AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO"

Transcrição

1 AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO Marcella Scoczynski Ribeiro (UTFPR/UEPG) Matheus Safraid (UEPG) Resumo Este trabalho apresenta os benefícios sociais, tecnológicos e científicos através do uso de um controle de posição baseado em um transdutor óptico, para a automação do sistema de rotação da cúpula e abertura da trapeira de observatório astronômico, relatando um estudo de caso no observatório da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Palavras-chave: observatório; automação; controle. 1. Introdução A cúpula do observatório é o sistema responsável pela visualização do céu; no centro da cúpula há um telescópio astronômico, e, dependendo do ângulo e da região do céu que se pretende observar, a cúpula deve girar e posicionar a trapeira, que é uma superfície deslizante acionada por um outro motor, para que a mesma seja aberta e a região do céu escolhida possa tornar-se visível. O processo de rotação conta atualmente com um automatizador deslizante industrial, semelhante a um motor de garagem. Este motor é ligado e através do controle remoto a cúpula é rotacionada pelas roldanas. O processo de abertura da trapeira também conta com um outro motor. Este é acionado depois que a localização correta da trapeira é atingida. O problema consiste em que o processo de rotação da cúpula não é integrado com o telescópio, ou seja, o telescópio é controlado pelo micro-computador, através de um software, e posicionado de acordo com a região do céu que se pretende observar. Então, depois de posicionado o telescópio, é necessário acionar o controle remoto para girar a cúpula, e acompanhar para que a trapeira se posicione corretamente e possa ser aberta, respeitando as condições de visualização e captação das imagens através do telescópio. Geralmente não se consegue um posicionamento correto e exato da trapeira, gastando-se muito tempo para encontrar o melhor ponto. Para integrar o controle de posicionamento do telescópio com a cúpula do observatório da Universidade Estadual de Ponta Grossa, surge a necessidade de automatizar o processo de rotação desta, baseando-se nos parâmetros de controle do próprio telescópio. A automação se verifica sempre que novas técnicas de controle são introduzidas num processo. Pode-se dizer que automação é oferecer e gerenciar soluções (TROJAN, 2004), através de

2 técnicas por meio das quais se constroem sistemas ativos capazes de atuar com uma eficiência ótima pelo uso de informações recebidas do meio sobre o qual atuam. Neste trabalho, o motor responsável pela rotação da cúpula será controlado pelo micro-computador, assim como o telescópio, aumentando a confiabilidade das imagens adquiridas e a precisão da visualização, diminuindo o tempo desperdiçado no posicionamento da trapeira, contribuindo em projetos de pesquisas científicas e atraindo investimento tanto na comunidade científica e acadêmica como para a população de Ponta Grossa em geral, pois será um dos únicos observatórios brasileiros que possui seu telescópio e cúpula integrados com um micro-computador, possibilitando, futuramente, o acesso remoto, transformando o observatório astronômico em um observatório astronômico virtual. 2. Fundamentação Teórica 2.1. Motores No observatório existem dois motores, responsáveis pela rotação cúpula e pela abertura da trapeira, conforme mencionado na introdução deste trabalho. Os motores, aqui denominados motor de rotação e motor de abertura respectivamente, possuem suas especificações conforme tabelas 1 e 2 a seguir. Tabela 1: Especificação do motor de rotação Alimentação 220V monofásico ou 220V/380V trifásico Freqüência 60 Hz Potência 1 HP Rotação (RPM) 1750 RPM Proteção IP44 Lubrificação Graxa Coroa Bronze Velocidade (m/min) 15,00 Tempo de abertura (portão de 3m) 12 s Consumo por ciclo (24s) 0,0052 kw.h Fonte: Unisystem, Tabela 2: Especificação do motor de abertura Alimentação 220V trifásico Potência 1/6 HP Velocidade (m/min) 10,50 Tempo de abertura 17s Fonte: Unisystem, Cada motor possui uma central responsável pelo controle do motor. Esta central possui uma antena receptora de sinais na freqüência do infravermelho que, quando do acionamento do controle remoto, capta as ondas características ao seu comprimento de onda e aciona o respectivo motor. Para o sistema desenvolvido será trabalhado com o controle remoto de cada motor, visto que foi a solução viável encontrada. 2.2.Porta Paralela A porta paralela é uma interface de comunicação entre o computador e um periférico. - Transmissão unidirecional, a porta paralela SPP (Standard Parallel Port) pode chegar a uma taxa de transmissão de dados a 150KB/s. Comunica-se com a unidade

3 central de processamento utilizando um barramento de dados de 8 bits. Para a transmissão de dados entre periféricos são usados 4 bits por vez. - Transmissão bidirecional, a porta avançada EPP ( Enhanced Parallel Port ) chega a atingir uma taxa de transferência de 2 MB/s. Comunica-se com a unidade central de processamento utilizando um barramento de dados de 32 bits. Para a transmissão de dados entre periféricos são usado 8 bits por vez. O micro-computador nomeia as portas paralelas, chamando-as de LPT1, LPT2, LPT3 etc, conforme tabela 3, mas a porta física padrão do computador é a LPT1, e seus endereços são: 378h (para enviar um byte de dados pela porta), 378+1h (para receber um valor através da porta) e, 378+2h (para enviar dados) (MESSIAS-2006). Tabela 3 Portas Paralelas Nome da Porta Endereço de memória Endereço da Porta Descrição LPT1 0000: hexadecimal 888 decimal Endereço base LPT2 0000:040A 278 hexadecimal 632 decimal Endereço base Utilizando a porta paralela conectada à um periférico, os endereços terão nomes sugestivos, conforme tabela 4: Tabela 4 Registradores Nome Endereços LPT1 Endereços LPT2 Descrição Registro de Dados 378h 278h Envia um byte Registro de Status 379h 279h Ler o Status Registro de Controle 37Ah 27Ah Envia dados de controle O DB25 é um conector que fica na parte de trás do gabinete do computador, e é através deste que o cabo paralelo se conecta ao computador para poder enviar e receber dados. No DB25, um pino está em nível lógico 0 quando a tensão elétrica no mesmo está entre 0 à 0,4v. Um pino se encontra em nível lógico 1 quando a tensão elétrica no mesmo está acima de 3.1 e até 5v. A figura 1 mostra o conector padrão DB25 com 25 pinos. Figura 1 Conector DB25 e os registradores.

