Mariana Ferreira Lopes (Universidade Estadual de Londrina, Londrina-PR) 1 Rozinaldo Antonio Miani (Universidade Estadual de Londrina, Londrina-PR) 2

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1 1 O POTENCIAL EDUCATIVO DOS QUADRINHOS: ANÁLISE DO USO DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS EM SALA DE AULA PELAS PROFESSORAS DA ESCOLA MUNICIPAL OLAVO SOARES BARROS Mariana Ferreira Lopes (Universidade Estadual de Londrina, Londrina-PR) 1 Rozinaldo Antonio Miani (Universidade Estadual de Londrina, Londrina-PR) 2 As histórias em quadrinhos permeiam o imaginário de crianças e jovens constituindo um processo de educação informal. Na metade do século XX, essa influência foi tida como negativa, o que imprimiu a esse meio de comunicação de massa a alcunha de prejudicar o desenvolvimento intelectual e moral de seu público infanto-juvenil. Essa concepção foi superada com o avanço dos estudos da Comunicação e da Educação, e, gradualmente, as histórias em quadrinhos foram sendo utilizadas no processo educativo, chegando, nos dias de hoje, a fazer parte de materiais didáticos. Cabe, dessa forma, a pergunta que norteia esse artigo: de que forma os quadrinhos são utilizados em sala de aula? A resposta baseia-se na amostragem de professoras de 3ª e 4ª séries da Escola Municipal Olavo Soares Barros, em Cambé - PR, à luz das conceituações de mídia educação, histórias em quadrinhos e seu potencial educativo, uma vez que se entende o emprego dos quadrinhos na educação está compreendido na práxis da mídia educação. Palavras-chave: Histórias em quadrinhos mídia educação potencial educativo das histórias em quadrinhos. 1 Jornalista formada pela Universidade Federal de Viçosa, Especialista em Comunicação Popular e Comunitária pela Universidade Estadual de Londrina e cursa Mestrado no Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Comunicação Visual, também na Universidade Estadual de Londrina. Sua area de pesquisa consiste na relação entre a Comunicação e Educação. 2 Bacharel em Comunicação Social - habilitação em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Bacharel em História pela Universidade de São Paulo (USP). Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (ECA/USP). Doutor em História pela Unesp/CampusAssis. Professor Adjunto do Departamento de Comunicação da Universidade Estadual de Londrina. Coordenador do Curso de Especialização em Comunicação Popular e Comunitária e docente do Programa de Mestrado em Comunicação Visual da Universidade Estadual de Londrina. Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Comunicação Popular (CNPq).

2 2 Introdução As histórias em quadrinhos afirmaram-se no último século como um dos grandes meios de comunicação de massa, conquistando milhares de leitores em todo o mundo. A enorme variedade de personagens e enredos tornou-se porta de entrada de muitas crianças e adolescentes para o universo literário. No Brasil, estima-se que desde sua criação, na década de 70, as revistas de Maurício de Souza apontado como o criador brasileiro mais bem sucedido nesta área venderam mais de 1 bilhão de exemplares. Os quadrinhos foram reconhecidos como importantes influências para Fellini, Alan Resnais, Godard e Picasso. Carlos Drumond de Andrade, em uma crônica publicada no livro História das Histórias em Quadrinhos, de Moya, (1994:36) retrata a importância que esse tipo de leitura teve em sua vida: O Tico-Tico era de fato a segunda vida dos meninos do começo do século, o cenário maior em que nos inseríamos para fugir à condição escrava de falsos marinheiros, trajados dominicalmente com o uniforme, porém sem o navio que nos subtraísse ao poderio dos pais, dos tios e da escola. E era também um misto de escola disfarçada de brincadeira. Tida como prejudicial, por educadores e psicólogos para o desenvolvimento intelectual de crianças e jovens, ainda na primeira metade do século passado as histórias em quadrinhos sofreram severas críticas. Contudo, esse posicionamento foi reavaliado e, hoje, as HQ ganham espaço, inclusive, nas escolas. Este emprego caracteriza os gibis termo com o qual as revistas de histórias em quadrinhos foram popularizadas no Brasil como produtos da relação entre Comunicação e Educação e é a partir desta interface que este artigo problematiza o seu uso em sala de aula. Nesse sentido, esse trabalho tem por objetivo realizar uma análise inicial de como essa linguagem é utilizada no âmbito escolar, especificamente a ação das docentes de 3ª e 4ª séries da Escola Municipal Olavo Soares Barros, como práxis da mídia-educação, à luz da tripartição proposta por Rivoltella o contexto metodológico, o crítico e o produtivo. O arcabouço teórico desta pesquisa abrange as conceituações em torno da mídia-educação, das histórias em quadrinhos e seu potencial educativo, que por sua vez reverberam na análise dos dados recolhidos em um questionário aplicado com a amostragem citada.

3 3 1. Histórias em quadrinhos: gênese e linguagem A gênese das histórias em quadrinhos, ou HQ, remonta à Antiguidade, quando os egípcios por meio dos hieróglifos um misto de pinturas e letras contavam a história dos seus faraós. Contudo, foi apenas no final do século XIX que as HQ ganharam um suporte do jornal impresso e das revistas, surgindo concomitantemente na Europa e nos Estados Unidos. Primeiramente, em 1889, o francês Cristophe George Colomb lança a primeira história em quadrinhos publicada periodicamente, La Famille Fenouilard. Em maio de 1895, o jornal diário estadunidense New York World publicou o primeiro personagem fixo em uma charge, que posteriormente em reverberou no aparecimento das tirinhas neste tipo de veículo. Trata-se do Yellow Kid, produzido pelo desenhista Richard Fenton Outcault, considerado o percussor do uso do balão um dos principais elementos estéticos da linguagem dos quadrinhos. O sucesso foi tamanho que o concorrente do New York World de Pullitzer -, o Herald de Hearst, logo trouxe para suas páginas a criação de Outcault. Outros personagens surgiram nesta época, fazendo eclodir inovações que substanciaram esta linguagem e tornaram-se emblemáticas. Tem-se como exemplo os Katzenjammer Kids, de Rudolph Dicks, que implantou a noção de continuidade das histórias em quadrinhos (Silva 1976), e a criação de Winsor McCay, Little Nemo in Slumberland, de 1905, que se configura como uma das grandes obras primas das HQ, graças a elementos do surrealismo, plenos de poesia e cor. Para Anselmo (1975), a fase inicial das histórias em quadrinhos é considerada por muitos a sua época de ouro. O processo Pullitzer-Hearst gerou outra conseqüência para a história das HQ: a organização do comércio e a criação dos sindicatos estadunidenses de distribuição das histórias em quadrinhos, responsáveis pela disseminação desta linguagem em diversos países e por conseqüência a disseminação de sua visão de mundo. Nos anos 30, os EUA tornaram-se, assim, o principal produtor e consumidor de seus comics. Nesta década, surgiram importantes personagens que permeiam até hoje o imaginário deste universo, como o Tarzan, de Harold Foster, Popeye, de Elzie Segar, e Dick Tracy, de Chester Gould. Os quadrinhos de aventura trouxeram ainda um novo estilo de desenho de tendência naturalista e mais fiel à realidade, somando-se às criações de traços caricaturais, presentes desde os primórdios. Eclodem, também, as revistas especializadas, comics books, e com elas legiões de super-heróis, encabeçadas pelo Super-Homem, de Jerry Siegel e Joe Schuster, criado em A grande popularidade dos super-heróis foi impulsionada pela Segunda Guerra Mundial, que se

4 4 tornou o pano de fundo destes enredos. Contudo, a guerra também trouxe aspectos negativos para o desenvolvimento das histórias em quadrinhos, como a proibição das HQ norte-americanas em alguns países envolvidos no conflito. A disseminação das histórias em quadrinhos e sua consolidação junto ao público infanto-juvenil suscitaram uma reflexão crítica para os efeitos nocivos dessa literatura no desenvolvimento intelectual e social desses jovens, no período pós-guerra. Pesquisadores, educadores e psicólogos rechaçaram os meios de comunicação de massa, incluindo as histórias em quadrinhos. Um dos grande combatentes das HQ foi o psiquiatra norte-americano Fredric Whertham que, em 1954, - após uma ostensiva campanha de alerta contra os quadrinhos em escolas, rádio e televisão publica o livro intitulado Seduction of the Innocent. Nele, A HQ foi acusada de representar para os jovens uma perda de tempo e de atenção, de desenvolver a preguiça mental, de não ter nenhuma sutileza, de tornar as coisas demasiadamente fáceis, de falta de estilo e de moral, de humorismo imbecil ou de reduzir as maravilhas da linguagem a grosseiros monossílabos (Anselmo, 1975:58). Em respostas às severas críticas advindas de diversos setores da sociedade, os sindicatos de história em quadrinhos norte-americanos propuseram um código de ética, que garantia aos pais e educadores um conteúdo não-prejudicial ao desenvolvimento moral e intelectual infanto-juvenil. As revistas passaram, então, a ganhar um selo de qualidade. Ao avaliar esse processo, Vergueiro (2004) afirma que essa classificação, ao contrário da pretensão de aprimorar este meio de comunicação, gerou conseqüências negativas, tais como, O desaparecimento de grande número de editoras, algumas com propostas bastante avançadas em termos de elaboração de conteúdos e temáticos e reconhecimento da produção intelectual de roteiristas e desenhistas, tendo como conseqüência principal a pasteurização de conteúdo das revistas (idem, 2004:13). As barreiras contrárias às histórias em quadrinhos foram sendo derrubadas ao longo dos anos. Sua produção e seu consumo, atualmente, seguem em alta. Com o advento de novas tecnologias, as HQ ganharam outros suportes, abrindo espaços na internet. Hollywood continua mantendo seu interesse nos personagens das revistas, que são contemplados com grandes superproduções, como a mais recente Watchmen, da Marvel, que estreou em 2009.

5 As histórias em quadrinho no Brasil A primeira publicação brasileira de histórias em quadrinhos foi O Tico-Tico, lançado em outubro de 1905, baseada no magazine francês La Semaine de Suzette. A revista trazia em suas páginas, majoritariamente, decalques de histórias em quadrinhos estrangeiras. Desta forma, Buster Brown tornou-se Chiquinho e Katzenjammer Kids, Os sobrinhos do Capitão. Devido à dificuldade de importações por conta da 1ª Guerra Mundial, as publicações brasileiras eram abastecidas por histórias e continuações criadas pelos artistas nacionais. O surgimento das histórias em quadrinhos em jornais impressos, de forma contínua 3, iniciou-se em 1934, quando periódico A Nação lançou o Suplemento Juvenil. A aceitação foi tamanha que o Suplemento deixou de ser um apêndice e passou a circular isoladamente, atingindo uma tiragem superior a 300 mil exemplares semanais. Em suas páginas circulavam os personagens Dick Tracy, Flash Gordon, Tarzan, Mandrake, além de Roberto Sorocaba, do desenhista brasileiro Monteiro Filho. Em 1937, os editores do Suplemento lançam a revista Mirim, com o intuito de atender à demanda do crescente mercado consumidor de HQ. No mesmo ano, surge outra publicação importante, o Globo Juvenil, cuja editora também lança sua própria revista: o Gibi, inaugurando a era dos comics books no Brasil, O Gibi Mensal alcançou um sucesso sem precedentes, além de iniciar o hábito da leitura de histórias completas, que vem predominando até hoje, lançou uma série enorme de novos personagens, alguns existentes até hoje (Silva, 1976:53). Nesta mesma linha, diversas publicações foram criadas, tais como o Biriba e o Jornalzinho. Essas revistas e suplementos eram abastecidos, em sua maioria, por histórias estrangeiras. O descompasso entre a produção nacional e a importação de HQ deve-se, segundo Moya (Apud Anselmo, 1975:68), ao problema econômicofinanceiro, que impediu o recebimento, pelos criadores de HQ no Brasil, da devida recompensa por seus esforços e não à falta de artistas competentes. Dentre os desenhistas que ganharam destaque nesse meio, pode-se citar Ziraldo e sua criação O Pererê, de 1959, que trazia para as revistinhas o universo popular e folclórico brasileiro, por meio do mito do saci pererê. Há também as produções de Maurício de Sousa, que publicadas desde 1961, consistem na iniciativa mais próspera de criação de HQ brasileiras. 3 Em 1929, o Jornal A Gazeta de São Paulo lançou um suplemento que, primeiramente, chamou-se Gazetinha e em 1949, A Gazeta Infantil. Contudo, sua publicação deu-se de forma descontinua, em diversos períodos distintos.

6 6 1.2 A Linguagem das HQ As histórias em quadrinhos trazem em sua estrutura a fusão entre a linguagem icônica e verbal. Sua definição, proposta por Cagnin (1975:21), consiste em um sistema narrativo formado de dois códigos de signos gráficos: a imagem, obtida pelo desenho; e a linguagem escrita. Os elementos constitutivos das HQ apresentam uma estética específica, cujas principais características são elencadas por Cirne (1970): o balão, o ruído onomatopaico e o ritmo visual. Segundo o autor (1970:25), na verdade o balão, o ruido onomatopaico e o ritmo visual constituem os elementos fundamentais de uma possível estética dos comics. Os balões surgiram nas HQ, de forma tímida, em Yellow Kid, passando a ser usado regularmente em criações posteriores. Seu emprego cria a intersecção entre a imagem e o texto (Vergueiro, 2004), transmitindo ao leitor elementos da fala, pensamento e ação dos personagens. Sua decodificação deve associar-se aos demais elementos figurativos do quadro, podendo variar conforme a expressão que se queira transmitir. Assim, como característica única dos quadrinhos, o balão representa uma densa fonte de informações, que começam a ser transmitidas ao leitor antes mesmo que este leia o texto, ou seja, pela própria existência do balão e sua posição no quadrinho (idem, 2004:56). Existem, a partir do estudo de Benayoun (Cirne, 1970), cerca de 70 espécies de balões, tais como o de reflexão, de censura, o sonolento e o agressivo. Essa variação ocorre a partir dos diferentes desenhos de balões presentes. O uso de onomatopéias nas histórias em quadrinhos traduz visualmente os efeitos sonoros pretendidos no enredo. Desta forma, o ruído, nos quadrinhos, mais do que sonoro, é visual (Cirne, 1970:30). Os primeiros registros de uso foram nas histórias de Little Nemo in Slumberland, que se propagaram em outros enredos formando uma intensa comunicação sonora (idem, 1970:34), ocupando papel importante nesta linguagem. As onomatopéias são empregadas de maneira independente aos balões, próximos ao desenho da ação particular. Seus ruídos são derivados do idioma inglês, ainda que haja onomatopéias próprias de cada língua. As histórias em quadrinhos são formadas por diferentes quadros, cuja sua decodificação só se torna possível à medida que estes forem lidos um a um e englobados em um todo. À essa dinâmica entre todos os quadros que cria o movimento e a ação das HQ, dá se o nome de ritmo visual. Para Cirne (1970:35), não é a magia formal de um plano isolado, fora de seu contexto, que faz a força de uma estória: é a

7 7 relação crítica (o desencadeamento de estruturas) entre todos eles. O suporte no qual as histórias estão alocadas determinam esse ritmo. No jornal, as HQ aparecem em tiras, com cerca de três quadros. Por outro lado, as revistas permitem uma diagramação mais variada, havendo uma profusão de cortes, panorâmicas e fusões de quadros, que empregam um ritmo específico à narrativa. Os gêneros das HQ também podem determinar o ritmo visual de sua trama, como as HQ policiais, de terror e ação. 2. O potencial educativo das histórias em quadrinhos As histórias em quadrinhos passaram a ser vistas como possível linguagem de caráter educativo graças ao desenvolvimento das pesquisas no campo da Comunicação. Este novo olhar iniciou-se em estudos na Europa e foi difundido para outros países, reavaliando as antigas críticas de que este meio seria prejudicial ao desenvolvimento infanto-juvenil, fazendo com que as HQ adquirissem, ainda que lentamente, um novo status. Desta forma, os quadrinhos começaram a serem analisados a partir da especificidade de sua linguagem narrativa sob uma ótica própria, como nos aponta Cirne (1970: 11-12), Uma nova base metodológica de pesquisas culturais conseguiu estruturar a sua evolução crítica, problematizando-os a partir do relacionamento entre a reprodutibilidade técnica e o consumo em massa, que criaram novas posições estético-informacionais para a obra de arte. Longe da legitimação do saberes acadêmicos, no universo dos criadores de histórias em quadrinhos, esse potencial educativo já era vislumbrado ainda na década de 40, quando da publicação de revistas de caráter educacional estadunindenses: True Comics, Real Life Comics e Real Facts Comics, que traziam enredos de personagens famosos da História, figuras literárias e eventos históricos (Vergueiro, 2004). Entidades governamentais também já faziam uso das HQ na transmissão de conteúdos. A China de Mao Tse-Tung as utilizou para promover campanhas educativas a fim de representar valores e exemplos da nova sociedade que se estabelecia. Alguns países aplicaram a linguagem dos quadrinhos no treinamento técnico durante a Segunda Guerra Mundial. Nos anos 70, os quadrinhos começaram a ser utilizados como apoio lúdico na transmissão de conhecimento. Na França, foi publicada pela Larousse L Histoire de La France en BD, que se tornou um grande sucesso, abrindo portas para

8 8 outras publicações na mesma linha. Surgiram, assim, obras destinadas a apresentar determinados temas e personagens para principiantes. Essas obras eram publicadas visando atingir o grande público, demonstrando a possibilidade de utilizar a linguagem dos quadrinhos com objetivos mais amplos que o entretenimento; mas a grande maioria delas, com certeza, não buscava, especificamente, o seu aproveitamento no ambiente escolar ou seja não podiam ser incluídas naquela categoria de publicações conhecida como didáticas (Vergueiro, 2004: 19-20). O emprego das histórias em quadrinhos nos materiais didáticos deu-se gradualmente, ainda pelo temor às críticas sofridas outrora, buscando uma apropriação adequada. Livros de diversas areas passaram a implementar as HQ, assim como outras linguagens, com a função de auxiliar na transmissão de seus conteúdos. Os quadrinhos tornaram-se, então, um componente tanto para tornar as aulas diferenciadas, como um para incitar discussões e agregar conhecimentos. Sua presença no ambiente formal de educação foi reconhecida por muitos países a partir do desenvolvimento de orientações de uso no currículo escolar. No Brasil, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) propuseram uma releitura das práticas pedagógicas com o intuito de criar um referencial a ser adotado pelos docentes. Desta forma, os PCN incluíram os quadrinhos como linguagem a ser trabalhada em sala de aula, no ensino fundamental e médio, a exemplo dos livros destinados à area de Artes para as séries de 5ª e 8ª que mencionam a necessidade dos alunos serem competentes na leitura de determinadas formas visuais, incluindo as HQ. O mesmo ocorre com os PCN de Língua Portuguesa, que citam a necessidade de uma leitura crítica de charges e as tirinhas como gênero a ser estudado (Ramos, Vergueiro, 2009). O Programa Nacional Biblioteca da Escola PNBE desde 2006 inseriu as histórias em quadrinhos em sua lista, juntamente com o restante do material que é comprado e distribuído nas escolas da rede pública de ensino. O potencial educativo dos quadrinhos é justificado por Vergueiro (2004:21) pelos seguintes pontos: os estudantes gostam de ler quadrinhos; palavras e imagens juntas ensinam de forma mais eficiente; existe um alto nível de informação nos quadrinhos; as possibilidades de comunicação são enriquecidas pela familiaridade com as histórias em quadrinhos; os quadrinhos auxiliam no desenvolvimento do hábito da leitura; os quadrinhos enriquecem o vocabulário dos estudantes; o caráter elíptico da linguagem quadrinhística obriga o leitor a pensar e imaginar; os quadrinhos tem um caráter globalizador; os quadrinhos podem ser utilizados em qualquer nível escolar e

9 9 com qualquer tema. Incluindo dois fatores importantes: a acessibilidade e o baixo custo. Segundo Abrahão (1977:143) Texto e ilustração se ajustam e se testam, na identificação de seus significados e de suas relações, naquela necessária integração de matéria e forma, que tão bem atende aos princípios atuais da Pedagogia, baseado no caráter sincrético e globalizador do pensamento da criança. Em um contexto de educação informal, os quadrinhos representam para as crianças e os jovens uma forma de leitura e representação do mundo, assim como outros meios de comunicação de massa, como rádio, internet, televisão, cinema e jornais, como Amossy e Herschberg-Pierrot (APUD Procópio, 2008:15) corroboram: Lês enfants et adolescents prennent conaissance de certaines realités à traves les séries telévisives, la B.D, mais aussi les livres scolaires. L impact de ces représentations s avère puissant dans le cas non seulement des groupes dont on na pus une conaissance effective, mais aussi quon côtoie quotidiennement ou auxquels on appartient Mídia educação: histórico, conceituação e campos de atuação. A mídia educação consiste em uma área de saber advinda da interface da Comunicação e da Educação. Tendo em vista seu escopo teórico-prático, a mídia educação caracteriza-se por uma reflexão teórica sobre a sua práxis, conceituando-se como adoção de uma postura crítica e criadora de capacidades comunicativas, expressivas e relacionais para avaliar ética e esteticamente o que está sendo oferecido pelas mídias, para interagir significativamente com suas produções e para produzir mídias também. Neste sentido, esta discussão também envolve os direitos das crianças, pois mais que prover e/ou proteger as crianças dos meios há que se pensar em formas de prepará-las mais eficazmente para as responsabilidades do ser criança hoje. Capacitá-las a partir de suas especificidades, analisar e refletir sobre suas interações com as mídias 4 As crianças e os adolescentes tomam conhecimento de certas realidades através das séries televisivas, das histórias em quadrinhos, mas também dos livros escolares. O impacto dessas representações revela-se poderoso não somente no caso dos grupos que não têm um conhecimento efetivo delas, mas também para aqueles que estão diariamente lado a lado com elas ou aos quais elas pertencem (tradução da autora)

10 10 e criar condições para a participação (na medida do possível) em decisões que dizem respeito a este contexto. E isso deve estar claro nas mediações escolares, visto que a educação para as mídias não se reduz aos seus meios e aos seus aspectos instrumentais, pois as mídias situam-se numa arena de produção de significados (Fantin, 2006: 31) O emprego de meios de comunicação de massa como recursos e linguagens didáticos remonta a iniciativas ainda no início do último século. Amparado pelos ideais construtivistas, o francês Celéstin Freinet fez do jornal o carro chefe de sua proposta educativa, suplantando os manuais escolares. A pedagogia freinetiana usa a imprensa para que os alunos aprendam conteúdos como a gramática e a matemática. As vantagens deste método são elencadas pelo pedagogo francês em diversos âmbitos, Por meio do texto livre, da imprensa e do jornal, vamos buscar, não aos livros mas à vida e ao trabalho dos homens, os próprios fundamentos da cultura a promover; falemos a linguagem do meio, aproveitemos a experiência tão rica hoje de um mundo cujo o ritmo pelo menos devemos seguir se não soubermos preceder (Freinet, 1974:87) Outra vertente que trabalhou a interface entre Comunicação e Educação adveio dos preceitos da psicologia behavorista. Em 1954, o psicólogo norte americano Burruhs Frederic Skinner publicou The Science of Learning and The Art of Teaching, cuja proposta consiste na afirmativa de que os meios de comunicação as máquinas de aprender 5 - são recursos de aprendizagem mais eficientes do que os já existentes. A presença de recursos de som, imagem e animação característicos dos meios de comunicação, atrairiam, em alguma medida, a atenção dos estudantes, servindo como reforço positivo a um fim pretendido uma assimilação mais rápida e eficiente dos conteúdos curriculares, respeitando o aluno como centro do processo de aprendizagem (Fonseca, 2004: 27). Diversas foram as concepções teórico-metodólogicas assumidas ao longo do tempo em torno da mídia educação, surgidas concomitantemente com a indústria cultural, conforme nos aponta Fantin (2006). A concepção inoculatória entende que os meios de comunicação são vistos como uma ameaça à sociedade e devem ser combatidos pela educação. Com os estudos semióticos, inicia- se concepção 5 As máquinas de aprender ou de instrução programada constituíam-se em dispositivos mecânicos dotados de programação rudimentar, para que determinados conteúdos escolares pudessem ser estudados pelo próprio aluno, que manejaria uma seqüência de comandos, sem interferência direta do professor no momento da aprendizagem. A eficiência e o ritmo do processo seriam determinados por mecanismos de recompensa ou punição ligados aos comandos (Fonseca, 2004: 26)

11 11 da leitura crítica, que promove o discernimento e capacidade crítica voltada pra algumas mídias a exemplo do cinema. O contexto da ditadura, presente nos países da América Latina, fez com que os estudos e as práticas em mídia educação ganhassem uma alcunha política de resistência ao autoritarismo. Esta concepção ideológica agrega à mídia educação uma proposta de comunicação alternativa. Por fim, a autora destaca concepção das ciências sociais, a partir da interação dos estudos da semiótica, da ideologia e da análise de consumo, a mídia educação pode contribuir para a formação de um sujeito ativo. A diversidade de visões em torno da mídia educação reflete as infinitas possibilidades metodológicas de atuação, apropriadas de diferentes áreas das Ciências Humanas e que variam conforme as necessidades e objetivos específicos. Nesse sentido, Gutierrez (1973:60) reflete que Não podemos nos esquecer que se trata de um processo eminentemente dinâmico, que não é igual nem para todos os homens, nem para o próprio homem, em todas as circunstâncias. O processo de aprendizagem é sumamente complexo. Rivoltella (Apud Fantin 2006:85) ao explanar sobre a práxis da mídia educação refere-se a três possibilidades de atuação, as quais ele denomina de contextos da mídia educação: contexto metodológico ou tecnológico, contexto crítico e contexto produtivo, que respectivamente dizem respeito à mídia como instrumento de aprendizagem, objeto de estudo e forma de cultura. O contexto metodológico ou tecnológico compreende um pensamento da mídia educação com base em uma educação com os meios, centrada em uma visão instrumentalista, fazendo dos meios de comunicação um recurso didático. Uma educação para as mídias é o foco do contexto crítico, no qual o fazer mídia educação nesta perspectiva significa a capacidade de transmitir mensagens a um público influenciando-o no seu modo de agir e pensar (Fantin, 2006:86). Assim, a mídia educação age no sentido de incitar a compreensão, a interpretação e a avaliação dos meios de comunicação, tratados como suporte e objeto de estudo. Por fim, o contexto produtivo, no qual a mídia educação é realizada com o intuito de promover uma educação através dos meios, utilizando a mídia como forma de expressão e produção. pois assim como não se aprende a ler sem aprender a escrever, não se faz mídia educação só com leitura crítica e uso instrumental das mídias, sendo necessário aprender a escrever com as mídias (...)

12 12 objetivando a interação dos sujeitos com as mídias e promovendo o conhecimento criativo e também crítico de suas linguagens (Fantin: 2006:86). 4. O uso de quadrinhos em sala de aula: análise das respostas das professoras O objetivo deste trabalho consiste em analisar como as docentes da Escola Municipal Olavo Soares Barros, situada em Cambé PR, utilizam os quadrinhos em sala de aula. A escolha por essa instituição justifica-se por nela já ter sido desenvolvido um trabalho de mídia educação com essas professoras 6, em 2008, e oficinas de rádio com os alunos 7. Situada no bairro José Favaro, periferia do município de Cambe, a escola abrange o ensino de 1ª à 4ª séries do Ensino Fundamental. No período matutino as aulas são para a 3ª e 4ª e no vespertino, aos alunos do 1ª e 2ª séries, num total de 503 alunos. Escolheram-se as docentes das séries finais devido ao uso mais efetivo de histórias em quadrinhos, em detrimento das séries iniciais. Para atingir o objetivo proposto, foi desenvolvido e aplicado um questionário semi-estruturado, contendo oito perguntas, seis fechadas e duas dissertativas, como vemos a seguir: 1. Você é professor (a) de qual ano? 3ª série 4ª série 2. Você faz uso de histórias em quadrinhos em suas aulas? Sim Não 3. Caso tenha respondido sim, com qual freqüência? Bimestralmente Mensalmente S Semanalmente 4. Associadas às quais disciplinas você utiliza as histórias em quadrinhos na sala de aula? Língua Portuguesa Matemática Ciências 6 As oficinas de sensibilização e mobilização dos professores foram desenvolvidas pela pedagoga Alline Mikaela Ferreira, no decorrer do curso de especialização em Comunicação Popular e Comunitária da Universidade Estadual de Londrina. As reuniões aconteceram uma vez ao mês, durante uma hora, no período de setembro a dezembro de Os encontros tinham por finalidade instigar e preparar os docentes para utilizar, de forma consciente e crítica, os meios de comunicação em sala de aula, formando-se assim, educomunicadores aptos a prosseguir com esse projeto, bem como iniciar futuros trabalhos nesse campo. Em cada encontro foram trabalhados temas referentes à mídia educação, de acordo com a realidade vivenciada pelos professores em sala de aula. 7 A oficina de rádio foi ministrada por mim e pela jornalista Nayara Carvalho, no período de agosto a dezembro de 2008, a 60 alunos de 3ª e 4ª séries, semanalmente. A oficina trabalhou a linguagem radiofônica para discutir e produzir programas referentes à realidade dos educandos, buscando a formação participativa e cidadão dos mesmos. Como resultado, foram produzidos três programas, que veicularam na escola. Esta pesquisa foi orientada pela Prof. Dra. Luzia Deliberador, durante o curso de Especialização em Comunicação Popular e Comunitária da Universidade Estadual de Londrina.

13 13 História Geografia Outro 5. De quais maneiras você utiliza as histórias em quadrinhos na sala de aula? (Se necessário, utilize o outro lado da folha). 6. Como você avalia o interesse dos alunos ao se trabalhar com histórias em quadrinhos em sala de aula? Grande Médio Pouco Nenhum 7. Como você avalia os benefícios pedagógicos do uso de histórias em quadrinhos no processo de aprendizagem? Grande Médio Pouco Nenhum 8. Em sua opinião, quais seriam esses benefícios? (Se necessário, utilize o outro lado da folha). O questionário foi respondido no dia 12 de dezembro de 2009, na última reunião pedagógica da instituição. Das 10 professoras, oito estavam presentes, sendo cinco da 4ª série e três da 3ª série. Todas alegaram utilizar os quadrinhos em sala de aula, com maior freqüência mensal (66%) e menor uso bimestral e semanal (17% cada). Os conteúdos escolares aos quais as docentes associam o uso das HQ foram elencados da seguinte forma: Conteúdo escolar e uso das HQ 14% 14% 10% 38% Língua Portuguesa História Matemática Geografia Ciências 24% A preponderância do uso das historias em quadrinhos na disciplina de Língua Portuguesa também permeou a avaliação das professoras quanto às formas de emprego dos quadrinhos em sala de aula e aos seus benefícios. Foram apontadas a interpretação de texto, a ortografia, a gramática, pontuação e a produção textual como principais artífices para o trabalho com os quadrinhos nas aulas, seguidas da leitura de

14 14 imagens e da possibilidade de se trabalhar as diferentes regiões brasileiras. Para Vergueiro (2004:28), o uso das histórias em quadrinhos nas séries iniciais do ensino fundamental pode abranger desde a apresentação de diversas revistas e títulos aos alunos até a realização de trabalhos que incorporem os elementos da linguagem dos quadrinhos de uma forma mais densa. Os benefícios educativos dos quadrinhos foram considerados pelas docentes como grande (49%), médio (38%) e pouco (13%) e recaem na aprendizagem da forma escrita de maneira agradável e divertida, assim como no interesse e no desenvolvimento da leitura e da escrita dos alunos, fator importante na educação das séries iniciais do ensino fundamental, como aponta Val, (Apud Vilela, 2009:77): Se a escola não recebe crianças que não manusearam livros, nem jornais, que não folhearam histórias em quadrinhos, que não ouviram leituras de contos de fadas, não pode contar com conhecimentos produzidos nessas práticas letradas e precisa, portanto, proporcionar essas convivências aos alunos. Do contrário, eles não vão aprender. O interesse dos alunos quando se utiliza os quadrinhos em sala de aula foi avaliado predominantemente como médio (38%) e grande (37%), como se mostra no gráfico a seguir: Interesse dos alunos pelas HQ em sala de aula 25% 0% 37% Grande Médio Pouco Nenhum 38% Essas afirmações representam a função majoritária de recurso pedagógico que as histórias em quadrinhos exercem na atividade docente, contemplando em menos escala as capacidades de leitura crítica e de linguagem produtiva que esse meio de comunicação pode apresentar. Segundo a tripartição

