Plano Diocesano da Ação Evangelizadora. Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã

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2 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2014 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã Diocese de Jundiaí

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4 ÍNDICE Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã Apresentação Siglas e Abreviaturas Objetivo Geral Metas Fundamentos bíblico-teológicos O termo iniciação A Iniciação Cristã A Iniciação Cristã realizada na Igreja Existir em Cristo pelo Batismo Viver em Cristo pela Confirmação Alimentar-se de Cristo na Eucaristia Viver no mundo como iniciados sendo discípulos missionários de Cristo A Iniciação Cristã na renovação das Paróquias Indicações Pastorais para a Diocese de Jundiaí Justificativa ª Indicação Pastoral: Elaboração e publicação do Diretório Diocesano de Catequese, contendo, inclusive, os critérios e as orientações para a preparação e a celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã e demais Sacramentos Objetivo Meios ª Indicação Pastoral: Ministério da Acolhida Objetivo Meios

5 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 3ª Indicação Pastoral: A renovação da catequese: superar a mentalidade sacramentalista Objetivo Meios ª Indicação Pastoral: Valorização do Ritual da Iniciação Cristã de Adultos (RICA) Objetivo Meios Conhecer e articular todos os níveis da catequese nos temos e processos da Iniciação Cristã Proposta de articulação em todos os níveis da catequese com inspiração catecumenal ª Indicação Pastoral: Criação da Escola Catequética Diocesana e Formação dos Catequistas Objetivo Meios ª Indicação Pastoral: Definição de subsídios catequéticos catequéticos diocesanos para todos os níveis da catequese Objetivo Meios ª Indicação Pastoral: Fortalecimento do Centro Catequético Diocesano Curso de Teologia para Leigos nos seus vários núcleos Objetivo Meios Bibliografia Anexo Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil da CNBB Objetivo Geral As 5 Urgências na Ação Evangelizadora Urgência na Ação Evangelizadora Igreja: casa da iniciação à vida cristã Perspectivas de ação Igreja: casa da iniciação à vida cristã

6 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã Apresentação Assim como acolhestes o Cristo Jesus, o Senhor, assim continuai caminhando com ele. Continuai enraizados nele, edificados sobre ele, firmes na fé é tal qual vos foi ensinada, transbordando em ação de graças (Cl 2,6-7), fazendo discípulos de Jesus entre todas as nações (cf. Mt 28,19). Queridos Presbíteros, Diáconos, Seminaristas, Religiosos e Religiosas, Cristãos Leigos e Leigas do Povo de Deus que se faz presente na querida e amada Igreja Diocesana de Jundiaí Tenho a grata alegria de colocar em suas mãos o novo Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2014, fruto de amplas consultas e debates nas reuniões do Conselho Diocesano da Ação Evangelizadora (CDAE) e dos Conselhos Regionais da Ação Evangelizadora (CRAEs) no decorrer do ano de Atendendo às inspirações do Espírito Santo que sempre renova a sua Igreja (cf. Ap 2,7), ao ensinamento do Magistério (principalmente os ensinamentos do Papa e das DGAE) e à constatação da realidade de como a maior parte dos católicos vive sua fé, a Igreja Diocesana de Jundiaí quer tornar-se casa da Iniciação à Vida Cristã. O Papa Francisco acaba de lançar a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (A Alegria do Evangelho), sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual (24/11/2013). Se de um lado ele agradece a Deus pela alegria do Evangelho que enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus (n. 1), doutro lado, porém, ele afirma que os destinatários do anúncio do Evangelho são constituídos por três categorias: (1) os fiéis que frequentam regularmente a comunidade ; (2) pessoas batizadas que, porém, não vivem as exigências do Batismo, não sentem uma pertença cordial á Igreja e já não experimentam a consolação da fé ; (3) aqueles que não conhecem Jesus Cristo ou que sempre O recusaram (EG, n. 14abc). O Santo Padre pergunta: O que fazer para que a mensagem salvadora e libertadora de Jesus ecoe no mundo de hoje, atingindo toda a humanidade, particularmente os adultos batizados e não suficientemente evangelizados (DAp, n. 293)? Qual deve ser a nova evangelização para a transmissão da fé nos dias de hoje? O Papa Francisco é bem decisivo na sua análise da realidade eclesial: Se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida (EG, n. 49). Portanto, não deixemos que nos roubem a alegria da evangelização! (EG, n. 83). - 5-

7 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora Seguindo o espírito das conclusões da Conferência de Aparecida (2007), o Papa Francisco propõe que a Igreja nunca deve deixar de viver e de testemunhar a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado (EG, n. 36), de ser uma Igreja em saída (EG, n. 20), uma Igreja decididamente em estado permanente de missão, que sabe ir à frente, sabe tomar a iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos (EG, n. 24). Como o próprio Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2014 afirma (na Justificativa, antes das Indicações Pastorais p. 17), esta ação missionária da Igreja necessariamente exigirá o que o Documento de Aparecida chama de: conversão pastoral, de abandono de ultrapassadas estruturas que já não favorecem a transmissão da fé (DAp, n. 365). Na verdade, devemos reconhecer que há estruturas eclesiais que podem chegar a condicionar um dinamismo evangelizador; de igual modo, as boas estruturas servem quando há uma vida que as anima, sustenta e avalia (EG, n. 26c). O novo Plano Diocesano exigirá também a renovação e a revitalização das nossas Paróquias, que precisam tornar-se ainda mais próximas das pessoas, sendo âmbitos de vida comunhão e participação e orientando-se completamente para a missão (EG, n. 28). Daí impõe-se a tarefa irrenunciável de oferecer modalidade de iniciação cristã (DAp, n. 287), assumindo um processo catequético orgânico e progressivo que se estenda por toda a vida dos fiéis (DAp, 298), numa perspectiva eminentemente catecumenal (DGAE, n. 42). Queridos irmãos e irmãs: tenho plena certeza que os frutos deste Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2014 dependerão certamente da ação misteriosa e extraordinária da graça de Deus. Dependerá também da maneira como os principais responsáveis deste Plano Diocesano (ministros ordenados e agentes de pastoral) vão se integrar de bom grado na pastoral orgânica da nossa Igreja particular (cf. EG, n. 29). Por isto, como Bispo Diocesano, a todos exorto a aplicarem, com generosidade e coragem, as orientações deste documento, sem impedimentos nem receios. Importante é não caminhar sozinho, mas ter sempre em conta os irmãos e, de modo especial, a guia do Bispo, num discernimento pastoral sábio e realista (cf. EG, n. 33). É importante aprofundar também a Primeira Parte do Plano Diocesano ( Fundamentos bíblico-teológicos) que serve de justificativa e de apoio para toda a ação evangelizadora que a nossa Diocese quer assumir. O Papa Francisco termina sua Exortação Apostólica invocando a luz e a força do Espírito Santo sobre os anunciadores e as testemunhas da Alegria do Evangelho nos dias atuais, pois nenhuma motivação será suficiente, se não arde nos corações o fogo do Espírito. Em suma, uma evangelização com espírito é uma evangelização com o Espírito Santo, já que Ele é a alma da Igreja evangelizadora (EG, n. 261). De coração, auguro ao Padre Leandro Megeto, o novo Coordenador Diocesano da Ação Evangelizadora, e à sua Equipe de Apoio, para que eles possam contar com - 6-

