A GEOPOLÍTICA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: O HOMEM DE FERRO

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1 A GEOPOLÍTICA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: O HOMEM DE FERRO Guilherme Alves de Oliveira,Universidade Estadual Paulista- Faculdade de Ciências e Tecnologia Resumo A Humanidade sempre teve seus alicerces construídos paralelamente com a comunicação, onde o indivíduo, através de gestos e outros meios, pode expressar sua visão do mundo em sua respectiva época. A própria agregação entre as imagens e as letras facilita este processo de associação da imagem e a mensagem. Neste contexto, as histórias em quadrinhos se apresentam como um exemplo desta associação se complementando, visto que as mensagens transmitidas são os reflexos do panorama global, seja por meio de críticas, sátiras ou até mesmo os interesses de uma nação. Por meio de bases subjetivas, este trabalho tem o intuito de demonstrar as relações e contextos cujos personagens estão inseridos em uma escala global e as sucintas alegorias que os envolvem e refletem a realidade geopolítica presente nestas folhas que colorem as páginas do Iron man (Homem de Ferro), podendo assim, compreender a transmissão do contexto político por meio dos quadrinhos. Para tal foi realizado um levantamento bibliográfico, com base nas relações geopolíticas norte americanas, o conceito de hegemonia e o espaço político atuante, onde a personagem fora inserida, paralelamente, com leituras sobre a psicologia das cores, analogismos, símbolos e semiótica, e a cabível leitura dos quadrinhos disponíveis na produtora Marvel Comic s. Sendo assim pode-se encarar as leituras e o peculiar material presente no enredo das histórias em quadrinhos, como um termômetro das tensões geopolíticas de determinado período e a visão de uma nação sobre outras, expondo seus inimigos, dilemas sociais e políticos internos e muitas vezes seus objetivos, por meio de alegorias e simbolismos de uma maneira maniqueísta, para seu mais variado público alvo. Palavras-chaves: Quadrinhos, Geopolítica,Cultura, Hegemonia e Mensagem. Abstract Mankind has always had it's foundations built parallel to communication, where the individual, through gestures and other means, can express the worldview of their respective era. The aggregation of images and letters facilitate the process of association between the image and the message. In this context comic books stand as an example of this association being complemented, seen that the messages passed through are the reflections of the overall picture, whether through criticism, satire or even the interests of a nation. Through subjective bases, this work aims to demonstrate the relations and contexts in which the characters are inserted on a global scale and the brief allegories that involve and reflect the geopolitical reality presented in these papers that color the pages of Iron Man. In that way the transmission of the political context through the comics can be well understood. To do so, a bibliographic survey was conducted based on North American geopolitical relations, the concept of hegemony and active political space, where the character was inserted, along with readings about the psychology of colors, analogies, symbols and semiotics, and appropriate reading of comic books available from Marvel Comics. In that way it's possible to look at the readings and the peculiar material present in the plot of comic books, as a thermometer of geopolitical tensions in a certain period and the vision of a nation over others, exposing their enemies, internal political and social dilemmas, and often, their goals, through allegory and symbolism in a manichean way, for it's widely varied target audience.

