CISTERNA DE PLACAS PRÉ-MOLDADAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CISTERNA DE PLACAS PRÉ-MOLDADAS"

Transcrição

1 CISTERNA DE PLACAS PRÉ-MOLDADAS José Afonso Bezerra Matias, Técnico de Campo do Programa de Aplicação de Tecnologia Apropriada às Comunidades PATAC., José Dias Campos, Centro de Educação Popular e Formação Sindical CEPFS. Puxinanã/PB. (83) RESUMO Apesar do Brasil só ver noticias do semi-árido quando ocorrem as secas, despertando a solidariedade pelos flagelados da seca, ou estimulando o governo a elaborar programas emergências (e assistencialistas), a região também oferece outros aspectos para serem observados (embora o resto do Brasil não veja) que são as formas equilibradas de se conviver com o ambiente semi-árido (incluindo a seca como aspecto desse ambiente). Uma dessas formas é a cisterna de placas de cimento pré-moldadas, tecnologia apropriada à realidade regional. Esse relato busca mostrar como essa tecnologia pode ser construída e difundida em comunidades rurais do semi-árido.

2 Palavras-Chave: tecnologia apropriada, tecnologia social, capacitação, convivência com o semi-árido INTRODUÇÃO A maior parte da população brasileira só ouve falar do sertão nordestino nos momentos em que a falta d água castiga homens e animais; nos momentos em que as crianças padecem de desnutrição e animais morrem de sede; momentos em que a vegetação sertaneja assume seu colorido cinza-azulado fantasmagórico, característico dos períodos de seca e estiagem. Ou seja, quando a indústria da desgraça desencadeia campanhas nacionais de comoção ao flagelo da seca. Da mesma forma, são as políticas públicas desenvolvidas pelos poderes constituídos que, nos seus três níveis (federal, estadual e municipal) reproduzem o estereótipo em torno da questão, insistindo, há séculos, na mesma concepção política do assistencialismo. O que não é divulgado ao Brasil é que quando chove no semi-árido, até mesmo o mais pobre posseiro ou meeiro consegue plantar, colher, criar animais e, assim, garantir uma melhor qualidade de vida, em regra, melhor que a de muitos bolsões de pobreza das grandes cidades. Neste momento, o resto do país se esquece do sertão e não compartilha da alegria de uma população de fibra, produtora de uma cultura rica e determinante para a identidade brasileira. As políticas públicas do assistencialismo perdem, temporariamente, seu ponto focal. Nosso solidário Brasil só voltará a ter notícias do sertão no próximo ciclo de seca, momento este de emergência e sofrimento. O sertão é, de fato, contraditório. O paradoxo a que fazemos referência é real, concreto, resultante de uma realidade multifacetada e desconhecida em suas sutilezas pela maior parte da população brasileira. Porém, sabemos ser possível equilibrar e reduzir os impactos devastadores da seca na região. Como outros povos, nós, no Semi- Árido Brasileiro, podemos adequar nossa maneira de viver às especificidades do meioambiente que nos acolhe, desenvolvendo tecnologias simples e apropriadas ao nosso contexto sócio-ambiental. Assim, é o caso das cisternas de placas de cimento pré-moldadas que está sendo difundida na região semi-árida, onde a irregularidade das chuvas e a falta de uma infraestrutura adequada para distribuição de água potável, tornam necessária a recuperação das águas da chuva, em particular aquelas escoadas nos telhados das casas. As cisternas de placas demonstram essa capacidade de armazenar a água da chuva escoada no telhado, além de demonstrar um baixo custo e uma durabilidade, em

3 relação aos outros modelos convencionais (de tijolos, por exemplo). Enfim, elas representam uma alternativa tecnológica adaptada à região e à realidade dos pequenos agricultores, pois sua tecnologia é acessível aos pedreiros do meio rural. ANTECEDENTES HISTÓRICOS Este tipo de cisterna de placas foi concebido por pedreiros dos Estados da Bahia e de Sergipe, há aproximadamente 30 anos e se difundiu principalmente nas regiões semi-áridas destes dois Estados. Tudo começou quando um pedreiro da região noroeste do Estado de Sergipe (Simão Dias) chamado Nel que após vários anos de trabalho em São Paulo construindo piscinas, aprendeu a utilizar placas de cimento pré-moldadas. Depois que voltou ao Nordeste, valeu de sua experiência para criar um novo modelo de cisterna rural de forma cilíndrica, a partir de placas pré-moldadas curvadas. A difusão do modelo foi realizada primeiro através dos contatos que teve com vários pedreiros da região no Sergipe e Nordeste da Bahia. Depois Nel e seu irmão espalharam essa técnica na região de Paulo Afonso. Já outro colega pedreiro, difundiu as cisternas de placas na região de Feira de Santana/BA, mais especificamente em Conceição de Coité, tornando-se um dos principais centros de divulgação desse modelo na Bahia. A cisterna de placas tem uma forma cilíndrica, é coberta e semi-enterrada e também pode ser utilizada como cisterna comunitária ou chafariz, para o armazenamento da água captada num rio ou num poço, antes da sua distribuição em pequenas comunidades rurais ou grupos de famílias. OBJETIVOS DA DIFUSÃO DA TECNOLOGIA A difusão da tecnologia da cisterna de placas de cimento pré-moldadas tem um caráter social no sentido de desenvolver ações de convivência com o semi-árido, em especial, na Paraíba, na área de recursos hídricos, buscando a preservação dos recursos naturais e o aumento da sustentabilidade das unidades de produção familiar. Daí que podemos chamar a cisterna de placas de uma tecnologia social porque busca promover a melhoria da qualidade de vida das populações rurais e o desenvolvimento local, integrado e sustentável por meio da multiplicação do número de cisternas através da

