CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II"

Transcrição

1 CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DOS LUCROS OU PREJUÍZOS Prof. Emanoel Truta

2 Conceito de Lucros Acumulados Corresponde ao lucro do exercício mais o saldo de lucro remanescente não destinado de ano(s) anterior(es); Origina-se dos lucros retidos que não foram distribuídos aos acionistas, destinados para reservas ou para aumento de capital e para outros fins; Para as companhias de capital aberto todo o lucro deve ser distribuído ou destinado para reservas, conforme Lei das S/As NOTA: Os prejuízos acumulados corresponde aos resultados negativos acumulados por vários períodos.

3 Legislação Aplicável Artigo 176 e 186 da Lei 6404/1976; Pronunciamento Técnico CPC 26 e NBC TG 26; Poderá ser substituída pela Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL);

4 Conceito Demonstra as alterações ocorridas nos lucros ou prejuízos acumulados em um determinado período; Objetivo Evidenciar o lucro líquido do exercício e sua destinação os ajustes contábeis relativos a exercícios anteriores, as reversões e as constituições de reservas, dividendos pagos, parcela incorporada ao capital, bem como os saldos da conta Lucros ou Prejuízos Acumulados no inicio e no final do período de reporte;

5 Estrutura da DLPA Lei 6.404/1976 Deve ser estruturada de acordo com o Art. 186 da Lei 6404/1976 da seguinte forma: Art. 186: A demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados discriminará: O saldo do início do período, os ajustes de exercícios anteriores e a correção monetária do saldo inicial; As reversões de reservas e o lucro líquido do exercício; As transferências para as reservas, os dividendos, a parcela incorporada ao capital e o saldo ao fim do período;

6 Estrutura da DLPA Lei 6.404/1976 Art. 186: A demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados discriminará: 1º Como ajustes de exercícios anteriores serão considerados apenas os decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil, ou da retificação de erro imputável a determinado exercício anterior, e que não possam ser atribuídos a fatos subseqüentes. 2º A demonstração de lucros ou prejuízos acumulados deverá indicar o montante do dividendo por ação do capital social e poderá ser incluída na demonstração das mutações do patrimônio líquido, se elaborada e publicada pela companhia.

7 Saldo em 31/12/2014 (+/-) Ajustes de exercícios anteriores (+) Reversão de Reservas DESCRIÇÃO (+/-) Lucro ou Prejuízo Líquido do Exercício (=) Lucro Total Disponível (-) Transferência para Reservas Reserva Legal Reserva Estatutária Reserva p/contingências Reserva de Lucros a realizar (-) Dividendos propostos (-) Parcela do lucro incorporada ao Capital Social Saldo em 31/12/2015

8 Ajustes de Exercícios Anteriores São decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil (política contábil) ou da modificação de erro imputável a determinado exercício anterior e que não possam ser atribuídos a fatos subsequentes Mudança de critério (política)contábil: decorre de mudanças visando melhor refletir a posição patrimonial e financeira da entidade. Exemplos: mudança no método de avaliação dos estoques PEPS para custo médio, mudança no método de avaliação de investimentos Custo para MEP, etc. Retificação de erro: refere-se a erros de exercícios anteriores, como omissão de lançamentos, erros de cálculo, erro na avaliação de ativos e passivos, etc.;

9 Exemplo 1 - Ajustes de Exercícios Anteriores: No ano de 2014 a Cia. ABC apurou de forma indevida o ICMS sobre vendas, resultando em diferença a recolher, neste tributo. A contabilidade registrou $ de ICMS sobre vendas no período. Entretanto, após o fechamento do balanço, foi identificado que os valores do ICMS sobre vendas deveriam ter sido $ Como o diário já foi arquivado na junta comercial, não sendo mais possível lançamento retroativos na contabilidade, a empresa deve realizar um ajuste de exercícios anteriores no inicio de Desconsiderar a diferença do ICMS sobre vendas no valor dos tributos sobre o lucro, neste caso. Contas Débito Crédito Lucros Acumulados (PL/Lucros Acumulados/Ajust. Exerc. Anteriores) ICMS a recolher (Passivo Circulante)

10 Reversão de Reservas Refere-se a parcelas do lucro que foram destinadas para certos fins específicos (Reservas), mas que podem ser reincorporadas ao lucro em exercícios futuros, caso deixem de existir os motivos que justificaram a sua constituição Exemplos: Reservas para Contingências e Reservas de Lucros a realizar.

11 Lucro (Prejuízo) Líquido do Exercício Lucro (prejuízo) líquido do exercício é o resultado do exercício que remanescer depois de deduzidas as participações no lucro; Refere-se ao resultado líquido do período apurado na DRE que será transferido para a conta Lucros (Prejuízos) Acumulados no final do período; Segundo o Art. 189 da Lei 6.404/1976, do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para o Imposto sobre a Renda; O prejuízo do exercício será obrigatoriamente absorvido pelos lucros acumulados, pelas reservas de lucros e pela reserva legal, nessa ordem (Parágrafo único, art. 189, Lei das S.As).

12 Transferência para Reservas Refere-se as parcelas do lucro destinado para constituição de reservas, seja por determinação legal ou por proposta da administração da companhia; As reservas de lucros são: Reserva Legal; Reservas Estatutárias; Reservas para Contingências; Reservas de Incentivos Fiscais; Reserva de Retenção de Lucros (orçamentária, para expansão, etc.); Reserva de Lucros a Realizar; Etc.

