GENE X: UMA ANÁLISE SEMIÓTICA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS DOS X-MEN EM REVISTA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GENE X: UMA ANÁLISE SEMIÓTICA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS DOS X-MEN EM REVISTA"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR Flávio Vinícius Godoi da Silva GENE X: UMA ANÁLISE SEMIÓTICA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS DOS X-MEN EM REVISTA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Comunicação Social Habilitação em Jornalismo da Universidade Federal de Rondônia Unir, sob orientação do profº Juliano José de Araújo, como parte da avaliação para obtenção de título de bacharel em Jornalismo. VILHENA RONDÔNIA 2011

2 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR Flávio Vinícius Godoi da Silva GENE X: UMA ANÁLISE SEMIÓTICA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS DOS X-MEN EM REVISTA VILHENA RONDÔNIA 2011

3 3 Flávio Vinícius Godoi da Silva GENE X: UMA ANÁLISE SEMIÓTICA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS DOS X-MEN EM REVISTA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Comunicação Social Habilitação em Jornalismo da Universidade Federal de Rondônia Unir, sob orientação do profº Juliano José de Araújo, como parte da avaliação para obtenção de título de bacharel em Jornalismo. Data: Resultado: BANCA EXAMINADORA Prof. Assinatura: Prof. Assinatura: Prof. Assinatura:

4 4 Dedico este trabalho, aos meus avôs, Maria do Carmo da Silva e Natalício Godoi da Silva que sempre acreditaram em mim, mas, não estão mais presentes neste mundo em matéria, entretanto, sei que estão vendo as minhas conquistas.

5 5 AGRADECIMENTOS Aos professores, Juliano de Araújo e Lilian Reichert pelas orientações e conselhos. Aos meus amigos de curso, que juntos enfrentamos os altos e baixos da monografia, em especial à Andréia Machado. À minha família, em especial minha mãe, Maria Aparecida da Silva e meu tio, José Godoi da Silva que me proporcionaram condições financeiras de concluir minha formação superior.

6 6 RESUMO A dissertação mostra como as histórias em quadrinhos dos X-Men tratam a questão da diversidade cultural e social existentes no mundo não-ficcional. Buscou-se analisar como os textos e imagens da publicação são construídos para que o fator ficcional da trama (mutação) se assemelhe ideologicamente com as discussões contemporâneas sobre diversidade. A metodologia adotada é a semiótica de Greimas, também conhecida como semiótica francesa. É a partir da teoria greimasiana que são discutidas as relações entre linguagens e imagem, ângulos e formas, cores e tamanhos, entre outros. A análise principal é formada por 13 capítulos que compõem a saga Complexo de Messias, publicada em Palavras-chave: quadrinhos, X-Men, semiótica, diversidade, Greimas. ABSTRACT The study shows the stories in the X-Men s comic books deals with the questions of cultural and social diversities that exist even in a non-fictional world. It analized how the publication of texts and images are built to the fictional factor of the plot (mutation) resembles ideologically with the comteporary discussion about diversity. The methodology adopted is the Greimas Semiotcs (semiótica de Greimas), also known as French semiotics (semiótica francesa). It is based on the greimasiana theory that we discuss the relation between language and images, angles and shapes, colors and sizes, among others. The main analysis is formed by 13 chapters that compose the saga Messiah Complex, published in Key-words: Comic books, X-Men, semiotics, diversity, Greimas

7 7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Exemplo de imagens sequenciais 22 Figura 2 Exemplo de disposição dos quadrinhos 22 Figura 3 Comunicação visual nos quadrinhos 23 Figura 4 Comunicação visual nos quadrinhos 23 Figura 5 Batalha entre Lanterna Verde e o Surfista Prateado 24 Figura 6 Tirinha do Cebolinha 25 Figura 7 Exemplo de Sarjeta 25 Figura 8 Tirinha do Cebolinha 27 Figura 9 Tirinha da Turma da Mônica 28 Figura 10 Cartum autônomo 32 Figura 11 Charge do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva 32 Figura 12 Tirinha seriada autônoma 32 Figura 13 Mangá Sailor Monn 32 Figura 14 Capa da graphic novel Watchman 32 Figura 15 Capa da revista Action Comics 32 Figura 16 Jean Grey 39 Figura 17 Capa da revista The X-Men 41 Figura 18 Wolverine 42 Figura 19 Colossus 42 Figura 20 Tempestade 42 Figura 21 Noturno 42 Figura 22 Banshee 42 Figura 23 Solares 42 Figura 24 Tamara 42 Figura 25 - Capa da revista Uncanny X-Men 43 Figura 26 Capa da revista que iniciou a saga A Fênix Negra 44 Figura 27 Foto de um Homem 69 Figura 28 Desenho de um homem 69

8 8 Figura 29 Homem Aranha salta sobre prédios 70 Figura 30 Capitão América se submete à experiências científicas 70 Figura 31 Superman 70 Figura 32 Mulher Maravilha 70 Figura 33 Stargirl 70 Figura 34 Bandeira dos Estados Unidos da América 71 Figura 35 Tirinha autônoma 71 Figura 36 - Capa da revista Homem Borracha 72 Figura 37 Salomão Ventura 79 Figura 38 Luta dos membros d A Cooporação 80 Figura 39 Diálogo entre membros d A Cooporação 81 Figura 40 Fazenda próxima de uma cidade 82 Figura 41 Batalha no aeroporto do Rio de Janeiro 82 Figura 42 Chegada do X-Men à Cooperstown 93 Figura 43 Mulher se aproxima dos X-Men 94 Figura 44 Mulher carrega criança morta nos braços 95 Figura 45 Pássaro Negro decola 95 Figura 46 Cidade de Washington D.C. 96 Figura 47 Igreja dos Purificadores 97 Figura 48 Rictor 97 Figura 49 Cidade de Nova York no futuro 98 Figura 50 Imagem do campo de concentração mutante 99 Figura 51 James Madrox interroga um guarda 100 Figura 52 James Madrox é levado para o campo de concentração 100 Figura 53 James Madrox é tatuado no rosto 101 Figura 54 Lucas Bishop no campo de concentração 103 Figura 55 Lucas Bichop 103 Figura 56 Professor Charles Xavier é morto 103 Figura 57 Página negra 105 Figura 58 Cable chega ao futuro 106

