Públicos em redes: mobilização local para a I Conferência Nacional de Comunicação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Públicos em redes: mobilização local para a I Conferência Nacional de Comunicação"

Transcrição

1 Públicos em redes: mobilização local para a I Conferência Nacional de Comunicação Sâmia BECHELANE Cordeiro de Melo 1 - Universidade Federal de Minas Gerais Resumo Em 16 de abril de 2009, o Governo Federal convocava aquela que seria uma divisora de águas na luta dos que fazem do direito à comunicação e expressão sua bandeira: a I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Se as mobilizações em prol dessa causa não datavam de hoje, é fato que puderam experimentar contornos ainda mais acentuados com a deflagração da I Confecom e com a necessidade de que esta fosse, antes de tudo, uma construção coletiva de pessoas, grupos e entidades (em outras palavras, os públicos) que militam em seu favor. No presente trabalho 2, elegemos essa realidade, no âmbito do estado de Minas Gerais, para verificar como o formato de rede, configuração já assumida por públicos em processos de mobilização social, se comporta, se (re)configura e se (re)arranja em presença de novas tecnologias. Para tanto, buscamos na literatura elementos relativos a redes sociais que pudessem, de alguma maneira, embasar nossa investigação, além de termos discorrido sobre a mobilização social e sua constituição enquanto um processo comunicativo. O levantamento bibliográfico, associado ao contato com nosso objeto de estudo, rendeu-nos um modelo de análise que melhor organizou o tratamento analítico dos dados coletados e permitiu constatar que o movimento representou, assim, a constituição de uma ação coletiva disposta em redes, minimamente organizada, com vistas a mobilizar recursos para a realização da I Conferência. Nesse cenário, as redes sociais na internet, embora não substituíssem as redes offline, serviram ao suporte, complexificação e potencialização dessas mesmas redes de públicos. Palavras-chave Redes; mobilização social; Conferência Nacional de Comunicação Introdução Em 16 de abril de 2009, um decreto 3 do governo brasileiro convocava a I Conferência Nacional de Comunicação, com o tema Comunicação: meios para a construção de direitos e cidadania na era digital. Segundo o documento, a Conferência seria realizada em dezembro do mesmo ano e deveria contar com a participação de representantes da sociedade civil (empresarial e não empresarial, de acordo com a metodologia), eleitos em conferências estaduais e municipais, além de membros do poder público. O decreto delegava a coordenação da Confecom ao então Ministro das Comunicações, Hélio Costa, com a colaboração do Secretário Geral da Presidência da República, Luis Dulci, e do Secretário de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins. O decreto representou um marco importante na luta pela democratização dos meios de comunicação no país. Movimentos que atuam em favor da causa reconhecem, há tempos, a 1 Graduada em Relações Públicas e estudante de Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais. 2 O artigo apresentado é um recorte de nossa monografia de conclusão de curso em Relações Públicas, desenvolvida durante o ano de Decreto disponível em 1

2 necessidade de realizar um encontro público para a discussão do tema, nos moldes de uma conferência 4. A publicação do decreto gerou muitas iniciativas da sociedade civil em favor da Confecom e, em cada estado do país, se articularam comissões pró-conferência, responsáveis pela mobilização de outros atores. Em relação às políticas públicas para o setor, a situação das comunicações no país está bastante aquém do encontrado em outras democracias consolidadas ao redor do mundo. Muitas das disposições da Constituição Federal sobre o tema, especialmente aqueles presentes entre os capítulos 221 e 223, não contemplam uma legislação posterior que as garanta. Além disso, algumas das leis já existentes necessitam de atualização e, outras, demandam fiscalização mais eficiente. A principal lei que regulamenta a radiodifusão no país, por exemplo, foi promulgada em Desta maneira, a partir dos trabalhos da comissão pró-conferência no estado de Minas Gerais, a intenção deste trabalho foi investigar como o formato de rede, configuração já assumida por públicos em processos de mobilização social, se reconfigura em presença de novas tecnologias. Em primeiro lugar, faremos um breve passeio pelo tema das redes sociais; depois, vamos relacioná-lo com a literatura sobre públicos em projetos de comunicação para mobilização social. Apresentaremos também uma parte do modelo de análise que construímos a partir daí, bem como os elementos que colocamos sob análise. Ao final, faremos algumas considerações em relação à influência das redes no movimento dos públicos em situações de mobilização como a apresentada neste trabalho. Um breve passeio por entre as redes sociais Em um de seus livros mais conhecidos, A sociedade em rede, Manuel Castells (2000) diz que essa é a nova morfologia social de nossas sociedades. Para o autor, a cena contemporânea experimenta uma nova organização social, caracterizada pela operação de um sistema de redes relacionadas. Desta maneira, novos padrões de sociabilidade são gerados, muito em função das intensas mutações tecnológicas e econômicas. Vera França (2002) destaca a importância de não tomarmos a rede como algo em si mesmo, mas como um lócus adequado para apreender a dinâmica relacional que caracteriza os processos comunicativos. A rede é um dispositivo de análise para interpretar o movimento 4 Uma conferência de política pública é um mecanismo de participação da sociedade no processo de formulação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas. Cumpre o papel de garantir um espaço dinâmico de discussões, conferindo ao cidadão a premissa de um controle social efetivo sobre as políticas. Segundo o caderno final de propostas da I Confecom, editado pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, de 1941 até hoje foram promovidas 109 Conferencias Nacionais, 68 delas desde janeiro de

3 da sociedade e traduzir a dinâmica dos processos comunicativos; é uma abstração que se realiza em situações particulares. Ainda que seja composta por atributos individuais, há um consenso de que a unidade de análise fundamental para o estudo das redes sociais são as interações verificadas neste tipo de organização (FRANÇA, 2002; MARTELETO, 2001; MARTINHO, 2008; RECUERO, 2009), ou seja, o conjunto de relações que os indivíduos estabelecem através de suas interações uns com os outros. Martinho (2008) estabelece as características fundamentais da estrutura de uma rede: a) A rede é compreendida como uma forma de organização, ainda que não seja necessariamente uma instituição; b) A rede é formada por fluxos múltiplos de conectividade, sempre em processos e arranjos dinâmicos; c) É pressuposta a autonomia das pessoas ou organizações que compõem a rede; d) A rede é não-hierárquica; e) Os participantes da rede devem estar ali para cooperar e, se o fazem, compartilham um objetivo comum. O conceito de rede também é utilizado para a compreensão dos fenômenos ligados à ação coletiva. Segundo Ilse Scherer Warren (2006), quando as redes são investigadas como formadoras de ações coletivas, é necessário ter em conta a intencionalidade política e é possível utilizar a categoria redes de movimentos sociais. Para Marteleto (2001), as redes se desenvolvem a partir da tomada de consciência de uma comunidade de interesses e/ou valores entre seus participantes, motivados em níveis global, nacionais, regionais, locais e comunitários. A participação em redes envolve direitos, responsabilidade e vários níveis de tomada de decisões. Em relação às redes sociais que se materializam na internet, Raquel Recuero (2009) destaca que elas não são somente expressões de redes sociais offline, mas, também, se tornam mais complexas que isso. Através delas, os atores podem se comunicar entre si, deixando na rede mundial de computadores vestígios que permitem reconhecer os padrões de suas conexões. Ela identifica, além disso, dinâmicas importantes para compreender o funcionamento da rede: a existência da cooperação, competição e conflito e também a agregação e a ruptura. Os públicos em processos de mobilização social Para Toro & Werneck (2004), a mobilização ocorre quando um grupo de pessoas atua tendo em vista um objetivo comum e buscando resultados desejados por todos 5. Sob esse 5 A mobilização social é a reunião de sujeitos que definem objetivos e compartilham sentimentos, conhecimentos e responsabilidades para a mudança de dada realidade, mobilizados por um acordo em relação a determinada causa de interesse público. 3

4 ponto de vista, é necessário entendê-la como um processo comunicativo. Para que exista um acordo em relação à causa pela qual lutar e para que os indivíduos se sintam motivados a fazer parte desse movimento, é necessário negociar entendimentos a partir de um processo comunicativo. Para Henriques et al (2004), o papel principal da comunicação em projetos de mobilização social é gerar e manter vínculos entre os movimentos e seus públicos. Para isso, é fundamental a existência de ações coordenadas que convoquem os públicos a tomar parte no movimento. A convocatória se faz necessariamente, como vimos, por meio de processos comunicativos. Henriques et al (2004) identificam oito níveis que vinculam os públicos a determinados projetos de mobilização e, consequentemente, à sua causa. A análise ajuda a determinar a posição relativa desses segmentos em uma rede característica de projetos de mobilização social. São eles: 1) Localização espacial: onde, em um espaço geográfico ou virtual, estão localizados os públicos no universo de atuação e de influência do projeto; 2) Informação: as pessoas podem receber mais ou menos informações sobre um projeto de mobilização, por meio de várias fontes; 3) Julgamento: determinada quantidade de informações, com certo nível de planejamento, gera uma tomada de decisões com respeito ao projeto. O julgamento é a constituição desse posicionamento, a partir do estabelecimento de juízos valorativos; 4) Ação: geração pontual ou permanente de ideias, produtos, serviços, estudos e contribuições diversas dos públicos ao projeto de mobilização; 5) Coesão: existe quando as ações dos públicos são interdependentes e contribuem para o objetivo do projeto; 6) Continuidade: nesse nível, as ações dos públicos são permanentes, gerando um processo contínuo de participação; 7) Corresponsabilidade: quando o público se sente responsável pelo êxito do projeto; 4

5 8) Participação institucional: acontece quando os públicos têm um vínculo mais forte com o projeto, concretizado em um nível contratual. A partir daí, os autores concebem três categorias básicas de públicos: 1) Beneficiados (B): as pessoas e instituições localizadas no âmbito espacial que o projeto determina para sua atuação; 2) Legitimadores (L): pessoas e instituições que, além de se localizarem na área do projeto, não somente se beneficiam de seus resultados, mas também o reconhecem e o julgam útil e importante; 3) Geradores (G): pessoas ou instituições que, além das características acima, de fato organizam e realizam ações em nome do projeto. A representação gráfica da escala de vínculos, com a respectiva indicação dos públicos, segue abaixo: BRAGA, Clara S.; HENRIQUES, Márcio S.; MAFRA, Rennan L. M. O planejamento da comunicação para a mobilização social: em busca da corresponsabilidade. In: HENRIQUES,Márcio S. (org.). Comunicação e estratégias de mobilização social. Belo Horizonte: Autêntica, Análise: como se movem os públicos? Nossa premissa, relativa à questão orientadora da pesquisa, era de que a organização em rede era condição fundamental a um processo de mobilização social. Além disso, sabíamos que os públicos da causa mobilizadora e, por conseqüência, do projeto mobilizador, 5

6 eram os nós/sujeitos da rede, em relação entre si e com a causa, em busca de um objetivo comum. Nosso objeto empírico trouxe consigo duas especificidades: primeiramente, não houve, no processo de mobilização para a I Confecom, uma instituição orgânica que abraçasse a causa, e, a partir daí, desenvolvesse estratégias de comunicação buscando mobilizar públicos. Ainda que a Comissão Mineira Pró-Conferência tenha assumido, em alguma medida, esse papel, pensamos que a própria causa (a democratização dos meios) foi quem o assumiu de maneira muito mais intensa. Ao redor dessa causa houve uma agregação quase espontânea de pessoas e grupos. Em segundo lugar, destacamos o papel relevante das tecnologias da informação nesse processo, em especial o blog da Comissão Pró-Conferência em Minas Gerais e a lista de discussões online. Foi um consenso, entre os atores envolvidos nesta mobilização, o importante papel da internet no sentido de articular as discussões entre atores na capital e atores no interior da província, além de possibilitar interações entre as próprias entidades integrantes da Comissão Mineira. Desta maneira, a escala de vinculação, proposta por Henriques et al (2004) e cujos níveis são progressivos, parece se ajeitar de outra forma, se levamos em conta as novas tecnologias da informação. A localização dos atores, no primeiro nível, não é tão importante quando falamos de uma causa que é nacional e de redes que se articulam na internet e também fora dela. Além disso, além da corresponsabilidade, a coesão nos parece o nível mais importante para o sucesso de objetivos mais imediatos - como é a organização para a I Confecom. A corresponsabilidade, desta maneira, não seria mais um nível distinto de vinculação, mas uma condição para ações articuladas em um curto espaço de tempo. A partir do contato com a bibliografia e com os dados empíricos, construímos um modelo de análise desse mesmo material, que buscou analisar informações oriundas de: 1) entrevistas com membros da Comissão Mineira Pró-Conferência; 2) atas das reuniões da Comissão; 3) redes sociais na internet: o blog da Comissão Pró-Conferência e o grupo na internet pelo qual os atores trocavam s 6. O modelo completo tem três eixos; neste artigo, no entanto, iremos nos deter somente no terceiro deles, relativo à coesão e à continuidade propostos na escala de vinculação de Henriques et al (2004). 6 Estabelecemos três períodos temporais para a análise: a) novembro e dezembro de 2008, que coincidem com a criação da Comissão Pró-Conferência em Minas Gerais, b) abril de 2009, quando foi convocada oficialmente a I Confecom; c) outubro de 2009, quando a Comissão estava próxima à realização da etapa estadual da Conferência Nacional de Comunicação. 6

7 COESÃO E CONTINUIDADE Questões Indicadores Corpus 1. Até que ponto o espaço Decisões realizadas Blog, e-lista, atas virtual abrigou tomada de decisões? virtualmente 2. Até que ponto os atores permaneceram nas discussões? Participação nas discussões no grupo de s e nas reuniões presenciais Entrevistas, blog, e-lista, atas Questão 1: com relação à tomada de decisões, o blog da Comissão Mineira 7 teve um papel coadjuvante. Em verdade, seus conteúdos trazem muito do que se sucedia já em outros espaços, como as discussões na e-lista e nas reuniões in loco. Desta maneira, podemos considerá-lo uma caixa de ressonância da Comissão. Na e-lista, por sua vez, as trocas de s já demonstram um passo rumo à tomada de decisões e permitem, também, a socialização de opiniões até então pertencentes somente a uma pessoa ou discutidas nas reuniões presenciais. Reproduzimos abaixo dois exemplos de e- mails que demonstram alguma coesão entre o grupo, além de certo nível de compartilhamento nas decisões tomadas (as orações em negrito são os títulos dos s em questão): Spot de rádio: convite ao Seminário Pró-Conferência em Minas (01/12/2008) Em resposta a esse , um dos participantes informa as emissoras de rádio para as quais já havia enviado o áudio. A autora do primeiro responde, orientando que o material fosse também enviado para outras rádios. Outros atores também confirmaram o recebimento do spot. Reuniões do dia 7 e 8 (06/10/2009) A remetente sugere pautas para o próximo encontro, já que na última reunião não havia sido possível debater outros assuntos. A partir daí, outras pessoas debatem o nível de discussões que vinham acontecendo nos encontros semanais. 7 Ainda é possível acessar o blog da Comissão Pró-Conferência de Minas Gerais: 7

8 Questão 2: comparamos a participação dos atores na e-lista e nas reuniões presenciais. Vimos quais eram os sujeitos que, durante os períodos analisados, enviaram s à lista de discussões. Depois, com base nas atas das reuniões presenciais, contabilizamos a presença desses mesmos atores nos encontros presenciais da Comissão Pró-Conferência. A comparação não se pretende estatística, já que não foi possível obter todos os registros das reuniões. O que pretendemos, aqui, é fazer considerações acerca da participação online e offline, em termos quantitativos. A observação dos dados nos permitiu observar que parte considerável dos participantes de alguma reunião presencial manifestaram, também, participação na e-lista. No entanto, nem todos os públicos mantiveram a dupla participação e a reunião presencial se revelou um espaço de referência dos participantes da Comissão. De fato, houve pessoas presentes nos encontros semanais que não apresentaram nenhuma participação na lista virtual durante os períodos analisados. O inverso, ou seja, pessoas que participavam da e-lista mas que não iam aos encontros presenciais, aconteceu em menores proporções. As duas questões analisadas neste eixo permitem reafirmar o papel aglutinador das reuniões presenciais para a coesão e a continuidade dos processos de mobilização. Ainda que o uso das novas tecnologias tenha expandido a possibilidade de interações para além dos contatos presenciais, no período observado nenhuma decisão radical foi tomada através dessas redes, mesmo que elas tenham sido um suporte às discussões. A utilização do espaço virtual para a discussão de temas agrega ao debate e oferece a possibilidade de ganhos epistêmicos aos envolvidos, mas parece ser, ainda, um espaço incerto e duvidoso a esse tipo de autonomia. Notamos que, exclusivamente via internet, aconteceram definições e arranjos em relação a questões pontuais e específicas. Nos outros casos, houve um suporte e um fomento às discussões, mas, em nenhum momento, substituição às mesmas. Além disso, os dois tipos de participação - aquele no interior da lista de discussões e aquele das reuniões presenciais -, assim como a relação entre os dois, solicita que sejam redefinidos os parâmetros para avaliar a continuidade e a coesão das ações desenvolvidas pelos públicos nos projetos de mobilização social. Considerações finais O movimento Pró-Conferência em Minas Gerais representou, desta maneira, a constituição de uma ação coletiva, minimamente organizada, tendo em vista mobilizar recursos simbólicos, materiais e pessoais para a I Confecom. Neste cenário, vimos que as redes sociais permitiram tornar mais complexas essas redes, mas não substituíram os 8

9 momentos offline de ordenação desta rede, materializados, principalmente, nas reuniões semanais da Comissão. Tivemos a formação de redes de públicos em favor da realização da I Confecom, suportadas e amparadas pela inserção das tecnologias ao longo do processo. Formou-se uma identidade coletiva, ainda que temporária. Isso permitiu, em alguma medida, o movimento favorável dos públicos que compuseram a Comissão naquele momento. Bibliografia AGÊNCIA NACIONAL DOS DIREITOS DA INFÂNCIA. A mídia no contexto democrático. In: Comunicação e mobilização social orientação para incidir em políticas públicas. 2. ed. Belo Horizonte: Oficina de Imagens, CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, FRANÇA, Vera. Do telégrafo à rede: o trabalho dos modelos de apreensão da comunicação. In: PRADO, José Luiz Aidar (org.). Crítica das práticas midiáticas: da sociedade de massa às ciberculturas. São Paulo: Hacker Editores, HENRIQUES, Márcio Simeone. Comunicação e estratégias de mobilização social. Belo Horizonte: Autêntica, MARTELETO, Regina Maria. Análise de redes sociais: aplicação nos estudos de transferência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 1, p , MARTINHO, Cássio. Cenário das redes e alianças no Brasil e a experiência do Instituto C&A. Belo Horizonte: junho/2008. (mimeo) RECUERO, Raquel. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, SCHERER WARREN, Ilse. Redes sociais na sociedade da informação. In: MAIA, Rousiley; CASTRO, Maria Ceres Pimenta Spinola. Mídia, esfera pública e identidades coletivas. Belo Horizonte: Editora UFMG, TORO, José Bernardo; WERNECK, Nisia Maria Duarte. Mobilização social: um modo de construir a democracia e a participação. Belo Horizonte: Autêntica,

Mobilização Social. Márcio Simeone. www.fafich.ufmg.br/~simeone/4/mobsoc.htm. Curso de Multiplicador de Polícia Comunitária SENASP

Mobilização Social. Márcio Simeone. www.fafich.ufmg.br/~simeone/4/mobsoc.htm. Curso de Multiplicador de Polícia Comunitária SENASP Mobilização Social Márcio Simeone Curso de Multiplicador de Polícia Comunitária SENASP www.fafich.ufmg.br/~simeone/4/mobsoc.htm 1 A mobilização na sociedade democrática Geração de uma responsabilidade

Leia mais

LIMITES E POSSIBILIDADES DO USO DO MARCO LÓGICO/ZOOP EM UMA MÉDIA ONG DE EDUCAÇÃO POPULAR. Cristina Schroeter Simião 1

LIMITES E POSSIBILIDADES DO USO DO MARCO LÓGICO/ZOOP EM UMA MÉDIA ONG DE EDUCAÇÃO POPULAR. Cristina Schroeter Simião 1 LIMITES E POSSIBILIDADES DO USO DO MARCO LÓGICO/ZOOP EM UMA MÉDIA ONG DE EDUCAÇÃO POPULAR. Cristina Schroeter Simião 1 I. Introdução do Marco Lógico/Zopp na Aditepp: Limites e Possibilidades. No ano de

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Título do artigo: O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Área: Gestão Coordenador Pedagógico Selecionadora: Maria Paula Zurawski 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador

Leia mais

Projeto Grêmio em Forma. relato de experiência

Projeto Grêmio em Forma. relato de experiência Projeto Grêmio em Forma relato de experiência Instituto Sou da Paz Organização fundada em 1999, a partir da campanha dos estudantes pelo desarmamento. Missão: Contribuir para a efetivação, no Brasil, de

Leia mais

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1 Denise Carrera A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto de que a ordem social não é natural e por isso pode ser transformada. A

Leia mais

MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM SAÚDE:

MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM SAÚDE: MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM SAÚDE: O PAPEL DA COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA Márcio Simeone Henriques Rennan Lanna Martins Mafra O termo mobilização social vem ganhando destaque a cada dia em nossa sociedade. Serve

Leia mais

Aspectos importantes da realização de Feiras de Ciências na Educação Básica.

Aspectos importantes da realização de Feiras de Ciências na Educação Básica. Aspectos importantes da realização de Feiras de Ciências na Educação Básica. Identificação: Carolina Luvizoto Avila Machado, bióloga, coordenadora de projetos na Abramundo Educação em Ciências. Murilo

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA Maria Cleonice Soares (Aluna da Graduação UERN) 1 Kátia Dayana de Avelino Azevedo (Aluna da Graduação UERN) 2 Silvia

Leia mais

UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE

UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE Ana Cristina Oliveira Lima, bolsista PIBIC/ CNPq, anacristinaoliveiralima@yahoo.com.br, UECE. Brena de

Leia mais

Avaliação externa como instrumento da gestão do sistema de ensino: a adesão e os impasses para a busca de melhoria na educação

Avaliação externa como instrumento da gestão do sistema de ensino: a adesão e os impasses para a busca de melhoria na educação Avaliação externa como instrumento da gestão do sistema de ensino: a adesão e os impasses para a busca de melhoria na educação MOREIRA, Rozemeiry dos Santos Marques SORDI, Mara Regina Lemes de UNICAMP

Leia mais

Três exemplos de sistematização de experiências

Três exemplos de sistematização de experiências Três exemplos de sistematização de experiências Neste anexo, apresentamos alguns exemplos de propostas de sistematização. Estes exemplos não são reais; foram criados com propósitos puramente didáticos.

Leia mais

Rádio Escola Uma experiência de form(ação) de professores e alunos da educação básica

Rádio Escola Uma experiência de form(ação) de professores e alunos da educação básica Rádio Escola Uma experiência de form(ação) de professores e alunos da educação básica José Ruy Henderson Filho 1 Resumo Este trabalho apresenta relato de experiência da formação do Projeto Rádio Escola,

Leia mais

OS CANAIS DE PARTICIPAÇÃO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO PÓS LDB 9394/96: COLEGIADO ESCOLAR E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

OS CANAIS DE PARTICIPAÇÃO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO PÓS LDB 9394/96: COLEGIADO ESCOLAR E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 1 OS CANAIS DE PARTICIPAÇÃO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO PÓS LDB 9394/96: COLEGIADO ESCOLAR E PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Leordina Ferreira Tristão Pedagogia UFU littledinap@yahoo.com.br Co

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

Educação em Direitos Humanos Extensão

Educação em Direitos Humanos Extensão Código / Área Temática Direitos Humanos Código / Nome do Curso Etapa de ensino a que se destina Educação em Direitos Humanos Extensão QUALQUER ETAPA DE ENSINO Nível do Curso Extensão Objetivo O objetivo

Leia mais

TEMAS AMBIENTAIS NA INTERNET

TEMAS AMBIENTAIS NA INTERNET ATAS - Seminário Ensinar com Pesquisa (Ensinar, Pesquisar e Aprender) - ANO V 1 TEMAS AMBIENTAIS NA INTERNET Ana C. B. da Silva 1, Natália F. da Silva², Maria R. D. Kawamura 3 1 Instituto de Física/Ensino/USP,

Leia mais

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS Maria Iolanda de Oliveira 1 Rita de

Leia mais

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO A DISTÂNCIA: A EXPERIÊNCIA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS UCPEL VIRTUAL

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO A DISTÂNCIA: A EXPERIÊNCIA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS UCPEL VIRTUAL PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO A DISTÂNCIA: A EXPERIÊNCIA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS UCPEL VIRTUAL Gabriela Jurak de Castro UCPel gabriela.jurak@ucpel.tche.br Letícia Marques Vargas UCPel lvargas@ucpel.tche.br

Leia mais

Relatório do 5 Encontro de Empreendedores de Cultura Afrobrasileiros. 10 de setembro de 2011 Centro Cultural da Espanha

Relatório do 5 Encontro de Empreendedores de Cultura Afrobrasileiros. 10 de setembro de 2011 Centro Cultural da Espanha Relatório do 5 Encontro de Empreendedores de Cultura Afrobrasileiros 10 de setembro de 2011 Centro Cultural da Espanha Apresentação Este relatório é produto do 5 Encontro de artistas e empreendedores negros,

Leia mais

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA An Innovations in Technology and Governance Case Study Desde o final dos anos 1980, diversos governos

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015

CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015 CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015 2015 uma década de existência do SUAS Decisão política de priorização, na agenda federal, da atenção às populações mais vulneráveis, do

Leia mais

INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA

INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA Marcos Leomar Calson Mestrando em Educação em Ciências e Matemática, PUCRS Helena Noronha Cury Doutora em Educação

Leia mais

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS Elisabete Duarte de Oliveira e Regina Maria de Oliveira Brasileiro Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

Exercício de cidadania

Exercício de cidadania 1 2 Exercício de cidadania Na década de 1980, tivemos no Brasil as primeiras experiências de Conselhos Comunitários de Segurança, sendo o Paraná precursor na constituição de CONSEGs e Mobilização Social.

Leia mais

A internet, um possível espaço midiático?

A internet, um possível espaço midiático? A internet, um possível espaço midiático? Prof. M.e Vitor Pachioni Brumatti Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: vitor.brumatti@usc.br Comunicação Oral Pesquisa Concluída Eixo 1- Práticas

Leia mais

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo.

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Material referente ao texto do Módulo 3: Ações Básicas de Mobilização. O conhecimento da realidade é a base fundamental ao desenvolvimento social, que visa

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE - economia solidária. extensão universitária. educação popular.

PALAVRAS-CHAVE - economia solidária. extensão universitária. educação popular. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

CONAE 2014 E A PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO

CONAE 2014 E A PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO CONAE 2014 E A PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO Adriano Francisco da Paz, Cesar Felipe Quintino dos Santos, Edna do Espirito Santo de Assis, Natália do Amaral Rodrigues, Selma Regina

Leia mais

Projeto de Mobilização Social - PMS para Elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - PMGIRS

Projeto de Mobilização Social - PMS para Elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - PMGIRS Projeto de Mobilização Social - PMS para Elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - PMGIRS BOM JESUS - SC Fevereiro de 2014 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO À MOBILIZAÇÃO SOCIAL 3 2.

Leia mais

O que aprendi sobre avaliação em cursos semipresenciais

O que aprendi sobre avaliação em cursos semipresenciais O que aprendi sobre avaliação em cursos semipresenciais José Moran Pesquisador, Professor, Conferencista e Orientador de projetos inovadores na educação. Publicado em: SILVA, Marco & SANTOS, Edméa (Orgs).

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II Edital Pibid n /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

Realização. Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil. www.fsc.org.br

Realização. Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil. www.fsc.org.br C e rtificação gr u p o em Realização Apoio Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil www.fsc.org.br 28 01 C er t ifi ca çã o emgrupo em Realização Apoio Conselho Brasileiro de Manejo Florestal

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA Art 1º - O Conselho de Desenvolvimento do Território CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC é composto por entidades

Leia mais

O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFRPE

O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFRPE 1 O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFRPE Recife, maio/2010 Ana Paula Teixeira Bruno Silva Universidade Federal

Leia mais

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015.

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. Secretaria Estadual De Saúde Conselho Estadual De Saúde - RJ DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. APROVA O REGIMENTO IN- TERNO DA 7ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. O

Leia mais

O maior desafio do Sistema Único de Saúde hoje, no Brasil, é político

O maior desafio do Sistema Único de Saúde hoje, no Brasil, é político O maior desafio do Sistema Único de Saúde hoje, no Brasil, é político Jairnilson Paim - define o SUS como um sistema que tem como característica básica o fato de ter sido criado a partir de um movimento

Leia mais

3 Metodologia 3.1. Tipo de pesquisa

3 Metodologia 3.1. Tipo de pesquisa 3 Metodologia 3.1. Tipo de pesquisa Escolher o tipo de pesquisa a ser utilizado é um passo fundamental para se chegar a conclusões claras e responder os objetivos do trabalho. Como existem vários tipos

Leia mais

O COTIDIANO DO EDUCADOR: INSPIRAÇÕES FREIREANAS Coordenadora: Isabel Cristina Nacha Borges Expositoras: Clarice Dirshnabel e Cristina Maria Salvador

O COTIDIANO DO EDUCADOR: INSPIRAÇÕES FREIREANAS Coordenadora: Isabel Cristina Nacha Borges Expositoras: Clarice Dirshnabel e Cristina Maria Salvador O COTIDIANO DO EDUCADOR: INSPIRAÇÕES FREIREANAS Coordenadora: Isabel Cristina Nacha Borges Expositoras: Clarice Dirshnabel e Cristina Maria Salvador O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA POSSIBILIDADE

Leia mais

Vídeo Institucional: PETCom Internacional 1

Vídeo Institucional: PETCom Internacional 1 Vídeo Institucional: PETCom Internacional 1 Andréia Santos da SILVA 2 Tiago da Cruz Carvalho CALADO 3 Ítala Clay de Oliveira FREITAS 4 Universidade Federal do Amazonas, Manaus, AM RESUMO Desenvolvido por

Leia mais

ENTREVISTA - Precarização no trabalho virtual do call center e da TI

ENTREVISTA - Precarização no trabalho virtual do call center e da TI ENTREVISTA - Precarização no trabalho virtual do call center e da TI O que os trabalhadores do call center e de programação e produção de software têm em comum? Esta é uma das questões que o sociólogo

Leia mais

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo 1 MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Resumo Patricia Santos de Barros/UFRJ A nossa vivência pedagógica situa-se no âmbito do curso de Licenciatura

Leia mais

Relações Públicas e Mobilização Social: um caso com o meio ambiente 1

Relações Públicas e Mobilização Social: um caso com o meio ambiente 1 Relações Públicas e Mobilização Social: um caso com o meio ambiente 1 Erika Marina Nascimento Valentim 2 Nathália Ferreira Machado 3 Adriana Duarte Nadaes 4 Faculdade Brasileira de Ciências Exatas, Humanas

Leia mais

RELATO DAS ESTRATÉGIAS DE ORIENTAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO EM CURSOS LATO SENSU À DISTÂNCIA

RELATO DAS ESTRATÉGIAS DE ORIENTAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO EM CURSOS LATO SENSU À DISTÂNCIA RELATO DAS ESTRATÉGIAS DE ORIENTAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO EM CURSOS LATO SENSU À DISTÂNCIA Curitiba Paraná - 05/2011 Silvia Teresa Sparano Reich UFPR tccmidias@gmail.com Sandramara Scandelari Kusano

Leia mais

"Este filme foi realizado com a assistência financeira da União Européia. Todavia, o seu conteúdo

Este filme foi realizado com a assistência financeira da União Européia. Todavia, o seu conteúdo "Este filme foi realizado com a assistência financeira da União Européia. Todavia, o seu conteúdo é de responsabilidade exclusiva da Prefeitura Municipal de Guarulhos, não n o podendo, em caso algum, considerar-se

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR EM MATEMÁTICA RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROGRAMA GESTAR II Sidnei Luís da Silva Escola Municipal Vereador Benedito Batista Congatem - MG sidneiluisdasilva@yahoo.com.br Camila

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS REDES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA DA REGIÃO SUL DO RIO GRANDE DO SUL: REINVENTANDO O PODER ESCOLAR

QUALIFICAÇÃO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS REDES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA DA REGIÃO SUL DO RIO GRANDE DO SUL: REINVENTANDO O PODER ESCOLAR QUALIFICAÇÃO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS REDES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA DA REGIÃO SUL DO RIO GRANDE DO SUL: REINVENTANDO O PODER ESCOLAR Área Temática: Educação Lígia Cardoso Carlos¹(Coordenadora)

Leia mais

Danilo Munhoz Alves Corrêa Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio danilomunhoz@globo.com. 1 - Introdução

Danilo Munhoz Alves Corrêa Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio danilomunhoz@globo.com. 1 - Introdução Sistema Modal de Transportes no Município do Rio de Janeiro: a modernização dos eixos de circulação na cidade carioca para a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas em 2016. 1 - Introdução Danilo

Leia mais

Disciplina: Alfabetização

Disciplina: Alfabetização Título do artigo: As intervenções didáticas no processo de alfabetização inicial Disciplina: Alfabetização Selecionador: Beatriz Gouveia 1 Categoria: Professor 1 Coordenadora de projetos do Instituto Avisa

Leia mais

INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS: A GESTÃO DAS DIFERENÇAS LINGUÍSTICAS

INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS: A GESTÃO DAS DIFERENÇAS LINGUÍSTICAS INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS: A GESTÃO DAS DIFERENÇAS LINGUÍSTICAS Patrícia Graff (Universidade Federal de Santa Maria UFSM¹) (Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul UNIJUI²) Um

Leia mais

A Representação Social sobre Função e Atuação do Psicólogo Escolar/Educacional: uma proposta de investigação na escola

A Representação Social sobre Função e Atuação do Psicólogo Escolar/Educacional: uma proposta de investigação na escola A Representação Social sobre Função e Atuação do Psicólogo Escolar/Educacional: uma proposta de investigação na escola Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital Érico Lopes Pinheiro de

Leia mais

Propostas para uma Política Municipal de Migrações:

Propostas para uma Política Municipal de Migrações: Ao companheiro Fernando Haddad Novo Prefeito de São Paulo, Propostas para uma Política Municipal de Migrações: Saudamos o novo prefeito de São Paulo, por sua expressiva eleição e desde já desejamos que

Leia mais

Escola que faz pela paz

Escola que faz pela paz Escola que faz pela paz Mostra Local de: Curitiba Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Instituto de Educação para Não Violência Cidade:

Leia mais

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO A inclusão é uma realidade mundial. Desde a Declaração de Salamanca em

Leia mais

MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS

MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS Categorização dos Municípios das Regiões Turísticas do Mapa do Turismo Brasileiro PERGUNTAS E RESPOSTAS

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL EM RIO CLARO: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA CENTRADA NA ESCOLA

GESTÃO EDUCACIONAL EM RIO CLARO: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA CENTRADA NA ESCOLA 1 GESTÃO EDUCACIONAL EM RIO CLARO: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA CENTRADA NA ESCOLA Valéria Aparecida Vieira Velis Orientador: Prof. Dr. Celso Luiz Ap. Conti Mestrado em Educação Linha de pesquisa:

Leia mais

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Felipe Schadt 1 O presente capítulo 2 é parte integrante do livro Metodologia da Pesquisa-ação, do

Leia mais

ANALÍSE REFLEXIVA DO PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO: ESCOLA FRANCISCO DE OLIVEIRA MELO.

ANALÍSE REFLEXIVA DO PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO: ESCOLA FRANCISCO DE OLIVEIRA MELO. ANALÍSE REFLEXIVA DO PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO: ESCOLA FRANCISCO DE OLIVEIRA MELO. Maria Rita da Silva (ritabion3@hotmail.com)¹ Maria Marta Nepomuceno Rodrigues (marta_macau2007@hotmail.com)¹ Licenciada

Leia mais

A prática da Educação Patrimonial:

A prática da Educação Patrimonial: A prática da Educação Patrimonial: uma experiência no município de Restinga Sêca / RS HELIANA DE MORAES ALVES E LAURO CÉSAR FIGUEIREDO Introdução O presente trabalho é um breve relato sobre uma prática

Leia mais

TÍTULO I OBJETIVOS. Artigo 1.º Objetivos

TÍTULO I OBJETIVOS. Artigo 1.º Objetivos Regulamento da RIPD A Rede Ibero-americana de Proteção de Dados (RIPD) surge na sequência do acordo alcançado entre os representantes de 14 países ibero-americanos, participantes no Encontro Ibero-americano

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE SUA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE SUA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1 PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE SUA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Brasília - DF- Fevereiro 2013 Priscila Alessandra da Silva Universidade Federal de Brasília priscilaalesilva@gmail.com Fernanda Carla Universidade

Leia mais

Projeto de Fortalecimento e Intercâmbio de Mosaicos de Áreas Protegidas na Mata Atlântica

Projeto de Fortalecimento e Intercâmbio de Mosaicos de Áreas Protegidas na Mata Atlântica Documento de referência RBMA: Subsídios para Marco Regulatório de Mosaicos de Áreas Protegidas versão 1.0 agosto 2009 I Definição e base conceitual: 1 Os mosaicos foram definidos no SNUC a partir de: LEI

Leia mais

SAÚDE DA FAMÍLIA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM DESAFIO PARA A SAÚDE PUBLICA DE UM MUNICIPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Brasil

SAÚDE DA FAMÍLIA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM DESAFIO PARA A SAÚDE PUBLICA DE UM MUNICIPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Brasil ID 1676 SAÚDE DA FAMÍLIA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM DESAFIO PARA A SAÚDE PUBLICA DE UM MUNICIPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Brasil Dutra, Laís; Eugênio, Flávia; Camargo, Aline; Ferreira

Leia mais

Terceiro Setor - fator de confluência na ação social do ano 2000

Terceiro Setor - fator de confluência na ação social do ano 2000 Terceiro Setor - fator de confluência na ação social do ano 2000 Alceu Terra Nascimento O terceiro setor no Brasil, como categoria social, é uma "invenção" recente. Ele surge para identificar um conjunto

Leia mais

REGIMENTO INTERNO GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA EM SEGURANÇA PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE LUCAS DO RIO VERDE-MT.

REGIMENTO INTERNO GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA EM SEGURANÇA PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE LUCAS DO RIO VERDE-MT. REGIMENTO INTERNO GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA EM SEGURANÇA PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE LUCAS DO RIO VERDE-MT. TÍTULO I DA DEFINIÇÃO, OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO Art. 1º O Gabinete de Gestão Integrada em Segurança

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: projeto experimental; relações públicas, planejamento, terceiro setor, cultura. 1. INTRODUÇÃO

PALAVRAS CHAVE: projeto experimental; relações públicas, planejamento, terceiro setor, cultura. 1. INTRODUÇÃO Projeto Experimental em Relações Públicas: Associação Pró-Cultura - Casa das Artes Regina Simonis 1 Bruna Luisa Henn² Grazielle Betina Brandt³ Universidade de Santa Cruz do Sul RESUMO: O presente trabalho

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. e Alexsandro da Silva. 1 Andréa Carla Agnes e Silva é dinamizadora do Programa "Escola Aberta", sob orientação de Telma Ferraz Leal

1. INTRODUÇÃO. e Alexsandro da Silva. 1 Andréa Carla Agnes e Silva é dinamizadora do Programa Escola Aberta, sob orientação de Telma Ferraz Leal TÍTULO: OFICINA DE LEITURA: UMA PROPOSTA DINÂMICA PARA FORMAÇÃO DE LEITORES AUTORA: Andréa Carla Agnes e Silva 1 INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Pernambuco Escola Aberta ÁREA TEMÁTICA: Educação 1.

Leia mais

Investigação sobre o uso do ambiente Moodle pelos professores de uma instituição de ensino superior pública

Investigação sobre o uso do ambiente Moodle pelos professores de uma instituição de ensino superior pública Investigação sobre o uso do ambiente Moodle pelos professores de uma instituição de ensino superior pública Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital 1 Ana Paula Ferreira Sebastião 2 Rosemary

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA: DIREÇÃO SOCIAL. Rafael TEIXEIRA DO NASCIMENTO. 1 Valderes MARIA ROMERA 2

SERVIÇO SOCIAL NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA: DIREÇÃO SOCIAL. Rafael TEIXEIRA DO NASCIMENTO. 1 Valderes MARIA ROMERA 2 SERVIÇO SOCIAL NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA: DIREÇÃO SOCIAL. Rafael TEIXEIRA DO NASCIMENTO. 1 Valderes MARIA ROMERA 2 RESUMO: O capitalismo financeiro está fortemente projetado na sociedade contemporânea,

Leia mais

O ENSINO MÉDIO NAS ESCOLAS RURAIS DE JATAÍ, UMA GESTÃO COMPARTILHADA. Mara Sandra de Almeida 1 Luciene Lima de Assis Pires 2

O ENSINO MÉDIO NAS ESCOLAS RURAIS DE JATAÍ, UMA GESTÃO COMPARTILHADA. Mara Sandra de Almeida 1 Luciene Lima de Assis Pires 2 O ENSINO MÉDIO NAS ESCOLAS RURAIS DE JATAÍ, UMA GESTÃO COMPARTILHADA Mara Sandra de Almeida 1 Luciene Lima de Assis Pires 2 1 Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Goiás Câmpus Jataí / marassandra@gmail.com

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

A PRESENÇA DA ARTE NO PROJETO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO

A PRESENÇA DA ARTE NO PROJETO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO A PRESENÇA DA ARTE NO PROJETO PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO Sandra Maria Zanello de Aguiar, e-mail:szaguiar@gmail.com. Universidade Estadual do Centro-Oeste/Setor de Ciências Sociais Aplicadas.

Leia mais

EDITAL 03 Perfil 3 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL PROJETO UNESCO 914BRZ3018

EDITAL 03 Perfil 3 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL PROJETO UNESCO 914BRZ3018 EDITAL 03 Perfil 3 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL PROJETO UNESCO 914BRZ3018 DESENVOLVIMENTO DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA POR MEIO DA ESPECIALIZAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE JUVENTUDE E DOS

Leia mais

Relato de experiências da pesquisa Usos da internet, redes sociais e inclusão digital em instituições de educação de Frederico Westphalen 1

Relato de experiências da pesquisa Usos da internet, redes sociais e inclusão digital em instituições de educação de Frederico Westphalen 1 Relato de experiências da pesquisa Usos da internet, redes sociais e inclusão digital em instituições de educação de Frederico Westphalen 1 Andressa Costa Prates 2 Candida Cavalheiro Schwaab 3 Éder Pandolfo

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR?

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? Maria Rafaela de Oliveira FECLESC-UECE Renata Leite Moura FECLESC-UECE RESUMO Este trabalho apresenta algumas reflexões acerca da Educação Escolar e dos desafios

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO BÁSICA

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO BÁSICA GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO BÁSICA ORIENTAÇÕES BÁSICAS À GESTÃO MUNICIPAL: ORGANIZAÇÃO DA CONFÊRENCIA

Leia mais

O que é o Projeto TRILHAS?

O que é o Projeto TRILHAS? O que é o Projeto TRILHAS? É um conjunto de material elaborado para instrumentalizar e apoiar o trabalho docente no campo da leitura, escrita e oralidade, com o objetivo de inserir as crianças do 1 º ano

Leia mais

GESTÃO DEMOCRÁTICA: ALGUNS DESAFIOS E PERSPECTIVAS NO COTIDIANO ESCOLAR

GESTÃO DEMOCRÁTICA: ALGUNS DESAFIOS E PERSPECTIVAS NO COTIDIANO ESCOLAR GESTÃO DEMOCRÁTICA: ALGUNS DESAFIOS E PERSPECTIVAS NO COTIDIANO ESCOLAR Girlene dos Santos Souza 1 ; Danielle Lima de Oliveira 1 ; Josilene Maria de Almeida 2 ; Ana Maria Pereira de Lima 3 ; Ângela Cristina

Leia mais

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL Larissa dos Santos Gomes Resumo O presente artigo refere-se ao trabalho de conclusão

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NO CONTEXTO TECNOLÓGICO: DESAFIOS VINCULADOS À SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NO CONTEXTO TECNOLÓGICO: DESAFIOS VINCULADOS À SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO 1 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NO CONTEXTO TECNOLÓGICO: DESAFIOS VINCULADOS À SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Márcia Corrêa Sotolani 1 Glaucineide Silva de Souza 2 EIXO TEMÁTICO: Formação Inicial e Continuada

Leia mais

CONTROLE SOCIAL DO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO EM CENTROS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Luciana Bandeira Barcelos ProPEd/ UERJ

CONTROLE SOCIAL DO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO EM CENTROS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Luciana Bandeira Barcelos ProPEd/ UERJ CONTROLE SOCIAL DO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO EM CENTROS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Luciana Bandeira Barcelos ProPEd/ UERJ RESUMO O projeto de pesquisa em curso objetiva investigar o controle social

Leia mais

INVESTIGANDO O ENSINO MÉDIO E REFLETINDO SOBRE A INCLUSÃO DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA PÚBLICA: AÇÕES DO PROLICEN EM MATEMÁTICA

INVESTIGANDO O ENSINO MÉDIO E REFLETINDO SOBRE A INCLUSÃO DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA PÚBLICA: AÇÕES DO PROLICEN EM MATEMÁTICA INVESTIGANDO O ENSINO MÉDIO E REFLETINDO SOBRE A INCLUSÃO DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA PÚBLICA: AÇÕES DO PROLICEN EM MATEMÁTICA RESUMO Elissandra de Campos Viegas; Cibelle de Fátima Castro de Assis Universidade

Leia mais

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Thayane Lopes Oliveira 1 Resumo: O tema Relações de gênero compõe o bloco de Orientação Sexual dos temas transversais apresentados nos parâmetros curriculares

Leia mais

O mundo lá fora oficinas de sensibilização para línguas estrangeiras

O mundo lá fora oficinas de sensibilização para línguas estrangeiras O mundo lá fora oficinas de sensibilização para línguas estrangeiras Ligia Paula Couto (Universidade Estadual de Ponta Grossa) Introdução Este artigo relatará a experiência de um grupo de alunos e professores

Leia mais

Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 3

Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 3 3. A transversalidade da saúde Você já ouviu falar em Parâmetros Curriculares Nacionais? Já ouviu? Que bom! Não lembra? Não se preocupe, pois iremos, resumidamente, explicar o que são esses documentos.

Leia mais

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 ELAINE RODRIGUES (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ), ALLINE MIKAELA PEREIRA (PPE/UEM). Resumo Por

Leia mais

Bloco Temático 1: Procedimentos Didáticos, Acadêmicos e Científicos

Bloco Temático 1: Procedimentos Didáticos, Acadêmicos e Científicos Bloco Temático 1: Procedimentos Didáticos, Acadêmicos e Científicos Tema 2: Trabalhos acadêmico-científicos 2.1: Pesquisa Científica/Ética e Pesquisa Pesquisa científica Vamos entender o que é pesquisa?

Leia mais

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO Rivanildo Ferreira de MOURA 1, Marcos Antônio BARROS 2 1 Aluno de Graduação em Licenciatura em Física, Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,

Leia mais

TRANSVERSALIDADE CULTURAL: NOTAS SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO E A TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS SALAS DE AULA.

TRANSVERSALIDADE CULTURAL: NOTAS SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO E A TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS SALAS DE AULA. TRANSVERSALIDADE CULTURAL: NOTAS SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO E A TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS SALAS DE AULA. Liélia Barbosa OLIVEIRA(UEPB) lielia20@yahoo.com.br Thomas Bruno OLIVEIRA(UEPB) thomasbruno84@hotmail.com

Leia mais

FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL: MUDANÇAS E TRANSFORMAÇÕES COM A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO

FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL: MUDANÇAS E TRANSFORMAÇÕES COM A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL: MUDANÇAS E TRANSFORMAÇÕES COM A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO 1 Francisco Edson Pereira Leite Delegado Adjunto da FIEP/RR professor.edsonleite@hotmail.com

Leia mais

Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR

Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR Roteiro de Não Ficção: Cardápio da Madrugada 1 Ana Carolina Vieira KRÜGER 2 Lucas KOTOVICZ 3 Sandra NODARI 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO A série de reportagens "Cardápio da Madrugada" foi

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Planejamento Urbano

Estado do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Planejamento Urbano UMA BARRA MANSA: DUAS CIDADES A CIDADE FORMAL: Regularizada, com infraestrutura completa, usufruindo do melhor que a comunidade pode ter em comércio, serviços, cultura e lazer. É a parte da cidade que

Leia mais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Cristina Novikoff c_novikoff@yahoo.com.br UNIGRANRIO Natália Xavier Pereira nxpereira@hotmail.com UNIGRANRIO Resumo:O uso da tecnologia

Leia mais

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV). PRÁTICAS DE LEITURA EM SALA DE AULA: O USO DE FILMES E DEMAIS PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS EM AULAS DE LÍNGUA - PORTUGUESA 52 - Adriana da Silva* adria.silva@ufv.br Alex Caldas Simões** axbr1@yahoo.com.br

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE Stella Maris Pissaia 1 Giseli Dionize Bobato 2 RESUMO: Neste resumo apresentamos uma descrição compreensiva das experiências vivenciadas a partir do contato teórico durante

Leia mais

DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS (ESP-MG):

DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS (ESP-MG): DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS (ESP-MG): (RE)FAZENDO CAMINHOS BELO HORIZONTE, MG Dezembro de 2015 Desenvolvimento Institucional da ESP-MG: antecedentes

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

Televisando o Futuro

Televisando o Futuro Televisando o Futuro Mostra Local de: Londrina Categoria do projeto: II Projetos Finalizados (projetos encerrados) Nome da Instituição/Empresa: Instituto GRPCOM Cidade: Maringá Contato: rafaelam@grpcom.com.br

Leia mais

Tese 1. A base do Curso de Pedagogia é a docência.

Tese 1. A base do Curso de Pedagogia é a docência. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO (ANPED)/ ASSOCIAÇÃO NACIONAL PELA FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO (ANFOPE)/ ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR EDITAL Nº008/PROPESPG SELEÇÃO PARA PROFESSORES TUTORES DO CURO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO

Leia mais