PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários DOCUMENTO DE TRABALHO. sobre os fundos hedge e os instrumentos derivados

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários DOCUMENTO DE TRABALHO. sobre os fundos hedge e os instrumentos derivados"

Transcrição

1 PARLAMENTO EUROPEU Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários 5 de Agosto de 2003 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre os fundos hedge e os instrumentos derivados Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários Relator: John Purvis DT\ doc PE

2 Fundos hedge A. W. Jones criou o primeiro fundo hedge (fundo com cobertura de riscos) em Combinou dois tipos arriscados de investimento - vendas a descoberto e capitais de empréstimo - a fim de limitar a exposição global aos riscos de mercado. O fundo ficou assim "coberto" na medida em que combinava activos em títulos, comprados com dinheiro emprestado e que renderiam caso o mercado subisse, e posições curtas, que renderiam se o mercado baixasse. Também fez constituir a comissão de gestão por uma percentagem dos lucros (20% no seu caso) e investiu o seu próprio capital no fundo. Os activos sob gestão são agora estimados entre 450 biliões USD e 500 biliões USD. O número de fundos hedge geridos na Europa em 2001 era de 446 1, mas representavam apenas 15% do total global dos activos deste tipo de fundos 2. O Grupo de Trabalho sobre os Mercados Financeiros do Presidente dos EUA definiu em 1999 os fundos hedge como "qualquer veículo de investimento comum que seja organizado de forma privada, administrado por gestores profissionais de investimentos e não amplamente disponível ao público". A Financial Services Authority do R.U. declinou a definição por considerar não haver elementos comuns identificáveis. Não obstante, algumas das suas características comuns são habitualmente: parcerias privadas ou sociedades de investimento, localização offshore, geralmente em paraísos fiscais ou com regimes regulamentares pouco exigentes, rentabilidade das respectivas comissões, liberdade de utilização de toda uma variedade de técnicas de investimento para aumentar a remuneração e/ou reduzir o risco, limitação a investidores ricos e sofisticados e o objectivo de rendimentos absolutos. As estratégias de transacção baseiam-se frequentemente em modelos matemáticos, ineficácias do mercado ou tendências económicas. As categorias primárias de investimento identificadas são (Tremont/TASS): Investimento a curto e longo Investimento em mercados a longo e curto prazo, de prazo forma a não ser neutro relativamente ao mercado. Arbitragem convertível Tomada de posições longas em títulos convertíveis e em posições curtas das suas próprias acções. Orientados por eventos Cujo lucro resulta de eventos empresariais (e.g., uma fusão). Investimento neutro em termos Exploração de ineficácias do mercado accionista e de mercado minimização de riscos de mercado. Macrotendências globais Rendimento resultante de tendências ou eventos económicos importantes. Arbitragem de rendimento fixo Rendimento de oportunidades de arbitragem em títulos de taxa de juro fixa. Propensão para posições curtas Investimento principalmente em posições curtas em acções e produtos derivados destas últimas. 1 Dados do documento de debate sobre os fundos hedge da Financial Services Authority (Agosto de 2002). 2 Dados da Pricewaterhouse Coopers (Maio de 2003). PE /6 DT\ doc

3 Mercados emergentes Gestão de futuros Fundos de fundos Exploração de ineficácias e insuficiências de informação em mercados imaturos. Transacções em mercados de futuros financeiros e de mercadorias cotados. Investimento em múltiplos fundos hedge com diferentes estilos de investimento. Os fundos hedge não têm que satisfazer qualquer ratio "oficial" de dispersão de risco. O seu forte crescimento recente deve-se a uma remuneração média que ultrapassa os principais índices e os pedidos dos investidores para diversificar as carteiras de títulos 1. Os investidores têm sido geralmente indivíduos "qualificados" que compreendem e aceitam os riscos inerentes. Os fundos hedge tornaram-se a si próprios de difícil acesso por quaisquer outros que não os investidores especializados. Registou-se, porém, um aumento do número de novos participantes nos últimos 2-3 anos, incluindo pequenos activos geridos por gestores que anteriormente só tratavam activos a longo prazo. Os fundos de pensões e as companhias de seguros estão agora a tornar-se participantes significativos. As directivas OICVM permitem o investimento em fundos até 30% dos seus activos em "outras sociedades de investimento colectivo", incluindo fundos hedge, desde que cumpram as normas equivalentes das directivas relevantes 2. Com a cobertura dos meios de comunicação social, o interesse dos investidores a retalho tem igualmente despertado. Os fundos hedge estão subordinados à legislação da jurisdição em que se encontram domiciliados, o que pode confinar-se a aspectos como a fraude, o branqueamento de capitais e a manipulação do mercado. Os gestores localizam-se frequentemente numa jurisdição diferente e mais estritamente regulamentada, mas apenas estão sujeitos à regulamentação das suas funções de gestão aplicáveis nessa jurisdição. As instâncias de regulação não têm uma abordagem global única e estão actualmente em curso alterações legislativas em diversos Estados-Membros da UE. Tem-se registado recentemente um aumento do número de fundos de fundos autorizados na Europa. A Suíça, o Luxemburgo, a Itália, a Irlanda e Hong Kong flexibilizaram a respectiva regulamentação de forma a torná-los mais acessíveis por parte dos principais investidores 3. A legislatura alemã está actualmente a examinar propostas de regulamentação. O R.U. decidiu recentemente não flexibilizar a sua legislação. A Irlanda tem sido provavelmente o país que mais tem ampliado o acesso a fundos hedge. Anteriormente, os investidores a retalho apenas podiam aceder a fundos de fundos que investissem menos de 10% dos activos líquidos em fundos não regulamentados. O Banco Central da Irlanda alterou esta situação em Dezembro de 2002, de forma a permitir a fundos de fundos registados investirem inteiramente em regimes não regulamentados, desde que haja um investimento mínimo de , que o gestor do fundo tenha a especialização adequada 1 O índice de performance do fundo hedge CSFB/Tremont (Maio de 2002-Maio de 2003) aumentou de 3.17%, ao passo que os índices de S e P apresentavam um rendimento de %. Existe, não obstante, uma importante disparidade de performance entre as subcategorias de fundos hedge. 2 Directivas 2001/107/CE e 2001/108/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de Janeiro de 2002, que alteram a Directiva 85/611/CEE do Conselho. 3 Financial Times, quinta-feira, 31 de Julho de 2003, edição EUA 2. DT\ doc 3/6 PE