2 Keywords: Comics, Geopolitic,Culture, Hegemony and Message 1.Introdução Este artigo tem como intuito atribuir um caráter perceptivo do poder estadunidense e as tensões geopolíticas, demonstrando as relações e contextos cujos personagens das histórias em quadrinhos estão inseridos em um panorama político global. Em 1961 o cosmonauta russo Iury Gagarin foi o primeiro homem à circular pelo espaço. No mesmo ano, cerca de 4 meses depois, surgem no mundo dos quadrinhos quatro astronautas estadunidenses que realizam uma viagem inter-espacial e são atingidos por raios cósmicos que dão-lhes poderes dando origem ao Quarteto Fantástico. Este processo criativo não foi nada mais que uma réplica estadunidense à corrida espacial, pouco tempo depois do feito de Gagarin, como tentativa de mascarar as falhas americanas e enfatizar os desacertos russos. Surge também um vilão conhecido como Fantasma Vermelho, cuja história se baseia em um russo que vai ao espaço com a intenção de seguir os passos do Quarteto Fantástico, falha e adquire poderes iguais, porém, inferiores aos dos heróis. Paralelamente, no mesmo período histórico, a corrida armamentista e a própria Guerra Fria se articulam até a década de 90, surge um novo herói; o Homem de Ferro (1963), Que dentro do universo das histórias em quadrinhos 1 da Marvel Comic s 2 é de grande relevância, sendo da mesma proeminência, o período no qual o mesmo fora inserido, seus inimigos e as adaptações e ajustes que o mesmo sofreu á nova realidade geopolítica. Podemos assim observar como e de qual maneira os quadrinhos e seus protagonistas se desdobram sobre as relações e tensões políticas vigentes de cada período e de cada Estado, trazendo a realidade dos leitores abordagens teóricas sobre o contexto político, as escolhas de características dos heróis e antagonistas por meio de analises semióticas e a própria reflexão de ideais na protagonista da história, no caso, o Homem de Ferro. 2. Material e Método O referencial bibliográfico constituído por dicionários de política para a fixação e orientação sobre diferentes conceitos, livros de política e geopolítica; sendo abordados como 1 Histórias em Quadrinhos minimizado na sigla HQ s. 2 Marvel Comic s: editora responsável pela produção dos quadrinhos.

3 um aporte teórico na construção e apreciação dos fenômenos nos quais as personagens se inserem, livros de semiótica, símbolos e signos; para dispor de uma melhor visualização crítica sobre as alegorias temáticas, e por fim, mas não menos importante, leituras sistemáticas dos quadrinhos do Homem de Ferro; com o intuito de captar as relações políticas e geopolíticas presentes no enredo da história da personagem, além de determinadas alegorias carregadas de simbolismos e significâncias. Primeiramente foram realizadas leituras de aporte teórico onde a temática do evento fora exaltada, como por exemplo, o contexto da Guerra Fria pelo ponto de vista do socialismo e também pelo ponto de vista da manutenção do capitalismo, para uma melhor projeção e compreensão dos conceitos o uso de dicionários de política veio a ser recorrente, logo, vem surge à necessidade da adequação de uma personagem das HQ s a temática da Guerra Fria e sustentação do sistema capitalista, e por apresentar um tendencionismo e conhecimento sobre a personagem, foi dado inicio as leituras dos quadrinhos do homem de ferro. Com as leituras já em progresso, veio à necessidade e tentativa de captar as alegorias e simbolismos presentes nos quadrinhos, para isto deu-se a leitura de livros com a temática de semiótica, tornando assim capaz o aprofundamento em novas visões sobre o objeto. Como conseqüência deste processo produtivo veio à contribuição do autor que de maneira intrínseca realiza comentários e associações entre a relação dos quadrinhos refletindo a sua concepção da realidade geopolítica do período vigente, sob a visão norte-americana, com base em seu aporte cultural e teórico. Trazendo assim à tona a obra na qual iremos discorrer em questão. 3. Resultados e Discussões 3.1 Origem e contexto do Homem de Ferro. Nosso herói, o Homem de Ferro, fez sua primeira aparição na revista tales of suspense #39 de 1963, inspirado no milionário estadunidense Howard Hughes, que veio a ser relembrado no longa-metragem o aviador, Antony Edward Stark (Tony Stark), o homem de ferro nada mais era que um cientista, que com o falecimento do pai, herdou uma herança bilionária e a indústria armamentista Stark Industries. O enredo não obstante do contexto político atuante, se estrutura em plena guerra do Vietnã, Tony Stark então vê uma oportunidade de expandir seu capital vendendo armas para os Estados Unidos, ampliando também o poderio militar da nação. Como DIAS JÚNIOR & ROUBICEK (1986, p.52) relatam:

4 [ ] o envolvimento dos Estados Unidos seria cada vez maior: em 1964 havia 148mil soldados americanos na região; esse número saltaria para 389 mil em 1966, para 436 mil em 1967 e para 516mil em Além disso, novas armas- entre as quais as terríveis bombas incendiárias napalm passaram a ser usadas em ataques tanto aos guerrilheiros vietcongues quanto a população civil. Respondendo assim o envolvimento da personagem cada vez mais progressivo da personagem neste contexto, tanto no cunho militar como no cunho cultural no lado de fora das HQ s. Voltando ao roteiro, logo, Stark já se encontrava em solo vietcongue realizando demonstrações de seus armamentos ao exército estadunidense, e em sua primeira visita ao Vietnã o mesmo acaba por cair em uma armadilha e estilhaços de uma bomba o ferem gravemente no coração. Stark então fora capturado por vietcongues que o levaram até seu líder, Wong Chu. Sabendo de quem se tratava, Wong Chu impõe a Stark que o mesmo construa uma poderosa arma de guerra e feito isto seu coração seria operado. Então Stark juntamente com outro cientista chamado Ho Yinsen, capturado no Vietnã do Sul, Produzem um aparelho que possa manter Stark vivo, então surge à primeira armadura do Homem de Ferro. Posteriormente Yinsen é morto gerando uma fúria incontrolável de Stark, fazendo com que agora, o armadurado bilionário ponha fim no reinado de terror de Wong Chu. Com o seu objetivo completo Stark retorna ao seu Estado-nação, onde agora se vê capaz de auxiliar o seu país de uma maneira direta, criando novas armaduras e sendo dado como o defensor da justiça. Com isto podemos conotar que Stan Lee 3 e Lerry Lieber 4 foram perspicazes ao criar este novo herói neste contexto, Porém o homem de ferro veio com o intuito de ser uma válvula de escape sobre a temática da Guerra Fria, Alego o fato pela própria afirmação de Stan Lee em meados de 2007, alegando que anteriormente outros heróis foram utilizados para ilustrar a temática, como por exemplo, o Homem-Aranha ao enfrentar o espião Russo, Dimitri Smerdiakov cujo codinome era Camaleão, Porém a repercussão não foi tão positiva devido ao próprio psicologismo não tão politizado da personagem Homem-Aranha. 3 Stanley Martin Lieber fora o roteirista do Homem de Ferro. 4 Larry Lieber fora o editor,roteirista e produtor do Homem de Ferro.

5 Eis que então surge o momento propício para os quadrinhos do Homem de Ferro, chegando até a obter apoio e financiamento de companhias como a Royal Dutch Shell. Surgindo neste contexto, com um slogan direto com Only an iron man to break the iron curtain 5 a própria capa da primeira aparição do Homem de ferro, abaixo (Fig.1) torna explícito o seu propósito com a frase; He Lives!, He Walks!, He Conquer! (Ele vive!,ele anda!,ele conquista!) Fig1: Primeira aparição do homem de ferro. Fonte: Acessado em: 06/08/11 No período que conotado anteriormente, como a Guerra do Vietnã, a presença de outros muitos outros heróis foi intensa. Sobretudo a do homem de ferro, que foi criado neste período, vale à pena ressaltar que, todos os inimigos da personagem eram de nações inimigas ao Estado e da manutenção do sistema capitalista, devido ao apóio logístico prestado durante a guerra do Vietnã por parte da URSS 6, China e Coréia do norte, dando origem a inimigos nos quadrinhos como, por exemplo: Dínamo Escarlate, Homem de Titânio, Mandarim, dentre 5 Somente um homem de ferro para parar a cortina de ferro 6 União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS)