4 organização e gestão de fundos de créditos rotativos (formas alternativas de microcrédito). Especificamente, ela possibilita o aumento da disponibilidade de água de beber e cozinhar para as famílias e propicia o acesso descentralizado à água para o consumo humano. Sem falar que, se por um lado, a construção da cisterna está integrada a possibilidade de divulgação de métodos alternativos de tratamento e gerenciamento da água junto às famílias de agricultores para que disponham de água apropriada ao consumo humano, melhorando a qualidade de vida, especialmente, de crianças, mulheres e idosos. Por outro, ela capacita pedreiros e pessoas com habilidade na área rural, em técnicas de construção de cisternas, viabilizando uma renda complementar aos agricultores. DESCRIÇÃO DA TÉCNICA DE CONSTRUÇÃO Esse modelo de cisterna é feito basicamente de placas de cimento pré-moldadas que servem para o levantamento das paredes e para a realização da cobertura da cisterna. Embora tenha sido inventado pelo pedreiro de Sergipe, o PATAC aprimorou a técnica com a ajuda dos pedreiros das comunidades. A partir daqui vamos descrever um pouco do processo de construção de uma cisterna padrão (com capacidade para 16 mil litros de água) feita pelo PATAC em parceria com as comunidades do semi-árido paraibano. O processo se inicia com a confecção das formas para fazer as placas das paredes e da tampa. Além dessas formas, ainda existem algumas ferramentas como viradeira de zinco, esticador de arame e compasso, todas confeccionadas na oficina da UTOPIA 1. O processo de construção da cisterna consiste nas seguintes etapas: i. Escolha, preparação do terreno e escavação do buraco. O local escolhido deve estar num ponto em que aproveite toda água do telhado. A marcação do buraco deve ser feita com um raio de dois metros e vinte centímetros (2,20m). A profundidade do buraco deve ser de um metro e meio (1,5m) se não der em pedra. 1 ONG fundada pelo Irmão Urbano (também fundador do PATAC). É um serviço da Congregação Redentorista Nordestina em Campina Grande.

5 ii. Confecção das placas para paredes e cobertura das cisternas. Para a cobertura, existe uma armação de ferro para uma ou duas vigas (meio da cobertura) e para as placas. Para encher as formas, são necessários dois traços de concreto (cada traço leva 9 latas de areia, 8 latas de brita e 1 saco de cimento). Já as placas da parede são necessários 5 traços de cimento (cada traço leva 16 latas de areia e 1 saco de cimento). Com essa quantidade de cimento é preciso fazer 140 placas interias e 24 meias placas (12 placas cortadas pela metade). iii. Nivelamento do contrapiso e levantamento das paredes. O contrapiso é a parte que fica no fundo do buraco (onde as paredes serão construídas). Devese nivelar o terreno e fazer o piso com cinco centímetros de espessura e em metro e 70 centímetros (1,70m) de raio. Serão necessários dois traços de cimento (cada traço leva 9 latas de areia, 9 latas de brita e 2 sacos de cimento). A parede deve ser erguida com uma distancia de um metro de meio do centro do contrapiso (1,5m de raio), deixando um espaço de um centímetro e meio (1,5cm) entre uma placa e outra para se fazer o rejunte das placas (o rejunte é feito com cimento preparado com 7 latas de areia peneirada e 1 saco de cimento). Depois de seis fiadas de placas erguidas, é preciso amarrar as fiadas que ficam para fora do buraco (em geral se usa arame 12 pré-cozido ou farpado), sendo 3 arames em cada fiada. iv. Reboco externo e colocação das vigas. O reboco externo se refere apenas a parte da parede que vai ficar enterrada (8 latas de areia para 1 saco de cimento). Depois que o reboco estiver enxuto, preenche o espaço com terra e faz a compactação. As vigas devem ser assentadas no meio da cisterna, depois coloque as meias-placas. Uma meia-placa deve ter um buraco para colocar o ladrão (cano que vai permitir o escoamento do excesso de água), fazendo com que a água não encoste nas vigas quando a cisterna estiver cheia. v. Reboco interno da cisterna e colocação da cobertura. No geral, são necessários 5 traços para se fazer o reboco interno da cisterna (cada traço leva 7 latas de areia peneirada e 1 saco de cimento). É importante que o acabamento fique bem liso e sem falhas. Depois dá uma gorda (mistura de cimento e água sendo duas partes d água e uma de cimento) por dentro da cisterna como se estivesse pintando-a, coloca-se as placas da cobertura

6 vi. (tampa) e se faz o reboco por fora (usando 12 latas de areia para 1 saco e meio de cimento). Quando o reboco estiver seco, pode-se passar uma demão de cal por fora para conservar melhor a cisterna. Construção das calhas e colocação dos canos. A calha é confeccionada com zinco e deve ser presa aos caibros da casa em barrotes de madeira. Já a encanação que leva a água à cisterna deve ser feita com canos de 75 milímetros de diâmetro. É importante deixar claro que essas etapas não são rígidas, uma camisa de força, mas servem como orientação ao padrão trabalhado pelo PATAC. Ao longo dos anos, essa técnica é constantemente aperfeiçoada, tendo como principais agentes do processo os próprios agricultores-pedreiros que trabalham com a tencologia.

Como Construir 1- Escavação do buraco 2- Fabricação das Placas

Como Construir 1- Escavação do buraco 2- Fabricação das Placas Como Construir Para construir uma cisterna, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) investe R$ 1,6 mil. Além de materiais de construção, o recurso também é utilizado para a mobilização

Leia mais

Usando Formas de Metal: Tecnologia para a Construção de Cisternas Redondas para Captação d água da Chuva

Usando Formas de Metal: Tecnologia para a Construção de Cisternas Redondas para Captação d água da Chuva Usando Formas de Metal: Tecnologia para a Construção de Cisternas Redondas para Captação d água da Chuva Elizabeth Szilassy Agência dos Correios 55.140-000 Tacaimbó PE Brasil E-mail: tacaimbo@netstage.com.br

Leia mais

Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 8 de maio de 2009. Construção de cisternas

Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 8 de maio de 2009. Construção de cisternas Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 8 de maio de 2009 Tema 3: Construção de cisternas Rodolfo Luiz Bezerra Nóbrega Universidade Federal de Campina Grande Financiadores:

Leia mais

Fabrizio Cesaretti (Agrônomo), Coordenador do Progetto Mondialità Cooperazione Italiana- ADAPTE E-mail: fabrizio@zeus.openline.com.

