Mantenha desligado ou. semsom. Obrigado.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mantenha desligado ou. semsom. Obrigado."

Transcrição

1 Mantenha desligado ou semsom. brigado.

2 Introdução à Química Farmacêutica Medicinal Parte 4 Eliezer J. Barreiro eliezer 2015 Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas

3 o FÁRMAC e o medicamento; DEFINIÇÃ de QUÍMICA Medicinal; o berço da Química Medicinal = Ernest forneau; a linha do TeMP da Química Medicinal; Como nascem os fármacos? s fármacos sintéticos; inovações terapêuticas; PRCESS de descoberta/invenção de NVS fármacos; sua interdisciplinaridade; AS RAZÕES moleculares da ação dos Fármacos; PARADIGMA de Fischer; o centenário modelo chave-fechadura; A relação estrutura química e a atividade (SAR) (farmacológica); molécula pioneira: AAS = bent Samuelsson; Sune bergstron; John VANE =; dissecação molecular; TIPS de interações FÁRMACS- biorreceptores; propriedades estruturais dos FÁRMACS; grupos funcionais; SIMILARIDADE MLECULAR; estereoquímica; efeitos conformacionais; quiralidade E os fármacos; tipos de isomeria; CNCEIT de CNFRMAÇÃ biativa; sutis efeitos daestrutura na atividade:efeito efeito-orto & METILA; sobre S biorreceptores; quantos são? GPCR; os ALFABETS bioquímicos; As LIGAÇÕES frágeis; ligações-h; TPGRAFIA 3D dos BIRRECEPTRES; QUÍMICA CMPUTACINAL; PDB; ENCAIXE induzido; reconhecimento molecular = complementaridade; grupos & pontos farmacofóricos, auxofóricos e toxicofóricos; as fases DA ação dos FÁRMACS: PD & PK; Planejamento RACINAL: fases abordagem fisiológica; ETAPAS do desenvolvimento; Estratégias de desenho MLECULAR; CNCEIT de composto-prtótip; série congênere; estratégias ACADÊMICAS & industriais; biososterismo; hibridação molecular; simplificação molecular; FUTUR: FÁRMACS do século 21; fármacs multi-alvos; Tinibes; epílogo; FIM!

4 As fases da ação dos fármacos Tecnologia farmacêutica

5

6 São diversas as técnicas de desenho São molecular da Química Medicinal que podem ser empregadas combinadas ou separadamente, para construir-se se quimiotécas originais, planejadas, virtuais ou não, que originem séries congêneres, precursoras de de novos compostos-protótipos protótipos, candidatos novos fármacos. a novos

7 hit/ligante Estratégias de desenho molecular

8 Conceitodecomposto-protótipo É a primeira substância de uma série congênere i.e. estruturalmente relacionada entre si com atividade em modelos farmacológicos validados - in vivo - que deve ser otimizado por modificações moleculares racionais, subsequentes.

9 Série congênere EJ Barreiro et al., Quim. Nova 2002, 25, 129

10

11 timização do protótipo

12 Desenhomoleculardenovosfármacos FBDD FBDD EJ Barreiro, A Química Medicinal e o paradigma do composto-protótipo, Rev. Virtual Quim. 2009, 1, 67.

13 hit/ligante Estratégias de desenho molecular

14 Bioisosterismo LM Lima & EJ Barreiro, Bioisosterism: A Useful Strategy for Molecular Modification and Drug Design, Current Medicinal Chemistry, 2005, 12, 23-49

15 Isósteros

16 Bioisóstero (Bio + isóstero) Um bioisóstero é um composto resultante da troca isostérica de simples átomos ou subunidades estruturais, por outros átomos ou subunidades estruturais, similares em distribuições eletrônicas, volumes moleculares ou propriedades fisico-químicas, capazes de apresentarem propriedades similares* ao composto original. Adaptado do Glossary of Terms Used in Medicinal Chemistry As propriedades biológicas similares referem-se ao reconhecimento pelo mesmo biorreceptor, podendo ser agonista ou antagonista.

17 purinas pirimidinas carboidratos N N NH 2 H N N NH 2 N N H H H H N N NH 2 H H H N N H H N N H N N H H H NH 2 adenina guanina citosina nucleosídeo "uracilo" guanosina adenosina

18 H 2 N H 2 N H prolina glicina (gly) NH 2 serina NH H NH 2 lisina (Lys) H N triptofano (Trp) H H 3 C H NH 2 H NH 2 alanina HS H 2 N H NH H 3 C NH 2 N H cisteína (Cys) glutamina (Gln) H H 2 N CH 3 arginina NH 2 valina H NH 2 fenilalanina (Phe) H H 3 C NH 2 H H NH 2 H 3 C H H H H CH 3 NH 2 isoleucina (Ile) NH 2 treonina (Thr) H NH 2 tirosina (Tyr) H NH 2 ácido glutâmico H 2 N H 3 C NH 2 H H 3 C S HN H H CH 3 NH 2 leucina metionina H NH 2 NH 2 ácido aspártico H H asparagina (Asn) N NH 2 histidina H H

19 Monovalentes Divalentes Trivalentes Tetravalentes F, H, NH 2, CH 3, R -CH 2 - +CH- =C= CI, SH, PH 2, Si 3, SR -- =N- =Si= Br -S- =P- =N + = I -Se- =As- =P + = -Te- =Sb- =As + = =Sb + = -C- -CH -S 2 NH 2 -H -CNH- -CR- -CNH 2 -C 2 - -S 3 H -P(H)NH 2 -F -NHC- -RC- -CSNH 2 -S- Tetrazola -S 2 NR- -S 2 NHR -H -catecol -CN- -3-hidroxiisoxazola -CH 2 H -benzimidazol -CH(CN)- -2-hidroxicromano -NHCNH 2 R-S-R =N- -NH-CS-NH 2 -C 5 H 4 N (R--R ) R-N(CN)-R -C(CN)= -NH-C(=CHN 2 )-NH 2 -C 6 H 5 R-C(CN)(CN)-R -C 4 H 4 N _halogeneo C 4 H 4 S -CF 3 -CN -N(CN) 2 -C(CN) 3

20 Bióforo natural aceptor-h aceptor-h safrol indanona aceptor-h benzodioxola eliezer 2005

21 LASSBio-349: novo tipo de bioisosterismo CX-2 Synthesis and pharmacological evaluation of new flosulide analogues, synthesized from natural safrole Bioorganic & Medicinal Chemistry Letters 1998, 8,

22 Aplicação do bioisosterismo na IF pirazolo[4,3-d]pirimidinila Similaridade Molecular tetrazabiciclo[4.3.0]nonatrienona PDE-5i Bioisosterismo LM Lima & EJ Barreiro, Bioisosterism: A Useful Strategy for Molecular Modification and Drug Design, Current Medicinal Chemistry, 2005, 12, 23-49

23 Química Medicinal Bioensaios Modelagem Molecular

24 hit/ligante Estratégias de desenho molecular

25

26 Hibridação Molecular Modelagem molecular Screening virtual Fragmento molecular C ViegasJr et al., CurrMed Chem. 2007,14,1829

27 Novo inibidor de PDE-4 com ação anti-tnfα LASSBio-468 Int. Immunopharmacol. 2005, 5,

28 S N H N LASSBio-294 LASSBio-206 LASSBio-246 Furoxanyl-N-acylhydrazones 42 new compounds furoxana

29 Novo derivado furoxanil-n-acilidrazônico Atividade AI no CIRPE IC 50 (LX) 35,0 µm IL-8 < 50% (300µM) P. Hernandez et al., Discovery of new orally effective analgesic and anti-inflammatory hybrid furoxanyl N-acylhydrazones derivatives, Bioorg Med Chem 2012, 20, 2158

30 hit/ligante Estratégias de desenho molecular

31 Simplificação Molecular LASSBio-579 LASSBio-581 AntD2, D4, 5-HT 1A & 5-HT 2A R. Menegattiet al., Bioorg. Med. Chem. 2003, 11, 4807

32

33 Gênese do LASSBio-294 (1)

34 Gênese do LASSBio-294(2)

35 Gênese do LASSBio-294(3) Piper hispidinervum

36 Série congênere

37 Docking de LASSBio-294 com os receptores de adenosina LASSBio-294 LEU167 LEU267 GLU169 PHE168 ASN Å binding ASN Å 4.7Å 5.9Å 5.6Å HIS278 THR88 SER277 LASSBio-294 (3EML) LASSBio-294 (2YD) 37

38 Novo protótipode fármacocardioativo* *US Patent US /08/2006 *European Patent EP ; W Thienylhydrazone with digitalis-like properties (positive inotropic effects) C 13 H 10 N 2 3 S PM 274 Estruturalmente simples; rota de síntese com >55% de rendimento global, empregando matéria-prima acessível; escalonável até 5,0 kg(18,2 M); Potentes propriedades inotrópicas positivas & vasodilatadoras; também neuroprotetoras; aativo por via oral; boa biodisponibilidade; Novo mecanismo farmacológico de ação: ligante de receptores adenosinérgicos; Sem citotoxicidade, genotoxicidade, nem toxicidade sistêmica (aguda e sub-aguda) em duas vias de administração (p.o. e i.p.*) nas doses 1000 µm/kg e 73 µm/kg, respectivamente; *i.p.=2vezesaodia,durante15diasseguidos:~100vezesed 50 invivo.

39 1. JR Azevedo, J-J Letourneau, F Espitalier, MI Ré, Solubility of a New CardioactivePrototype Drug in Ionic Liquids, J. Chem. Eng. Data, 59, (2014). & 2. JS da Silva, SL Pereira, RC Maia, SS Landgraf, C Caruso-Neves, AE Kümmerle, CAM Fraga, EJ Barreiro, RT Sudo, G Zapata-Sudo, N-acylhydrazoneimproves exercise intolerance in rats submitted to myocardial infarction by the recovery of calcium homeostasis in skeletal muscle, Life Sciences, 94, (2014). 3. SL Pereira, AE Kümmerle, CAM Fraga, EJ Barreiro, RT Sudo, G Zapata-Sudo, Vasodilator and antihypertensive effects of a novel N-acylhydrazonederivative mediated by the inhibition of L-type Ca2+ channels, Fundamental & Clinical Pharmacology, 28, (2014). 4. FN Costa, FF Ferreira, TF da Silva, EJ Barreiro, LM Lima, D Braza, RC Barroso, StructureRedetermination of LASSBio-294 a cardioactive compound of the N-acylhydrazone class using X- ray powder diffraction data, Powder Diffraction, 28, S491-S509 (2013). 5. CM Leal, SL Pereira, AE Kümmerle, DM Leal, R Teschc, CMR Sant Anna, CAM Fraga, EJ Barreiro, RT Sudo, G Zapata-Sudo, Antihypertensive profile of 2-thienyl-3,4-methylenedioxybenzoylhydrazone is mediated by activation of the A2 A adenosine receptor, Eur. J. Med. Chem., 55, (2012). # 6. RC Braga, VM Alves, CAM Fraga, EJ Barreiro, V de liveira, CH Andrade, Combination of docking, molecular dynamics and quantum mechanical calculations for metabolism prediction of 3,4- methylenedioxybenzoyl-2-thienylhydrazone, J. Mol. Model., 18, (2012). 7. RC Braga, ACB Tôrres, CB Persiano, R Alves, CAM Fraga, EJ Barreiro, V de liveira, Determination of the cardioactiveprototype LASSBio-294and its metabolites in dog plasma by LC MS/MS: Application for a pharmacokinetic study, Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis,55, (2011). (Times cited: 2) 8. A G M Fraga, L Lda Silva, CAM Fraga, EJ Barreiro, CYP1A2-mediated biotransformation of cardioactive 2-thienylidene-3,4-methylenedioxybenzoylhydrazine(LASSBio-294) by rat liver microsomes and human recombinant CYP enzymes, European Journal of Medicinal Chemistry, (2011). (Times cited: 1)

40 9. DG Costa, JS da Silva, AE Kummerleet al., LASSBio-294, A Compound With Inotropic and Lusitropic Activity, Decreases Cardiac Remodeling and Improves Ca2+ Influx Into Sarcoplasmic Reticulum After Myocardial Infarction, Am. J.Hypertension, 23, (2010). (Times cited:3) 10. FCF Brito, AE Kummerle, C Lugnier et al., Novel thienylacylhydrazonederivatives inhibit platelet aggregation through cyclic nucleotides modulation and thromboxane A(2) synthesis inhibition, Eur. J. Pharmacol., 638, 5-12 (2010). (Times cited: 4) 11. E Carneiro, CH Andrade, RC Braga et al., Structure-based prediction and biosynthesis of the major mammalian metabolite of the cardioactiveprototype LASSBio-294, Bioorg. Med. Chem. Lett., 20, (2010). (Times cited:4) 12. L Pol-Fachin, CAM Fraga, EJ Barreiro et al., Characterization of the conformational ensemble from bioactive N-acylhydrazone derivatives, J. Mol. Graphics & Modelling, 28, (2010). 13. G Zapata-Sudo, SL Pereira, HJV Beiral et al., Pharmacological Characterization of (3-Thienylidene)- 3,4-Methylenedioxybenzoylhydrazide: A Novel Muscarinic Agonist With Antihypertensive Profile, Am. J.Hypertension, 23, (2010). (Times cited: 2 ) 14. FCF Brito, AE Kummerle, C Lugnier et al. Novel thienylacylhydrazone derivatives inhibit platelet aggregationthroughcyclicnucleotidesmodulationandthromboxanea2 synthesisinhibition, Eur. J. Pharmacol., 638, 5 12 (2010). 15. AE Kummerle, JM Raimundo, CM Leal et al., Studies towards the identification of putative bioactive conformation of potent vasodilator arylidenen-acylhydrazonederivatives, Eur. J. Med. Chem., 44, (2009). (Times Cited: 16 ) 16. AG Silva, G Zapata-Sudo, AE Kummerle et al., Synthesis and vasodilatory activity of new N- acylhydrazonederivatives, designed as LASSBio-294analogues, Bioorg. Med. Chem, 13, (2005). (Times Cited: 44) 17. H Gonzalez-Serratos, EFR Pereira, RZ Chang et al., The thienylhydrazone, (2 '-thienylidene)3,4- methylenedioxvbenzoylhydrazine (LASSBio-294), develops fatigue resistance and has a positive inotropic effect in mammalian skeletal muscle, Biophys. J., 86, 225A-225A Suppl. (S 2004).

41 18. G Zapata-Sudo, RT Sudo, PA Maronas et al., Thienylhydrazone derivative increases sarcoplasmic reticulumca2+ release in mammalianskeletalmuscle, Eur. J. Pharmacol., 470, (2003) (Times Cited: 4) 19. EJ Barreiro, Strategyofmolecular simplificationin rationaldrugdesign: The discoveryofa new cardioactive agent, Quim. Nova, 25, (2002) (Times Cited: 14) 20. CLM Silva, F Noel, EJ Barreiro, Cyclic GMP-dependent vasodilatory properties of LASSBio 294 in rat aorta, Br. J. Pharmacol., (2002) (Times Cited: 16 ) 21. H Gonzalez-Serratos, RZ Chang, EFR Pereira et al., A novel thienylhydrazone, (2-thienylidene)3,4- methylenedioxybenzoylhydrazine, increasesinotropismanddecreasesfatigue ofskeletalmuscle, J. Pharmacol. Exp. Ther., 299, (2001) (Times Cited: 14) 22. RT Sudo, G Zapata-Sudo, EJ Barreiro, The new compound, LASSBio 294, increases the contractility of intact and saponin-skinned cardiac muscle from Wistar rats, Br. J. Pharmacol., 134, (2001) (Times Cited: 13) 23. PC Lima, LM Lima, KCM Silva et al., Synthesis and analgesic activity of novel N-acylarylhydrazones and isosters, derived from natural safrole, Eur. J. Med. Chem., 35, (2000). (Times cited: 70) CAS # Publicações sobre LASSBio-294

42 SAR (Dissecação Molecular)

43 timização do protótipo

44 LASSBio-294 na Web

45

46

47 Fármacos do século 21 Doenças multifatoriais A Anighoroet al., Polypharmacology: challenges and opportunities in drug dsicovery, J. Med. Chem. 2014, 57,7874; JL Medina-Franco et al. Shifting from the single to the multitargetparadigmin drug discovery, Drug Discov. Today 2013, 18,495; C Hiller, J Kühhorn, P Gmeiner, Class A G-Protein-Coupled Receptor (GPCR) Dimers and Bivalent Ligands, J. Med. Chem. 2013, 56, 6542; G Phillips, M Salmon, Bifunctional compounds for the treatment of CPD, Annu. Rev. Med. Chem. 2012, 47, 209; S Reardon, A world of chronic disease, Science2011, 333, 558.

48 Bases racionais para desenho de ligantes múltiplos Subunidades farmacofóricas A B C D Intuição química Combinação de farmacóforos Hibridação molecular Séries congêneres Padrão de reconhecimento molecular Biorreceptor A Biorreceptor-B Século 21

49 Tinibes: TK s inibidores Edwin G Krebs ( ) Edmond H Fischer (1920) Vendas mundiais do imatinibe em 2009: US$ 3,95 bi S. Aggarwal, Targeted cancer therapies, Nature Rev. Drug Discov. 2010, 9, 427; P. Cohen, Timeline: Protein kinases the major drug targets of the twenty-first century? Nature Rev. Drug Discov. 2002, 1, 309

50 Tinibes* Leucemiamieloidecrônica(CML) /2011- crizotinibe (Xalkori R ) pulmão 12/2012- ponatinibe (Iclusig R ) CML 03/2013- bosutinibe (Bosulif R ) CML Mercado mundialem2014: US$ 20,2 bi* 2007 * C. W. Lindsley, ACS Med. Chem. Lett. 2014, 5, 1066

51 June 2014 Volume 9 Issue 6 e99510

52

53 Novostinibesduais H 3 C N 5-methylisoxazole Lidia M Lima, Maria L C Barbosa, Stefan A Laufer LASSBio/UFRJ, 2013 ureia aceptor-h N N H H donor-h Cl CH 3 N CH 3 Molecular hybridization H 3 C H 3 C 3-bromoanilino HN N N Br quinazoline Tivozanib PD oral VEGF receptor tyrosine kinase inhibitor inhibits tyrosine kinase activity of the EGFR safrole N N Cl H 3 C H 3 C HN N N VEGF & EGFR inhibitor quinazoline Cl aceptor-h S S N H donor-h N classic ring bioisosterism 2-thiazole aceptor-h molecular simplification N H donor-h S CNH 2 C Viegas Jr et al., Molecular Hybridization: na useful tool in the design of new drugs prototypes, Curr. Med. Chem. 2007, 14, 103; M L C Barbosa, L M Lima, R Tesch, C M R Sant Anna, F Totzke, M HG Kubbutat, C Schächtele, S A Laufer, E J Barreiro, Novel 2-chloro-4-anilino-quinazoline derivatives as EGFR and VEGFR-2 dual inhibitors,eurjmedchem2014,71,1-14. N

54 Novos candidatos a inibidores duais de tirosina cinases(tk) EGFReVEGFR-2: LASSBio-1814,LASSBio-1816eLASSBio EGFR: IC 50 = 2,37 µm VEGFR-2: IC 50 = 1,02 µm EGFR: IC 50 = 1,63 µm VEGFR-2: IC 50 = 0,85 µm EGFR: IC 50 = 0,90 µm VEGFR-2: IC 50 = 1,17 µm

55 carboxamide Novel molecular pattern withegfr/vegfr dual activity! Depósito de patente no INPI MLC Barbosa, Novos derivados quinazolínicosfuncionalizados inibidores duais das tirosina cinases receptoras EGFR & VEGFR-2, Tese de Doutorado, Instituto de Química, UFRJ, 2013.

56 Prêmio de melhor painel no congresso Frontiers in Medicinal Chemistry,Tübingen,DE

57

58 ...discoveryconsists of seeing whateverybody everybodyelse elsehasseen andthinkingwhat nobody else 1937 hasnot notthought thought... Albert Szent-Györgiy ( )

59

60

61 C 2 H CCH 3

62 De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." Senado Federal, Rio de Janeiro, DF bras Completas de Rui Barbosa ( ) V. 41, t. 3, p. 86

63 Praia do Boqueirão, Saquarema, RJ

Estratégias para obtenção de substâncias bioativas a partir da biodiversidade

Estratégias para obtenção de substâncias bioativas a partir da biodiversidade Estratégias para obtenção de substâncias bioativas a partir da biodiversidade VII impósio Iberoamericano de Plantas Medicinais I impósio Iberoamericano de Investigação em Câncer Centro de Convenções do

Leia mais

abril 2014 Eliezer J. Barreiro Professor Titular

abril 2014 Eliezer J. Barreiro Professor Titular 22 a Semana da Química IQ/UFRJ abril 2014 PRINCÍPIOS & FUNDAMENTOS da PARTE 3 Eliezer J. Barreiro Professor Titular Os grupos funcionais mais frequentes nos fármacos W W Propriedades eletrônicas W 6,10,

Leia mais

Parte 2. http://www.farmacia.ufrj.br/lassbio

Parte 2. http://www.farmacia.ufrj.br/lassbio Introdução à Química Farmacêutica & Medicinal Eliezer J. Barreiro Parte 2 http://www.evqfm.com.br Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas http://www.farmacia.ufrj.br/lassbio Introdução

Leia mais

Aula 4. BMF-776 Princípios de Química Medicinal. Dr Eliezer J. Barreiro Professor Titular - UFRJ. Princípios de Química Medicinal. Nome da Disciplina:

Aula 4. BMF-776 Princípios de Química Medicinal. Dr Eliezer J. Barreiro Professor Titular - UFRJ. Princípios de Química Medicinal. Nome da Disciplina: BMF-776 Princípios de Química Medicinal Aula 4 Nome da Disciplina: Princípios de Química Medicinal Código: BMF-776 Carga Horária: 45 horas Créditos: 3 créditos Dr Eliezer J. Barreiro Professor Titular

Leia mais

Introdução à Química Farmacêutica Medicinal

Introdução à Química Farmacêutica Medicinal Introdução à Química Farmacêutica Medicinal Parte 2 Eliezer J. Barreiro http://www.evqfm.com.br eliezer 2015 Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas http://www.farmacia.ufrj.br/lassbio

Leia mais

UFABC Bacharelado em Ciência & Tecnologia

UFABC Bacharelado em Ciência & Tecnologia UFABC Bacharelado em Ciência & Tecnologia Transformações Bioquímicas (BC0308) Prof Luciano Puzer http://professor.ufabc.edu.br/~luciano.puzer/ Propriedades, funções e transformações de aminoácidos e proteínas

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: BIOQUÍMICA HUMANA PROF. WILLAME BEZERRA. Aminoácidos. Prof. Willame Bezerra

CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: BIOQUÍMICA HUMANA PROF. WILLAME BEZERRA. Aminoácidos. Prof. Willame Bezerra CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: BIOQUÍMICA HUMANA PROF. WILLAME BEZERRA Aminoácidos Prof. Willame Bezerra As proteínas são as biomoléculas mais abundantes nos seres vivos e exercem funções fundamentais em

Leia mais

14/02/2017. Genética. Professora Catarina

14/02/2017. Genética. Professora Catarina 14/02/2017 Genética Professora Catarina 1 A espécie humana Ácidos nucleicos Tipos DNA ácido desoxirribonucleico RNA ácido ribonucleico São formados pela união de nucleotídeos. 2 Composição dos nucleotídeos

Leia mais

Influência da Genética desempenho

Influência da Genética desempenho UNIVERSIDADE GAMA FILHO PÓS-GRADUAÇÃO Nível: LATO SENSU Curso: FISIOLOGIA E TREINAMENTO APL. ATIVIDADES DE ACADEMIAS E CLUBES Influência da Genética desempenho Prof. Drd. LUIZ CARLOS CARNEVALI luizcarnevalijr@usp.br

Leia mais

UNIVERSIDADE GAMA FILHO PÓS-GRADUAÇÃO Nível: LATO SENSU Curso: FISIOLOGIA E TREINAMENTO APL. ATIVIDADES DE ACADEMIAS E CLUBES

UNIVERSIDADE GAMA FILHO PÓS-GRADUAÇÃO Nível: LATO SENSU Curso: FISIOLOGIA E TREINAMENTO APL. ATIVIDADES DE ACADEMIAS E CLUBES UNIVERSIDADE GAMA FILHO PÓS-GRADUAÇÃO Nível: LATO SENSU Curso: FISIOLOGIA E TREINAMENTO APL. ATIVIDADES DE ACADEMIAS E CLUBES Influência da Genética desempenho Prof. Drd. LUIZ CARLOS CARNEVALI luizcarnevalijr@usp.br

Leia mais

Parte 2 I SEMANA DE INTEGRAÇÃO FARMACÊUTICA DO MÉDIO ARAGUAIA - SEMEFAR 06-08 de outubro de 2010 UFMT, Barra do Garças, MT

Parte 2 I SEMANA DE INTEGRAÇÃO FARMACÊUTICA DO MÉDIO ARAGUAIA - SEMEFAR 06-08 de outubro de 2010 UFMT, Barra do Garças, MT A Química Medicinal na descobeta de fármacos Parte 2 I SEMAA DE ITEGRAÇÃ FARMACÊUTICA D MÉDI ARAGUAIA - SEMEFAR 06-08 de outubro de 2010 UFMT, Barra do Garças, MT Eliezer J. Barreiro Professor Titular

Leia mais

Bioinformática. Conceitos Fundamentais de Biologia Molecular. Paulo Henrique Ribeiro Gabriel phrg@ufu.br

Bioinformática. Conceitos Fundamentais de Biologia Molecular. Paulo Henrique Ribeiro Gabriel phrg@ufu.br Bioinformática Conceitos Fundamentais de Biologia Molecular Paulo Henrique Ribeiro Gabriel phrg@ufu.br Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia 24 de agosto de 2015 Paulo H. R. Gabriel

Leia mais

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II. DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS COORD.: PROFa. CRISTIANA LIMONGI

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II. DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS COORD.: PROFa. CRISTIANA LIMONGI COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS COORD.: PROFa. CRISTIANA LIMONGI 1º & 2º TURNOS 3ª SÉRIE / ENSINO MÉDIO REGULAR & INTEGRADO ANO LETIVO 2015 PROFESSORES: FRED & PEDRO

Leia mais

BÁSICA EM IMAGENS. Aminoácidos, peptídeos e proteínas

BÁSICA EM IMAGENS. Aminoácidos, peptídeos e proteínas Universidade Federal de Pelotas Instituto de Química e Geociências Departamento de Bioquímica 04 BÁSICA EM IMAGENS - um guia para a sala de aula Aminoácidos, peptídeos e proteínas Generalidades AAs x Proteínas

Leia mais

Eliezer J. Barreiro. Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas. Programa de Desenvolvimento de Fármacos - ICB

Eliezer J. Barreiro. Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas. Programa de Desenvolvimento de Fármacos - ICB Introdução à Química Farmacêutica & Medicinal Parte 4 Eliezer J. Barreiro Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas http://www.farmacia.ufrj.br/lassbio Programa de Desenvolvimento de

Leia mais

QUÍMICA FARMACÊUTICA I

QUÍMICA FARMACÊUTICA I PROTÓTIPO QUÍMICA FARMACÊUTICA I AULA 5 Primeiro tipo ou exemplar original, modelo. Diz-se do composto originalmente identificado que apresenta atividade farmacológica in vivo. Profa. Ms. Paula Cristina

Leia mais

Soluções de Conjunto de Problemas 1

Soluções de Conjunto de Problemas 1 Soluções de 7.012 Conjunto de Problemas 1 Questão 1 a) Quais são os quatro tipos principais de moléculas biológicas discutidos na aula? Cite uma função importante de cada tipo de molécula biológica na

Leia mais

Introdução à Química Farmacêutica & Medicinal

Introdução à Química Farmacêutica & Medicinal Introdução à Química Farmacêutica & Medicinal Eliezer J. Barreiro Parte 3 http://www.evqfm.com.br Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas http://www.farmacia.ufrj.br/lassbio Introdução

Leia mais

Aminoácido: um composto que contém tanto um grupo amino como um grupo carboxila

Aminoácido: um composto que contém tanto um grupo amino como um grupo carboxila Aminoácidos e Peptídios 1 Aminoácidos Aminoácido: um composto que contém tanto um grupo amino como um grupo carboxila aaminoácido: têm um grupo carboxila e um grupo amino ligados ao mesmo átomo de carbono

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT Escola Técnica Industrial. Disciplina de Biologia Primeiro Ano Curso Técnico de Eletromecânica

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT Escola Técnica Industrial. Disciplina de Biologia Primeiro Ano Curso Técnico de Eletromecânica ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT Escola Técnica Industrial Disciplina de Biologia Primeiro Ano Curso Técnico de Eletromecânica Prof. Diogo Schott diogo.schott@yahoo.com Substâncias orgânicas

Leia mais

DNA, RNA E INFORMAÇÃO

DNA, RNA E INFORMAÇÃO DNA, RNA E INFORMAÇÃO OS ÁCIDOS NUCLEICOS Embora descobertos em 1869, por Miescher, no pus das bandagens de ferimentos, o papel dos ácidos nucleicos na hereditariedade e no controle da atividade celular

Leia mais

BIOISOSTERISMO: UMA ESTRATÉGIA DE MODIFICAÇÃO MOLECULAR PARA A OTMIZAÇÃO DE UM COMPOSTO-PROTÓTIPO PROTÓTIPO

BIOISOSTERISMO: UMA ESTRATÉGIA DE MODIFICAÇÃO MOLECULAR PARA A OTMIZAÇÃO DE UM COMPOSTO-PROTÓTIPO PROTÓTIPO UIVERSIDADE FEDERAL D RI DE JAEIR ISTITUT DE QUÍMICA DEPARTAMET DE QUÍMICA RGÂICA PÓS-GRADUAÇÃ EM QUÍMICA RGÂICA SEMIÁRI DE MESTRAD BIISSTERISM: UMA ESTRATÉGIA DE MDIFICAÇÃ MLECULAR PARA A TMIZAÇÃ DE UM

Leia mais

Binômio doença-doente. doente

Binômio doença-doente. doente Binômio doença-doente doente zoom We live today in a world ofdrugs. Drugs for pain, drugs for disease, drugs for allergies, drugs for pleasure, and drugs for mental health. Drugs that have been rationally

Leia mais

Aminoácidos. Bioquímica Prof. Dr. Marcelo Soares

Aminoácidos. Bioquímica Prof. Dr. Marcelo Soares Aminoácidos Aminoácidos Nutrição Século XIX: produtos contendo Nitrogênio eram essenciais para a sobrevivência dos animais G. J. Mulder (1839): termo Proteínas Gr Proteios (Primário) Teoria: Proteínas

Leia mais

A Molécula da Vida. Estrutura

A Molécula da Vida. Estrutura A Molécula da Vida Os cromossomos de células eucarióticas são formado por DNA associado a moléculas de histona, que são proteínas básicas. É na molécula de DNA que estão contidos os genes, responsáveis

Leia mais

Aminoácidos. subunidades monoméricas que compõe a estrutura de milhares de proteínas diferentes

Aminoácidos. subunidades monoméricas que compõe a estrutura de milhares de proteínas diferentes . Aminoácidos subunidades monoméricas que compõe a estrutura de milhares de proteínas diferentes aminoácido Para entender a estrutura 3D das proteínas, vamos dissecá-la em níveis organizacionais para facilitar

Leia mais

Composição química celular

Composição química celular Natália Paludetto Composição química celular Proteínas Enzimas Ácidos nucléicos Proteínas Substâncias sólidas; Componente orgânico mais abundante da célula. Podem fornecer energia quando oxidadas, mas

Leia mais

23/03/2015. Moléculas orgânicas - Carboidratos

23/03/2015. Moléculas orgânicas - Carboidratos Moléculas orgânicas - Carboidratos São formados por C, H, O. São Conhecidos como: Hidratos de Carbono Glucídios Glicídios Açúcares Sacarídeos Funções: Energética (glicose); Glicogênio : reserva energética

Leia mais

- Ácido ribonucléico (ARN ou RNA): participa do processo de síntese de proteínas.

- Ácido ribonucléico (ARN ou RNA): participa do processo de síntese de proteínas. 1- TIPOS DE ÁCIDO NUCLÉICO: DNA E RNA Existem dois tipos de ácidos nucléicos: - Ácido desoxirribonucléico (ADN ou DNA): é o principal constituinte dos cromossomos, estrutura na qual encontramos os genes,

Leia mais

OBJETIVOS INTERAÇÕES INTERMOLECULARES INTERAÇÕES INTERMOLECULARES.

OBJETIVOS INTERAÇÕES INTERMOLECULARES INTERAÇÕES INTERMOLECULARES. OBJETIVOS aandrico@if.sc.usp.br Interações Intermoleculares Mecanismo de Ação Modo de Ligação Complexos Recetor-Ligante Exemplos e Exercícios INTERAÇÕES INTERMOLECULARES INTERAÇÕES INTERMOLECULARES O processo

Leia mais

A Iniciativa de P&D da Empresa X

A Iniciativa de P&D da Empresa X Projetos 1. Eliezer Barreiro Fármacos antinflamatórios 2. Valdir Cechinel Filho Hiperplasia Benigna da Próstata- fitoterápico 3. Valdir Cechinel Filho Analgésico - fitoterápico 4. Sérgio T. Ferreira Doença

Leia mais

Introdução à Biologia Celular e Molecular

Introdução à Biologia Celular e Molecular Introdução à Biologia Celular e Molecular Este texto foi retirado do anexo de [Lem00], revisado por [Bas00], e tem como objetivo principal apresentar alguns conceitos básicos de biologia celular e molecular.

Leia mais

GENÉTICA HISTÓRICO CARACTERÍSTICAS LEIS DE MENDEL PROBABILIDADE

GENÉTICA HISTÓRICO CARACTERÍSTICAS LEIS DE MENDEL PROBABILIDADE GENÉTICA HISTÓRICO CARACTERÍSTICAS LEIS DE MENDEL PROBABILIDADE DEFINIÇÃO Palavra de origem grega gennos (fazer nascer- geração). Estudo dos mecanismos de transmissão de características de uma espécie,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS ENGENHARIA DE PESCA DISCIPLINA: BIOQUÍMICA AMINOÁCIDOS II SÍNTESE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS ENGENHARIA DE PESCA DISCIPLINA: BIOQUÍMICA AMINOÁCIDOS II SÍNTESE UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS ENGENHARIA DE PESCA DISCIPLINA: BIOQUÍMICA AMINOÁCIDOS II SÍNTESE Dra. Talita Espósito BIOSSINTESE DE AA amônia + H 3 N COO - C H Esqueleto carbônico NH 4 + R COO - aminoácidos

Leia mais

Aula: 16 Temática: Estrutura dos aminoácidos e proteínas parte I. Iremos iniciar o estudo da estrutura dos aminoácidos e proteínas.

Aula: 16 Temática: Estrutura dos aminoácidos e proteínas parte I. Iremos iniciar o estudo da estrutura dos aminoácidos e proteínas. Aula: 16 Temática: Estrutura dos aminoácidos e proteínas parte I Acompanhe! Iremos iniciar o estudo da estrutura dos aminoácidos e proteínas. Introdução: A proteína é o composto orgânico mais abundante

Leia mais

4/14/2015. Proteínas. Fundamentos da Estrutura de Proteínas Parte 1. Funções biológicas das Proteínas

4/14/2015. Proteínas. Fundamentos da Estrutura de Proteínas Parte 1. Funções biológicas das Proteínas 1 Todo o material disponibilizado é preparado para as disciplinas que ministramos e colocado para ser acessado livremente pelos alunos ou interessados. Solicitamos que não seja colocado em sites nãolivres.

Leia mais

Química da Vida Nutrição

Química da Vida Nutrição Química da Vida Nutrição Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto FEV/2011 Propriedades Atômicas Elementos e Compostos químicos; Alguns símbolos são derivados do latim Por Exemplo: o símbolo do

Leia mais

Proteínas na alimentação de monogástricos

Proteínas na alimentação de monogástricos Proteína - Composição: C, H, O e N - Proteína Bruta: 16% FC: 6,25% - Composta de aminocácidos com grupamento amínico, carboxílico e outros. Professor Luciano Hauschild 1 Classificação nutricional dos aminoácidos

Leia mais

Gliconeogênese. Gliconeogênese. Órgãos e gliconeogênese. Fontes de Glicose. Gliconeogênese. Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia

Gliconeogênese. Gliconeogênese. Órgãos e gliconeogênese. Fontes de Glicose. Gliconeogênese. Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia Gliconeogênese Metabolismo dos aminoácidos Ciclo da Uréia Gliconeogênese Alexandre Havt Gliconeogênese Fontes de Energia para as Células Definição Via anabólica que ocorre no fígado e, excepcionalmente

Leia mais

Aminoácidos e Peptideos

Aminoácidos e Peptideos Aminoácidos e Peptideos O que são aminoácidos? Precursores de vários tipos de biomoléculas Compostos formados por : um grupo amina primário [ ] um grupo ácido carboxílico [ ] ambos ligados a um carbono

Leia mais

Proteínas. As proteínas são o centro da acção em todos os processos biológicos. Voet & Voet Biochemistry

Proteínas. As proteínas são o centro da acção em todos os processos biológicos. Voet & Voet Biochemistry Proteínas As proteínas são o centro da acção em todos os processos biológicos. Voet & Voet Biochemistry As proteínas são os compostos orgânicos mais abundantes dos organismos vivos (~50% do peso sêco)

Leia mais

BIOQUÍMICA GERAL. Prof. Dr. Franciscleudo B. Costa UATA/CCTA/UFCG. Aula 4 Aminoácidos. Origem dos aminoácidos. Estrutura Química Geral

BIOQUÍMICA GERAL. Prof. Dr. Franciscleudo B. Costa UATA/CCTA/UFCG. Aula 4 Aminoácidos. Origem dos aminoácidos. Estrutura Química Geral Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar Unidade Acadêmica de Tecnologia de Alimentos BIOQUÍMICA GERAL FRANCISCLEUDO BEZERRA DA COSTA PROFESSOR Câmpus de Pombal

Leia mais

TURMA DE REVISÃO - EMESCAM 1º SEMESTRE 2012 - QUÍMICA

TURMA DE REVISÃO - EMESCAM 1º SEMESTRE 2012 - QUÍMICA TURMA DE REVISÃO - EMESCAM 1º SEMESTRE 2012 - QUÍMICA Prof. Borges EXERCÍCIOS DE AMINOÁCIDOS 1. (Fuvest) A hidrólise de um peptídeo rompe a ligação peptídica, originando aminoácidos. Quantos aminoácidos

Leia mais

BASES NITROGENADAS DO RNA

BASES NITROGENADAS DO RNA BIO 1E aula 01 01.01. A determinação de como deve ser uma proteína é dada pelos genes contidos no DNA. Cada gene é formado por uma sequência de códons, que são sequências de três bases nitrogenadas que

Leia mais

SÍNTESE DOS AMINOÁCIDOS. Prof. Henning Ulrich

SÍNTESE DOS AMINOÁCIDOS. Prof. Henning Ulrich SÍNTESE DOS AMINOÁCIDOS Prof. Henning Ulrich CATABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS EM MAMÍFEROS TRANSAMINAÇÕES CATALISADAS POR ENZIMAS Em muitas reações das aminotransferases, o -cetoglutarato é o receptor do grupo

Leia mais

Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com

Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com ÁCIDOS NUCLEICOS ÁCIDOS NUCLÉICOS: são substâncias formadoras de genes, constituídas por um grande

Leia mais

Você não é o que come. Você é o que absorve!

Você não é o que come. Você é o que absorve! Você não é o que come. Você é o que absorve! Sabe-se que o consumo de suplementos alimentares com finalidades específicas, como incremento de massa muscular,vem crescendo constantemente no Brasil e no

Leia mais

Em termos comparativos a chlorella possui proporcionalmente mais proteínas do que a soja, a carne bovina e o trigo.

Em termos comparativos a chlorella possui proporcionalmente mais proteínas do que a soja, a carne bovina e o trigo. O que é? A chlorella é uma alga unicelular de água doce existente na Terra há milhões de anos. A sua estrutura genética manteve-se intacta ao longo do tempo resultando numa grande concentração e variedade

Leia mais

Hoje 10:00 às 11:30: Parceria entre Academia e Indústria para o Desenvolvimento de Novos Medicamentos no Brasil

Hoje 10:00 às 11:30: Parceria entre Academia e Indústria para o Desenvolvimento de Novos Medicamentos no Brasil Curso III Prof. Dr. Eduardo Pagani Médico (USP), Mestre (UNIFESP), Doutor (USP) Gerente de Pesquisa Clínica do Lab. Cristália Diretor de Educação da SOBRAFITO Hoje 10:00 às 11:30: Parceria entre Academia

Leia mais

Aminoácidos AMINOÁCIDOS, PEPTÍDEOS E PROTEÍNAS. Universidade Federal de Mato Grosso Disciplina de Bioquímica H2N C COOH

Aminoácidos AMINOÁCIDOS, PEPTÍDEOS E PROTEÍNAS. Universidade Federal de Mato Grosso Disciplina de Bioquímica H2N C COOH 1 2 Universidade Federal de Mato Grosso Disciplina de Bioquímica AMINOÁCIDOS, PEPTÍDEOS E PROTEÍNAS Vagalume (fireflies) Prof. Ms. Reginaldo Vicente Ribeiro Eritrócitos Luciferina Rinoceronte Queratina

Leia mais

Aula 3: Estrutura de Proteínas. Bioquímica para Odonto - Bloco I Profa. Lucia Bianconi. Funções das Proteínas. Catalisadores (enzimas)

Aula 3: Estrutura de Proteínas. Bioquímica para Odonto - Bloco I Profa. Lucia Bianconi. Funções das Proteínas. Catalisadores (enzimas) Aula 3: Estrutura de Proteínas Bioquímica para Odonto - Bloco I Profa. Lucia Bianconi Funções das Proteínas Catalisadores (enzimas) Transportadoras (Oxigênio, Ferro, Vitaminas, fármacos) Armazenamento

Leia mais

B-PROTEIN. Proteína Isolada da Carne Hidrolisada

B-PROTEIN. Proteína Isolada da Carne Hidrolisada Informações Técnicas B-PROTEIN Proteína Isolada da Carne Hidrolisada INTRODUÇÃO A proteína da carne é reconhecidamente uma das melhores fontes de proteínas existente no mundo. Apresenta um papel fundamental

Leia mais

Bruno Cruz de Souza¹; Genilson Costa Santos²; Ângelo Amâncio Leite³, Manoelito Coelho dos Santos Júnior 4.

Bruno Cruz de Souza¹; Genilson Costa Santos²; Ângelo Amâncio Leite³, Manoelito Coelho dos Santos Júnior 4. AMPLIAÇÃO DA BASE DE DADOS DE ESTRUTURAS QUÍMICAS DERIVADAS DO SEMI-ÁRIDO BAIANO, PARA A BUSCA DE POSSÍVEIS INIBIDORES DE ENZIMAS DO FUNGO MONILIOPHTHORA PERNICIOSA. Bruno Cruz de Souza¹; Genilson Costa

Leia mais

UM PANORAMA DA QUÍMICA MEDICINAL BRASILEIRA: UMA VISÃO PESSOAL

UM PANORAMA DA QUÍMICA MEDICINAL BRASILEIRA: UMA VISÃO PESSOAL UM PANORAMA DA QUÍMICA MEDICINAL BRASILEIRA: UMA VISÃO PESSOAL Angelo C. Pinto Instituto de Química Universidade Federal do Rio de Janeiro www.iq.ufrj.br angelo@iq.ufrj.br COMO SURGIU A IDÉIA DO ARTIGO?

Leia mais

O ENSINO DE BIOTECNOLOGIA

O ENSINO DE BIOTECNOLOGIA Petrolina, PE (30/05/2014) O ENSINO DE BIOTECNOLOGIA AS ATIVIDADES PRÁTICAS NO ENSINO FUNDAMENTAL Dra. Maria Antônia Malajovich Coordenadora de Ciências e Biotecnologia Instituto de Tecnologia ORT do Rio

Leia mais

Proteínas. Enzima que Colagénio Insulina degrada a insulina (hormona)

Proteínas. Enzima que Colagénio Insulina degrada a insulina (hormona) Proteínas O seu nome deriva da palavra Grega proteios, que significa de principal importância. As proteínas desempenham um papel fundamental nos sistemas biológicos, estando associadas a todas as formas

Leia mais

METABOLISMO DAS PROTEÍNAS. Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto

METABOLISMO DAS PROTEÍNAS. Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto METABOLISMO DAS PROTEÍNAS Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto Aminoácido Os aminoácidos livres são obtidos da degradação da proteína da dieta, da renovação constante das proteínas

Leia mais

PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS NA SAÚDE. 27 de outubro de 2011. Eliezer J. Barreiro. Professor Titular - UFRJ. www.inct-inofar.ccs.ufrj.

PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS NA SAÚDE. 27 de outubro de 2011. Eliezer J. Barreiro. Professor Titular - UFRJ. www.inct-inofar.ccs.ufrj. A Academia e a Indústria: Projetos de cooperação e perspectivas do INCT- INOFAR PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS NA SAÚDE 27 de outubro de 2011 Eliezer J. Barreiro Professor Titular - UFRJ www.inct-inofar.ccs.ufrj.br

Leia mais

Substrato do Tripeptídeo

Substrato do Tripeptídeo Pergunta 1 Você está estudando uma enzima chamada quinase. Seu substrato é o tripeptídeo Ala-Lys-Thr, com uma molécula incomum em suas terminações C, a molécula GLOW. Quando essa molécula GLOW é segmentada

Leia mais

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS COORD.: PROFa. CRISTIANA LIMONGI 1º & 2º TURNOS 3ª SÉRIE / ENSINO MÉDIO REGULAR & INTEGRADO ANO LETIVO 2015 PROFESSORES: FRED & PEDRO

Leia mais

Jogo AminoUNO: uma ferramenta alternativa para o ensino da síntese de proteínas no ensino médio

Jogo AminoUNO: uma ferramenta alternativa para o ensino da síntese de proteínas no ensino médio n.1 /2013 Enviado em: 18/06/2013 Publicado em: 22/11/2013 Seção: REB na Escola ISSN: 2318-8790 Jogo AminoUNO: uma ferramenta alternativa para o ensino da síntese de proteínas no ensino médio AminoUNO game:

Leia mais

MATERIAL TÉCNICO aminoácidos + micronutrientes CANA-PLANTA

MATERIAL TÉCNICO aminoácidos + micronutrientes CANA-PLANTA MATERIAL TÉCNICO aminoácidos + micronutrientes CANA-PLANTA TRATAMENTO EM CANA-PLANTA objetivos oferecer produtos que estimulem a emissão de raízes iniciais do tolete; aumentar a velocidade de brotação

Leia mais

Proteínas Essenciais para o funcionamento das células vivas e, juntamente com os carboidratos e lipídios, constituem a alimentação básica dos animais.

Proteínas Essenciais para o funcionamento das células vivas e, juntamente com os carboidratos e lipídios, constituem a alimentação básica dos animais. Proteínas Essenciais para o funcionamento das células vivas e, juntamente com os carboidratos e lipídios, constituem a alimentação básica dos animais. Exercem várias funções biológicas: proteínas contráteis

Leia mais

Zinco quelato. Identificação. Peso molecular: Não aplicável. CAS: Não aplicável

Zinco quelato. Identificação. Peso molecular: Não aplicável. CAS: Não aplicável Material Técnico Zinco quelato Identificação Fórmula Molecular: Não aplicável DCB / DCI: Não aplicável INCI: Não aplicável Peso molecular: Não aplicável CAS: Não aplicável Denominação botânica: Não aplicável

Leia mais

Tutorial: QUÍMICA COMPUTACIONAL E MODELAGEM MOLECULAR. Profa. Nelilma Correia Romeiro

Tutorial: QUÍMICA COMPUTACIONAL E MODELAGEM MOLECULAR. Profa. Nelilma Correia Romeiro Tutorial: QUÍMICA COMPUTACIONAL E MODELAGEM MOLECULAR Profa. Nelilma Correia Romeiro Fevereiro de 2008 1 MODELAGEM MOLECULAR Modelagem molecular, segundo a IUPAC, é a investigação das estruturas e das

Leia mais

VEGESOY ISOLATED. Proteína Isolada da Soja. Informações Técnicas

VEGESOY ISOLATED. Proteína Isolada da Soja. Informações Técnicas Informações Técnicas VEGESOY ISOLATED Proteína Isolada da Soja INTRODUÇÃO A soja é uma planta leguminosa que está na cadeia alimentar há 5 mil anos e tem sido parte essencial da dieta asiática há muitos

Leia mais

STRYER, L.; TYMOCZKO, J.L.; BERG, J.M.

STRYER, L.; TYMOCZKO, J.L.; BERG, J.M. 2 Proteínas: STRYER, L.; TYMOCZKO, J.L.; BERG, J.M. Bioquímica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Capítulo 2 e 3; as edições 4 e 5 também podem ser utilizadas (Cap. 3 e 4). 2.1 Aminoácidos

Leia mais

Patentes na Indústria Farmacêutica

Patentes na Indústria Farmacêutica Patentes na Indústria Farmacêutica 1. PATENTES 2. O MERCADO FARMACÊUTICO 3. COMPETIVIDADE DO SETOR 4. A IMPORTÂNCIA DAS PATENTES NO MERCADO FARMACÊUTICO PATENTES PATENTES Definiçã ção o ( LEI 9.279 DE

Leia mais

Metabolismo dos aminoácidos: - Síntese e degradação dos aminoácidos. Objectivos: Analisar o metabolismo dos aminoácidos:

Metabolismo dos aminoácidos: - Síntese e degradação dos aminoácidos. Objectivos: Analisar o metabolismo dos aminoácidos: BIOQUÍMICA Ensino teórico - 1º ano Mestrado Integrado em Medicina 2010/2011 22 ª aula teórica Metabolismo dos aminoácidos: - Síntese e degradação dos aminoácidos 13-dez-10 Objectivos: Analisar o metabolismo

Leia mais

AMINOÁCIDOS.! São biomoléculas que apresentam na sua constituição as funções amina primária e ácido carboxílico NH2 I R - C - C = 0O I I H OH

AMINOÁCIDOS.! São biomoléculas que apresentam na sua constituição as funções amina primária e ácido carboxílico NH2 I R - C - C = 0O I I H OH Aminoácidos AMNOÁCDOS! São biomoléculas que apresentam na sua constituição as funções amina primária e ácido carboxílico radical R C-alfa N2 R - C - C = 0O O amina primária ácido carboxílico Aminoácidos

Leia mais

13/03/2016. Profª. Drª. Andréa Fontes Garcia E -mail:

13/03/2016. Profª. Drª. Andréa Fontes Garcia E -mail: Profª. Drª. Andréa Fontes Garcia E -mail: andrea@salesiano-ata.br 1 Estrutura geral dos amionoácidos de ocorrência biológica Grupamento amino Grupamento carboxilato (ácido carboxílico) Hidrogênio Grupamento

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE A ESTRUTURA E ATIVIDADE. Relações entre a estrutura e atividade (SAR) Requerimentos para estudos de QSAR

RELAÇÕES ENTRE A ESTRUTURA E ATIVIDADE.  Relações entre a estrutura e atividade (SAR) Requerimentos para estudos de QSAR BJETIVS AULA 3 Relações entre a estrutura e atividade (SAR) Requerimentos para estudos de QSAR Propriedade biológica Descritores moleculares Conjunto de dados Parâmetros estatísticos RELAÇÕES ETRE A ESTRUTURA

Leia mais

Você tem ninho de ovos de ouro?

Você tem ninho de ovos de ouro? Você tem ninho de ovos de ouro? Promotor L, o reforço que suas aves precisam... E seu bolso também! Benefícios com o uso do Promotor L : Diminui efeitos do estresse (calor, debicagem, etc.); Aumenta a

Leia mais

WHEY PROTEIN ISOLATE

WHEY PROTEIN ISOLATE Informações Técnicas WHEY PROTEIN ISOLATE Proteína isolada do soro do leite (WPI) INTRODUÇÃO O leite contém vários tipos de proteínas como por exemplo, a caseína, as proteínas das membranas dos glóbulos

Leia mais

Ivonildo Almeida dos Santos 1 ; Manoelito Coelho dos Santos Junior 2. PALAVRAS-CHAVE:vassoura-de-bruxa,pirofosforilase,M. perniciosa.

Ivonildo Almeida dos Santos 1 ; Manoelito Coelho dos Santos Junior 2. PALAVRAS-CHAVE:vassoura-de-bruxa,pirofosforilase,M. perniciosa. 1306 DESENVOLVIMENTO DE UM BANCO DE DADOS COM ESTRUTURAS QUÍMICAS DERIVADAS DO SEMI-ÁRIDO BAIANO, PARA PESQUISA DE POSSÍVEIS INIBIDORES DA ENZIMA DO FUNGOMONILIOPHTHORA PERNICIOSA TRIAGEM VIRTUAL Ivonildo

Leia mais

2. Metabolismo de Prótidos

2. Metabolismo de Prótidos 2. Metabolismo de Prótidos 2.1. Aminoácidos O transporte de aminoácidos é activo e faz-se juntamente com o sódio (Na + ), utilizando proteínas transportadoras. Os aminoácidos, são geralmente transportados

Leia mais

Segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - RE Nº 5.684, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2011 Art. 1º Deferir registro de medicamento, conforme relação anexa; ACHÉ LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS S.A. 1.00573-9 DICLORIDRATO DE BETAISTINA ANTIVERTIGINOSOS

Leia mais

Nutrição de Aves e Suínos: Desafios para as Próximas Décadas

Nutrição de Aves e Suínos: Desafios para as Próximas Décadas Nutrição de Aves e Suínos: Desafios para as Próximas Décadas Exigência de Aminoácidos no Crescimento e Terminação de Suínos Hotel Fazenda Fonte Colina Verde 03 de Dezembro de 2015 Lucio Araújo, Cristiane

Leia mais

48 Como produzimos a insulina?

48 Como produzimos a insulina? A U A UL LA Como produzimos a insulina? Na aula passada você estudou a importância da insulina no nosso organismo. Dá para imaginar o que aconteceria conosco se não fabricássemos esse hormônio ou se o

Leia mais

UNIVERSO TERRA SERES VIVOS ORIGEM

UNIVERSO TERRA SERES VIVOS ORIGEM UNIVERSO TERRA SERES VIVOS ORIGEM BIOLOGIA Surgiu da observação, da curiosidade de se compreender a vida e da utilização da natureza em benefício humano Grande salto com Aristóteles Baseada na observação

Leia mais

Introdução aos aminoácidos

Introdução aos aminoácidos MÓDULO 2 - AULA 8 Aminoácidos não essenciais Aminoácidos essenciais Glicina 11355 mg Lisina 1958 mg Prolina 6808 mg Leucina 1569 mg Hidroxiprolina 5789 mg Valina 1223 mg Ácido Glutâmico 5065 mg Fenilalanina

Leia mais

Macromoléculas Biológicas

Macromoléculas Biológicas Macromoléculas Biológicas Objetivos Visualizar a estrutura tridimensional de peptídeos e proteínas, usando-se recursos computacionais. Montar modelos estruturais de proteínas, usando-se kit de plástico.

Leia mais

Profº Lásaro Henrique

Profº Lásaro Henrique Profº Lásaro Henrique Proteínas são macromoléculas complexas, compostas de aminoácidos. São os constituintes básicos da vida e necessárias para os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos. Nos

Leia mais

BIOQUÍMICA I 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011

BIOQUÍMICA I 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011 BIOQUÍMICA I 1º ano de Medicina Ensino teórico 2010/2011 7ª aula teórica 11 Outubro 2010 Proteínas estruturais e funcionais Organização estrutural das proteínas Estrutura e diferentes funções de proteínas

Leia mais

Workshop "Duas Décadas do Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas (LASSBio)"

Workshop Duas Décadas do Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas (LASSBio) Workshop "Duas Décadas do Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas (LASSBio)" n o. Grupos * 7; 4% 16; 9% 21; 12% 33; 18% 103; 57% SE S CO NE N TOTAL DE GRUPOS: 180 * Segundo Diretório

Leia mais

Fenilalanina (Phe) Treonina (Thr) Tirosina (Tir)

Fenilalanina (Phe) Treonina (Thr) Tirosina (Tir) Pergunta 1 Abaixo estão apresentadas as estruturas de três aminoácidos. Fenilalanina (Phe) Treonina (Thr) Tirosina (Tir) Usando os espaços em branco abaixo, classifique os três na ordem da hidrofobicidade

Leia mais

2016 Dr. Walter F. de Azevedo Jr.

2016 Dr. Walter F. de Azevedo Jr. 2016 Dr. Walter F. de Azevedo Jr. 000000000000000000000000000000000000000 000000000000000000000000000000000000000 000000000000111111111110001100000000000 000000000001111111111111111111000000001 000000000111111111111111111111111000000

Leia mais

EXAME DE CAPACIDADE - IQ-USP. PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS EM QUÍMICA 1 o SEMESTRE / 2007

EXAME DE CAPACIDADE - IQ-USP. PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS EM QUÍMICA 1 o SEMESTRE / 2007 EXAME DE CAPACIDADE - IQ-USP PROVA DE COHECIMETOS GERAIS EM QUÍMICA 1 o SEMESTRE / 7 Questão 1 a) O que é tempo de meia-vida de um dado reagente numa reação química? b) Determine as expressões para os

Leia mais

James Watson, Francis Crick e o DNA

James Watson, Francis Crick e o DNA Pércio Augusto Mardini Farias Este documento tem nível de compartilhamento de acordo com a licença 2.5 do Creative Commons. http://creativecommons.org.br http://creativecommons.org/licenses/by/2.5/br/

Leia mais

Docking (ou atracamento) Molecular. Profa. Dra. Rafaela Ferreira Dept. de Bioquímica e Imunologia 9 de outubro de 2014

Docking (ou atracamento) Molecular. Profa. Dra. Rafaela Ferreira Dept. de Bioquímica e Imunologia 9 de outubro de 2014 Docking (ou atracamento) Molecular Profa. Dra. Rafaela Ferreira Dept. de Bioquímica e Imunologia rafaelasf@gmail.com 9 de outubro de 2014 O ATRACAMENTO MOLECULAR PERMITE ESTIMAR COMO DUAS MOLÉCULAS INTERAGEM

Leia mais

Enzimas. Profª Eleonora Slide de aula

Enzimas. Profª Eleonora Slide de aula Enzimas Profª Eleonora Slide de aula Enzimas São proteínas capazes de promover catálise de reações biológicas. Possuem alta especificidade e grande poder catalítico. Especificidade: o substrato sofre ação

Leia mais

Suplementos na Atividade Esportiva Maria Helena Weber CRN 2075

Suplementos na Atividade Esportiva Maria Helena Weber CRN 2075 Suplementos na Atividade Esportiva Maria Helena Weber CRN 2075 Exercício Físico x Atividade Física Atividade Física: é qualquer movimento do corpo, produzido pelo músculo esquelético que resulta em um

Leia mais

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO METABOLISMO É o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. ...metabolismo Do ponto de vista físico-químico,

Leia mais

Metabolismo de Proteínas. Tiago Fernandes 2014

Metabolismo de Proteínas. Tiago Fernandes 2014 Metabolismo de Proteínas Tiago Fernandes 2014 Proteínas (do grego de primordial importância ) - aa acoplados formam proteínas. - 10 a 12 kg de proteína em um adulto saudável - maior proporção no músculo

Leia mais

Aminoácidos e proteínas Metabolismo

Aminoácidos e proteínas Metabolismo Aminoácidos e proteínas Metabolismo Rota metabólica dos AA Origem dos AA circulantes; Dieta: classificação dos AA Transaminação Destino dos AA; Degradação 1 Stollet al (2006) Partição aminoácidos Biossíntese

Leia mais

Bioinformática Histórico e conceitos básicos

Bioinformática Histórico e conceitos básicos Bioinformática Histórico e conceitos básicos Raimundo Lima da S. Júnior M.Sc. Departamento de Biologia Núcleo de Pesquisas Replicon PUC-GO Silva Jr., RL Casamento entre a ciência da computação e a biologia

Leia mais

Faculdade Anhanguera Curso de Graduação em Educação Física

Faculdade Anhanguera Curso de Graduação em Educação Física Faculdade Anhanguera Curso de Graduação em Educação Física Profa. Dra. Amabile Vessoni Arias E-mail: Amabile.arias@anhanguera.com 2016-2 Mês de agosto Conteúdo 9 Unidade 1 16 Unidade 1 23 Unidade 1 30

Leia mais

Você deve desenhar o aminoácido com o grupo amino protonado (pka > 7) e o grupo carboxílico desprotonado (pka <7).

Você deve desenhar o aminoácido com o grupo amino protonado (pka > 7) e o grupo carboxílico desprotonado (pka <7). QBQ4010 Introdução à Bioquímica Exercícios sobre sistema tampão, aminoácidos e estrutura de proteínas 1. Você estagiário de um laboratório bioquímica, recebeu a função de preparar uma solução tamponada

Leia mais

Classificação Periódica dos Elementos

Classificação Periódica dos Elementos Classificação Periódica dos Elementos 1 2 3 1 Massa atômica relativa. A incerteza no último dígito é 1, exceto quando indicado entre parênteses. Os valores com * referemse Número Atômico 18 ao isótopo

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo Sgrillo.ita@ftc.br São macromoléculas gigantescas, com massa molecular maior que 100 milhões. Os ácidos nucléicos foram isolados pela primeira vez a partir do núcleo

Leia mais