UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL ROBERTO ROSSI MENEGOTTO

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1 UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL ROBERTO ROSSI MENEGOTTO A MEMÓRIA NOS QUADRINHOS: UM ESTUDO SEMIÓTICO DE ANNE FRANK: THE ANNE FRANK HOUSE AUTHORIZED GRAPHIC BIOGRAPHY CAXIAS DO SUL 2014

2 ROBERTO ROSSI MENEGOTTO A MEMÓRIA NOS QUADRINHOS: UM ESTUDO SEMIÓTICO DE ANNE FRANK: THE ANNE FRANK HOUSE AUTHORIZED GRAPHIC BIOGRAPHY Monografia do Curso de Comunicação Social, Habilitação em Publicidade e Propaganda da Universidade de Caxias do Sul, apresentada como requisito para a obtenção do título de Bacharel. Orientador (a): Prof. Dr. Ivana Almeida da Silva Universidade de Caxias do Sul UCS CAXIAS DO SUL 2014

3 ROBERTO ROSSI MENEGOTTO A MEMÓRIA NOS QUADRINHOS: UM ESTUDO SEMIÓTICO DE ANNE FRANK: THE ANNE FRANK HOUSE AUTHORIZED GRAPHIC BIOGRAPHY Monografia do Curso de Comunicação Social, Habilitação em Publicidade e Propaganda da Universidade de Caxias do Sul, apresentada como requisito para a obtenção do título de Bacharel. Orientador (a): Prof. Dr. Ivana Almeida da Silva Universidade de Caxias do Sul UCS Aprovado em: Banca Examinadora Prof. Dr. Ivana Almeida da Silva Universidade de Caxias do Sul - UCS Prof. Me. Misael Montaña Universidade de Caxias do Sul - UCS Prof. Me. Myra Gonçalves Universidade de Caxias do Sul - UCS

4 AGRADECIMENTOS Agradeço a todos que contribuíram para o sucesso na realização desta pesquisa. Gostaria de agradecer especialmente à minha mãe e irmã pela força, apoio, opiniões e leitura de diversos esboços. A todos os meus professores, por colaborarem em meu crescimento e participarem de minha formação acadêmica e pessoal. Também à minha orientadora, Ivana Almeida da Silva, que soube me guiar com paciência e dedicação durante todo o processo de estudo.

5 Até que toda humanidade, sem exceção, passe por uma metamorfose, as guerras continuarão a ser declaradas, e tudo o que foi cuidadosamente construído, cultivado e criado será cortado e destruído, só para começar outra vez! (Anne Frank)

6 RESUMO O tema deste estudo são os fatos históricos e as narrativas em quadrinhos. O objetivo é descobrir como as narrativas em quadrinhos podem ser percebidas como registros de memória de fatos históricos ocorridos em determinado momento, utilizando como base Anne Frank: the Anne Frank House authorized biography. O método utilizado é a análise de discurso (texto e imagens) de quatro eventos do Holocausto Judeu que estão descritos nas páginas da HQ escolhida, comparandoos com os fatos históricos correspondentes. Para o desenvolvimento foi feita uma pesquisa bibliográfica acerca da história das histórias em quadrinhos e sua posição dentro do campo artístico; uma conceituação de memória e história, que exercem papeis distintos dentro dos fatos históricos; um relato do Holocausto e suas causas e consequências, além de quadrinhos inspirados nele; um breve relato da vida de Anne Frank e seu diário, sua importância para a sociedade e, por fim, a análise de discurso da história em quadrinhos biográfica. Palavras-chaves: história em quadrinhos, memória, Holocausto, Anne Frank

