ANALISE DE BALANÇO UNIDADE 1 : INTRODUÇÃO. Extrair informações das Demonstrações Financeiras para a tomada de decisões.

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1 ANALISE DE BALANÇO 1.1 Objetivo da análise de Balanços UNIDADE 1 : INTRODUÇÃO Extrair informações das Demonstrações Financeiras para a tomada de decisões. 1.2 Dados versus Informações Dados: São os números brutos, ou seja, aqueles que não foram trabalhados e portanto isoladamente não provocam nenhuma reação no leitor. Informações: Representam para quem as recebe uma comunicação que pode produzir reação ou decisão. Σ Exemplo: Dado: nº de habitantes do Brasil Informação: Renda per Capita = Produto Nacional Bruto/População As demonstrações contábeis apresentam uma grande quantidade de dados, dificultando a sua compreensão. Estes dados devem ser transformados em informações financeiras, permitindo a adequada tomada de decisão. 1.3 Metodologia de Análise A análise de Balanços se baseia no RACIOCÍNIO CIENTÍFICO. 1. Escolha de indicadores 2. Comparação com os padrões 3. Diagnósticos ou conclusões 4. Decisões RACIOCÍNIO CIENTÍFICO EM ANÁLISE DE BALANÇOS: Extraem-se os índices das demonstrações financeiras; Comparam-se índices; Ponderam-se as diferentes informações e chega-se aos diagnósticos ou conclusões; Tomam-se decisões. 1.4 Relatório de Análise de Balanços Através das técnicas de análise de balanços os dados são transformados em informações. Estas informações devem ser transmitidas aos usuários através de um Relatório, que deverá evidenciar de forma transparente a situação econômico e financeira da empresa.

2 Características do Relatório: PRODUTO FINAL = RELATÓRIO DE ANÁLISE DE BALANÇOS linguagem corrente e de fácil compreensão, evitando a utilização de termos técnicos; utilização de gráficos auxiliares para simplificar informações complexas; 1.5 USUÁRIOS DA ANÁLISE DE BALANÇOS Os usuários podem ser externos ou internos à empresa. Cada usuário está interessado em algum aspecto particular da empresa: USUÁRIOS EXTERNOS Fornecedores Clientes UTILIDADE DA INFOMAÇÃO Conhecer a capacidade de pagt. de seus clientes Liquidez, Rentabilidade e Endividamento Normalmente o cliente só avalia a situação da empresa que irá se relacionar quando esta puder lhe oferecer algum risco. Exemplo: Contratos a Longo Prazo, Monopolista, etc. Liquidez, rentabilidade e endividamento Bancos Estão interessados na situação econômico-financeira de curto e longo prazo em virtude de concessão de empréstimos e financiamentos. Endividamento Corretores de valores e público investidor Fazem análise para investimento em ações. Analisam fatores relacionados especificamente ao preço e valorização de ações. Rentabilidade Concorrentes Fator de sucesso ou fracasso da empresa no mercado. Fornecem padrões para a empresa auto-avaliarse. Liquidez, rentabilidade Governo Capacidade de pagamento dos impostos. Escolha de empresa com melhor situação financeira em uma concorrência. Acompanha empresas concessionárias de serviços públicos.

3 Acionistas USUÁRIOS INTERNOS Dirigentes Liquidez, rentabilidade e endividamento Geração de lucros e fluxo de caixa positivo, permitindo pagamento de dividendos por parte da empresa e valorização das ações. Rentabilidade, Liquidez e Endividamento Fundamental para a tomada de decisões e definição de estratégias da empresa. Rentabilidade, Liquidez e Endividamento Empregados Capacidade de pagamento de salários e continuidade da empresa no mercado. Liquidez, Rentabilidade e Endividamento UNIDADE 2 INFORMAÇÕES PARA A ANÁLISE DE BALANÇOS As principais publicações que auxiliam análise de balanços são: Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial Demonstrativo do Resultado do Exercício Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Demonstração Do Fluxo de Caixa e Demonstração do Valor Adicionado Notas Explicativas Informações que complementam as demonstrações contábeis. Relatório da Diretoria presta informações gerais aos acionistas ou terceiros sobre a situação da empresa. 0 Parecer dos Auditores Independentes É obrigatório para as companhias abertas. É um relatório no qual os auditores emitem uma opinião sobre as demonstrações contábeis analisadas.