Fabrizio Cesaretti (Agrônomo), Coordenador do Progetto Mondialità Cooperazione Italiana- ADAPTE E-mail: fabrizio@zeus.openline.com. FABRIZIO CESARETTI PROGETTO MONDIALITÀ - COOPERAZIONE ITALIANA Rua S.M. Almeida, s/n 58170-000 Barra de Santa Rosa PB BRASIL Tel. 083-376.1115 e-mail: fabrizio@mail.openline.com.br Formas de Credito Alternativo

Leia mais

EM BUSCA DE ÁGUA NO SERTÃO DO NORDESTE

EM BUSCA DE ÁGUA NO SERTÃO DO NORDESTE EM BUSCA DE ÁGUA NO SERTÃO DO NORDESTE Nilton de Brito Cavalcanti, Luiza Teixeira de Lima Brito, Geraldo Milanez de Resende. Pesquisadores da Embrapa Semi-Árido. C. Postal 23, 56302-970 Petrolina-PE. E-mail:

Leia mais

Apresentação Técnica de Diferentes Tipos de Cisternas, Construídas em Comunidades Rurais do Semi-árido Brasileiro

Apresentação Técnica de Diferentes Tipos de Cisternas, Construídas em Comunidades Rurais do Semi-árido Brasileiro Apresentação Técnica de Diferentes Tipos de Cisternas, Construídas em Comunidades Rurais do Semi-árido Brasileiro João Gnadlinger IRPAA, C. P. 21 48900-000 Juazeiro - BA, Brasil E-mail: ircsa@netcap.com.br

Leia mais

É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso chuva para florir

É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso chuva para florir É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso chuva para florir A Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) é uma rede/fórum de organizações da sociedade civil, que reúne

Leia mais

Eixo Temático ET-08-011 - Recursos Hídricos NOVAS TECNOLOGIAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA

Eixo Temático ET-08-011 - Recursos Hídricos NOVAS TECNOLOGIAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA 413 Eixo Temático ET-08-011 - Recursos Hídricos NOVAS TECNOLOGIAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA Maria Isabel Cacimiro Xavier Estudante de Graduação em Gestão Ambiental, IFPB,

Leia mais

SEMANA DA ÁGUA. 15 a 22 de Março de 2002. 22 de Março Dia Mundial da Água

SEMANA DA ÁGUA. 15 a 22 de Março de 2002. 22 de Março Dia Mundial da Água SEMANA DA ÁGUA 15 a 22 de Março de 2002 22 de Março Dia Mundial da Água APRESENTAÇÃO organização das Nações Unidas (ONU) adotou, em 1993, uma resolução que instaura o dia 22 de março como sendo o Dia Mundial

Leia mais

B4-271 Construção participativa de sistemas individuais de esgotamento sanitário em comunidades rurais.

B4-271 Construção participativa de sistemas individuais de esgotamento sanitário em comunidades rurais. B4-271 Construção participativa de sistemas individuais de esgotamento sanitário em comunidades rurais. Machado, Diogo Faria¹; Andrade, Amanda de Oliveira²; Maia, Hérksson Mota³; Rezende, Ana Augusta Passos

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DOS TIPOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA NO ASSENTAMENTO JACU NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB

IDENTIFICAÇÃO DOS TIPOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA NO ASSENTAMENTO JACU NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB IDENTIFICAÇÃO DOS TIPOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA NO ASSENTAMENTO JACU NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB Paulo Ricardo Dantas (1); Ana Paula Fonseca e Silva (1); Andreza Maiara Silva Bezerra (2); Elisângela

Leia mais

CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA INTEGRADA AO TRABALHO DA PASTORAL DA CRIANÇA

CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA INTEGRADA AO TRABALHO DA PASTORAL DA CRIANÇA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA INTEGRADA AO TRABALHO DA PASTORAL DA CRIANÇA Maria de Fátima Lima, Coordenadora da Pastoral da Criança na Diocese de Patos, Gilberto Nunes de Sousa, Central das Associações do

Leia mais

A porta de entrada para você receber os benefícios dos programas sociais do Governo Federal.

A porta de entrada para você receber os benefícios dos programas sociais do Governo Federal. A porta de entrada para você receber os benefícios dos programas sociais do Governo Federal. Para que serve o Cadastro Único? O Cadastro Único serve para que as famílias de baixa renda possam participar

Leia mais

Tecnologia sociais entrevista com Larissa Barros (RTS)

Tecnologia sociais entrevista com Larissa Barros (RTS) Tecnologia sociais entrevista com Larissa Barros (RTS) A capacidade de gerar tecnologia e inovação é um dos fatores que distinguem os países ricos dos países pobres. Em sua maioria, essas novas tecnologias

Leia mais

BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL

BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL Indice ALVENARIA ESTRUTURAL MANUAL DE EXECUÇÃO E TREINAMENTO...1 O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL?...1 Seu trabalho fica mais fácil...1 CUIDADOS QUE

Leia mais

Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa.

Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa. Distribuição gratuita Dicas importantes para você construir ou reformar a sua casa. 1 Este folheto fornece informações úteis para orientá-lo na construção ou reforma de sua casa. Qualquer construção ou

Leia mais

bloco de vidro ficha técnica do produto

bloco de vidro ficha técnica do produto 01 Descrição: votomassa é uma argamassa leve de excelente trabalhabilidade e aderência, formulada especialmente para assentamento e rejuntamento de s. 02 Classificação técnica: ANTES 205 Bloco votomassa

Leia mais

ANÁLISE DO USO DAS CISTERNAS DE PLACAS NO MUNICÍPIO DE FRECHEIRINHA: O CONTEXTO DA PAISAGEM DE SUPERFÍCIE SERTANEJA NO SEMIÁRIDO CEARENSE

ANÁLISE DO USO DAS CISTERNAS DE PLACAS NO MUNICÍPIO DE FRECHEIRINHA: O CONTEXTO DA PAISAGEM DE SUPERFÍCIE SERTANEJA NO SEMIÁRIDO CEARENSE ANÁLISE DO USO DAS CISTERNAS DE PLACAS NO MUNICÍPIO DE FRECHEIRINHA: O CONTEXTO DA PAISAGEM DE SUPERFÍCIE SERTANEJA NO SEMIÁRIDO CEARENSE Carliana Lima Almeida (1); José Falcão Sobrinho (2); (1) Mestranda

Leia mais

ABC da Agricultura Familiar. Barragens, cacimbas e poços amazonas

ABC da Agricultura Familiar. Barragens, cacimbas e poços amazonas ABC da Agricultura Familiar Formas de garantir água nas secas 2 Barragens, cacimbas e poços amazonas Barragens, cacimbas e poços 2004 FL- 15651 1111111//111//111//11/111/111111111111///1111111//11//111//111//1/111/111/1

Leia mais

1. Apresentação. Sumário Executivo

1. Apresentação. Sumário Executivo Sumário Executivo Avaliação Ambiental da Performance do Programa Cisternas do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) em Parceria com a ASA: Índice de Sustentabilidade Ambiental ISA.

