ESVAZIAMENTO DE POPULAÇÃO JOVEM NO MUNICÍPIO DE CORUMBATAÍ DO SUL PR

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1 ESVAZIAMENTO DE POPULAÇÃO JOVEM NO MUNICÍPIO DE CORUMBATAÍ DO SUL PR Jaqueline T. Gouveia, (IC),UNESPAR/FECILCAM, Fábio Rodrigues da Costa, (OR), UNESPAR/FECILCAM, INTRODUÇÃO O esvaziamento populacional é um problema recorrente no estado do Paraná. No período entre os censos de 2000 e 2010 ocorreu perda de população em 186 dos 399 municípios, ou seja, 46,6% do total. Com relação aos municípios com até cinco mil habitantes, faixa que está Corumbataí do Sul, 65 de um total de 98 possuem crescimento geométrico da população negativo, o que equivale a 66,3% do total (IBGE, 2012). Os números apresentados indicam uma questão complexa. O objetivo da pesquisa é estudar o processo de mobilidade da população jovem de Corumbataí do Sul em direção aos centros urbanos dinâmicos e sua relação com a econômica local. Desta forma, buscamos através de dados qualitativos e quantitativos obtidos através de levantamentos bibliográficos e de entrevistas in loco, identificar as possíveis causas da saída da população jovem. Foi definida como população jovem para a realização da pesquisa a faixa etária entre 15 a 29 anos. Na organização da pesquisa a primeira parte é a presente introdução, na segunda parte apresentamos a fundamentação teórica referente ao processo de modernização da agricultura e sua influencia no êxodo rural, na terceira parte a metodologia utilizada e na quarta os resultados obtidos com os trabalhos de campo. As respostas revelaram que a baixa renda e a dificuldade em obter emprego estão entre os principais fatores da mobilidade de jovens. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA No século XX ocorreram a Revolução Tecnológica e a Revolução Verde, estas trouxeram novas técnicas para a agricultura como à utilização de tratores, colheitadeiras e agrotóxicos de última geração, o processo ocasionou a substituição do homem pela máquina no campo. Anteriormente a modernização da agricultura inúmeras pessoas realizavam trabalho braçal, principalmente no interior do Paraná, que dispunha de abundante mão de obra no período conhecido como ciclo do café. No período posterior a Segunda Guerra Mundial o Paraná passou a ser considerado o maior produtor brasileiro do grão. O cultivo do café também chegou em Corumbataí do Sul:

2 Assim, houve um processo de territorialização em Corumbataí do Sul por parte dos produtores (cafeicultores) colonizadores, pouco antes da década de 1960, e a desterritorialização desses sujeitos nos primórdios da década de 1970, ocasionada pela mecanização no campo. Cita-se também que ocorreu uma reterritorialização neste território devido à implantação de novas culturas, como a soja e o trigo, fato este que resultou no desaparecimento de grande parte das pequenas propriedades rurais e em uma diminuição da população rural. Desreterritorialização resultantes principalmente das relações de poder entre o Estado e os produtores rurais. (ANDRADE, 2009, p.4). A modernização no campo ocasionou a desterritorialização e a reterritorialização a partir das seguintes culturas: soja, trigo e milho nas médias propriedades e posteriormente o maracujá em pequenas propriedades. O movo modelo tecnológico desarticulou a forma de produção e estimulou o êxodo rural. Corumbataí do Sul (figura 1) pertence à região da COMCAM (Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão) na Mesorregião Centro Ocidental Paranaense e possui como referência as coordenadas de 24º de latitude sul e 52º de longitude oeste, a altitude é de 601 m. Limita-se com os municípios de Campo Mourão, Barboza Ferraz, Luiziana, e Peabiru. Apresenta uma área de 164,442 km². Possui Índice de Desenvolvimento Humano - IDH de 0,638, sendo um dos mais baixos da região, com uma alta taxa de pobreza de 48,60%. (IPARDES, 2013). O nome do município vem de origem Tupi, significando pequeno lugar distante e faz referência ao rio Corumbataí que corta o município. Antes da ocupação era habitado por indígenas Botocudos entre outras tribos. A partir da década de 1970 o município sofreu grande perda de população, principalmente de jovens que se vêem obrigados a saírem da cidade e migrar em busca de uma vida melhor, pois o município não vem oferecendo suportes para lidar com a demanda de emprego e educação de nível superior que os jovens necessitam. Quando nos deparamos com o desemprego, as taxas de migração são mais elevadas que as taxas de empregos ofertados. (ANDRADE, 2004).

3 Figura 01 Localização de Corumbataí do Sul Fonte: Organizado por Costa (2012) Para compreender este processo é necessário saber o significado do termo migração, segundo Milone (1986) migração é uma forma de mobilidade espacial que se observa entre uma e outra unidade geográfica e que envolve permanente mudança de residência. É exatamente este processo que vem ocorrendo no município, no qual as pessoas estão mudando em busca de melhor condição vida, principalmente os jovens; visto também que o trabalho rural não comporta mais os anseios da maioria desses jovens. Sobre a mobilidade da população, conforme Rocha (1998):

4 [...] o fenômeno de mobilidade apresenta singularidades importantes, fruto da história de vida de cada pessoa. Mas também existem processos determinantes da mobilidade que apresentam uma maior abrangência, ou seja, dizem respeito a muitos indivíduos, dizem respeito a processos sociais, por exemplo: o êxodo rural, as grandes secas, etc. (ROCHA, 1998, p. 9). É possível definir como causa permanente das migrações a pressão demográfica, fruto de um rendimento na área de origem, cujo aumento não acompanha o da população (DAMIANI, 1991, p. 62). Percebe-se que os problemas vão além do desemprego, como défict de habitação, serviços de saúde, transportes, etc. fazem com que a população saia do local que vive em busca de novas condições de vida. Antes a migração era vista como uma forma de contribuição econômica positiva, pois a mãode-obra excedente na agricultura era encaminhada para o setor urbano. Atualmente é avaliada como uma problemática quando depara-se com o desemprego, à medida que a migração é mais elevada que as ofertas de trabalho local. A população ativa atual são os que mais migram em busca de melhores condições de vida. Geralmente os municípios de pequeno porte possuem as maiores taxas de evasão populacional; já nas cidades consideradas dinâmicas economicamente as taxas de crescimento populacional são positivas. A mobilidade é considerada forçada, pois é algo decorrente da luta das classes pela sobrevivência, originário do próprio sistema capitalista. (GAUDEMAR, 1977). PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Para o desenvolvimento da pesquisa foram seguidos os seguintes procedimentos metodológicos a partir das investigações qualitativas e quantitativas. 1 Passo: Realizar revisão da literatura existente sobre a temática proposta através do estudo de livros, artigos científicos, dissertações de mestrado, trabalhos acadêmicos, etc. 2 Passo: Obtenção de dados indiretos sobre população (população total, população rural, população urbana, IDH, taxa de pobreza), junto ao IBGE. Também serão verificados dados disponibilizados pelos censos demográficos realizados em 1970, 1980, 1991, 2000 e 2010, com a finalidade de estudar o processo de esvaziamento populacional. 3 Passo: Realização de entrevistas semi-estruturadas com a população jovem, ou com familiares dos mesmos com o objetivo de compreender os motivos da mobilidade dos jovens. RESULTADOS E DISCUSSÕES

5 O município de Corumbataí do Sul apresentou significativa redução no número de habitantes a partir da modernização da agricultura. Em 1970 a população total era de habitantes, sendo a população urbana de 609 habitantes. Em 1980 a população total passou para 8.849, a urbana cresceu para habitantes e a população rural caiu para habitantes. No período a população começou a deixar o campo em direção a cidade. O processo de esvaziamento populacional continua nas próximas décadas sendo que o censo de 1991 contabilizou habitantes (1.762 urbana e rural). Em 2000 a população total caiu para habitantes e o censo de 2010 contou um total de habitantes, sendo urbanos e rurais (gráfico 01). Gráfico 01: População urbana e rural de Corumbataí do sul dos anos de População urbana População rural Total Fonte: IBGE (2012) ORG. por: GOUVEIA (2012) O censo de 2010 mostrou que o município ainda mantém uma significativa base agrícola e o setor primário é a principal fonte econômica. Em razão da nova dinâmica posta em prática no campo os agricultores familiares tiveram que diversificar sua produção para sobreviver recebendo apoio da APROCOR (Associação de Produtores de Corumbataí do Sul PR) e da COAPROCOR (Cooperativa Agroindustrial dos Produtores de Corumbataí do Sul). Atualmente uma cultura de destaque é a do maracujá com um rendimento médio de (kg/ha) em 150 alqueires plantados (IPARDES, 2012) fazendo do município a capital paranaense do maracujá. A cultura cafeeira ainda continua, porém em menor escala se comparado a década de Outros cultivos presentes são o trigo, o milho, a soja e outras culturas frutíferas. Na pesquisa focalizamos o estudo na população jovem com idade entre 15 a 29 anos que foram divididos em três grupos: 15 a 19 anos, 20 a 24 anos e de 25 a 29 anos. A população masculina de 15 a 19 anos foi de 192 habitantes, a feminina apresentou o mesmo valor. (IBGE, 2013). Esta é a

6 fase em que os jovens ainda se encontram no município procurando terminar os estudos (ensino fundamental e médio) e encontrar um emprego. Quando isso não ocorre começam a procurar cidades dinâmicas onde possam continuar os estudos ou conseguir um trabalho.. Para COLAVITE (2010, p.5) [...] esta ausência de auto-suficiência econômica em um município gera inúmeros problemas de ordem social, dentre eles a maciça saída de jovens que buscam em outras localidades oportunidade de empregos. A faixa etária entre 20 a 24 anos contou com 138 homens e 119 mulheres. Nesta fase notamos um declínio que pode ser explicado se levarmos em consideração que é nesta fase que os jovens buscam independência financeira e começam a deixar o município pela falta de oportunidade de trabalho, o mesmo ocorre com maior intensidade na faixa etária dos 25 aos 29 anos, especialmente com os homens que somaram 121 habitantes e em menor intensidade com as mulheres. Os dados estão disponíveis na tabela 1. Tabela 1 População jovem em Corumbataí do Sul Faixa Etária Pop. Masculina Pop. Feminina Pop. Total 15 a 19 anos a 24 anos a 29 anos Fonte: IBGE (2010) As entrevistas foram divididas em dois grupos. O primeiro se refere aos moradores do município tanto da área rural como urbana e o segundo jovens que se mudaram e devido ao feriado de fim de ano compareceram no município para visitar a família. Sobre as entrevistas com os moradores a média de anos que vivem em Corumbataí do Sul foi de 33,9 anos, sendo 18 anos o menor tempo de residência e 50 anos o maior. Quando perguntado o que falta no município a principal resposta foi emprego, evidenciando que a oferta de trabalho é uma das lacunas existentes. Na sequência veio a falta de incentivos para a agricultura, especialmente para a agricultura familiar, visto que a população que vive no campo em pequenas propriedades é significativa no município. Com menor expressão, porém não menos importante, investimentos, mais cuidados, saúde e indústrias. Os dados estão disponíveis no gráfico 2. Gráfico 2 - O que falta no município?

7 Uma das possibilidades para melhorar as condições econômicas no município é o investimento e apoio a agricultura, pois o município é basicamente agrícola. A agroindustrialização dos produtos no próprio município, como tem sido feito com o maracujá, que está sendo despolpado e industrializado é um exemplo que está dando certo. Assim, é necessário ampliar a iniciativa com outras frutas, com o leite e o café. As atividades possibilitam aumentar os empregos e a renda, considerado o principal problema. No gráfico 3 percebemos que ao perguntar para os moradores se existe alguém da sua família que se mudou para outra cidade por falta de oportunidade 95% responderam que sim contra apenas 5% que disseram não. A maior concentração da mobilidade é para a cidade de Curitiba com 56% das respostas. Curitiba por ser a capital do estado e vivenciar um ciclo de crescimento econômico vem atraindo população do interior desde a década de 1970, com intensificação da mobilidade a partir de Na sequência estão as cidades de Campo Mourão com 12%, e Cianorte, Maringá, Colombo e São Paulo com 8%. Quando perguntado aos moradores (gráfico 5) quais foram os motivos da mudança, 57% foram enfáticos e responderam a falta de trabalho, seguido por melhores condições de vida com 21%, falta de oportunidades com 15,8% e por fim o casamento com 5,3%. As respostas deixaram claro que a falta de emprego e de oportunidades são os principais motivos para a mobilidade. Gráfico 3 - Existe alguma pessoa da sua família que se mudou falta de oportunidade?

8 Porcentagem Sim Não Gráfico 4 - Cidades para onde os moradores mudaram Gráfico 5 Quais foram os motivos da mudança?

9 Gráfico 6 Existe oportunidade de trabalho para os jovens no município? No gráfico 6 foi destacado a questão se existe oportunidade de trabalho para os jovens no município e dentre as respostas citadas com 58% não, poucas 42% e sim com 5%. Na opinião dos moradores são restritas as oportunidades oferecidas aos jovens. O gráfico 7 evidenciou que são diversas as sugestões para melhorar as condições de vida no município como: geração de empregos com 28%, incentivo com 20%, empresas com 16%, indústrias com 12% e empatados com 4% estão saúde, educação, qualificação, associação de produtores, agroindustrialização e atender bem a população. Gráfico 7 O que pode ser feito para melhorar as condições de vida no município?

10 A última questão do grupo 1 (entrevistas com a população que reside em Corumbataí do Sul), diponivel no gráfico 8 revelou que 75% dos moradores não sentem vontade de se mudar para outro lugar, os motivos citados foram: costume (42,9%), gosta do local (35,7), tem emprego (14,3%), não gosta de cidade grande (7,1%). Já os que responderam sim ressaltaram como principais motivos os salários (50%), a família (16,7%) e melhorar de vida (33,3). No grupo de entrevistas com pessoas que migraram do município foi observado que a média de idade dos intrevistados é 26 anos, e estes já moram em uma nova cidade à cerca de 6 ou 7 anos. Os dados do gráfico 9 mostram que a principal problemática verificada no município é a falta de trabalho com 78,6%, em segundo a falta de indústrias com 14,3% e em terceiro os limitados e insuficientes investimentos com 7,1%. Foi indicado no gráfico 10 que 80% dos jovens entrevistados deixaram o município para procurar emprego, e os outros 20% devido ao fato de terem se casado.

11 Gráfico 8 Tem vontade de se mudar para outro lugar? Gráfico 9 O que falta no município? Gráfico 10 Por que você deixou o município?

12 As opniões dos jovens entrevistados sobre o que pode ser feito para melhorar as condições de vida no município estão no gráfico 11. A geração de empregos apareceu com 30% das respostas, investir na agricultura com 25%, e 10% para saúde, educação e trazer indústrias, com 5% aparece apoio dos governantes, transporte e infraestrutura. Gráfico 11 O que pode ser feito para melhorar as condições de vida no município? Na última questão do grupo 2, disponivel no gráfico 12, a maioria dos jovens afirmou que sente vontade de retornar ao município e fixar residência 53,3%. Os que não pensam em retornar somaram 46,7%. Gráfico 12 - Sente vontade de retornar ao município e fixar residência? Os que responderam sim apontaram como motivos os pais (85,7%), ou seja desejam morar perto da família, outro motivo foi que o município é um lugar tranquilo para se viver (12,5%). Os que

13 disceram não (33,3%) alegaram que já se acostumaram com a cidades onde estão apontaram também que há dificuldades no município de origem com 66,7% das respostas. morando e CONSIDERAÇÕES FINAIS Nota-se através da pesquisa desenvolvida que Corumbataí do Sul, como outros municípios periféricos, possui uma considerável perda de população com o passar dos anos. Sem condições de se desenvolver econômicamente, o município conta com verbas federais como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) que em 2007 segundo o IBGE (2009) teve recebimento de quatro milhões de reais. No trabalho foi possível verificar que a mobilidade de jovens para outras cidades dinâmicas é mais intensa a partir dos 20 anos e o motivo principal foi a falta de oportunidades para trabalho. O esvaziamento populacional ocorre desde a década de 1970 e continua sendo um problema na atualidade, como demostrou o censo de Os jovens são a percela da população mais exposta a mobilidade, pois são restritas as possibilidades de qualificação profissional e de trabalho no município de Corumbataí do Sul. Mais de 50% dos jovens entrevistados alegaram que querem voltar para o município, porém afirmaram que a falta de oportunidades é o maior obstaculo. A atuação do governo estadual e municípal como indutores do desenvolvimento é fundamental para dinamizar a economia local e oferecer oportunidades para que a população decida se deseja ficar ou partir, sem que a mobilidade seja obrigatória. REFERÊNCIAS ANDRADE, Aúrea Andrade Viana de; O processo de (des-re) territorialização no espaço rural de Corumbataí do Sul PR. Campo mourão: UNESPAR, COLAVITE, Ana Paula; Papel da Aprocor na inserção de Corumbataí do Sul na rede urbana de produção da fruticultura e olericultura. Disponível em: <http://www.fecilcam.br/nupem/anais_v_epct/pdf/ciencias_exatas/07_colavite_passos.pdf>. Acesso em 20/08/2013. COSTA, Fábio Rodrigues da; ROCHA, Márcio Mendes. Estudo sobre os municípios periféricos na Mesorregião Centro Ocidental Paranaense. Revista Geografia (Londrina), v. 18, n Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/geografia/article/view/2482/3301>. Acesso em 12/04/2010. COSTA, Fábio Rodrigues da; ROCHA, Márcio Mendes. Reflexões Preliminares sobre a Constituição de Centros de Economia Dinâmica e Municípios Periféricos no Estado do Paraná. Anais: V Simpósio Paranaense de Pós-Graduação e pesquisa em Geografia SIMPGEO. Curitiba: UFPR, DAMIANI, Amélia. População e geografia. São Paulo: Contexto, ENDLICH, Ângela Maria. Pensando os papeis e significados das pequenas cidades do Noroeste do Paraná. (Tese de doutorado). Unesp. Presidente Prudente, GAUDEMAR, Jean-Paul. Mobilidade do trabalho e acumulação do capital. Lisboa: Editora Estampa

14 George, Pierre. Geografia da população. Rio de Janeiro/São Paulo, DIFEL/ DIFUSÃO EDITORIAL S.A. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/indicadoresminimos/conceitos.sh tm > Acesso em 21/03/ IPARDES. Índice IPARDE de Desempenho Municipal. Curitiba, Disponível em: <http://www.ipardes.pr.gov.br/pdf/indices/ipdm/metodologia_indice_ipardes_2010.pdf>.acesso em 21/03/ MILONE, Paulo César. População, migração e desenvolvimento econômico: evidências do chão brasileiro. São Paulo, IPE/USP, NUNES, Isaias Barbosa. O Trabalho infantil na Revolução Industrial Inglesa:Uma contribuição ao trabalho docente na sétima série. IES, Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/ pdf >. Acesso em 11/12/2012. STECA, Lucinéia Cunha. História do Paraná; do século XVI à década de Londrina: Ed. UEL, 2008.

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