13 Reserva Legal Do lucro líquido do exercício 5% serão aplicados, antes de qualquer destinação na constituição de Reserva Legal, que não excederá 20% do Capital Social; A companhia poderá deixar de constituir a reserva legal no exercício em que o saldo dessa reserva, acrescido do montante das reservas de capital, exceder de 30% (trinta por cento) do Capital Social; Visa assegurar a integridade do capital social e somente poderá ser utilizada para compensar prejuízos ou aumentar o capital;

14 Exemplo 1 Reserva Legal: A Cia. ABC apurou um lucro líquido de $10.000, calcule a reserva legal, sabendo que o capital social da empresa é de $ Limite Reserva Legal = x 20% = Reserva Legal = x 5% = 500 Contas Débito Crédito Lucros Acumulados (Patrimônio Líquido) 500 Reserva Legal (PL/Reservas de Lucros) 500

15 Exemplo 2 Reserva Legal: A Cia. ABC apurou um lucro líquido de $10.000, calcule a reserva legal, sabendo que o Patrimônio Líquido da empresa antes do resultado é o seguinte: Capital Social $ Reserva Legal $7.700 Total $ Cálculo Reserva Legal Valor Lucro do exercício Percentual 5% Valor a ser destinado p/r. legal 500 Limite RL: X 20% Saldo anterior R. Legal (7.700) Valor a ser destinado p/ R. Legal 300 Contas Débito Crédito Lucros Acumulados (PL) 300 Reserva Legal (PL/Reservas de Lucros) 300

16 Exemplo 3 Reserva Legal: A Cia. ABC apurou um lucro líquido de $10.000, calcule a reserva legal, sabendo que o Patrimônio Líquido da empresa antes do resultado é o seguinte: Capital Social $ Reservas de Capital $ Reserva Legal $1.000 Total $ Cálculo Reserva Legal Valor Lucro do exercício Percentual 5% Valor a ser destinado p/r. legal 500 1º Limite RL: x 20% º Limite RL: x 30% Saldo anterior R. Legal + R. de capital (14.000) Valor a ser destinado p/ R. Legal 0

17 Reservas Estatutárias São reservas previstas nos estatutos da empresa; O estatuto deve indicar de modo preciso a sua finalidade e os critérios para determinar a parcela anual dos lucros líquidos que serão destinados para sua constituição, bem como seu limite máximo; Exemplo1: A Cia. ABC apurou um lucro de $ no exercício. No estatuto da empresa está previsto a constituição de reservas estatutárias com base em 15% do lucro líquido de cada período. Reserva Estatutária = x 15% = Contas Débito Crédito Lucros Acumulados Reserva Estatutária (PL/Reserva de Lucros) 1.500

18 Exemplo2 Reserva Estatutária: A Cia. ABC apurou um lucro de $ no exercício. No estatuto da empresa está previsto a constituição de reservas estatutárias com base em 15% do lucro líquido de cada período. Antes da apuração do resultado a sociedade apresentava o seguinte Patrimônio Líquido: Capital Social $ Cálculo das Reservas Valor Prejuízos Acumulados $(2.000) Total $ Lucro do Exercício Contas Débito Crédito Lucros Acumulados (PL) Reserva Legal (PL) 400 Reserva Estatutária (PL) (-) compensação de prejuízos (2.000) Base de cálculo das reservas Limite Reserva Legal: x 20% Reserva Legal: x 5% 400 Reserva Estatutária: x 15% 1.200

19 Reserva para Contingências Parte do lucro líquido destinado à formação de Reserva com a finalidade de compensar, em exercício futuro, a diminuição de lucros decorrente de perda julgada provável, cujo valor possa ser estimado; A proposta da administração deverá indicar a causa da perda prevista e justificar, com as razões de prudência que a recomendem, a constituição de reserva; Deve ser revertida no exercício em que deixarem de existir as razões para sua constituição ou em que ocorrer a perda;

20 Exemplo 1 - Reserva para Contingências: A Cia. ABC apurou um lucro liquido no valor de $ no ano de A Administração da companhia resolveu destinar 50% do lucro líquido para a constituição de reserva para contingências devido a possibilidade de perdas no ano de 2015 oriundas da recessão econômica. 2014: Constituição da Reserva para contingências = x 50% = Contas Débito Crédito Lucros Acumulados (PL) Reservas para contingências (PL/Reserva de Lucros) : Reversão da Reserva para Contingências Contas Débito Crédito Reserva para contingências (PL/Reserva de Lucros) Lucros Acumulados (PL) 5.000

21 Reserva de Incentivos Fiscais A assembleia geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, destinar para reserva de incentivos ficais a parcela do lucro líquido decorrente de doações ou subvenções governamentais para investimentos, que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório (Art. 195-A, LSA); O prêmio obtido na emissão de debêntures não será computada na determinação do lucro real desde que seja registrada em reserva de incentivo fiscal, conforme Lei /2014; O registro dessas transações devem ser realizadas inicialmente no resultado do exercício e posteriormente registradas na reserva de lucro específica;

22 Exemplo 1 - Reserva de Incentivos Fiscais: A Empresa X, em 31/12/2010, apurou lucro após o IRPJ e a CSLL no valor de $23.000, sabendo-se que, no período, houve o registro de receitas de subvenções (incentivos fiscais) no montante de $ Constitua a reserva de incentivos fiscais para o período. Transferência do resultado do exercício para lucros acumulados: Contas Débito Crédito Resultado do Exercício (ARE) Lucros Acumulados (PL) Constituição da reserva de incentivo fiscal: Contas Débito Crédito Lucros acumulados (PL) Reserva de Incentivos Fiscais (PL/Reserva de lucros) 2.000

23 Reserva de Retenção de Lucros (orçamentária ou para expansão) Parcela do lucro líquido poderão ser retidas para expansão da empresa quando previstas em orçamento de capital aprovado pela Assembleia Geral; O orçamento aprovado deverá compreender todas as fontes de recursos e aplicação de capital, fixo ou circulante, e poderá ter duração de até 5 exercícios, salvo no caso de execução, por prazo maior, de projeto de investimento;

24 Exemplo - Reserva de Retenção de Lucros (orçamentária ou para expansão): A Cia. ABC apurou um lucro de $ e os órgãos da administração propuseram destinar $3.000 para reserva de retenção de lucros, com o objetivo de expandir a fábrica da empresa nos próximos anos. Contas Débito Crédito Lucros Acumulados (PL) Reserva de retenção de lucros (PL/Reservas de Lucros) 3.000