4 2.3. Sensores ópticos Os sensores são dispositivos capazes de detectar movimentos e ações que ocorrem em processos e projetos eletro-eletrônicos. (MATIAS-2006) Os sensores são elementos de extrema importância no controle moderno, pois fecham a malha de um circuito, ou seja, eles são capazes de detectar a margem de erro de um sistema e enviar um sinal para um atuador. Com isto, é possível que o processo responda de uma forma mais desejada e pode-se então controlar mais eficientemente um processo. Um esquema resumido desse fato está mostrado na figura 2. Figura 2 Controle de Processos Os sensores ópticos de posição detectam a posição de um objeto com respeito a um ponto de referência. Estes podem medir tanto distâncias lineares quanto angulares. O elemento básico de um sensor óptico de posição é um encoder. O encoder é um transdutor óptico que converte o movimento ou posição angular em uma série de pulsos. Feixes de luz atravessam o encoder para iluminar foto-sensores individuais. (MATIAS-2006). Os encoders produzem diretamente uma saída digital, eliminando a necessidade de um conversor analógico-digital. Existem dois tipos de encoders: o encoder absoluto e o encoder incremental. Neste trabalho, devido ao fato da possibilidade de atualização do ponto de referência através do software de controle do telescópio, utiliza-se um encoder incremental, que viabiliza a implantação pela diferença de custo em relação ao encoder absoluto. O encoder ótico incremental possui apenas uma trilha com dentes igualmente espaçados (figura 3). A posição do objeto é determinada pela contagem do número de dentes que passam na frente de um foto-sensor, onde cada dente representa um ângulo conhecido. Este sistema requer um ponto de referência inicial. (POLI.USP-2006). Figura 2 Encoder Incremental Fonte: Poli USP, A resolução de um encoder incremental é dada pela relação pulsos/revolução (normalmente chamado de PPR), isto é, o encoder gera uma certa quantidade de pulsos elétricos por uma revolução dele próprio.(abraf-2006).

5 Segundo Matias (2006), a precisão de um encoder incremental depende de fatores mecânicos, elétricos e ambientais, que são: erros na escala das janelas do disco, excentricidade do disco, excentricidade das janelas, erro introduzido na leitura eletrônica dos sinais, temperatura de operação e nos próprios componentes transmissores e receptores de luz. 3. Desenvolvimento Como a universidade adquiriu o software AutomaDome para controle do telescópio (figura 3) e este possibilita a automação de cúpulas desde que haja driver correspondente, surgiu a idéia de adquirir um controlador para implementar a automação, indicado pelo fabricante do software (SIRIUS OBSERVATORIES, 2006). Muitos métodos foram pesquisados para solucionar o problema da rotação da cúpula e abertura da trapeira, inclusive a compra deste controlador remoto que realiza a abertura e rotação da cúpula (KOLLAR-2006), porém a aquisição tornou-se inviável devido ao preço do componente (PERSEU-2006). Logo, fez-se necessário o desenvolvimento de um sistema de controle capaz de implementar as funções do controlador em questão e tornar viável a manipulação do software AutomaDome de maneira a adequar os componentes (telescópio e motores) já existentes no observatório. Figura 3: Telescópio utilizado no Observatório da UEPG Fonte: Meade, O projeto para a construção do sistema de automação da cúpula foi realizado através do desenvolvimento do software responsável (driver) pelo controle do acionamento dos motores e da construção e ligação do circuito eletrônico utilizado para a comunicação dos motores de rotação da cúpula e de abertura da trapeira com o micro-computador. No desenvolvimento do software de controle foram utilizados os parâmetros angulares do telescópio, para que a cúpula fosse sincronizada com o equipamento. No eixo de rotação da cúpula foi projetado um sistema de alimentação e escolhida uma posição a qual designou-se de referência. Este sistema será construído a fim de alimentar o motor de abertura da trapeira, pois esta gira junto com a cúpula. A trapeira possui contatos deslizantes, fazendo com que o motor de abertura seja alimentado neste sistema.

6 Os processos de abertura e rotação foram feitos pelos controles transmissores dos respectivos motores, os quais acionam o motor, através do software que manipula o conector DB-25 da porta paralela, emitindo sinais infravermelhos que são captados por uma antena receptora na centrar do motor. Quando se envia uma determinada seqüência binária (um pino do DB-25 que está em nível lógico 0 possui tensão elétrica entre 0 à 0,4v, e um pino que se encontra em nível lógico 1 possui tensão elétrica no mesmo acima de 3.1 e até 5v (CAVALCANTI-2006)) há a transmissão do sinal na freqüência do infravermelho, e quando a antena da central do motor capta o sinal, o motor é acionado. Acoplado ao eixo do motor de rotação foi projetado um encoder incremental, capaz de determinar a posição angular do motor, e através de cálculos pode se obter o deslocamento angular da cúpula e sua posição em relação à referência. Como o encoder transmite pulsos digitais elétricos a cada revolução de si próprio (MATIAS-2006), estes pulsos são transmitidos via porta paralela para um micro-computador; cada pulso representa um ângulo de rotação do motor que depende da resolução do encoder, assim o pulso elétrico é convertido em ângulo mecânico do motor, e este ângulo também convertido em deslocamento angular da cúpula através de cálculos matemáticos e mecânicos implementados no software bem como sua comprovação experimental. Quando o total de pulsos elétricos já convertidos em deslocamento angular da cúpula for igual ao parâmetro angular do telescópio, então é enviado à porta paralela uma seqüência binária que faz com que o motor de rotação estacione na posição pretendida e a trapeira seja aberta. 4. Conclusão Atualmente, vemos uma explosão no volume dos dados astronômicos oriundos dos novos telescópios que adentram no mercado dia-a-dia. A demanda para o armazenamento e as condições necessárias para a análise desses bancos de dados irá crescer, e excederão em muito as capacidades com as quais os astrônomos estão habituados atualmente. Na situação atual, onde imensos bancos de dados encontram-se desconectados, podemos afirmar que um vasto conjunto de dados científicos está sendo sub explorado. As necessidades de implementação de um observatório virtual são definidas por estes motivos, onde o primeiro passo para tornar um observatório virtual é iniciar pela automação de seus equipamentos. Neste trabalho foram definidos os métodos para automação da cúpula do observatório astronômico da Universidade Estadual de Ponta Grossa, visando sua transformação em futuro observatório astronômico virtual da região dos Campos Gerais. 5. Referências CAVALCANTI E. Controlando dispositivos externos através da porta paralela. Disponível em: <http://www.linhadecodigo.com.br/artigos.asp?id_ac=254&pag=1> Acesso em: 07 jun MATIAS, J. Encoders. Disponível em: <http://www.edsaber.com.br/mecatronicaatual/artigos/cnc/index.htm> Acesso em 23 março MESSIAS, A.R. Introdução à porta paralela. Disponível em <www.rogercom.com> Acesso em 28 de março de 2006.

