A Pretty Little Liars Collection

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2 A Pretty Little Liars Collection SARA SHEPARD

3 PRETTY LITTLE SECRETS (Pequenos Segredos)

4 SINOPSE: Quatro pequenas mentirosas. Quatro histórias que elas não querem contar. A vazará cada sujo e pequeno detalhe em Pretty Little Secrets. Flocos de neve caem sobre gramados bem-cuidados, meias acolchoadas pairam sobre lareiras de mármore, e todos estão em paz, especialmente Hanna, Emily, Aria e Spencer. Agora que o assassino de Alison está na cadeia e A está morta, elas podem finalmente relaxar. Mal sabem elas que há uma nova A na cidade Regra número um de ser um perseguidor eficaz: conheça sua presa. Então eu observo essas mentirosas dia e noite, mantendo um olho nos problemas que elas arranjam, na bagunça que fazem, e nos segredos que guardam. Hanna está desesperada por uma sessão muito particular com seu professor de ginástica. Emily é a número um na lista de desobedientes do Papai Noel. Uma velha chama de Aria da Islândia está prestes a pousar em água quente. E Spencer está recorrendo a algumas táticas duvidosas para conseguir o que quer. O que acontece nas férias fica nas férias certo? Mas adivinhe o quê. Eu vi. E agora eu estou contando.

5 Ele vê quando você está dormindo Ele sabe quando você está acordado Ele sabe se você foi bonzinho ou malvado Então seja bonzinho, pelo amor de Deus! SANTA CLAUS IS COMING TO TOWN

6 PERSEGUIDOR NO NATAL Aqui está uma bonita cena de um globo de neve para você: É dezembro do penúltimo ano escolar de Hanna, Emily, Aria e Spencer. A neve está caindo, cobrindo gramados perfeitamente cuidados de Rosewood e polvilhando os topos de SUVs de luxo. Luzes de Natal iluminam todas as janelas, e crianças com bochechas de querubim estão ocupadas fazendo suas listas para o Papai Noel. Toda a cidade está em paz, especialmente as Pretty Little Liars. Agora que o assassino de Alison DiLaurentis está na cadeia e A está morta, elas podem finalmente relaxar. Mal sabem elas que eu vou continuar de onde A parou. Eu vou ser a nova A e eu fiz a minha própria lista. Adivinha quem está no topo da coluna perversa? É isso mesmo: Hanna, Emily, Aria e Spencer. E essas mentirosas têm sido tão más! Hanna foi pega furtando e bateu com o carro de seu ex-namorado. Emily desafiou seus pais tantas vezes que eles a enviaram para Iowa. As sessões de beijos de Aria depois da escola com seu professor de inglês o fez ser demitido. E Spencer pode ter sido a mais culpada de todas elas. Roubar o noivo de sua irmã não foi suficiente Spencer também plagiou seu trabalho de economia e empurrou-a escada abaixo quando Melissa descobriu o que ela tinha feito. Tsk tsk. Essas mentirosas merecem que coloquem brasas em suas meias ou pior. Felizmente eu estou aqui para garantir que elas recebam o que elas merecem. É apenas uma questão de tempo antes que as Pretty Little Liars sujem suas mãos de novo especialmente agora que elas pensam que A se foi. Então, quais serão os próximos problemas em que elas se meterão? Bem, eu vou ter que ficar quieta... e assistir. Eu vou assistir e assistir e entender exatamente com que tipo de vadias eu estou lidando. Eu vou descobrir tudo. E uma vez que eu fizer isso, eu vou saber como derrubá-las. Vamos começar com... Hanna. Esta menina está passando por uma grande reviravolta. Sua mãe a abandonou e foi para Cingapura. Seu pai está indo morar com sua noiva robótica e sua filha perfeita, Kate. Pelo menos Hanna tem um namorado fiel, Lucas. Ou não tem? Deixe a perseguição começar! A W