4 e que o fundo não invista em outros fundos de fundos. Caso os investidores a retalho venham a investir mais em fundos hedge, será preferível estarem domiciliados na Europa, onde pode haver melhor supervisão. Os regimes fiscais e a ausência de um mercado regulamentar único constituem factores dissuasivos, com muitos Estados-Membros a imporem penalizações fiscais aos investidores que invistam em fundos hedge domiciliados no estrangeiro. Derivados Os derivados podem ser aplicados, tanto para reduzir, como para aumentar a exposição ao risco. Eram utilizados na Grécia antiga pelos produtores de azeitonas que acordavam em entregar o produto a determinado preço e em determinada altura, no futuro, a fim de reduzirem o risco de os preços virem a baixar na altura da colheita. Abrangem muitos produtos e novos outros são criados constantemente. Tem-se registado um crescimento particularmente rápido dos mercados de futuros, opções e swaps 1. Os derivados pendentes relativos a taxas de juro e a divisas 2 no fim de Junho de 2002 eram de 82,7 triliões de dólares, os derivados relativos ao crédito de 1,6 triliões de dólares e os derivados relativos a acções de 2,3 triliões de dólares. 3 A performance está ligada a um "activo" subjacente ou a um factor matematicamente quantificável (valor mobiliário, taxa de juro, divisa, mercadoria - incluindo a energia - índice, volatilidade) e cujo valor é geralmente fixado para uma data futura. Os principais mercados de derivados a retalho na Europa são constituídos por warrants cobertos, certificados, obrigações convertíveis com opção de venda (mercado de activos de liquidação imediata) e, em certos países, "mercados organizados". Uma versão mais extrema é a prática da aposta alargada. Esta facilidade de "apostar" em movimentos de instrumentos financeiros pode proporcionar meios de cobertura de riscos ("hedging") ou a tomada de posições especulativas. No R.U., esta prática é regulamentada pela FSA (Financial Services Authority) conjuntamente com os serviços financeiros convencionais. Na Europa, os produtos derivados podem ser vendidos a investidores a retalho 4, desde que haja um prospecto explicativo da forma como o derivado funciona e que um perfil de risco seja incluído. Todos os países salientam a responsabilidade da sociedade de investimento na avaliação da capacidade dos clientes para operarem com tais produtos. As entidades de regulação podem recusar a aprovação de um produto derivado, caso considerem que este não é claramente compreensível. Áreas de debate O mercado de fundos hedge está fragmentado devido à diversidade de regimes regulamentares, à falta de plataformas coerentes e à existência de regimes fiscais discriminatórios. Os investidores, tanto institucionais, como privados, estão a manifestar cada 1 Swap de taxas de juro: acordo entre bancos ou empresas para trocarem os juros a pagar (geralmente taxa fixa versus taxa flutuante). 2 O "montante pendente ou nocional" é simplesmente um montante utilizado para calcular os pagamentos. Geralmente não muda de mãos. 3 International Swaps and Derivatives Association. 4 De acordo com a Directiva "Prospectos" 203, os derivados beneficiarão de um passaporte europeu. PE /6 DT\ doc