25 Reservas de Lucros a Realizar Refere-se a parte do Lucro Líquido que ainda não foi realizada financeiramente, ou seja, que ainda não foi recebido; Poderá ser deduzida do Lucro Líquido do exercício, sendo revertida (somada ao lucro) em exercícios futuros, em que houver realização financeira; A Lei das S.As admite essa reserva no exercício em que o montante de dividendo obrigatório ultrapassar a parcela realizada do lucro líquido do exercício. Neste caso, a parcela que ultrapassou a parcela realizada poderá ser destinada à constituição de Reserva de Lucros a Realizar;

26 Reservas de Lucros a Realizar (continuação) Considera-se realizada a parcela do lucro líquido que exceder a soma dos seguintes valores: o resultado positivo da equivalência patrimonial; o lucro, rendimento ou ganho líquidos em operações ou contabilização de ativo e passivo pelo valor de mercado, cujo prazo de realização financeira ocorra após o termino do exercício social seguinte;

27 Exemplo 1 Reserva de Lucros a Realizar: O Lucro da Cia. ABC foi de $3.000, gerando um dividendo obrigatório de $900. Contudo, no período apenas $835 do lucro foi realizado, uma vez que $2.165 foram resultantes de receitas equivalência patrimonial (lucro não realizado). Neste caso, qual o valor do lucro a ser destinado para reserva de lucros a realizar no período? Lucro do período : $3.000 (-) Receita de Equivalência $2.165 Lucro Realizado $835 Dividendos obrigatório ($900) Valor a ser destinado para Reserva de lucros a realizar $65 Contas Débito Crédito Lucros Acumulados (PL) 65 Reserva de Lucros a Realizar (PL/Reservas de lucros) 65

28 Dividendos Refere-se a parte do lucro que se destina aos acionistas de uma companhia; O estatuto da companhia poderá determinar o dividendo como porcentagem do lucro ou do Capital Social; A Lei das S.As prevê o pagamento do dividendo mínimo obrigatório com o objetivo de proteger os acionistas, sobretudo os minoritários. Por esta razão parte do lucro deve ser destinado para o pagamento de dividendos aos acionistas; No caso do estatuto ser omisso, os acionistas têm direito a receber como dividendo obrigatório metade do Lucro Líquido Ajustado;

29 Cálculo do Lucro Líquido Ajustado e do Dividendo Mínimo Obrigatório Lucro líquido do exercício (-) Prejuízos acumulados (-) Destinação para reserva legal (-) Destinação para reserva de contingências (+) Reversão da reserva de contingências (=) Base de cálculo do dividendo obrigatório (Lucro líquido ajustado) (x) % Dividendo obrigatório (50% ou 25%) (=) Dividendo mínimo obrigatório antes da Reserva de lucros a realizar (+) Realização da Reserva de lucros a realizar (-) Destinação para Reserva de lucros a realizar no período (=) Dividendo mínimo obrigatório ( ) Quantidade de ações em circulação (=) Dividendo mínimo obrigatório por Ação Valores

30 Quando a companhia for omissa ou decidir alterar as normas sobre os dividendos, o dividendo obrigatório não poderá ser inferior a 25% do Lucro Líquido Ajustado; Exemplo 1 Dividendos: O estatuto da Cia. ABC estabelece que o dividendo obrigatório é 30% do lucro líquido do exercício. Em 2014 a sociedade apurou um lucro de $ Dividendos = x 30% = Contas Débito Crédito Lucros acumulados (PL) Dividendos propostos a pagar (PC)

31 Exemplo 2 Dividendos: O estatuto social da Uni S.A não faz qualquer menção ao dividendo obrigatório. Em 2014, a companhia apurou um lucro de $ Calcule o dividendo obrigatório, conforme a Lei das S.As. Descrição Valores 1. Lucro líquido do exercício Reserva Legal ( x 5%) (5.000) 3. Lucro ajustado Dividendo obrigatório ( x 50%) Contas Débito Crédito Lucros acumulados (PL) Reserva legal (PL/Reservas de Lucros) Dividendos propostos a pagar (PC)

32 Parcela do Lucro Incorporada ao Capital Social Por determinação da administração da companhia parte dos lucros poderão ser destinados para aumento de Capital Social; ou Quando os saldos das reservas de lucros, exceto as para contingências, de incentivos fiscais e de lucros a realizar, ultrapassar o Capital Social, a assembleia poderá aplicar o excesso para aumento do Capital Social ou na distribuição de dividendos.

33 Exemplo 1 - Lucro Incorporado ao Capital Social: A Cia ABC no final de 2011 apresentava a seguinte situação em seu patrimônio líquido: Contas Valor (R$) Capital Social Reserva Legal Reserva de retenção de lucros Total do Patrimônio Líquido Os acionistas, por ocasião da assembleia anual, decidiram que o excesso de lucros em reservas deverá se destinado para aumento de capital no ano de Contas Débito Crédito Reserva de retenção de lucros ( ) Capital Social (PL) 8.000

34 Fonte: VR HOLDINGS S.A, DOSP, 2012.

35 Fonte: VR HOLDINGS S.A, DOSP, 2012.

36 REFERÊNCIAS ALMEIDA, J. E. F. et al. Contabilidade das pequenas e médias empresas. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, BRASIL. Lei N 6.404/1976. Dispõe sobre as Sociedades por Ações. IUDÍCIBUS, S.; MARTINS, E.; GELBCKE, E. R.; SANTOS, A. Manual de Contabilidade Societária. 2 ed. São Paulo: Atlas, Pronunciamentos Técnicos do CPC. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral. 13 ed. São Paulo: Saraiva, 2013.