7 PEQUENOS SEGREDOS DE HANNA

8 1 EM CASA PARA OS FERIADOS Era uma ventosa quarta-feira no início de dezembro em Rosewood, na Pensilvânia, um subúrbio campestre a 30 quilômetros da Filadélfia. Enquanto muitos moradores estavam cortando pinheiros Frasier da fazenda local de árvores de Natal ou enfeitando as laterais de suas casas com coroas de pinha, uma van se moveu em direção à uma casa georgiana com a palavra MARIN escrita na caixa de correio. Três homens saíram, abriram a porta de trás e revelaram dezenas de caixas. Tom Marin, sua noiva, Isabel Randall, e a filha de Isabel, Kate, permaneceram no quintal enquanto os carregadores levavam seus pertences pela porta da frente. Hanna Marin, que vivia na casa desde que tinha cinco anos, observou de dentro do foyer enquanto mordia as unhas. Tenha cuidado com isso Isabel gritou para o cara musculoso que estava levantando uma caixa de tamanho médio. Ela tem minha coleção de bonecas vintage. E essa caixa é no andar de cima Kate falou nervosamente para o outro carregador. Aí estão todas as minhas bolsas. Hanna sorrateiramente deu uma espiada em sua recente-meia-irmã, Kate, que tinha um corpo esbelto, cabelos longos, castanhos e brilhantes, e grandes olhos azuis. Ela estava carregando uma bolsa Chloé que Hanna só tinha visto nas páginas da Vogue. Quando Hanna perguntou onde Kate tinha comprado, Kate respondeu que tinha sido um presente de Natal antecipado, disparando um sorriso agradecido ao pai de Hanna. Eca. Hanna? O Sr. Marin empurrou uma pequena caixa escrita com DELICATES para ela. Você pode levar isso para o quarto da sua mãe, er, o nosso quarto? Claro resmungou Hanna, ansiosa para ficar longe de Isabel e Kate uma delas estava usando um perfume que estava fazendo ela espirrar. Ela subiu as escadas, seu pequeno pinscher, Dot, atrás dos seus calcanhares. Apenas algumas semanas atrás, antes da Ação de Graças, a mãe de Hanna, Ashley, soltou a bomba de que ela ia aceitar um emprego em Singapura e que Hanna não poderia ir. Hanna teria gostado de começar de novo em outro lugar. Ela havia tido um ano horrível. Ela tinha sido perseguida por uma malvada mandadora de mensagens chamada A. Sua antiga melhor amiga, Alison DiLaurentis, que tinha desaparecido há três anos, havia sido encontrada embaixo de uma laje de concreto por trás da antiga casa dela, em setembro. Descobriu-se que Ian Thomas, o namorado secreto de Ali que Hanna e suas outras melhores amigas: Spencer Hastings, Aria Montgomery e Emily Fields todas tinham tido uma queda por ele quando ele estava no último ano e elas no sétimo havia assassinado Ali na noite do celeiro. A polícia prendeu ele algumas semanas atrás. Tudo tinha sido um choque enorme. Porém, ela estava presa aqui, com seu pai se mudando com sua nova família sua esposa substituta, Isabel, a ex-enfermeira de emergências, que não era tão bonita ou interessante quanto a mãe de Hanna, e sua enteada perfeita, Kate, que tinha tomado o lugar de Hanna no coração do pai dela e que odiava até as tripas de Hanna. Hanna entrou no quarto principal vazio. Cheirava um pouco a naftalina, e havia quatro recortes fundos no tapete onde a cama dinamarquesa moderna e elegante da mãe

9 dela costumava ficar. Quando Hanna deixou cair a caixa DELICATES no chão, uma das abas se abriu e uma pequena caixa azul com uma etiqueta de presente em branco apareceu. Olhando por cima do ombro para se certificar de que ninguém estava olhando, ela abriu a caixa. Dentro, havia um medalhão redondo de ouro branco coberto de vários diamantes no centro. Hanna arfou. Era o medalhão Cartier que pertenceu a avó dela, a quem todos, até mesmo os não-parentes, chamavam de Bubbe Marin. Bubbe o tinha usado religiosamente quando estava viva, vangloriando-se que nem mesmo o tirava na banheira. Ela morreu quando Hanna ia para a sétima série, logo depois que os pais de Hanna se divorciaram, e nessa época, Hanna mal falava com o pai dela. Ela não sabia o que tinha acontecido com o medalhão ou quem tinha ficado com ele. Mas agora ela sabia. Ela tocou a etiqueta em branco e sentiu uma pontada de irritação. O pai dela, provavelmente, iria dar a Isabel ou a Kate de Natal. Hanna? Uma voz flutuou, vindo do primeiro andar. Hanna empurrou a parte de trás da tampa da caixa e saiu para o corredor. Seu pai estava de pé na ponta das escadas. Pizza! O aroma tentador de queijo mussarela flutuou até as narinas de Hanna. Só a metade de uma fatia, ela decidiu. Claro, seus jeans Citizens não abotoaram tão facilmente essa manhã, mas ela provavelmente os tinha deixado por muito tempo na secadora. Ela desceu as escadas no momento em que Isabel estava carregando uma caixa de pizza para a cozinha. Todos se sentaram na mesa na mesa de Hanna e o Sr. Marin passou os pratos e talheres. Era estranho que ele soubesse exatamente qual armário e qual gaveta abrir. Mas Isabel não deveria estar sentada na cadeira da mãe dela, usando os guardanapos de pano da Crate & Barrel da mãe dela. Kate não deveria estar bebendo na taça de estanho que a mãe dela tinha comprado para Hanna em uma viagem a Montreal. Hanna deixou escapar outro espirro, suas narinas coçavam com o perfume enjoativo de alguém. Nenhum deles disse saúde. Então, quando são mesmo os seus testes de admissão para Rosewood Day, Kate? o Sr. Marin disse enquanto pegava uma fatia de pizza da caixa aberta. Infelizmente, Kate iria frequentar a mesma escola que Hanna. Kate deu uma mordida delicada na massa. Daqui a dois dias. Eu tenho estudado mais provas de geometria e palavras do vocabulário. Isabel balançou a mão em desdém. Isso não é o SAT. Eu tenho certeza que você vai gabaritar os testes. Eles vão ficar felizes por ter você. O Sr. Marin olhou para Hanna. Você sabia que Kate ganhou o prêmio Estudante Renascentista no ano passado? Ela se destacou do grupo dela em todos os assuntos. Você já me disse isso oito milhões de vezes, Hanna queria dizer. Ela deu uma mordida na pizza, para que não tivesse que falar. E as notas dela foram excelentes na Escola Barnbury Isabel continuou, falando da antiga escola de Kate em Annapolis. Barnbury tem uma reputação melhor do que a de Rosewood Day. Pelo menos lá, crianças não perseguem outras crianças e atropelam umas as outras com seus carros. Ela lançou um olhar penetrante para Hanna. Hanna estendeu a mão inconscientemente para pegar uma segunda fatia de pizza e empurrou-a na boca. Que ótimo Isabel estar basicamente culpando ela pelas perseguições de A, a perseguidora que quase tinha arruinado a vida dela nesse outono, e por manchar a reputação excelente de Rosewood Day.

10 Kate se inclinou para frente e olhou para Hanna com os olhos arregalados. Hanna tinha a sensação de que ela sabia exatamente qual seria a próxima pergunta. Você deve estar tão devastada por sua melhor amiga ter sido... você sabe Kate disse em uma voz de falso interesse. Como você está lidando com as coisas? Um pequeno sorriso cruzou seus lábios, e era óbvio que sua verdadeira pergunta era: Como você está lidando com o fato de que a sua BFF quis te matar? Hanna olhou desesperadamente para seu pai, esperando que ele fosse colocar um fim nessa linha de questionamento, mas ele também estava olhando para ela, preocupado. Eu estou lidando bem ela murmurou rispidamente. Não que isso fosse verdade. Hanna estava tão confusa em relação a Mona Vanderwaal, sua melhor amiga desde a oitava série que na verdade era A, a pessoa que tinha atormentado ela com seus segredos, envergonhado ela publicamente mais vezes do que ela podia contar, e sim, tentado atropelar Hanna com o carro dela. Ainda havia dias em que Hanna acordava, pegava o celular e começava a digitar uma mensagem para Mona sobre qual sapato ela iria para a escola antes de recordar. No funeral de Mona, Hanna tinha realmente chorado, provocando expressões boquiabertas em suas amigas. Hanna sabia que deveria desprezar Mona com todo o coração e uma grande parte dela o fazia. Mas a outra parte não podia simplesmente esquecer todo o tempo que elas passaram juntas fofocando, planejando como se tornariam populares e dando festas fabulosas. Antes de tudo com A acontecer, Mona tinha sido uma amiga melhor para ela do que Ali nunca tinha sido elas se tratavam como iguais. Mas agora Hanna sabia que era tudo mentira. Hanna olhou para o prato vazio. Só havia dois pequenos pedaços de massa de pizza, ela não se lembrava de ter comido o resto. Seu estômago soltou um barulho pouco atraente. O Sr. Marin limpou a boca. Bem, nós temos um monte de bagagem para esvaziar. Ele tocou o braço de Kate. Vocês deveriam relaxar um pouco. Por que você e Hanna não vão ao shopping novo que abriu. Qual é o nome dele? Devon Crest Hanna falou rapidamente. Ooh, eu ouvi falar que o lugar é muito bom Isabel murmurou. Eu já fui lá, na verdade disse Kate. Isabel parecia surpresa. Quando? Uh, ontem. Kate brincou com seu bracelete de prata Yurman David, que ela se gabava por ter sido um presente de Isabel por ganhar um concurso de redação no ano passado. Vocês estavam ocupados. Vocês duas podiam ir juntas, para se conhecerem um pouco melhor. O Sr. Marin olhou de um lado a outro entre Hanna e Kate. Ir às compras. Comprar algo legal para vocês. Deixem a desempacotação com a gente. O que vocês acham? Kate deu um longo gole em sua garrafa de água. Obrigada, Tom. Parece ótimo. Hanna sorrateiramente deu uma olhada em Kate. Surpreendentemente, ela parecia sincera. Era possível que Kate tenha mudado desde que Hanna a tinha visto pela última vez em um jantar na Filadélfia, quando ela denunciou Hanna por roubar Percocet de um consultório? Hanna estava mantendo contato com suas antigas melhores amigas de novo, Emily, Aria e Spencer, mas nenhuma delas eram grandes seguidoras da moda, e ela estava doida para ter uma nova melhor amiga para substituir Mona. Especialmente desde que ela e suas antigas amigas haviam começado a frequentar o grupo de terapia de luto juntas. Ela precisava dar um tempo de toda essa coisa de Ali e A imediatamente. Eu acho que tenho algum tempo livre hoje disse Hanna.

11 Ótimo. Vão embora, então. O Sr. Marin se levantou da mesa e limpou os pratos de todos. Izz? Qual é o lugar que você quer ajeitar primeiro? Uch, vamos começar pela cozinha. Eu não vou beber nisso nem por mais um segundo. Ela franziu o nariz para uma das canecas favoritas de Hanna, uma caneca de faiança que seus pais tinham comprado numa viagem à Toscana. Os dois deixaram a cozinha, conversando sobre qual caixa suas taças de vinho poderiam estar. Hanna se levantou de seu assento. Então, eu estou pronta para ir se você estiver disse ela a Kate. A Nordstrom de lá é boa? É verdade que tem uma Uniqlo? Nesse lugar tem suéteres de cashmere incríveis e bem baratos. Kate soltou um grunhido. Deus, Hanna ela disse, sua expressão de repente malvada. Eu estava apenas dizendo que eu iria para o shopping para tirar seu pai e minha mãe do meu pé. Você realmente acha que eu iria a algum lugar com você? Ela caminhou para fora da cozinha, balançando seu rabo de cavalo castanho. A boca de Hanna formou um O. Kate tinha armado uma armadilha e ela era o animal idiota que tinha entrado direto nas mandíbulas de aço. Kate parou no corredor, pressionou algumas teclas em seu celular e depois segurou-o na orelha. Oi ela sussurrou para quem tinha atendido. Sou eu. Ela riu animadamente. Como previsto. Kate só tinha estado aqui por dois dias e já tinha um namorado. Hanna torceu o guardanapo com tanta força que ela ficou surpresa por não ter rasgado. Tanto faz provavelmente seria horrível ela e Kate fazerem compras juntas de qualquer maneira. Em seguida, ela ouviu uma risada fraca vinda de algum lugar próximo. Por instinto, ela olhou pela janela, certa de que veria um flash loiro deslizar entre as árvores. O que seria louco, no entanto. A Mona estava morta.

12 2 PUKE-A-TAN Poucos dias depois, Hanna estava sentada no sofá confortável de microfibra da casa do seu namorado Lucas Beattie, em frente da luz suave da árvore de Natal exageradamente enfeitada da família. Na TV estava passando um infocomercial de uma nova máquina de exercícios Deixe o seu corpo sarado para o Ano Novo! O vendedor excessivamente alto não parava de gritar. No chão, bem na frente deles, havia uma lata de presentes cheia de pipoca de manteiga, queijo e caramelo. A adoração a Kate foi ainda pior do que o habitual no jantar de ontem. Hanna gemeu quando empurrou mais um punhado de pipoca de queijo na boca. Tudo o que o meu pai e Isabel falaram foi do discurso absolutamente maravilhoso que Kate deu na décima série na cerimônia de diplomas do ano passado. E Kate ficou apenas sentada lá e rindo, toda, yeah, eu sei que eu sou demais. Sinto muito, Han. Lucas tomou um gole de sua lata de Mountain Dew. Você realmente não acha que vocês poderiam se tornar amigas? Absolutamente não. Hanna decidiu não contar a Lucas que Kate não quis ir ao shopping com ela. Ela não podia acreditar que tinha sido tão ingênua a ponto de cair no truque puxa-saco de Kate. Eu não quero nada com ela. E eu acho que sou alérgica ao perfume dela, eu espirrei umas 500 vezes desde que ela se mudou. Eu aposto que vou pegar urticária. Ela deitou drasticamente no sofá e olhou fixamente para o calendário da Disney com tema de natal no outro lado da sala. Hanna não tinha crescido com decorações nos feriados. Ela era judia, e depois que o pai dela a deixou, ela e a mãe dela quase não comemoravam o Hanukkah. Mas a mãe de Lucas estava obcecada com os calendários natalinos eles tinham três diferentes presos no frigorífico, um calendário de pano com bichinhos de pelúcia em cada uma divisória do corrimão da escada e um pequeno e brilhante pendurado no banheiro. Lucas colocou seu braço ao redor dela e começou a acariciar seu cabelo. Hanna fechou os olhos e suspirou, sentindo um pouquinho melhor. Quando Hanna e Mona eram BFFs e comandavam a escola juntas Lucas não era exatamente o tipo de cara no topo da lista de Meninos Que Hanna Queria Namorar. Ele não andava com o grupo certo, não jogava um esporte maneiro como futebol ou lacrosse, e ele era mais afim de clubes pós-escola e Eagle Scouting do que festas selvagens. De fato, na sexta série, Ali começou um boato de que Lucas era hermafrodita, fazendo ele ser mandado para o grupo dos perdedores. E recentemente, Mona tinha rido da amizade de Hanna e Lucas, até mesmo disse que isso ia acabar com o coeficiente de popularidade delas. Mas Mona e Ali estavam mortas, e Lucas foi se tornando o melhor namorado do mundo. Quantos caras iriam ouvi-la choramingar por horas sobre como Mona a ferrou ou o quão horrível a nova situação familiar dela era? Quantos caras iriam abrir a porta essa noite, olhar para Hanna, que estava usando jeans folgados e moletom extragrande do Philadelphia Eagles, e dizer que ela parecia sexy?

13 Posso me esconder em sua casa no futuro próximo? Hanna implorou. Eu não sei se posso suportar voltar para lá. Isso seria incrível disse Lucas. Mas... Seria incrível Hanna o interrompeu, sentando-se. Nós poderíamos fazer coisas depois da escola, ir para o Rive Gauche toda noite, se vestir com elegância e invadir a festa natalina do Country Club de Rosewood... Lucas mordeu o lábio. Hanna, eu... Talvez meu pai até mesmo deixe eu passar a noite aqui! Hanna acrescentou, ficando mais e mais animada. Eu poderia dizer que a minha alergia ao perfume de Kate é muito, muito séria. Você acha que seus pais deixariam? Eu poderia dormir no quarto de hóspedes... mas talvez você pudesse ir para lá no meio da noite. Ela piscou. Hanna. O cabelo loiro de Lucas caiu em seu rosto quando ele se sentou. Calma aí. Na verdade, eu vou embora. Amanhã. Hanna piscou. Embora? Meu pai acabou de nos contar. É um presente de Natal antecipado, ele vai nos levar em uma viagem de 14 dias para a península de Yucatán. Nós vamos com o melhor amigo do meu pai da faculdade e a família dele. O interior da boca de Hanna de repente tinha gosto de azedo. Quatorze dias... tipo duas semanas? Uh-huh. Lucas deu-lhe um pequeno sorriso. Eu estou muito empolgado. Mas ainda estamos estudando Hanna falou lentamente, pegando mais um punhado de pipoca. Ainda era 07 de dezembro, e Rosewood Day só iria entrar de férias para o Natal e Ano Novo somente no final do mês. Por que o seu pai não espera até as férias de inverno? Lucas deu de ombros. Eles fizeram uma negociação incrível com os voos e os quartos de hotel. E meu irmão que está na faculdade também vai. Meu pai já resolveu com a Rosewood Day. Eu vou fazer o conjunto de testes entre o Natal e o Ano Novo. E pelo menos eu estarei de volta para a maior parte das férias. Lucas gentilmente pegou as mãos dela e apertou-as. Então, você e eu poderemos passar todo minuto juntos. Hanna puxou as mãos para longe de Lucas, sentindo um nó enorme na garganta. Mas eu preciso de você agora. Lucas ergueu os braços, impotente. Sinto muito, mas há anos que eu quero ir à Yucatán. Tem caminhadas incríveis lá. Grandes praias. E meus pais não poderiam alterar as passagens agora. Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, a campainha tocou ao som de Jingle Bells. Lucas levantou-se e abriu as cortinas da frente. Um Mercedes SUV azul tinha estacionado na entrada da garagem. São os Rumsons, a família que vai viajar com a gente. Eles vão nos levar para o itinerário. Você vai amá-los. E eu aposto que você tem muito em comum com a Brooke. Brooke? Hanna perguntou cautelosamente, permanecendo no sofá. O Sr. Beattie, veio da cozinha e abriu a porta, deixando entrar uma lufada de ar frio. Wade! Patricia! Quanto tempo! A Sra. Beattie saiu do andar de cima, sorrindo para os convidados. Estamos tão animados! Ela gritou para o casal que tinha acabado de entrar no foyer. E aqui está Lucas! Ela empurrou Lucas em direção a eles. O marido, Wade, que usava uma jaqueta Burberry e tinha dentes deslumbrantemente brancos, sacudiu a mão de Lucas. A esposa, Patricia, cujos braços pareciam palitos de dente até mesmo sob sua jaqueta de caxemira ajustada, deu um beijo na bochecha de Lucas.

14 Oh. Meu. Deus disse uma voz da varanda. Os adultos se separaram, e uma adolescente excessivamente bronzeada, assustadoramente magra e mascando chiclete com um cabelo preto longo, um batom vermelho parecendo molhado e peitos grandes caminhou até Lucas e bateu suas mãos com unhas compridas nos ombros dele. Lukey! Ela gritou em uma voz anasalada. Você está incrível! Lukey? Whoa. Brooke. Lucas deu um sorriso trêmulo. Você está... diferente. Os Rumsons cutucaram os Beatties. Vocês dois cresceram um pouco desde a última vez que se viram, não foi? a Sra. Rumson disse. Lembram dos problemas que eles costumavam se meter? A mãe de Lucas disse. Lembra de todos os clubes secretos que eles formavam? Eles eram inseparáveis. Eu sempre dizia que os dois iriam se casar algum dia a Sra. Rumson murmurou antes de todos os pais irem para a cozinha. Hanna levantou a cabeça rapidamente. Casar? Brooke cutucou o ombro de Lucas. Quando você disse que eu parecia diferente, eu espero que você quisesse dizer linda! Ela traçou o dedo sobre a camiseta de Lucas, em seguida, deixou cair a mão no cós da calça jeans. Alguém andou malhando? E onde você arranjou essas roupas sensuais? Aham. Hanna levantou-se e caminhou até o foyer. Esse flerte tinha ido longe demais. Ela quem tinha incentivado Lucas a comprar o jeans True Religion e a polo Armani Exchange despojada que ele estava usando. Oh. Lucas olhou para Hanna. Brooke, essa é a minha namorada, Hanna. E aí? Brooke olhou para o cabelo sujo de Hanna, o moletom sem graça do Eagles, e os jeans velhos Sevens caindo aos pedaços. Um olhar que dizia ela não é uma ameaça atravessou o seu rosto. Ela se aproximou de Lucas. Você está animado para a viagem? Eu ouvi dizer que a praia de lá é incrível. E eu mal posso esperar para me bronzear mais. Hanna apertou os lábios para evitar soltar risinhos. Essa menina já estava tão laranja que parecia ter nascido em uma cabine de bronzeamento. Vai ser maneiro disse Lucas. Eu estava dizendo a Hanna sobre isso. Tem caminhadas incríveis, passeios, comida e a praia de nudismo Brooke acrescentou, lambendo os lábios. Uh, o quê? Hanna gritou. Brooke jogou o braço em torno do ombro de Lucas. Você vai ter o maior prazer de sua vida, Lukey, todo mundo pegando sol nu. E você e eu vamos tomar drinks de gelatina todas as noites. A pipoca de queijo voltou à garganta de Hanna. Ela tinha que acabar com isso. Hum, eu preciso falar com você. Ela agarrou o braço de Lucas e puxou-o para a sala de estar, que estava cheia de boxes de vídeo games, revistas velhas e mais três calendários natalinos, um deles parecia ser totalmente feito de tinta. Havia um sorriso inocente no rosto de Lucas. Está tudo bem? Se está tudo bem? Hanna deu algumas respirações para acalmar os nervos. O que você acha, Lukey? Lucas passou a mão pelo cabelo. Sim, Brooke costumava me chamar disso quando ela era pequena, ela não conseguia pronunciar Lucas. É horrível. Parece pukey 1. E eles iriam, Hanna pensou, para a península Puke-atán 2 com a princesa Puke-a-tan 3 em pessoa Puke: Significa vômito. Puke-atán: Junção de Puke com Atán da península Yucatán. Puke-a-tan: Tan significa bronzeado. Obs.: Deixei em inglês mesmo porque não fazia sentido traduzir.

15 Lucas deu de ombros. É apenas um apelido estúpido. Hanna fechou os olhos. Você vai mesmo sair de férias com... ela? Você está com ciúmes? De mim? Lucas sorriu como se isso fosse a coisa mais divertida que ele já tinha ouvido. Hanna, você não precisa se preocupar com nada. Brooke é como se fosse minha prima. Algumas pessoas ficam com os primos, especialmente quando os veem se bronzeando nus, Hanna pensou amargamente. Ela olhou para Brooke na outra sala. Ela estava se olhando no espelho redondo perto da porta, franzindo os lábios e passando uma quantidade generosa de brilho. Se Mona estivesse aqui, elas poderiam cutucar uma a outra e rir do desenho brega da unha de Brooke. Se Ali estivesse aqui, ela teria intimidado Brooke e feito ela se sentir a maior idiota do universo. Uma sensação azeda atravessou o estômago de Hanna. Namorar um menino popular vinha com suas armadilhas e inseguranças, mas ela achou que ela nunca, nunca teria que se preocupar com outras garotas com um nerd como Lucas. Por outro lado, só porque vadias regularmente não se lançavam em Lucas, tirava os tops e o tentava com drinks de gelatina, não queria dizer que ele era imune a esse tipo de coisa. Havia tantas pessoas que abandonaram a vida de Hanna nos últimos anos, o pai dela, o ex-namorado dela, Sean Ackard, Ali, Mona, a mãe dela. Tudo o que ela queria era alguém estável que ficasse por perto para sempre. Mas agora, até Lucas parecia tão instável... e não havia nada que ela pudesse fazer para impedi-lo de ir.

16 3 VELHOS HÁBITOS DIFICILMENTE MORREM Hanna passou por Brooke, atravessou a porta e ligou seu Prius tão rápido quanto pôde para sair da garagem dos Beatties. A última coisa que ela queria era ouvir mais uma palavra sobre o objetivo de bronzeamento de Brooke, os duplos sentidos mal disfarçados de como Brooke iria levar Lucas para a cama. Seu celular tocou no momento em que ela se virou no final da rua de Lucas. O nome de Lucas brilhou na tela. Hanna considerou não atender, então suspirou, atendeu e disse alô. Você não tem que se preocupar com nada Lucas falou abruptamente. Eu prometo. Hanna não respondeu, em vez disso apertou o volante com tanta força que ela tinha certeza de que estava fazendo bolhas em suas palmas. Meu pai disse que o hotel que vamos ficar tem Wi-Fi. Eu vou entrar no Skype todos os dias, enviar toneladas de fotos e dizer o quanto eu adoro você no Facebook a cada poucas horas. Que tal de hora em hora? Se Lucas estivesse constantemente em contato com ela, ele não poderia se meter em tanto problema, não era? E prometa me dar um presente, algo bom. E não se atreva a olhar para qualquer peito na praia de nudismo. Quando ela desligou alguns minutos depois, ela se sentiu um pouco melhor. Hanna passou pelas ruas de Rosewood, o único som no carro era o barulho do aquecedor. Quando ela passou pela zona comercial movimentada, ela notou dois faróis atrás dela. Eles a seguiram enquanto ela passou pela escola, pelas janelas iluminadas do Otto, o restaurante chique italiano e o supermercado Fresh Fields. Em cada virada, o carro mantinha o ritmo. Ela olhou para a figura escura atrás do volante no espelho retrovisor, seu coração começou a bater mais rápido. Ela estava sendo seguida? E se fosse Ian ele tinha saído da prisão? Ela parou em um cruzamento e esperou. O motorista passou por ela sem diminuir a velocidade, e Hanna exalou com alívio. Hanna olhou para a placa da rua e percebeu onde ela tinha parado. Essa era a antiga rua de Mona e de Ali. Algumas das casas do quarteirão já estavam decoradas para as festividades. A propriedade dos Hastings tinha luzes cintilantes que traçava o perímetro do telhado. A casa de Jenna Cavanaugh tinha velas cerimoniosas nas janelas. A antiga casa de Ali, que vivia uma nova família agora, tinha uma coroa colorida na porta. O Santuário de Ali, que amigos e estranhos tinham montado logo após o corpo de Ali ser encontrado, brilhava no meio-fio. Era uma incógnita o que mantinha aquelas velas votivas acesas. A propriedade dos Vanderwaals estava escura. Hanna só conseguia ver a garagem longa e de cinco carros no canto do terreno, onde ela e Mona tinham subido e escrito no telhado HM + MV = BBBBBFF em grandes letras brancas. Prometa que nós nunca vamos ser nada além de BFFs Mona tinha dito depois que elas tinham terminado e estavam lavando a tinta branca das mãos com a mangueira do jardim. Eu prometo Hanna havia dito. E ela acreditou em Mona com todo o coração.

17 Agora Hanna queria tocar fogo na garagem. Ou subir lá e deixar um buquê de flores em memória de Mona. Suas emoções se desviavam tão selvagemente de segundo a segundo, era difícil saber o que ela sentia. E então, espontaneamente, a memória do carro que tinha atropelado Hanna no estacionamento há dois meses brilhou em sua mente. Hanna tentou correr, mas ele tinha vindo para cima dela rápido demais. Ela se lembrou do terror instantâneo e penetrante que ela sentiu quando soube que o carro ia atropelar ela que Mona ia atropelar ela. Não pense nisso Hanna sussurrou para si mesma. Hanna dirigiu lentamente o resto do caminho para casa, dando respirações profundas e purificantes. Depois de estacionar o carro na garagem de sua família, ela quase bateu em uma fila de veículos que ela não reconhecia. Devia ter cerca de 15 sedãs, SUVs e crossovers estacionados na entrada circular. Então ela notou algo piscando na garagem. Luzes de Natal. E havia um Papai Noel que brilha no escuro e um boneco de gengibre inflável no jardim da frente? Ela deu passos hesitantes em direção à casa. Dot, usando uma espécie de capacete bizarro, latiu aos seus pés quando ela entrou. Espera. Aquilo eram chifres de rena? Hanna pegou-o nos braços e olhou para os dois chifres de pelúcia na cabeça dele. Havia um sino em cada um deles. Quem fez isso com você? Hanna sussurrou, tirando eles. Dot lambeu seu rosto. Ela olhou ao redor da sala e engasgou. Folhas de arbusto serpenteavam em torno do corrimão. Uma Mamãe Noel automática acenava de uma mesa console que antes ficava os vasos de cerâmica da mãe de Hanna. Uma árvore alta carregada de enfeites escandalosos estava no canto, e a lareira, que Hanna não conseguia se lembrar da família ter usado alguma vez, estava em chamas. Rudolph the Red-Nosed Reinder tocava no aparelho de som no volume máximo, e a casa toda cheirava a presunto vitrificado com mel. Olá? Hanna chamou. Risos flutuaram da cozinha, primeiro a gargalhada de galinha de Isabel, então a gargalhada alta do pai dela. Hanna virou no corredor. A cozinha estava cheia de pessoas segurando taças de champanhe e os pratos de aperitivo estavam cheios de mini quiches e fatias de Brie. Muitos deles usavam gorros de Papai Noel, incluindo o pai de Hanna. Isabel estava no canto, com um vestido vermelho de Mamãe Noel de veludo com pêlos brancos nos punhos e na barra, e Kate usava um vestido vermelho apertado e saltos Kate Spade preto e branco. Haviam folhas de visco penduradas no lustre, uma garrafa de cidra com especiarias estava no balcão, e pratos e mais pratos de biscoitos natalinos aparentemente deliciosos e aperitivos enchiam a ilha. Isabel viu Hanna e se levantou. Hanna! Feliz Navidad! O Tannenbaum! Feliz Natal! Hanna bufou. Hum, na verdade, eu sou judia. E o meu pai também. Isabel piscou estupidamente, como se não conseguisse compreender que alguém, ainda mais seu próprio noivo, pudesse comemorar outra coisa a não ser o Natal. O Sr. Marin apareceu ao lado de Isabel. Ei, querida ele disse, despenteando o cabelo de Hanna. Hanna olhou para ele, incrédula. Desde quando você celebra o Natal? Ela disse a palavra como se ela tivesse dito o aniversário de Satanás. O Sr. Marin cruzou os braços sobre o peito, defensivamente. Eu tenho celebrado com Isabel e Kate nos últimos anos. Eu disse a Kate para lhe dizer. Bem, ela não disse Hanna disse categoricamente.

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