A INTERDISCIPLINARIDADE NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS

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1 A INTERDISCIPLINARIDADE NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS Autora: Távita de Avelar Universidade Federal de Goiás Co-autora: Cleide Aparecida Carvalho Rodrigues Universidade Federal de Goiás

2 A INTERDISCIPLINARIDADE NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS AVELAR, Távita de 1 RODRIGUES, Cleide Aparecida Carvalho 2 RESUMO O presente artigo apresenta o resultado de uma investigação que teve como ponto de partida os questionamentos sobre que contribuições as histórias em quadrinhos podem oferecer para o aprendizado e/ou desenvolvimento de habilidades em sala de aula? De que modo as histórias em quadrinhos podem ser utilizadas no âmbito escolar? Logo nesta investigação buscou-se conhecer o universo das histórias em quadrinhos e suas contribuições para o uso interdisciplinar em sala de aula. Considerando as histórias em quadrinhos como um meio de comunicação em massa e produção cultural. Entende-se que a escola como um espaço de reflexão, de manifestação cultural e social, pode e deve explorar as histórias em quadrinhos e seu caráter interdisciplinar como aquisição de conhecimento. A diversidade de utilização das histórias em quadrinhos em sala de aula e análise interdisciplinares de algumas histórias em quadrinhos é feita, bem como sugestões de atividades para fundamental. Palavras-chave: Histórias em quadrinhos; educação; interdisciplinaridade. ABSTRACT This paper presents the results of an investigation which had as its starting point the questions about contributions to the comics can offer for learning and / or development of skills in the classroom? How the comics can be used in schools? Soon this research study sought to discover the world of comics and their contributions to the interdisciplinary use in the classroom. Considering the comics as a means of mass communication and cultural production. It is understood that the school as a reflection of cultural expression and social relations, and will explore the comic and its interdisciplinary character as acquisition of knowledge. The diversity o fuse of comics in the classroom and interdisciplinary analysis of some comic book is made, as well as suggestions for activities for critical. Keywords: Comic books, education, interdisciplinarity. 1 1 Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás.

3 INTRODUÇÃO A partir de um meio de comunicação de massa, o jornal, as histórias em quadrinhos surgiram em suplementos dominicais. A partir dessa criação, as HQs ganharam o mundo e até hoje, após 100 anos, ainda encantam crianças, jovens e adultos. As histórias em quadrinhos, assim como outros meios de comunicação de massa, sofreram e ainda sofrem preconceitos, pois são consideradas impróprias para a leitura e alguns alegam causar lerdeza mental, por ser uma leitura sem cultura, infantilizada. Mesmo tendo resquícios de preconceito gerado em torno da leitura em quadrinhos, hoje as mesmas são utilizadas tanto dentro como fora da sala de aula. O uso das histórias em quadrinhos em sala de aula terá uma abordagem mais ampla através do ensino interdisciplinar. Esse ensino vai muito além da interação entre as disciplinas porque faz com que o aluno adquira um conhecimento mais amplo e com reflexões mais críticas. Para Vergueiro (2009, p. 23) a inclusão dos quadrinhos na sala de aula possibilita ao estudante ampliar seu leque de meios de comunicação, incorporando a linguagem gráfica às linguagens oral e escrita, que normalmente utiliza. As utilizações possíveis nas mais diversas disciplinas são evidentes, pois as HQs propiciam a diversidade de temas, atendem a diferentes gostos e contribuem para formação de valores e o exercício da cidadania. As atividades podem desenvolver significativamente a leitura e a escrita, de forma lúdica e prazerosa. Assim, Vergueiro (2009, p. 21) confirma que as histórias em quadrinhos aumentam a motivação dos estudantes para o conteúdo das aulas, aguçando sua curiosidade e desafiando seu senso crítico. Nesta pesquisa alguns quadrinhos foram analisados através do conceito de interdisciplinaridade, isto é, uma mesma história usada em diferentes disciplinas interligando uma na outra. As atividades foram destinadas para o ensino infantil, fundamental e médio. Com criatividade e disposição, o professor possui em suas mãos um grande recurso para tornar as aulas mais divertidas e dinâmicas basta conhecer a linguagem e suas características para planejar uma boa aula. Neste artigo será apresentada a análise apenas de uma história destinada ao ensino fundamental com o título Há quanto tempo da turma do Xaxado.

4 A comunicação como necessidade básica do ser humano Entende-se que a comunicação é inerente ao ser humano sendo estritamente necessária para que as pessoas se relacionem, compartilhem experiências, ideias e sentimentos, transformando a realidade que as rodeia, configurando-se como um predisposto para e evolução de nossa espécie. A partir desse entendimento pode-se dizer que a comunicação é um produto e uma necessidade funcional do ser humano, envolvendo as formas de expressão, relacionamento e significado, isto é, a produção social de sentido, como ressalta Bordenave (2006, p. 19): A comunicação confunde-se, assim, com a própria vida. Temos tanta consciência de que comunicamos como de que respiramos ou andamos. Somente percebemos a sua essencial importância quando, por um acidente ou uma doença, perdemos a capacidade de nos comunicar. [...] A comunicação é uma necessidade básica da pessoa humana, do homem social. Paralelamente à evolução do ato de comunicar, da linguagem, foram desenvolvidos os meios de comunicação. A linguagem serve como auxiliar do pensamento e da consciência, mas também, como instrumento de manipulação das classes dominantes. Essa manipulação fica evidente entre os meios de comunicação que evoluem e ganham cada vez maior alcance e influência afetando o campo cultural, econômico e político da sociedade. Bordenave (2006, p. 33) afirma que o impacto dos meios sobre as ideias, as emoções, o comportamento econômico e político das pessoas, cresceu tanto que se converteu em fator fundamental de poder e de domínio em todos os campos da atividade humana. Nota-se que nas relações sociais de comunicação pertencentes ao cotidiano, os meios de comunicação de massa mais utilizados são: o jornal, a revista, o rádio, a televisão e, se sobressaindo hoje, a internet. O jornal foi o primeiro meio de comunicação de massa criado pelo homem tendo como base a notícia que visava o entretenimento, a propaganda de produtos e a atualização de informações. A partir daí, outros meios de comunicação foram surgindo e não se restringiram somente a uma classe social - a popular - e sim a milhões de receptores, o que acabou tornando-os consumidores dos produtos anunciados. Braga (2001, p.18) afirma que: A partir do jornal, todos os outros meios e processos de comunicação acrescentaram três outros objetivos que foram se tornando centrais e de interesse geral na sociedade moderna burguesa, industrial e de massas : a

5 propagação de produtos, imagens e ideias, a informação sobre a atualidade, e o entretenimento. Com a descoberta da impressão por Gutemberg, os livros começaram a divulgar a escrita e foram ilustrados. Os folhetins ilustrados, romances seriados eram vendidos de porta em porta, regularmente. Mas Moya (1972) afirma que foi com o boom da imprensa americana que os suplementos dominicais coloridos surgiram, acompanhando os jornais, na figura de Yellow Kid (O Menino Amarelo), com seu panfletário camisolão amarelo, desenhado por Richard Fenton Outcalt no New York World, de O camisolão do Yellow Kid exibia frases panfletárias ou cômicas em cada quadrinho mantendo a tradição das charges políticas, como exemplificado abaixo: Quadrinhos do Yellow Kid. Considerada por alguns autores a primeira HQ. Fonte: De Yaller Kid's Mother Goose Vaudville Co. LTD New York Journal. January 10, As Histórias em Quadrinhos Com mais de 100 anos de existência as histórias em quadrinhos até hoje conquistam muitas pessoas, tanto adultos como crianças, porque suas imagens e falas através dos balões fascinam e dão asas à imaginação. Inegavelmente, aparecem como um meio de comunicação de massa de vasto consumo popular, pois são mais acessíveis ao público em geral, tanto por causa do preço quanto pela linguagem de fácil entendimento. Moya (1972, p. 23) ressalta que os quadrinhos são a forma de comunicação mais instantânea e internacional de todas as formas modernas de contato entre os homens de nosso século.

6 As HQs, em si, não são boas nem más, dependem do uso que se faz delas. As HQs ajudam na alfabetização. Por meio de seus enredos, elas ajudam os leitores a ajustar suas personalidades à época e ao mundo. As HQs preenchem a necessidade de histórias e aventuras da mente infantil. (CARVALHO, 2006, p. 34) Vergueiro (2009a, p. 50) afirma que a constituição de uma página de quadrinhos é feita de modo a considerar todos os elementos que influem na leitura, buscando criar uma dinâmica interna que facilite o entendimento. Assim sendo, a história em quadrinhos, como uma nova forma de narrativa gráfico-visual, constitui em sua estrutura elementos como: personagens, tempo, espaço e ação, que utilizam uma série de recursos para representar a fala. Possui em seu conteúdo a linguagem não verbal (desenhos) e a verbal (texto). Os quadrinhos são um idioma. Seu vocabulário consiste de toda gama de símbolos visuais, incluindo o poder dos cartuns e do realismo, tanto separadamente como em surpreendentes combinações. O coração dos quadrinhos está no espaço entre um quadro e outro onde a imaginação do leitor dá vida a imagens inertes. (McCLOUD, 2006, p. 01) As histórias em quadrinhos possuem uma linguagem própria, uma mistura de imagem e texto, mas contextualizam a aprendizagem da língua materna. Pode-se citar algumas possibilidades na área de Língua Portuguesa, utilizando os quadrinhos como material de apoio. Tira do personagem Chico Bento. Fonte: Disponível no site: <www.monica.com.br> Carvalho (2006) define o balão como sendo a linha que envolve as palavras atribuídas a um personagem indicando qual é esse personagem e quem se manifesta primeiro. O balão é um elemento constitutivo dos quadrinhos que transmite muitas informações importantes para a compreensão da história. Indica o diálogo entre os personagens. A seguir alguns exemplos de balões:

7 Exemplo de Balão de fala. Fonte:<http://www.monica.com.br> Exemplo de Balão de pensamento. Fonte: <http://www.monica.com.br> Exemplo de Balão uníssono. Fonte: <http://www.monica.com.br> Exemplo de balão grito. Fonte: <http://www.monica.com.br> Exemplo balão sussurro ou cochicho. Fonte:<http://idadedapedra.zip.net/> Onomatopeias Além dos balões, outro elemento importante das HQs é a onomatopeia que dinamiza as falas dos personagens. A representação verbal de sons é feita nos quadrinhos por meio das onomatopeias normalmente em caracteres grandes e dispostas na vinheta de maneira a valorizá-la graficamente (VERGUEIRO, 2009a, p. 56). Assim sendo, as onomatopeias são unidades sonoras dos quadrinhos (CIRNE, 1975, p. 33) e/ou signos convencionais que representam ou imitam um som por meio de caracteres alfabéticos (VERGUEIRO, 2009a, p. 62). Exemplo de quadrinho que contêm somente onomatopeias para contar a história. Fonte: Disponível no site<http://factumcircense.blogspot.com> Conclui-se, como Gaiarsa (1972), que se aprende com as histórias em quadrinhos a ver como é o mundo, pois através da posição das personagens, seus

8 gestos e suas expressões faciais e dos desenhos poderemos reaprender a ver o outro. Assim pode ser diminuído o desentendimento entre as pessoas. As histórias em quadrinhos podem salvar a humanidade. Que assim seja. (GAIARSA, 1972, p. 120). HQs nas escolas Desde 2006, os quadrinhos foram incluídos na lista do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola) e assim distribuídos para as escolas de ensino fundamental e médio. O PNBE é executado pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) em parceria com a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação. A presença dos quadrinhos no ambiente escolar incentivada pelo governo federal - tem gerado novos desafios aos professores e trazido à tona uma aliada necessidade de se compreender melhor a linguagem, seus recursos e obras (VERGUEIRO e RAMOS, 2009c, p. 7). Interdisciplinaridade Antes de identificar as possibilidades do uso das HQs em sala de aula faz-se necessário discorrer o que vem a ser essa diversidade de disciplinas envolvidas, ou mesmo, a interdisciplinaridade. Klein (1998) relata que "interdisciplinar" é uma palavra do século XX, mas a origem intelectual do conceito é muito mais antiga. Esse conceito desenvolveu-se na filosofia antiga fundamentado na unificação da ciência, na síntese e na integração do conhecimento. Contudo, com a evolução da sociedade houve o processo de especialização e a distinção de disciplinas e profissões permanecendo as ideias de unidade, integração e síntese como valores filosóficos, sociais, educacionais e pessoais. Apesar das histórias em quadrinhos terem sofrido acirradas criticas, acabou suplantando a visão de alguns educadores e provando (sendo bem escolhida) que tem grande importância e eficácia nos trabalhos escolares. As crianças aprendem a gostar de ler, se divertindo com os diversos personagens, com as imagens e os diferentes conteúdos das histórias. As histórias em quadrinhos possuem potencialidade pedagógica especial e podem dar suporte a novas modalidades educativas, podendo ser aproveitadas nas aulas de Língua Portuguesa, História, Geografia, Matemática, Ciências, Arte, de maneira interdisciplinar, fazendo com que

9 o aprendizado se torne, ao mesmo tempo, mais reflexivo e prazeroso em nossas salas de aula. (HAMZE, 2008, p. 1) Vergueiro (2009a) afirma que a utilização dos gibis não deve ser considerada como um momento de relaxamento para os alunos ou mesmo um descanso para o professor. Sendo essa imagem passada, os benefícios do uso das HQs serão muito limitados, gerando desconfiança por parte dos estudantes e os posteriores trabalhos comprometidos. A excessiva valorização também é pouco produtiva, como destaca o mesmo autor: Os quadrinhos não podem ser vistos pela escola como uma espécie de panacéia que atende a todo e qualquer objetivo educacional, como se eles possuíssem alguma característica mágica capaz de transformar pedra em ouro. Pelo contrário, deve-se buscar a integração dos quadrinhos a outras produções das indústrias editorial, televisiva, radiofônica, cinematográfica etc, tratando todos como formas complementares e não como inimigas ou adversárias na atenção dos estudantes. (VERGUEIRO, 2009a, p. 27) A história abaixo pode ser utilizada principalmente para os 4º e 5º anos do ensino fundamental: História em quadrinhos da turma do Xaxado. Fonte: Disponível em: <http://1.bp.blogspot.com/>

10 Essa história em quadrinhos pertence A turma do Xaxado criada por Antônio Cedraz, mestre do Quadrinho nacional pela Associação dos quadrinistas e caricaturistas do estado de São Paulo. Ela é formada por personagens tipicamente brasileiros focados na cultura brasileira, nas imagens, nas pessoas, na oralidade, nas tradições e lendas retratando a vida no campo, suas peculiaridades e organização social com histórias bem humoradas, educativas e interativas. Trata-se de uma leitura de qualidade, pois cria uma relação lúdica com a leitura do mundo possibilitando um incentivo maior à leitura, contribuindo para a formação do sujeitoleitor, um leitor mais crítico. Por se tratar de um material que alia linguagem visual e textual (características das HQs) e com uma diversidade de temas, as publicações da Turma do Xaxado podem ser largamente utilizadas como forma interdisciplinar interligando um assunto ao outro, ou seja, com a disciplina Língua Portuguesa, com a de Ciências, Geografia e História etc. Utilizando a HQ Há quanto tempo, o professor pode iniciar as atividades sondando os estudantes em relação ao conhecimento prévio que eles possuem em relação ao que foi dito nos quadrinhos. O que eles sabem sobre a Lua e Marte? A Lua é um deserto como disse o Zé? Quais são as características do planeta Marte? Os quadrinhos podem ser utilizados para a introdução do conteúdo Planeta, conforme o PCN de Ciências Naturais (1997, vol. 4, p. 58) caracterizar espaços do planeta possíveis de serem ocupados pelo Homem. Através das pesquisas realizadas até hoje, existem possibilidades de existência de ser vivo em outros planetas? Muitas outras questões podem ser abordadas pelos professores de acordo com as dúvidas que vão surgindo com a exposição de ideias. Posteriormente, pode ser lido o livro O Menino da Lua de Ziraldo que aborda de maneira lúdica o mesmo conteúdo. Partindo em seguida para o tema Clima, e Relevo das regiões brasileiras abordado em Geografia. De acordo com a linguagem visual do quadrinho, pode ser identificado o clima, o solo e a vegetação caracterizados? O Sertão nordestino caracteriza-se pelo deserto e por ser quente, assim como os planetas citados anteriormente pelo personagem? A partir daí, o clima da região Nordeste pode ser trabalhado tendo como auxílio outros quadrinhos da mesma turma. Em relação à Língua Portuguesa, a linguagem utilizada pelos personagens é típica de alguns locais da região Nordeste, podendo ser abordado como

11 caracterização dos personagens. Como é a fala das pessoas de cada região do país? Existe o certo e o errado na maneira de falar? Orientar sobre a oralidade, pois o modo como falamos não é igual a modalidade escrita. CONCLUSÕES Através deste estudo constatei que as HQs possuem riquezas de detalhes, de fundamentações e de sentido interdisciplinar. A linguagem clara e objetiva, deste meio midiático possibilita as pessoas, que mesmo não tendo um conhecimento aprofundado do assunto, possa compreender a história e, consequentemente, suscitar o interesse por outros tipos de leituras complementares, livros didáticos, de história geral, etc. Analisando as histórias em quadrinhos percebi a diversidade de conteúdos e informações existentes, e as possibilidades de uso em todas as fases escolares, do Ensino Infantil ao Ensino Médio. Mesmo assim, a linguagem deve ser analisada para se adequar a fase em que se encontra o leitor visando à leitura crítica e reflexiva. Com esse estudo percebi o quanto é necessário o professor se adaptar à nova realidade apropriando das mídias existentes. As HQs não somente facilita o processo de aprendizado, mas podem ser uma aliada de suma importância no cotidiano escolar. Mesmo não sendo criadas especificamente as histórias em quadrinhos é um recurso muito diversificado e dinâmico, da mesma forma que deve ser a sala de aula, atingindo um aspecto interdisciplinar. Contudo, o professor deve adequar as atividades de acordo com a sua realidade em sala de aula, aprimorando e inovando com criatividade podendo utilizar as HQs como uma fonte inesgotável de informações e conceitos. REFERÊNCIAS BORDENAVE, Juan E. Díaz. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, BRAGA, José Luiz; CALAZANS, Maria Regina Zamith. Comunicação e educação: questões delicadas na interface. São Paulo: Hacker, BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ciências naturais. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.

12 CARVALHO, Djota. A educação está no gibi. Campinas, SP: Papirus, CIRNE, Moacy da Costa. Para ler os quadrinhos: da narrativa cinematográfica à narrativa quadrinizada. Petrópolis: Vozes, GAIARSA, Dr. José A. Desde a pré-história até McLuhan. In: MOYA, Álvaro (org.). Shazam!. São Paulo: Perpectiva, 1972 HAMZE, Amelia. Historia em quadrinhos e os Parâmetros Curriculares Nacionais. São Paulo. Disponível em: <http://www.educador.brasilescola.com/trabalho-docente/historia-quadrinhos.htm>. Acesso em: 07 de set KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas, SP: Papirus, (Coleção Práxis). McCLOUD, Scott. Reinventando os quadrinhos. São Paulo: M. Books do Brasil, MOYA, Álvaro de. Shazam! 2.ed. São Paulo: Perspectiva, VERGUEIRO, Waldomiro. Uso das HQs no ensino. In: RAMA, Ângela; VERGUEIRO, Waldomiro (orgs.). Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula. 3. ed. 3ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2009a, p VERGUEIRO, Waldomiro. A linguagem dos quadrinhos uma alfabetização necessária. In: RAMA, Ângela; VERGUEIRO, Waldomiro (orgs.). Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula. 3. ed. 3ª reimpressão. São Paulo: Contexto, 2009a, p VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo (Orgs.). Quadrinhos na educação: da rejeição à prática. São Paulo: Contexto, 2009c.

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