8 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã a plena e generosa colaboração de todos(as) os(as) diocesanos(as) na implantação deste projeto evangelizador. Este Plano Diocesano não terá um prazo determinado para a sua realização, pois envolve, como já se afirmou anteriormente, uma conversão pessoal e pastoral, como também transformação de estruturas eclesiais muito acima das nossas categorias temporais e previsões limitadas. Em relação às cinco Urgências na Ação Evangelizadora, conforme as DGAE, como constou também em relação ao Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2012, intitulado: A Diocese Igreja: Comunidade de Comunidades e que focalizou a quarta Urgência ( Igreja: comunidade de comunidades ), o Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2014, ao enfocar mais uma Urgência das DGAE ( Igreja: casa da iniciação à vida cristã ), não pretende, de forma alguma, excluir as outras Urgências da ação evangelizadora. Evidentemente, tal escolha é apenas de ordem pragmática e operacional. O Papa Francisco confiou a nova tarefa do anúncio da Alegria do Evangelho a Maria, a Mãe da Evangelização, o dom de Jesus ao seu povo (EG, nn ), a Estrela da nova evangelização (EG, nn ). A Nossa Senhora do Desterro, Padroeira da nossa Diocese, queremos confiar o Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2014, ela que deixou-se conduzir pelo Espírito, através de um itinerário de fé, rumo a uma destinação feita de serviço e fecundidade (EG, n. 287). É este itinerário da fé que quereremos percorrer juntos, indo ao encontro de todos, a fim de que, a Igreja se torne uma casa para muitos (EG, n. 288), a casa da Iniciação à Vida Cristã. Maria, Mãe do Evangelho vivente, manancial de alegria para os pequeninos,rogai por nós.amém. Aleluia! (Oração conclusiva da EG). A todos abençoo. Jundiai SP, 01 de janeiro de Solenidade da Santa Maria, Mãe de Deus. Dom Vicente Costa Bispo Diocesano de Jundiaí - 7-

9 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora CELAM CHL CNBB cf. Siglas e Abreviaturas Conselho Episcopal Latino-Americano. Christifideles laici ( Os fiéis leigos ), Exortação Apostólica Pós-Sinodal do Papa João Paulo II sobre a Vocação e Missão dos Leigos na Igreja e no Mundo (1998). Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Confira, veja-se. CIgC Catecismo da Igreja Católica (1997). CR Catequese renovada. Orientações e conteúdo (Documentos da CNBB, n. 26 (1983). DAp DCE Documento de Aparecida. Texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe (Aparecida Brasil) (2007). Deus caritas est ( Deus é amor ), Carta Encíclica do Papa Bento XVI sobre o amor cristão (2005). DGAE Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (Documentos da CNBB, n. 94 (2011). DNC Diretório Nacional de Catequese (Documentos da CNBB, n. 84) (2005). EG ibid. LG n., nn. p., pp. PL RICA SC RM Evangelii Gaudium ( A Alegria do Evangelho ), Exortação Apostólica do Papa Francisco sobre o anúncio do Evangelho no mundo moderno (2013). Citação do mesmo autor e da mesma obra referidos anteriormente. Lumen Gentium ( A Luz dos Povos ), Constituição Dogmática do Concílio Vaticano II sobre a Igreja (1964). Número, números. Página, páginas. Patrologia Latina (Coleção de textos dos Santos Padres). Ritual da Iniciação Cristã de Adultos, da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (2001). Sacrosanctum Concilium ( O Sacrossanto Concílio ), Constituição do Concílio Vaticano II sobre a Sagrada Liturgia (1963). Redemptoris Missio ( A missão de Cristo Redentor ), Carta Encíclica do Papa João Paulo II sobre a validade permanente do mandato missionário (1990). - 8-

10 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã Objetivo Geral Tornar a Igreja Diocesana de Jundiaí Casa da Iniciação à Vida Cristã, a fim de que, a partir do encontro pessoal e profundo com Jesus Cristo, nossas comunidades acolham e acompanhem os que desejam percorrer o itinerário permanente de sua formação cristã (o querigma, a conversão, o discipulado, a comunhão e a missão cf. DAp, n. 278). Metas 1. Iniciar um processo de iniciação na vida cristã dos não batizados e dos batizados, mas não evangelizados, a partir de uma catequese com inspiração catecumenal (cf. DAp, nn ); 2. Realizar a catequese, no processo da iniciação à vida cristã, adotando a inspiração catecumenal do Ritual da Iniciação Cristã de Adultos (RICA); 3. Suscitar uma conversão pastoral e a renovação missionária das comunidades (cf. DAp, nn ; Capítulo I da EG: A transformação missionária da Igreja, nn ); 4. Formar os catequistas e os agentes evangelizadores de nossa Diocese como discípulos missionários de Jesus Cristo; 5. Integrar a liturgia, a vida comunitária e a prática da caridade nesta formação catecumenal integral. 1. Fundamentos Bíblico-teológicos 1.1. O termo iniciação O conceito iniciação, historicamente, tem suas raízes nas religiões do mundo antigo. O termo iniciação tem sua origem no verbo latino in-ire que significa, etimologicamente: conduzir para dentro. Isso significa dizer que a iniciação faz com que o iniciado pertença a um determinado grupo humano ou a uma determinada religião. Na dimensão religiosa, a - 9-