7 TROJAN, F. Controladores Lógicos Programáveis: disciplina de informática industrial, curso de Tecnologia em Eletrônica com ênfase em Automação Industrial, 19 de out. de Notas de Aula. Digitalizado. Disponível em: <http://www.unisystem.com.br> Acesso em: 20 março Disponível em: <http://www.perseu.pt/pt/dept_206.html> Acesso em: 20 março Disponível em: <http://www.siriusobservatories.com/dome_shutter.htm> Acesso em: 20 março Disponível em: <http://www.kollar.com/observatory/dome/ > Acesso em: 20 março Disponível em: <http://www.meade.com/rcx400/index.html> Acesso em: 20 julho Disponível em <www.poli.usp.br/d/pmr2450/manual_do_usuario_encoder.doc> Acesso em 23 de março de Disponível em <http://www.abraf.com.br/encoders.htm>acesso em 23 de março de 2006.

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA 8 CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA A porta paralela, também conhecida por printer port ou Centronics e a porta serial (RS-232) são interfaces bastante comuns que, apesar de estarem praticamente

Leia mais

A porta paralela. 1 - Introdução. 2- Modelos de porta paralela

A porta paralela. 1 - Introdução. 2- Modelos de porta paralela A porta paralela 1 - Introdução A porta paralela é uma interface de comunicação desenvolvida pela IBM para funcionar nos primeiros computadores PC lançado em 1983, ela também é chamada de porta para impressora.

Leia mais

FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA 3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO Turma 4323 Trabalho Trimestral de Física

FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA 3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO Turma 4323 Trabalho Trimestral de Física FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA 3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO Turma 4323 Trabalho Trimestral de Física OBTENÇÃO DE DADOS VIA EXCEL APLICADA AO ENSINO DA

Leia mais

Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um

Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um dispositivo de medição ou controle. 1 Cite 05 tipos

Leia mais

Sensores e Atuadores (1)

Sensores e Atuadores (1) (1) 4º Engenharia de Controle e Automação FACIT / 2009 Prof. Maurílio J. Inácio Introdução Sensores Fornecem parâmetros sobre o comportamento do manipulador, geralmente em termos de posição e velocidade

Leia mais

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial Prof. Daniel Hasse Robótica Industrial Aula 02 - Robôs e seus Periféricos Tipos de Sistemas de Controle Volume de Trabalho Dinâmica e Precisão dos Movimentos Sistemas de Acionamentos Garras Tipos de Sistemas

Leia mais

LENDO SINAIS. O computador poderá tomar uma ou várias decisões ao mesmo tempo, conforme o dado lido através de sensores específicos.

LENDO SINAIS. O computador poderá tomar uma ou várias decisões ao mesmo tempo, conforme o dado lido através de sensores específicos. LENDO SINAIS Poderemos desenvolver interfaces de diversos tipos, e conectá-las à Porta Paralela para adquirirmos dados do mudo real, onde poderemos processá-los, armazená-los e depois converte-los em informações

Leia mais

ENCODERS. Fig 1 - Princípio de funcionamento de um encoder rotativo.

ENCODERS. Fig 1 - Princípio de funcionamento de um encoder rotativo. ENCODERS Este é sem dúvida nenhuma um dos equipamentos mais usados em Automação Industrial e Mecatrônica, pois com ele conseguimos converter movimentos angulares e lineares em informações úteis à nossa

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL ULBRA CONTROLE DE MOTOR DE PASSO VIA PORTA PARALELA -BUILDER C++ FABRÍCIO DE MARI

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL ULBRA CONTROLE DE MOTOR DE PASSO VIA PORTA PARALELA -BUILDER C++ FABRÍCIO DE MARI UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL ULBRA CONTROLE DE MOTOR DE PASSO VIA PORTA PARALELA -BUILDER C++ FABRÍCIO DE MARI Canoas, junho de 2007. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...03 1.1 Objetivo...04 1.2 Justificativa...04

Leia mais

ANÁLISE E APLICABILIDADE DE UMA MÁQUINA DE FIXAÇÃO DA COLUNA DE DIREÇÃO NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

ANÁLISE E APLICABILIDADE DE UMA MÁQUINA DE FIXAÇÃO DA COLUNA DE DIREÇÃO NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA ANÁLISE E APLICABILIDADE DE UMA MÁQUINA DE FIXAÇÃO DA COLUNA DE DIREÇÃO NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA Pedro Henrique Ribeiro pedro_rib_@hotmail.com FER Halison Crispim Franco halisoncrispim@yahoo.com.br FER

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE LABORATÓRIO DE CONTROLE DE ATITUDE COM RESTRIÇÕES DE CHAVEAMENTO

INSTRUMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE LABORATÓRIO DE CONTROLE DE ATITUDE COM RESTRIÇÕES DE CHAVEAMENTO Anais do 14 O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XIV ENCITA / 2008 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 20 a 23 2008. INSTRUMENTAÇÃO DE UM SISTEMA

Leia mais

Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394)

Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394) Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394) histórico Tudo começou em 1980 quando a IBM estava desenvolvendo seu primeiro micro PC. Já haviam definido que o barramento ISA seria usado para permitir que o IBM

Leia mais

Robótica Industrial. Projeto de Manipuladores

Robótica Industrial. Projeto de Manipuladores Robótica Industrial Projeto de Manipuladores Robôs são os típicos representantes da Mecatrônica. Integram aspectos de: Manipulação Sensoreamento Controle Comunicação 1 Robótica e Mecatrônica 2 Princípios

Leia mais

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO CAVALCANTI SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I: MEMÓRIA EXTERNA RAÍ ALVES TAMARINDO RAI.TAMARINDO@UNIVASF.EDU.BR

ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I: MEMÓRIA EXTERNA RAÍ ALVES TAMARINDO RAI.TAMARINDO@UNIVASF.EDU.BR ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I: MEMÓRIA EXTERNA RAÍ ALVES TAMARINDO RAI.TAMARINDO@UNIVASF.EDU.BR DISCO MAGNÉTICO O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou de plástico,

Leia mais

Sensores Ópticos de Passagem e medição de Distância

Sensores Ópticos de Passagem e medição de Distância Universidade de Brasília UnB Faculdade de Tecnologia - FT Departamento de Engenharia Elétrica - ENE Sensores Ópticos de Passagem e medição de Distância Brasília, junho de 2005 Professor: Eng. Geovany Araújo

Leia mais

Sensoriamento A UU L AL A. Um problema. Exemplos de aplicações

Sensoriamento A UU L AL A. Um problema. Exemplos de aplicações A UU L AL A Sensoriamento Atualmente, é muito comum nos depararmos com situações em que devemos nos preocupar com a segurança pessoal e de nossos bens e propriedades. Daí decorre a necessidade de adquirir

Leia mais

1 Esfera de aço 1 Transitor BC547

1 Esfera de aço 1 Transitor BC547 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO VICENTE DO SUL ROTEIRO DE MONTAGEM DA ATIVIDADE DE AQUISIÇÃO AUTOMÁTICA DE DADOS REOMETRIA DE FLUIDOS NEWTONIANOS PROFESSOR RAFHAEL BRUM WERLANG 1.0 OBJETIVO

Leia mais

Portas de Comunicação. http://www.walmorgodoi.com

Portas de Comunicação. http://www.walmorgodoi.com Introdução à Programação Portas de Comunicação Prof.: Walmor Cardoso Godoi,M.Sc. http://www.walmorgodoi.com USB Fireware Porta Paralela Agenda Introdução Aplicação em Controle de Display PortaSerial Introdução

Leia mais

Sistema de Numeração e Códigos. CPCX UFMS Prof. Renato F. dos Santos

Sistema de Numeração e Códigos. CPCX UFMS Prof. Renato F. dos Santos Sistema de Numeração e Códigos CPCX UFMS Prof. Renato F. dos Santos 2.4 Código BCD (Binary-coded decimal) Quando um número decimal é representado pelo seu número binário equivalente, dizemos que é uma

Leia mais

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas

Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Disciplina: Instrumentação e Automação Industrial I(ENGF99) Professor: Eduardo Simas(eduardo.simas@ufba.br) Sensores

Leia mais

Sensores e Atuadores (2)

Sensores e Atuadores (2) (2) 4º Engenharia de Controle e Automação FACIT / 2009 Prof. Maurílio J. Inácio Atuadores São componentes que convertem energia elétrica, hidráulica ou pneumática em energia mecânica. Através dos sistemas

Leia mais

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

CONHECIMENTO ESPECÍFICO CONHECIMENTO ESPECÍFICO 6. O PID (Proporcional Integral Derivativo) é comumente usado na automação industrial para se encontrar um erro entre a entrada e a saída de um processo qualquer. Nesse processo,

Leia mais

Encoder Magnético. Contexto Social e Profissional da Engenharia Mecatrônica. Grupo 8: Danilo Zacarias Júnior. Leonardo Maciel Santos Silva

Encoder Magnético. Contexto Social e Profissional da Engenharia Mecatrônica. Grupo 8: Danilo Zacarias Júnior. Leonardo Maciel Santos Silva Encoder Magnético Contexto Social e Profissional da Engenharia Mecatrônica Grupo 8: Danilo Zacarias Júnior Leonardo Maciel Santos Silva Yuri Faria Amorim Índice Resumo... 03 1. Introdução... 04 2. Desenvolvimento...

Leia mais

CORRENTE CONTÍNUA E CORRENTE ALTERNADA

CORRENTE CONTÍNUA E CORRENTE ALTERNADA CORRENTE CONTÍNUA E CORRENTE ALTERNADA Existem dois tipos de corrente elétrica: Corrente Contínua (CC) e Corrente Alternada (CA). A corrente contínua tem a característica de ser constante no tempo, com

Leia mais

Técnico/a de Refrigeração e Climatização

Técnico/a de Refrigeração e Climatização Técnico/a de Refrigeração e Climatização 1315 Eletricidade e eletrónica - programação de autómatos 2013/ 2014 Gamboa 1 Introdução Automação, estudo dos métodos e procedimentos que permitem a substituição

Leia mais

CVMDDC - CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR DC

CVMDDC - CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR DC UFLA Universidade Federal de Lavras DEX Departamento de Ciências Exatas Bacharelado em CVMDDC - CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR DC Autor: Edna Mie Kanazawa Orientador: Wilian Soares Lacerda Lavras, novembro

Leia mais

Trabalho de Redes de Computadores

Trabalho de Redes de Computadores UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ INSTITUTO UFC VIRTUAL PROJETO JOVEM DIGITAL KP NOME: Trabalho de Redes de Computadores Questão 1: Assinale V para verdadeiro e F para falso. Os itens que estiverem falsos

Leia mais

Sistema de Teste Para um Torquímetro Dinâmico Telemétrico Aplicado a Eixos Rotativos

Sistema de Teste Para um Torquímetro Dinâmico Telemétrico Aplicado a Eixos Rotativos Sistema de Teste Para um Torquímetro Dinâmico Telemétrico Aplicado a Eixos Rotativos Eudisley G. dos Anjos eudisley@les.ufpb.br Francisco A. Belo belo@les.ufpb.br Manuella D. C. Silva manuella@les.ufpb.br

Leia mais

UNICAMP Faculdade de Engenharia Elétrica

UNICAMP Faculdade de Engenharia Elétrica UNICAMP Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação EA-617 Introdução à Simulação Analógica Experiência 4: Equipamentos ECP 1 Sumário 1 Introdução 1 2 Descrição dos Sistemas 2 2.1 Emulador Industrial...............................

Leia mais

Sensores - Encoder. Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto.