6 outros. Sempre apresentando algum tipo de resistência à expansão, cultural, militar e do próprio sistema Estadunidense. O alentando com: Os americanos devem entender que apoiar a supremacia dos Estados Unidos equivale a dar um impulso à justiça internacional que nenhum outro povo é capaz de dar. Também equivale a uma expansão dos interesses nacionais e daquilo que se pode chamar de espírito americano. (NYE,J.2002,p. 18) Baseado na citação vale à pena ressaltar que desde a 2º Guerra Mundial, todas as guerras cuja participação estadunidense era ativa, a presença das HQ s era evidentemente ampla. Com embasamento em leituras pode-se concluir que no caso da Guerra do Vietnã, o público alvo principal, jovens estadunidenses, acaba por ser recrutado à guerra, Imaginem que entre aquele crescente contingente de soldados norte americanos citado anteriormente, aproximadamente, 35% compreendesse a faixa etária de 18 á 25 anos, e cresceram com as HQ s em seu cotidiano, e agora vivem uma realidade de trincheiras, e uma das principais válvulas de escape entre uma investida e outra, seriam as HQ S presentes nos frontes e acampamentos. Fazendo com que o próprio enredo passe a se estruturar num nacionalismo Norte americano, demonstrando a vitória da nação e a glória dos militares, isto, além do financiamento da Shell reduzindo o custo da produção de grande parte das revistas, sobretudo da Marvel Comic s. Reforçando com o seguinte trecho: Nesse sombrio contexto, qual é a responsabilidade da cultura? Os Estados Unidos continuam sendo referência e os pioneiros na cultura de massa, quer se trate de esporte,world music,séries de televisão,programas de informação ou parques de lazer.assumindo pelos homens de negócio,o modelo cultural derrapou no insignificante,sensacional ou vulgar. (RAMONET,Ignácio.1998,p.133) Entende-se então, que os quadrinhos possuem um caráter disseminador de ideologias e manutenção do Estado e articulador de um poder brando, o que influi no caráter principal da hegemonia estadunidense, por meio da dissipação cultural de um american way of life aplicado aos tempos modernos. Sendo neste trabalho relacionado com as HQ s do Homem de Ferro, vistas como meio de transmissão á todos os leitores, uma transmissão da realidade americana, por meio de sua cultura e anseios políticos, mas deve-se ressaltar que as críticas ao consumismo e dilemas políticos do Estado e sociais da população são comumente retratados

7 em simples páginas coloridas, como por exemplo; drogas, consumismo, ausência de segurança e neste caso, o alcoolismo (Fig. 2). Fig 2 : Tony Stark sendo vítima de seu vício. Fonte: Acessado em: 09/08/11 O Hard Power, exercido através do próprio poderio militar americano foi um dos três pilares de sustentação da hegemonia, hoje aplicado às guerras cujo país se envolve, Abordado aqui como a própria figura do Homem de Ferro, como uma armadura praticamente indestrutível munida de armas defendendo sua indústria, O Estado e suas ações, sendo notoriamente visível a antiga e memorável, política do Big Stick de Theodore Roosevelt; "fale com suavidade e tenha à mão um grande porrete", onde o herói se enquadra como a polícia do Mundo. Um exemplo nítido está presente no próprio discurso da personagem: Dizem que a melhor arma é aquela que você nunca tem que disparar. Eu prefiro a arma que você só tem que disparar uma vez. É o que papai fazia, é o que América faz, e tem funcionado bem até agora. (Tony Stark,1982) Discurso este que pode nos remeter também a uma crítica dos roteiristas aos ataques nucleares ao Japão em seis de agosto e nove de agosto de A transmissão ideológica é extremamente bem implantada, desde o Hard Power, onde o inimigo sempre deve ser nítido, e as HQ s não fogem da conjuntura no qual são produzidas

8 e o homem de ferro torna isto nítido, visto que seus inimigos foram a URSS, Comunistas e expansionistas, e nos tempos mais atuais o Terrorismo, dado que o próprio filme Iron Man de 2008, veio com uma atualização visto que agora Tony Stark não vai para o Vietnã e sim para um local cuja paisagem nos remete ao oriente médio, para ser mais preciso o Afeganistão, sendo os rebeldes caracterizados por pesados estereótipos. Demonstrando que enquanto houver conflito, haverá inimigos, e estes devem estar cada vez mais fulgentes, discorreremos melhor sobre o tema que circunda os vilões no próximo tópico, abordando suas origens e interações com nosso herói de ferro. A resposta ao bandeamento desta hegemonia, nas HQ s se dá através de uma maior intimidade com os aliados econômicos, e os heróis estadunidenses, como responsáveis pelo fim dos males das nações aliadas ou submissas ao manto de ferro nos quadrinhos,no próprio filmes também vemos o homem de ferro livrando a população afegã dos males dos rebeldes, um fragmento que nos faz refletir perante a situação é o seguinte: Ora, Os Estados Unidos não poderiam assistir a tudo isto passivelmente; cabia ao país uma responsabilidade moral correspondente à sua posição de liderança: a de enfrentar decididamente a ameaça vermelha DIAS JÚNIOR & ROUBICEK (1986, p. 22) Levando assim, há uma aproximação dos demais países com os Estados Unidos por meio de uma simples leitura dos jovens que um dia irão amadurecer e desenvolver seus próprios conceitos sobre a própria política global, como no caso deste trabalho. Nota-se até aqui que as HQ s vão além de sua função de entretenimento, trabalhando também como um termômetro geopolítico dos interesses de uma nação, repercutindo em folhetos coloridos carregados de alegorias sejam elas de manutenção do status quo ou críticas ao próprio Estado. 3.2 Os principais vilões. Dentre os vilões, têm-se, sobretudo Comunistas, russos e questionadores da manutenção estadunidense, assim como afirma MOODIE (1965, p. 66): Não obstante, a política externa de um Estado é, via de regra dominada por um ou mais aspectos das suas relações com outros Estados. E são alguns destes aspectos que iremos observar nas personagens a seguir, exaltando sua relação com nosso protagonista de ferro. Monge de ferro

9 Iron Monger no inglês, também conhecido como Obadiah Stane, é o vilão tecnológico de um herói tecnológico. Stane possui um passado conturbado envolvendo a morte dos pais e uma vida de solidão. Devido a isto desenvolveu métodos de percepção e manipulação das pessoas com o intuito de estudar suas fraquezas e intenções. Ainda quando criança se tornou exímio no xadrez, tentativa aqui que podemos correlacionar com o próprio histórico de uma Guerra Fria nos tabuleiros dado que os Estados Unidos e a URSS, na maioria das vezes disputavam as finais e a vitória da União soviética era ininterrupta desde 1948, e permanecera assim por mais 24 anos, até que em 1972 a vitória foi Estadunidense,quando mantiveram o título de campeões mundiais por três anos,perdendo o título novamente para a URSS. Este breve levantamento permite nos posicionar em relação ao próprio nacionalismo como uma personagem estadunidense surgindo em 1982 sendo representada como um gênio dos tabuleiros, podendo associá-lo a instigação de jovens a desenvolver o gosto pelo xadrez. Reforçando com as palavras de COELHO (1980, p.70): Toda indústria cultural vem operando com signos indiciais e, assim, provocando a formação de consciências indiciais. Sobre o conceito indústria cultural Stane quando adulto, cria sua própria indústria de munição de armas, que se torna sócia da Stark industries, após conflitos onde Obadiah negocia munições com concorrentes de Stark e nações inimigas, eles rompem sua sociedade, e inconformado Stane rouba o projeto de uma das armaduras de Stark, Criando assim o Vilão Concorrência de ferro. Mandarin Esta Personagem fora lançada em 1964, era filho de uma inglesa e de um nobre chinês, desde pequeno demonstra aptidão para com a ciência, porém com a Revolução Comunista chinesa, retratada nas HQ s com extrema violência, de maneira nenhuma colocando que o evento foi pacífico, dado as 300 mortes e os aproximados oficiais desaparecidos. Mandarin então se refugia no vale dos espíritos, onde passa a ter contato com uma cultura alienígena e sai em busca de seus 10 anéis dos poderes. Nas HQ s,mandarin é retratado como um expansionista, dado que seu objetivo é a conveniente conquista do Mundo. Estranho pensar que até mesmos os roteiristas temiam já 1964 uma expansão da China. A própria relação da economia global atual moldou esta personagem que hoje é retratada como um empresário chinês, e em outras ocasiões um lunático que visa a dominação global.

10 Dínamo Escarlate Surge em 1963, trata-se de uma armadura criada pelo russo; Anton Vanko,que após sua morte veio a ser utilizada por mais 10 pessoas, sobretudo membros da KGB 7.A armadura surge quando Vanko é exilado pelo governo Soviético, transferindo para Sibéria, onde desenvolve a armadura cujo objetivo era derrotar o homem de ferro,demonstrando a superioridade tecnológica soviética e consequentemente tornar o mundo vermelho. Obviamente podemos acreditar que o homem de ferro nunca fora derrotado e que a própria figura da personagem do Dínamo escarlate se baseava na URSS apresentando uma ameaça invadindo nações e causando o terror. Que não obstante sempre será derrotado pelo homem de ferro, que ira trazer a paz à nação e ao povo molestado pelo comunismo. Homem de titânio Em 1965, surge na figura de Boris Bullski, alto membro do exército comunista, que ao chegar à Sibéria, obriga alguns cientistas que posteriormente trabalharam com Vanko a construírem uma armadura para o mesmo, Eis que então surge uma armadura grande e desengonçada que não foi párea para o nosso vingador rubro dourado. O objetivo de Boris também era simples, Ser capaz de derrotar o popular vingador americano e, consequentemente, desacreditá-lo aos olhos do ocidente. O cúmulo para nosso vilão foi quando a URSS se desfez e sua Nação se abria cada vez mais aos valores ocidentais. Logo temos aqui novamente o embate tecnológico e armamentista presente em toda Guerra Fria, além da análise sobre o comportamento de soviéticos conservadores como um empecilho do progresso. 3.3 Signos, símbolos e alegorias. Constantemente somos atingidos por uma diversa gama de informações, e nestas próprias informações temos determinadas significâncias, geralmente um simples detalhe que prende a nossa atenção, seja no consciente ou no psicológico. E não tão longe disso os quadrinhos trabalham com esse quesito, sobretudo pelo uso constante de cores e contrastes. Mas como esses símbolos podem estabelecer um paralelo com a geopolítica dos quadrinhos? SANTAELLA(1983,p.2) abre espaço para essa relação: 7 Komitet Gosudarstvennoi Bezopasnosti,(KGB) traduzido para o português como Comitê de Segurança do Estado

11 ..E claro que no sistema social em que vivemos estamos fadados a apenas receber linguagens que não ajudamos a produzir, somos bombardeados por mensagens que vem à inculcação de valores que se prestam ao jogo de interesses dos proprietários dos meios de produção de linguagem e aos não usuários. Para Adorno (1975) O termo Indústria cultural é aplicado à redução da humanidade, impedindo com que o indivíduo seja autônomo, capaz de decidir independentemente suas escolhas devido a uma ideologia pré-imposta. Sendo assim, os tipos de linguagem são o Mundo e nós estamos inseridos neste mar de informações, suscetíveis e vulneráveis a qualquer tipo de transmissão de informação. Sendo assim, alguns desses sistemas semióticos de símbolos e signos serão brevemente levantados aqui e sempre correlacionados aos quadrinhos (Fig.3). Fig. 3: Principais alegorias no Homem de Ferro Fonte: *Editado Acessado em: 08/08/11 A armadura: Trás consigo a idéia de proteção, honra e força. Dado que o homem dentro dela exerce a função de abalançar a vida pelo seu ideal. Nesse contexto temos a primeira alegoria do nosso Homem de Ferro; Empresário bélico, que coloca sua vida em risco pelo seu ideal, A manutenção de sua indústria e a hegemonia do sistema capitalista. A máscara: Vem com a idéia de ausência de identidade e transformação do indivíduo.

12 Sendo assim, temos então, um Super Herói que luta contra a desordem dada pela não hegemonia estadunidense e/ou do capitalismo, podendo tomar qualquer forma, visto que qualquer indivíduo pode vir a se imaginar na figura do Homem de Ferro, obter sua força, inteligência, fortuna, e encarar suas aventuras anticomunistas. Os círculos: Sempre estão associados à figura do vingador de ferro, geralmente representando a figura de perfeição e evolução. E por que não menos à figura do nosso herói? Uma maquina perfeita, invejada a ponto dos vilões cientistas soviéticos terem como objetivo apenas derrotá-la e desmoralizá-la aos olhos do ocidente. O vermelho: Cor que sempre vem a estar exaltada no Homem de Ferro e em grande parte dos heróis da Marvel, se associa ao poder, vitalidade e confiança em si. Podemos especular se houve ou não um tendencionismo para a mudança de cores do Homem de Ferro, que fora anteriormente cinza, sendo suprido especialmente pelo vermelho, dando a figura de Tony Stark,um simples homem corporativo,poder e coragem suficiente para lutar por seus objetivos,ainda que fossem mais orientadores da ordem de um sistema. O amarelo: Cor secundária na figura do nosso herói, vem a representar a contribuição para a felicidade por estar associada ao ouro e ao sol. Sendo assim na conjuntura política presente na Guerra Fria, por que não trabalhar com uma figura que represente a felicidade e ao mesmo tempo o poder? Vendo uma figura de manutenção de algo superior, do que um simples regime coletivo de paz e amor, estando associado com a suavidade e repressão conforme a política do Big Stick que exaltamos anteriormente. Este breve olhar sobre as características de símbolos, signos e da adequada semiótica, podemos conotar e correlacionar à escolha ou não da aplicabilidade destes sistemas, mas é cabível uma dose de bom senso, caso contrário até mesmo uma simples conjunto de cores aleatórias, pode vir a ser relacionados como o prelúdio da crise do sistema vigente quando interpretados de maneira errônea ou conspiratória. 4. Considerações Finais Provocamos neste breve trabalho uma relação entre o paralelo do mundo das HQ s e do Mundo politizado em qual vivemos, e o nosso introdutor na intersecção entre estes dois mundos foi nada mais, nada menos que o Homem de Ferro. No discorrer da narrativa, tentou-se levantar aspectos que envolveram toda uma relação política de um período histórico marcante e não tão distante, onde duas potências, dois sistemas, tentavam se sobrepor um sobre o outro até a conquista de uma hegemonia. Sendo assim foram

13 usados diferentes meios de conquista e manutenção desta prevalência de sistema, e a figura do próprio Homem de Ferro fora usada como um exemplo quando tratamos dos meios de veiculação de imagem e mensagem. Devemos ressaltar que a opinião do autor foi a que prevaleceu neste trabalho, o ponto de vista de um indivíduo que não viveu diretamente o período, não teve medo de que a qualquer momento no horizonte, cogumelos atômicos surgissem declarando o fim ou inicio de uma nova era, será que vem a ser pertinente?penso que tudo vale a pena afinal, as pessoas que viveram estes medos criam as próximas gerações com dados de sua vivência, além de que a própria história trilha determinados caminhos que ao tentarmos olhar para um futuro ou até mesmo para o agora, podemos relacionar com o caminho já trilhado, agregando cada vez mais materiais e informações sobre diferentes experiências já vividas às nossas. As HQ s da Marvel foram e ainda são presentes no cotidiano de muitas gerações, Stan Lee, Lerry Lieber e outros membros da Marvel Comic s, são os responsáveis por uma transmissão de informações para esta gama etária de público. Sempre conduzindo aos seus traços todas as dinâmicas e relações maniqueístas ou não, criticas ou não, políticas ou não,à todos que tiverem gosto e disposição à leitura dos quadrinhos. Logo, podemos conotar que as histórias em quadrinhos, vão muito além de sua função de entretenimento, sendo abordados temas que vem a envolver conflitos sociais e políticos, e sempre se adequando às transformações dos mesmos, se adaptando a dinâmica geopolítica atuante. Sendo assim ricas fontes de análises, para que possam surgir críticas, debates e até mesmo uma aproximação entre os leitores. E no cunho da própria geografia, elaboramos uma analise crítica aqui sobre a personagem levantando conceitos geopolíticos, sociais e até mesmo passando brevemente sobre conceitos de semiótica, Com o intuito de construir uma Geografia Crítica. Por fim, penso que devemos encarar em geral, de maneira mais madura esses simples traços coloridos, atribuindo aos mesmos a devida seriedade pela propriedade de seu conteúdo. 5. Referencias bibliográficas: COELHO, T. O Que é Indústria Cultural. São Paulo : Brasiliense.1980 DIAS JÚNIOR, José Augusto & ROUBICEK, Rafael. Guerra Fria: A era do medo. São Paulo: Ática MOODIE,A. E. Geografia e Política.Rio de janeiro:1965.

14 NYE,Joseph S. O Paradoxo do Poder Americano.São Paulo:Unesp,2002. RAMONET,Ignácio.Geopolítica do Caos.Petrópolis :Vozes,1998. SANTAELLA,L. O que é Semiótica.São Paulo: Brasiliense Bibliografias e sites consultados: BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de política. Brasília :UnB O CONNEL,M. O Grande Livro dos Signos & Símbolos,V.2.São Paulo: Escala Oliveira,A.G. A Hegemonia em folhas, Presidente Prudente

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