5 vez maior interesse, mas carecem de veículos adequados nas jurisdições da UE. Deverá ou não esta última, na linha da Directiva OICVM, aprovar uma directiva que estabeleça um mercado único europeu bem regulamentado para os fundos hedge? Há preocupações quanto ao facto de se permitir a venda de fundos hedge a investidores a retalho sem apresentação clara das suas estratégias comerciais, comissões sobre resultados, informações sobre a performance, transparência financeira e certeza na determinação de preços. Deverá haver experiências legais para maior abertura da informação e restrições quanto ao tipo de fundos hedge susceptíveis de venda ao sector do mercado a retalho? Deverão ser colocadas aos investidores e prestamistas exigências de prestação de informação quanto à sua exposição a fundos hedge? Haverá sobre os gestores de fundos um controlo suficiente para assegurar que dispõem de sistemas adequados de gestão de riscos? Com os derivados, as instâncias reguladoras começam a reflectir sobre a disponibilidade de informação adequada sobre os activos subjacentes, sobre se o investidor a retalho está ou não consciente da forma como o produto pode reagir a variações do mercado, se o preço do produto é correctamente formado e se a publicidade é adequada para os investidores a retalho. Deverá haver harmonização das normas de publicitação e informação ao investidor? Deverá haver limites mínimos de investimento? Como definir os investidores elegíveis para fundos hedge? Há preocupações quanto ao impacto sistemático que os derivados e os fundos hedge possam ter sobre os mercados financeiros via riscos de mercado, riscos operacionais e riscos de crédito. É esta preocupação justificada? Como poderá ser controlada? Os fundos hedge e os derivados podem ser altamente arriscados se não houver um controlo de risco interno adequado. Os participantes menos habituais, sejam eles sociedades ou indivíduos, podem ser menos capazes de tratar tais produtos, com o risco de prejuízos imprevistos e insustentáveis. Que sistema de responsabilização, avaliação de derivados e controlo de risco será necessário? Os bancos estabeleceram limites internos para riscos de crédito (com base em critérios próprios e/ou na abordagem da notação de risco), apesar de os derivados relativos a créditos poderem distorcer ou exagerar tais avaliações. O Comité de Basileia II incluirá requisitos específicos para este tipo de risco. Que requisitos de reserva serão adequados e como deverão ser avaliados? As instâncias de regulação têm dificuldades em avaliar o risco e em acompanharem desenvolvimentos rápidos. Poderão nem sempre estar conscientes da exposição do sistema financeiro internacional no seu conjunto. Estão as instâncias de regulação nacionais adequadamente dotadas em recursos para tratar do crescimento e das novas técnicas? Deverá haver um mecanismo para comparar os graus de exposição geral por parte de entidades transnacionais e globais? Deverá existir um requisito de que as instâncias de regulação nacionais troquem informações sobre o grau de exposição pelo operador? Deverá haver um coordenador ou regulador a nível da UE? Alega-se que os derivados e os fundos hedge contribuíram para a recente volatilidade do mercado. Outros argumentam que deram maior estabilidade aos mercados. Em síntese, o relator considera que os fundos hedge e os derivados contribuem para a eficácia e o DT\ doc 5/6 PE

6 auto-equilíbrio dos mercados financeiros e que um regime regulador suave num mercado global de fluxos livres com normas básicas quase harmonizadas será a melhor opção. Serão necessárias algumas orientações ou regras harmonizadas na UE ou mesmo a nível global? Em termos de mercado único, serão as regras e o tratamento fiscal harmonizados uma condição prévia essencial para que a UE proporcione um ambiente favorável a estes cada vez mais populares veículos e mecanismos de investimento? PE /6 DT\ doc

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.10.2011 SEC(2011) 1218 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO Resumo da Avaliação de Impacto que acompanha o documento Proposta de Regulamento do Parlamento

Leia mais

PARVEST China Subfundo da PARVEST, sociedade luxemburguesa de investimento de capital variável (a seguir, a SICAV ) Estabelecida a 27 de Março de 1990

PARVEST China Subfundo da PARVEST, sociedade luxemburguesa de investimento de capital variável (a seguir, a SICAV ) Estabelecida a 27 de Março de 1990 PARVEST China Subfundo da PARVEST, sociedade luxemburguesa de investimento de capital variável (a seguir, a SICAV ) Estabelecida a 27 de Março de 1990 PROSPECTO SIMPLIFICADO FEVEREIRO DE 2006 Este prospecto

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO SETEMBRO DE 2006 DESCRIÇÃO GERAL

PROSPECTO SIMPLIFICADO SETEMBRO DE 2006 DESCRIÇÃO GERAL PARVEST Europe Real Estate Subfundo da PARVEST, sociedade luxemburguesa de investimento de capital variável (a seguir, a SICAV ) Estabelecida a 27 de Março de 1990 PROSPECTO SIMPLIFICADO SETEMBRO DE 2006

Leia mais

PROGRAMA EQUITY FIRST PRODUCT SUMÁRIO. Citibank International plc

PROGRAMA EQUITY FIRST PRODUCT SUMÁRIO. Citibank International plc PROGRAMA EQUITY FIRST PRODUCT SUMÁRIO Citibank International plc Valores Mobiliários auto-call Escalator até 50.000.000 euros associados aos Índices EURO STOXX 50 SM, Nikkei 225 e S&P 500 com vencimento

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa

Manual do Revisor Oficial de Contas IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa Esta Norma Internacional de Contabilidade revista substitui a NIC 7, Demonstração de Alterações na

Leia mais

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 PROSPECTO AVISOS IMPORTANTES I. A CONCESSÃO DE REGISTRO PARA A VENDA DAS COTAS DESTE FUNDO NÃO IMPLICA, POR PARTE DA

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Advertências ao investidor: 100% do capital investido garantido na maturidade Remuneração não garantida Possibilidade

Leia mais

Crédit Agricole Funds Euro Corporate Bond

Crédit Agricole Funds Euro Corporate Bond Crédit Agricole Funds Euro Corporate Bond PROSPECTO SIMPLIFICADO DEZEMBRO 2006 Este prospecto simplificado contém informações sobre o Crédit Agricole Funds Euro Corporate Bond, um subfundo (doravante designado

Leia mais

SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 10.7.2007 SEC(2007) 870 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO Documento apenso à Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO aos seguros

Leia mais

B. Qualidade de Crédito dos Investimentos das Empresas de Seguros e dos Fundos de Pensões. 1. Introdução. 2. Âmbito

B. Qualidade de Crédito dos Investimentos das Empresas de Seguros e dos Fundos de Pensões. 1. Introdução. 2. Âmbito B. Qualidade de Crédito dos Investimentos das Empresas de Seguros e dos Fundos de Pensões 1. Introdução A mensuração, mitigação e controlo do nível de risco assumido pelos investidores institucionais (e