Sensores - Encoder. Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto. Sensores - Encoder Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto. Sensores - Resolvers Usado para medição de posição angular. Princípio de funcionamento

Leia mais

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas administrativos da empresa. Nessa configuração, o PC é a

Leia mais

Distância de acionamento. Distância sensora nominal (Sn) Distância sensora efetiva (Su) Distância sensora real (Sr) 15/03/2015

Distância de acionamento. Distância sensora nominal (Sn) Distância sensora efetiva (Su) Distância sensora real (Sr) 15/03/2015 Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Sensores São dispositivos que

Leia mais

15/02/2012. IV.2_Controle e Automação II. Introdução. Conteúdo SENSORES

15/02/2012. IV.2_Controle e Automação II. Introdução. Conteúdo SENSORES IV.2_Controle e Automação II Formando Profissionais Para o Futuro SENSORES Introdução No estudo da automação em sistemas industriais, comerciais e/ou residenciais há a necessidade de determinar as condições

Leia mais

Sistemas Multimédia. Ano lectivo 2006-2007. Aula 11 Conceitos básicos de Audio Digital. MIDI: Musical Instrument Digital Interface

Sistemas Multimédia. Ano lectivo 2006-2007. Aula 11 Conceitos básicos de Audio Digital. MIDI: Musical Instrument Digital Interface Sistemas Multimédia Ano lectivo 2006-2007 Aula 11 Conceitos básicos de Audio Digital Sumário Aúdio digital Digitalização de som O que é o som? Digitalização Teorema de Nyquist MIDI: Musical Instrument

Leia mais

COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS

COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS 1 Introdução Para transmitir ou receber informações de outros dispositivos é necessário que os sistemas automáticos sejam capazes de comunicarem-se com estes dispositivos.

Leia mais

DeviceNet Drive Profile CFW-09

DeviceNet Drive Profile CFW-09 Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas DeviceNet Drive Profile CFW09 Manual da Comunicação Manual da Comunicação DeviceNet Drive Profile Série: CFW09 Idioma: Português Versão de Software:

Leia mais

B58 - ENCODER INCREMENTAL

B58 - ENCODER INCREMENTAL B58 ENCODER INCREMENTAL Encoder padrão europeu para aplicação industrial Até 2.540 pulsos por rotação Sinal de alta precisão Fácil Instalação Temperatura de operação até 80º C Diversas opções de circuito

Leia mais

Medição tridimensional

Medição tridimensional A U A UL LA Medição tridimensional Um problema O controle de qualidade dimensional é tão antigo quanto a própria indústria, mas somente nas últimas décadas vem ocupando a importante posição que lhe cabe.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE MECATRÔNICA

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE MECATRÔNICA DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE MECATRÔNICA Gilva Altair Rossi 1 ; José Maria Galvez 2 ; Douglas Iceri Lasmar 3 Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de Engenharia

Leia mais

Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger

Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger O controle da entrada e saída (E/S ou I/O, input/output) de dados dos dispositivos é uma das funções principais de um sistema operacional.

Leia mais

DISPOSITIVOS DE BLOCO. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves

DISPOSITIVOS DE BLOCO. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves DISPOSITIVOS DE BLOCO Professor: João Paulo de Brito Gonçalves INTRODUÇÃO Periférico Dispositivo conectado a um computador de forma a possibilitar sua interação com o mundo externo. Conectados ao computador

Leia mais

Concreto e Agregados CATÁLOGO DE PRODUTOS. Pág. 1. Seção C

Concreto e Agregados CATÁLOGO DE PRODUTOS. Pág. 1. Seção C I-3001 PRENSA HIDRÁULICA MANUAL 100T COM 1 MANÔMETRO NBR NM-ISO 7500-1; NBR 12767, 7680, 5739; DNER-ME091; MN 101 PALAVRA-CHAVE: Prensa, Corpos de Prova, compressão, tração, flexão, diametral Prensa manual

Leia mais

ni.com Série de conceitos básicos de medições com sensores

ni.com Série de conceitos básicos de medições com sensores Série de conceitos básicos de medições com sensores Medições de posição e frequência Renan Azevedo Engenheiro de Produto, DAQ & Teste NI Henrique Sanches Marketing Técnico, LabVIEW NI Pontos principais

Leia mais

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO 28 CAPÍTULO 5 INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO Interfaces para periféricos de armazenamento: Periféricos de armazenamento,

Leia mais

Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais

Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca Bibliografia Controlo Numérico Computorizado, Conceitos Fundamentais Carlos Relvas Publindústria,

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PRJET DE REDES www.projetoderedes.com.br urso de Tecnologia em Redes de omputadores Disciplina: Redes I Fundamentos - 1º Período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 1: onceitos de Redes de Dados

Leia mais

MEC1100 Manual de Instruções v2010.10

MEC1100 Manual de Instruções v2010.10 MEC1100 Manual de Instruções v2010.10 Linha de Equipamentos MEC Desenvolvidos por: Maxwell Bohr Instrumentação Eletrônica Ltda. Rua Porto Alegre, 212 Londrina PR Brasil http://www.maxwellbohr.com.br 1

Leia mais

ANEXO II AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO N.º 50/2005 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS COMPONENTES DE CADA ELEVADOR DA ANATEL.

ANEXO II AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO N.º 50/2005 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS COMPONENTES DE CADA ELEVADOR DA ANATEL. ANEXO II AO EDITAL DE PREGÃO AMPLO N.º 50/2005 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS COMPONENTES DE CADA ELEVADOR DA ANATEL. PAINEL DE CONTROLE Responsável pelo processamento, interfaceamento e monitoração de todos

Leia mais

Kit de Máquinas Elétricas Rotativas - XE801 -

Kit de Máquinas Elétricas Rotativas - XE801 - T e c n o l o g i a Kit de Máquinas Elétricas Rotativas - XE801 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. INTRODUÇÃO Kit de Máquinas Elétricas Rotativas -

Leia mais

Introdução TIA/EIA-422 TIA/EIA-485. Conceitos Básicos de RS-485 e RS-422

Introdução TIA/EIA-422 TIA/EIA-485. Conceitos Básicos de RS-485 e RS-422 Introdução As normas RS-485 e RS-422 definem esquemas de transmissão de dados balanceados que oferecem soluções robustas para transmitir dados em longas distâncias em ambientes ruidosos. Estas normas não

Leia mais

Aquário Automatizado

Aquário Automatizado Aquário Automatizado Alessandra Dutra Coelho alessandra.coelho@maua.br Bruno Tarantino, Gustavo B. Nascimento, Renato Marino, Rodrigo Pirolo Vivancos Escola de Engenharia Mauá Instituto Mauá de Tecnologia

Leia mais

Notas de Aplicação. Utilizando ZAP500 com. Encoders. HI Tecnologia. Documento de acesso publico / corporativo

Notas de Aplicação. Utilizando ZAP500 com. Encoders. HI Tecnologia. Documento de acesso publico / corporativo Notas de Aplicação Utilizando ZAP500 com Encoders HI Tecnologia Documento de acesso publico / corporativo ENA.00015 Versão 1.01 dezembro-2013 HI Tecnologia Utilizando ZAP500 com Encoders Apresentação Esta

Leia mais

Apostilas de Eletrônica e Informática Sensores

Apostilas de Eletrônica e Informática Sensores São dispositivos que mudam seu comportamento sob a ação de uma grandeza física, podendo fornecer diretamente ou indiretamente um sinal que indica esta grandeza. Quando operam diretamente, convertendo uma

Leia mais

Introdução. Tacômetro. Tipos de Tacômetros. Sistemas de Medição Análise de um Sistema de Medição Eletrônico de Rotação de Motores Elétricos 1

Introdução. Tacômetro. Tipos de Tacômetros. Sistemas de Medição Análise de um Sistema de Medição Eletrônico de Rotação de Motores Elétricos 1 Sistemas de Medição Análise de um Sistema de Medição Eletrônico de Rotação de Motores Elétricos 1 Introdução Tacômetro Tacômetro é um Sistema de Medição utilizado para realizar medições de velocidade angular,

Leia mais

FieldLogger. Apresentação

FieldLogger. Apresentação Solução Completa Ethernet & USB Até 16GB de memória Conversor A/D 24 bits Até 1000 amostras por segundo Apresentação FieldLogger O FieldLogger é um módulo de leitura e registro de variáveis analógicas,

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO AULA XI

INSTRUMENTAÇÃO AULA XI INSTRUMENTAÇÃO AULA XI Transdutores Eletromagnéticos Princípio de Funcionamento Lei de Faraday Um fluxo magnético variável ao atravessar perpendicularmente uma espira de área A ef induz uma tensão elétrica

Leia mais

Fabio Bento fbento@ifes.edu.br

Fabio Bento fbento@ifes.edu.br Fabio Bento fbento@ifes.edu.br Eletrônica Digital Sistemas de Numeração e Códigos 1. Conversões de Binário para Decimal 2. Conversões de Decimal para Binário 3. Sistema de Numeração Hexadecimal 4. Código

Leia mais

DRAFT. CLP e SDCD CONCURSO PETROBRAS. Questões Resolvidas TÉCNICO DE MANUTENÇÃO JÚNIOR - ELETRÔNICA

DRAFT. CLP e SDCD CONCURSO PETROBRAS. Questões Resolvidas TÉCNICO DE MANUTENÇÃO JÚNIOR - ELETRÔNICA CONCURSO PETROBRAS TÉCNICO DE MANUTENÇÃO JÚNIOR - ELETRÔNICA CLP e SDCD Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO DRAFT Eng. Guilherme R. Dalmedico Eng. Guilherme A. Rutzen www.exatasconcursos.com.br

Leia mais

3 Montagem experimental

3 Montagem experimental 3 Montagem experimental Este capítulo tem o objetivo de apresentar a descrição da montagem e dos equipamentos utilizados para o desenvolvimento do trabalho experimental proposto. Primeiramente será discutida

Leia mais

Automação Industrial AULA 04: Sensores e atuadores OBJETIVO: Apresentar os sensores e atuadores mais utilizados nos projetos de automação..

Automação Industrial AULA 04: Sensores e atuadores OBJETIVO: Apresentar os sensores e atuadores mais utilizados nos projetos de automação.. AULA 04: Sensores e atuadores OBJETIVO: Apresentar os sensores e atuadores mais utilizados nos projetos de automação.. A pirâmide de automação Nível 5: Gerenciamento corporativo Nível 3: Nível 2: Nível

Leia mais

HD (Hard Disk) DISCO RÍGIDO

HD (Hard Disk) DISCO RÍGIDO HD (Hard Disk) DISCO RÍGIDO HISTÓRIA O primeiro disco rígido (o IBM 350) foi construído em 1956, e era formado por um conjunto de nada menos que 50 discos de 24 polegadas de diâmetro, com uma capacidade

Leia mais

Transdução de Grandezas Biomédicas

Transdução de Grandezas Biomédicas Transdução de Grandezas Biomédicas Aula 05 Mestrado em Eng. Biomédica Docente: > Marcelino M. de Andrade A Aula! Condicionadores de Sinais A grande variedade de sensores necessária para transformar um

Leia mais

SISTEMA INTELIGENTE DE NAVEGAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DE ROBÔS MÓVEIS

SISTEMA INTELIGENTE DE NAVEGAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DE ROBÔS MÓVEIS SISTEMA INTELIGENTE DE NAVEGAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DE ROBÔS MÓVEIS Aluno: Lucas Grativol Ribeiro Orientador: Karla Tereza Figueiredo Leite Introdução As aplicações da robótica fora do contexto industrial têm

Leia mais

MANUAL RÁDIO MODEM COMPACTO 900 MHz RMC-900

MANUAL RÁDIO MODEM COMPACTO 900 MHz RMC-900 MANUAL RÁDIO MODEM COMPACTO 900 MHz RMC-900 Versão 1.01 Infinium Automação Industrial Ltda contato@infiniumautomacao.com.br 1. APRESENTAÇÃO O rádio modem RMC-900 foi projetado para utilização em sistemas

Leia mais

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL. Sistema Integrado de Teste em Umbilicais

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL. Sistema Integrado de Teste em Umbilicais BI AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL Sistema Integrado de Teste em Umbilicais Objetivos da Apresentação Demonstrar a Arquitetura de hardware e software da National Instruments utilizada na solução; Discutir

Leia mais

Máquinas CNC. Quando seu neto contou que havia visto, Um problema. Controle de máquinas

Máquinas CNC. Quando seu neto contou que havia visto, Um problema. Controle de máquinas A UU L AL A Máquinas CNC Quando seu neto contou que havia visto, numa feira de tecnologia, tornos trabalhando sozinhos, seu Adamastor não acreditou. Riu com pouco caso e mergulhou novamente nas notícias

Leia mais

CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL

CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL Controlador Lógico Programável ( Hardware ) Para aprendermos como funciona um CLP, é necessário uma análise de seus componentes básicos, utilizados por todos os CLPs disponíveis

Leia mais

Funções de Posicionamento para Controle de Eixos

Funções de Posicionamento para Controle de Eixos Funções de Posicionamento para Controle de Eixos Resumo Atualmente muitos Controladores Programáveis (CPs) classificados como de pequeno porte possuem, integrados em um único invólucro, uma densidade significativa

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA BANCADA DE ENSAIOS EM MOTORES

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA BANCADA DE ENSAIOS EM MOTORES DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA BANCADA DE ENSAIOS EM MOTORES Mauricio Silveira Toledo Alessandro Borges de Sousa Oliveira João Nildo de Souza Vianna Universidade de Brasília, Faculdade

Leia mais

FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA ELETRÔNICA 1985 2005: DUAS DÉCADAS BUSCANDO EXCELÊNCIA

FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA ELETRÔNICA 1985 2005: DUAS DÉCADAS BUSCANDO EXCELÊNCIA FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA ELETRÔNICA 1985 2005: DUAS DÉCADAS BUSCANDO EXCELÊNCIA TRABALHO TRIMESTRAL DE FÍSICA CONTADOR DE RPM CLEBER RODRIGO DE MORAES GABRIEL ANTONIO JAEGER

Leia mais

Capítulo 12. Projeto 5 Controle de Motores de Passo. 12.1 Circuito e Funcionamento

Capítulo 12. Projeto 5 Controle de Motores de Passo. 12.1 Circuito e Funcionamento Capítulo 12 Projeto 5 Controle de Motores de Passo A crescente popularidade dos motores de passo deve-se a sua adaptação à lógica digital. Estes dispositivos são usados em inúmeras aplicações, tais como:

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 115, de 29 de junho de 1998 O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

Sensores. Sensor. Passivos: Chave Potenciômetro Energia Auxiliar. Ativos: Célula Fotoelétrica Cristal Piezoelétrico. Digitais: Encoder Régua Óptica

Sensores. Sensor. Passivos: Chave Potenciômetro Energia Auxiliar. Ativos: Célula Fotoelétrica Cristal Piezoelétrico. Digitais: Encoder Régua Óptica Sensores Passivos: Chave Potenciômetro Energia Auxiliar Ativos: Célula Fotoelétrica Cristal Piezoelétrico Entrada Sensor Saída Analógicos: Potenciômetro Resolver Digitais: Encoder Régua Óptica Prof. Silas

Leia mais

PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ DE SERVIÇO INCORPORANDO AS VANTAGENS DE PROTOTIPAÇÃO RÁPIDA.

PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ DE SERVIÇO INCORPORANDO AS VANTAGENS DE PROTOTIPAÇÃO RÁPIDA. PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ DE SERVIÇO INCORPORANDO AS VANTAGENS DE PROTOTIPAÇÃO RÁPIDA. André Gustavo S. Conceição 1, Luciano F. Chaves 2, Luís Fernando A. Pereira 3 Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

Comparativo entre câmeras analógicas e Câmeras IP.

Comparativo entre câmeras analógicas e Câmeras IP. Comparativo entre câmeras analógicas e Câmeras IP. VANTAGENS DAS SOLUÇÕES DE VIGILÂNCIA DIGITAL IP É verdade que o custo de aquisição das câmeras digitais IP, é maior que o custo de aquisição das câmeras

Leia mais

Tecnologia de Comando Numérico 164399

Tecnologia de Comando Numérico 164399 164399 Aula 2 Introdução à Automação da Manufatura Mecatrônica; Automação; Níveis de Automação; Tipos de Automação; Justificativas para automatizar; Justificativas para não automatizar; Prof. Edson Paulo

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS e acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

TERMO DE GARANTIA. clickautomatizadores.com.br

TERMO DE GARANTIA. clickautomatizadores.com.br TERMO DE GARANTIA MOTOPPAR - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AUTOMATIZADORES LTDA, Localizada na Avenida Dr. Labieno da Costa Machado nº3526, Distrito Industrial, Garça/ SP, CEP 17.400-000, CNPJ 52.605.821/0001-55,

Leia mais

Rua Guajajaras, 40 sala 306 Centro CEP 30180-100 Belo Horizonte MG Telefones: 55 31 3232-0400 Fax: 55 31 3232-0401 comercial@utili.com.

Rua Guajajaras, 40 sala 306 Centro CEP 30180-100 Belo Horizonte MG Telefones: 55 31 3232-0400 Fax: 55 31 3232-0401 comercial@utili.com. DESCRIÇÃO O PME-500-TR representa um grande avanço em sistemas para teste de disjuntores, devido ao seu avançado método de controle, acessórios disponíveis e simplicidade de uso. O equipamento economiza

Leia mais

Introdução à Planta Didática MPS-PA Estação Compacta da Festo

Introdução à Planta Didática MPS-PA Estação Compacta da Festo Introdução à Planta Didática MPS-PA Estação Compacta da Festo Objetivos: Estudo dirigido da estação compacta da Festo para experimentos em controle de processos. Além da familiarização com os componentes

Leia mais

Estudo do sistema de IHM para automação de sistema de renovação de água dos chillers em processo de abate de aves.

Estudo do sistema de IHM para automação de sistema de renovação de água dos chillers em processo de abate de aves. Estudo do sistema de IHM para automação de sistema de renovação de água dos chillers em processo de abate de aves. TIAGO NELSON ESTECECHEN tiago_cascavel@hotmail.com UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ

Leia mais

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM...

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM... Motores H-Compact COMPACTO, REFRIGERAÇÃO EFICIENTE A importância crescente da economia de energia, dos requerimentos ambientais, da procura por dimensões menores e das imposições dos mercados nacionais

Leia mais

CONVERSORES DE FREQÜÊNCIA Instruções para Instalação de Conversores de Freqüência

CONVERSORES DE FREQÜÊNCIA Instruções para Instalação de Conversores de Freqüência CONVERSORES DE FREQÜÊNCIA Instruções para Instalação de Conversores de Freqüência Edição 08.2007 A&D CS Suporte Técnico Drives HotLine Índice 1. Introdução 2. Condições Ambientais de Operação 2.1 Poluição

Leia mais

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles!