Leia mais

Centro de Educação Popular Formação Social Programa Convivência com a Realidade Semiárida, Promovendo o Acesso a Água, Solidariedade e Cidadania

Centro de Educação Popular Formação Social Programa Convivência com a Realidade Semiárida, Promovendo o Acesso a Água, Solidariedade e Cidadania ANEXO V APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL DO CEPFS Centro de Educação Popular Formação Social Programa Convivência com a Realidade Semiárida, Promovendo o Acesso a Água, Solidariedade e Cidadania SOBRE O CEPFS

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA A participação da Comunidade é fundamental Na preservação do Meio Ambiente COMPANHIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL DO DISTRITO FEDERAL ASSESSORIA

Leia mais

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM DIFERENTES ÁREAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA 1

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM DIFERENTES ÁREAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA 1 COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM DIFERENTES ÁREAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA 1 Luiza Teixeira de Lima Brito 2 Aderaldo de Souza Silva 3 RESUMO Técnicas de captação e armazenamento de água de

Leia mais

Água e Semiáridos: Estratégias de Resistência Camponesa

Água e Semiáridos: Estratégias de Resistência Camponesa Água e Semiáridos: Estratégias de Resistência Camponesa Carlos Magno de M. Morais* Temos assistido nos últimos anos uma mudança no perfil das chuvas no Brasil, sobretudo na região semiárida brasileira.

Leia mais

cisternas para os convênios municipais Cartilha do programa

cisternas para os convênios municipais Cartilha do programa cisternas para os convênios municipais Cartilha do programa 1 Prefácio Esta cartilha se propõe a ser uma companheira útil e simples. É voltada, principalmente, para as comunidades do semi-árido brasileiro

Leia mais

FOGÃO ECOLÓGICO. Pequeno Manual de Construcão

FOGÃO ECOLÓGICO. Pequeno Manual de Construcão FOGÃO ECOLÓGICO Pequeno Manual de Construcão FOGÃO ECOLÓGICO Pequeno Manual de Construcão EXPEDIENTE Texto: Adriana Galvão Freire, Ivanilson Estevão da Silva (AS-PTA) José Afonso Bezerra Matias, Valterlândio

Leia mais

IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO

IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO IFES/CAMPUS DE ALEGRE - ES PROJETO BÁSICO Especificação Destinada Construção do Núcleo de Empresas Junior INTRODUÇÃO A execução dos serviços referente Construção do Núcleo de Empresas Junior, obedecerá

Leia mais

TECNOLOGIAS SIMPLIFICADAS DE SANEAMENTO VASO SANITÁRIO DE CIMENTO

TECNOLOGIAS SIMPLIFICADAS DE SANEAMENTO VASO SANITÁRIO DE CIMENTO 1 TECNOLOGIAS SIMPLIFICADAS DE SANEAMENTO VASO SANITÁRIO DE CIMENTO Autor: Cláudio Cardoso* Técnico em Saneamento HISTÓRICO O primeiro Vaso Sanitário de Cimento foi desenvolvido pelo Sr. José Apurinan

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OBRA.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OBRA. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAM ENTO DE ENGENHARIA E INFRAESTRUTURA BR 406 - Km 73 n 3500 Perímetro Rural do Município de João Câmara / RN, CEP: 59550-000

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO nº 07

BOLETIM TÉCNICO nº 07 BOLETIM TÉCNICO nº 07 CONSTRUÇÃ O DE CISTERNAS Esta obra é licenciada sob termos de direito autoral livre, licença "Creative Commons" Attribution-Noncommercial-Share Alike 2.5 Brazil. Isto significa que:

Leia mais

PROJETO DE EDIFICAÇÕES RURAIS

PROJETO DE EDIFICAÇÕES RURAIS Universidade Federal de Goiás Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos Setor de Engenharia Rural PROJETO DE EDIFICAÇÕES RURAIS Construções e Eletrificação Rural Prof. Dr. Regis de Castro Ferreira

Leia mais

UMA NOVA TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO DE CISTERNAS USANDO COMO ESTRUTURA BÁSICAS TELA GALVANIZADA DE ALAMBRADO. Harald Schistek 1 hskjua@superig.com.

UMA NOVA TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO DE CISTERNAS USANDO COMO ESTRUTURA BÁSICAS TELA GALVANIZADA DE ALAMBRADO. Harald Schistek 1 hskjua@superig.com. CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA PARA SUSTENTABILIDADE DE ÁREAS RURAIS E URBANAS TECNOLOGIAS E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA TERESINA, PI, DE 11 A 14 DE JULHO DE 2005 UMA NOVA TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO DE CISTERNAS

Leia mais

TRAÇO Proporções e consumo de materiais

TRAÇO Proporções e consumo de materiais TRAÇO Proporções e consumo de materiais Prof. Marco Pádua Em cada fase da obra usamos diferentes proporções de aglomerantes (cimento e cal), e agregados (areia e pedra) cujo objetivo pode visar: resistência,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE DEPARTAMENTO NACIONAL DE ENDEMIAS RURAIS

MINISTÉRIO DA SAÚDE DEPARTAMENTO NACIONAL DE ENDEMIAS RURAIS MINISTÉRIO DA SAÚDE DEPARTAMENTO NACIONAL DE ENDEMIAS RURAIS Publicado sob os auspícios do Ministério da Saúde sendo ministro o prof. MAURÍCIO DE MEDEIROS e Diretor-Geral do D.N.E.Ru. o Dr. MÁRIO PINOTTI.

Leia mais

CISTERNA DE FERRO CIMENTO

CISTERNA DE FERRO CIMENTO APOSTILA CISTERNA CISTERNA DE FERRO CIMENTO 1) CAVAR A ÁREA DO PISO COM 1,00 A MAIS DOQUE O DIÂMETRO DA CISTERNA CISTERNA 16000 LITROS RAIO = 1,50 M DIÂMETRO = 3,00 M DIÂMETRO BASE = 4,00 M PROFUNDIDADE

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS CAMPO MOURÃO ENGENHARIA CIVIL MARCELO DADAMO VIEIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Relatório de Estágio Curricular

Leia mais

Excelentíssima Presidenta do Brasil, Dilma Rousseff

Excelentíssima Presidenta do Brasil, Dilma Rousseff Semiárido Brasileiro, 24 de novembro de 2010 Excelentíssima Presidenta do Brasil, Dilma Rousseff O Semiárido Brasileiro atinge cerca de 975 mil quilômetros quadrados, compreendendo 1.133 municípios de

Leia mais

Seu Alcides conta sua experiência com tecnologias de captação de água de chuva para a convivência com o semiárido

Seu Alcides conta sua experiência com tecnologias de captação de água de chuva para a convivência com o semiárido Seu Alcides conta sua experiência com tecnologias de captação de água de chuva para a convivência com o semiárido Introdução Alcides Peixinho Nascimento 1 Alaíde Régia Sena Nery de Oliveira 2 Fabrício

Leia mais

Água e saúde pública. 1 Resumo. 2 Introdução. Érico Motter Braun

Água e saúde pública. 1 Resumo. 2 Introdução. Érico Motter Braun Água e saúde pública Érico Motter Braun 1 Resumo No documento, trataremos sobre técnicas de melhor aproveitamento da água no nordeste brasileiro. Tais como; ecorresidência, que aproveita toda a água consumida

Leia mais

J2CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM CISTERNAS RURAIS

J2CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM CISTERNAS RURAIS J2CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM CISTERNAS RURAIS Nilton de Brito Cavalcanti 1 ; Luiza Teixeira de Lima Brito 2 RESUMO - No semi-árido do Nordeste brasileiro, a cisterna tem sido uma das principais formas

Leia mais

EQUIPE TÉCNICA. Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade - IABS. Luis Tadeu Assad Diretor Presidente

EQUIPE TÉCNICA. Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade - IABS. Luis Tadeu Assad Diretor Presidente EQUIPE TÉCNICA Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade - IABS Luis Tadeu Assad Diretor Presidente Carla Gualdani Coordenadora Técnica Filipe Robatini Consultor Técnico Imagens e conteúdo:

Leia mais

Leia estas instruções:

Leia estas instruções: Leia estas instruções: 1 2 3 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado. Este Caderno contém 35 questões de múltipla escolha, dispostas

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS E GESTÃO AMBIENTAL NO CANTEIRO DE OBRAS

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS E GESTÃO AMBIENTAL NO CANTEIRO DE OBRAS GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS E GESTÃO AMBIENTAL NO CANTEIRO DE OBRAS Conheça os personagens: Qualimestre: Ele está atento a tudo, sempre disposto a ensinar. Cuida do Canteiro de obras como fosse sua casa.

Leia mais

MOGIBASE IMPERMEABILIZANTE DE CONCRETO E ARGAMASSAS

MOGIBASE IMPERMEABILIZANTE DE CONCRETO E ARGAMASSAS MOGIBASE IMPERMEABILIZANTE DE CONCRETO E ARGAMASSAS COMPOSIÇÃO: Sais inorgânicos e estabilizantes. PROPRIEDADES: Impermeabilizante de concreto e argamassas. MOGIBASE é de fácil aplicação e não altera os

Leia mais

Placa de obra: Haverá a colocação em local visível de placa de obra, metálica, fixada em estrutura de madeira, conforme padrão fornecido SOP.

Placa de obra: Haverá a colocação em local visível de placa de obra, metálica, fixada em estrutura de madeira, conforme padrão fornecido SOP. MEMORIAL DESCRITIVO RECONSTRUÇÃO DO ALBERGUE JUNTO AO PRESIDIO ESTADUAL DE VACARIA RS. VACARIA RS. GENERALIDADES: Este Memorial Descritivo tem a função de propiciar a perfeita compreensão do projeto e

Leia mais

EXPLORANDO OS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS ENVOLVIDOS NA CONSTRUÇÃO DE UMA CASA

EXPLORANDO OS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS ENVOLVIDOS NA CONSTRUÇÃO DE UMA CASA EXPLORANDO OS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS ENVOLVIDOS NA CONSTRUÇÃO DE UMA CASA Sergio da Silva Cambiriba 1 Dante Alves Medeiros Filho 2 RESUMO Nosso trabalho consistiu em explorar alguns conteúdos matemáticos

Leia mais

Reciclagem de Lixo. 38 Introdução a Reciclagem. Saneamento ecológico. Reciclagem 38 - Introdução a Reciclagem

Reciclagem de Lixo. 38 Introdução a Reciclagem. Saneamento ecológico. Reciclagem 38 - Introdução a Reciclagem Reciclagem 38 - Introdução a Reciclagem 99 5 Reciclagem de Lixo 38 Introdução a Reciclagem Neste capítulo vamos tratar dois tipos de reciclagem: a reciclagem de nutrientes através de saneamento ecológico,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca INAUGURAÇÃO DA NOVA CIDADE DE CANINDÉ

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO FAMILIAR DE CAPTAÇÃO, MANEJO E GERENCIAMENTO DE ÁGUA DA CHUVA

SISTEMA INTEGRADO FAMILIAR DE CAPTAÇÃO, MANEJO E GERENCIAMENTO DE ÁGUA DA CHUVA SISTEMA INTEGRADO FAMILIAR DE CAPTAÇÃO, MANEJO E GERENCIAMENTO DE ÁGUA DA CHUVA Fernando Deodato de Sousa; José Dias Campos e José Rêgo Neto cepfs@uol.com.br Centro de Educação Popular e Formação Sindical

Leia mais

Nº 06. sistema agroflorestal

Nº 06. sistema agroflorestal EMEIO AMBIENT Nº 06 sistema agroflorestal Em uma sala de aula na zona rural... Bom dia! Bom dia, professor! Hoje vamos falar sobre o futuro do planeta! O senhor disse que iríamos estudar agricultura e

Leia mais

No orçamento do projeto P1+2, financiado pelo MDS não existe mobilidade nas rubricas, ou seja, só poderá ser gasto, impreterivelmente, o valor

No orçamento do projeto P1+2, financiado pelo MDS não existe mobilidade nas rubricas, ou seja, só poderá ser gasto, impreterivelmente, o valor No orçamento do projeto P1+2, financiado pelo MDS não existe mobilidade nas rubricas, ou seja, só poderá ser gasto, impreterivelmente, o valor estipulado no orçamento. O cadastramento, seleção e definição

Leia mais

PERNAMBUCO TERÁ UMA USINA NUCLEAR?

PERNAMBUCO TERÁ UMA USINA NUCLEAR? PERNAMBUCO TERÁ UMA USINA NUCLEAR? A usina nuclear será instalada no município de Itacuruba na Mesorregião do São Francisco em Pernambuco. Música: Rosa de Hiroshima Localização de Itacuruba O município

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NS036 POÇOS DE VISITA TIPOS 2A e 2B Revisão: 02 Fev/09 SUMÁRIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NS036 POÇOS DE VISITA TIPOS 2A e 2B Revisão: 02 Fev/09 SUMÁRIO SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação...4 2. Referências...4 3. Definições...4 4. Condições para início dos serviços...5 5. Materiais e equipamentos necessários...5 6. Métodos e Procedimentos de Execução...5

Leia mais

Termo de Referência Construção de Cisternas em Unidades Habitacionais do Programa Nacional de Habitação Rural PNHR

Termo de Referência Construção de Cisternas em Unidades Habitacionais do Programa Nacional de Habitação Rural PNHR Termo de Referência Construção de Cisternas em Unidades Habitacionais do Programa Nacional de Habitação Rural PNHR 1 1. Público Alvo As famílias a serem beneficiadas com a construção de cisternas devem

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

VEDBEM PRESSÃO é uma argamassa polimérica acrílica de alta performance, totalmente flexível, resistente à trincas, movimentações e grandes pressões.

VEDBEM PRESSÃO é uma argamassa polimérica acrílica de alta performance, totalmente flexível, resistente à trincas, movimentações e grandes pressões. Data da última revisão: 01/2010 DEFINIÇÃO VEDBEM PRESSÃO é uma argamassa polimérica acrílica de alta performance, totalmente flexível, resistente à trincas, movimentações e grandes pressões. VEDBEM PRESSÃO

Leia mais

::Seu João o Senhor sabe o que é o meio ambiente?

::Seu João o Senhor sabe o que é o meio ambiente? O Meio Ambiente ::Seu João o Senhor sabe o que é o meio ambiente? Seu João: Não sei não! Mas quero que você me diga direitinho pra eu aprender e ensinar todo mundo lá no povoado onde eu moro. : Seu João,

Leia mais

2 Teoria de desastres

2 Teoria de desastres Seção 2 Teoria de desastres Antes que um bom plano comunitário de gestão de desastres possa ser elaborado, é importante compreender o que é um desastre e quais são os riscos de desastres em um determinado

Leia mais

Título: Autores: INSTITUIÇÃO: UFCG OBJETIVOS Gerais Específicos MATERIAIS E MÉTODOS Materiais Solos -

Título: Autores: INSTITUIÇÃO: UFCG OBJETIVOS Gerais Específicos MATERIAIS E MÉTODOS Materiais Solos - Título:UTILIZAÇÃO DE SOLO-CIMENTO NA FABRICAÇÃO DE TIJOL Autores: C.R.S. Morais, R.L. Rodrigues, D.S.G. Lima, M.R. Patrício, G.A. Neves crislene@dema.ufpb.br, ricalirodrigues@yahoo.com.br, danengematl@bol.com.br,

Leia mais

VAMOS CUIDAR DA HORTA COMUNITÁRIA

VAMOS CUIDAR DA HORTA COMUNITÁRIA 16 Vamos cuidar da horta comunitária O que é o projeto Cisternas nas Escolas? Projeto Cisternas nas Escolas O Projeto Cisternas nas Escolas é uma ação pioneira no Brasil, cujo foco principal é a construção

Leia mais

DIMENSÃO MÁXIMA PLACAS CERÂMICAS E PORCELANATOS. 45 x 45 cm. 45 x 45 cm. 60 x 60 cm. 60x 60 cm

DIMENSÃO MÁXIMA PLACAS CERÂMICAS E PORCELANATOS. 45 x 45 cm. 45 x 45 cm. 60 x 60 cm. 60x 60 cm 01 DESCRIÇÃO: Argamassa leve de excelente trabalhabilidade, ideal para assentamento de revestimentos cerâmicos, porcelanatos, pedras rústicas em áreas internas e externas em pisos e paredes; Aplicação

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST ÁREA MATEMÁTICA ALFA Título do Perímetro e área em situações reais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST ÁREA MATEMÁTICA ALFA Título do Perímetro e área em situações reais SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST ÁREA MATEMÁTICA ALFA Título do Perímetro e área em situações reais Podcast Área Matemática Segmento Ensino Fundamental Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos Duração 6min32seg

Leia mais

COMO CONSTRUIR UM TELHADO. Índice

COMO CONSTRUIR UM TELHADO. Índice COMO CONSTRUIR UM TELHADO Índice ÍNDICE 1 CONSTRUÇÃO DO APOIO 2 CONSTRUÇÃO DA LINHA 4 CONSTRUÇÃO DO PENDURAL 7 CONSTRUÇÃO DA EMPENA 8 CONSTRUÇÃO DA DIAGONAL 10 CONSTRUÇÃO DO CHAFUZ 11 CONSTRUÇÃO DAS TERÇAS

Leia mais

Cisterna de Tela de Alambrado

Cisterna de Tela de Alambrado INSTITUTO REGIONAL DA PEQUENA AGROPECUÁRIA APROPRIADA - IRPAA Cisterna de Tela de Alambrado Uma tecnologia de FERROCIMENTO Haroldo Schistek O CIMENTO 1824 o inglês Josef Aspin patenteou o Cimento Portland

Leia mais

E S P E C I F I C A Ç Õ E S T É C N I C A S

E S P E C I F I C A Ç Õ E S T É C N I C A S SUBGRUPO: 180100 PAVIMENTAÇÃO DE PASSEIOS FOLHA: SUMÁRIO 1. PASSEIO EM PEDRA PORTUGUESA...1 1.1 OBJETIVO E DEFINIÇÕES...1 1.2 MATERIAIS...1 1.3 EQUIPAMENTOS...1 1.4 EXECUÇÃO...1 1.5 CONTROLE...2 2. PASSEIO

Leia mais

P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA. Cisterna Junho/2013

P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA. Cisterna Junho/2013 P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Cisterna Junho/2013 Sendo a água doce um recurso natural escasso, as diversas questões a ela relacionadas são hoje motivo de preocupação em todo o mundo. Dentre

Leia mais

Cozinha Multiuso Comunitário de Produção CMCP denominado DE COZINHA COMUNITÁRIA a ser

Cozinha Multiuso Comunitário de Produção CMCP denominado DE COZINHA COMUNITÁRIA a ser Cozinha Multiuso Comunitário de Produção CMCP denominado DE COZINHA COMUNITÁRIA a ser Mostra Local de: Rio Branco do Sul (Municípios de Rio Branco do Sul, Almirante Tamandaré e Itaperuçu) Categoria do

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

Atividade 1: Para onde vão os alimentos que comemos?

Atividade 1: Para onde vão os alimentos que comemos? Oficina 4: Corpo Humano Nesta oficina serão trabalhadas duas atividades sobre alimentação, uma sobre as articulações e outra sobre a quantidade de ar que respiramos. Atividade 1: Para onde vão os alimentos

Leia mais

Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores

Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores A realização de pré-testes antes da distribuição dos materiais de extensão rural é um processo importante no desenvolvimento

Leia mais

Parede de Garrafa Pet

Parede de Garrafa Pet CONCEITO As paredes feitas com garrafas pet são uma possibilidade de gerar casas pré fabricadas através da reciclagem e é uma solução barata e sustentável. As garrafas pet são utilizadas no lugar dos tijolos

Leia mais

Compromisso com o Brasil

Compromisso com o Brasil m o Brasil Compromisso com o Brasil O SENAR O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, é a maior escola aberta do Brasil. Capacita homens e mulheres, acompanha e evolui no trabalho que desenvolve

Leia mais

FARDOS DE PALHA FICHA CATALOGRÁFICA-21 DATA: DEZEMBRO/2013.

FARDOS DE PALHA FICHA CATALOGRÁFICA-21 DATA: DEZEMBRO/2013. Tecnologias, sistemas construtivos e tipologias para habitações de interesse social em reassentamentos. FARDOS DE PALHA FICHA CATALOGRÁFICA-21 DATA: DEZEMBRO/2013. Tecnologias, sistemas construtivos e

Leia mais

Projeto de Avicultura Colonial PAC/ 2009 Embrapa Clima Temperado Aviário para 300 Aves de Postura, com captação de água pluvial.

Projeto de Avicultura Colonial PAC/ 2009 Embrapa Clima Temperado Aviário para 300 Aves de Postura, com captação de água pluvial. Projeto de Avicultura Colonial PAC/ 2009 Embrapa Clima Temperado Aviário para 300 Aves de Postura, com captação de água pluvial. Responsável: : João Pedro Zabaleta Pesquisador II, Agricultura Familiar

Leia mais

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES OBRA: ESTACIONAMENTOS DO COMPLEXO MULTIEVENTOS E CAMPUS DE JUAZEIRO CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES 1/5 PISOS EXTERNOS Pavimentação em Piso Intertravado de Concreto Conforme delimitado

Leia mais

Revisão do PPAG 2008-2011

Revisão do PPAG 2008-2011 Revisão do PPAG 2008-2011 Projeto Estruturador: Convivência com a Seca e Inclusão Produtiva SEDVAN/IDENE Gerente: Rubio de Andrade Objetivo do Projeto PROVER ALTERNATIVAS PARA A CONVIVÊNCIA COM A SECA

Leia mais

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Judith Kaspersma - RUAF Foto: Kranjac-Berisavljevic - dreno principal na cidade de Tamale, Gana Entre 24

Leia mais

Vigilância em Saúde Ambiental

Vigilância em Saúde Ambiental Vigilância em Saúde Ambiental Informações em Saúde ROEDORES (Rodentia): - Gestão inadequada dos resíduos; - Maus hábitos de higiene; - Descuidos com o armazenamento de alimentos; - Facilidade de acesso

Leia mais

Células de Carga CSBeck

Células de Carga CSBeck Células de Carga CSBeck Manual do Usuário Conheça seu equipamento em detalhes e saiba como aproveitar todo seu potencial no manejo. Leia atentamente este Manual antes de utilizar o produto e antes de acionar

Leia mais

Propriedades Rurais. O Gado Solto

Propriedades Rurais. O Gado Solto Propriedades Rurais - (RÁIOS) À medida que as propriedades rurais vão se modernizando, tomam-se mais sensíveis às descargas atmosféricas e, em muitas delas, as conseqüências podem ser até mais danosas

Leia mais

APRESENTAÇÃO Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS)

APRESENTAÇÃO Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) APRESENTAÇÃO A formação dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) e a participação atuante das comunidades são imprescindíveis para o desenvolvimento rural. É função dos Conselhos

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL - SDT ACORDO DE EMPRÉSTIMO FIDA Nº

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL - SDT ACORDO DE EMPRÉSTIMO FIDA Nº TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS NÃO CONTINUADOS (não alterar os campos em cinza) TR nº MODALIDADE TEMA PROCESSO SELETIVO TR_16_2015_PDHC Produto Sistematização de Experiências Inovadoras Parecer Nº 00558/2015/CONJUR-MDA/CGU/AGU,

Leia mais

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Estou muito honrado com o convite para participar deste encontro, que conta

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Informações sobre a construção de superadobe e pintura do reboco se for em terra crua.

