Ciclo pecuário. Comportamento de preços

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1 Comportamento de preços... Continuação da aula anterior 3 fenômenos de preço Sazonalidade: seca e águas / safra entre safra Ciclo da pecuária: Flutuação de preços que ocorre periodicamente na comercialização de animais e carne. Provocado por fatores internos e externos Tendências de longo prazo: queda de preço pelo aumento da produtividade e conseqüentemente da oferta Ciclo pecuário PRODUTOS E SUBPRODUTOS DO BOI Índices zootécnicos Clima Variáveis econômicas Dupla aptidão das fêmeas Quem determina altas e baixas de preço? Boi gordo ou a vaca (matriz)? sic

2 AVALIAÇÃO DE MORFOLOGIA EXTERNA Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Medicina Veterinária Curso de Graduação em Medicina Veterinária Disciplina Bovinocultura de Corte Introdução Cadeia produtiva é o conjunto de produção de bens e serviços intermediários e finais realizados antes, dentro e depois da porteira. A CADEIA PRODUTIVA DA CARNE BOVINA Isabel Cristina Ferreira Uberlândia/MG Março/2010 Professora importância de organização da cadeia: aumentar a competitividade do agronegócio o que é ser competitivo? adoção contínua de inovações tecnológicas, organizacional, institucional e legal para os integrantes da cadeia possam concorrer no mercado interno e externo de forma sustentável (Perosa, 1998) Introdução estruturação e organização da cadeia de forma sistêmica antes da porteira material genético, indústria de insumos, indústria de máquinas e equipamentos, comercialização de animais, mão-de-obra dentro da porteira atividades de cria, recria, engorda não produz boi, e sim carne de qualidade! depois da porteira frigoríficos, matadouros, curtumes, supermercados, açougues Buainain e Batalha, 2007

3 Indústria de insumos Impulsionada por avanços no conhecimento científico Incorporou tecnologias VACINAS Misturas minerais e múltiplas Vacinas, medicamentos Rações, defensivos Sistema de Produção/Produtor menor risco ambiental sustentabilidade econômico-ambiental bem-estar animal saúde do rebanho/ saúde publica utilizar de forma conservadora recursos não renováveis garantir bem estar social contribuir para melhorar equidade social pesquisa tem contribuído para melhorar nível tecnológico Indústria da Transformação Qualidade Higiene Valorizar produção do couro Integração com setor calçadista Reduzir importação de matéria prima de qualidade Valorizar produção da carne Cortes alternativos Pratos semiprontos Setor de distribuição Supermercados Alianças mercadológicas : definem parcerias entre os elos da cadeia: produtores frigoríficos varejo final visando produção e comercialização de carne bovina de qualidade Beneficiar consumidor e próprios aliados Assegurar sobrevivência de todos os elos da cadeia com margens de lucro equilibradas Conhecer bem o consumidor Assegurar volume e regularidade da oferta padronização do produto ofertado Garantia de origem do produto (rastreabilidade) Qualidade Consumidor maior exigência na qualidade dos alimentos envelhecimento da população brasileira * Demanda por alimentos saudáveis, diferenciados mudança no hábito familiar * mudança na força de trabalho familiar: mulher e filhos participam pratos rápidos * Refeições feitas fora de casa concorrência com outras carnes (frango) campanhas contra consumo de carne vermelha Coordenação da cadeia Função: orientar ações dos outros segmentos Geralmente exercida pela indústria INFORMAÇÂO é a base para uma cadeia bem articulada

4 Problemas na cadeia Falta de competitividade Deficiência na qualificação de mão de obra Inexistência de integração entre os segmentos: visão compartimentada Não há compromissos formais de atendimento na caracterização do produto desejado (prazo de entrega, peso, idade, acabamento) e nos compradores/fornecedores Sucesso da Cadeia no Setor Produtivo Redução do ciclo de produção Produção do novilho precoce Aumento da capacidade suporte das pastagens Aumento da eficiência reprodutiva Reduzir idade ao abate e à primeira cria Adequação do genótipo ao ambiente Falta de informações precisas de cada setor da cadeia Fragilidade Abate clandestino As categorias animais mais comuns são: SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE BOVINOS DE CORTE Vacas solteiras; Vacas amojadas (gestantes); Vacas descarte; Vacas com cria; Bezerros(as) mamando; Bezerros(as) desmamados; Novilhas; Novilhas em reprodução; Primíparas (primeiro parto); Garrotes; Touros Rufiões; Bois Animais alejados/doentes Sistemas de Produção de Bovinos de Corte Quais são os objetivos do sistema de produção da bovinocultura de corte? 1. Atender a necessidade do consumidor 2. Eficiência biológica e econômica 3. Maiores lucro & rentabilidade Caracterização da pecuária de corte Sistemas extensivos, melhorados, produtividade de baixa a média Longo ciclo de produção Manejo bezerro: mais simples que pecuária de leite Instalações e equipamentos mais simples que na pecuária de leite Execução de tarefas mais simples deve treinar mão-de-obra Principal fonte de nutrientes: pasto sem concorrência com alimentação humana Bom setor para investimento: estabilidade Sistemas de Produção de Bovinos de Corte O que se espera de um novilho de corte? Bom rendimento de carcaça Adequada proporção músculo:gordura:ossos Boa distribuição de músculo na carcaça qualidade de carne Bom ritmo de crescimento Resistência a doenças / adaptação ao ambiente nas fêmeas: fertilidade (IEP, idade à 1a cobertura)

5 Sistemas de Produção de Bovinos de Corte 1. Quanto à finalidade ou objetivo 1.1. Produção de genética 1.2. Produção comercial (carne de qualidade) 2. Quanto ao sistema de criação 2.1 Extensivo pasto 2.2. Semi- intensivo pasto e semi- confinado 2.3. Intensivo Pasto, semi-confinado e confinado 3. Quanto às fases de criação: Cria, recria e engorda 3.1. Cria Período do nascimento até dias Bezerros permanecem com as mães Geralmente feita de forma extensiva parâmetros importantes Número ou porcentagem de crias desmamadas Peso médio de desmama Preço do bezerro Custos (alimento, medicamentos, vacinas, mãode-obra) 3.1. Cria Medidas de eficiência Quilos de bezerros desmamados por vacas = % bezerros desmamados x peso a desmama Lucro =[(% bezerros desmamados x peso a desmama) x preço]- custo total Preço de equilíbrio = custo anual da vaca/(peso a desmama x % bezerros desmamados) 3.1. Cria Fatores que afetam o número e o peso de bezerros desmamados por vaca 1. Número de bezerros Número de vacas que conseguem desmamar as crias Perdas durante gestação, nascimento e pós nascimento Não concepção: nutrição e saúde Vaca: IEP, condição corporal, suprimento energético (pré e pós-parto) Touro: qualidade e quantidade do sêmen, libido, capacidade de acasalamento IA: seleção e manuseio do sêmen, cuidados (como e quando inseminar) Novilhas: idade, peso, maturidade (raça, tamanho do esqueleto), suprimento energético 3.1. Cria Fatores que afetam o número e o peso de bezerros desmamados por vaca 2. Peso dos bezerros Idade em que são desmamados Ganho de peso diário a partir do nascimento Potencial genético para crescimento Saúde Produção de leite da mãe (potencial genético para leite, saúde) Pesagem: fácil mensuração Estação de nascimento Suplementação alimentar 3.1. Cria Suplementação alimentar Creep feeding: cochos de acesso exclusivo para bezerros Aumento de peso à desmama Útil para bezerros com bom potencial de crescimento (superprecoce) Programa de vendas de tourinhos menor estresse à desmama Rebanhos comerciais: 2 a 3 semanas pré-desmama útil em períodos secos Custos mais elevados Cuidados para não exagerar na suplementação

6 3.1. Cria Suplementação alimentar 3.1. Cria Porcentagem de bezerros desmamados Creep grazing Piquetes de gramíneas e/ou leguminosas com acesso exclusivo para bezerros % desmama = Número desmamados x 100 Número de vacas em reprodução (ano anterior) Espera- se que uma vaca produza uma cria por ano ** período de serviço não se alongue mais que dias Fatores que causam redução de bezerros desmamados * fêmeas sem prenhez no final da estação de monta * mortes durante ou logo após o parto 3.1. Cria Práticas de manejo que afetam porcentagem da desmama Novilhas parindo aos 24 meses Nutrição para cobertura com 60-65% do peso adulto Nutrição novilhas sem sub ou super alimentação Distocia: principal causa morte ao nascimento Controle peso ao nascimento: escolha de touros e área pélvica das fêmeas Controle do intervalo de partos Influenciado: nutrição, nível de produção de leite e peso adulto 3.1. Cria Práticas de manejo que afetam porcentagem da desmama Período de serviço entre 70 e 90 dias Anestro em vacas com cria ao pé Desgaste orgânico durante gestação e decorrer da lactação Fenômeno neuro-hormonal desencadeado pelo bezerro ao succionar repetidas vezes durante o dia as tetas do úbere, além do contato visual vaca-bezerro Cria Práticas que permitem reduzir influência da amamentação em anestros prolongados Desmama precoce Melhora índices de fertilidade Suplementação alimentar do bezerro para compensar a falta do leite desmama interrompida Amamentação controlada 3.1. Cria Fatores genéticos que afetam o ganho de peso das crias Potencial de ganho de peso dos bezerros e produção de leite das vacas melhorados por seleção e cruzamentos 60 a 70% do peso a desmama: atribuído ao leite da vaca

7 3.1. Cria 3.1. Cria Manejo da vaca e do bezerro 8o mês de gestação: pasto maternidade Período: com estação de monta: 65% partos ocorre de julho a outubro Assistência ao parto: primíparas (depende raça, tamanho da vaca e touro) Manejo do bezerro Curar umbigo : iodo 8% Mamar colostro nas primeiras 6 horas Vacinas Brucelose fêmeas de 4 a 8 meses Aftosa recomendações regionais Raiva a partir de 4 meses (anual) Carbúnculo sintomático: 4 meses reforço 8/12 meses descorna 3.1. Cria Vantagens da descorna Rebanho uniforme Menor ocupação de espaço nos cochos Diminui ferimentos causados por brigas entre animais do rebanho Menores riscos para trabalhadores Melhor qualidade do couro Diminui lesões na carcaça Métodos de descorna Ferro quente: animais jovens Bastão de soda caústica: animais jovens Cirúrgico: animais adultos Cria extensiva Campo Grande MS: Anualpec, 2009 Indicadores técnicos 500 UA 5.000UA Raça Nelore Nelore Rebanho (cabeças) Pastagens (ha) Forrageira Braquiarão Braquiarão Cap. Suporte(UA/ha/ano) 0,70 0,68 Produção (kg PV/UA/ano) Taxa de desmama 66% 65% Vacas/touro Reposição das vacas 15% 15% Administrador - 1 Capataz 1 2 Vaqueiro 2 11 Tratorista 1 1 Auxiliar escritório - 2 cozinheira - 1 Serviços gerais - 2 Cabeças/funcionário Indicadores econômicos Cria extensiva Campo Grande MS: Anualpec, 2009 Indicadores técnicos 500 UA 5.000UA Custos (R$ 4,0 2,4 Custos (R$ cabeça/ano) 217,40 134,7 Custos (R$ produzida) 55,5 37,3 Lucro (cabeça/rebanho) R$ 163,90 213,0 Lucro /hectare (R$) 138,90 179,0 Rentabilidade sobre patrimônio 2,8% 3,6% 500UA 5.000UA Vendas de vacas (cabeças) Bezerras (cabeças) Bezerros (cabeças) Receitas (R$) Folha de pagamento (R$) Encargos sociais (R$) Sal mineralizado (R$) Sal com uréia (R$) Vacinas (R$) Vermífugos (R$) Outros (R$) Limpeza pastagens (R$) Calcário/fertilizante (R$) Sementes (R$)

8 Indicadores econômicos 500UA Manutenção de cercas e benfeitorias (R$) 5.000UA Combustíveis Tratores e veículos (R$) Peças e serviços (R$) Depreciações (R$) Compra de gado (R$) viagens ITR contabilidade escritório Energia e telefone sede diversos CUSTOS (R$) LUCRO (R$) Recria Fase após a desmama até o início da terminação nos machos e a fase da desmama até início da reprodução nas fêmeas Geralmente são mantidos a pasto com fornecimento de sal Manejo sanitário Vacinação Everminação Controle parasitos 3.2 Recria O crescimento (duração) nessa fase depende: Genótipo Sexo Peso à desmama Nutrição Clima Adaptação Manejo Ganho lentos e baixo custo Altas taxas de ganhos com suplementação 3.2 Recria Pontos para amenizar efeito clima Uso de pastagens mais produtivas Reservar pastagens Cultivar plantas para reserva alimentar (canade-açúcar, leucena) Fornecimento de feno e silagens Usar co-produtos (sub-produtos) industriais Reduzir tamanho do rebanho Controlar venda e parições Direcionar animais para pastagens melhores 3.2 Recria Animais chegam estressados após desmama Leilões Nova propriedade Viagens Manejo deficiente: água e comida Prevenção doenças Origem animais: programas preventivos de saúde 3.2 Recria Produtor deve ser excelente comerciante Informações de preços Mercados Saber momento para comprar e vender Atualmente contratos de fornecimento para confinamentos Fornecedores fixos, com preços pré-estabelecidos Tendências dos preços no mercado futuro Tendência de diminuição dessa fase no sistema de produção Sistema superprecoce: elimina fase de recria

9 3.3. Engorda Pesos: 10 a terminam com 15 a Extensiva a pasto Alimento: pasto + sal Resultados dependem qualidade solo, pastagem e animais Intensiva a pasto Alimento: pasto + sal Manejo pastejo rotacionado, diferido, adubação Resultados dependem qualidade solo, pastagem e animais Recria/ engorda extensiva Campo Grande MS: Anualpec, 2009 Indicadores técnicos 500 UA 5.000UA Raça Nelore Nelore Rebanho (cabeças) Pastagens (ha) Forrageira Braquiarão Braquiarão Cap. Suporte(UA/ha/ano) 0,84 0,82 Produção (kg PV/UA/ano) Administrador - 1 Capataz 1 2 Vaqueiro 1 6 Tratorista 1 1 Auxiliar escritório - 2 cozinheira - 1 Serviços gerais - 2 Cabeças/funcionário Recria/ engorda extensiva Campo Grande MS: Anualpec, 2009 Indicadores técnicos 500 UA 5.000UA Custos (R$ 4,1 3,4 Custos (R$ cabeça/ano) 236,4 185,8 Custos (R$ produzida) 62,4 46,2 Lucro (cabeça/rebanho) R$ 70,5 138,9 Lucro /hectare (R$) 84,1 167,6 Rentabilidade sobre patrimônio 1,5% 3,0% Recria engorda extensiva Indicadores econômicos 500UA 5.000UA Vendas de boi gordo 2 a 3 anos (cabeças) Vendas de boi gordo 3 a 4 anos (cabeças) Receitas (R$) Folha de pagamento (R$) Encargos sociais (R$) Sal mineralizado (R$) Sal com uréia (R$) Vacinas (R$) Vermífugos (R$) Outros (R$) Limpeza pastagens (R$) Calcário/fertilizante (R$) Sementes (R$) Recria engorda extensiva Indicadores econômicos 500UA 5.000UA Manutenção de cercas e benfeitorias (R$) Combustíveis Tratores e veículos (R$) Peças e serviços (R$) Depreciações (R$) Compra de gado (R$) viagens ITR contabilidade escritório Energia e telefone sede diversos CUSTOS (R$) LUCRO (R$) Cria Recria engorda extensiva de Nelore Indicadores técnicos 500 UA 5.000UA Rebanho (cabeças) Pastagens (ha) Forrageira Braquiarão Braquiarão Cap. Suporte(UA/ha/ano) 0,70 0,68 Produção (kg PV/UA/ano) Taxa de desmama 66% 65% Vacas/Touro Reposição de vacas 15% 15% Prenhez monta monta Administrador - 1 Capataz 1 2 Vaqueiro 1,3 7 Tratorista 1 1 Auxiliar escritório - 2 cozinheira - 1 Serviços gerais - 2 Cabeças/funcionário

10 500 UA 5.000UA Custos (R$ 3,2 2,0 Custos (R$ cabeça/ano) 185,8 116,50 Custos (R$ produzida) 47,90 31,0 Lucro (cabeça/rebanho) R$ 131,10 190,7 Lucro /hectare (R$) 129,40 187,70 Rentabilidade sobre patrimônio Cria/ Recria/ engorda extensiva Campo Grande MS: Anualpec, 2009 Indicadores técnicos 2,4% 3,5% Cria Recria engorda extensiva de Nelore Indicadores econômicos 500UA 5.000UA Venda de vacas (cabeças) Bezerras (cabeças) Vendas de boi gordo 2 a 3 anos (cabeças) Vendas de boi gordo 3 a 4 anos (cabeças) Receitas (R$) Folha de pagamento (R$) Encargos sociais (R$) Sal mineralizado (R$) Sal com uréia (R$) Vacinas (R$) Vermífugos (R$) Outros (R$) Limpeza pastagens (R$) Calcário/fertilizante (R$) Sementes (R$) Cria Recria engorda extensiva de Nelore Indicadores econômicos 500UA 5.000UA Manutenção de cercas e benfeitorias (R$) Combustíveis Tratores e veículos (R$) Peças e serviços (R$) Depreciações (R$) Compra de gado (R$) viagens ITR contabilidade escritório Energia e telefone sede diversos CUSTOS (R$) LUCRO (R$) Engorda Intensiva em semi-confinamento Resultados mais previsíveis Intensiva em confinamento Alimento no cocho Áreas restritas Resultados de consumo e ganho previsíveis Nutrição atende requisitos Variação da Rentabilidade sobre patrimônio em 2008: Anualpec, Engorda Sistemas de produção 500 UA 5.000UA Cria extensiva 1,5 a 5,4% 0,4 a 7,7% Aspectos comercialização Mercado futuro Produzir carne atendendo consumidor Recria / Engorda extensiva 0,3 a 3,1% 1,1 a 5,6% Cria-recria-engorda extensiva 0,3 a 4,2% 0,5 a 7,5% Cria semi-intensiva -0,4 a 3,8% 0,7 a 9,0% Recria/engorda semi-intensiva -3,0 a 2,2% 0,7 a 6,0% Cria/recria/engorda semi-intensiva -0,5 a 3,1% 0,8 a 8,7% Cria intensiva -0,8 a 3,1% 1,1 a 9,6% Recria/engorda intensiva -6,5 a 0,8% 1,6 a 7,5% Cria/recria/engorda intensiva -2,7 a 1,4% 1,2 a 9,0%

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