37 "Chegará o dia em que teremos de provar ao mundo que a grama é verde." - (G. K. Chesterton)

UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA - SP CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Izilda Lorenzo. Resumo 3

UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA - SP CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Izilda Lorenzo. Resumo 3 UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA - SP CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Izilda Lorenzo Resumo 3 DLPAC Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados Estrutura do DLPAC

Leia mais

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL) CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO Prof. Emanoel Truta Conceito É uma demonstração contábil que visa evidenciar as variações ocorridas em todas as contas que compõem o Patrimônio

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA)

DEMONSTRAÇÃO DOS LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) DEMONSTRAÇÃO DOS LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) Explica os motivos da variação entre o saldo inicial e o final da conta Lucros ou Prejuízos Acumulados. DLPA PATRIMÔNIO LÍQUIDO ------- ------- Lucros

Leia mais

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Emanoel Truta Conceito Demonstrações contábeis são uma representação estruturada da posição patrimonial e financeira e do desempenho

Leia mais

Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados - Roteiro

Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados - Roteiro Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 9 Mutações do Patrimônio Líquido

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 9 Mutações do Patrimônio Líquido 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Mutações do Patrimônio Líquido Tópicos do Estudo Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados nos moldes da Lei das

Leia mais

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 2014 (R$) 949.176.907,56

ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 2014 (R$) 949.176.907,56 ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 1. Informar o lucro líquido do exercício. 949.176.907,56 2. Informar o montante global e o valor por ação dos dividendos,

Leia mais

Tomando como base apenas os dados acima fornecidos, responder as questões 102 a 104:

Tomando como base apenas os dados acima fornecidos, responder as questões 102 a 104: Tomando como base apenas os dados acima fornecidos, responder as questões 102 a 104: Dados da Cia. Comercial Santarém: 1 Balanço Patrimonial de 19x8 e 19x9 19x8 19x9 Disponibilidades 2.000 4.000 Estoques

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO Alunos: Gleidiane Lacerda de Souza Raichelle Piol Professor: Aldimar Rossi RESUMO: O presente trabalho tem a finalidade de falar de Juros sobre capital próprio (JSCP) é uma

Leia mais

Comentários da prova SEFAZ-PI Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova SEFAZ-PI Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo Disciplina: Professor: Feliphe Araújo Olá amigos, Comentários da prova SEFAZ-PI ANÁLISE DA PROVA DE CONTABILIDADE GERAL - SEFAZ-PI Trago para vocês os comentários da prova da SEFAZ-PI realizado no último

Leia mais

REGIMES CONTÁBEIS RECEITAS E DESPESAS

REGIMES CONTÁBEIS RECEITAS E DESPESAS CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA I ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REGIMES CONTÁBEIS RECEITAS E DESPESAS Prof. Emanoel Truta ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Os Elementos das Demonstrações Contábeis

Leia mais

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014 Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas Demonstrações financeiras em IFRS e baseadas nos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC em

Leia mais

IBRACON NPC nº 25 - CONTABILIZAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONSTRIBUIÇÃO SOCIAL

IBRACON NPC nº 25 - CONTABILIZAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONSTRIBUIÇÃO SOCIAL IBRACON NPC nº 25 - CONTABILIZAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONSTRIBUIÇÃO SOCIAL PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS APLICÁVEIS 1. Este pronunciamento tem por objetivo normatizar o tratamento contábil do imposto de

Leia mais

DIVIDENDOS CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA DIVIDENDO OBRIGATÓRIO TÓPICO: DIVIDENDOS DIVIDENDOS

DIVIDENDOS CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA DIVIDENDO OBRIGATÓRIO TÓPICO: DIVIDENDOS DIVIDENDOS CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA TÓPICO: DIVIDENDOS DIVIDENDOS INVESTIDORA DIVIDENDOS INVESTIDA DIVIDENDO OBRIGATÓRIO Art. 202. Os acionistas têm direito de receber como dividendo obrigatório, em cada exercício,

Leia mais

As Demonstrações Contábeis para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) NBC T 19.41 Resolução 1255/09 do CFC

As Demonstrações Contábeis para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) NBC T 19.41 Resolução 1255/09 do CFC As Demonstrações Contábeis para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) NBC T 19.41 Resolução 1255/09 do CFC Profa Marcia Ferreira Neves Tavares Prof. Severino Ramos da Silva O que vamos conversar... Por quê

Leia mais

A seguir, a correção da prova de Contador da Prefeitura de Niterói. Não vislumbramos possibilidade de recursos.

A seguir, a correção da prova de Contador da Prefeitura de Niterói. Não vislumbramos possibilidade de recursos. Olá, meus amigos! A seguir, a correção da prova de Contador da Prefeitura de Niterói. Não vislumbramos possibilidade de recursos. Forte abraço. Gabriel Rabelo/Luciano Rosa. Sigam nossas redes sociais!

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO Olá, pessoal! Hoje trago uma aula sobre a Demonstração do Valor Adicionado DVA, que foi recentemente tornada obrigatória para as companhias abertas pela Lei 11.638/07, que incluiu o inciso V ao art. 176

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 247, DE 27 DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 247, DE 27 DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 269/97, 285/98, 464/08 E 469/08. Dispõe sobre a avaliação de investimentos em sociedades coligadas e controladas e sobre os procedimentos

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA

CONTABILIDADE FINANCEIRA UNIVERSIDADE PAULISTA CONTABILIDADE FINANCEIRA 2º Sem./2009 Profº. Elias Lopes CURSO: Ciências Contábeis SÉRIE: 6 /5º semestres TURNO: Diurno e Noturno DISCIPLINA: Contabilidade Financeira CARGA HORÁRIA

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO

Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO contato@agmcontadores.com.br 2015 out-2015 2 Objetivo O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer o tratamento

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA PROFESSOR: OTÁVIO SOUZA

CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA PROFESSOR: OTÁVIO SOUZA Neste artigo falarei sobre a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA). Essa demonstração contábil é regulamentada pelo artigo 186 da Lei nº 6.404/76, como segue: A demonstração de lucros ou

Leia mais

Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados

Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados Unidade 6 Hebert Sá 90 Sumário Introdução... 92 Objetivos... 93 Estrutura da Unidade... 93 Unidade 6: Tópico 1: Integração entre DRE e Balanço Patrimonial...