9 9 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...10 CAPÍTULO I: HQS: ORIGEM, TRAÇOS E MUTANTES 1. Os Estudos Científicos Histórico e Características Elementos da Linguagem HQ Como Gênero Literário e Científico Características Ideológicas: Era de Ouro, Prata e Bronze Dos Quadrinhos Para o Cinema Conhecendo os X-Men O Apocalipse da Era Moderna Complexo de Messias...46 CAPÍTULO II: DIVERSIDADE: GÊNERO, ORIENTAÇÃO SEXUAL, COR E DEFICIÊNCIA FÍSICA 1. A Minoria que é Maioria Gênero e Orientação Sexual Discriminação Racial Deficientes Físicos Breve Conceito de Deficiência Física Deficiência Médica e Social...63 CAPÍTULO III: DO MÉTODO DE ANÁLISE 1. A Semiótica Greimasiana Plano da Expressão Plano do Conteúdo O Nível Fundamental O Nível Narrativo O Nível Discursivo...78 CAPÍTULO IV: A ANÁLISE SEMIÓTICA 1. A Saga A Análise do Conteúdo A Análise da Expressão Plano da Expressão e Relações Com o Plano do Conteúdo CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA...112

10 10 INTRODUÇÃO A revista em quadrinhos de X-Men é uma das mais vendidas no mundo e se mantém com fôlego após quase cinquenta anos da criação. Há uma quantidade considerável de pessoas em todos os países que, diante de suas páginas coloridas, se identifica com os inúmeros personagens do enredo. Criado nos anos 1960 por Stan Lee e Jack Kirby, os X-Men (Homens-X) trouxeram, pela primeira vez, heróis que não vinham de outros planetas ou universos paralelos. Tanto os mocinhos quando os bandidos eram pessoas comuns que se descobriam portadores de habilidades sobre-humanas, sendo os primeiros seres da evolução da espécie humana (Homo Sapiens); e os últimos, os mutantes (Homo Superior). A diferença dos mutantes para os humanos está na presença do gene X. que causa a mutação diferente em cada indivíduo, que pode ser interna ou externa. Apesar de ter os humanos como os maiores vilões, os mutantes lutam entre si por razões de ideologias diferentes. Os X-Men são liderados pelo telepata Charles Xavier, conhecido como Professor X que, em sua escola de estudos para mutantes, o Instituto Xavier para Jovens Super Dotados, ensina os novos mutantes a controlarem e entenderem os seus poderes, usando-os de forma pacífica. O Instituto Xavier abriga centenas de mutantes e, dentre os principais, estão Wolverine, Tempestade, Ciclope e Jean Grey. Em oposição aos X-Men de Charles Xavier existe a irmandade, um grupo de mutantes que prega o extermínio da raça humana e domínio do Homo superior, liderados pelo mutante Eric, conhecido como Magneto. Dentre os membros da irmandade destacam-se Mística, Avalanche, Grôchu e Pyro. Este universo fictício se assemelha e se desenvolve baseado no mundo não-ficcional, pois os mutantes são inspirados nas minorias de nossa sociedade, em outras palavras, os excluídos por motivos preconceituosos, seja pela orientação sexual, religião, cor, deficiência, gênero, etc.

11 11 Esta pesquisa analisa a narrativa dos X-Men chamada Complexo de Messias, publicada em 2009, que foi escolhida por ser uma das sagas mais recentes lançadas, além de possuir importantes acontecimentos, pois vários personagens têm seus destinos mudados completamente. A ideologia dos textos da saga será comparada com os elementos de preconceitos da sociedade atual para evidenciar como o texto da série em questão emprega ideias de aceitação do ser que é diferente. Nosso projeto será iniciado por uma apresentação geral da origem das histórias em quadrinhos (HQs), que, como veremos, não possui uma data exata. Os estudos científicos dedicados ao gênero HQ também estão presentes no primeiro capítulo, trazendo alguns conceitos pensados pela comunidade científica a partir da publicação das obras Mitologias, de Rolando Barthes, em 1957, e Apocalípticos e Integrados de Umberto Eco, em Estas obras deram o início aos estudos de quadrinhos não só como efeitos da cultura e da comunicação de massa, mas, como presentes também em áreas do conhecimento como psicologia, sociologia, economia, história, filosofia, medicina e etc. Para que o estudo de quadrinhos pudesse ser feito de modo a atingir diferentes níveis do comportamento humano foi necessário uma padronização das técnicas de elaboração das histórias em quadrinhos, este efeito é chamado de arte sequencial. Autores como Bakthin defendem que as HQs, como arte seqüencial, fazem parte do gênero discursivo secundário, já outros como Canclini veem os quadrinhos como gênero impuro, o certo é que histórias em quadrinhos são compostas por textos e imagens muitas vezes de maneira única na comunicação abrangendo desde o uso de traços, cores, forma e disposição dos quadros, balões de fala, escrita dentre outras. O processo de evolução das HQs tanto na questão técnica quanto narrativa levou este produto a ganhar um divisão classificatória/ideológica pelos estudiosos da área. Qualquer revista em quadrinhos atualmente é categorizada como pertencente ou a Era de Ouro, de Prata, de Bronze ou Moderna. Estes grupos representam estilos e tendências de cada geração a partir de 1938 (surgimento da revista Superman) até os dias de hoje. Paralelo às transformações de estilo e narração das revistas em quadrinhos, os personagens que surgiram em cada uma das eras citadas começaram a deixar