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! É importante lembrar que esta matéria serve para qualquer tipo de servo utilizado em aeromodelismo. Figura 1 Um dos diversos

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO O computador não é uma máquina interessante se não pudermos interagir com ela. Fazemos isso através de suas interfaces e seus periféricos. Como periféricos serão considerados os

Leia mais

CAPÍTULO 4 Interface USB

CAPÍTULO 4 Interface USB Interfaces e Periféricos 29 CAPÍTULO 4 Interface USB Introdução Todo computador comprado atualmente possui uma ou mais portas (conectores) USB. Estas portas USB permitem que se conecte desde mouses até

Leia mais

BANCADA DE TESTE E INSTRUMENTO VIRTUAL GENÉRICO

BANCADA DE TESTE E INSTRUMENTO VIRTUAL GENÉRICO Anais do XXXIV COBENGE. Passo Fundo: Ed. Universidade de Passo Fundo, Setembro de 2006. ISBN 85-7515-371-4 BANCADA DE TESTE E INSTRUMENTO VIRTUAL GENÉRICO Paulo S. C. Molina molina@upf.br Matheus A. C.

Leia mais

- 1 - RESUMO SISTEMA DE MEDIÇÃO DE CONSUMOS DE LINHA DA CANELA EM TEMPO REAL

- 1 - RESUMO SISTEMA DE MEDIÇÃO DE CONSUMOS DE LINHA DA CANELA EM TEMPO REAL - 1 - RESUMO SISTEMA DE MEDIÇÃO DE CONSUMOS DE LINHA DA CANELA EM TEMPO REAL A invenção consiste num sistema de medida em tempo real dos consumos de linha da canela em máquinas de ponto preso (classe 300

Leia mais

Problema: Solução: Vantagens da estruturação em Níveis: Introdução INTRODUÇÃO À ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Introdução

Problema: Solução: Vantagens da estruturação em Níveis: Introdução INTRODUÇÃO À ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Introdução INTRODUÇÃO À ARQUITETURA DE COMPUTADORES Curso Técnico de Informática Eduardo Amaral Introdução Computador: Máquina programável, de propósito geral, que processa informação. Programa: Seqüência de instruções

Leia mais

Quala diferença entre Raios, Relâmpagos e Trovões?

Quala diferença entre Raios, Relâmpagos e Trovões? by Beth Jet Quala diferença entre Raios, Relâmpagos e Trovões? O Raio É uma manifestação da natureza que acontece na colisão de nuvens com cargas opostas ou entre nuvens e solo quando há um diferencial

Leia mais

LINEAR EQUIPAMENTOS RUA SÃO JORGE, 269 - TELEFONE : 6823-8800 SÃO CAETANO DO SUL - SP - CEP: 09530-250

LINEAR EQUIPAMENTOS RUA SÃO JORGE, 269 - TELEFONE : 6823-8800 SÃO CAETANO DO SUL - SP - CEP: 09530-250 1 LINEAR EQUIPAMENTOS RUA SÃO JORGE, 269 - TELEFONE : 6823-8800 SÃO CAETANO DO SUL - SP - CEP: 09530-250 O Sistema HCS 2000 é composto por: PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO SISTEMA HCS 2000 v6.x Receptores: dispositivos

Leia mais

Na Placa de Comando estão montados os circuitos para partida direta, partida direta com reversão e partida estrelatriângulo;

Na Placa de Comando estão montados os circuitos para partida direta, partida direta com reversão e partida estrelatriângulo; 1) BANCADA PRINCIPAL MODELO POL-110 Fabricada em estrutura de alumínio, constituída por dois postos de trabalho que servirão de base para utilização de qualquer um dos kits didáticos a serem adquiridos.

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO RADAR DUO N de Homologação: 0723-12-2791

MANUAL DE INSTALAÇÃO RADAR DUO N de Homologação: 0723-12-2791 MANUAL DE INSTALAÇÃO RADAR DUO N de Homologação: 0723-12-2791 Versão 1.00 Manual de Instalação RADAR DUO 2 Índice 1. Introdução... 3 2. Especificações técnicas... 3 3. Conhecendo o equipamento... 4 3.1

Leia mais

Modem e rede local. Guia do usuário

Modem e rede local. Guia do usuário Modem e rede local Guia do usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. As informações contidas neste documento estão sujeitas a alterações sem aviso. As únicas garantias para produtos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AUTOMATIZADO PARA INSPEÇÃO ULTRA-SÔNICA EM CASCO DE NAVIO

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AUTOMATIZADO PARA INSPEÇÃO ULTRA-SÔNICA EM CASCO DE NAVIO DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AUTOMATIZADO PARA INSPEÇÃO ULTRA-SÔNICA EM CASCO DE NAVIO Antonio A. de Carvalho, Raphael C. S. B. Suita, Ivan C. da Silva, João M. A. Rebello Universidade Federal do Rio

Leia mais

MEDIÇÃO DE TAXA DE ERRO DE BIT Alba Angélica Ratis

MEDIÇÃO DE TAXA DE ERRO DE BIT Alba Angélica Ratis Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Instrumentação Eletrônica Professor: Luciano Cavalcanti MEDIÇÃO DE TAXA DE ERRO DE BIT Alba Angélica Ratis Este

Leia mais

Portas Paralelas e Seriais IEEE 1284, RS 232, USB e IEEE 1394 (Firewire) Porta Paralela no PC

Portas Paralelas e Seriais IEEE 1284, RS 232, USB e IEEE 1394 (Firewire) Porta Paralela no PC Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Curso de Extensão em Arquitetura de Computadores Pessoais Portas Paralelas e Seriais IEEE 1284, RS 232,

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO. Eng. Marcelo Saraiva Coelho

INSTRUMENTAÇÃO. Eng. Marcelo Saraiva Coelho INSTRUMENTAÇÃO CONCEITOS E DEFINIÇÕES Nas indústrias, o termo PROCESSO tem um significado amplo. Uma operação unitária, como por exemplo, destilação, filtração ou aquecimento, é considerado um PROCESSO.

Leia mais

INTRODUÇÃO A ROBÓTICA

INTRODUÇÃO A ROBÓTICA INTRODUÇÃO A ROBÓTICA RODRIGO PENIDO DE AGUIAR COLÉGIO SÃO PAULO 2015 O que é robótica? A robótica é ciência que estuda a construção de robôs e computação. Ela trata de sistemas compostos por partes mecânicas

Leia mais