RESPOSTA TÉCNICA. Informações sobre a construção de superadobe e pintura do reboco se for em terra crua. RESPOSTA TÉCNICA Título Sistema construtivo em superadobe Resumo Informações sobre o sistema construtivo Superadobe Palavras-chave Contrução; reboco; superadobe; tinta Assunto Preparação de massa de concreto

Leia mais

PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA

PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA ELEVGRILL 704 48,5 70, 4 MEDIDAS EM CENTÍMETROS 46,3 61, 1* 38,3* * Medidas D e E referem-se ao quadro inferior que encaixa no braseiro revestido de placas refratárias

Leia mais

Violeiro afina a viola Começando a cantoria Faz ferver sua cachola Ferver do povo a alegria

Violeiro afina a viola Começando a cantoria Faz ferver sua cachola Ferver do povo a alegria Violeiro afina a viola Começando a cantoria Faz ferver sua cachola Ferver do povo a alegria A história que eu vou contar É verdadeira, acontecida Não é preciso pensar Por nada nada da vida O tema cantado

Leia mais

ECOLOGIA URBANA. Adilson Roque dos Santos. Arquiteto - Dr. em Ecologia Urbana

ECOLOGIA URBANA. Adilson Roque dos Santos. Arquiteto - Dr. em Ecologia Urbana ECOLOGIA URBANA Adilson Roque dos Santos Arquiteto - Dr. em Ecologia Urbana O QUE É ECOLOGIA? A palavra Ecologia tem origem no grego oikos", que significa casa, e "logos", estudo. Logo, por extensão seria

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB Jackson Silva Nóbrega 1 ; Francisco de Assis da Silva 1 ; Marcio Santos da Silva 2 ; Maria Tatiane Leonardo Chaves

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS ESTADO DO AMAZONAS Gabinete do Vereador ELIAS EMANUEL

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS ESTADO DO AMAZONAS Gabinete do Vereador ELIAS EMANUEL PROJETO LEI Nº. 044/2015. Institui a criação da Política Municipal de Captação, Armazenamento e Aproveitamento da Água da Chuva no Município de Manaus, e dá outras providências. Art. 1º Fica instituída

Leia mais

BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA Eng. Carlos Alberto Alvarenga Solenerg Engenharia e Comércio Ltda. Rua dos Inconfidentes, 1075/ 502 Funcionários - CEP: 30.140-120 - Belo Horizonte -

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. Construção Unidade Básica de Saúde PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CACIQUE DOBLE.

MEMORIAL DESCRITIVO. Construção Unidade Básica de Saúde PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CACIQUE DOBLE. MEMORIAL DESCRITIVO Construção Unidade Básica de Saúde TIPO DE CONSTRUÇÃO: Prédio em Alvenaria UBS Unidade Básica de Saúde da Sede do município. LOCAL: Rua Édimo Luiz Tonial na cidade de Cacique Doble

Leia mais

TECNOLOGIA DAS EDIFICAÇÕES III Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior I) REVESTIMENTOS DE PAREDES E TETOS

TECNOLOGIA DAS EDIFICAÇÕES III Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior I) REVESTIMENTOS DE PAREDES E TETOS TECNOLOGIA DAS EDIFICAÇÕES III Prof. Antônio Neves de Carvalho Júnior I) REVESTIMENTOS DE PAREDES E TETOS 1) INTRODUÇÃO ARGAMASSAS. Aglomerantes + agregados minerais + água (eventualmente aditivos). Intervalo

Leia mais

MODELO DA TECNOLOGIA SOCIAL DE ACESSO À ÁGUA Nº 01 CISTERNAS DE PLACAS DE 16 MIL LITROS

MODELO DA TECNOLOGIA SOCIAL DE ACESSO À ÁGUA Nº 01 CISTERNAS DE PLACAS DE 16 MIL LITROS MODELO DA TECNOLOGIA SOCIAL DE ACESSO À ÁGUA Nº 01 CISTERNAS DE PLACAS DE 16 MIL LITROS Versão Maio, 2015 1 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. ETAPAS... 3 3. DETALHAMENTO DA TECNOLOGIA SOCIAL... 3 3.1. Mobilização,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática Mestrado Profissional. Produto da Dissertação

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática Mestrado Profissional. Produto da Dissertação UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática Mestrado Profissional Produto da Dissertação Um estudo de caso sobre uma possibilidade para o ensino de Matemática

Leia mais

PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA SC 584 SC. www.giragrill.com

PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA SC 584 SC. www.giragrill.com PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA 584 SC 584 SC www.giragrill.com ELEVGRILL Medidas: E A C B D QUADRO BASE Modelo Prime / SC Medidas em centímetros A B C D E Qtde. Espetos ELEVGRILL 584 49 38 59 49

Leia mais

MANUAL. Oliveira e Campana Ltda

MANUAL. Oliveira e Campana Ltda MANUAL PASSO A PASSO Oliveira e Capana Ltda CNPJ 02.155.890/0001-36 I.E: 90.144.304-12 BR 369 - KM 22,4 - CAMBARÁ-PR PABX (43)3532-4547 CREA - PR 41942F CREA - SP 0738229 www.ppiscinas.co.br Passo a Passo:

Leia mais

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA GT 01 - Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais Maria Gorete Nascimento Brum - UNIFRA- mgnb@ibest.com.br

Leia mais

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Agrícola Projeto de Extensão. Fogão a Lenha sem Fumaça

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Agrícola Projeto de Extensão. Fogão a Lenha sem Fumaça Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Agrícola Projeto de Extensão Fogão a Lenha sem Fumaça Ilda de Fátima Ferreira Tinôco Marcos Oliveira de Paula Viçosa-MG 2001 Introdução Em 1980,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA PRODUÇÃO DE BOVINOS LEITEIROS DA AGRICULTURA FAMILIAR RURAL DO PARANÁ

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA PRODUÇÃO DE BOVINOS LEITEIROS DA AGRICULTURA FAMILIAR RURAL DO PARANÁ DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA PRODUÇÃO DE BOVINOS LEITEIROS DA AGRICULTURA FAMILIAR RURAL DO PARANÁ Área Temática: Tecnologia e Produção Júlio Cesar Damasceno (Coordenador da ação de Extensão) Júlio Cesar

Leia mais