Leia mais

Artigo para uso exclusivo do IPEC.RJ REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO

Artigo para uso exclusivo do IPEC.RJ REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO www.ipecrj.com.br CONTABILIZANDO A LEITURA nº 01 Dia 05/JUL/2010 REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO ANTES DA INTRODUÇÃO: HOMENAGEM A GEBARDO Acho importante,

Leia mais

http://www.econeteditora.com.br/boletim_imposto_renda/ir-11/boletim-19/cont_demonstracoes_...

http://www.econeteditora.com.br/boletim_imposto_renda/ir-11/boletim-19/cont_demonstracoes_... http://www.econeteditora.com.br/boletim_imposto_renda/ir-11/boletim-19/cont_demonstracoes_... Página 1 de 14 CONTABILIDADE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Considerações ROTEIRO 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO

Leia mais

MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF))

MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF)) CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CAPÍTULO 2: PASSIVO EXIGÍVEL E RECEITAS DIFERIDAS MATERIAL DE ACOMPANHAMENTO MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF))

Leia mais

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro

Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro Faculdade Atenas Maranhense - FAMA Professor: Esp. CLEIDIANA SACCHETTO Curso: Ciências Contábeis. Disciplina: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Entrega dia 30 de Novembro DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU

Leia mais

Palestra. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA) - Novas Normas Contábeis. Março 2012.

Palestra. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA) - Novas Normas Contábeis. Março 2012. Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

IR: Fato Gerador CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA

IR: Fato Gerador CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA IR: Fato Gerador CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA TÓPICO: LEGISLAÇÃO FISCAL CONCEITOS GERAIS LUCRO REAL CTN [art. 43]: Aquisição da Disponibilidade Econômica ou Jurídica de Renda* ou Proventos de qualquer natureza**.

Leia mais

Lucro Contábil-Societário e Lucro Tributário: impactos sobre a distribuição de dividendos

Lucro Contábil-Societário e Lucro Tributário: impactos sobre a distribuição de dividendos Lucro Contábil-Societário e Lucro Tributário: impactos sobre a distribuição de dividendos Fabrício Costa Resende de Campos Mestre PUC/SP AGENDA Breve Introito fixação do problema Breve demarcação conceitual

Leia mais

Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007

Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007 80 Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007 Parecer dos Auditores Independentes 81 Aos Acionistas da Inepar Telecomunicações S.A Curitiba - PR 1. Examinamos

Leia mais

Prof. Me. Alexandre Saramelli. Unidade III ESTRUTURA DAS

Prof. Me. Alexandre Saramelli. Unidade III ESTRUTURA DAS Prof. Me. Alexandre Saramelli Unidade III ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Estrutura das demonstrações contábeis Dividida em quatro Unidades: Unidade I 1. Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados

Leia mais

JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO COMO FERRAMENTA DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO COMO FERRAMENTA DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO COMO FERRAMENTA DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DANIEL MARTINS DE CAMPOS daniel.martins.campos@hotmail.com ANTONIO MARCOS DIAS RIBEIRO marcao_boy@hotmail.com LEANDRO SANTOS PEDRO

Leia mais

1 Demonstrações Obrigatórias - Lei das S/A x Pronunciamentos Técnicos CPC

1 Demonstrações Obrigatórias - Lei das S/A x Pronunciamentos Técnicos CPC Sumário 1 Demonstrações Obrigatórias - Lei das S/A x Pronunciamentos Técnicos CPC... 1 1.1 Base Normativa... 1 1.2 Balanço Patrimonial... 2 1.3 Demonstração do Resultado, e do Resultado Abrangente... 4

Leia mais

Definições LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA: IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA JURÍDICA TÓPICO: REORGANIZAÇÕES SOCIETÁRIAS. Definições

Definições LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA: IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA JURÍDICA TÓPICO: REORGANIZAÇÕES SOCIETÁRIAS. Definições LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA: IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA JURÍDICA TÓPICO: REORGANIZAÇÕES SOCIETÁRIAS Definições Transformação: [Art. 220 da Lei nº 6.404/76] A transformação é a operação pela qual a sociedade

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A.

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (Em Reais) (reclassificado) (reclassificado) Ativo Nota 2012 2011 Passivo Nota 2012 2011 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 61.664 207.743 Fornecedores

Leia mais

CNPJ 47.902.648/0001-17. CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2015 (Em R$ Mil)

CNPJ 47.902.648/0001-17. CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2015 (Em R$ Mil) CET - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE MAIO DE 2015 CNPJ 47.902.648/0001-17 ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE Caixa e Equivalentes de Caixa 1.829 Fornecedores 58.422 Contas a Receber 238.880

Leia mais

CAPÍTULO 5 DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS - DLPA LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS

CAPÍTULO 5 DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS - DLPA LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS MATERIAL DE ACOMPANHAMENTO CAPÍTULOS 5,6,7 e 8 CAPÍTULO 5 DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS - DLPA LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS DESTINAÇÕES 1. Ajustes (-) Exerc. Anteriores 2. Transf. P/

Leia mais

CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA LUCRO REAL POR ESCRITURAÇÃO

CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA LUCRO REAL POR ESCRITURAÇÃO CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA LUCRO REAL POR ESCRITURAÇÃO Prof. Emanoel Truta CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Conceito Ramo da contabilidade responsável pelo gerenciamento dos tributos incidentes

Leia mais

De acordo com a NBC TG16(R1), estoques, seu item número 9 define como os estoques devem ser mensurados, assim transcrito abaixo:

De acordo com a NBC TG16(R1), estoques, seu item número 9 define como os estoques devem ser mensurados, assim transcrito abaixo: PROVA BACHAREL PRIMEIRO EXAME DE SUFICIÊNCIA 2014. TESE PARA RECURSOS Questão 1 De acordo com a NBC TG16(R1), estoques, seu item número 9 define como os estoques devem ser mensurados, assim transcrito

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS página 1 07. Onde é classificado o Subgrupo Estoques no plano de contas? 01. São acontecimentos que ocorrem na empresa e que não provocam alterações no Patrimônio: A) Atos Administrativos

Leia mais

Rodobens Locação de Imóveis Ltda.

Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Approach Auditores Independentes Relatório dos

Leia mais

Luciano Oliveira. Diz o dispositivo legal que o dividendo mínimo obrigatório a ser distribuído aos sócios será o previsto no estatuto.