12 12 as páginas das HQs e ganharem as telas do cinema. Conforme aponta Smee (2008), a tendência de adaptar roteiros de super-heróis dos quadrinhos para a sétima arte se intensificou a partir dos atentados terrorista de 11 de setembro onde a figura dos heróis passou a servir de símbolo de esperança e calmaria para uma população assustada. O medo daquilo que é novo ou simplesmente diferente ocasiona o surgimento dos estereótipos, o segundo capítulo trata da questão da diversidade cultural e social. Em seu desenrolar, primeiramente, é apresentado o que é diversidade cultural sob o ponto de vista do estigma, marca visível determina grupos sociais, e, a concepção de minoria, que, como será visto não se refere à quantidade de indivíduos. Após apresentados estas definições, o capítulo foca em quatro categorias que mais apresentam os chamados problemas por serem minorias sociais: gênero, orientação sexual, cor e deficiência física. Os quatro grupos possuem históricos de discriminação e tentativas de conseguir voz ativa perante a maioria social. Desta forma, todos os grupos injustiçados pela ótica da diversidade se unem de modo a afetar o interesse coletivo. O terceiro capítulo foi dedicado à metodologia empregada neste projeto para evidenciar sua proposta (como as HQ s dos X-Men refletem a questão da diversidade cultural da realidade). A teoria empregada é a semiótica francesa a partir do estudo do plano do conteúdo e do plano da expressão das HQs. Quanto ao plano do conteúdo, consideraremos a aplicação do percurso gerativo do sentido, em seus três níveis (discursivo, narrativo e profundo), às HQs, procurando evidenciar como o sentido desse texto foi construído. Em seguida, contemplaremos também em nosso trabalho o estudo do plano da expressão das HQs, considerando os formantes plásticos, presentes no plano da expressão, os quais são categorizados, segundo Greimas (1984), nas categorias topológicas (referente à distribuição espacial superior/inferior, central/periférico), cromáticas (referente às cores escuro/claro, brilhoso/ofusco) e eidéticas (referente às formas reto/curvado, redondo/quadrado). O quarto capítulo traz a análise do objeto, embasada na metodologia apresentada no capítulo III, a semiótica greimasiana. Para tanto, alguns trechos da saga Complexo de Messias, objeto de estudo selecionado, foram destrinchados conforme exige a metodologia. Os trechos escolhidos tratam de diálogos e imagens. Para o primeiro (diálogos) foi aplicado o percurso gerativo do sentido; para o

13 13 segundo (imagens), foram empregados os conceitos para análise do plano da expressão. CAPÍTULO I HQS: ORIGEM, TRAÇOS E MUTANTES 1. OS ESTUDOS CIENTÍFICOS Dentre as ferramentas utilizadas para a comunicação de massa, pouco se estudou sobre a atuação e os efeitos das histórias em quadrinhos (HQs), populares entre crianças, jovens e adultos, na formação do raciocínio humano, conforme aponta Ramos (2007), que, em pesquisa, constatou o advento do estudo das HQs no início dos anos 1970 e sua retomada na segunda metade da década de 1990 tendo em vista, segundo o autor que, em meados da década de 1980, as pesquisas relacionadas às HQs foram praticamente esquecidas pelo fato da comunidade científica não as reconhecer como dignas de estudo no meio acadêmico. No final dos anos 1950 e início dos anos 1960, duas obras que abordavam, de forma inédita, as histórias em quadrinhos como elementos da cultura de massa e da comunicação foram publicadas, sendo elas Mitologias, de Roland Barthes, em 1957, e Apocalípticos e Integrados, de Umberto Eco, em As duas publicações expuseram a construção da imagem dos super-heróis como seres mitológicos da sociedade contemporânea. Barthes fez uso das concepções de Ferdinand Saussure sobre significado, significante e signo para analisar a presença do mito nas situações e pessoas do cotidiano como um lutador de catch (luta livre), foto de um político, a inteligência de um cientista, um streaptease, etc. O mito, em sua obra, é compreendido como endeusamento de uma imagem, de um personagem, criado para o consumo de massa, que passa a ser adorado e reverenciado no pedestal em que é posto. Sua divindade e poder de atrair seguidores, na concepção de Barthes, vai além da imagem apresentada, ou seja, vai além do signo, que seria o mito propriamente dito. O endeusamento do mito é rebuscado pelos valores de significado e significante, que podem variar de acordo com a cultura da sociedade. Neste sentido, Barthes é categórico ao afirmar que o mito é uma fala usada para o homem expressar seus símbolos e ele deve tratar do

14 14 mesmo modo a escrita e a imagem: o que ele delas retém é que ambas são signos, ambas chegam ao limiar do mito dotadas da mesma função significante; tanto uma como a outra constituem uma linguagem objeto. (BARTHES, 2001, p. 137). Umberto Eco também observa o endeusamento mitológico dos heróis modernos, mas, dentro do universo das HQs, enxerga os super-heróis como possuidores de destino incerto, exatamente como os mortais. Em outras palavras, a imutabilidade do mito não se aplicaria aos super-heróis de quadrinhos, pois estes não são reconhecidos por apenas um ato, mas uma série de eventos intermináveis de heroísmo. A personagem do mito encarna uma lei, uma exigência universal, e deve, numa certa medida, ser, portanto, previsível, não pode reservar-nos surpresas; a personagem do romance, pelo contrário, quer ser gente como todos nós, e o que lhe poderá acontecer é tão imprevisível quanto o que nos poderia acontecer (ECO, 2001, p. 248). Para exemplificar seu raciocínio, Eco cita exemplos de roteiristas de quadrinhos que tiveram de dar explicações públicas aos fãs inconformados com a morte de determinado personagem, exatamente como se fazia nos folhetins do início do século XX, quando os leitores indagavam os autores sobre os rumos das tramas. [...] aqui assistimos à participação popular de um repertório mitológico claramente instituído de cima, isto é, criado por uma indústria jornalística, porém particularmente sensível aos caprichos do seu público, cuja exigência precisa enfrentar (ECO, 2001, p. 243). Este exemplo mostra que os personagens de quadrinhos não são aceitos apenas como detentores de uma única ação, mas de um legado que os fãs querem continuar acompanhando, uma espécie de mito/romance. Após a publicação destas análises, que englobavam as características das HQs em suas pesquisas, no final dos anos 1960, Groensteen (apud Vergueiro e Santos, 2006) observa que o mundo acadêmico começou a dar atenção aos quadrinhos depois que as artes plásticas passaram a utilizar recursos das HQs em suas obras - como aconteceu com os trabalhos de Andy Warhol e Roy Lichtenstein -, e que nomes respeitados do mundo artístico se confessassem influenciados pelas histórias em quadrinhos como Orson Welles, Luiz Buñuel, Federico Fellini, entre

