4. PORTAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 4 5. TERMOS E DEFINIÇÕES... 4 5.1. Segurança da Informação... 4 5.2. Confidencialidade...

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31144 de 08/04/2008

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31144 de 08/04/2008 DIÁRIO OFICIAL Nº. 311 de 08/0/008 GABINETE DA GOVERNADORA L E I Nº 7.030, DE 30 DE JULHO DE 007* Cria o Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará - IDESP, e dá outras providências.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 696 DE 2 DE OUTUBRO DE 2015. Produzindo efeitos Extingue e transforma cargos públicos e altera a Lei n o 10.683,

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSUNI) N.º 03/2011

RESOLUÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSUNI) N.º 03/2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS RESOLUÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSUNI) N.º 03/2011 Dispõe sobre as normas gerais para a celebração de contratos ou convênios da Universidade

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015 RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015 Ementa: Estabelece requisitos a serem observados para obtenção de apoio financeiro e/ou institucional junto ao CRMV-RJ. O - CRMV-RJ, no uso das atribuições que lhe são conferidas

Leia mais

PLANO PLURIANUAL 2016-2018

PLANO PLURIANUAL 2016-2018 FUNÇÃO - Ser órgão de excelência, com reconhecimento social, que valoriza as profissões de enfermagem. Programa 01 - Implementar o Projeto Estratégico Setorial do Departamento de Fiscalização DEFIS. Área

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA: Auditoria de Gestão EXERCÍCIO: 2010 PROCESSO: 00190-015345/2011-39

Leia mais

- REGIMENTO INTERNO - Secretaria de Cultura

- REGIMENTO INTERNO - Secretaria de Cultura - REGIMENTO INTERNO - Secretaria de Cultura Leis nº 6.529/05 e nº 6.551/06, Decreto nº 12.633/06, nº 14.770/10, nº 15.416/12 e nº 15.486/12 I - Secretaria Executiva: - auxiliar e assessorar o Secretário

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.461. 1º As políticas de que trata o caput devem: VI - receber ampla divulgação interna.

CIRCULAR Nº 3.461. 1º As políticas de que trata o caput devem: VI - receber ampla divulgação interna. CIRCULAR Nº 3.461 Consolida as regras sobre os procedimentos a serem adotados na prevenção e combate às atividades relacionadas com os crimes previstos na Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998. A Diretoria

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 11/06/2014 13:47:32 Endereço IP: 200.253.113.2 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

PORTARIA N.º 249, DO DIA 13 DE FEVEREIRO DE 2014

PORTARIA N.º 249, DO DIA 13 DE FEVEREIRO DE 2014 PODER JUDICIÁRIO. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RORAIMA Seção de Biblioteca "Amazônia, patrimônio dos brasileiros" Este texto não substitui o original publicado no DJE PORTARIA N.º 249, DO DIA 13 DE

Leia mais

DECRETO Nº 45.741, de 22 de setembro de 2011

DECRETO Nº 45.741, de 22 de setembro de 2011 DECRETO Nº 45.741, de 22 de setembro de 2011 Contém o Regulamento do Instituto de Previdência dos Servidores Militares do Estado de Minas Gerais. O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição

Leia mais

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 23/01/2012

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 23/01/2012 Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 23/01/2012 LEI Nº 890 DE 23 DE JANEIRO DE 2013 Dispõe sobre a criação da Secretaria de Estado da Cultura (SECULT); altera dispositivos

Leia mais

Minuta de nova Resolução para o setor de fomento mercantil

Minuta de nova Resolução para o setor de fomento mercantil Minuta de nova Resolução para o setor de fomento mercantil Minuta de Resolução a ser expedida pelo COAF para o setor de fomento mercantil, em substituição às Resoluções nº 13, de 30.9.2005, e nº 20, de

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO SERVIÇO DE CONTROLE INTERNO PLANO DE AUDITORIA DE LONGO PRAZO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO SERVIÇO DE CONTROLE INTERNO PLANO DE AUDITORIA DE LONGO PRAZO PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO SERVIÇO DE CONTROLE INTERNO PLANO DE AUDITORIA DE LONGO PRAZO PARA O PERÍODO DE 2014 A 2017 NOVEMBRO - 2013 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA RUI VALDIR OTTO BRIZOLARA, Prefeito Municipal de Morro Redondo, Estado do Rio

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 008, DE 6 DE MARÇO DE 2012. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições

Leia mais

GOVERNANÇA DE TI: Um desafio para a Auditoria Interna. COSME LEANDRO DO PATROCÍNIO Banco Central do Brasil

GOVERNANÇA DE TI: Um desafio para a Auditoria Interna. COSME LEANDRO DO PATROCÍNIO Banco Central do Brasil GOVERNANÇA DE TI: Um desafio para a Auditoria Interna COSME LEANDRO DO PATROCÍNIO Banco Central do Brasil Programação da Apresentação Evolução da Auditoria Interna de TI no Banco Central; Governança de

Leia mais

Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ, FAÇO saber que o Poder Legislativo decreta

Leia mais

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo DECIC/GABIN JUNHO/2007

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo DECIC/GABIN JUNHO/2007 A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo DECIC/GABIN JUNHO/2007 ÁREA DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL DESUP: Supervisão

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES Classificação das Informações 5/5/2015 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ]

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Reitoria. Proposta de Política de Segurança da Informação e Comunicações da UTFPR

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Reitoria. Proposta de Política de Segurança da Informação e Comunicações da UTFPR Proposta de Política de Segurança da Informação e Comunicações da UTF Trata da gestão da segurança da informação, no âmbito da UTF, considerando o disposto na Norma Complementar nº 03/IN01/DSIC/GSI/, de

Leia mais