ADMINISTRAÇÃOFINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ - UNESPAR CAMPUS DE PARANAVAÍ. ADMINISTRAÇÃOFINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 215/216 WWW. O N I V A L D O. C O M. BR

2 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 2 ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO O Capital de Giro está implícito nas contas circulantes da empresa. É, portanto considerado um dos aspectos mais importantes da Administração Financeira, já que via-de-regra representa cerca de 5% do ativo e 3% do passivo. È preciso que se mantenha uma margem de segurança entre os circulantes ativos e os passivos de modo a assegurar a liquidez da empresa. Sem exagero é necessário manter um nível aceitável de Capital Circulante Líquido-CCL. Uma das definições comuns do CCL é a diferença entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante.Considerando que os Ativos Circulantes são fontes de recebimentos e os Passivos Circulantes são Fontes de desembolsos, quanto maior for os Ativos Circulantes, uma vez que estes por vezes não possam ser convertidos em caixa no momento da necessidade, mais provável será a transformações de alguns Ativos Circulantes em caixa. Vale ressaltar que, a incapacidade que as empresas têm de prever com precisão seus fluxos de entrada e saída de dinheiro, é que faz com se mantenha um CCL maior. Exemplo: Posição Circulante da empresa K. War Ativos Circulantes Passivos Circulantes Caixa 5 Duplicatas a Pagar 6 Títulos Negociáveis 2 Títulos a Pagar 8 Duplicatas a Receber 8 Obrigações Sociais 2 Estoques 1.2 Total Com o objetivo de se ter dinheiro para pagar suas contas, uma empresa deve esforçar-se para vender, já que em muitos casos as vendas resultarão em recebimento imediato e outras vezes, resultarão em duplicatas que serão eventualmente convertidas em dinheiro. Para se manter a demanda de produtos da empresa, um nível adequado de estoques devem ser mantidos. Quanto mais duplicatas e estoques houver, maior será a probabilidade de transforma-los em dinheiro. Contudo, deve-se manter um nível ótimo de duplicatas a receber e dos estoques, que são capítulos estudados à parte. A empresa K.War tem $ 1.1 de CCL ($ ) que muito provavelmente bastarão para cobrir todas as suas dívidas. Seu índice de Liquidez Corrente neste caso é de 1,69 ( $ 2.7/$1.6), deve refletir bastante liquidez, contanto que suas duplicatas e estoques sejam relativamente líquidos. A figura a seguir ilustra um balanço especial para a K.War, onde se pode identificar o CCL de duas maneiras. 2

3 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 3 Ativo Passivo e Patrimônio Líquido Passivo Circulante CAPITAL CIRCULANTE - 2. Exigível a At.Circul. LÍQUIDO Longo Prazo - 3. ($ 2.4) Recursos a Longo Prazo - ($ 5.4) Ativo Permanente - 5. Patrimônio ($ 4.3) - Líquido - 6. ($ 3.) - Total do Ativo - 7. Total do Passivo e Patrimônio Líquido Fonte: Lawrence J. Gitman, 22 $ Outra definição do CCL. Uma outra definição do CCL é aquela porção dos recursos a longo prazo que não foram investidas em Ativos Permanentes. Essa definição a facilmente observado e destacado na figura anterior da K.War, onde o valor do total do Passivo, deduzido os recursos de longo prazo ( = 1.6). Os recursos de Longo Prazo são configurados pelo Patrimônio Líquido que é considerado um recursos de longo prazo- $ 3., mais os exigíveis a longo prazo $ 2.4, totalizando, portanto, $ 5.4. Conciliação Risco-Retorno. Existe uma relação entre o retorno e o risco de uma empresa. Nesse caso, o retorno seria as receitas menos os custos, enquanto que o risco é medido pela probabilidade de a empresa tornar-se insolvente tecnicamente. A variabilidade dos fluxos de caixa de uma empresa, torne-se esta mais vulnerável aos riscos da insolvência técnica. Uma das formar mais comuns de se mensurar o risco de insolvência Técnica é através do montante do CCL ou do índice de Liquidez Corrente-Li. Pressupõe-se portanto que, quanto maior o CCL, menor o risco de insolvência de uma empresa. O oposto também é considerado verdadeiro: níveis baixos de liquidez estão relacionados a altos níveis de risco da empresa. 3

4 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 4 ALGUMAS SUPOSIÇÕES BÁSICAS Ao falar na relação entre risco e retorno, é necessário fazer algumas considerações básicas. A primeira refere-se à natureza da empresa a ser analisada, a segunda diz respeito às diferenças básicas na capacidade que os ativos tem de gerar lucros, e a terceira relaciona-se aos custos dos vários métodos de financiamento. Natureza da empresa. O tipo de empresa que estudamos neste tema é uma empresa industrial, e não um tipo de empresa comercial ou de serviços. As empresas industriais oferecem o melhor meio para se investigar a grande maioria dos princípios básicos da Administração Financeira. Capacidade de gerar lucros. Espera-se obviamente que uma empresa industrial tenha muito mais retornos sobre seus ativos permanentes que sobre seus ativos circulantes. Se ela gosta de especular com seus estoques então deve trabalhar com a comercialização e não com a transformação. Métodos de financiamento. A empresa pode obter financiamento através de qualquer das seguintes fontes: a) passivos circulantes ou b) recursos a longo prazo. Os passivos circulantes são recursos de financiamento a curto prazo, enquanto que o exigível a longo prazo e o patrimônio líquido são fontes de financiamentos a longo prazo. Deve-se observar que os passivos circulantes são fontes baratas de financiamentos, representados por cerca de 75% de fornecedores e despesas provisionadas que não tem a princípio- nem um tipo de custo financeiro. Somente os títulos a pagar têm custos dos serviços da dívida. Observa-se que as empresas historicamente- têm procurado, talvez pela maior facilidade burocrática, contrair dívidas de curto prazo que, além de resolver o problema de forma paliativa, possuem taxas de juros muito mais caras. NATUREZA DA RELAÇÃO ENTRE RISCO E RETORNO SE uma empresa quiser aumentar seu retorno, terá também que aumentar seu risco. O inverso também é verdadeiro. Ou seja, quanto mais recursos se aplica nos permanentes para se obter maior retorno, menor será o volume de recursos a longo prazo, financiando o Capital Circulante Líquido-CCL. Ativos Circulantes. Os efeitos do nível de ativos circulantes na relação na relação risco-retorno podem ser ilustrados mediante a aplicação de um simples índice: divide-se os ativos circulantes pelo ativo total para se conhecer o percentual dos circulantes em relação ao total do ativo. Efeitos de um aumento. À medida que o índice, ativos circulantes dividido por ativo total aumenta, tanto o retorno como o risco diminuem. Reduz a lucratividade pela redução dos permanentes e reduz o risco pelo aumento do CCL. Efeitos de uma diminuição. A redução do índice AC/AT aumentará mais retorno (mais permanentes) e aumentará também o risco (redução do CCL). 4

5 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 5 Exemplo: O Balanço da empresa K.War, apresentado na figura anterior indicava os seguintes níveis de ativos, passivos e patrimônio líquido: Ativo Passivo e Patrimônio Líquido Ativos Circulantes 2.7 Passivos Circulantes 1.6 Ativos Permanentes 4.3 Exigível a Longo Prazo 2.4 Patrimônio Líquido 3. Totais Se a K.War ganha cerca de 2% sobre seus ativos circulantes e 15% sobre seus ativos permanentes, dentre os valores configurados no balanço acima, a empresa terá um lucro de aproximadamente $ 699 [(2% x 2.7) + (15% x 4.3)]. O CCL da empresa é de $ 1.1 ($ $ 1.6). O índice ativo circulante dividido por ativo tal é de,386 ou 38,6% (2.7 : 7.). Caso a empresa resolva investir mais $ 3 em seus permanentes para se obter mais retornos em função de maior produção e conseqüente volume de vendas, a relação AT/AT cai para,343 ou 34,3% (2.4 : 7). Nesse caso o lucro da empresa aumenta para $ 738 [(2% x 2.4) + (15% x 4.6)]. Seus CCL cairá dos $ 1.1 atuais para $ 8 ( ). A tabela abaixo ilustra os efeitos de uma variação nos Ativos Circulantes da K.War. Item Valor inicial Valor após a variação Índices AC : AT,386,343 Lucros dos Ativos $ 699 $ 738 CCL $ 1.1 $ 8 Passivos Circulantes. Usando-se também a relação PC/AT se obtém a relatividade dessa fonte de financiamento com o total do passivo Efeitos de um aumento. À medida em que se aumento o índice PC/AT, aumenta a lucratividade e também o risco da insolvência. Partindo do princípio de que 7% dos PCs são duplicatas e despesas provisionadas, esse aumento proporciona maior retorno financiamentos sem juros- porém aumenta o risco em função da redução do CCL. Feitos de uma diminuição. Uma redução do índice PC/AT, diminui a lucratividade mas diminui também o retorno. Nesse caso se precisará buscar recursos a longo prazo que são, obrigatoriamente onerosos, comprometendo assim o resultado líquido da empresa. 5

6 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 6 Exemplo: O Balanço da K.War apresentado neste capítulo, pode também ser utilizado para se mostrar os efeitos das variações nos Passivos Circulantes. Inicialmente o índice PC/AT é de,229 ou 22,9% (1.6 : 7.). Suponha que os custos de seus passivos circulantes sejam em média de 3% e os custos dos financiamentos de longo prazo sejam de 11%, e que empresa aumente seu PC em $ 3, transferindo esse montante dos recursos de longo prazo, a empresa terá: índice PC/AT =,271 ou 27,1% (1.9 : 7.). Com essa mudança os custos terão uma redução, porém os riscos aumentarão em função da redução do CCL; o resultado financeiro passaria dos atuais $ 642 [(3% x 1.6) + (11% x 5.4)] para $ 618 [(3% x 1.9) + (11% x 5.1)]. A tabela abaixo ilustra a comparação destes resultados. Item Valor inicial Valor após a variação Indices PC/AT,229,271 Custo do financiamento $ 642 $ 618 CCL $ 1.1 $ 8 Observou-se uma lucratividade de $ 24 ( ), a relação PC/AT subir de 22,9% para 27,1% aumento assim o risco uma vez que o CCL cai de $ 1.1 para $ 8 (2.7 19). Pode-se verificar também efeitos conjuntos. Ou seja, o resultado conjunto da redução do índice AC/AT e a redução do índice PC/AT. A redução do índice AC/AT busca aumentar os investimentos nos permanentes para se obter maior lucratividade, já que os permanentes nas indústrias proporcionam maiores retornos. A redução do índice AC/AT busca reduzir custos de financiamentos, vez que os financiamentos de curto prazo custam mais baratos. A implementação dessa ação conjunta, cola a empresa em uma situação de muito maior risco, uma vez que o CCL reduzira sensivelmente. DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO DO FINANCIAMENTO Uma das decisões mais importantes que precisam ser tomadas com respeito aos ativos circulantes e passivos circulantes da empresa, na hora de buscar financiamentos de curto prazo para financiar ativos circulantes de forma sazonal, dentro dos limitas suportáveis pela empresa e aceitáveis pelos credores. Não se recomenda também tomar dinheiro emprestado a curto prazo, para se financiar ativos permanentes. As empresas necessitam de recursos permanentes (longo prazo) e de recursos sazonal (financiamentos de curto prazo) para cobrir déficit de caixa temporário Exemplo: A estimativa feita pela K.War de suas necessidades de ativos circulantes, permanentes e ativos totais, numa base mensal para o ano seguinte é destacado na tabela a seguir nas colunas 1, 2 e 3. As colunas 4 e 5 apresentam a subdivisão das necessidades 6

7 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 7 totais de recursos em seus componentes, permanente e sazonal. O componente permanente (coluna 4) é o menor nível de recursos totais requeridos durante o período, ao passo que a porção sazonal é a diferença entre as necessidades de recursos totais (isto é, os ativos totais) para cada mês e as necessidades de recursos permanentes de Recursos Estimados para a empresa K.War Mês JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Ativos Circulantes (1) $ AM=2.75 Ativos Permanentes (2) $ AM=13. De Ativos Totais [(1) + (2)] (3) $ AM=* (*)Média entre a maior e a menor necessidade de ativos totais. Recursos Longo Prazo (4) $ AM= Necessidade Sazonal [(3) (4)] (5) $ AM=1.95 Onde se observa os recursos a longo prazo que superam as necessidades de ativos permanentes, estes remanescentes financiam o Capital Circulante Líquido-CCL. Nesse caso como os recursos de longo prazo montam $ e desse montante só se aplica $ 13. em ativos permanentes, sobram $ 8 para financiar os ativos circulantes e contribuir para elevação do CCL. Muitas são as técnicas e formas de financiamentos. Dentre as quais destacamos três técnicas básicas: a) técnica agressiva, b) técnica conservadora e c) e uma técnica intermediária entre as duas primeiras. Técnica Agressiva. Esta técnica tem o princípio de financiar as necessidades para recursos permanentes com financiamentos de longo prazo e suas necessidades de curto prazo (ativo circulante) com recursos de curto prazo. Nesse caso. As necessidades sazonais são cobertas pelo montante dos financiamentos. Usando essa técnica o CCL é de $ 8 ( 13.). Esta técnica apresenta um certo risco em função do CCL relativamente baixo. Custo do financiamento de Curto Prazo. Supondo que os custos dos financiamentos sejam de 3% e que os financiamentos de longo prazo custem 11% (como dado no exemplo passado). Assim os recursos de curto prazo $ 1.95 (23.4 : 12) com um custo de 3% seria de $ 58,5. 7

8 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 8 Custo dos Recursos a Longo Prazo. Encontram-se os custos do financiamento a longo prazo multiplicando a necessidade média anual de recursos permanentes de $ (coluna 4 da tabela) por 11%. Assim, os juros longo prazo montam $ ( 11% x ) Custo total dos financiamentos com o Plano Agressivo. Custo do financiamento de Curto Prazo $ 58,5 Custo do financiamento de Longo Prazo $ 1.518, CUSTOS TOTAIS DOS FINANCIAMENTOS $ 1.576,5 Considerações sobre o risco. Funciona com baixo CCL. Utiliza todos seus cadastros para financiamentos de curto prazo. Se precisar de mais recursos a curto prazo emergencialmente, não terá mais como tomar. Técnica Conservadora. Esta técnica orienta no sentido de financiar sua maior necessidade de ativos totais, com recursos de longo prazo. Apresenta um custa financeiro mais alto, porém, um risco mais baixo em função de estabelecer um CCL mais alto. Nesse caso, poderia cobrir suas contingências emergenciais com financiamentos de curto prazo, caso venha realmente precisar. Custo do financiamento. Considerando a taxa de longo prazo de 11% o custo do financiamento montaria $ 1.98 (18. x 11%). Consideração sobre o risco. O CCL passa a ser de $ 5. ( ). Nesse caso o risco de uma provável insolvência técnica é muito baixa. Denota-se portanto um comprometimento nos lucros, uma vez que se busca uma quantidade maior de recursos a longo prazo com um montante de juros bem maior. Técnica Intermediária. Esta técnica recomenda que se financie a média entre a maior e a menor necessidade do período, $ (18. e ) e se busque financiamentos e curto prazo das necessidades remanescentes. Considerando essa forma de financiamento e procurando ilustrar o montante de financiamento que será tomado a longo prazo e o montante que será tomado a curto prazo, a tabela a seguir evidencia o montante total de ativos necessários, o que se vai tomar a longo prazo e o que se precisará para ser financiado a curto prazo. Observar-se-á que esta técnica apresenta um CCL intermediário, ou seja, nem tão folgado quanto o da técnica conservadora, nem tão apertado quanto o da técnica agressiva. Seus custos também seguirão essa linha intermediária, não apresentando custos inferiores aos da técnica conservadora e superiores ao da técnica agressiva. Custos totais dos financiamentos: Financiamento a Curto Prazo [(5.4 : 12) x 3%] 13,5 Financiamento a Longo Prazo( x 11%) 1.749, Custo total dos financiamentos ,5 8

9 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 9 Plano de financiamento baseado na relação risco-retorno para a técnica agressiva de financiamento. Recursos a Recursos a de Ativos Totais Longo Prazo Curto Prazo (1) (2) (3) Mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro SOMA 19.8 MA= 5.4 MA=45 Questões: a) Porque a administração de capital de giro é considerada tão importante pelos acionistas, credores e pelo administrador financeiro da empresa? Qual é a definição de Capital Circulante Líquido-CCL? Que relação você esperaria que existisse entre a previsibilidade de fluxos de caixa de uma empresa e seu nível exigido de CCL? b) Como estão relacionados o CCL, a Liquidez, a insolvência técnica e o risco? c) Por que se acredita que um aumento no índice: Ativos Circulantes divididos por Ativo Total, irá diminuir tanto o lucro como o risco medido pelo CCL? d) Como variações no índice: Passivos Circulantes divididos pelo Ativo Total afetam a lucratividade e o risco da empresa? e) Em sua opinião, como um aumento no índice: Ativos Circulantes divididos pelo Ativo total e uma redução: Passivos Circulantes divididos pelo Ativo Total, afetam o lucro e o risco da empresa? Por que? f) Qual é a premissa básica da técnica agressiva para atender as necessidades financeiras de uma empresa? g) Quais são os efeitos dessa abordagem sobre a lucratividade e o risco? h) Qual é a técnica conservadora para as necessidades de financiamento de uma empresa? Que tipo de relação risco-retorno está envolvida? i) Se uma empresa tiver uma necessidade de financiamento constante ao longo do ano, qual dos três planos de financiamento, se houver, é preferível? Por que? j) Caso o custo do financiamento a curto prazo se aproxime do custo do financiamento a longo prazo, qual das duas abordagens é mais desejável, a agressiva ou a 9

10 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 1 conservadora? Qual delas seria preferível, se esses custos fossem idênticos? Por que? Problemas I- (Liquidez, Risco e Retorno) No ano passado, a empresa Big River apresentou o seguinte Balanço Patrimonial: Ativo Passivo e Patrimônio Líquido Ativo Circulante 6. Passivo Circulante 2. Ativo Permanente 14. Recursos a Longo Prazo 18. Totais A empresa estimou que ganharia 1% sobre seus ativos circulantes e 25% sobre seus ativos permanentes e que teria um custo de 14% nos financiamentos sobre os passivos circulantes e de 16% sobre seus recursos financiados a longo prazo. Para o ano seguinte, calcule o lucro esperado sobre o Ativo Total, os custos de financiamento, o lucro líquido e o índice de Liquidez corrente sob as seguintes diferentes circunstâncias: a) Não há alterações b) A empresa transforma $ 1. de ativos circulantes para ativos permanentes e $ 5 de recursos a longo prazo para passivos circulantes. c) Discuta as variações do risco e retorno, ilustradas por a e b acima. II- (Liquidez, Risco e Retorno) A empresa Y apresentou o seguinte balanço no ano 21: Ativo Passivo e Patrimônio Líquido Ativo Circulante 3. Passivo Circulante 15. Ativo Permanente 9. Recurso a Longo Prazo 1.5. Totais Utilizando os dados do balanço dado no quadro acima, desenvolva os seguintes procedimentos: a) Calcule o retorno sobre o ativo total, os custos do financiamento, o lucro líquido, o índice de liquidez corrente, o retorno sobre o ativo total, se a empresa: I) espera ganhar 8% sobre os ativos circulantes, 2% sobre os ativos permanentes e ter um custo de 12% e 16% pelos passivos circulantes e recursos a longo prazo, respectivamente; II) espera ganhar 1% sobre os ativos circulantes, 2% sobre os ativos permanentes e pagar 11% e 15% sobre os passivos circulantes e recursos a longo prazo, respectivamente. 1

11 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 11 b) A empresa deseja diminuir seu CCL em $ 1.. Isto poderia ser feito com a redução dos ativos circulantes ou com o aumento dos passivos circulantes. Considerando a I e a II, como esta meta seria realizada mais lucrativamente: diminuindo os ativos circulantes ou aumentando os passivos circulantes? Justifique sua resposta. (Técnica Agressiva, Conservadora e Intermediária) A empresa C.Mântica as seguintes necessidades financeiras para seu próximo exercício financeiro: MÊS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOT AM At. Circul. (I) de At. Permanentes (II) de At.Totais (III) Necessidade de Rec. L/Prazo (IV) Necessidade Sazonal (V) Com as informações dadas na tabela acima, desenvolva os seguintes cálculos: I) Identifique os custos do financiamento total, das técnicas Agressiva, Conservadora e Intermediária se: a) o custo dos recursos a curto prazo for de 12% e a longo prazo 17%; e b) o custo dos recursos a curto prazo for de 11% e os de longo prazo for de 12%. (Nota: use o saldo médio devedor quando conveniente); II) Discuta as relações de risco-retorno associadas aos planos agressivo, conservador e intermediário; III) Que plano chegaria mais perto de sua escolha em I (a) e I (b). (Técnica Agressiva versus Técnica Conservadora) A Petrobeer previu que suas necessidades sazonais de financiamento para o próximo ano serão: 11

12 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 12 Mês Necessidade Sazonal Mês Necessidade Sazonal Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho 2.4. Julho 5. Agosto Setembro 3. Outubro 1.2. Novembro 1.. Dezembro Supondo que a necessidade de ativos e recursos permanentes é de $, calcule os custos totais de financiamento sob o plano Agressivo e o plano Conservador e recomende um dos planos, dadas as seguintes condições: a) Os recursos a curto prazo custam 1% e a longo prazo 16%; b) Os recursos a curto prazo custam 11% e a longo prazo, 14%; c) Tanto os recursos a curto prazo quanto a longo prazo custam 12%. MÊS JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ At. Circul. (I) de At. Permanentes (II) de At.Totais (III) Necessidade de Rec. L/Prazo (IV) Necessidade Sazonal (V) TOT AM Bibliografia Básica: GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira, 3ª ed, Harbra, São Paulo, Princípios de Administração Financeira, 7ª ed, Harbra, São Paulo, Princípios de Administração Financeira Essencial. 2. ed. Harbra, São Paulo, 22. Bibliografia Complementar: 12

13 Administração Financeira Onivaldo Izidoro Pereira 13 LEMES JUNIOR, Antonio Barbosa; RIGO, Cláudio Miessa; CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo. Administração Financeira Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras. (698 p.). Campus, Rio de Janeiro,

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