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5 PADRONIZAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Para efeito de Análise de Balanços, é necessário padronizar o Balanço Patrimonial e o Demonstrativo do Resultado do Exercício, visando facilitar a análise. A padronização é feita pelos seguintes motivos: Simplificação; Comparabilidade; Adequação aos objetivos de análise; Precisão na classificação de contas; Descoberta de erros; INICIO TELA -1 Os principais itens a serem padronizados são os seguintes segundo Matarazzo, são: Duplicatas descontadas deverão ser reclassificadas para o PASSIVO CIRCULANTE. As contas do Ativo Imobilizado serão apresentadas liquidas de Depreciação, amortização ou exaustão. As contas de Reservas serão agrupadas A receita líquida de vendas será deduzida das Devoluções e Abatimentos e Impostos; As receitas e despesas financeiras serão apresentadas separadamente das despesas operacionais. FIM TELA -1 UNIDADE 3 - ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL 3.1 ANÁLISE VERTICAL OU ESTRUTURAL Demonstra o valor de cada conta em relação a um valor-base. A análise vertical é processo comparativo, expresso em porcentagem, que se aplica ao se relacionar uma conta ou grupo de contas com um valor afim relacionável, identificado no mesmo demonstrativo. Também é conhecida como análise estrutural. Dessa forma, dispondo-se dos valores absolutos em forma vertical, pode-se apurar facilmente a participação relativa de cada item contábil no ativo, no passivo ou na demonstração de resultado e sua evolução no tempo. Por exemplo na análise vertical do Balanço Patrimonial, calcula-se o percentual de cada conta em relação ao total do ATIVO e PASSIVO e na análise Vertical do DRE calcula-se o percentual de cada conta em relação a Receita de Vendas.

6 Para calcularmos a análise vertical fixamos o valor base, aquele que pretendemos comparar, neste caso, o Total do Ativo e através de uma regra de três, achamos o percentual de cada conta em relação ao Total do Ativo (valor-base). X = Valor da Conta x 100 Valor-Base 3.2 ANÁLISE HORIZONTAL OU DA EVOLUÇÃO Demonstra a evolução de cada conta de uma série de demonstrações financeiras ao longo do tempo. Deve se escolhida uma demonstração com uma DATA-BASE, geralmente a mais antiga da série. Cada conta do ano-base valerá 100%. Também aplicaremos uma regra de três simples para calcular a análise horizontal. Todas as comparações serão feitas em relação à database. Fórmula: Valor do Conta em exercícios seguintes x 100 Valor da Conta na Data-Base Exemplo: BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO ANO 1 AV AH ANO 2 AV AH Ativo Circulante % 100% % 125% Banco % 100% % 200% Estoques % 100% % 100% Ativo Não Circulante % 100% % 166% Veiculos % 100% % 75% Imoveis % 100% % 350% Total do Ativo % 100% % 150%

7 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DRE ANO 1 AV AH ANO 2 AV AH Receita liquida % 100% % 150% CMV ( ) 20% 100% ( ) 33% 250% Lucro Bruto % 100% % 125% Desp. Operac. ( ) 50% 100% ( ) 27% 80% Lucro Operc % 100% % 200% IR - 30% (90.000) 9% 100% ( ) 12% 200% Lucro Liquido % 100% % 200% UNIDADE 4 TÉCNICA DE ANÁLISE ATRAVÉS DE ÍNDICES Índice: É a relação entre contas ou grupos de contas das Demonstrações Financeiras. Representa a técnica de análise mais empregada. Não importa a quantidade dos índices, mas a utilização de índices adequados que permitam conhecer a situação da empresa. ÍNDICES DE SITUAÇÃO FINANCEIRA: Estrutura de Capitais quanto menor o índice melhor Liquidez quanto maior o índice melhor ÍNDICES DE SITUAÇÃO ECONÔMICA: Rentabilidade quanto maior o índice melhor A situação financeira está relacionada a capacidade de geração de fluxo de caixa da empresa, ou seja, capacidade de recebimento e pagamentos de uma empresa durante um período. A situação econômica está relacionada a capacidade de geração de resultados da empresa, ou seja, lucros ou prejuízos de um período ÍNDICES DE LIQUIDEZ Mostram a capacidade de pagamentos da empresa. Normalmente, quanto maior for o valor destes índices, melhor será a situação da empresa. Na análise de balanços deve ser feita uma comparação dos índices da empresa com os índices padrões do mercado, mas para a maior parte das empresas o ideal é que os índices de liquidez sejam maior que 1 (um).

8 4.1.1 LIQUIDEZ CORRENTE - LC Mostra quanto empresa possui de recursos a curto prazo em relação ás suas dívidas de curto prazo. Fórmula: AC PC Podemos associar o cálculo da LC à análise do Capital Circulante Líquido (CCL). O CCL é calculado pela diferença entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante e mostra Quando a LC > 1, o CCL será positivo, pois o AC > PC. Quando a LC < 1, o CCL será negativo, pois o AC < PC. Quando a LC = 1, o CCL será igual a zero, pois o AC = PC. CCL positivo significa que existe folga financeira de curto prazo. CCL negativo significa que a empresa não possui recursos suficientes para saldar suas dívidas de curto prazo. CCL nulo a situação é equilibrada, mas pode representar risco devido ao tempo para realização dos ativos necessários para pagar as dívidas de curto prazo LIQUIDEZ GERAL LG Mostra quanto a empresa possui de recursos de curto e longo prazo, em relação ás suas dívidas totais. Fórmula: AC + ARLP PC + PNC LIQUIDEZ IMEDIATA LI Relaciona quanto a empresa possui de disponibilidades (Caixa, Bancos e Aplicações Financeiras de liquidez imediata) em relação às suas dívidas de curto prazo. Fórmula: Disponível PC LIQUIDEZ SECA LS Mostra quanto a empresa possui de recursos a curto prazo, exceto Estoques, em relação às suas dívidas totais. Caso este índice seja muito pequeno pode indicar estoques invendáveis ou obsoletos.

9 Fórmula: AC ESTOQUES PC 4.2. ÍNDICES DE ESTRUTURA Mostram como a empresa obtém e aplica recursos, apresentando assim a relação entre fontes de recursos (Passivo) e sua aplicação (Ativo), que compreende a estrutura de capitais da empresa. Normalmente quanto menores forem estes índices, melhor será a situação da empresa PARTICIPAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEIROS ou GRAU DE ENDIVIDAMENTO Índica quanto a empresa possui de capitais de terceiros para cada 100 de capitais próprios. Fórmula: CT x 100 PL Também é bastante utilizado o índice de Endividamento Total, que utiliza a seguinte fórmula: Fórmula: CT x 100 Ativo Total COMPOSIÇÃO DO ENDIVIDAMENTO Indica quanto a empresa possui de obrigações a curto prazo em relação às obrigações totais. Fórmula: PC x 100 CT IMOBILIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Indica quanto a empresa aplicou no AP (investimento, imobilizado e intangível) para cada 100 de capitais próprios. Fórmula: AP x 100 PL Podemos associar ao cálculo do índice de Imobilização do PL o Cálculo do Capital Circulante Próprio (CCP), que é calculado pela diferença entre o Patrimônio Líquido e o AP (investimento, imobilizado e intangível).

10 Se CCP positivo indica que os recursos próprios financiam o AP e ainda sobram recursos próprios para financiar outros ativos. Se CCP negativo indica que os recursos próprios são insifucientes para financiar o AP, sendo necessário utilizar recursos de terceiros. Se CCP nulo todo capital próprio financia o AP IMOBILIZAÇÃO DE RECURSOS NÃO CORRENTES Indica que percentual de recursos não correntes (longo prazo) a empresa aplicou no AP (investimento, imobilizado e intangível). Fórmula: AP x 100 PL + PNC 4.3. ÍNDICES DE RENTABILIDADE Mostram a rentabilidade dos capitais investidos. Normalmente quanto maior melhor a situação da empresa GIRO ou ROTAÇÃO DO ATIVO Indica quanto a empresa vendeu para cada $ 100 de investimento total. Fórmula: Vendas Líquidas ATIVO MARGEM BRUTA OU LUCRATIVIDADE BRUTA Indica quanto a empresa obtém de lucro bruto para cada $100 vendidos. Fórmula: Lucro Bruto x 100 Vendas Líquidas MARGEM OPERACIONAL OU LUCRATIVIDADE OPERACIONAL Indica quanto a empresa obtém de lucro operacional para cada $100 vendidos. Fórmula: Lucro Operacional x 100 Vendas Líquidas

11 4.3.5 MARGEM LÍQUIDA OU LUCRATIVIDADE LÍQUIDA Indica quanto a empresa obtém de lucro líquido para cada $100 vendidos. Fórmula: Lucro Líquido x 100 Vendas Líquidas RENTABILIDADE DO ATIVO Indica quanto a empresa obtém de lucro, para cada $ 100 de investimento total. Fórmula: Lucro Líquido x 100 ATIVO Também pode ser calculada a rentabilidade do Ativo Médio (Ativo inicial + Ativo Final)/ RENTABILIDADE DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Mede quanto a empresa obteve de lucros para cada $ 100 de capital próprio investido. Fórmula: Lucro Líquido x 100 PL médio PL médio = (PL inicial + PL final)/2 Pode ser feito também o calculo da rentabilidade do PL final. 1 Calcule os índices de Estrutura, Liquidez e Rentabilidade e faça as interpretações com base nos dados a seguir:

12 BALANÇO PATRIMONIAL - X1 Banco 50 Dupl. Pag. 30 Dupl.rec. 40 Dupl. Desc. 20 Estoques 50 Emprestimo 30 AC 140 PC 80 Imobilizado 80 PNC 40 PL 100 Total 220 Total 220 BALANÇO PATRIMONIAL - X2 Banco 20 Dupl. Pag. 40 Dupl.rec. 80 Dupl. Desc. 20 Estoques 60 Emprestimo 40 AC 160 PC 100 Imobilizado 120 PNC 80 PL 100 Total 280 Total 280 DRE - SIMPLIFICADA - X1 Receita Liq. 200 Lucro Bruto 150 Lucro Operac. 30 Lucro Liquido 10 DRE - SIMPLIFICADA - X2 Receita Liq. 350 Lucro Bruto 280 Lucro Operac. 100 Lucro Liquido 70

13 UNIDADE 5 - ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO (rotação e prazos médios) Rotação ou Giro indica quantas vezes um Contas a Receber, Contas a pagar os Estoques, giram durante o ano. Prazos Médios mostra o tempo médio de renovação de um Contas a Receber, Contas a Pagar e Estoques. Existe uma relação inversa entre Giro e Prazos Médios: quanto maior o giro menor o prazo médio. Apresentaremos as seguintes rotações e prazos médios: 5.1 ESTOQUES GIRO = C M V Estoque Médio Estoque Médio = (Estoque Inicial em t 0 e Estoque Final em t 1 ) / 2 Prazo Médio de Renovação de Estoques PMRE = 360 = X dias GIRO 5.2 CONTAS A RECEBER (Clientes) GIRO = Vendas a Prazo Contas a Receber Médio Contas a Receber Médio = (Contas a Receber Inicial em t 0 e Cont. a Receber Final em t 1 ) / 2 Prazo Médio de Recebimento de Vendas PMRV = 360 = X dias GIRO 5.3 CONTAS A PAGAR (Fornecedores) GIRO = Compras a Prazo Contas a Pagar Médio

14 Contas a Pagar Médio = (Contas a Pagar Inicial em t 0 e Contas a Pagar Final em t 1 ) / 2 Prazo Médio de Pagamento de Compras PMPC = 360 = X dias GIRO ANÁLISE DOS PRAZOS MÉDIOS CICLO OPERACIONAL Demonstra quanto tempo dura o ciclo das operações da empresa, desde o momento da compra das mercadorias até a sua venda e efetivo recebimento pela venda. É calculado somando-se o PMRE + o PMRV. CICLO DE CAIXA Mostra quanto tempo a empresa precisa de recursos de terceiros ou próprios para financiar as suas atividades operacionais. É calculado pela diferença entre o PMPC e o ciclo operacional. CC = PMPC ( PMRE + PMRV) 2) Com base nos dados a seguir calcule o PMRE, PMRV e o PMPC de X1 e X2, bem como o ciclo operacional e de caixa ou financeiro. ITENS X1 X2 CMV Estoque Vendas a Prazo Dupl. Receber Compras a Prazo Dupl. A Pagar

15 6. ANÁLISE DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NCG representa a parcela que o financiamento operacional não cobre, sendo financiada por recursos de terceiros ou do próprio acionista. DETERMINAÇÃO DA NCG Para analisar a NCG é importante identificar as contas que compõem o Ativo Circulante Operacional e o Passivo Circulante Operacional. O Ativo Circulante Operacional ACO é o investimento que decorre automaticamente das atividades de compra/produção/estocagem/vendas, enquanto o Passivo Circulante Operacional PCO é o financiamento, também automático, que decorre dessas atividades. A diferença entre esses investimentos (ACO) e os financiamentos (PCO) é quanto a empresa necessita de capital para financiar o giro, ou seja, a NCG. NCG = ACO - PCO ACO - É representado principalmente pelas contas de Duplicatas a Receber, Estoques. PCO - É representado principalmente por Fornecedores, e Outras Obrigações (Impostos a Pagar, Salários, etc.). As situações básicas que ocorrem em uma empresa, com relação ao ACO/PCO podem ser assim resumidas: ACO > PCO Há uma NCG para a qual a empresa deve encontrar fontes adequadas de financiamento. Os fornecedores só financiam parte das atividades operacionais da empresa. ACO = PCO Neste caso a NCG é igual a zero e portanto a empresa não tem necessidade de financiamento para o giro. Os fornecedores financiam todo o ACO. ACO < PCO A empresa tem mais finaciamentos operacionais do que investimentos operacionais. Sobram recursos das atividades operacionais, os quais poderão ser usados para aplicação no mercado financeiro ou para expansão da planta fixa. Podemos dizer que os fornecedores financiam todas as atividades operacionais e ainda sobram recursos que podem estar financiando outros investimentos no CIRCULANTE ou PERMANENTE da empresa.

16 Quando há NCG a empresa pode recorrer a CAPITAIS DE TERCEIROS ou CAPITAIS PRÓPRIOS. 3 BR/CESGRANRIO/06 Extraíram-se das demonstrações contábeis da Cia. Monte Alegre os seguintes dados: GRUPO DE CONTAS ANO 2004 ANO 2005 ATIVO TOTAL PASSIVO CIRCULANTE PASSIVO NÃO CIRCULANTE Com base exclusivamente nesses dados, pode-se afirmar que a variação do índice de Participação de Capital de Terceiros (PCT), em relação ao capital próprio, entre 2004 e 2005, foi: (A) 78,57% (B) 66,44% (C) 50,00% (D) 30,77% (E) 25,73% 4 BR/ CESGRANRIO O índice de liquidez corrente é definido como sendo: (A) ativo circulante / passivo circulante (B) ativo circulante / patrimônio liquido (C) (ativo circulante estoques ) / passivo circulante (D) ativo total / patrimônio liquido (E) ativo total / passivo total

17 5 BR/CESGRANRIO Foram extraídos, da analise de demonstrações contábeis da cia Brasília os seguintes dados: Índices Liquidez Geral 1,18 0,88 Liquidez Corrente 1,46 1,61 Com base exclusivamente nessas informações pode-se afirmar que a empresa esta: (A) melhorando o perfil da liquidez geral entre 2004 e 2005; (B) dependendo de geração futura de recursos para liquidar suas dividas totais em 2005; (C) dependendo de geração futura de recursos para liquidar suas dividas de curto prazo, em 2005; (D) comprometida com dividas destinando metade do capital total da empresa para liquidar suas dividas em 2005; (E) impossibilitada de pagar suas dividas de curto ou de longo prazo em 2005 sem utilizar empréstimos de curto prazo. 6 BR/CESGRANRIO Obtiveram da cia Mega as seguintes informações considerando o ano de 360 dias: Rotação de duplicatas a receber 12 vezes Rotação de fornecedores 24 vezes Rotação de estoque 8 vezes Com base nesses dados, o ciclo de caixa da empresa em dias é de: (A) 44 (B) 45 (C) 60 (D) 75 (E) 90

18 7- A empresa Giro LTDA, pretende aumentar suas vendas a prazo para manter suas vendas totais em 2005, iguais as de Em 2004, o valor total das vendas foi de $ , considerando um ano comercial de 360 dias e que a empresa operou com um prazo médio de recebimento de vendas de 30 dias. Para alcançar esse objetivo a empresa terá que ampliar para 32 dias o prazo médio de recebimento de vendas. Desse modo, o valor das duplicatas a receber, em 31 de dezembro de 2005 deve ser de? (A) (B) (C) (D) (E) BR/CESGRANRIO A cia XYZ apresentou as seguintes contas patrimoniais em reais ao final do ano de 2004: Capital 500 Bancos 100 Estoques 100 Duplicata a receber 900 Provisão para devedores duvidosos 50 Duplicatas descontadas 200 Fornecedores 200 Financiamentos (50% do saldo vence em 2005) 200 Adiantamentos de clientes 100 Terrenos 150 Com base apenas nas informações acima e considerando a padronização das demonstrações financeiras para fins de analise de balanços o índice de liquidez corrente da empresa é: (A) 1,5 (B) 1,692 (C) 1,75 (D) 2,125 (E) 2,3

19 9 EPE/CESGRANRIO Determinada empresa apresenta as seguintes contas patrimoniais em dez/2005 Estoques 500 ICMS a recuperar 200 ICMS a pagar 400 Adiantamento a fornecedor 100 Fornecedores 600 Aplicação financeira 280 Adiantamento de clientes 100 Dividendos a pagar 100 Contas a receber 800 Provisão para devedores duvidosos 20 Maquinas e equipamentos 400 Depreciação acumulada 80 Empréstimos concedidos a coligadas 60 Com base na informação acima a liquidez corrente da empresa é de: (A) 1,55 (B) 1,60 (C) 1,66 (D) 1,69 (E) 1,73 10 TRANSPETRO/CESGRANRIO A análise vertical tem como objetivo avaliar o(a): (A) quociente entre elementos patrimoniais e de resultados. (B) evolução real de cada uma das contas em relação ao período anterior. (C) diferença absoluta entre os componentes patrimoniais e de resultados. (D) diferença de cada conta em relação ao total de seu grupo, em termos absolutos. (E) participação de cada conta em relação ao total de seu grupo em termos relativos. 11 TRANSPETRO/CESGRANRIO A Cia. Zodíaco possui um índice de participação de capitais de terceiros (CT/PL) igual a 1,5, enquanto a composição do endividamento (PC/CT) apresenta um resultado igual a 0,7. Em vista desses dados, é correto concluir que a empresa:

20 (A) está numa situação pré-falimentar. (B) apresenta um quadro de endividamento elevado, além de concentrado no curto prazo. (C) apresenta baixo endividamento, pois o patrimônio líquido representa 2/3 do total dos ativos, sendo irrelevante o perfil da dívida. (D) tem uma situação excelente, tanto no volume da dívida quanto no seu perfil, concentrado no longo prazo. (E) não apresenta maiores problemas em manter um endividamento elevado, já que tem perfil da dívida todo concentrado no curto prazo. 12 TRANSPETRO/CESGRANIO Se a imobilização do patrimônio líquido (AP/PL) apresentar um resultado superior a 1 (um), pode-se depreender que: (A) todos os índices de atividade da empresa são positivos. (B) o ativo permanente é financiado inteiramente por capitais próprios. (C) além do ativo permanente, o capital próprio financia o realizável a longo prazo e parte do ativo circulante. (D) a empresa está usando recursos de terceiros para completar o montante necessário ao financiamento do ativo permanente. (E) a alavancagem financeira da empresa apresenta um resultado inferior ao custo do capital de terceiros. 13 BR/CESGRANRIO Determinada empresa apresentou os seguintes prazos médios referentes ao ano de 2004: Prazo médio de renovação de estoques 24 dias Prazo médio de recebimento de vendas 15 dias Prazo médio de pagamentos de compras 34 dias È correto afirmar que esta empresa obteve, em 2004, um ciclo financeiro: (A) positivo de cinco dias (B) positivo de dezenove dias (C) negativo de cinco dias (D) negativo de dezenove dias (E) negativo de quarenta e três dias

21 14 BR/CESGRANRIO A analise vertical do balanço patrimonial da cia alfa apontou uma participação de 10% do ativo imobilizado no ativo total da empresa no ano 1. A analise horizontal diz que o crescimento do ativo imobilizado do ano 1 para o ano 2 atingiu 50% e que o aumento do ativo total atingiu 25% no mesmo período. Com base apenas nas informações apresentadas, a analise vertical do ano 2 aponta participação do imobilizado, no ativo total de: (A) 10% (B) 12% (C) 15% (D) 25% (E) 35% 15 - Dados extraídos das demonstrações contábeis da Cia.Brandeburgo S.A.: ATIVO ATIVO CIRCULANTE , ,00 ATIVO NÃO CIRCULANTE , ,00 REALIZÁVEL L. PRAZO , ,00 IMOBILIZADO , ,00 TOTAL ATIVO , ,00 PASSIVO PASSIVO CIRCULANTE , ,00 PASSIVO NÃO CIRCULANTE , ,00 PATRIMÔNIO LÍQUIDO , ,00 TOTAL PASSIVO , ,00 Considerando exclusivamente as informações acima, a variação, em percentual, da composição do endividamento (perfil da dívida) em 2008, em relação a 2007, em percentual, foi (A) 12,50% (B) (50,00%) (C) (61,90%) (D) 80,00% (E) 130,77% 16 - Observe os dados abaixo, em reais, referentes ao exercício de Caixa e Bancos ,00 Custo das Mercadorias Vendidas ,00 Duplicatas a Receber ,00

22 Estoques ,00 Passivo Circulante ,00 Vendas do Período ,00 Considerando exclusivamente as informações acima, o Prazo Médio de Recebimento de Vendas (PMRV) referente somente a este exercício social, em dias, sem arredondamento e desprezando todas as casas decimais, será (Dado: considerar nos cálculos o ano comercial) (A) 24 (B) 34 (C) 45 (D) 55 (E) 76 D 17 - Balanço Patrimonial da Cia. Pedra em 31/12/2006 ATIVO PASSIVO Circulante 2.400,00 Circulante 2.300,00 Realizável a Longo Prazo 1.900,00 Não Circulante 3.400,00 Imobilizado 5.200,00 Patrimônio Líquido 3.800,00 Total 9.500,00 Total 9.500,00 Considere o Balanço Patrimonial da Cia. Pedra em 31/12/2006, em reais. O índice de liquidez geral é de (utilize duas casas decimais): (A) 0,42 (B) 0,56 (C) 0,75 (D) 1,04 (E) 1, A Cia. Manhattan S/A apresentou os seguintes demonstrativos, com valores em reais: Contas Receita Bruta , ,00 Deduções da Receita Bruta ( ,00) ( ,00) Receita Líquida , ,00 CMV ( ,00) ( ,00) Lucro Bruto , ,00 Despesas de Vendas ( ,00) ( ,00) Despesas Administrativas ( ,00) ( ,00) Despesas Financeiras ( ,00) ( ,00) Resultado Avaliado ao MEP , ,00 Lucro Operacional , ,00 Resultado não Operacional (31.000,00) (35.000,00) LAIR , ,00 Provisão IR e CSL ,00 (13.750,00) Lucro Líquido , ,00

23 Com base exclusivamente nos dados acima, o percentual de variação do lucro líquido (análise horizontal) do exercício de 2007, em relação a 2006, foi (A) 42,31 (B) 36,36 (C) (53,64) (D) (56,97) (E) (57,69) 19 - A Cia. Patagônia S/A, ao realizar sua análise anual, apresentou os seguintes demonstrativos de resultados, em reais: CONTAS Receita Bruta de Vendas , ,00 (-) Impostos sobre Vendas , ,00 (=) Receita Líquida de Vendas , ,00 (-) Custo dos Produtos Vendidos , ,00 (=) LUCRO BRUTO , ,00 (-) Despesas Comerciais , ,00 (-) Despesas Administrativas , ,00 (-) Despesas Financeiras Líquidas , ,00 (=) RESULTADO OPERACIONAL , ,00 (+) Resultado não Operacional ,00 0 (=) Resultado Líquido antes IR e CSL , ,00 (-) Provisão para IR e CSL 0 0 (=) Resultado Líquido do Exercício , ,00 Com base exclusivamente nos dados acima, o percentual de participação relativa do item de Despesas Administrativas (análise vertical) do exercício de 2008 foi (A) 21,55 (B) 4,84 (C) (13,89) (D) (25,91) (E) (31,55) Dados para responder às questões de nos 20 e 21. Balanço Patrimonial da Cia. Alvorada S/A (em reais) ATIVO ATIVO CIRCULANTE , ,00 Caixa , ,00 Bancos , ,00 Duplicatas a Receber , ,00 Estoques , ,00

24 NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL LP , ,00 Contas a Receber , ,00 Empréstimos a Controladas , ,00 Investimentos , ,00 Imobilizado , ,00 Intangível , ,00 TOTAL ATIVO , ,00 PASSIVO PASSIVO CIRCULANTE , ,00 Fornecedores , ,00 Contas a Pagar , ,00 NÃO CIRCULANTE , ,00 Empréstimos , ,00 Repasses Externos , ,00 PATRIMÔNIO LÍQUIDO , ,00 Capital Social Subscrito , ,00 A Realizar ( ,00) ( ,00) Reserva Capital , ,00 Reserva Lucros Legal , ,00 Estatutária , ,00 Contingência , ,00 Lucros Acumulados , ,00 TOTAL , , Considerando exclusivamente os dados apresentados, o índice de liquidez seca da Cia. Alvorada, em 2010, é (A) 0,6612 (B) 0,7692 (C) 0,8875 (D) 1,3846 (E) 1, A relação entre capital de terceiros e capital próprio, no exercício de 2009 da Cia. Alvorada, é (A) 1,0629 (B) 1,0475 (C) 1,0263 (D) 0,8189 (E) 0,8176

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