Leia mais

- Prospecto Informativo -

- Prospecto Informativo - - Prospecto Informativo - Designação Classificação Depósito Indexado Depósito Valor Energia USD (doravante referido por o Depósito ).. Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Factores

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha a. Proposta de

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha a. Proposta de PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, xxx SEC (2010) xxx final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha a Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO. BES PORTUGAL DEZEMBRO 2011-2014 NOTES Credit Linked Notes

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO. BES PORTUGAL DEZEMBRO 2011-2014 NOTES Credit Linked Notes Advertências ao investidor: PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO BES PORTUGAL DEZEMBRO 2011-2014 NOTES Credit Linked Notes Risco de perda total ou parcial do capital investido em caso de Evento

Leia mais

Os riscos do INVESTIMENTO ACTIVO MAIS, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem.

Os riscos do INVESTIMENTO ACTIVO MAIS, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Breve Descrição do produto O é um produto financeiro complexo composto por 50% do investimento num Depósito a Prazo a 180 dias, não renovável, com uma taxa de juro de 4% (TANB Taxa Anual Nominal Bruta),

Leia mais

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO Capital Garantido Brasil 2015 Notes ( Brasil 2015 Notes ) a emitir pelo Espirito Santo Investment p.l.c. ao abrigo do seu 2,500,000,000 Euro Medium Term

Leia mais

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção IP/03/716 Bruxelas, 21 de Maio de 2003 Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção O reforço dos direitos dos accionistas e da protecção dos trabalhadores e

Leia mais

Fundos de Investimento

Fundos de Investimento Fundo de Investimento é uma comunhão de recursos, constituída sob a forma de condomínio que reúne recursos de vários investidores para aplicar em uma carteira diversificada de ativos financeiros. Ao aplicarem

Leia mais

INVESTIMENTO INVESTIMENTO O ABC DO. Em colaboração com:

INVESTIMENTO INVESTIMENTO O ABC DO. Em colaboração com: ASSOCIAÇÃO MOÇAMBICANA DOS OPERADORES DE MICROFINANÇAS O ABC DO INVESTIMENTO O ABC DO INVESTIMENTO Em colaboração com: Agradecimentos: Ministério de Finanças e Planeamento Económico da República do Ghana.

Leia mais

Apresentação à Comissão Parlamentar de Inquérito à Celebração de Contratos de Gestão de Risco Financeiro por Empresas do Sector Público

Apresentação à Comissão Parlamentar de Inquérito à Celebração de Contratos de Gestão de Risco Financeiro por Empresas do Sector Público Apresentação à Comissão Parlamentar de Inquérito à Celebração de Contratos de Gestão de Risco Financeiro por Empresas do Sector Público Lisboa, 03 de setembro de 2013 Carlos Tavares Em Milhares de Milhões

Leia mais

Documento Informativo. Obrigações db Double Chance Europe. - Obrigações relativas ao Índice DJ Euro Stoxx 50 - Produto Financeiro Complexo

Documento Informativo. Obrigações db Double Chance Europe. - Obrigações relativas ao Índice DJ Euro Stoxx 50 - Produto Financeiro Complexo Documento Informativo Obrigações db Double Chance Europe - Obrigações relativas ao Índice DJ Euro Stoxx 50 - ISIN: XS0464427177 Produto Financeiro Complexo 1. Produto As Obrigações relativas ao Índice

Leia mais

- Prospecto Informativo -

- Prospecto Informativo - - Prospecto Informativo - Designação Classificação Depósito Valor Crescimento Global USD (doravante referido por o Depósito ). Depósito Indexado Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. República Checa Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. República Checa Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar República Checa Condições Legais de Acesso ao Mercado Março 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 6 2 1. Regime

Leia mais

JPMorgan Investment Funds Société d Investissement à Capital Variable (the "Company") Registered Office:

JPMorgan Investment Funds Société d Investissement à Capital Variable (the Company) Registered Office: JPMorgan Investment Funds Société d Investissement à Capital Variable (the "Company") Registered Office: European Bank & Business Centre, 6 route de Trèves, L-2633 Senningerberg, Grand Duchy of Luxembourg

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO BiG Alocação Fundo Autónomo: BiG Alocação Dinâmica Todos os Investimentos têm risco Entidade gestora: Real Vida Seguros, S.A. Avenida de França, 316 2º, Edifício Capitólio 4050-276 Porto Portugal Advertências

Leia mais

JPMorgan Investment Funds Global Healthtech Fund (o Sub-Fundo )

JPMorgan Investment Funds Global Healthtech Fund (o Sub-Fundo ) JPMorgan Investment Funds Global Healthtech Fund (o Sub-Fundo ) prospecto simplificado agosto de 2006 Sub-Fundo do JPMorgan Investment Funds (o Fundo ), SICAV constituída nos termos da lei do Grão-Ducado

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n.

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n. PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 31.8.2010 COM(2010) 459 final 2010/0240 (NLE) Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 11.4.2007 COM(2007) 178 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Relatório final da Comissão Europeia sobre a continuação da adequação

Leia mais

Depósito Indexado Depósito Valor Energia Produto Financeiro Complexo

Depósito Indexado Depósito Valor Energia Produto Financeiro Complexo - Prospecto Informativo - Designação Classificação Depósito Valor Energia (doravante referido por o Depósito ). Depósito Indexado Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores

Leia mais

Os riscos do DUETO, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem.

Os riscos do DUETO, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Advertências ao Investidor Os riscos do, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Risco de perda total ou parcial do capital investido

Leia mais

BANRISUL ABSOLUTO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA CNPJ/MF nº 21.743.480/0001-50 PROSPECTO

BANRISUL ABSOLUTO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA CNPJ/MF nº 21.743.480/0001-50 PROSPECTO BANRISUL ABSOLUTO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA CNPJ/MF nº 21.743.480/0001-50 PROSPECTO AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESSE PROSPECTO ESTÃO EM CONSONÂNCIA COM O REGULAMENTO DO FUNDO, PORÉM NÃO O SUBSTITUI.

Leia mais

Dirigimo-nos a V. Exa. na qualidade de acionista do BBVA Multi-Asset Moderate EUR Fund, um sub-fundo da BBVA Durbana International Fund ( SICAV ).

Dirigimo-nos a V. Exa. na qualidade de acionista do BBVA Multi-Asset Moderate EUR Fund, um sub-fundo da BBVA Durbana International Fund ( SICAV ). BBVA Durbana International Fund Société d investissement à capital variable 20, boulevard Emmanuel Servais, L-2535 Luxembourg, Grand Duchy of Luxembourg R.C.S. Luxembourg B 27 711 Esta carta ( Carta ),

Leia mais

Performance da Renda Fixa em 2013

Performance da Renda Fixa em 2013 Performance da Renda Fixa em 2013 Material produzido em junho de 2013 Performance da Renda Fixa em 2013 O que tem acontecido com os investimentos em renda fixa? Nos últimos meses temos visto o mercado

Leia mais

Performance da Renda Fixa em 2013

Performance da Renda Fixa em 2013 Performance da Renda Fixa em 2013 Atualizado em outubro de 2013 Performance da Renda Fixa em 2013 O que tem acontecido com os investimentos em renda fixa? Desde o começo do ano temos visto o mercado de

Leia mais

Relatório e Contas CARREGOSA BRASIL VALOR FUNDO DE INVESTIMENTO ABERTO FLEXÍVEL PERÍODO FINDO EM 30 DE JUNHO DE

Relatório e Contas CARREGOSA BRASIL VALOR FUNDO DE INVESTIMENTO ABERTO FLEXÍVEL PERÍODO FINDO EM 30 DE JUNHO DE Relatório e Contas CARREGOSA BRASIL VALOR FUNDO DE INVESTIMENTO ABERTO FLEXÍVEL PERÍODO FINDO EM 30 DE JUNHO DE 2011 Índice 1 Relatório de Gestão... 3 Enquadramento Geral da actividade até 30 de Junho

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE MELHORES PRÁTICAS DA OCDE PARA A TRANSPARÊNCIA ORÇAMENTÁRIA INTRODUÇÃO A relação entre a boa governança e melhores resultados econômicos e sociais é cada vez mais reconhecida. A transparência abertura

Leia mais

DIRECTIVA 2002/30/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

DIRECTIVA 2002/30/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO L 85/40 DIRECTIVA 2002/30/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Março de 2002 relativa ao estabelecimento de regras e procedimentos para a introdução de restrições de operação relacionadascom

Leia mais

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N.º 17 CONTRATOS DE FUTUROS

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N.º 17 CONTRATOS DE FUTUROS 1/12 DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N.º 17 CONTRATOS DE FUTUROS 1 - OBJECTIVO A presente directriz tem por objectivo o tratamento contabilístico dos contratos de futuros, negociados em mercados organizados com

Leia mais

Norma contabilística e de relato financeiro 27

Norma contabilística e de relato financeiro 27 Norma contabilística e de relato financeiro 27 Instrumentos financeiros Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base as Normas Internacionais de Contabilidade IAS 32 Instrumentos Financeiros:

Leia mais

Fidelity Poupança FUNDO AUTÓNOMO FIDELITY POUPANÇA AÇÕES TARGET 2045

Fidelity Poupança FUNDO AUTÓNOMO FIDELITY POUPANÇA AÇÕES TARGET 2045 Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las FUNDO AUTÓNOMO FIDELITY POUPANÇA AÇÕES TARGET 2045 ALERTA GRÁFICO Entidade Gestora: T-Vida, Companhia

Leia mais

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de março de 2004 e de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco IP/98/305 Bruxelas, 31 de Março de 1998 A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco A Comissão Europeia lançou uma vasta iniciativa para promover o desenvolvimento de um importante mercado

Leia mais

turbo warrants manual /////// www warrants commerzbank com ///////////////////////////////////////////////////////////////////// Warrants Estruturados Turbo warrants Turbo Warrants Acelere os seus investimentos

Leia mais

Norma contabilística e de relato financeiro 9. e divulgações apropriadas a aplicar em relação a locações financeiras e operacionais.

Norma contabilística e de relato financeiro 9. e divulgações apropriadas a aplicar em relação a locações financeiras e operacionais. Norma contabilística e de relato financeiro 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 Locações, adoptada pelo texto original

Leia mais

Globalização Financeira e Fluxos de Capital. Referências Bibliográficas. Referências Bibliográficas. 1) Mundialização Financeira

Globalização Financeira e Fluxos de Capital. Referências Bibliográficas. Referências Bibliográficas. 1) Mundialização Financeira e Fluxos de Capital Wilhelm Eduard Meiners IBQP/UniBrasil/Metápolis Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas Chesnais, F. Mundialização Financeira, cap.1 Baumann, Canuto e Gonçalves. Economia

Leia mais

ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão REGULAMENTO (UE) N.º /2012 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão REGULAMENTO (UE) N.º /2012 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO P7_TA-PROV(2012)0346 Fundos de Capital de Risco Europeus ***I Alterações, aprovadas pelo Parlamento Europeu em 13 de setembro de 2012, a uma proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Andorra Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Andorra Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Andorra Condições Legais de Acesso ao Mercado Fevereiro 2011 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 3 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

ÍNDICE. NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas...