15 15 outros. Nesse sentido, também colaborou a ousadia de alguns intelectuais europeus, que ousaram utilizar os quadrinhos como objeto de pesquisa, principalmente no âmbito da lingüística e da semiologia. (Vergueiro e Santos, 2006, p. 04). Nota-se, porém, que os estudos das histórias em quadrinhos atingiram diversas áreas do conhecimento como estruturalista, psicanalítica, marxista, dos estudos culturais, pós-modernista e pós-estruturalista. (VERGUEIRO E SANTOS, 2006, p. 04). Uma formulação mais aprofundada dos campos de estudos dos quadrinhos foi feita em meados da década de 1980 por pesquisadores da Comic Art Research Group, da Temple University, Estados Unidos, que criaram aspectos de diferentes níveis acadêmicos cobrados pela comunidade científica que começava a relutar a aceitação de pesquisas sobre histórias em quadrinhos quais sejam. (...) nível temático, nível da perspectiva (psicológica, sociológica, estética, econômica, histórica, filosófica e médica) e o nível técnico (análises semiótica, do discurso, literária, retórica, de conteúdo, histórica, bem como estudo de caso, entrevista, aplicação de questionários e experimentação). (VERGUEIRO E SANTOS, 2006, p. 04). No caso do Brasil, segundo Ramos (2007), há, pelo menos, duas razões pela retomada dos estudos dedicados às HQs na década de 1990: 1) a presença dos quadrinhos nos exames vestibulares, em especial no da Universidade Estadual de Campinas; 2) a inclusão da linguagem nas práticas pedagógicas dos Parâmetros Curriculares Nacionais, elaborados pelo governo federal (2007, p. 03). Os autores Vergueiro e Santos (2006) citam também, em termos de Brasil, o aparecimento de grupos de pesquisadores e interessados em geral que passaram a realizar encontros regulares com o objetivo de discutir quadrinhos nos níveis de conhecimentos citados, sobretudo na comunicação, a partir de Esses encontros foram difundidos nacionalmente com o auxílio da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação (Intercom). No âmbito das ciências da comunicação, a pesquisa em quadrinhos ocorreu nas diversas universidades ou instituições isoladas em que alguns pesquisadores se debruçaram sobre eles destacando-se, neste aspecto, as universidades de São Paulo e Federal Fluminense -, mas também no das associações científicas da área; neste último espaço, ocupou papel de destaque no país a INTERCOM

16 16 Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação. Nesta associação, desde meados da década de 1990, um diversificado grupo de pesquisadores, alunos e interessados em geral reuniu-se anualmente durante os Congressos Anuais da sociedade, constituindo inicialmente o Grupo de Trabalho Humor e Quadrinhos, depois denominado Núcleo de Pesquisa de Histórias em Quadrinhos, em que eram apresentadas reflexões e discutidos os resultados de pesquisas sobre histórias em quadrinhos desenvolvidas nas várias universidades brasileiras. (VERGUEIRO E SANTOS, 2006, p. 02). Para exemplificar o interesse por estudos de quadrinhos no Brasil, Vergueiro e Santos (2006) apresentam uma tabela, onde aparece a quantidade de dissertações e teses realizadas por discentes e docentes da Universidade de São Paulo (USP) dos anos de 1970 a 2005, separados por décadas. Na tabela é possível perceber o surgimento na década de 1970, e a pouca evolução, nos 1980, com um crescimento de apenas 3,4%. A retomada acontece a partir da década de 1990 quando as pesquisas de histórias em quadrinhos na USP passaram a representar 33,3% do total, chegando aos anos 2000 com quase a metade das dissertações. Antes de prosseguir com os valores científicos e acadêmicos dos estudos das HQs, é relevante apontar sua história de surgimento e algumas características que as distinguem das outras formas de comunicação. 2. HISTÓRICO E CARACTERÍSTICAS ELEMENTOS DA LINGUAGEM

17 17 Assim como um roteiro de televisão, rádio ou cinema, a linguagem das HQs é construída de forma a obter um efeito de sentido de oralidade e coloquialidade em sua composição quadro a quadro, regida pelo discurso direto, conforme aponta Marinho (2004). Não se sabe exatamente em que data e em que local surgiram as primeiras histórias em quadrinhos, mas, conforme demonstra McCloud (1995), a origem pode estar ligada ao Antigo Egito, com a descoberta de gravuras que retratam cenas sequenciais datadas de a. C. Mas, as histórias em quadrinhos modernas, tais como as conhecemos, ainda segundo o autor, teriam sido criadas em meados do século XIX, pelo suíço Rodolph Töpffer. Partindo de Töpffer, é possível traçar uma linha cronológica1 com alguns dos principais quadrinistas mundiais que tiveram seus personagens e obras inseridos na cultura urbana mundial. ANO QUADRINISTA Rudolf Töpffer Georges Colomb Richard Felton Outcault Rudolph Dirks Winsor McCay Bud Fischer William Hearst George Herriman Frank King Pat Sullivan Walt Disney Hergé E. C. Segar Philip Francis Nowlan Hal Foster Max Fleischer Norman Pett Carl Anderson Al Capp Lee Falk Alex Raymond Lee Falk Hal Foster PERSONAGEM/OBRA M.Vieux-Bois A Família Fenouillard The Yellow Kid (O Menino Amarelo) Os Sobrinhos do Capitão Little Nemo in Slumberland Mutt e Jeff King Features Syndicate Krazy Kat Gasoline Alley O Gato Félix Mickey Mouse Tintin Popeye Buck Rogers Tarzan Betty Boop Jane Pinduca Ferdinando Mandrake Flash Gordon Fantasma O Príncipe Valente Quadro baseado nas informações do site: - Acessado em 05/09/2011.

18 Joe Shuster e Jerry Siegel Bob Kane Will Eisner M. Bevère e R. Goscinny Walt Kelly Charles Schulz Maurício de Sousa Stan Lee Stan Lee Stan Lee Jean-Claude Forest Stan Lee Quino Guido Crepax Robert Crumb Freak Brothers Hugo Pratt Dik Browne Jim Davis Kazuo Koike Ziraldo Art Spiegelman Bill Watterson Frank Miller Neil Gaiman Katsushiro Otomo Stan Sakai Alan Moore Frank Miller Will Eisner Ralph König Jim Lee Kurt Busiek Frank Miller Jeff Smith David Laphan Paul Auster Brian K. Vaughan Frank Quietly Obata Takeshi David Petersen Craig Thompson Chris Ware Brian K. Vaughan Super-Homem Batman The Spirit Lucky Luke Pogo Minduim A Turma da Mônica Quarteto Fantástico Homem-Aranha Hulk Barbarella X-Men Mafalda Valentina Fritz the Cat Gilbert Shelton Corto Maltese O Horrível Garfield Lobo Solitário O Menino Maluquinho Maus Calvin Cavaleiro das Trevas Sandman Akira Usagi Yojimbo Watchmen Os 300 de Esparta No Coração da Tempestade O Homem Ideal Wild C.A.T.S. Marvels Sin City Bone Balas Perdidas Cidade de Vidro Leões de Bagdá WE3 Instinto de Sobrevivência Death Note Os Pequenos Guardiões Retalhos Jimmy Corrigan Y - O Último Homem

19 19 Apesar de ser uma forma de comunicação cujos primeiros indícios surgiram séculos antes de Cristo, as HQs sempre foram tratadas com desconfiança por comunicólogos. Os próprios profissionais da área, até três décadas atrás, preferiam ser chamados de ilustradores, artistas comerciais ou cartunistas, ao invés de artista de quadrinhos. A expressão história em quadrinhos teve conotações tão negativas que muitos profissionais preferem ser conhecidos como ilustradores, artistas comerciais [...] cartunistas. (MCCLOUD, 1995, p. 18). De forma simplificada, as HQs, como as conhecemos hoje, possuem palavras e figuras ordenadas de forma sequencial lado a lado. Na trama de uma história em quadrinhos, as técnicas da linguagem escrita e falada se misturam, estruturando um diálogo direto, como em uma conversa filmada ou cena gravada em uma película. [...] as estratégias de organização de um texto falado são utilizadas na construção da história em quadrinhos, que possui em seu texto escrito, características próximas a uma conversação face a face, além de apresentar elementos visuais complementadores à compreensão. (MARINHO, p. 01) Logo, as histórias em quadrinhos são consideradas um gênero discursivo secundário, de acordo com a concepção de Bakthin (1997), que compreende os gêneros discursivos como primários e secundários. O gênero primário do discurso, segundo Bakthin (1997), abrange toda forma de comunicação simples, como uma conversa do cotidiano com um amigo, uma carta, um bilhete, etc. Já o gênero discursivo secundário refere-se a uma comunicação complexa da qual fazem partes roteiros de peças de teatro, artigos científicos, revistas, etc. [...] aparecem em circunstâncias de uma comunicação cultural mais complexa e relativamente mais evoluída (BAKTHIN, 1997, p. 281). Costa (2009) compreende as HQs considerando a classificação de Bakthin, como pertencente ao gênero discursivo secundário. Compreenderemos as HQs, [...] como um gênero secundário complexo e contemporâneo do discurso, visto que são uma manifestação social produzida em condições sociais específicas. A importância de entendermos as HQs como um gênero discursivo secundário vai além de uma ação classificatória; compreendemos que as HQs se constroem em situações de práticas sociais complexas, demandando que os seus leitores possuam certo conhecimento prévio desse gênero para bem conseguir lê-las. (2009, p. 07)

20 20 Já Canclini (apud D OLIVEIRA, 2004, p.80) avalia a HQ como gênero impuro por ter a capacidade de transitar entre a imagem e a palavra, entre o erudito e o impuro, reunindo características do artesanal e da produção de massa. A junção de imagem e escrita, citada por Canclini, atribui à última, em se tratando de quadrinhos, elementos da oralidade, que são facilmente perceptíveis. Na linguagem escrita, o signo é representado pela letra e é construído com determinado cuidado em sua estrutura. O enredo das HQs e ordenação das palavras é planejado previamente, criando suspense para repassar a mensagem, conforme defendido por Marinho (2004). Quando se trata da oralidade, o signo é representado pelo fonema. Numa HQ, os elementos da linguagem falada são representados também pelas interjeições, onomatopéias e expressões comuns em uma comunicação cotidiana verbal, apontadas por Marcuschi (apud MARINHO, 2004, p. 03). Além da comunicação verbal, nas HQs é encontrada também a comunicação visual, já que são (as HQs) formadas de textos e imagens. Em alguns casos, o texto pode não ter valor algum para a compreensão de um quadrinho quando a imagem manifesta o sentido. McCloud (1995) classifica este tipo de quadrinho, formado apenas por imagens sequenciais, como dignificantes. As figuras sequenciais finalmente estão sendo reconhecidas como uma excelente ferramenta de comunicação, mas ninguém se refere a elas como quadrinhos [...] soa mais como dignificantes (MCCLOUD, 1995, p. 20). A ausência dos diálogos, segundo Eisner (1985), atua como uma forma de extrair do leitor suas experiências do senso comum que vão ao encontro com as do autor, formando o sentido do enredo. As imagens sem palavras, embora aparentemente representem uma forma mais primitiva de narrativa gráfica, na verdade exigem certo refinamento por parte do leitor (ou espectador). A experiência comum e um histórico de observação são necessários para interpretar os sentimentos mais profundos do autor (Eisner, 1985, p. 24). Essencialmente, histórias em quadrinhos nada mais são do que imagens sequenciais. De acordo com McCloud (1995), o termo foi usado pela primeira vez por Will Eisner, que definiu os quadrinhos de uma maneira neutra em questão de

21 21 estilo, qualidade ou assunto. O autor aborda exemplos de imagens sequenciais na figura abaixo: Figura 1 Fonte: McCloud (1995, p. 05) Logo, sobre as imagens sequenciais, McCloud define: Tomadas individuais, as figuras (...) não passam disso. No entanto, quando são partes de uma sequencia, mesmo de uma sequencia só de duas, a arte da imagem é transformada em algo mais: A arte das histórias em quadrinhos! (1995, p. 05). A sequencialidade de leituras das HQs, como define McCloud (1995, p. 86), é algo complexo e planejado, que até os profissionais mais experientes, às vezes, se atrapalham. Vejamos abaixo um exemplo de como podem ser dispostos os quadrinhos de uma página:

Histórias em Quadrinhos

Histórias em Quadrinhos Histórias em Quadrinhos Apresentação baseada no texto Profa. Denise Castilhos Profa. Marilene Garcia Histórias em quadrinhos: imaginação traduzida visualmente para encantar e apaixonar gerações As HQ começaram

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

A diferença entre charge, cartum, tirinha e caricatura

A diferença entre charge, cartum, tirinha e caricatura A diferença entre charge, cartum, tirinha e caricatura É essencial que todo vestibulando saiba diferenciar e interpretar charges, cartuns, tirinhas e caricaturas. Dessa forma buscarei elucidar as semelhanças

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua É a palavra que identifica o ser humano, é ela seu substrato que possibilitou a convivência humana

Leia mais

História em Quadrinhos e Fanzine na Escola

História em Quadrinhos e Fanzine na Escola História em Quadrinhos e Fanzine na Escola Aula 2 2ª parte Programa Nas Ondas do Rádio Secretaria Municipal de Educação SP 2014 O que é HQ? Histórias em quadrinhos são registros imagéticos que compreendem

Leia mais

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático.

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático. A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA Fabricio Santos Almeida 1 Márcia Cristiane Eloi Silva Ataide 2 1 Licenciando em Química, Universidade Federal do Piauí - UFPI. 2 Professora

Leia mais

Apresentação. Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa. Situação 4 HQ. Recomendada para 7a/8a ou EM. Tempo previsto: 4 aulas

Apresentação. Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa. Situação 4 HQ. Recomendada para 7a/8a ou EM. Tempo previsto: 4 aulas Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa Situação 4 HQ Recomendada para 7a/8a ou EM Tempo previsto: 4 aulas Elaboração: Equipe Técnica da CENP Apresentação Histórias em quadrinhos (HQ), mangás e tirinhas

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de 1 Nesta aula você aprenderá a diferenciar um desenhista de um ilustrador e ainda iniciará com os primeiros exercícios de desenho. (Mateus Machado) O DESENHISTA E O ILUSTRADOR Ainda que não sejam profissionais

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE:

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: Encontro com o Livro no Colégio Coração de Maria Me. Maria Aparecida da Costa Bezerra - Bibliotecária escolar e universitária Resumo: O Colégio Coração de Maria proporciona

Leia mais

ALERTA: AÇÕES EDUCATIVAS - PROJETO O.Q DE QUADRINHOS E O PROCESSO DE ENSINAR ARTE ATRAVES DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS.

ALERTA: AÇÕES EDUCATIVAS - PROJETO O.Q DE QUADRINHOS E O PROCESSO DE ENSINAR ARTE ATRAVES DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. ALERTA: AÇÕES EDUCATIVAS - PROJETO O.Q DE QUADRINHOS E O PROCESSO DE ENSINAR ARTE ATRAVES DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. Evânio Bezerra da Costa (Jimmy Rus 1 ) jimmyrus13@yahoo.com.br Comunicação: Relato

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto de Vida MACHADO, Nilson José. Projeto de vida. Entrevista concedida ao Diário na Escola-Santo André, em 2004. Disponível em: .

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Design 2011-1 DESENVOLVENDO A IDENTIDADE VISUAL DE UMA POUSADA EM CONSERVATÓRIA Alunos: OLIVEIRA,

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

para um estúdio terceirizado (Variety Artworks), responsável por todo o trabalho de arte. É por isso que os títulos não trazem créditos de roteirista

para um estúdio terceirizado (Variety Artworks), responsável por todo o trabalho de arte. É por isso que os títulos não trazem créditos de roteirista Clássicos adaptados em mangá Alexandre Boide* Com seus mais de cem títulos publicados, a coleção Manga de Dokuha (algo como Aprendendo em mangá ) é uma espécie de ponto fora da curva entre as coleções

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE QUADRINHOS ATRELADOS A EPISÓDIOS HISTÓRICOS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA RESUMO

CONSTRUÇÃO DE QUADRINHOS ATRELADOS A EPISÓDIOS HISTÓRICOS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA RESUMO XXII Semana de Educação da Universidade Estadual do Ceará 31 de agosto a 04 de setembro de 2015 CONSTRUÇÃO DE QUADRINHOS ATRELADOS A EPISÓDIOS HISTÓRICOS PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA Laura Andrade Santiago

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO ISSN 2316-7785 PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO RESUMO Karen Rodrigues Copello Universidade Federal de Santa Maria karen_keruso@hotmail.com Debora Silvana Soares Universidade

Leia mais

Esta é uma breve análise de uma peça publicitária impressa que trabalha com o

Esta é uma breve análise de uma peça publicitária impressa que trabalha com o Chapeuzinho Vermelho ou Branca de Neve? O sincretismo imagem, texto e sentido. 1 Autor: Fernanda Rodrigues Pucci 2 Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar um anúncio de publicidade impressa em

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

Andrade & Alexandre (2008) In Prática da Escrita Histórias em Quadrinhos

Andrade & Alexandre (2008) In Prática da Escrita Histórias em Quadrinhos Ler HQs além de ser uma atividade que pode ser desenvolvida observando-se todas as estratégias de leitura, é também levar os leitores a momentos que antecedem a própria leitura das letras, pois a estrutura

Leia mais

Contextualizando o enfoque CTSA, a partir da Fotonovela

Contextualizando o enfoque CTSA, a partir da Fotonovela Contextualizando o enfoque CTSA, a partir da Fotonovela Resumo: Este presente trabalho tem como intuito resgatar atividades já feitas em décadas anteriores, para elaboração de novos métodos didáticos em

Leia mais

Questões com textos não verbais. Prof. Bruno Augusto

Questões com textos não verbais. Prof. Bruno Augusto Questões com textos não verbais Prof. Bruno Augusto (ENEM) Em uma conversa ou leitura de um texto, corre-se o risco de atribuir um significado inadequado a um termo ou expressão, e isso pode levar a certos

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

Aula 2: Projeto de pesquisa

Aula 2: Projeto de pesquisa 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 2: Projeto de pesquisa 1 O projeto de pesquisa O projeto de pesquisa é a base da organização do seu trabalho de pesquisa. Ao elaborar o projeto você organiza suas

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

As Cartilhas e a Alfabetização

As Cartilhas e a Alfabetização As Cartilhas e a Alfabetização Métodos globais: aprender a ler a partir de histórias ou orações Conhecer e respeitar as necessidades e interesses da criança; partir da realidade do aluno e estabelecer

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre 01-O homo sapiens moderno espécie que pertencemos se constitui por meio do grupo, ou seja, sociedade. Qual das características abaixo é essencial para

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

CURSO DE DESIGN DE MODA

CURSO DE DESIGN DE MODA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2013 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 3 01 CRIATIVIDADE... 3 02 HISTÓRIA DA ARTE E DO DESIGN... 3 03 INTRODUÇÃO AO... 3 04 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 3

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL TEORIA MARXISTA NA COMPREENSÃO DA SOCIEDADE CAPITALISTA Disciplina: QUESTÃO E SERVIÇO Professora: Maria da Graça Maurer Gomes Türck Fonte: AS Maria da Graça Türck 1 Que elementos são constitutivos importantes

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado da Educação Superintendência Regional de Ensino de Carangola Diretoria Educacional

SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado da Educação Superintendência Regional de Ensino de Carangola Diretoria Educacional SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado da Educação Superintendência Regional de Ensino de Carangola Diretoria Educacional Sequencia Didática destinada aos Anos Finais do Ensino

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE Autora: Lorena Valin Mesquita Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - lm_valin@hotmail.com Coautora: Roberta Souza

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS Ana Letícia Vaz Pereira 1 Natália Canuto do Nascimento 2 Orientador Prof. Ms. Artarxerxes Modesto RESUMO: Este trabalho tem como objetivo analisar

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes.

SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes. Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. SEMANA DO SERVIDOR PÚBLICO sugestão de palestrantes Otimize seu orçamento e mantenha um bom nível de palestrantes. resultados positivos para os servidores? qualidade de vida fernando rocha wesley schunk

Leia mais

Roteiro para se fazer uma boa pesquisa e elaborar um trabalho acadêmico

Roteiro para se fazer uma boa pesquisa e elaborar um trabalho acadêmico Roteiro para se fazer uma boa pesquisa e elaborar um trabalho acadêmico Para realizar uma pesquisa que não se torne um grande sacrifício pelas dificuldades em encontrar as informações, antes é preciso

Leia mais

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE Juliana Stedille 1 Richelly de Macedo Ramos 2 Edi Jussara Candido Lorensatti 3 Resumo Este artigo busca verificar quais os procedimentos adotados por professores da disciplina

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Renê Forster 1 Resumo: Este artigo apresenta uma das cartilhas desenvolvidas pelo Programa Surdez com informações sobre a LIBRAS e as línguas de sinais

Leia mais

Atividades pedagógicas no Microsoft PowerPoint - Tirinhas. Colégio Pe. João Bagozzi Profa. Cristina Pereira Chagas Turma: NOR1MA 27/08/2012

Atividades pedagógicas no Microsoft PowerPoint - Tirinhas. Colégio Pe. João Bagozzi Profa. Cristina Pereira Chagas Turma: NOR1MA 27/08/2012 Atividades pedagógicas no Microsoft PowerPoint - Tirinhas Colégio Pe. João Bagozzi Profa. Cristina Pereira Chagas Turma: NOR1MA 27/08/2012 Atividades pedagógicas no Microsoft PowerPoint - Tirinhas Objetivos:

Leia mais

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares Walter Benjamin - Questões de Vestibulares 1. (Uem 2011) A Escola de Frankfurt tem sua origem no Instituto de Pesquisa Social, fundado em 1923. Entre os pensadores expoentes da Escola de Frankfurt, destaca-se

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes

CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes COLÉGIO ARNALDO 2015 CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes Aluno (a): 5º ano: Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos Este trabalho deverá ser entregue IMPRETERIVELMENTE no dia da prova. Prezado(a)

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

Ensinar a ler em História, Ciências, Matemática, Geografia

Ensinar a ler em História, Ciências, Matemática, Geografia PAOLA GENTILE Ensinar a ler em História, Ciências, Matemática, Geografia A forma como se lê um texto varia mais de acordo com o objetivo proposto do que com o gênero, mas você pode ajudar o aluno a entender

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 (Orientador) Profa. Dra. Tatiana Machiavelli Carmo Souza 2 RESUMO O presente trabalho

Leia mais

O CHÃO DA PALAVRA: CINEMA E LITERATURA NO BRASIL: A CULTURA CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA BRASILEIRAS SOB O OLHAR DE JOSÉ CARLOS AVELLAR

O CHÃO DA PALAVRA: CINEMA E LITERATURA NO BRASIL: A CULTURA CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA BRASILEIRAS SOB O OLHAR DE JOSÉ CARLOS AVELLAR O CHÃO DA PALAVRA: CINEMA E LITERATURA NO BRASIL: A CULTURA CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA BRASILEIRAS SOB O OLHAR DE JOSÉ CARLOS AVELLAR Matheus Oliveira Knychala Biasi* Universidade Federal de Uberlândia

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

AS TIRAS DA MAFALDA: CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA NA LINGUAGEM DE QUADRINHOS

AS TIRAS DA MAFALDA: CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA NA LINGUAGEM DE QUADRINHOS AS TIRAS DA MAFALDA: CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA NA LINGUAGEM DE QUADRINHOS Anderson Iury Nunes BARROS andersoniury@yahoo.com.br Instituto de Estudos Sócio-Ambientais IESA/UFG Bolsista Prolicen Camila Porto

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE Terezinha Losada Resumo: A obra Fonte de Marcel Duchamp é normalmente apontada pela crítica de arte como a síntese e a expressão mais radical da ruptura com a tradição

Leia mais

Heróis sempre vencem desafios: campanha publicitária para divulgação do Concurso Vestibular 2013 1

Heróis sempre vencem desafios: campanha publicitária para divulgação do Concurso Vestibular 2013 1 Heróis sempre vencem desafios: campanha publicitária para divulgação do Concurso Vestibular 2013 1 Juliana Pereira DULTRA 2 Cintia MOLETA 3 Larissa Kiefer de SEQUEIRA 4 Roberto Corrêa SCIENZA 5 Fernanda

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO

ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO Considera-se como fundador da psicologia moderna Wilhelm Wundt, por ter criado, em 1879, o primeiro laboratório de psicologia na universidade de Leipzig, Alemanha. A psicologia

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2008 página 1 Atenção ao olhar crítico dos professores Maria Malta Campos: Há uma enorme demanda reprimida por creches nas periferias das grandes cidades,

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

PAINEL GURUPI COMICS ESTÓRIAS DE GURUPI

PAINEL GURUPI COMICS ESTÓRIAS DE GURUPI PAINEL GURUPI COMICS ESTÓRIAS DE GURUPI João Paulo de Oliveira Maciel Graduando do Curso de Licenciatura em Artes Cênicas IFTO Prof. Pablo Marquinho Pessoa Pinheiro (Orientador) Instituto Federal de Educação,

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais Edilson José de Carvalho¹ Jarbas de Holanda Beltrão² 1 Pedagogo e Especialista em Educação

Leia mais

Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico

Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico Para realizar uma pesquisa que não se torne um grande sacrifício pelas dificuldades em encontrar

Leia mais

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Maria Lígia de Oliveira Barbosa Belo Horizonte, MG: Argvmentvm, 2009, 272 p. Maria Lígia de Oliveira Barbosa, que há algum tempo

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento.

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento. CORPO E MOVIMENTO: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL Tamiris Andrade dos Santos (UEL) tamiris_152@hotmail.com Gilmara Lupion Moreno gilmaralupion@uel.br RESUMO: Sabe-se da importância

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 3

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 3 COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 3 Índice 1. Semiótica...3 1.1. Conceito... 3 1.2. Objetivos da Semiótica... 4 1.3. Conceitos Básicos... 4 1.3.1. Signo... 4 1.3.2. Índices... 4 1.3.3. Símbolo... 4 1.4. Conceito...

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

Dra. Margareth Diniz Coordenadora PPGE/UFOP

Dra. Margareth Diniz Coordenadora PPGE/UFOP Dra. Margareth Diniz Coordenadora PPGE/UFOP Pela sua importância destacam-se aqui alguns dos seus princípios: Todos/as os/ssujeitos, de ambos os sexos, têm direito fundamental à educação, bem como a oportunidade

Leia mais

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO PALAVRAS-CHAVE: Análise, Educação, Inclusão. Lucas Lameira Martins RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar um trabalho

Leia mais

Corpo e Fala EMPRESAS

Corpo e Fala EMPRESAS Corpo e Fala EMPRESAS A Corpo e Fala Empresas é o braço de serviços voltado para o desenvolvimento das pessoas dentro das organizações. Embasado nos pilares institucionais do negócio, ele está estruturado

Leia mais

INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO CENSA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROVIC PROGRAMA VOLUNTÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO CENSA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROVIC PROGRAMA VOLUNTÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO CENSA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROVIC PROGRAMA VOLUNTÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA IMPACTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO PRODUTO INTERNO BRUTO BRASILEIRO

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Departamento de Letras Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Aluna: Esther Ruth Oliveira da Silva Orientadora: Profª. Bárbara Jane Wilcox Hemais Introdução O presente projeto se insere

Leia mais

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada

Leia mais

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL Introdução Com frequência as tecnologias digitais estão sendo empregadas pelos educadores em

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais