BRENO ABRANTES ROQUE DE OLIVEIRA CONFECÇÃO DE UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS DE FÍSICA

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1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Curso de Física CONFECÇÃO DE UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS DE FÍSICA Autor: Breno Abrantes Roque de Oliveira Orientador: Dr. Sérgio Luiz Garavelli. BRASÍLIA 2006

2 BRENO ABRANTES ROQUE DE OLIVEIRA CONFECÇÃO DE UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS DE FÍSICA Trabalho apresentado ao curso de graduação em Licenciatura em Física da Universidade Católica de Brasília, como requisito para a obtenção do Título de licenciado em Física. Orientador: Dr. Sérgio Luiz Garavelli TAGUATINGA JUNHO DE

3 CONFECÇÃO DE UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS DE FÍSICA RESUMO Este trabalho teve por finalidade a confecção de uma História em Quadrinhos (H.Q.) com conteúdo específico de Física: gravitação universal. Além disso, pesquisou-se sobre a linguagem da História em Quadrinhos para mostrar as vantagens e limitações de se utilizar esta linguagem como recurso didático e paradidático no ensino de Física, com o intuito de abrir uma nova opção aos professores para abordarem estes conteúdos de forma mais atraente para os alunos. PALAVRAS-CHAVE: Historia em Quadrinhos, Material didático/paradidático. 3

4 1. INTRODUÇÃO Muito se discute sobre o ensino e aprendizagem de física, muitas propostas de modificação na maneira de abordar e ensinar física vêm sendo apresentadas com intuito de melhorar a relação desta disciplina com os alunos que tanto a criticam, segundo Delicozoiv e Angotti A evolução do Ensino de Física tem sido registrada em farta documentação sobre reformulação, proposta, reflexões e críticas, em especial a que consta das Atas do Simpósio Nacional de Ensino de Física, que desde 1970 vem sendo promovida pela Sociedade Brasileira de Física (SBF) (DELIZOICOV e ANGOTTI, 1991 p.17). Temas como Concepções Espontâneas em física, Ensino da Física e Leitura, Experiência de Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) no Ensino Fundamental e Médio e outras publicações didático-pedagógica são exemplos de inovações na abordagem do ensino de Física. Estes assuntos já foram e são amplamente discutidos pela comunidade científica e pelas principais instituições formadoras de professores licenciados nesta disciplina. Existe uma crítica comum para os principais autores que discutem este assunto, o ensino tradicional é ultrapassado. Para Cruz ao dissertar sobre o enfoque CTS destaca que: tradicionalmente as ciências são ensinadas através de suas componentes consideradas de forma separada e fragmentada cita também que as ciências são geralmente ensinadas com escassas referências a respeito das suas aplicações a vida real e de sua relevância a vida pessoal dos alunos (CRUZ, 1997 p. 01). Rincon e Almeida ao dissertarem sobre a leitura na física Escolar afirmam que A tentativa de apresentar o conteúdo de forma mais simples contribui para acentuar a fragmentação do que é ensinado, lembraram também que exigese do estudante a explicitação dos conceitos, a reprodução das leis e, principalmente, o domínio da maneira de operar com a representação matemática (RINCON e ALMEIDA, 1991 p. 07). Por estas e outras críticas acredito que é preciso inovar a maneira de abordar a ciência. É necessário falar de ciência de forma atraente e diferenciada; é preciso chamar atenção dos alunos, pegá-los pelo coração. Tendo em vista este problema, pode-se perguntar, como é possível adequar estas novas abordagens ao ano letivo e à realidade escolar? Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN 1999 e PCN+ 2002), o conhecimento de física na escola ganhou novos rumos, a idéia é dar formação geral, ou seja, o ensino deve contribuir para a formação de um cidadão com cultura científica suficiente para entender os fenômenos que o circunda. Podemos citar também a necessidade de integrar os alunos à escola. Essa questão deve ser analisada pelos educadores de cada escola, pois para cada uma existe uma realidade social diferente, por este motivo as novas abordagens são bem aceitas. 4

5 Fazer com que o aprendiz se interesse pela física, é uma tarefa árdua. Esta tarefa pode ser mais facilitada se for feita por meio das novas abordagens, leitura, material paradidáticos como PEC, análise de conceitos vinculados por diferentes meios de comunicação, aplicação de projetos pedagógicos e outros. Segundo os autores Carvalho, Vannucchi, Barros, Gonçalves e Rey ao dissertarem sobre ciência no ensino fundamental ressaltaram que A relação entre aula de ciência e a língua portuguesa também pode ser feita quando o professor propõe aos alunos a leitura de materiais paradidáticos que tratem do tema estudado na aula de ciência (CARVALHO, VANNUCCHI, BARROS, GONSALVES e REY, 1998 p. 25). Fazer com que o aluno leia materiais que envolvam ciência pode ser muito importante, mas isso não é tão simples assim, para a maioria dos alunos a leitura de livros e manuais de física é visto como uma atividade cansativa e chata, sendo necessário que aproxime esta leitura do cotidiano do leitor para que o mesmo tome gosto por ela e se acostume com conceitos abstratos da física. Qual a relação que a leitura tem com o ensino fundamental e médio do ensino de ciências sem falar na importância do aprendizado da nossa língua mãe? Se a física for bem explorada no ensino fundamental de ciências através de outras linguagens menos complexas que a Matemática, pode-se facilitar o envolvimento futuro destes alunos com a física no ensino médio, se este hábito começar no ensino fundamental, por meio de leitura de materiais paradidáticos que chame a atenção do aluno, o leitor estará apto a aceitar mais cedo a leitura e interagir de forma prazerosa com os conceitos físicos. Além da leitura podemos utilizar outros meios para ensinar física, utilizar imagens por exemplo pode ser muito proveitoso, a imagem tem uma importância primordial no processo emocional. Santos e Trivelato (2003) mostram que 80% dos estímulos que recebemos estão ligados à visão, a imagem também pode assumir papel importantíssimo sobre a opinião pessoal, pois se cria um efeito lúdico sobre aquilo que se observa, por este motivo achamos que nossos olhos jamais nos enganarão. A História em Quadrinhos (H.Q.) possue as linguagens gráfico-visual e leitura. Ela pode ser utilizada como material didático, aliás esta idéia não é nova. Usar imagens desenhadas para informar é milenar. A história mostra que há quase 40 mil anos os primeiros desenhos realizados pela humanidade foram as pinturas rupestres. Elas foram utilizadas por tribos primitivas para relatar seu cotidiano às novas gerações. Outro exemplo muito conhecido é o conjunto de quadros que contam a Paixão de Cristo, isto prova o caráter de comunicação universal das H.Q. Para Guimarães esta idéia de que o uso de imagens não abstratas, em particular da H.Q., é uma forma de comunicação universal vem de longa data, e tem sido largamente utilizada (GUIMARÃES, 2002 p. 02). Will Eisner, grande quadrinista norte americano, utilizou as H.Q. para produzir manuais para o exército dos EUA na segunda guerra mundial, o exército americano 5

6 considerou esta idéia uma solução eficaz, já que os manuais em forma de H.Q. facilitaram para ensinar os soldados, pessoas simples, de pouca formação, a manusear e cuidar dos vários equipamentos entregues à sua responsabilidade. Esta idéia se mostrou tão eficiente que levou o quadrinista a trabalhar com estes manuais educativos para empresas e organizações. Estes exemplos mostram que as H.Q. têm grande potencial como material didático e paradidático. No Brasil atualmente estas idéias são muito discutidas tendo como fruto trabalhos de graduação teses e dissertações. Sabendo do potencial das H.Q., este trabalho visou elaborar uma H.Q. com conceitos físicos para o público infanto-juvenil, podendo ser usado como material didático ou paradidático abrindo assim uma nova forma de abordar o ensino de física. Partindo daí, as H.Q. podem apoiar o desenvolvimento de um futuro leitor e iniciá-lo no raciocínio físico. E por que não ler uma revista que contenha histórias com conceitos de Física? 2. MATERIAIS E MÉTODOS Os desenhos da H.Q. Gravitação Universal foram feitos em folhas tamanho A-4, que cortadas, perfuradas e montadas em uma espiral toma aparência de uma pequena revista, eles estão também diagramados digitalmente como mostra o anexo. Por enquanto os desenhos estão em preto e branco, se necessário for serão coloridos para serem utilizados como material didático-pedagógico. A H.Q. Gravitação Universal apresenta histórias onde os conceitos físicos aparecem com o desenrolar dos fatos, não há narração, diferente de algumas revistas em quadrinho elivros como, Introdução Ilustrada à Física (1994) e Números Negativos (1992), onde os personagens explicam a teoria ou apenas ilustram as equações e conceitos, não existe estória propriamente dita. 6

7 2.1. Linguagem e História em Quadrinho Para confeccionar uma H.Q. é importante defini-la, Guimrães cita que: História em Quadrinhos é a forma de expressão artística que tenta representar um movimento através do registro de imagens estáticas. Assim, é História em Quadrinhos toda produção humana, ao longo de toda sua História, que tenha tentado narrar um evento através do registro de imagens, não importando se esta tentativa foi feita numa parede de caverna há milhares de anos, numa tapeçaria, ou mesmo numa única tela pintada. Não se restringe, nesta caracterização, o tipo de superfície empregada, o material usado para o registro, nem o grau de tecnologia disponível. Engloba manifestações na área da Pintura, Fotografia, Desenho de Humor como a charge e o cartum, e até algumas manifestações da escrita. (GUIMARÃES, 2002 p. 02). Através deste conceito e possível afirmar que as H.Q. já fazem parte da cultura humana, e que podem ser vistas como uma maneira de se comunicar ou se expressar artisticamente, ou seja, é um tipo de linguagem. Para que as H.Q. sejam criadas é necessário a construção de um universo ficcional que segundo Guimarães é fruto da simulação interna do cérebro do autor para representar a realidade, e pode ser transmitida através da comunicação e materializada por meio de uma linguagem específica que segue regras e códigos também específicos. (GUIMARÃES, 2002 p. 06) Segundo as afirmações de Guimarães estes códigos e regras devem ser respeitados pelo autor, pois se assim não for, a cumplicidade do espectador com o universo ficcional do autor pode ser comprometida (GUIMARÃES, 2002 p.07), e que as principais regras e códigos são: Representação de Imagem, Representação do Movimento, Representação dos Sons e Encadeamento de Imagem. Estilização da imagem: é o estilo de como uma imagem da natureza pode ser representada através de desenho. Uma imagem real captada pelos olhos, possui detalhes muito complexos para ser representado através de desenho, logo é necessário fazer simplificações, e é ai que entra o estilo do autor. A estilização mais comum no desenho e também nas H.Q. publicadas em preto branco e na maioria das H.Q. coloridas é a utilização de traço bem definido para delimitar o contorno dos objetos e figuras representados, que pode se constatar na Figura 1 (a). Representação do movimento: é a representação do movimento através de imagem ou imagens estáticas. Quando se usa uma única imagem estática para representar o 7

8 movimento pode-se usar vários recursos, como a deformação de folhas e galhos de uma árvore sob ação do vento, a inclinação de um corpo para indicar que está correndo, a alteração das dobras das roupas. Outro recurso muito usado é o das linhas de ação que pode ser vista na Figura 1 (b). Uma linha de ação é um traço representado fisicamente no desenho indicando a trajetória de um objeto. É necessário entender que estas linhas de ação não têm existência física na paisagem, apenas representam o movimento. Representação dos sons: é a tentativa de representar o som do universo ficcional do autor através da linguagem escrita. Para isso é comum o uso de balões, explícitos na Figura 1 (b) delimitando esta escrita apontando para as fontes sonoras. É importante lembrar que esses balões não têm existência física. (a) (b) Figura 1: Estilização da imagem, representação do movimento e representação dos Sons. Encadeamento de imagens: é a representação de um movimento mais complexo através de uma seqüência de imagens. É muito comum nas H.Q., o autor decompor uma cena em um determinado número de imagens estáticas colocadas em seqüência, separadas, normalmente dentro de quadros, como os da Figura 2, seguindo a mesma convenção da leitura de textos escritos usados no mundo ocidental: da esquerda para a direita e de cima para baixo. 8

9 Figura 2: Encadeamento de imagens Metalinguagem e História em Quadrinhos Metalinguagem segundo o dicionário É a linguagem utilizada para descrever outra linguagem. Nas H.Q. a metalinguagem e definida por Guimarães como recurso, utilizado por um autor, de expor códigos e regras da linguagem utilizada na realização de sua obra, através alteração de suas convenções (GUIMARÃES, 2002 p. 10). Estes recursos são descritos por ele como: alteração no sentido da leitura, extrapolação do enquadramento, materialização dos códigos e interlocução entre personagem e espectador. Alteração no sentido de leitura: consiste na mudança no sentido de leitura dos quadrinhos que normalmente no ocidente vai da esquerda para a direita. Alguns autores, no entanto, por vários motivos, alteram o sentido de leitura, e para isso precisam dar algum tipo de indicação ao espectador para que ele possa fazer a leitura no sentido correto. Esta mudança no sentido de leitura leva o espectador a ficar consciente de um elemento da linguagem que normalmente passa despercebido. No caso da Figura 3 ocorre a alteração da leitura devido à posição dos personagens. Materialização dos códigos: quando os códigos que são delimitados pelos balões ganham existência material para os personagens da H.Q. Figura 4 (a). São vários os exemplos: o personagem que se segura na linha superior do quadro para fugir de um perigo; o uso do balão de fala como um balão de gás para flutuar e etc. 9

10 Figura 3: Alteração no sentido da leitura. Extrapolação do enquadramento: quando o personagem desenhado extrapola os limites do enquadramento que não tem existência física. Esta extrapolação tem o intuito de destacar a imagem e deixá-la bem definida para o expectador, pode ser visto na Figura 4 (b). (a) Figura 4: Materialização dos códigos e extrapolação do enquadramento. (b) 10

11 Interlocução entre personagem e espectador: quando o personagem adquirir a consciência de que é um personagem de quadrinho e interage diretamente com o interlocutor ou próprio autor. como na Figura 5. Figura 5: Interlocução entre personagem e expectador 3. RESULTADO E DISCUSSÔES 3.1. História em Quadrinhos Linguagem Universal e Recurso Didático-Pedagógico Uma das potencialidades das H.Q. é a sua universalidade, segundo pesquisa realizada por Calazans (2006), esta linguagem é utilizada em todo mundo, no Brasil conhecemos como Gibi, significa moleque negrinho e indica os jornaleiros que vendiam jornais com H.Q., nos EUA Strip Comics, no Japão Mangá, na Itália Fumeti. Cada país possue sua característica, o importante é que essa linguagem já é bem aceita em toda midiosfera global. Depois de visitar vários países fazendo levantamento bibliográfico para sua pesquisa, Calazans, pode concluir que aparentemente não existiam títulos específicos de teoria da H.Q. como recurso didático-pedagógico, por este motivo ele se sentiu sensibilizado em pesquisar e escrever sobre este assunto e formulou varias maneiras de se utilizar as H.Q. 11

12 como recurso didático, abrindo um leque extenso sobre como fazer isso. São idéias inovadoras como: montagem de Gibiteca com apoio da comunidade e dos próprios alunos com o intuito de iniciar o aluno a leitura, abordagens de teorias científicas (radiotividade criando mutações genéticas como os X-Men, Hulk, Homem Aranha), a H.Q. do Chico Bento (Turma da Mônica) pode se utilizado para ensinar português fazendo com que os alunos corrijam os erros das falas caipirescas do personagem, produção de quadrinhos com o objetivo direto paradidático ou didático e assim por diante. Percebe-se então que essa universalidade e aceitação das H.Q. podem ser a porta de entrada para aproximar dos alunos várias áreas do conhecimento como: Artes Plásticas através de produção de Gibi, Português na aproximação da leitura ou na criação de roteiros para novas H.Q., Meio Ambiente utilizando Gibis com este enfoque, ciência em geral (Física, Biologia, Química, Matemática) através de leitura de Gibis produzidos com o intuito de ensinar estas ciências ou produção destes Gibis e muitas outras áreas do conhecimento. Um exemplo de se abordar ciências com H.Q., já vem sendo realizado na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Caruso, Carvalho e Silveira (2002) apresentam uma proposta de ensino de ciência a partir das H.Q., contando com a participação de pesquisadores, professores, licenciandos e alunos do ensino médio através de oficinas de Educação de Ciências através de História em Quadrinhos (EDUHQ). Estes autores justificam este projeto pela pedagogia Bachelardiana tendo como centro O ato criativo e a dinâmica articuladora da ciência, da poética e das artes (BACHELARD apud CARUSO, 2002). Eles trazem também como justificativa a necessidade de ensinar ciência para todos os alunos e citam que: É fato comprovado que, em disciplinas tais como Física, Química, Biologia e Matemática, grande parte dos alunos do ensino médio tem medo destas disciplinas, não alcançando rendimento satisfatório, o que eleva às taxas de repetência e de evasão escolar, engrossando as fileiras dos excluídos social e culturalmente. Entretanto, ao se procurar um material didático que possa atender as especificidades e necessidades reais desses alunos, pouco se encontra, tornando ainda mais difícil qualquer mudança significativa nesse quadro. (CARUSO,CARVALHO e SILVEIRA, 2002 p. 04). Para isso defendem também este projeto como uma adequação do material didático. Nas oficinas do EDUHQ os alunos são estimulados a desenvolverem tirinhas com conteúdos referentes a ciência fazendo com que ele reflita e aprenda o conceito abordado através de suas próprias deduções e sempre que precisa recorre ao professor, estas tirinhas abordam diversos temas da Física como podemos ver nas tirinhas da Figura 6. 12

13 Figura 6: Tirinha do EDUHQ. Retirada do site: http//:www.cbpf.br/eduhq Pode-se perceber que a idéia de inovar a abordagem de Física usando H.Q. já é um fato concreto aqui no Brasil, as propostas de ensino feitas por Flavio Calazans e o projeto EDUHQ são exemplos claros disso e seguem a mesma linha de raciocínio. A produção da H.Q. Gravitação Universal, fruto deste trabalho, também aponta para a mesma direção, quer sendo utilizada como recurso didático-pedagógico direcionado ao ensino de Física, quer como estímulo aos leitores infanto-juvenis a gostarem desta disciplina Limitações no Uso das História em Quadrinhos Como Recurso Didático-pedagógico Um dos problemas levantados no uso das H.Q. nas escolas como material didáticopedagógico é o despreparo dos professores com relação à maneira de usar este material em sala de aula e a falta de conhecimento sobre este tipo de linguagem. 13

14 Para alguns estudiosos não é certo dizer que pelo fato deste tipo de linguagem ser bem aceita ela é bem compreendida e fácil de se trabalhar. Guimarães ao pesquisar sobre este assunto cita que um número considerável de estudiosos prega que a História em Quadrinho é uma linguagem que necessita ser formalmente ensinada (GUIMARAES, 2002, p. 07). Exatamente por este mesmo motivo Flávio Calazans montou um programa de curso voltado para professores interessados em utilizar as H.Q. como recurso auxiliar de aprendizagem e ressalta que: Há critérios para julgar o livro de H.Q. paradidática antes de adotar o material, um estudo preliminar faz-se necessário: 1) um requisito da H.Q. didática é que deve haver drama, verbo, ação, movimento, um colorido rico em todas as páginas, os personagens devem prender a atenção do leitor, ser entretenimento que eduque, linguagem acessível; 2) caso haja longos discursos, ilustrações de processos muito detalhadas descritivas sem narrativa- por duas ou três páginas, ou balões com mais de sete linhas, tal material será cansativo e entediante, afastando e desmotivando o aluno; 3) é necessário captar o interesse e reproduzir a signagem, a Gestalt, o visual a estética e ritmo narrativo ao qual os alunos estão habituados em sua leitura espontânea.(calazans, 2006, p. 11) Essa preocupação é importante, a utilização das H.Q. nas escolas não deve ser feita só pelo fato de que é uma linguagem universal de fácil acesso aos estudantes, divertida e estimulante, não deve ser encarada como a nova onda, é importante ficar claro que ela está sendo defendida como mais uma forma diferenciada de se trabalhar em sala de aula como material paradidático. É necessário que os professores queiram trabalhar com este tipo de linguagem e estejam empenhados em se preparar para utilizá-la. A escola precisa de mudanças, para isso existe inúmeras formas de se trabalhar além da forma tradicional, o uso das H.Q. deve ser visto como mais uma opção aos professores. 4. CONCLUSÕES Como se pode verificar em anexo foi possível confeccionar a H.Q. Gravitação Universal. Logicamente existem limitações artísticas com relação aos desenhos e diagramação devido a pouca experiência artística e de conhecimento desta linguagem por 14