15 15 proposta por Rivoltella, esta concepção da mídia educação - o contexto metodológico, entende que 5. Conclusão As mídias funcionam como recurso numa pedagogia instrumental que considera o ensino-aprendizagem através de uma perspectiva construtivista que permite produzir consciência colaborativa no trabalho coletivo, tendo como pano de fundo um enfoque psicossocial que reflete sobre as relações entre as mídias e os fenômenos sociais (Fantin, 2006:85). O objetivo deste trabalho consistiu em analisar como as docentes da Escola Municipal Olavo Soares Barros usam as histórias em quadrinhos na sala de aula, a partir do entendimento que essa prática insere-se na práxis da mídia educação. Assim sendo, esta avaliação foi realizada à luz da tripartição que Rivoltella apresenta acerca das formas de atuação na interface entre a Comunicação e a Educação: o contexto metodológico, o crítico e o produtivo. Contudo, cabe ressaltar que os apontamentos resultantes desse processo de análise se configuram como impressões iniciais que necessitam de aprofundamento, uma vez que o processo no qual se emprega as HQ na educação é bastante abrangente e não se pode resumi-lo somente nestes dados coletados. As estratégias e objetivos norteiam as formas de atuação e reflexão da mídia educação. Ao apresentar três possibilidades desta práxis, Rivoltella tem por objetivo discutir as concepções da mídia como instrumento de aprendizagem, objeto de estudo e como forma de cultura e as conseqüências desses empregos. Ao analisar as respostas das professoras, notou-se que os quadrinhos exercem o papel de recurso para a educação, no sentido de reinventar as práticas didáticas e ao mesmo tempo propor que a mídia no caso as HQ podem assumir um papel além do entretenimento, respondendo aos anseios da sociedade contemporânea, na qual os meios de comunicação assumem a alcunha de educadores. Por tratar-se de alunos ainda nas séries iniciais do ciclo escolar, o emprego de histórias em quadrinhos dá-se, sobretudo, como artefato para iniciá-los nos estudos da língua portuguesa, de forma a estimular o interesse pela leitura e pela escrita, além de servir como aparato para ilustrar os conteúdos de História e Geografia. Contudo, esse papel pode desmembrar-se para um processo de leitura crítica e apreensão dos elementos da linguagem das HQ e seguir pelo viés produtivo, no qual os alunos tem a chance de se expressar e desta forma realizar uma educação através da mídia.

16 16 As críticas as quais os quadrinhos sofreram e posteriormente uma nova visão a eles atribuídas exprimem a importância que este meio de comunicação possui na formação de crianças, jovens e adultos. Essa importância não deve ser ignorada nos processos de educação formal, englobando as HQ nas propostas de educação com, para e através as mídias. Bibliografia ABRAHÃO, A. Pedagogia e quadrinhos. In: Moya, Álvaro de. Shazam!. São Paulo: Editora Perspectiva, 1977, p ANSELMO, Zilda Augusta. Histórias em quadrinhos. Petrópolis: Vozes, BELLONI, Maria Luiza. O que é mídia-educação. Campinas: Autores Associados, CAGNIN, Antonio Luiz. Os quadrinhos. São Paulo: Ática, CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. Petrópolis: Vozes, A linguagem dos quadrinhos. Petrópolis: Vozes, ed. DELIBERADOR, Luzia M. Yamashita e LOPES, Mariana Ferreira. Mídia Educação e a formação cidadã: análise das oficinas de rádio da escola municipal Olavo Soares Barros de Cambé PR. Anais do XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. FANTIN, Mônica. Mídia-Educação: conceitos, experiências, diálogos Brasil-Itália. Florianópolis: Cidade Futura, FONSECA, Cláudia Chaves. Os meios de comunicação vão à escola? Belo Horizonte: Autêntica FREINET, Célestin. As Técnicas Freinet da Escola Moderna. Lisboa: Editorial Estampa O Jornal Escolar. Lisboa: Editorial Estampa, LOPES, Mariana Ferreira. Mídia Educação e formação cidadã: A oficina de rádio da Escola Municipal Olavo Soares Barros. 2009,113p. Trabalho de Conclusão de Especialização em Comunicação Popular e Comunitária - Universidade Estadual de Londrina. MOYA, Álvaro de. História das histórias em quadrinhos. São Paulo: Brasiliense, ed.. Shazam!. São Paulo: Editora Perspectiva, 1977.

17 17 PROCÓPIO, M.R. O ethos do homem do campo nos quadrinhos de Chico Bento. 2008,120. p, dissertação de mestrado, Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. SILVA, Diamantino da. Quadrinhos para quadrados. Porto Alegre: Editora Bels, VERGUEIRO, Valdomiro (org). Como usar os quadrinhos na sala de aula?. São Paulo: Editora Contexto, 2004., RAMOS, Paulo (org). Quadrinhos na educação: da rejeição à prática. São Paulo: Editora Contexto, VILELA, Túlio. Quadrinhos de aventura. In:, RAMOS, Paulo (org). Quadrinhos na educação: da rejeição à prática. São Paulo: Editora Contexto, 2009, p

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