Casamento, Divórcio e Recasamento. Prof Dra Rejane Veiga Oliveira Johann

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1 Casamento, Divórcio e Recasamento Prof Dra Rejane Veiga Oliveira Johann

2 Casando e descasando: vicissitudes da Rede Social durante o casamento e o divórcio (Sluzki, 1997) A história da formação do casal constitui um folclore privado que marca a relação, lembra suas raízes, seus princípios, suas normas. Como, dentre todas as pessoas do mundo, aconteceu que VOCÊS formassem um casal?

3 CASAMENTO (Sluzki, 1997) CASAMENTO O casamento é um ritual que formaliza a fusão ou consolidação das redes anteriores dos membros do casal. O casamento é um ritual que formaliza a fusão ou consolidação das redes anteriores dos membros do casal. Traços específicos da configuração da Rede do Casal: equilíbrio ou desequilíbrio A Rede do Casal: integração ou separação equilíbrio ou desequilíbrio continuidade ou descontinuidade temporal integração ou separação continuidade ou descontinuidade temporal

4 QUANDO A CRISE ACONTECE Transcende a rede social: a pressão social da rede tende, em geral, a favorecer a preservação do casal.... Se a crise continua ou se torna aguda: a rede se polariza progressivamente....se passa pela crise sem chegar a separação: a relação entre o casal e aqueles setores da rede que mantiveram uma posição de pressão social com participação ativa e sem tomar partido se solidifica.

5 SEPARAÇÃO OU DIVÓRCIO Caráter aversivo casais que eram amigos do ex-casal tendem a se afastar. Separação não consensual ambos os cônjuges, e especialmente aquele que foi abandonado, não só perde a estabilidade de um vínculo central, como em muitos casos, um amigo (que traiu), um confidente (que deixou de sê-lo), um amante (que abandonou), e uma fonte central de valorização (um espelho que se despedaçou). Separação consensual um dos cônjuges terá mais tolerância do que o outro para a ambigüidade ou para a tensão.

6 A NOVA REDE SOCIAL DO EX-CASAL Habitantes prévios da rede que tomaram partido por esse membro durante o processo de separação; Novos vínculos agregados à rede de cada indivíduo (pessoas que não conheceram o casal anterior); Alguns membros de uma zona neutra; Alguns membros do outro grupo (familiares do excônjuge).

7 RECASAMENTO (Wagner et al., 2002)

8 O RECASAMENTO... Uma possibilidade de reconquistar novos vínculos essenciais de intimidade, afeto e companheirismo. Famílias re-feitas, re-casadas, re-constituídas, reorganizadas. Re-investimento da energia afetiva na nova relação ( Agora vai dar certo! ). Construção da nova família: entrada de novos membros (o padrasto, a madrasta, os filhos do padrasto e/ou da madrasta...)

9 AS RELAÇÕES ENTRE OS DIVERSOS MEMBROS DA FAMÍLIA Na maioria das vezes os filhos moram com a mãe, o padrasto e irmãos, poucos são os que residem com o pai e a madrasta. O homem/pai biológico assume, ou lhe é delegado, um lugar periférico nas famílias recasadas. O subsistema fraterno de famílias recasadas é ampliado, uma vez que além dos irmãos consangüíneos, fazem parte também os meios irmãos e os irmãos políticos.

10 O relacionamento entre irmãos é de maior companheirismo e cooperação entre os irmão de famílias recasadas que os de famílias intactas. Neste último prevalece a rivalidade e competição pelo amor parental. Mais do que a configuração familiar, outras variáveis têm maior importância na definição e promoção do bem-estar psicológico dos filhos: limites claros entre os subsistemas, regras definidas, comunicação aberta com os filhos, ausência de conflitos e de dificuldades de relacionamento.

11 O QUE É FAMÍLIA? Na Constituição Brasileira de 1988: Família é uma união estável entre homem e mulher ou qualquer dos pais e seus descendentes. Com o Recasamento as variáveis coabitação e consangüinidade têm norteado a definição das novas configurações familiares.