Luciano Oliveira. Diz o dispositivo legal que o dividendo mínimo obrigatório a ser distribuído aos sócios será o previsto no estatuto. Olá, pessoal! Hoje trago uma pequena aulinha sobre dividendos, matéria que é freqüentemente cobrada nas provas de concursos públicos. Vamos a ela. Dividendos Os dividendos são a parcela do lucro que é

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 SUR - REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO Nota Nota ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação a conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade, julgue os itens que se seguem. 51 Auxiliar um governo no processo de fiscalização tributária é uma das finalidades

Leia mais

Tributação em bases universais: pessoas jurídicas

Tributação em bases universais: pessoas jurídicas Tributação em bases universais: pessoas jurídicas A MP 627, na linha adotada pelo STF na ADI 2.588, previu a tributação automática no Brasil somente dos lucros auferidos no exterior por controladas ou

Leia mais

CETESB - COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

CETESB - COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO CETESB - COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Exercícios Findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (valores em milhares de reais) 01 Contexto Operacional

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

Sumário. Capítulo 1. Conceitos Básicos...1. Cap00.indd 17 15/02/2016 10:18:53

Sumário. Capítulo 1. Conceitos Básicos...1. Cap00.indd 17 15/02/2016 10:18:53 Sumário Capítulo 1 Conceitos Básicos...1 1. Contabilidade...1 1.1. Conceitos...1 1.2. Campo de Aplicação...2 1.3. Funções da Contabilidade...2 1.4. Usuários da Informação Contábil...3 1.5. Técnicas Contábeis

Leia mais

MARAFON & FRAGOSO ADVOGADOS. pmarafon@marafonadvogados.com.br Fone 11 3889 22 84

MARAFON & FRAGOSO ADVOGADOS. pmarafon@marafonadvogados.com.br Fone 11 3889 22 84 MARAFON & FRAGOSO ADVOGADOS pmarafon@marafonadvogados.com.br Fone 11 3889 22 84 NOVO TRATAMENTO DO ÁGIO/DESÁGIO ARTIGO 20 O CONTRIBUINTE QUE AVALIAR INVESTIMENTO PELO VALOR DE PATRIMÔNIO LÍQUIDO DEVERÁ,

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO PRESUMIDO

Cape contabilidade LUCRO PRESUMIDO LUCRO PRESUMIDO 1. PESSOAS JURÍDICAS QUE PODEM OPTAR A partir do ano-calendário de 2003, poderão optar pelo lucro presumido as pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas ao lucro real, e tenham auferido,

Leia mais

ASPECTOS LEGAIS DA ALTERAÇÃO DO VALOR DA RESERVA DE REAVALIAÇÃO

ASPECTOS LEGAIS DA ALTERAÇÃO DO VALOR DA RESERVA DE REAVALIAÇÃO INTRODUÇÃO Ref.: Instrução CVM n o 189, de 25 de junho de 1992, que estipula o tratamento contábil a ser dado à reserva de reavaliação, inclusive impostos e contribuições incidentes, em consonância com

Leia mais

Demonstrações Financeiras Yuny Incorporadora S.A. 31 de dezembro de 2013 e 2012 com Relatório dos Auditores Independentes

Demonstrações Financeiras Yuny Incorporadora S.A. 31 de dezembro de 2013 e 2012 com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações Financeiras Yuny Incorporadora S.A. 31 de dezembro de 2013 e 2012 com Relatório dos Auditores Independentes Yuny Incorporadora S.A. Demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013 e 2012

Leia mais

CONTABILIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES NÃO-CUMULATIVAS AO PIS E COFINS

CONTABILIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES NÃO-CUMULATIVAS AO PIS E COFINS 513 CONTABILIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES NÃO-CUMULATIVAS AO PIS E COFINS (*) por Silvério das Neves 1 - INTRODUÇÃO - DISCUSSÃO TRIBUTÁRIA: 1.1 - CRÉDITOS DAS CONTRIBUIÇÕES NÃO-CUMULATIVAS AO PIS E A COFINS

Leia mais

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 27/2009. Prazo: 25 de outubro de 2009

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 27/2009. Prazo: 25 de outubro de 2009 Prazo: 25 de outubro de 2009 A Comissão de Valores Mobiliários CVM, em conjunto com o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), submete à Audiência Pública, nos termos do art. 8º, 3º, I, da Lei nº 6.385,

Leia mais

Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Relatório de orientação técnica para o encerramento do exercício de 2012

Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Relatório de orientação técnica para o encerramento do exercício de 2012 Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Relatório de orientação técnica para o encerramento do exercício de 2012 Prefácio Com a convergência das normas brasileiras de contabilidade para as normas

Leia mais

Rotina CONOR/SUNOT/CGE n.º 006/2013 Rio de Janeiro, 02 de janeiro de 2013

Rotina CONOR/SUNOT/CGE n.º 006/2013 Rio de Janeiro, 02 de janeiro de 2013 Rotina CONOR/SUNOT/CGE n.º 006/2013 Rio de Janeiro, 02 de janeiro de 2013 Trata a presente rotina dos procedimentos contábeis para registro dos Ajustes de Avaliação Patrimonial, objeto da Resolução CFC

Leia mais

SIDERÚRGICA J. L. ALIPERTI S/A. INSTRUÇÃO CVM Nº 481 Anexo 9-1-II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO

SIDERÚRGICA J. L. ALIPERTI S/A. INSTRUÇÃO CVM Nº 481 Anexo 9-1-II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO SIDERÚRGICA J. L. ALIPERTI S/A INSTRUÇÃO CVM Nº 481 Anexo 9-1-II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO 1 Informar o lucro líquido do exercício - O montante do lucro líquido do exercício é de R$ 8.511.185,59 (oito

Leia mais

Foz de Jeceaba Engenharia Ambiental S.A. Demonstrações financeiras e relatório dos auditores independentes em 31 de dezembro de 2011

Foz de Jeceaba Engenharia Ambiental S.A. Demonstrações financeiras e relatório dos auditores independentes em 31 de dezembro de 2011 Foz de Jeceaba Engenharia Ambiental S.A. Demonstrações financeiras e relatório dos auditores independentes em 31 de dezembro de 2011 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Em milhares de reais Ativo