ÍNDICE. NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas... ÍNDICE PREFÁCIO... 2 NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas... 6 ANÁLISE DE RESULTADOS Situação Global... 7 Conta Corrente...

Leia mais

(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento);

(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento); NCRF 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 - Locações, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008 da

Leia mais

FUNDOS DE INVESTIMENTO

FUNDOS DE INVESTIMENTO FUNDOS DE INVESTIMENTO O QUE É FUNDO DE INVESTIMENTO? O Fundo de Investimento é um mecanismo organizado e tem a finalidade de captar e investir recursos no mercado financeiro, transformando-se numa forma

Leia mais

Auditoria. Auditoria de Demonstrações Financeiras Consolidadas REVISORES AUDITORES OUT/DEZ 2009

Auditoria. Auditoria de Demonstrações Financeiras Consolidadas REVISORES AUDITORES OUT/DEZ 2009 Auditoria de Demonstrações Financeiras Consolidadas 30 REVISORES AUDITORES OUT/DEZ 2009 Ana Sofia Nunes Revisora Oficial de Contas Auditoria 1 Introdução No âmbito do Clarity Project, em curso, do International

Leia mais

DOCUMENTO INFORMATIVO EUR NOTES BES 3 ANOS TELECOMS PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

DOCUMENTO INFORMATIVO EUR NOTES BES 3 ANOS TELECOMS PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO EUR NOTES BES 3 ANOS TELECOMS PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Advertências ao investidor: Remuneração não garantida Impossibilidade de reembolso antecipado por parte do Investidor Informação

Leia mais

HSBC Global Asset Management Apresentação para HP Prev

HSBC Global Asset Management Apresentação para HP Prev HSBC Global Asset Management Apresentação para HP Prev Cenário Macroeconômio Destaques Perspectiva positiva para o cenário internacional Retomada do crescimento global, com maior equilíbrio entre desenvolvidos

Leia mais

NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS

NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS DESTAQUES DE 27 A 31 DE MAIO NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS ACTIVIDADE PARLAMENTAR E PROCESSO LEGISLATIVO ÚLTIMAS INICIATIVAS Proposta de Lei 151/XII Procede à primeira alteração

Leia mais

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas Prefácio Quando a Declaração de Lima, das directivas sobre os princípios do controlo, foi adoptada por unanimidade pelos delegados

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO

PROSPECTO SIMPLIFICADO Tipo e Duração Fundo Especial de Investimento (*) Aberto, constituido em Portugal. Iniciou a actividade em 18/04/2005, por tempo indeterminado. Entidade Gestora Consultores de Investimento Banco Depositário

Leia mais

newsletter Nº 86 MARÇO / 2014

newsletter Nº 86 MARÇO / 2014 newsletter Nº 86 MARÇO / 2014 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Fevereiro de 2014 2 Contabilização de Swaps de Taxa de Juro 3 Revisores e Auditores 8 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL Ministério da Solidariedade,

Leia mais

Glossário da crise financeira

Glossário da crise financeira Glossário da crise financeira Focus A crise financeira que teve início em 2008 com a falência do banco de investimento norte-americano Lehman Brothers alastrou-se a todo o mundo e transformou-se na pior

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

A parte restante do presente Memorando de Entendimento expõe em pormenor o modo de concretizar esta lista de propósitos.

A parte restante do presente Memorando de Entendimento expõe em pormenor o modo de concretizar esta lista de propósitos. Memorando de Entendimento da Plataforma de Diálogo entre Partes Interessadas da UE sobre o acesso a obras por parte das pessoas com incapacidade de leitura de material impresso Dan Pescod (em nome da União

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO JUNHO DE 2005

PROSPECTO SIMPLIFICADO JUNHO DE 2005 PARVEST Absolute Return Plus (Euro) Sub-fundo da PARVEST, Sociedade Luxemburguesa de Investimento de Capital Variável (a seguir designada por "SICAV") Constituída no dia 27 de Março de 1990 PROSPECTO SIMPLIFICADO

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 10.01.2000 COM(1999) 749 final 2000/0019 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 2223/96 no que

Leia mais

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras CNPJ : 09.195.701/0001-06 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Cotistas e à Administradora do Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento em Ações BRB

Leia mais

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO Sofia Vale Agosto de 2015 Foi publicada recentemente a nova Lei do Investimento Privado 1 (doravante A Nova LIP ), que contém

Leia mais

CFDs sobre acções CFDs sobre Índices. CFD s. Contracts for Difference

CFDs sobre acções CFDs sobre Índices. CFD s. Contracts for Difference CFDs sobre acções CFDs sobre Índices CFD s Contracts for Difference Introdução Caracteristicas O que são? 1 Vantagens 1 Alavancagem Flexibilidade Outras vantagens 2 Exposição mínima Inexistência de Liquidação

Leia mais

Jornal Oficial das Comunidades Europeias

Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 217/18 PT DIRECTIVA 98/48/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 20 de Julho de 1998 que altera a Directiva 98/34/CE relativa a um procedimento de informação no domínio das normas e regulamentações

Leia mais

Luxemburgo-Luxemburgo: Seguro contra incêndios e riscos conexos do parque imobiliário e do seu conteúdo 2013/S 131-225564. Anúncio de concurso

Luxemburgo-Luxemburgo: Seguro contra incêndios e riscos conexos do parque imobiliário e do seu conteúdo 2013/S 131-225564. Anúncio de concurso 1/10 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:225564-2013:text:pt:html Luxemburgo-Luxemburgo: Seguro contra incêndios e riscos conexos do parque imobiliário e do

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 5/VI/2008 C(2008) 2274 final RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO de 5/VI/2008 relativa à limitação da responsabilidade civil dos revisores oficiais de contas e das sociedades

Leia mais

Breve guia do euro. Assuntos Económicos e Financeiros

Breve guia do euro. Assuntos Económicos e Financeiros Breve guia do euro Assuntos Económicos e Financeiros Sobre o euro O euro nasceu em 1999: surgiu inicialmente em extratos de pagamento, contas e faturas. Em 1 de janeiro de 2002, as notas e moedas em euros

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor PARLAMENTO EUROPEU 1999 2004 Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor 31 de Março de 2004 PE 340.787/1-10 ALTERAÇÕES 1-10 Projecto de relatório (PE 340.787) Hans Blokland

Leia mais

Conselho da União Europeia Bruxelas, 24 de junho de 2016 (OR. en) Secretário-Geral da Comissão Europeia, assinado por Jordi AYET PUIGARNAU, Diretor

Conselho da União Europeia Bruxelas, 24 de junho de 2016 (OR. en) Secretário-Geral da Comissão Europeia, assinado por Jordi AYET PUIGARNAU, Diretor Conselho da União Europeia Bruxelas, 24 de junho de 2016 (OR. en) 10651/16 EF 206 ECOFIN 654 DELACT 127 NOTA DE ENVIO de: data de receção: 24 de junho de 2016 para: n. doc. Com.: Secretário-Geral da Comissão

Leia mais

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO EMPRESA DE SEGUROS Santander Totta Seguros, Companhia de Seguros de Vida S.A., com Sede na Rua da Mesquita, nº 6 - Torre A - 2º - 1070 238 Lisboa, Portugal (pertence ao Grupo Santander). A Santander Totta

Leia mais

Depósito Indexado Depósito EUA TOP 5 Produto Financeiro Complexo

Depósito Indexado Depósito EUA TOP 5 Produto Financeiro Complexo - Prospecto Informativo - Designação Classificação Caracterização do Produto Depósito EUA TOP 5 (doravante referido por o Depósito ). Depósito Indexado Depósito Indexado (o Depósito ), não mobilizável

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO COMISSÃO

PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO COMISSÃO 14.6.2006 C 139/1 I (Comunicações) PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO COMISSÃO ACORDO INTERINSTITUCIONAL Entre o Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão, sobre a disciplina orçamental e a boa gestão financeira

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 27.2.2009 COM(2009) 77 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

Leia mais

OPINIÃO Política Monetária, Arbitragem de Juro e Câmbio

OPINIÃO Política Monetária, Arbitragem de Juro e Câmbio OPINIÃO Política Monetária, Arbitragem de Juro e Câmbio João Basilio Pereima Neto A combinação de política monetária com elevada taxa de juros em nível e política cambial está conduzindo o país à uma deterioração

Leia mais

Legal Flash I Escritório de Shanghai

Legal Flash I Escritório de Shanghai Legal Flash I Escritório de Shanghai Janeiro, 2012 Catálogo da indústria para orientação do investimento estrangeiro (alterado em 2011) ( Catálogo da Indústria de 2011 ) ( 外 商 投 资 产 业 指 导 目 录 (2011 年 修

Leia mais

ENQUADRAMENTO COMUNITÁRIO DOS AUXÍLIOS ESTATAIS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO E À INOVAÇÃO

ENQUADRAMENTO COMUNITÁRIO DOS AUXÍLIOS ESTATAIS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO E À INOVAÇÃO 30.12.2006 PT Jornal Oficial da União Europeia C 323/1 I (Comunicações) COMISSÃO ENQUADRAMENTO COMUNITÁRIO DOS AUXÍLIOS ESTATAIS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO E À INOVAÇÃO (2006/C 323/01) Página 1.

Leia mais

Regulação em Projetos Transnacionais de Infraestrutura Aspectos Econômicos. Arthur Barrionuevo FGV - Escolas de Administração e Direito

Regulação em Projetos Transnacionais de Infraestrutura Aspectos Econômicos. Arthur Barrionuevo FGV - Escolas de Administração e Direito Regulação em Projetos Transnacionais de Infraestrutura Aspectos Econômicos Arthur Barrionuevo FGV - Escolas de Administração e Direito Introdução Infraestrutura Características da Infraestrutura Projetos

Leia mais

DOCUMENTO INFORMATIVO

DOCUMENTO INFORMATIVO DOCUMENTO INFORMATIVO Soft Commodities Notes a emitir pelo Espirito Santo Investment p.l.c. ao abrigo do seu 2,500,000,000 Euro Medium Term Note Programme ISIN : XS0484968069 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Leia mais

Registo Contabilístico - Exemplos -

Registo Contabilístico - Exemplos - Registo Contabilístico - Exemplos - Exportação a pronto no valor de K1 u.m. DÉBITO CRÉDITO SALDO (1) BALANÇA DE BENS E SERVIÇOS MERCADORIAS (BALANÇA COMERCIAL) K1 K1 SERVIÇOS Transportes, viagens e turismo,

Leia mais

PARTE A: INFORMAÇÕES DE CARÁCTER GERAL

PARTE A: INFORMAÇÕES DE CARÁCTER GERAL Crédit Agricole Funds - EUROSTOCKS O Crédit Agricole Funds é um OICVM umbrella constituído ao abrigo da Parte I da Lei de 20 de Dezembro de 2002, conforme alterada Sede social: 39, Allée Scheffer, L-2520

Leia mais

Bancário e Financeiro. aos derivados - EMIR MARÇO 2013 01 1. O QUE É O EMIR?

Bancário e Financeiro. aos derivados - EMIR MARÇO 2013 01 1. O QUE É O EMIR? Briefing MARÇO 2013 01 Entrada em vigor das novas regras aplicáveis aos derivados - EMIR O Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia adoptaram, em 4 de Julho de 2012, o Regulamento (UE) n.º 648/2012

Leia mais

Sistemas de garantia para os seguros: ponto de situação e orientação para os trabalhos no futuro (Documento de discussão)

Sistemas de garantia para os seguros: ponto de situação e orientação para os trabalhos no futuro (Documento de discussão) COMISSÃO EUROPEIA DG Mercado Interno INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Seguros MARKT/2517/02 PT Orig. EN Sistemas de garantia para os seguros: ponto de situação e orientação para os trabalhos no futuro (Documento

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP- UE Comissão de Desenvolvimento Económico, Finanças e Comércio 3.9.2007 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o impacto do investimento directo estrangeiro (IDE) nos Estados

Leia mais

e.mail: anip.caf@multitel.co.ao República de Angola

e.mail: anip.caf@multitel.co.ao República de Angola República de Angola 1 FORUM DE NEGOCIOS ANGOLA - ARGENTINA Córdoba, 20 de Mayo de 2010 santprata@hotmail.com 2 Slide 2/2 Quadro Legal sobre o Investimento Garantias ao Investidor Incentivos ao Investimento

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Hungria Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Hungria Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Hungria Condições Legais de Acesso ao Mercado Dezembro 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 6 2 1. Regime

Leia mais

M N F G e s t ã o d e A c t i v o s - S G F I M, S A

M N F G e s t ã o d e A c t i v o s - S G F I M, S A Prospecto Simplificado (Actualizado a 8 de Fevereiro de 2012) Fundo Especial de Aberto Strategic Diversified USD Fundo Especial de Aberto (Fundo autorizado pela CMVM em 8 de Fevereiro de 2011, sob o número

Leia mais

AS OPERAÇÕES DE DERIVATIVOS NO MERCADO DE BALCÃO

AS OPERAÇÕES DE DERIVATIVOS NO MERCADO DE BALCÃO REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Conjuntura Adriana Maria Gödel Stuber e Walter Douglas Stuber Adriana Maria Gödel Stuber é Sócia de Stuber Advogados Associados. Mestra em Direito das Relações Sociais

Leia mais

CAPITULO 10. Relações económicas com o resto do mundo

CAPITULO 10. Relações económicas com o resto do mundo CAPITULO 10 Relações económicas com o resto do mundo A necessidade e a diversidade das relações com o resto do mundo O registo das alterações com o resto do mundo As politicas comerciais e a organização

Leia mais

CONTRATOS PÚBLICOS BASE JURÍDICA OBJETIVOS RESULTADOS

CONTRATOS PÚBLICOS BASE JURÍDICA OBJETIVOS RESULTADOS CONTRATOS PÚBLICOS As entidades públicas celebram contratos para assegurar o fornecimento de obras e a prestação de serviços. Estes contratos, concluídos mediante remuneração com um ou mais operadores,

Leia mais

Obrigações de Caixa Euro Dólar Premium Instrumento de Captação de Aforro Estruturado

Obrigações de Caixa Euro Dólar Premium Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Obrigações de Caixa Euro Dólar Premium Instrumento de Captação de Aforro Estruturado - Prospecto Informativo - I INFORMAÇÃO DE SÍNTESE INSTRUMENTO As Obrigações de Caixa Euro Dólar Premium constituem um

Leia mais

Prospecto Informativo Depósito Dual Energia Europa BBVA

Prospecto Informativo Depósito Dual Energia Europa BBVA Prospecto Informativo Designação Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de risco Produto financeiro complexo Depósito Dual O é um depósito dual a 3

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Banco do Nordeste Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento DI Institucional Longo Prazo (Administrado pelo Banco do Nordeste do Brasil S.A. - CNPJ: 07.237.373/0001-20)

Leia mais

OTOC - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas

OTOC - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas Normas contabilísticas e de relato financeiro Norma contabilística e de relato financeiro 1 - Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras Norma contabilística e de relato financeiro 2 - Demonstração

Leia mais

CPC COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO, S.C.R.L. Demonstrações Financeiras. 31 de Dezembro de 2008

CPC COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO, S.C.R.L. Demonstrações Financeiras. 31 de Dezembro de 2008 Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2008 4ª MINUTA EXERCÍCIO DE 2008 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2008 ÍNDICE PÁGINAS RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE 1 2 BALANÇO 3 DEMONSTRAÇÃO

Leia mais

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos

Leia mais

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão MEMO/05/124 Bruxelas, 12 de Abril de 2005 Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão 1. Em que consiste este pacote? A Comissão aprovou hoje 3 comunicações

Leia mais