UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANH~~O Fundação Instituída nos temos da Lei de São Luís - Maranhão

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANH~~O Fundação Instituída nos temos da Lei de RESOLUÇÃO No 492/ONSEPE, de 18 de setembro de 2006 Aprova o Projeto Pedagógiclo do Curso de Graduação em Engenharia de Alimentos e dá outras providihcias. O Reitor da Universidade Federal do Maranhão, na qualidade de PRESIDENTE DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSAOI, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais; Considerando a Resolução CNE/CES no 11, de 11 de março de 2002, que estabelece as Diretrizes Cumculares Nacionais do Curso de Graduw em Engenharia; Considerando a Resolução no 83/CONSUN, de 02 de dezembro de 2005, que cria a Unidade Acadêmica denominada Centro de Ciências Socieus, Saúde e Tecnologia, integrando cursos de graduação entre os quais Engenharia de Alimentos; Considerando finalmente, o que consta do Processo no , R E S O L V E ad referendum deste Conselho: Art. 1" Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação eni Engenharia de Alimentos, vinculado ao Centro de Ciências Sociais, Saúde 1: Tecnologia, no Carnpus Universitário 11, situado na cidade de Imperatriz, Estado do Maranhão. Art. 2" O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia dr Alimentos constitui-se num instrumento que norteia o processo de formação acadêmica com conhecimentos técnico-científicos requeridos para o exercício das competências e habilidades do profissional.

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÁ~o Fundação Lnstituídanos temos da Lei de 21/10/1966 Art. 3" O Curso de Engaihha de Alimentos tem como objetivo a formaqão acadêmica do aluno pautada no desenvolvimento das seguintes competências e habilidades: I-Utilizar conhecimentos matemáticos, científicos, tecna~lógicos e instrumentais nas práticas profissionais de processos de transformação de alimentos; II-Conceber, projetar e reãlizar experimentos na área de alimentos, analisando e interpretando resultados; III-Gerar tecnologias de processamento de alimentos adaptados ao contexto produtivo regional; IV-Elaborar estudos, diagnósticos e projetos relativos a instalações industriais, linhas de pxocessamento e equipamentos para a industrialização das matérias-primas alimentícias de origem vegetal e animal; V-Avaliar o impacto das atividades da Engenharia de Alimentos no contexto social e ambiental; VI-Coordenar, projetar, desenvolver, analisar e avaliar os processos de transformação, preservação, armazenamento, transporte e comercialização de produtos alimentícios e seus derivados; VII-Gerenciar, supervisionar e avaliar as instalações fabris e empresariais; VIII-Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; IX-Atuar em equipes multidisciplinares e em grupo; X-Assumir a postura de permanente busca de atualização pro:líssional. Art. 4" perfil: O Curso de Engenharia de Alimentos, com base em sua concepção, finalidade e objetivos, deverá formar o profissional com o seguinte I- Formação generalista, humanista, reflexiva, ética e gerencial; II-Capacitado a conceber, gerar e avaliar tecnologias;

3 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundaçgo Instituída nos termos da Lei de 21/10/ Com atuação critica e criativa na identificzução e resolução de problemas regionais, nacionais e internacionais, considerando os aspectos políticos, econôrnicos, sociais, ambientais e culturais causados pelos impactos ao meio ambiente e ao homem em atendimento às demandas da sociedade; IV-Compromisso com as políticas de valorização e de desenvolvimento do profissional. Art. 5" O Curso de Engenharia de Alimentos funcionará em tempo integral, turno diurno, regime semestral, sistema de créditos, com 80 (oitenta) vagas, ofertadas anualmente através de processos seletivos. Art. 6" Para a integralização curricular do curso deverão ser obse:rvados os prazos, tempo médio em IO(dez) semestres e o máximo em 14 (quatorze) semestres letivos. Art. 7" A carga horária do Curso de Engenharia de Alimentos é de (quatro mil e sessenta e cinco) horas, equivalente a 236 (duzentos e trinta e seis) créditos, distribuídos em: (três mil seiscentas e trinta) horas em disciplinas teórico-praticas, 315 (trezentas e quinze) horas de Estágio Cumcular e 120 (cento e vinte) horas em atividades complementares. Art. 8" A estrutura curricular do Curso de Engenharia de Alirrientos está articulada em tomo de núcleo de conteúdos determinados pela Resolução CNEICES no 11, de 11 de março de 2002, assim distribuídos:

4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO WRANHÃO Fundw instituida nos termos da Lei de NUCLEO DE CONTEUDOS BASICOS TÓPICOS Administração Ciência e Tecnologia dos Materiais Ciências do Ambiente Comunicação e Expressão Economia Eletricidade Aplicada DISCIPLINAS Administração Industrial Tecnologias de Acondicionamento e Embalagem para Alimentos Ecologia Rdação Técnica Programação econômica e financeira Eletrotécnica I kxpressão ~ráfica besenho Técnico uara Engenharia de alimentos kenômenos de Trans~orte!Fenômenos de Transferência Física humanidades, Ciências Sociais e Cidadania Informática Fisica I; Fisica Exp. I; Fisica 111; Fisica Exp. 111; -1 Fisica IV; Fisica Exp. IV; Mecânica dos Fluidos História da Engenharia de Alimentos e Sociologia CO~D utacão T~PICOS Estratégia e Organização Físico-química Métodos Numéricos Microbiologia Operações Unitárias Química Analítica Química Orgânica DISCIPLINAS Estratégia e Organização Físico-Química I Físico-Química I1 Cáiculo Numérico Fundamentos da Biologia Celular Operações Unitárias I Operações Unitanas li Operações Unitanas iil Química Analítica Química Orgânica TOTAL L 675 ~

5 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei de 21/10/1966 São Luis - MaranhãD NUCLEO DE CONTEUDOS ESPECIFICOS T~PICOS DISCIP~ AS 75 6 O O rocesso de Fabricação dústria de Beneficiarnento de Leite e Ovos Estágios Monomafia Pescados Disci~iinas Eletivas EsWo Supervisionado Trabaiho de Conclusão de Curso (TCC) Art. 9" O percentual da carga horária total do Curso de Engenharia de Alimentos está distribuida por Núcleo de Conteúdos e Atividades Complementares discriminado no quadro abaixo: 1 CH 1 CREDITOS I P~GZZ~ Conteúdos Básicos Conteúdos Profissionalizantes Conteúdos Especificas Atividades Complementares

6 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃCI Fundação instituída nos termos da Lei de Art. 10 A distribuição das disciplinas por periodo, o ementário, referências bibliográficas e outros componentes curriculares estão detallhados no Projeto Pedagbgico do Curso. Art. 11 Ao aluno do Curso de Engenharia de Alimentos sera'exigido o cumprimento da carga horária de 120 (cento e vinte) horas, 08 (oito) créditos em Atividades Acadêmicas Complementares (ACC), agregando a sua formação profissional conteúdos teóricos e vivências em processos interventivos e investigativos, obedecendo aos parâmetros de pontuação definidos em Normas Complemenitares do Colegiado do Curso. Art. 12 A operacionalizaqão do Estágio Supervisionado obedecerá Normas legislação vigente. Complementares do Colegiado do Curso, em consonânciíi com a Art. 13 O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deve se constituir em atividade obrigatória como requisito de graduação, nos termos das Normas Complementares do Colegiado do Curso e das legislações vigentes. Art. 14 Será exigido do aluno o cumprimento de 02 (duas) disciplinas eletivas, carga horária de 120 (cento e vinte) horas, 08 (oito) créditos, escolhidas dentre as enumeradas no rol das respectivas disciplinas. Art. 15 A avaliação do aluno devera basear-se nas competências, habilidades e conteúdos curriculares, utilizando metodologias e critérios para acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem e do próprio curso, em consonância com as legislações do sistema nacional de avaliação. Art. 16 A Coordenação do Curso ficara a cargo do Coordenatdor e do Colegiado, da forma disciplinada no Regimento da Universidade

7 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei de Art. 17 Os programas das disciplinas deverão ser estruturados a1 partir das ementas, entendidas como síntese dos conteúdos necessários a cada unidade, não cabendo interpretá-las como programas de atividades acadêmicas. Art. 18 Saúde e Tecnologia. Os casos omissos serão resolvidos pela Pró-Reitoria de Ensino ouvidos o Colegiado do Curso e o Conselho de Centro de Ciênci'as Sociais, Art. 19 A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicaçiio. Dê-se ciência Publique-se. Cumpra-se. São Luís. 18 de setembro de 2006

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