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cespe Cebraspe FUB2015 Aplicação: 2015 Julgue os itens a seguir, com relação aos fatos descritos e seus efeitos nas demonstrações contábeis, elaboradas conforme a Lei n.º 6.404/1976

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE 0 6. ÍNDICES DE RENTABILIDADE Caro aluno, você já sabe todo empresário ou investidor espera que o capital investido seja adequadamente

Leia mais

CADERNO DE QUESTÕES PROCESSO SELETIVO TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA (TRV) 2ª ETAPA EDITAL 02/2015-COPESE DATA: 08/02/2015. HORÁRIO: das 09 às 12 horas

CADERNO DE QUESTÕES PROCESSO SELETIVO TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA (TRV) 2ª ETAPA EDITAL 02/2015-COPESE DATA: 08/02/2015. HORÁRIO: das 09 às 12 horas Realização: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CADERNO DE QUESTÕES PROCESSO SELETIVO TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA (TRV) 2ª ETAPA EDITAL 02/2015-COPESE CURSO: BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Leia mais

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes

Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração Demonstrações Contábeis acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Em 31 de dezembro de 2012 Índice Página Relatório dos auditores

Leia mais

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal após a Lei 11638/07 Quando informado o registro: as instituições sujeitas

Leia mais

a) Débito: Dividendos e Bonificações em Dinheiro a Receber Crédito: Rendas de Ajuste em Investimento em Coligadas e Controladas

a) Débito: Dividendos e Bonificações em Dinheiro a Receber Crédito: Rendas de Ajuste em Investimento em Coligadas e Controladas Olá, pessoal! Desta vez, trago para vocês uma coletânea de questões resolvidas da Fundação Carlos Chagas (FCC). Achei apropriado inserir esta aula neste momento em razão da proximidade da prova de Fiscal

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5º período

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5º período PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5º período OS IMPACTOS DO REGIME DE TRIBUTAÇÃO TRANSITÓRIA NA APURAÇÃO DO LUCRO REAL E

Leia mais

1º CASO Cia. INVESTIDORA S.A.

1º CASO Cia. INVESTIDORA S.A. 1º CASO Cia. INVESTIDORA S.A. O quadro a seguir apresenta o Balancete de Verificação da Cia. Investidora S.A. em 31/12/X1. Contas Saldo ($) Contas Saldo ($) Depósitos Bancários 182.000 Financiamentos L.

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO REAL

Cape contabilidade LUCRO REAL 1. CONCEITO LUCRO REAL No regime do lucro real o Imposto de Renda devido pela pessoa jurídica é calculado sobre o valor do lucro líquido contábil ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas

Leia mais

TKL SERVIÇOS CONTÁBEIS LTDA. Contabilidade. Auditoria. Consultoria. Perícia Contábil

TKL SERVIÇOS CONTÁBEIS LTDA. Contabilidade. Auditoria. Consultoria. Perícia Contábil MISSÃO RAMACRISNA Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Missão Ramacrisna é uma associação, sem fins lucrativos e de caráter

Leia mais

Rotina CNRC/SUNOT/CGE nº 017/2010

Rotina CNRC/SUNOT/CGE nº 017/2010 Trata a presente rotina dos procedimentos contábeis para registro dos Ajustes de Avaliação Patrimonial, objeto da Resolução CFC n 1.263/2009, para as empresas públicas e sociedades de economia mista do

Leia mais

Correção da Prova. Questões: 1, 2, 3, 4, 5 Contabilidade Geral

Correção da Prova. Questões: 1, 2, 3, 4, 5 Contabilidade Geral Correção da Prova Questões: 1, 2, 3, 4, 5 Contabilidade Geral Questão 1 - Acerca das demonstrações contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. O recebimento de caixa resultante

Leia mais

Análise Completa/Edital e Provas de Contabilidade AFRFB 2009 a 2014. Olá, Futuros Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil! Sejam bemvindos.

Análise Completa/Edital e Provas de Contabilidade AFRFB 2009 a 2014. Olá, Futuros Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil! Sejam bemvindos. Análise Completa/Edital e Provas de Contabilidade AFRFB 2009 a 2014 Olá, Futuros Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil! Sejam bemvindos. É com uma grande satisfação que estamos aqui hoje para

Leia mais

Balanço Patrimonial. Flavio Mangili Ferreira. mangiliferreira.com

Balanço Patrimonial. Flavio Mangili Ferreira. mangiliferreira.com Balanço Patrimonial Conceito O balanço patrimonial da entidade é a relação de seus ativos, passivos e patrimônio líquido em uma data específica (CPC PME, 2009). Grupos de contas Ativo é um recurso controlado

Leia mais

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO Aos Srs. Acionistas Investco S.A. Anexo I - Comentários dos Diretores da Companhia Contas dos Administradores referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012.

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES 1 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 (Em Reais) ATIVO 31/12/08

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 03 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

Profa. Divane Silva. Unidade II CONTABILIDADE SOCIETÁRIA

Profa. Divane Silva. Unidade II CONTABILIDADE SOCIETÁRIA Profa. Divane Silva Unidade II CONTABILIDADE SOCIETÁRIA A disciplina está dividida em 04 Unidades: Unidade I 1. Avaliação de Investimentos Permanentes Unidade II 2. A Técnica da Equivalência Patrimonial

Leia mais

Política Contábil de Investimentos

Política Contábil de Investimentos Política Contábil de Investimentos 1 Sumário CONCEITUAÇÃO... 4 OBJETIVO... 4 REFERÊNCIA NORMATIVA... 4 APLICAÇÃO... 5 DEFINIÇÕES... 6 PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS CONTÁBEIS... 8 Influência Significativa...