7 ABSTRACT The main themes of this study are historical facts and comic narratives. The objective is to find out how comic narratives can be perceived as memory records of historical facts that took place in a certain moment, taking Anne Frank: the Anne Frank House authorized graphic biography as base of study. The method of research is the speech analysis (text and images) of four events of The Holocaust that are described in the pages of the chosen graphic novel, comparing them to the corresponding historical facts. As developing, a bibliography research was made about the history of comic books and their place in the sphere of art; a conceptualization of memory and history, which have distinct roles inside historical facts; a report of The Holocaust and its consequences, besides the comics inspired by it; a brief report of Anne Frank and her diary, its importance to society and finally, the speech analysis of her graphic biography. Keywords: comics, memory, The Holocaust, Anne Frank

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Eventos escolhidos para a análise Figura 2 - Pintura rupestre, no Colorado, EUA Figura 3 - Personagens de Rudolph Töpfer Figura 4 - O Garoto Amarelo Figura 5 - Edição número 1 da Action Comics (1938) Figura 6 - O balão de diálogo Figura 7 - Movimento nos quadrinhos Figura 8 - Uso das cores em quadrinhos preto e branco, sólidas e expressivas Figura 9 - Kiki de Montparnasse, de Catel Muller e Jose-Luis Bocquet Figura 10 - Maus: a história de um sobrevivente, de Art Spiegelman Figura 11 - Yossel, April 19, 1943, de Joe Kubert Figura 12 - A Força da Vida, de Will Eisner Figura 13 - A trilogia De Ontdekking, De Zoektocht e De Terugkeer, de Eric Heuvel Figura 14 - Anne Frank Figura 15 A família Frank Margot, Otto, Anne e Edith Figura 16 - O diário Figura 17 - Entrada para o anexo secreto Figura 18 - Shelley Winters como Auguste van Pels Figura 19 - Ilustrações baseadas em fotos históricas Figura 20 - Adolf Hitler desfila após sua nomeação como Chanceler Alemão Figura 21 - Nomeação de Hitler na biografia gráfica Figura 22 - A Noite dos Cristais Figura 23 - Kristallnacht na biografia gráfica Figura 24 - Deportação de judeus residentes na Holanda Figura 25 - Convocação de Margot Frank Figura 26 - Preparativos para a fuga Figura 27 - Fuga e caminho para o anexo secreto Figura 28 - Invasão de Omaha, praia da região da Normandia Figura 29 - Os moradores do anexo secreto comemoram a invasão da Normandia. 81

9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO METODOLOGIA HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: ENTRE ARTE E SEMIÓTICA A HISTÓRIA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO OBRAS DE ARTE A SEMIÓTICA NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS MEMÓRIA, HISTÓRIA E QUADRINHOS FATOS HISTÓRICOS X MEMÓRIA REGISTROS DE MEMÓRIA NOS QUADRINHOS UMA TRAGÉDIA EM QUADRINHOS: O HOLOCAUSTO HOLOCAUSTO O HOLOCAUSTO NOS QUADRINHOS ANNE FRANK: THE ANNE FRANK HOUSE AUTHORIZED GRAPHIC BIOGRAPHY ANNE FRANK E SEU DIÁRIO ANÁLISES Fato ocorrido em 30 de Janeiro de 1933 Nomeação de Hitler para Chanceler Alemão Fato ocorrido entre 09 e 10 De Novembro de 1938 Kristallnacht Fato ocorrido em 05 de Julho de 1942 Deportação em massa dos judeus residentes na Holanda para campos de concentração Fato ocorrido em 06 de Junho de 1944 O Dia-D CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICES... 90

10 9 1 INTRODUÇÃO Surgidas inicialmente como fonte de diversão em jornais americanos, as histórias em quadrinhos 1 evoluíram ao longo dos anos, passando de pequenas tiras de poucos quadros, para narrativas mais complexas. Atualmente, as HQs se encontram inseridas na cultura popular, podendo ser encontradas em jornais, revistas, gibis e livros didáticos. Com a percepção de sua importância, artistas passaram a criar histórias em quadrinhos baseadas em fatos reais, atendo-se à veracidade dos acontecimentos. Portanto, essas HQs biográficas poderiam exercer a função de registros de memória de fatos históricos. Para aprofundar este assunto, o pesquisador escolheu uma graphic novel cuja temática é o Holocausto Judeu. Mais ainda, aborda uma das histórias mais conhecidas do período: a trajetória de Anne Frank, cuja vida, morte e legado encontram-se com riqueza de detalhes nas páginas de Anne Frank: the Anne Frank House authorized graphic biography 2, que é o objeto de análise desta pesquisa. O objetivo geral deste estudo é descobrir de que forma as narrativas em quadrinhos podem ser percebidas como registro de memória de fatos históricos ocorridos em um determinado momento, utilizando como base Anne Frank: A Biografia Gráfica. Como objetivos específicos foi proposto: estudar a linguagem dos quadrinhos; entender o conceito de memória e sua importância na conservação de fatos históricos; verificar de que forma os quadrinhos podem ser relacionados com fatos históricos ocorridos em determinada época e sociedade; analisar de que forma os fatos históricos são resgatados pelos quadrinhos a partir de uma abordagem da arte como fato semiológico; e, por último, estudar a HQ da Anne Frank: the Anne Frank House authorized graphic biography. A escolha do tema ocorreu pela paixão do pesquisador por histórias em quadrinhos e suas possibilidades narrativas, sendo elas ficção ou não ficção. Além disso, sempre houve grande interesse nos eventos ocorridos durante a Segunda 1 De acordo com Iannone e Iannone (1994), histórias em quadrinhos também são conhecidas por HQs, quadrinhos, gibis, revistas em quadrinhos (Brasil); a autora apresenta algumas nomenclaturas de outros países, como: comics e graphic novels (países de língua inglesa), tubeos (Espanha), bandes dessinés (França) fumetti (Itália), chiste, monito, muñequito, historieta ou comics (América Latina, com exceção do Brasil), histórias aos quadrinhos (Portugal) mangá (Japão). Neste estudo serão utilizados os sinônimos do Brasil e os de língua inglesa para que não haja repetição dos termos. 2 Anne Frank: A Biografia Gráfica Autorizada pela Casa Anne Frank, em tradução do pesquisador. Neste estudo será utilizado o título original, em inglês, ou simplesmente Anne Frank: A Biografia Gráfica.

11 10 Guerra Mundial e nos relatos de quem esteve envolvido naquela sequência de momentos que colaboraram para moldar a humanidade. Diversas histórias reais são escritas no formato de quadrinhos, criando assim uma possível fonte de estudo acerca de fatos históricos. Desta maneira, o estudo proposto por este trabalho tem importância no campo histórico e da comunicação. Para um bom aprofundamento na busca dos objetivos propostos, construiu-se este trabalho em quatro capítulos. O capítulo 2 traz um breve relato da história das histórias em quadrinhos, com seu conceito e alguns momentos de destaque desde sua criação. Também é abordado o seu papel como obras de arte, exemplificando porque elas devem ser consideradas como tais. Ainda neste capítulo, estuda-se a semiótica presente nas histórias em quadrinhos, apresentando alguns dos elementos fundamentais que colaboram na construção de suas mensagens. No capítulo 3 é feito um confrontamento entre memória e história. Para tal, primeiramente é necessário conceituar ambos. Desta maneira, é possível perceber seus respectivos papeis na conservação de registros de memória de fatos históricos. Também são trazidos alguns exemplos de histórias em quadrinhos baseadas em fatos reais, observando as razões que validam sua relevância como fonte de registro de memória. O capítulo 4 trata do Holocausto Judeu, ocorrido entre 1933 e É abordada a história do evento, suas implicações, bem como o ódio que Adolf Hitler nutria pelos judeus e suas maneiras de convencer a população da Alemanha a seguir sua ideologia. Também são mostradas algumas histórias em quadrinhos que misturam fatos históricos da época com personagens fictícios. Por fim, no capítulo 5, narra-se a história de Anne Frank e o diário que escreveu entre seus 13 e 15 anos, observando sua importância para a humanidade como um dos principais relatos dos fatos vividos pelos judeus durante o período do Holocausto, além de algumas das manifestações artísticas produzidas a partir desse diário. Na parte final, a análise, é utilizado o trabalho de Jan Mukarovsky para avaliar artisticamente o paralelo entre 4 momentos cruciais do Holocausto Judeu e a maneira como são apresentados ao leitor de Anne Frank: the Anne Frank House authorized graphic biography, considerando que os eventos descritos em suas páginas são baseados em relatos reais.

12 METODOLOGIA Para qualquer trabalho de pesquisa, o ponto inicial de planejamento é a pesquisa bibliográfica. Segundo Stumpf (2005), este processo vai desde a identificação, localização e obtenção da bibliografia que diz respeito a determinado assunto, até um texto que apresente componentes identificando o entendimento do material obtido. De acordo com a autora, a atividade de revisão da literatura disponível sobre os componentes da pesquisa se estende desde o início do trabalho até a conclusão. Para Marconi e Lakatos (2006), a abundância de referências não constitui um problema, mas sim, uma ferramenta para o sucesso do trabalho. O ponto de vista de diversos autores possibilita perceber a problemática sob novas perspectivas, propiciando análises alternativas e chegando a conclusões inovadoras. Desta forma, para a realização deste trabalho, que trata de diversas áreas do conhecimento como comunicação, história, filosofia, sociologia e artes, será necessário um cruzamento de informações entre variados campos de estudo. Este trabalho pretende descobrir de que forma as narrativas em quadrinhos podem ser percebidas como registros de memória, utilizando Anne Frank: the Anne Frank House authorized graphic biography, escrita por Sid Jacobson e Ernie Colón, como material base para o estudo. Sendo uma história em quadrinhos um tipo de narrativa baseada em textos e imagens, foi escolhido o método da análise de discurso, pois ele compreende tudo o que está escrito e desenhado nas HQs. No discurso, para Magalhães (2005), a significação é construída no interior da fala. Isso ocorre quando um emissor tenta mostrar sua percepção do mundo para um interlocutor em um determinado momento. O seu ponto de vista será movido por uma intenção. De acordo com Magalhães (2005): [...] a discursividade implica a compreensão de que a mensagem é construída no interior de uma conversa e é a concretização de um ato. A linguagem é um instrumento de comunicação que está sempre em atividade, seja nas relações cotidianas, coloquiais, seja nas interações institucionais, formais (MAGALHÃES, 2005, p.17). Para que a análise do discurso seja feita é preciso, segundo Magalhães (2005), desconstruir o texto para perceber a maneira como ele foi montado. Ao fazer isso, será possível perceber os componentes presentes no objeto de análise, cada um de suma importância no todo. Utilizando as palavras de Bauer e Gaskell (2000),

13 12 Uma análise de discurso é uma leitura cuidadosa, próxima, que caminha entre o texto e o contexto, para examinar o conteúdo, organização e funções do discurso. Sendo Anne Frank: the Anne Frank House authorized graphic biography uma história em quadrinhos, o discurso presente em suas páginas é constituído de textos e imagens, cujas significações se complementam e são essenciais para uma compreensão mais abrangente da obra. Considerando-se que uma história em quadrinhos tem seu principal destaque nas imagens, analisá-las sob ponto de vista científico torna-se fundamental para que os objetivos deste trabalho sejam atingidos. A respeito da análise de imagem, Coutinho (2005) diz que é importante que se perceba as imagens como produtos comunicacionais, principalmente as presentes em meios de comunicação de massa. Ainda para Coutinho (2005), as imagens podem ser consideradas documentos e formas de narrativas, pois contêm história e são atribuídas de discurso. Entretanto, analisar uma imagem requer cuidado para que o real sentido não seja perdido. Muitas pessoas buscam sentidos ocultos na mesma, ou ainda provê-la de supostas intenções do autor. Joly (1994) ressalta que: Interpretar e analisar uma mensagem, não consiste certamente em tentar encontrar uma mensagem pré-existente, mas em compreender que significações determinada mensagem, em determinadas circunstâncias, provoca aqui e agora, sempre tentando destrinçar o que é pessoal do que é coletivo. Com efeito, são necessários limites e pontos de referência para uma análise (JOLY, 1994, p. 44). Para Mukarovsky (1988), as imagens não podem ser tidas como estado de alma de seu criador, pois são apenas intermediárias entre seu estado psicológico e o observador, com seu próprio estado de consciência subjetiva. Portanto, as imagens não devem ser tidas como portadoras de significado total ao serem observadas. Bauer e Gaskell (2000) dizem que é importante que sejam seguidas três etapas para uma boa análise de imagens. A primeira delas é a escolha das imagens a serem analisadas. Essa parte vai depender do objetivo do estudo e da disponibilidade de material sobre ele. A segunda etapa sugere que seja feita uma identificação de todos os elementos que compõem o material. Esse inventário deve incluir todos os elementos que fazem parte do quadro, mas sem analisá-los conotativamente. Já a terceira etapa compreende a análise dos signos da imagem. Os autores ressaltam a importância de um grande conhecimento na área cultural,

14 13 pois a análise dos níveis de significação de uma imagem exigem conhecimentos variados e vastos para uma boa compreensão da mensagem contida nela. Portanto, a escolha das imagens se dá a partir da colocação de quatro eventos de grande importância na história do Holocausto Judeu em uma linha do tempo. Após, é criada uma segunda linha, com o registro de memória correspondente, presente nas páginas de Anne Frank: the Anne Frank House authorized graphic biography. Desta maneira, através da sobreposição de eventos colocado em um mesmo eixo da linha do tempo criada pelo pesquisador (figura 1), fica visível a exposição dos fatos na história em quadrinhos que é o objeto de estudo desta pesquisa. Figura 1 - Eventos escolhidos para a análise. Fonte: Imagem criada pelo pesquisador, com referências em: Bandeira nazista Revista Cliche. Disponível em <www.revistacliche.com.br>. Acesso em: 09 nov Capa da HQ JACOBSON, Sid; COLÓN, Ernie. Anne Frank: the Anne Frank House authorized biography. New York: Hill & Wang, Além do citado anteriormente, deve-se ressaltar que uma imagem não pode ser analisada fora de contexto. Essa análise deve sempre levar em consideração quem era o seu destinatário, o contexto no qual está inserida e qual a sua finalidade pretendida. Segundo Joly (1994), considerando-se a imagem uma mensagem visual que habita o espaço entre expressão e comunicação, a sua análise também deverá estar nesse meio termo. Considerando o fato de que este trabalho irá analisar uma história em quadrinhos biográfica, é preciso atentar aos signos dispostos ao longo dos quadros. Para Mukarovsky (1988, p. 66), [...] o signo é uma realidade sensível que se reporta

15 14 a uma outra realidade que cumbe evocar. Ou seja, a HQ está repleta de desenhos que buscam caracterizar a história real de Anne Frank, mas eles são dotados de liberdade poética para que a transmissão de sua história de vida seja mais rica em detalhes para o receptor da mensagem, não necessariamente transformando os quadrinhos em obra de ficção. Como a HQ utilizada não possui versão em português, fez-se as traduções da obra, buscando manter a fidelidade dos textos. Elas podem ser encontradas nos Apêndices (página 90) e estão inseridas nos quadrinhos de cor azul.

16 15 2 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: ENTRE ARTE E SEMIÓTICA Histórias em quadrinhos são narrativas formadas por imagens que, quando alinhadas sequencialmente, tornam-se parte de um todo e passam a fazer sentido dentro de um sistema mais complexo. De acordo com McCloud (1993), se um dos quadros for tomado individualmente, ele não é nada além de desenhos, mas quando dois ou mais fazem parte da mesma continuidade, eles podem ser classificados como história em quadrinhos. Ainda para o autor, eles são diferentes dos desenhos animados. Apesar de ambos serem compostos por imagens em quadros sequenciais, as ilustrações que compõem uma animação ocupam o mesmo espaço no tempo, enquanto as figuras das HQs são justapostas em sua composição. É possível dizer que os quadrinhos são uma forma de linguagem, visto que contam uma história a ser absorvida pelo leitor. Conforme Eisner (1985): As histórias em quadrinhos comunicam numa linguagem que se vale da experiência visual comum ao criador e ao público. Pode-se esperar dos leitores modernos uma compreensão fácil da mistura imagem-palavra e da tradicional decodificação do texto. A história em quadrinhos pode ser chamada leitura num sentido mais amplo que o comumente aplicado ao termo (EISNER, 1985, p. 6). Desta forma, para que a mensagem seja recebida da maneira como foi proposta por Eisner, é preciso que os desenhos evoquem imagens previamente armazenadas na mente do leitor. Segundo Santaella e Nöth (1997), as imagens podem ser divididas nas categorias de visuais e mentais. Imagens visuais são aquelas consideradas objetos materiais. Consistem nas exatas formas que os olhos conseguem enxergar. Já as segundas, são representações formuladas na mente de cada indivíduo. Ainda para os autores, apesar dessas duas classificações, ambas não existem separadamente, pois todas as imagens visuais são concebidas, primeiramente, na forma de imagens mentais. Entretanto, apesar da evolução das técnicas de ilustração e aumento na complexidade das narrativas, a raiz dos quadrinhos permanece a mesma desde sua criação. Ou seja, contar uma história através de ilustrações, complementadas, ou não, por texto.

17 A HISTÓRIA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS A narrativa contada através de ilustrações é muito anterior à Idade Contemporânea, sendo exercida pela primeira vez na Pré-História 3, através de pinturas rupestres (figura 2). Para Rahde (2000), essas expressões rudimentares exercidas pelo homem para representar as caçadas possuem sequência narrativa e podem ser tomadas por formas gráficas e estruturadas. Figura 2 - Pintura rupestre, no Colorado, EUA. Fonte: Prime Ape Movement. Disponível em: <http://primeape-movement.com/>. Acesso em: 21 out Porém, quem criou as histórias em quadrinhos da maneira como são conhecidas hoje foi o artista suíço Rudolph Töpfer ( ). Segundo Moya (1987), Töpfer desenhava em momentos livres, para quebrar o tédio. Suas histórias consistiam de poucos quadros, com personagens em busca de algo simples, mas que acabava provocando tumultos divertidos. 3 A Pré-História compreende o período anterior à escrita e onde a comunicação humana se dá por símbolos e gestos. Somente a partir de a.c. houve a transição para a Idade Antiga. Idade Contemporânea é o período após a Revolução Francesa ( ), sendo esse o momento atual da humanidade. Fonte: Guia do Estudante. Informação disponível em < >. Acesso em 21 out

18 17 Para explicar os acontecimentos de cada quadro, eram escritas frases simples. O primeiro personagem publicado por Rudoplh Töpfer foi M. Vieux Bois, em 1827, passando por Dr. Festus (1829), M. Cryptogame (1830), M. Crépin (1837) e Albert (1844), como visto na Figura 3, abaixo. Outros autores que seguiram na mesma linha de Töpfer foram o alemão Wilhelm Busch ( ), criador de Max und Moritz (1865), e o francês Georges Colomb ( ), que criou a Famille Fenouillard (1889). Figura 3 - Personagens de Rudolph Töpfer. Fontes: A Zompist. Disponível em: <http://www.zompist.com/>. Acesso em: 21 out B Zompist. Disponível em: <http://www.zompist.com/>. Acesso em: 21 out C Platinum Age Comics. Disponível em: <http://www.platinumagecomics.org/>. Acesso em: 21 out D Coin BD. Disponível em: <http://www.coinbd.com/>. Acesso em: 21 out Foi somente em 1895 que surgiu a primeira história em quadrinhos destinada ao grande público. De acordo com Goida (1990):

19 18 Joseph Pulitzer e William Randolph Hearst, os mais poderosos proprietários de cadeias de jornal nos Estados Unidos, brigavam pela conquista de um público maior. Para atraírem uma massa semialfabetizada e também os imigrantes, que tinham dificuldades com o inglês, criaram os suplementos dominicais.[...] Foi num destes suplementos dominicais que surgiu, em 1895, o personagem de Richard Outcault, The Yellow Kid (GOIDA, 1990, p. 9). Neste primeiro exemplar, intitulado de At the Circus in Hogan s Alley 4, havia um menino, sem nome, com cabeça grande e orelhas pontudas, vestindo um camisolão azul e expressando suas falas em balões. Com o sucesso do personagem, as histórias passaram a ser diárias. Conforme de Moya (1987), no ano de 1886 a vestimenta do menino passou a ser amarela a pedido do técnico de cores do jornal. Foi assim que o personagem passou a ser chamado de The Yellow Kid 5 pelo grande público, sendo posteriormente adotado pelo próprio autor. Figura 4 - O Garoto Amarelo. Fonte: The University of Virginia. Disponível em: <http://www.virginia.edu/>. Acesso em: 21 out Após a virada do século XX, já existiam outras tiras de quadrinhos publicadas e, por todas serem narrativas divertidas, alegres, os leitores americanos 4 No Circo da Travessa Hogan, em tradução do pesquisador. 5 O Garoto Amarelo, na tradução.

20 19 passaram a se referir a elas simplesmente como comics 6, nome este como são conhecidas até hoje. Com o sucesso do formato, Hearst e Pulitzer criaram os syndicates, que consistiam na mesma história sendo enviada para diversos jornais ao redor do país. Assim, seus criadores ganhavam uma percentagem sobre as vendas. Isso atraiu novos artistas e ilustradores buscando uma chance de lucrar. Em 1902, influenciado pelos quadrinhos americanos, o japonês Rakuten Kitazawa ( ) criou o primeiro mangá 7 produzido em série e com personagens regulares. Segundo Luyten (1991), a revista se chamava Togosaky to Mokube no Tokyo Kembutsu 8 e era publicada aos domingos em um suplemento dominical colorido, o Jiji Manga. Em geral, as histórias em quadrinhos lidavam com situações breves e de resolução simples. A narrativa sempre começava e terminava na mesma edição de um jornal. Após o ano de 1920, as HQs sofreram nova grande evolução, tanto narrativa quanto de gênero. Goida (1990) afirma que: Até a década de [19]20, os quadrinhos lidavam essencialmente com um humor conclusivo em poucas imagens. Com o passar dos anos, inovadores foram criando uma narrativa que continuava no próximo dia, aumentando a atração pela leitura. Bem no final da década, a aventura introduziu-se nos comics, em personagens como Wash Tubbbs (Tubinno), de Roy Crane, Tarzan, de Harold Fostes, Tim Tyler Luck (Tim e Tom), de Lyman Young e principalmente Buck Rogers, de Phil Nowlan e Dick Calkins, esta última a primeira história de ficção científica dos quadrinhos (GOIDA, 1990, p. 10). Cada vez mais os quadrinhos ganhavam espaço e se popularizavam. No começo da década de 1930, as chamadas daily strips 9 já estavam presentes nos maiores jornais das principais cidades do mundo. Também nesta década surgiram os primeiros comic books, revistas de quadrinhos, que nada mais eram que uma compilação das principais histórias publicadas nos jornais. Com a crescente popularização dos comic books e das histórias de aventura e ficção científica, dois jovens de 23 anos, Joe Shuster e Jerry Siegel, criaram para a revista mensal Detective Comics o personagem Superman, o Super-Homem, como visto na Figura 5. 6 Cômicas, em tradução do pesquisador. 7 Luyten (1991, p. 18) Designação em língua japonesa para histórias em quadrinhos. 8 Luyten (1991, p. 124) Togosaku e Morubê passeando em Tóquio. 9 Tiras diárias, em tradução do pesquisador.

21 20 Figura 5 - Edição número 1 da Action Comics (1938). Fonte: Den of Geek. Disponível em: <http://www.denofgeek.com/>. Acesso em: 21 out Ao estrear na capa da primeira edição da revista, em 1938, o personagem foi um sucesso instantâneo. Na sétima edição, a Detective Comics já vendia mais de meio milhão de exemplares. Segundo Howe (2013): O personagem era uma mistureba de tudo o que as crianças gostavam heróis dos pulps, ficção científica, mitos da Antiguidade em um só esplêndido pacote nas cores primárias. O campeão dos oprimidos, a maravilha corpórea que jurou dedicar sua vida a auxiliar os necessitados, enfrentava magnatas gananciosos e político corruptos, sempre pregando o reformismo social. Mas Superman era mais do que um símbolo. Sua identidade secreta, o pateta Clark Kent, dava até aos leitores mais solitários um colega renegado com quem se identificar (HOWE, 2013, p. 20).

22 21 Com um novo nicho de mercado aberto, surgiram muitos outros super-heróis e editoras especializadas somente na publicação destes, sempre com histórias sem qualquer compromisso. Porém, com o começo da Segunda Guerra Mundial e o envolvimento dos Estados Unidos, em 1941, muitos desses heróis foram convocados para lutarem contra as forças do Eixo (Alemanha, Itália e Japão). Conforme Goida (1990, p. 11): As histórias perderam o seu caráter ingênuo e puramente aventureiro para se transformarem em objetos panfletários e ideológicos. Entretanto, sendo a luta contra o nazismo uma causa justa, as histórias continuavam fascinando o grande público. Após os conflitos, os comics americanos perderam força com o surgimento de críticas a respeito da violência e do teor político e satírico empregado nas histórias. De acordo com Cirne (2000, p. 40): [...] com o declínio do nazismo e o fim da Segunda Guerra Mundial, as discussões em torno da relação arte/política voltam a agitar os meios acadêmicos, artísticos e intelectuais. Por outro lado, as coisas eram diferentes na Europa, onde havia mais liberdade para a criação de histórias destinadas ao público adulto. Com a falta de restrição, os autores tinham possibilidade de criar sátiras dos temas da atualidade, utilizar personagens sexies ou, até mesmo, histórias pornográficas. Alguns exemplos são Barbarella, do francês Jean-Claude Forest, Valentina, criada pelo italiano Guido Crepax, o quadrinho erótico Paulette, dos franceses Georges Pichard e Georges Wolinski e Asterix, dos franceses René Goscinny e Albert Uderzo. A situação nos EUA só melhorou após a Guerra do Vietnã (1975). Para Goida (1990, p. 12), Depois da Guerra do Vietnã, do fim do sonho norte-americano, haviam caído por terra o moralismo e outras conversas fiadas em torno da Pátria e do patriotismo. Porém, o estrago já havia sido feito. O interesse do público americano havia caído, enquanto os europeus prosperavam com novos desenhistas e roteiristas, além de séries sobre fatos históricos. Goida (1990) diz que: Passaram a publicar séries (de mais de mil páginas cada) onde a História e a didática apresentavam um dinamismo impressionante. Assim, foram publicadas A História da França em Quadrinhos, A Descoberta do Mundo, A História do Farwest, A Bíblia, A História da Grécia e Roma, As Grandes Batalhas, A História da IIª Guerra, Os Grandes Líderes, A História da Música e muitos outros títulos. Além de adultos, os quadrinhos europeus provavam (e eram integralmente aprovados) como notável instrumento didático (GOIDA, 1990, p. 13).

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