12 ÊXITO NA REORGANIZAÇÃO FAMILIAR Quando os pais são capazes de preservar a relação com seus filhos, mesmo depois da separação, a família tem grandes chances de reorganizar-se de forma mais exitosa. A segurança do amor dos pais é, provavelmente, a maneira mais eficaz de lidar com o turbilhão de sentimentos e o mundo de novidades que chegam com a separação e o recasamento.

13 A FAMÍLIA É... Independente da sua estrutura e configuração, a família é o palco em que se vivem as emoções mais intensas e marcantes da experiência humana. É o lugar onde é possível a convivência do amor e do ódio, da alegria e da tristeza, do desespero e da esperança. A busca do equilíbrio entre tais emoções, somadas às diversas transformações na configuração deste grupo social, têm-se caracterizado uma tarefa ainda mais complexa a ser realizada pelas novas famílias.

14 INTERVENÇÃO PSICOSSOCIAL (Sarriera et al., 2000) Objetivo: Possibilitar melhores condições humanas e de qualidade de vida. Área de ação: Sistema macro e/ou meso-sociais e no complexo processo de interação sujeito-meio social. Abrange saúde mental, educação política, economia, etc., ou seja, a vida social em relação direta com o bem-estar humano.

15 ELABORAÇÃO DE UM PROCESSO DE INTERVENÇÃO 1ª Fase: Definição e análise do tema ou problema a ser enfocado, bem como do grupo-alvo. Público alvo: Famílias recasadas cujos filhos estudam em determinada Escola Particular. Problema a ser enfocado: Sentimentos da mãe em relação ao envolvimento de seus filhos com a esposa do pai deles (madrasta), e suas conseqüências na convivência de pai/filhos/madrasta.

16 2ª Fase: Avaliação inicial, referente a um levantamento das necessidades existentes no sistema social ou comunidade para posterior planejamento da intervenção. Fazer um levantamento, através da aplicação de um instrumento (Questionário) em mães separadas quanto aos seus sentimentos e dificuldades em aceitar a participação das madrastas na vida de seus filhos.

17 3ª Fase: Planejamento do programa de intervenção considerando o contexto cultural, social e econômico visando possibilitar ao cientista-profissional social organizar as ações direcionadas a um determinado grupo. O Programa de Intervenção será composto de 6 momentos, divididos ao longo de oito semanas: 1º - Aplicação do Questionário.

18 Planejamento 2º - Promover a exposição e discussão do tema por parte das mães; possibilitar um espaço para que manifestarem seus sentimentos diante da situação; 3º - Promover palestra acerca da saúde mental dos filhos de pais separados; 4º - Realizar uma técnica de Dinâmica de Grupo visando estimular as mães a apresentarem uma conduta positiva diante da nova situação;

19 Planejamento 5º - Promover uma reflexão e discussão oral acerca do tema. 6º - Realizar uma avaliação final reaplicando o instrumento (Questionário)duas semanas após o último encontro.

20 4ª Fase: Implantação é a aplicação do planejamento de modo flexível, sendo possível realizar modificações e correções através do feedback avaliativo da comunidade. A implantação do processo de intervenção ocorrerá após levantamento do número de pais de alunos em situação de recasamento e posterior convite e consentimento para participação no programa.

21 5ª Fase: Avaliação da intervenção a fim de legitimar a ação social do interventor. Reaplicar, em todos os sujeitos, o instrumento ministrado na fase inicial para possibilitar uma avaliação da eficácia da intervenção, na medida em que possa haver uma evolução positiva nas respostas dadas naquele primeiro momento.

22 6ª Fase: Disseminação de programas interventivos, que consiste em difundir programas já aplicados e com resultados conhecidos para outros sistemas. Divulgar os resultados desta intervenção a fim de possibilitar que outros grupos que trabalhem com o mesmo tipo de clientela possam utilizá-la.

23 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Sarriera, J. C. (Coord.) (2000) Psicologia Comunitária Estudos atuais. Porto Alegre: Editora Sulina. Sluzki, C. E. (1997) A rede social na prática sistêmica Alternativas terapêuticas. São Paulo: Editora Casa do Psicólogo. Wagner, A. (Coord.) (2002) A família em cena Tramas, dramas e transformações. Petrópolis: Editora Vozes.

24 Amar não é olhar um para o outro, mas ambos na mesma direção. (Antoine de Saint Éxupèry)

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