11 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora iniciação é considerada como: começo e aprendizagem de uma experiência religiosa que procura ser definitiva, já que constitui uma mudança de estado, a transformação do ser. 1 Habitualmente, num processo de iniciação, é muito importante o conjunto de ritos celebrado ao longo de todo o período de aprendizagem. Esses ritos são caracterizados sempre por três traços, que os configuram como ritos de passagem, irrepetíveis e que produzem uma transformação existencial no ser A Iniciação Cristã O conceito de Iniciação Cristã quer indicar o processo gradual da fé realizado por quem teve uma primeira adesão a Cristo, pelo qual é inserido no mistério de Cristo. Por isso mesmo, a Iniciação Cristã configurase como uma articulada celebração sacramental 2 (Batismo, Confirmação e Eucaristia), e catequética enquanto educação gradual da fé cristã, compreendida, celebrada e testemunhada 3 por meio da qual o iniciado é identificado e inserido no caminho de Cristo dentro da comunidade cristã, pois o cristianismo consiste numa fé e numa prática às quais só pode ter acesso aquele que foi iniciado. 4 A antiga tradição da Igreja viveu esta Iniciação Cristã exatamente como iniciação aos três Sacramentos juntos (Batismo, Confirmação e Eucaristia): eles eram conferidos em celebração única. A sucessão dos três ritos nos é descrita desde o século II em texto clássico de Tertuliano: O corpo é lavado, para que a alma seja purificada; o corpo é ungido para que a alma seja consagrada; o corpo é assinalado (com o sinal da cruz) para que a alma seja fortificada; o corpo é sombreado (pela imposição das mãos) para que a alma seja iluminada pelo Espírito Santo; o corpo é alimentado com o corpo e sangue de Cristo para que a alma se nutra de Deus. 5 1 C. FLORISTÁN, Catecumenato: história e pastoral da iniciação, Petrópolis: Vozes, p A.F. LELO, A Iniciação Cristã. Catecumenato, dinâmica sacramental e testemunho, São Paulo: Paulinas: 2005, p C. FLORISTÁN, Catecumenato: história e pastoral da iniciação, Petrópolis: Vozes, 1995, p Ibid., p TERTULIANO, Sobre a ressurreição da carne, 8; PL 2,

12 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã 1.3. A Iniciação Cristã realizada na Igreja Jesus Cristo, para cumprir a vontade do Pai, inaugurou na terra o Reino de Deus. Com obras e palavras (cf. Lc 24,19) confirmou que, com Ele, tinha chegado o Reino de Deus. Com Sua morte na Cruz e Sua Ressurreição realizou a salvação de toda a humanidade. Enviando o Espírito Santo no dia de Pentecostes, confirmou a missão dos Apóstolos de serem suas testemunhas (cf. At 1,8). Esta missão divina, confiada por Cristo aos Apóstolos, deverá durar até o fim dos séculos (cf. Mt 28,20). Assim, deixou como sinal de sua salvação, a Igreja, como verdadeiro Sacramento de Cristo, o sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano (LG, n. 1). E, para cumprir essa missão, o Senhor Jesus concedeu à sua Igreja os meios necessários os Sacramentos como sinais salvíficos de sua presença perene entre nós Existir em Cristo pelo Batismo 6 A Iniciação Cristã é o acesso à experiência do mistério de Cristo. É o encontro com Jesus Cristo que possibilita aos seres humanos mergulhar num abismo de entrega total e remodelar toda a sua vida a partir d Ele. O Batismo é o que permite à humanidade mergulhar nesse mistério de Cristo. A expressão batismo vem do grego e significa mergulhar, imergir. Quem é batizado é mergulhado na morte de Cristo e ressurge com Ele como criatura nova (cf. Rm 6,4). Como todos os demais Sacramentos, o Batismo se situa no contexto da história da criação e da salvação. Para compreender e assumir a vivência cristã deste sacramento é preciso ter presente que ele está fundamentado em uma tríplice dinâmica antropológica, a saber: o duplo simbolismo da água (morte e vida); as abluções (purificações); e, as iniciações, que inserem na participação dentro de uma comunhão. 7 6 O esquema apresentado nesta seção foi extraído de V. DOS SANTOS COSTA, Os Sacramentos da Iniciação Cristã, em A Liturgia da Iniciação Cristã, São Paulo: LTr, 2008, pp Cf. E.-M. FABER, Doutrina católica dos Sacramentos, São Paulo: Loyola, 2008, p

13 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora Assim como todo aquele que mergulha só o faz na certeza da profundidade da água, todos os que são mergulhados nas águas do Batismo só o fazem porque antes houve uma decisão confiante em mergulhar no mistério de Cristo. Afinal, é por meio do batismo que somos configurados à semelhança de Cristo (cf. LG, 7b) e, por isso mesmo, passamos a existir em Cristo pelo Batismo Viver em Cristo pela Confirmação Hoje a teologia encontra dificuldade para justificar a especificidade do Sacramento da Confirmação, dado que ele foi deslocado para o final do processo da etapa inicial à vida cristã por um motivo histórico. Em todo caso, juntamente com o Batismo e a Eucaristia, o Sacramento da Confirmação constitui o conjunto dos Sacramentos da Iniciação Cristã (cf. SC, 71a). Tal Sacramento confirma no cristão a força do Batismo, reforçando nele a sua condição de fiel testemunha de Jesus Cristo. Por isso, a recepção deste Sacramento é necessária à consumação da graça batismal. De fato, nos ensina o Concílio Vaticano II que, pelo Sacramento da Confirmação os fiéis são vinculados mais perfeitamente à Igreja, enriquecidos de força especial do Espírito Santo, e assim mais estritamente obrigados à fé que, como verdadeiras testemunhas de Cristo, devem difundir e defender tanto por palavras como por obras (LG, n. 11a). Assim, é no dia do Batismo que o cristão se torna morada do Pai e do Filho (cf. Jo 14, 23) e templo do Espírito Santo (cf. 1Cor 3,16). Porém, adulto na fé pelo Sacramento da Confirmação, o crismado deverá colocar à disposição da Igreja os próprios dons, talentos e carismas, evangelizando pelo exemplo de sua vida, por sua palavra e ação, e levar, nos mais variados ambientes da sociedade, o perfume suave de Cristo. 8 Pela graça do Batismo e da Confirmação, todos se tornam discípulos missionários de Jesus Cristo e corresponsáveis pelo anúncio do Evangelho através do próprio testemunho de vida e palavra. Se pelo Batismo passamos a existir em Cristo, pela Confirmação passamos a viver n Ele. 8 Por ser óleo perfumado, o óleo do Crisma é símbolo do bem-estar e das bênçãos de Deus (cf. Pv 27, 9), mas também da força que ele confere nos momentos em que mais necessitamos da força de Deus; cf. J. ALDAZÁ- BAL, Gestos e símbolos, São Paulo: Loyola, 2005, pp

14 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã Alimentar-se de Cristo na Eucaristia Teologicamente, com o Sacramento da Eucaristia culmina a Iniciação Cristã, já que ela compreende o catecumenato, os ritos litúrgicos próprios do batismo e da confirmação e, por último, o sacramento por excelência, a eucaristia. 9 Na realidade, a Eucaristia culmina e plenifica a inteira vida sobrenatural, porque é o Sacramento dos Sacramentos, já que contém a graça de Deus como os demais Sacramentos e o autor da graça, Jesus Cristo Nosso Senhor. Assim nos ensina o Catecismo da Igreja Católica: A santa Eucaristia conclui a iniciação cristã. Os que foram elevados à dignidade do sacerdócio régio pelo Batismo e configurados mais profundamente a Cristo pela Confirmação, estes, por meio da Eucaristia, participam com toda a comunidade do próprio sacrifício do Senhor (n. 1322). Portanto, na Eucaristia a Igreja professa sua fé na presença viva do Senhor que a alimenta a caminho da Páscoa definitiva. Deste modo, se o Batismo nos faz existir em Cristo e a Confirmação nos amadurece para vivermos n Ele, a Eucaristia torna-se o alimento que garante a nossa existência e permanência em Cristo e na Igreja, porque ela fortalece a vida do cristão para a participação plena na comunidade eclesial. Daí a oportunidade de fortalecer a unidade dos três sacramentos da iniciação, e aprofundar o rico sentido deles (DAp, n. 288) Viver no mundo como iniciados sendo discípulos missionários de Cristo No processo de Iniciação Cristã há de se levar necessariamente em conta algo muito importante e necessário: a formação do discípulo missionário de Jesus Cristo. O Documento de Aparecida aprofundou essa questão como tema central da 5ª Conferência Geral do CELAM: Discipulado e missão são como as duas faces da mesma moeda: quando o discípulo está apaixonado por Cristo, não pode deixar de anunciar ao mundo que só Ele nos salva (cf. At 4,12) (DAp, n. 146; cf.: Todos somos discípulos missionários, EG, nn ). 9 J.-M.R. TILLARD, Los sacramentos de la Iglesia, em C. FLORISTÁN, Catecumenato: história e pastoral da iniciação, Petrópolis: Vozes, 1995, p

15 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora Os iniciados na fé são chamados a atingir a plenitude de sua estatura no exercício de sua missão de povo cristão no mundo e na Igreja 10 como verdadeiros, autênticos e permanentes discípulos missionários de Jesus, já que o discípulo, à medida que conhece e ama o seu Senhor, experimenta a necessidade de compartilhar com outros a sua alegria de ser enviado, de ir ao mundo para anunciar Jesus Cristo, morto e ressuscitado, e tornar realidade o amor e o serviço na pessoa dos mais necessitados, em uma palavra, a construir o Reino de Deus (DAp, n. 278e). Na Igreja primitiva, cada batizado era, para seu ambiente, uma testemunha viva de Jesus Cristo. A atividade da Igreja das origens era assumida por todos os seus membros, e não apenas pelos ministros ordenados, uma vez que cada iniciado na fé nos Sacramentos da Iniciação Cristã sentiase investido da função missionária, recebida especialmente e assumida no Sacramento da Confirmação. 11 Era o Espírito Santo que conduzia os iniciados na fé a dar pleno testemunho de Cristo, Morto e Ressuscitado, tornando a vida e missão de Cristo o centro do anúncio e da missão de cada um. A missão consistia em levar Cristo a todos os povos, como gostava de dizer Dom Gabriel Paulino Bueno Couto ( ), nosso primeiro bispo diocesano: Dar Cristo àqueles que não O têm e consciência de Cristo àqueles que já O possuem. Por isso, é tarefa de todo batizado anunciar o nome e o amor de Cristo e mostrar que a sua mensagem não é uma utopia, mas é mensagem de salvação para todos os povos. Eis o que nos lembra Inácio de Antioquia: O ardor missionário não é portanto exclusivo do clero, mas anima os cristãos todos a uma plena vivência do cristianismo, a uma oração e atitude correspondente a ela e ao desejo de dar-se totalmente por aqueles que ainda não encontraram Deus CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO E A DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS, Ritual da Iniciação Cristã de Adultos, São Paulo: Paulus, 2004, n. 02, p L. PADOVESE, Introdução à Teologia Patrística, São Paulo: Loyola, 1999, pp P.E. ARNS, Cartas de Santo Inácio de Antioquia. Comunidades eclesiais em formação, Petrópolis: Vozes, 1984, p

16 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã Dessa forma, o ardor missionário que brota dos Sacramentos da Iniciação Cristã e de uma evangelização sólida e eficaz faz com que todos sejam mergulhados no Mistério de Cristo e, por isso mesmo, tornem-se discípulos missionários de Jesus Cristo. Porém, para chegar a ser discípulo missionário de Jesus Cristo, o iniciado precisa passar por todas as etapas da Iniciação Cristã que o farão apto para anunciar ao mundo que n Ele todos tenham vida e a tenham em abundância (Jo 10,10). Estas etapas encontram-se presentes no Documento de Aparecida (cf. n. 278), quando os Bispos tratam dos aspectos do processo de formação dos discípulos missionários, destacando cinco aspectos essenciais: 1. O Encontro com Jesus Cristo, que no querigma (o primeiro e decisivo anúncio da Pessoa de Jesus Cristo) manifesta a sua força, já que só a partir desse anúncio explícito e transformador de Jesus Vivo e Ressuscitado acontece a possibilidade de uma iniciação cristã verdadeira (cf. DAp, n. 279; EG, nn ; O encontro pessoal com o amor de Jesus que nos salva, em EG, nn ); 2. A Conversão, como resposta inicial de quem escutou o Senhor e está decidido a ir após Ele, transformando a sua forma de pensar e viver; 3. O Discipulado, que visa ao seguimento a Jesus Cristo e amadurece essa vivência por uma catequese permanente e uma inserção na vida sacramental, permitindo que os discípulos missionários perseverem na vida cristã; 4. A Comunhão entre os discípulos missionários de Jesus Cristo, já que não existe vida em Cristo fora da comunidade (cf.: O prazer espiritual de ser povo, em EG, nn ); 5. A Missão, pois quanto mais se conhece e ama o Senhor mais se sente necessidade de compartilhá-lo com os outros que ainda não experimentaram este encontro vivificante com o Senhor (cf. EG. nn )

17 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2. A Iniciação Cristã na renovação das Paróquias A fé é um dom de Deus. A todos nos toca recomeçar a partir de Cristo, reconhecendo que não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande ideia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva (DAp, n. 12, citando DCE, n. 1b). Tal encontro é sempre mediado pela ação da Igreja, que inserida em cada tempo e lugar, anuncia, testemunha e proclama a Palavra de Deus, a fim de que o anúncio se torne eficaz. Se, no passado, o encontro com a Pessoa de Jesus Cristo se dava na própria família e, até mesmo na sociedade que se afirmava cristã, hoje vivemos num contexto religioso social e cultural bem diferentes. Devido a uma profunda crise de fé, o pressuposto da fé, considerado antes como um pressuposto óbvio da vida diária dos cristãos, não só deixou de existir, como também frequentemente acaba até negado (cf. Carta Apostólica do Papa Bento XVI com a qual se proclama o Ano da Fé: Porta Fidei, n. 2; DGAE, n. 40). Deste modo, é urgente e necessário desenvolver em nossas comunidades um processo de iniciação na vida cristã que comece pelo querigma e que, guiado pela Palavra de Deus, conduza a um encontro pessoal, cada vez maior, com Jesus Cristo (DAp, n. 289; cf. DGAE, n. 40). Recentemente (abril de 2013), a CNBB lançou um estudo muito importante e provocador a respeito da renovação e da revitalização das nossas Paróquias, tornando-as rede de verdadeiras comunidades fraternas e acolhedoras, casa da Palavra, casa do pão partilhado, casa da caridade (ágape), casa dos discípulos missionários de Jesus Cristo. Em resumo: as Paróquias como casas e escolas de comunhão (DAp, n. 170). Este Estudo, intitulado de: Comunidade de Comunidades: Uma nova Paróquia, oferece nove importantes proposições para alcançar este objetivo tão urgente e necessário para a nossa Igreja. A quinta proposição trata justamente da Catequese de Iniciação à Vida Cristã e afirma: Para que as comunidades sejam renovadas, a catequese há de ser uma prioridade. Um novo olhar permitirá uma nova prática. A catequese, como iniciação à vida cristã, ainda é desconhecida em muitas comunidades. Trata-se de passar da catequese como instrução e adotar a metodologia catecumenal, conforme a orientação do RICA e do Diretório Nacional da Catequese. Nesse sentido, padres, catequistas e a própria comunidade precisam de uma conversão pastoral. Isso implica rever os processos de catequese das crianças, adolescentes, jovens e dos adultos (n. 221)

18 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã 3. Indicações Pastorais para a Diocese de Jundiaí Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas (Ap 2, 7). Justificativa: Fazer da Iniciação à Vida Cristã uma urgência em nossa Diocese de Jundiaí requer uma verdadeira mudança de comportamento eclesial. Segundo o Documento de Aparecida, trata-se de entrar decididamente, com todas as forças, nos processos constantes de renovação missionária e de abandonar as ultrapassadas estruturas que já não favoreçam a transmissão da fé (DAp, n. 365). Portanto, esta conversão pastoral e renovação missionária das comunidades, tão destacada pelo Documento de Aparecida e pelas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil , implica rever atitudes, horários, estruturas e formação do agente evangelizador, bem como da comunidade que acolhe e acompanha os que desejam percorrer o itinerário de formação cristã (cf. DGAE, n. 42). Um dos textos mais inspiradores para a elaboração do Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2014, além da segunda Urgência da Ação Evangelizadora das DGAE: Igreja: casa da iniciação à vida cristã (cf. Anexo) vem do Documento de Aparecida: Assumir esta iniciação cristã exige não só uma renovação de modalidade catequética da paróquia. Propomos que o processo catequético de formação adotado pela Igreja para a iniciação cristã seja assumido em todo o Continente como a maneira ordinária e indispensável de introdução na vida cristã e como a catequese básica e fundamental. Depois, virá a catequese permanente que continua o processo de amadurecimento da fé; na qual se deve incorporar um discernimento vocacional e a iluminação para projetos pessoais de vida (DAp, n. 294)

19 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora Para tanto, torna-se necessário adotar as seguintes sete indicações pastorais: 1ª Indicação Pastoral: Elaboração e publicação do Diretório Diocesano de Catequese, contendo, inclusive, os critérios e as orientações para a preparação e a celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã e demais Sacramentos. Objetivo Levando em consideração as profundas mudanças religiosas, culturais e sociais desde a publicação do subsídio diocesano: Normas, Diretrizes e Estatutos (2005), elaborar e publicar o Diretório Diocesano de Catequese, com orientações claras e objetivas a respeito da preparação e da celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã e demais Sacramentos. Meios 1. Inserir a catequese em preparação aos Sacramentos da Iniciação Cristã e demais Sacramentos dentro de um processo catequético orgânico e progressivo que se estenda por toda a vida, desde a infância até a terceira idade (DAp, n. 298), evitando uma catequese apenas ocasional, reduzida a momentos prévios aos Sacramentos; 2. Priorizar, nesta preparação, a experiência com Jesus Cristo e a inserção viva na comunidade eclesial; 3. Privilegiar, nesta preparação, a leitura e a meditação da Palavra de Deus, particularmente a leitura orante da Bíblia (cf. DAp, nn. 249 e 300; EG, nn ). <><><><><><><><><><><><><> 2ª Indicação Pastoral: Ministério da Acolhida Objetivo Buscar as pessoas batizadas que, porém, não vivem as exigências do - 18-

20 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã Batismo, que não sentem uma pertença cordial à Igreja e já não experimentam a consolação da fé (EG, n. 14b). A esses católicos afastados e aqueles que pouco ou nada conhecem sobre Jesus Cristo : oferecer uma pastoral da acolhida que os ajude a sentir a Igreja como lugar privilegiado do encontro com Deus e mediante um itinerário catequético permanente (Bento XVI, Discurso aos Bispos do Brasil, São Paulo, Catedral da Sé, 11/05/2007, n. 3b). Meios 1. Incentivar os Grupos de Rua/Grupos de Reflexão, para que se tornem porta de entrada para a vida comunitária, principalmente daqueles que estão afastados da Igreja ou que ainda não receberam os Sacramentos da Iniciação Cristã. Os Coordenadores destes grupos devem ajudar no acolhimento e no encaminhamento destas pessoas à vida comunitária; 2. Introduzir os participantes dos Grupos de Rua/Grupos de Reflexão na prática da Iniciação Cristã, através de subsídios próprios; 3. Priorizar o atendimento personalizado das pessoas que chegam à Paróquia, começando com um bom treinamento dos(as) secretários(as) paroquiais formando a consciência da real necessidade de um diálogo interpessoal e não apenas profissional bem como o acolhimento por parte dos padres e diáconos permanentes, compartilhando da história de cada um(a), respeitando, porém, a liberdade de cada pessoa; 3. Retomar o Projeto 2 do Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2012 ( A Diocese Igreja: Comunidade de Comunidades ) no que diz respeito ao Ministério da Escuta Cristã e do Ministério da Visitação, selecionando e capacitando leigos(as) para exercerem esses Ministérios, contando com o apoio dos padres e dos diáconos permanentes (cf.: O acompanhamento pessoal dos processos de crescimento, EG, nn ; DGAE, n. 87); 4. Incentivar o espírito de comunhão nas Pastorais Específicas, Movimentos Eclesiais, Novas Comunidades e Associações Religiosas, formando bem os seus Coordenadores, de modo que possam - 19-

21 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora acolher bem os novos membros que chegam à comunidade, abrindo espaço para exercerem os dons que o Senhor lhes confiou para o bem de toda a Igreja (cf. 1Cor 12,7); 5. Acolher as pessoas em situações canonicamente irregulares, de modo que não se considerem separadas da Igreja, devendo enquanto batizadas, participar da vida da Igreja, sendo acompanhadas com ternura, misericórdia e compreensão, sempre de acordo com as orientações do Magistério (cf. DAp, n. 437j), recordando as sábias palavras do Papa Bento XVI sobre esta questão: Devemos dizer... que a Igreja as ama, mas elas devem ver e sentir este amor. Considero grande tarefa duma paróquia, duma comunidade católica, fazer todo o possível para que elas sintam que são amadas, acolhidas, que não estão fora, apesar de não poderem receber a absolvição nem a Comunhão: devem ver que mesmo assim vivem plenamente na Igreja... Penso que o seu sofrimento, se realmente aceito interiormente, seja um dom para a Igreja. Devem saber que precisamente assim servem a Igreja, estão no coração da Igreja. Obrigado pelo vosso compromisso! (7º Encontro Mundial das Famílias, Milão, Itália, 02/06/2012); 6. Garantir um eficaz processo de iniciação à vida cristã, de modo que as Paróquias estejam atentas aos grupos que necessitam de um itinerário de formação especial, com horários de atendimento e catequese diferenciados; 7. Dado que a melhor catequese sobre a Eucaristia é a própria Eucaristia bem celebrada (Exortação Apostólica sobre a Eucaristia, Sacramentum Caritatis, n. 64a), incentivar a consciência litúrgica, bem como a formação litúrgica em nossas assembleias, tornando principalmente as celebrações dominicais da Santa Missa e da Celebração da Palavra lugar de atração e amor a Cristo e à Sua Igreja. <><><><><><><><><><><><><> 3ª Indicação Pastoral: A renovação da catequese: superar a mentalidade sacramentalista Objetivo Passar de uma catequese ocasional, reduzida a momentos prévios aos - 20-

22 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã sacramentos ou à iniciação cristã (DAp, n. 298) para uma catequese com inspiração catecumenal, dentro de um processo catequético orgânico e progressivo (ibid.), pois a fé cristã não pode ser reduzida a uma bagagem, a um elenco de algumas normas e de proibições, a práticas de devoção fragmentadas, a adesões seletivas e parciais das verdades da fé,... à repetição de princípios doutrinais, a moralismos brandos ou crispados que não convertem a vida dos batizados (DAp, n. 12; cf. DGAE, n. 41). Meios 1. Implantar, efetivamente, a Comissão Paroquial para Animação Bíblico Catequética, articulando entre si todos os níveis (Batismo, Pré-Catequese, 1ª Eucaristia, Perseverança, Crisma e Catequese com Adultos); 2. Colocar a Palavra de Deus no centro da catequese, fazendo da Bíblia o livro por excelência, bem como o Catecismo da Igreja Católica (formação dos catequistas) e o Youcat, como instrumentos de apoio para a catequese nos vários níveis pela Diocese (cf. DAp, nn. 249 e 300; EG, nn ); 3. Incentivar a formação dos grupos para o nível da Pré-Catequese, evangelizando as crianças já na primeira etapa de sua formação humana, criando, quando for possível, espaços especiais de catequese nos horários da celebração da Santa Missa, possibilitando a celebração da Liturgia da Palavra numa linguagem própria de acordo com a idade dos(as) catequizandos(as), enquanto seus pais participam da Missa; 4. Passar de uma catequese com mentalidade escolar (lista de chamada, sala de aula, catequista/professor, catequizando/aluno, férias, fichas assinadas para comprovar a presença nas Missas, crachás, etc.) para uma catequese celebrativa, que acompanhe principalmente o Ano Litúrgico, adaptando, inclusive, os espaços da catequese; 5. Assumir no período da Perseverança também os projetos já existentes na Diocese, tais como: Pequenos Acólitos, Acólitos, Infância e Adolescência Missionária (IAM), etc., a fim de que adolescentes possam evangelizar outros adolescentes, incutindo neles o desejo e o amor pela missão; - 21-

23 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 6. Fortalecer a catequese da Crisma e com os adultos, incentivando a inserção, principalmente dos jovens, na Igreja e no mundo, adotando o estágio pastoral neste período de catequese, a fim de ajudar os catequizandos a descobrirem a própria vocação e seus dons na vida e missão da comunidade paroquial; 7. Valorizar a catequese familiar, de modo que as famílias inseridas na vida da comunidade se tornem agentes evangelizadores, tornando os pais verdadeiros catequistas (introdutores) de seus filhos, e assim a família se torne uma Igreja doméstica, a primeira escola da fé (DAp, nn ), onde a Palavra de Deus é acolhida, anunciada, celebrada e vivida; 8. Priorizar a catequese com os adultos como a forma fundamental da educação da fé (DAp, n. 298), pois são eles os que assumem mais diretamente, na sociedade e na Igreja, as instâncias decisórias e mais favorecem ou dificultam a vida comunitária, a justiça e a fraternidade (DNC, n. 181, citando o Documento da CNBB, n. 26: Catequese renovada. Orientações e conteúdo, n. 130a) e a eles devem ser orientados os melhores evangelizadores da comunidade; 9. Integrar a missão social em todo itinerário permanente da formação cristã, pois se esta dimensão não for devidamente explicitada, corre-se sempre o risco de desfigurar o sentido autêntico e integral da missão evangelizadora (EG, n. 176; cf. o Quarto Capítulo desta Exortação Apostólica: A dimensão social da Evangelização, nn ). <><><><><><><><><><><><><> 4ª Indicação Pastoral: Valorização do Ritual da Iniciação Cristã de Adultos (RICA) Objetivo Resgatar, a partir do RICA, o que era considerado fundamental no catecumenato da Igreja primitiva: a interação fé e vida, a partir de uma formação que consiste na instrução e no aprofundamento doutrinal (catequese), unida à experiência litúrgica, a partir da vivência dos tempos e processos da Iniciação Cristã: querigma, catecumenato (catequese), iluminação e purificação (Domingos da Quaresma), celebração dos Sacramentos e mistagogia

24 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã Meios 1. Conhecer e articular todos os níveis da catequese nos tempos e processos da Iniciação Cristã. I. QUERIGMA É o tempo da evangelização em que, com firmeza, vigor e confiança, se anuncia a Pessoa de Jesus Cristo, Redentor e Salvador da humanidade, do Reino e da Igreja. Este anúncio, guiado pela Palavra de Deus, faz experimentar Jesus Cristo como plenitude da humanidade, levando à conversão, ao seguimento em uma comunidade eclesial e a um amadurecimento de fé na prática dos sacramentos, do serviço e da missão (DAp, n. 289). Anúncio da Pessoa de Jesus Cristo a partir do Evangelho II. CATEQUESE É o tempo da educação da fé dos catequizandos, que compreende a transmissão e o aprofundamento da doutrina cristã, dados em geral de maneira orgânica e sistemática, a fim de iniciá-los na plenitude da vida cristã. É a explicitação da fé cristã suscitada pelo querigma (cf. CIgC,, n. 5) Formação sistemática e completa da fé III. PURIFICAÇÃO E ILUMINAÇÃO O tempo da purificação e iluminação dos catecúmenos é normalmente a Quaresma. De fato, na liturgia e na catequese, pela comemoração ou pela preparação do Batismo e pela Penitência, a Quaresma renova a comunidade dos fiéis juntamente com os catecúmenos e os dispõe para a celebração do mistério pascal, ao qual os sacramentos da iniciação associam cada um (RICA, n. 21, p. 23). É um tempo consagrado a preparar mais intensamente o espírito e o coração (ibid., n. 22, p. 23). Preparação mais intensa para a festa da Páscoa e para a vivência da novidade da vida cristã Celebração dos Sacramentos IV. MISTAGOGIA Tempo em que o catequizando através da: meditação do Evangelho, pela participação da Eucaristia e pela prática da caridade, vai progredindo no conhecimento mais profundo do mistério pascal e na sua vivência cada vez maior (cf. RICA, n. 37, p. 26). Introdução no significado dos ritos e sinais litúrgicos, visando uma maior comunhão com Deus e com a comunidade eclesial (cf. EG, n. 166; DGAE, n. 41) - 23-

25 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2. Proposta de articulação em todos os níveis da catequese com inspiração catecumenal Querigma: 1. Batismo Catequizandos de 0 a 8 anos Uma celebração da Palavra, com anúncio explícito da Boa Nova de Jesus Cristo, acolhendo os pais e padrinhos. Pais e padrinhos, já inseridos na vida da comunidade e que vivenciam a fé, participam da Celebração de Acolhida, mesmo não participando das catequeses Catequese: 04 encontros de formação com pais e padrinhos, preferencialmente nas casas, servindo-se de subsídios próprios. Purificação/Iluminação: Apresentação das crianças, pais e padrinhos e primeiros Ritos do Batismo na Missa ou na Celebração da Palavra que antecede a celebração batismal. Celebração do Sacramento: Celebração do Sacramento do Batismo, servindose do Ritual para Batismo de Crianças Mistagogia: Visita dos catequistas às casas, semestralmente, celebrando o crescimento da criança, até entrar na Pré-Catequese. Querigma: 2. Pré-Catequese Catequizandos de 4 a 8 anos Visita dos catequistas de Batismo à família. Celebração com os pais na igreja, para os que não foram acompanhados pelos catequis-tas de Batismo. Catequese: Encontros no mesmo horário da Missa e da Celebração da Palavra, com uma linguagem voltada para os catequizandos ou outros encontros semanais Purificação/Iluminação: Celebração do Sacramento: Mistagogia: Acompanhamento dos catequizandos até a catequese em preparação à 1ª Eucaristia

26 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã Iniciação à Eucaristia Catequizandos de 9 a 13 anos Querigma: Visita dos catequistas às escolas, se for possível. Visita às famílias após o período de inscrições. Anúncios querigmáticos com pais e crianças, antes do início da catequese, propondo como temas: O amor de Deus, a salvação em Jesus Cristo, o pecado e a misericórdia, a Igreja, etc Proposta do Esquema: Junho Convite, inscrições, visitas às escolas Julho Visita às famílias dos inscritos Agosto 4 encontros querigmáticos com pais e catequizandos na igreja, uma vez por semana, antes do início da catequese Setembro Início da catequese com os catequistas Catequese: Dois anos de catequese com aprofundamento dos temas da fé cristã, com subsídios adotados pela Diocese. Preparar turmas distintas por idades, por exemplo: turmas de 9 a 11 anos e turmas de 12 a 13 anos. Purificação/Iluminação: Para as crianças que não são batizadas e que já estão na 2ª etapa da catequese, celebração dos Ritos do RICA para os Domingos da Quaresma: 1º Dom. Eleição / 3º Dom. 1º Escrutínio Durante a semana - Entrega do Símbolo da Fé ( Creio ) / 4º Dom. 2º Escrutínio 5º Dom. 3º Escrutínio Durante a semana Entrega do Pai-Nosso Profissão de Fé e a Celebração do Éfeta diante do Bispo no Sábado Santo, pela manhã. Celebração do Sacramento: Recepção do Sacramento do Batismo, na noite da Vigília Pascal, conforme o RICA (somente para aqueles que não são batizados). Mistagogia: Atuação dos neófitos (recém-batizados) nas celebrações no Tempo Pascal. Celebração da 1ª Eucaristia. Inserção nos grupos de Perseverança, Acólitos, IAM, entre outros projetos presentes na Diocese. A mistagogia deste tempo será a catequese da Perseverança. 4. Perseverança Adolescentes de 11 a 13 Querigma: Todo este período deve ser considerado como tempo mistagógico da etapa da Iniciação à Eucaristia em vista do Sacramento da Confirmação. Catequese: Catequese de Perseverança até a idade da catequese da Crisma, estruturada em encontros semanais e com temas diversos: a fé cristã, assuntos culturais, sociais, a psicologia do adolescente. Purificação/Iluminação: Celebração do Sacramento: Mistagogia: - 25-

27 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora Querigma: 5. Crisma e Catequese com Adultos Jovens de 14 a 17 anos Adultos acima de 18 anos Visita dos catequistas às escolas. Visita aos jovens que estão inseridos nos grupos específicos. Anúncios na Missa, na Celebração da Palavra e nos grupos de jovens e convite para esta catequese. Grupos de Reflexão/Grupos de Rua: Levantamento pelos Coordenadores da realidade sacramental dos membros e convite para esta catequese. Proposta do Esquema: Junho Convite, inscrições, visitas às escolas / Julho Visita às famílias dos inscritos. Agosto 4 encontros querigmáticos, na igreja, uma vez por semana / Setembro Início da catequese com os catequistas. Catequese: Um ano de Catequese com aprofundamento dos temas da fé e da atualidade, com subsídios adotados pela Diocese. Estágio Pastoral durante a catequese, a fim de conhecer a realidade pastoral e acompanhar algum trabalho pastoral. Purificação/Iluminação: Para os jovens e adultos que não batizados: celebração dos Ritos do RICA para os Domingos da Quaresma, que antecede a celebração dos Sacramentos: 1º Dom. Eleição / 3º Dom. 1º Escrutínio Durante a semana - Entrega do Símbolo da Fé ( Creio ) 4º Dom. 2º Escrutínio / 5º Dom. 3º Escrutínio Durante a semana - Entrega do Pai-Nosso / Profissão de Fé e celebração do Éfeta diante do Bispo no Sábado Santo, pela manhã. Celebração do Sacramento: Recepção dos Sacramentos da Iniciação Cristã, na noite da Vigília Pascal (somente para aqueles que não são batizados). Mistagogia: Celebração da 1ª Eucaristia, durante o Tempo Pascal (para os que não receberam o Sacramento na Vigília da Páscoa). Celebração do Sacramento da Crisma, durante o ano, de acordo, com o Calendário de Crismas do Bispo Diocesano (para os que não receberam este Sacramento na Vigília da Páscoa). Inserção na Pastoral Juvenil, grupos de jovens e demais Pastorais Específicas, Movimentos Eclesiais e Associações Religiosas presentes na Paróquia

28 Igreja: Casa da Iniciação à Vida Cristã 5ª Indicação Pastoral: Criação da Escola Catequética Diocesana e Formação dos Catequistas Objetivo Propiciar a formação dos catequistas e agentes evangelizadores nos processos da Iniciação Cristã e capacitá-los para o exercício de seu ministério, em vista de uma catequese evangelizadora e comprometida, fortalecendo a caminhada da Comissão Diocesana para a Animação Bíblico-Catequética e promovendo a integração da Catequese com as Pastorais Específicas, Movimentos Eclesiais e Associações Religiosas. Pois, como nos lembra o Papa Bento XVI: É óbvio, portanto, que os seus catequistas não são simples comunicadores de experiências de fé, mas devem ser autênticos transmissores, sob a guia do seu Pastor, das verdades reveladas (Discurso aos Bispos do Brasil, São Paulo, Catedral da Sé, 11/05/2007, n. 4a). Meios 1. Criar a Escola Catequética, em Jundiaí e em outras Regiões Pastorais da Diocese, para a formação permanente de todos os catequistas da Diocese, formando seus participantes nos conteúdos da Fé e na metodologia catequética, favorecendo também a relação fé e vida, gerando a consciência da missão; 2. Assegurar que haja em todas as Paróquias catequistas bem formados nos temas da fé e da moral, para que os mistérios da fé cristã sejam por todos conhecidos, amados, vividos e celebrados; 3. Garantir e apoiar a formação de equipe(s) itinerante(s), sob a responsabilidade da Coordenação Diocesana da Ação Evangelizadora, constituída(as) por membros da Comissão Diocesana para a Animação Bíblico-Catequética e outros agentes de pastoral, com o objetivo de percorrer as Regiões Pastorais e as Paróquias da Diocese, a fim de divulgar e buscar o apoio total ao Plano Diocesano da Ação Evangelizadora ; 4. Realizar, preferencialmente no primeiro semestre de 2014, uma Semana de Formação em nível de Região Pastoral para os catequistas e os agentes evangelizadores, também sob a responsabilidade da - 27-

29 Plano Diocesano da Ação Evangelizadora Coordenação Diocesana da Ação Evangelizadora, com o objetivo de divulgar o Plano Diocesano da Ação Evangelizadora 2014, buscando meios para a sua efetiva concretização; 5. Garantir que as Paróquias, por meio dos Conselhos de Economia e Administração (CPEAs), juntamente com seus respectivos Párocos e Administradores Paroquiais, priorizem os espaços adequados e acolhedores para a catequese e as celebrações, inclusive respeitando as normas de acessibilidade, para acolher as pessoas com deficiência física, atendendo às suas necessidades, de modo que elas possam ter o mesmo direito à catequese, à vida comunitária e sacramental (cf. DNC, n. 202); 6. Assegurar a inserção dos catequistas na vida e na missão da própria comunidade paroquial à qual eles pertencem, pois o testemunho de sua pertença ativa e comprometida à comunidade eclesial é decisivo na formação da fé cristã; 7. Utilizar os modernos meios de comunicação, bem como inserção nas mídias sociais, por parte dos catequistas e agentes de pastoral, desenvolvendo, como método de formação dos catequistas, um blog, bem como um canal no Youtube, com vídeos formativos, feitos por especialistas na formação metodológica dos catequistas, abrangendo os vários aspectos da formação dos catequistas, abrindo possibilidades de uma formação à distância, para aqueles que residem longe da sede diocesana ou regional. <><><><><><><><><><><><><> 6ª Indicação Pastoral: Definição de subsídios catequéticos diocesanos para todos os níveis da catequese Objetivo Definir, para uma maior comunhão, subsídios que estejam de acordo com a proposta da catequese com inspiração catecumenal a serem utilizados por todas as paróquias e comunidades da Diocese

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