15 parte do autor. Melhorias ainda podem ser feitas colorindo ou refazendo os desenhos manualmente ou através de softwares específicos para isso. O mais importante é que foi possível abordar de maneira diferenciada a Gravitação Universal, um conteúdo específico da Mecânica através da linguagem H.Q., e refletir sobre a sua utilização como material didático-pedagógico. Como ficou demonstrado no trabalho esta não é uma idéia nova. Mas, no Brasil existem poucas pesquisas teóricas e muito poucas que partiram também para a prática e discussão dos resultados. Existem ainda muitas perguntas a serem respondidas. Será que realmente a H.Q. possue toda essa potencialidade universal e estimulante para os jovens, diante de tantas outras opções tecnológicas? É mesmo necessário conhecer a fundo a linguagem das H.Q. para utilizá-la como material didático? É possíveis aprender de maneira profunda, conteúdos complexos da Física com uso de H.Q.? Por estas e outras perguntas é necessário aplicar a H.Q., Gravitação Universal como material didático-pedagógico e verificar os aspectos positivos e negativos da utilização desta nova linguagem na prática. Este seria um passo seguinte a este trabalho. Uma boa opção seria levar varias cópias desta H.Q. para uma escola e pedir para que os alunos realizem a leitura em casa e posteriormente fosse realizado um debate confrontando as idéias dos alunos sobre o assunto abordado na H.Q. e a teoria passada pela H.Q., e por fim, perguntando aos alunos se a leitura foi agradável e interessante. Pode-se também disponibilizar este material na Internet para facilitar o acesso dos alunos. Uma outra opção seria utilizar a mesma proposta do Projeto já citado neste trabalho, EDUHQ, o professor apresentaria aos alunos a H.Q. Gravitação Universal, estimulando-os a criarem suas próprias tirinhas sobre o conteúdo. Enfim, dependendo da criatividade e da possibilidade de cada professor é possível usar este material de várias maneiras. 5. AGRADECIMENTOS H.Q. Ao professor Dr. Sérgio Luiz Garavelli, pela orientação e dedicação. Ao professor Dr. Elio Carlo Ricardo, pela atenção no apoio à parte escrita. E ao professor Newton Scheufler pela colaboração no desenvolvimento da 15

16 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CALAZANS, Flávio M. A. Midiologia das Historias em Quadrinhos Como Recurso Didático. São Paulo, Pesquisa em andamento - UNESP, São Paulo; CARUSO, Francisco; CARVALHO, Miriam; SILVEIRA, Maria Cristina. Uma Proposta de Ensino e Divulgação de Ciência Através dos Quadrinhos. ln: ICSU Conference on science and Mathematics Education. 2002, Rio de Janeiro. Instituto de Física da UERJ, p.. Ensino não Formal no Campo da Ciências Através dos Quadrinhos. Instituto de Física da UERJ p. CARVALHO, Ana. M. P;VANUCCHI, Adréa I.; BARROS, Marcelo A; GONÇALVES, Maria E. R.; REY, Renato C.Ciência No Ensino Fundamental O Conhecimento Físico. São Paulo: Scipone CRUZ, Sonia M. S. C. de Souza. O EVENTO ACIDENTE DE GOIÂNIA: EXPERIÊNCIA DE CTS NO ENSINO FUNDAMENTAL. Santa Catarina p. DELIIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André. Física. 1 a ed. Cortes Editora GONICK, Larry; HUFFMAN, Art. Introdução ilustrada à física. 2. ed. São Paulo: Harbra GUIMARÃES, Edgard. Linguagem e Metalinguagem na Historia em Quadrinhos. In: XXV CONGRESSO ANUAL EM CIÊNCIA DA COMUNICAÇÃO Bahia. Instituto Tecnológico de Aeronáutica ITA p.. O Aprendizado da Historia em Quadrinhos. Bahia, In: V Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom. 2002, Bahia. ITA 2002 IMENES, Luiz M. P; JAKUBOVICK, José; LELLIS Marcelo C. Números Negativos. 1ª ed. São Paulo: Atual p. LITERATURA GRÁFICO VISUAL: Apresenta dissertação sobre o tema. Produzido por Lien Ribeiro Borges. Desenvolvido pela Universidade de São Paulo. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/nucleos/nphqeca/agaque /ano3/numero2/agaquev3n2_1.htm> Acesso em: 16 mai

17 MAURICIO DE SOUSA PRODUÇÔES. Cebolinha. São Paulo: Globo, n. 100, abr MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO.Parâmetros curriculares nacionais para o ensino médio. Brasília/D.F. : MEC Secretaria de Educação Média e Tecnológica (SEMTEC), MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Parâmetros curriculares nacionais para o ensino médio PCN+ Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais - Ciências Humanas e suas Tecnologias. Brasília/D.F: MEC Secretaria de Educação Média e Tecnológica (SEMTEC), QUADRINHOS. Apresenta textos e estórias em quadrinhos que explicam como desenvolver uma revista em quadrinho. Disponível em: <http://www.escola24h.com.br/salaaula/estudos/portugues /203_quadrinhos/?cod_aula=3433>. Acesso em: 16 mai RICON, Alan E.; ALMEIDA, Maria J. P. M. Leitura: Teoria e Prática:Ensino da Física e Leitura. São Paulo: [s.n.] p. SANTOS, Cynthia; SILVA, Trivelato. Telecurso 2000 Ensino Médio Biologia Volume 2. 1ª ed. Rio de Janeiro: Globo p. 17

18 ANEXO 18

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A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático.

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