Leia mais

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Contabilidade Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Contabilidade Professor: Feliphe Araújo Disciplina: Professor: Feliphe Araújo Olá amigos, Comentários da prova ISS-SJC/SP ANÁLISE DA PROVA DE CONTABILIDADE - ISS-SJC/SP Trago para vocês os comentários da prova do concurso de Auditor Tributário

Leia mais

FUNDAÇÃO DE APOIO AO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS FACPC. Relatório dos auditores independentes

FUNDAÇÃO DE APOIO AO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS FACPC. Relatório dos auditores independentes FUNDAÇÃO DE APOIO AO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS FACPC Relatório dos auditores independentes Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2015 e 2014 FPRJ/ORN/TMS 0753/16 FUNDAÇÃO DE APOIO AO COMITÊ

Leia mais

BR Towers SPE1 S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório dos auditores independentes

BR Towers SPE1 S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2012 e relatório dos auditores independentes Demonstração do resultado Exercício/período findo em 31 de dezembro Receita líquida (Nota 14) 13.913 Custo

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2013 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2013 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração

Leia mais

Banco VR S.A. Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes

Banco VR S.A. Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Demonstrações Contábeis Consolidadas do Conglomerado Prudencial Referentes ao Semestre e Exercício Findos em 31 de Dezembro de 2014 e Relatório dos Auditores Independentes Deloitte Touche Tohmatsu Auditores

Leia mais

Princípios Fundamentais Contabilidade

Princípios Fundamentais Contabilidade Princípios Fundamentais Contabilidade 1 Princípios Contábeis. Resolução CFC 750 de 29 de dezembro de 1993. Art. 3 São Princípios de Contabilidade:(2) I o da ENTIDADE; II o da CONTINUIDADE; III o da OPORTUNIDADE;

Leia mais

4. O balancete de verificação de uma certa empresa apresentava os seguintes saldos em 31.12.x1: $ 4.500 $ 2.750 $ 800 $ 4.250

4. O balancete de verificação de uma certa empresa apresentava os seguintes saldos em 31.12.x1: $ 4.500 $ 2.750 $ 800 $ 4.250 MÚLTIPLA ESCOLHA 1 Não integra o Ativo: a contas representativas de origem dos recursos b contas com saldo devedor c contas representativas de bens d contas representativas de direitos e capital fixo e

Leia mais

ISS/Niterói 2015 Simulado 2 Resolução da Prova de Contabilidade Geral Professor Feliphe Araújo

ISS/Niterói 2015 Simulado 2 Resolução da Prova de Contabilidade Geral Professor Feliphe Araújo ISS/Niterói 2015 Simulado 2 Resolução da Prova de Contabilidade Geral Professor Feliphe Araújo Prof. Luciano Moura 1 de 6 (Questão Inédita ) As contas escrituradas no livro razão da empresa Aprovados S/A,

Leia mais

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE Matéria Elaborada com Base na Legislação Vigente em: 26/12/2012. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - ALCANCE DA ITG 1000 3

Leia mais

Unidade II ESTRUTURA DAS. Prof. Me. Alexandre Saramelli

Unidade II ESTRUTURA DAS. Prof. Me. Alexandre Saramelli Unidade II ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Me. Alexandre Saramelli Estrutura das demonstrações contábeis Relatório Anual Porto Seguro Introdução Processo de Convergência Contábil Internacional

Leia mais

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa V Pagamento de fornecedores Retenção de IRF sobre serviços Retenção de IRF sobre salários Pró-labore Integralização de capital em dinheiro Integralização de capital em bens Depreciação ICMS sobre vendas

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE

Leia mais

ECF - Lucro Real - Regras Gerais e Preenchimento. 1. Tela inicial da ECF... 3. 2. Visualização dos dados da ECF... 3

ECF - Lucro Real - Regras Gerais e Preenchimento. 1. Tela inicial da ECF... 3. 2. Visualização dos dados da ECF... 3 ECF - Lucro Real - Regras Gerais e Preenchimento 1. Tela inicial da ECF... 3 2. Visualização dos dados da ECF... 3 3. Bloco 0 - Abertura e Identificação... 4 3.1 Registro 0000 - Abertura do Arquivo Digital

Leia mais

Contabilidade Decifrada. Módulo III - Demonstrações Luiz Eduardo

Contabilidade Decifrada. Módulo III - Demonstrações Luiz Eduardo Contabilidade Decifrada Módulo III - Demonstrações Luiz Eduardo Demonstrações Contábeis - balanço patrimonial; - demonstração do resultado do exercício; e, - demonstração de lucros ou prejuízos acumulados.

Leia mais

Emissor Fiscal. LAUREmissor Fiscal Fiscal

Emissor Fiscal. LAUREmissor Fiscal Fiscal Emissor Fiscal LAUREmissor Fiscal Fiscal Índice 1. 1.1. 2. 2.1. 2.2. 2.3. 2.4. 3. 2.5. 4. 5. 6. LALUR/ LACS... 1 O que é o LALUR?... 1 PARTE A... 2 Adições:... 2 Exclusões:... 2 Principais Exclusões:...

Leia mais

6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro 1. Aplicação 1- As instituições

Leia mais

Departamento de Desenvolvimento Profissional

Departamento de Desenvolvimento Profissional Departamento de Desenvolvimento Profissional IFRS PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Luiz Alves Lalves01@gmail.com Rio de Janeiro Outubro de 2014 Rua 1º de Março, 33 Centro Rio de Janeiro/RJ Cep: 20.010-000

Leia mais

10. Balanço Patrimonial. 10.1 Plano de Contas

10. Balanço Patrimonial. 10.1 Plano de Contas 10. Balanço Patrimonial 10.1 Plano de Contas É um elemento sistematizado e metódico de todas as contas movimentadas por uma empresa. Cada empresa deverá ter seu próprio plano de contas de acordo com suas

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES 1. BREVE HISTÓRICO DO CLUBE CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 O Esporte Clube Vitória, fundado na cidade do Salvador, onde tem foro e sede,

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA E DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL. Professor: Flávio GEORGE Rocha

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA E DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL. Professor: Flávio GEORGE Rocha DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA E DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL Professor: Flávio GEORGE Rocha Novembro/2015 Graduação em Ciências Contábeis (2000) Especialista em Auditoria e Perícia Contábil Professor

Leia mais

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008 Alterações da Lei 6404/76 Lei 11638 de 28 de dezembro de 2007 Lei 11638/07 que altera a Lei 6404/76 Art. 1o Os arts. 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais