ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁS Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

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1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 6 Demonstração do Resultado Abrangente 8 Demonstração do Fluxo de Caixa 9 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2015 à 30/06/ DMPL - 01/01/2014 à 30/06/ Demonstração do Valor Adicionado 12 Comentário do Desempenho Pareceres e Declarações Relatório da Revisão Especial - Sem Ressalva 51 Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente 52 Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras 53 Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores Independentes 54

2 Dados da Empresa / Composição do Capital Número de Ações (Mil) Trimestre Atual 30/06/2015 Do Capital Integralizado Ordinárias Preferenciais Total Em Tesouraria Ordinárias 0 Preferenciais 0 Total 0 PÁGINA: 1 de 54

3 Dados da Empresa / Proventos em Dinheiro Evento Aprovação Provento Início Pagamento Espécie de Ação Classe de Ação Provento por Ação (Reais / Ação) Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária 30/04/2015 Dividendo 11/05/2015 Ordinária 2, /04/2015 Dividendo 11/05/2015 Preferencial Preferencial Classe A 2,89534 PÁGINA: 2 de 54

4 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/06/2015 Exercício Anterior 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e Equivalentes de Caixa Aplicações Financeiras Contas a Receber Clientes Contas a Receber Perda estimada para crédito de liquidação duvidosa Outras Contas a Receber Outras Contas a Receber Estoques Materiais diversos Tributos a Recuperar Tributos Correntes a Recuperar Despesas Antecipadas Outros Ativos Circulantes Outros Transporte pago e não utilizado Adiantamentos a fornecedores Outros Instrumentos financeiros derivativos Ativos com partes relacionadas Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Contas a Receber Clientes Outras Contas a Receber Tributos Diferidos Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos Outros Ativos Não Circulantes ICMS a recuperar Depósitos judiciais Instrumentos financeiros derivativos Transporte pago e não utilizado Outros Intangível Intangíveis Contrato de Concessão Fidelização do cliente Software e outros Intangível em andamento PÁGINA: 3 de 54

5 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/06/2015 Exercício Anterior 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Obrigações Sociais e Trabalhistas Obrigações Sociais Obrigações Trabalhistas Fornecedores Fornecedores Nacionais Obrigações Fiscais Obrigações Fiscais Federais Imposto de Renda e Contribuição Social a Pagar Outros Obrigações Fiscais Estaduais Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Em Moeda Nacional Em Moeda Estrangeira Debêntures Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Débitos com Outras Partes Relacionadas Outros Dividendos e JCP a Pagar Adiantamentos de clientes Intrumentos financeiros derivativos Outras Provisões Provisões Fiscais Previdenciárias Trabalhistas e Cíveis Provisões trabalhistas, salários e encargos Passivo Não Circulante Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Em Moeda Nacional Em Moeda Estrangeira Debêntures Outras Obrigações Outros Adiantamentos de clientes e outros Bônus a pagar Provisões Provisões Fiscais Previdenciárias Trabalhistas e Cíveis Provisões Fiscais Provisões Previdenciárias e Trabalhistas Provisões Cíveis Obrigações com benefícios de aposentadoria Patrimônio Líquido Capital Social Realizado PÁGINA: 4 de 54

6 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/06/2015 Exercício Anterior 31/12/ Reservas de Capital Reserva de incentivos fiscais Reserva especial para futura capitalização Reserva especial de ágio Reservas de Lucros Reserva Legal Reserva de Retenção de Lucros Lucros/Prejuízos Acumulados Ajustes de Avaliação Patrimonial Reserva de reavaliação Ganhos e perdas atuariais PÁGINA: 5 de 54

7 DFs Individuais / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.01 Receita de Venda de Bens e/ou Serviços Vendas de Gás Receita de Construção - ICPC OutrasReceitas Custo dos Bens e/ou Serviços Vendidos Custo do Gás Transporte e Outros Construção - ICPC Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais Despesas com Vendas Despesas Gerais e Administrativas Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Financeiro Receitas Financeiras Receitas Financeiras Despesas Financeiras Despesas Financeiras Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Corrente Diferido Resultado Líquido das Operações Continuadas Lucro/Prejuízo do Período Lucro por Ação - (Reais / Ação) Lucro Básico por Ação Trimestre Atual 01/04/2015 à 30/06/2015 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2015 à 30/06/2015 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/04/2014 à 30/06/2014 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2014 à 30/06/2014 PÁGINA: 6 de 54

8 DFs Individuais / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 01/04/2015 à 30/06/2015 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2015 à 30/06/2015 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/04/2014 à 30/06/2014 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2014 à 30/06/ ON 1, , , , PNA 1, , , ,72281 PÁGINA: 7 de 54

9 DFs Individuais / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 01/04/2015 à 30/06/2015 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2015 à 30/06/2015 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/04/2014 à 30/06/2014 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2014 à 30/06/ Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Ganho/Perda atuarial com benefícios de aposentadoria Tributos s/ganho e perda atuarial com benefícios de aposentadoria Resultado Abrangente do Período PÁGINA: 8 de 54

10 DFs Individuais / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Acumulado do Atual Exercício 01/01/2015 à 30/06/2015 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2014 à 30/06/ Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Depreciações e Amortizações Baixa do Permanente - Líquidas Juros Var.Monet.s/Emprest.e Debêntures Provisão para Contingências Provisão CVM nº 695 p/ben. Pós-emprego Provisão/Reversão de Créds. Liquidação Duvidosa Lucro antes do IR e CSSL Provisão p/perdas de estoques Variações nos Ativos e Passivos Contas a Receber Impostos a Recuperar Estoques Fornecedores Impostos, Taxas e Contribuições Provisão de Férias, Participação nos Lucros e Resultados Outros Adiantamento de Cliente e Outros IRPJ e CSSL Pagos Juros pagos s/empréstimos e Financiamentos Caixa Líquido Atividades de Investimento Adições ao Permanente Caixa Líquido Atividades de Financiamento Captação de Emprést. Financiamentos Amortização de principal Empréstimos e Financiamentos Juros sobre Capital Próprio Pagamento de Dividendos Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes PÁGINA: 9 de 54

11 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2015 à 30/06/2015 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Dividendos Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Realização da Reserva Reavaliação Saldos Finais PÁGINA: 10 de 54

12 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2014 à 30/06/2014 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Ganhos e perdas atuariais Tributos s/ganhos e perdas atuariais Mutações Internas do Patrimônio Líquido Realização da Reserva Reavaliação Saldos Finais PÁGINA: 11 de 54

13 DFs Individuais / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Acumulado do Atual Exercício 01/01/2015 à 30/06/2015 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2014 à 30/06/ Receitas Vendas de Mercadorias, Produtos e Serviços Outras Receitas Receita de construção - ICPC Outras ( despesas ) receitas Provisão/Reversão de Créds. Liquidação Duvidosa Insumos Adquiridos de Terceiros Custos Prods., Mercs. e Servs. Vendidos Materiais, Energia, Servs. de Terceiros e Outros Outros Custo do gás e transporte Custo de construção - ICPC Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência Receitas Financeiras Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Impostos, Taxas e Contribuições Remuneração de Capitais de Terceiros Remuneração de Capitais Próprios Lucros Retidos / Prejuízo do Período PÁGINA: 12 de 54

14 Comentário do Desempenho 1. DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO A Companhia de Gás de São Paulo - Comgás (Bovespa: CGAS3 e CGAS5, Reuters: CGAS3.SA e CGAS5.SA e Bloomberg: CGAS3:BZ e CGAS5:BZ), a maior companhia distribuidora de gás natural canalizado do Brasil, divulga seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2015 (2T15). As informações financeiras e operacionais a seguir são apresentadas em IFRS e comparadas ao segundo trimestre do ano de 2014 (2T14), conforme indicado. O volume total apresentou decréscimo de 2,9% na comparação ao 2T14. Essa queda deve-se principalmente à desaceleração da economia no Brasil e no exterior, além de refletir os atuais problemas de competitividade da indústria nacional. O segmento residencial é um mercado estratégico para a Comgás devido ao alto potencial de crescimento e a atratividade desse segmento para o negócio da Companhia, reforçando o uso do gás natural como uma alternativa energética viável e ambientalmente correta. Desde 2006 a Companhia vem investindo no desenvolvimento de proposta de valor para os clientes e na qualificação de prestadores de serviços para dar suporte ao crescimento desse mercado. No segmento comercial, o volume de gás distribuído subiu 6,7% e totalizou milhões de metros cúbicos, na comparação com mesmo trimestre de Esse aumento explica-se pelo desenvolvimento de novas aplicações para o gás natural, como por exemplo, a utilização em fornos de pizzarias, refrigeração comercial entre outras. Para potencializar o crescimento desse segmento, a equipe aborda os comerciantes destacando os benefícios do gás, com a oferta de solução e equipamentos. O segmento industrial representa o maior mercado em volume da Comgás, responsável por 68,5% das vendas do volume total distribuído, com atendimento a clientes. O volume distribuído foi de milhões de metros cúbicos e representou redução de 4,3% em relação aos milhões de metros cúbicos distribuídos no mesmo período do ano anterior. Essa queda deve-se principalmente à desaceleração da economia no Brasil e no exterior, além de refletir os atuais problemas de competitividade da indústria nacional. A Companhia apresenta a seguinte distribuição por segmento em volumes: Vendas de gás por Segmento - Volume (mil m³) 2T15 2T14 Variação Residencial 0,0% Comercial 6,7% Industrial -4,3% Cogeração -1,5% Automotivo -9,0% Total sem Termo -3,8% Termogeração 1,4% Total -2,9% A Receita Bruta total atingiu o montante de R$ no período findo em 30 de junho de 2015, acréscimo de 3,2% frente ao mesmo período do ano anterior. A Receita Bruta de venda de gás atingiu R$ no segundo trimestre de 2015, acréscimo de 4,3% frente ao mesmo período do ano anterior, explicado principalmente por repasses de custos de gás nas tarifas de vendas (alterações nas tarifas conforme portarias ARSESP nº 496 (mai/14), 534 (dez/14) e 575 (mai/15)). PÁGINA: 13 de 54

15 Comentário do Desempenho Receita Bruta - R$ Mil 2T15 2T14 Variação Residencial 6,5% Comercial 12,0% Industrial 1,1% Cogeração 13,4% Automotivo 0,1% Termogeração 30,1% Receita de venda de gás 4,3% Receita de construção -12,0% Outras receitas -13,6% Total 3,2% A Receita Líquida de Bens e Serviços atingiu o montante de R$ , representando um acréscimo de 3,4% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ ). Receita Líquida - R$ Mil 2T15 2T14 Variação Residencial 6,5% Comercial 12,0% Industrial 1,2% Cogeração 12,5% Automotivo 0,1% Termogeração 30,1% Receita de venda de gás 4,7% Receita de construção -12,0% Outras receitas -18,0% Total 3,4% O custo total de bens e serviços vendidos, que é composto principalmente pelo custo da matéria-prima (commodity), transporte, custo da construção (ICPC 01), totalizou R$ no período findo em 30 de junho de 2015, praticamente estável na comparação com o mesmo período de O custo de venda de gás apresentou crescimento de 1,1% apesar de menos volume vendido nesse trimestre. O custo do gás boliviano em dólares apresentou redução na comparação com o 2T14, uma vez que o preço do petróleo caiu significativamente na comparação entre períodos. No entanto, a variação cambial em conjunto com os recentes aumentos no custo do gás nacional, fizeram com que o custo médio da Companhia ficasse maior nesse trimestre. Vale lembrar que este novo patamar de custo já foi considerado pela ARSESP na atualização das nossas tarifas em maio de PÁGINA: 14 de 54

16 Comentário do Desempenho A distribuição do custo por segmento é a seguinte: Custos - R$ Mil 2T15 2T14 Variação (44.869) (44.232) Residencial 1,4% (25.434) (23.534) Comercial 8,1% ( ) ( ) Industrial -2,8% (50.423) (48.868) Cogeração 3,2% (39.718) (43.139) Automotivo -7,9% ( ) (94.537) Termogeração 32,1% ( ) ( ) Custo de venda de gás 1,1% ( ) ( ) Custo de construção -12,0% (7.187) (4.511) Outros Custos 59,3% ( ) ( ) Total 0,0% A Companhia obteve resultado bruto contábil de R$ no período findo em 30 de junho de 2015, 10,4% acima ante os R$ registrados no mesmo período de Impactado principalmente pela maior receita apresentada durante Ao longo do trimestre a Companhia recuperou saldo no ativo (passivo) regulatório, essa movimentação gerou um impacto positivo no resultado bruto em IFRS de R$ mil, no mesmo período de 2014 esse impacto foi R$ mil. Esses valores são referentes às diferenças entre o componente de custo do gás incluídos nas tarifas cobradas dos clientes e o custo real de gás incorrido. Ao final do trimestre, o saldo da conta corrente a receber dos clientes era de R$ mil, de acordo com as normas contábeis esse saldo não é contabilizado nos livros da Companhia, o mesmo é divulgado através da Nota Explicativa 20. Resultado Bruto - R$ Mil 2T15 2T14 Variação Normalizado 10,4% Conta corrente regulatório 10,8% Contábil - IFRS 10,5% As despesas/receitas operacionais, incluindo amortizações, totalizaram R$ no segundo trimestre de 2015, contra R$ no mesmo período do ano anterior, uma redução de 4,4%. Impactada principalmente pela menor amortização no período. PÁGINA: 15 de 54

17 Comentário do Desempenho Despesas e receitas operacionais - R$ Mil 2T15 2T14 Variação Pessoal -9,5% Materiais e Serviços 12,3% Outras despesas/receitas -50,0% Amortização -10,0% Total -4,4% O EBITDA (Lucros antes dos juros, impostos, despesas financeiras, depreciações e amortizações) atingiu R$ no período findo em 30 de junho de 2015, 12,9% acima em relação ao mesmo período de Estas variações são explicadas principalmente pelo aumento no resultado bruto em IFRS, bem como o menor nível de despesas operacionais, conforme mencionado acima. EBITDA - R$ Mil 2T15 2T14 Variação Resultado líquido 19,9% Tributos sobre o lucro 18,3% Resultado financeiro 23,5% Amortização -10,0% (139) (150) Outras Amortizações -7,1% Contábil - IFRS 12,9% Normalizado 13,4% As receitas e despesas financeiras líquidas atingiram o montante de R$ no período findo em 30 de junho de 2015, contra R$ no mesmo período de 2014, apresentando um aumento de 23,5%, principalmente por conta das maiores taxas de juros durante o ano de Resultado Financeiro - R$ Mil 2T15 2T14 Variação Receitas 77,4% ( ) (70.968) Despesas 41,6% Resultado financeiro 23,5% 2. ENDIVIDAMENTO A estratégia de financiamentos da Comgás é baseada no longo prazo. Tais financiamentos, principalmente através do BNDES e do Banco Europeu de Investimento (EIB) desde 2012, têm como objetivo fazer frente aos investimentos destinados à expansão, modernização e reforço da rede de distribuição de gás canalizado, além de outros investimentos para dar suporte à operação da Companhia. PÁGINA: 16 de 54

18 Comentário do Desempenho Em 30 de junho de 2015, o endividamento bruto da Companhia totalizava R$ , montante 2,6% superior em relação a 31 de dezembro 2014 (R$ ). Já o endividamento financeiro líquido foi de R$ , decréscimo de 14,2% em comparação ao saldo de dezembro de 2014 R$ Estas variações são explicadas em decorrência dos novos contratos firmados de empréstimos externos e internos e impactadas pelo montante de caixa e equivalentes de caixa no decorrer do período. Do total dos financiamentos 81% são representados por operações com vencimento de longo prazo. Endividamento - R$ Mil Junho 2015 Dezembro 2014 Variação % Moeda Nacional ,1% Moeda Estrangeira ,5% Empréstimos e financiamentos ,7% Debentures ,9% Derivativos ( ) ( ) 47,9% Endividamento Bruto ,6% (-) Caixa e equivalentes de caixa ,2% Endividamento líquido ,2% 3. INVESTIMENTOS Durante o segundo trimestre de 2015, a Companhia investiu R$ , dos quais aproximadamente 73% destinaram-se aos programas de expansão de rede e conexão de novos clientes. Isto demonstra a estratégia de expansão em regiões ainda não atendidas pela Comgás, além da capilarização da rede. Foram adicionados 336 quilômetros de rede no trimestre, dentre os projetos realizados destacam-se: Suzano e São José dos Campos com pouco mais de 30 km adicionados no trimestre, Santo André com 27 km e São Miguel, Taubaté com aproximadamente 24 km cada. A Companhia tem como estratégia financiar seu CAPEX com recursos de longo prazo, otimizando a estrutura de capital da empresa. 4. VENDAS E MARKETING As operações da Comgás se baseiam na premissa da garantia da entrega do gás com segurança, qualidade e confiabilidade, com investimentos contínuos na expansão e modernização. Essa política se traduz no número recorde de clientes na base que, em 30 de junho de 2015, chegou a 1,49 milhão, sendo 87 mil novos consumidores nos últimos 12 meses. O número total de clientes supera o de medidores, pois um único medidor pode atender a um conjunto de apartamentos (UDAs Unidade Domiciliar Autônoma). Dessa maneira a Companhia encerrou o ano com o seguinte número de clientes em cada mercado: PÁGINA: 17 de 54

19 Comentário do Desempenho Destaca-se a expansão para o segmento residencial, que é um dos focos estratégicos da Comgás apresentando um crescimento consistente. A Companhia conectou mais de 86 mil clientes no segmento residencial nos últimos 12 meses e trabalha para manter o mesmo ritmo de crescimento das conexões. Desde 2006 a Companhia vem investindo no desenvolvimento de proposta de valor para os clientes e na qualificação de prestadores de serviços para dar suporte ao crescimento desse mercado. Destacamos também o segmento comercial, devido ao crescimento tanto do volume de 6,7% quanto do número de clientes, pois é o resultado de um trabalho em conjunto das equipes de vendas e ligações desse segmento, tendo como foco a adição de novos consumidores e a retenção dos atuais, e está alinhado com a expansão residencial visando identificar potenciais sinergias entre os mercados. No segmento industrial, o mais significativo em termos de volume comercializado, a estratégia prevê a manutenção, fidelização e incremento da demanda através de investimentos para expansão da base de clientes, trabalhando o desenvolvimento de novas aplicações para o gás natural, além de buscar constantemente a contratação de novas indústrias, através da expansão da rede de distribuição para novos municípios e distritos industriais. Em junho de 2015, este mercado contava com clientes. No 2T15 foram distribuídos 886,3 milhões de m3, volume 4,3% abaixo do distribuído em 2T14. Esta variação está relacionada com o desempenho da economia e baixa atividade industrial no período. A cogeração caracteriza-se pela produção simultânea de energia térmica e elétrica a partir de uma única fonte de combustível, o gás natural. No segmento de cogeração houve redução de 1,5% no volume de gás distribuído, atingindo 76,9 milhões de m³ no 2T15. A variação de volume deve-se, principalmente, à migração do consumo de um cliente para o segmento Industrial. Além disso, há diminuição na produção de algumas plantas, por conta de manutenções preventivas ou corretivas. Em contrapartida, as cogerações comerciais tiveram um desempenho diferenciado no trimestre. Devido ao custo elevado da energia elétrica, algumas empresas passaram a gerar energia full time e não somente no horário de ponta. Desde 1993, a Comgás oferece GNV (Gás Natural Veicular) na sua área de concessão. Ao final do segundo trimestre de 2015, a Companhia atendia a 294 postos de combustíveis. O segmento de GNV nunca deixou de ser uma alternativa economicamente interessante para os consumidores, porém o aumento do poder aquisitivo da população, seguido do forte movimento de renovação da frota ocorrido nos últimos anos retirou do mercado grande parcela de veículos que consumiam gás natural. Além disso, a oferta de veículos flex já proporciona um alternativo ao consumidor, intimidando novas conversões. Isso explica a redução de 9% no volume de gás comercializado nesse segmento em relação ao 2T14, o qual totalizou 50,8 milhões de m³ no 2T15. Dessa maneira a Companhia apresenta a seguinte distribuição por segmento em medidores: Número de clientes Junho 2015 Junho 2014 Variação % Residencial ,5% Número de UDA s * ,3% Comercial ,3% Industrial ,2% Termogeração 2 2 0,0% Cogeração ,0% Automotivo ,3% Total Medidores ,5% Total UDA s ,3% PÁGINA: 18 de 54

20 Comentário do Desempenho 5. REGULAÇÃO Como prestadora de serviços públicos, as atividades da Comgás são reguladas pela ARSESP - Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo, órgão do governo do Estado de São Paulo. O serviço de distribuição de gás natural canalizado explorado pela companhia está regulamentado pelo contrato de concessão, o qual prevê ciclos tarifários de cinco anos, e as condições para o cálculo e aplicação das tarifas durante esses ciclos. A finalidade é fixar uma margem justa para a Concessionária e aos Usuários. É da margem que saem os recursos para os custos de operação da empresa, investimentos e remuneração dos acionistas. A data de conclusão do processo de revisão tarifária do ciclo de 2014 a 2019 da Comgás, que estava prevista para ocorrer, inicialmente, no final de maio de 2014, foi adiada pela ARSESP através das Deliberações n 494, de 27 de maio de 2014, e n 533, de 10 de dezembro de A Companhia aguarda as informações da agência sobre as próximas etapas do processo de revisão tarifária. PÁGINA: 19 de 54

21 ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁS Versão : 1 Informações gerais A Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS (a "Companhia") tem como seu principal objeto social a distribuição de gás natural canalizado em parte do território do Estado de São Paulo (aproximadamente 180 municípios, inclusive a região denominada Grande São Paulo) para consumidores dos setores industrial, residencial, comercial, automotivo, termogeração e cogeração. A Companhia é uma sociedade anônima de capital aberto com sede em São Paulo, Estado de São Paulo, e está registrada na Bolsa de Valores do Estado de São Paulo ( BM&FBOVESPA ). A Companhia é controlada diretamente pela Cosan S.A. Indústria e Comércio, com a participação de 61,37%. O contrato de Concessão para a Exploração dos Serviços Públicos de Distribuição de Gás Canalizado foi assinado em 31 de maio de 1999, junto ao poder concedente representado pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP) (antiga Comissão de Serviços Públicos de Energia (CSPE)). O Contrato outorga e regula a concessão para a exploração dos serviços públicos de distribuição de gás canalizado com prazo de vigência de 30 anos, podendo ser prorrogado por 20 anos mediante requerimento da concessionária. A ARSESP é responsável por garantir a execução do contrato e por regular, controlar e monitorar as operações de energia no Estado de São Paulo. O contrato de concessão supracitado descreve as obrigações da Companhia, as regras para os procedimentos de revisão tarifária quinquenal e os indicadores de qualidade e de segurança para os quais a Companhia deve cumprir. A Portaria ARSESP n o 160/01 definiu condições gerais de fornecimento de gás canalizado. Adicionalmente, o contrato de concessão determina que as tarifas praticadas pela Companhia devam ser revisadas uma vez ao ano, no mês de maio, com o objetivo de realinhar o seu preço ao custo do gás e ajustar a margem de distribuição pela inflação. As demonstrações financeiras intermediárias foram aprovadas pela diretoria em 28 de julho de Principais políticas contábeis.1 Base de apresentação Declaração de conformidade As demonstrações financeiras intermediárias foram preparadas de acordo com o pronunciamento técnico CPC 21 (R1) Demonstração Intermediária e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Essas informações trimestrais foram elaboradas seguindo a base de preparação e políticas contábeis consistentes com aquelas adotadas na elaboração das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2014 e devem ser lidas em conjunto. As informações de notas explicativas que não sofreram alterações significativas em comparação a 31 de dezembro de 2014 não foram apresentadas integralmente nestas informações trimestrais. PÁGINA: 20 de 54

22 As informações trimestrais estão sendo apresentadas em milhares de reais, exceto se indicado de outra forma, inclusive nas notas explicativas e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, nas normas estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - nos Pronunciamentos e Orientações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) - nas Normas Internacionais de Relatório Financeiro (International Financial Reporting Standards (IFRS)), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e complementadas pelo Plano de Contas do Serviço Público de Distribuição de Gás Canalizado, instituído pela Portaria ARSESP nº 22 de 19 de novembro de Normas, alterações e interpretações de normas existentes que ainda não estão em vigor As seguintes novas normas e interpretações de normas foram emitidas pelo IASB, mas não estão em vigor para o exercício de A adoção antecipada de normas, embora encorajada pelo IASB, não é permitida, no Brasil, pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). IFRS 9 - "Instrumentos Financeiros" aborda a classificação, a mensuração e o reconhecimento de ativos e passivos financeiros. A versão completa do IFRS 9 foi publicada em julho de 2014, com vigência para 1o de janeiro de A administração está avaliando o impacto total de sua adoção. IFRS 15 - "Receita de Contratos com Clientes" - Essa nova norma traz os princípios que uma entidade aplicará para determinar a mensuração da receita e quando ela é reconhecida. Ela entra em vigor em 1o de janeiro de 2018 e substitui a IAS 11 - "Contratos de Construção", IAS 18 - "Receitas" e correspondentes interpretações. A administração está avaliando os impactos de sua adoção. Não há outras normas IFRS ou interpretações IFRIC que não entraram em vigor e que se espera que tenha um impacto significativo sobre a Companhia. Informações por segmento A administração analisa o desempenho financeiro considerando o resultado bruto econômico separadamente por segmento de negócio. A agência reguladora "ARSESP" determina as tarifas pelos diversos segmentos de negócio. A Companhia não efetua análises de ativos por segmento para gestão dos negócios. Por fim, a definição de unidade geradora de caixa, representando o menor ativo em uso que gera entradas de caixa, no contexto da Companhia não pode ser segregada por segmento, pois a mesma tubulação distribui gás para consumidores de segmentos diferentes. A composição da margem por seguimento é a seguinte: PÁGINA: 21 de 54

23 Margem por segmento - 1 o de abril de 2015 a 30 de junho de 2015 Segmentos Residencial Comercial Industrial Termogeração Cogeração Automotivo Receita de construção Outras receitas Total Volumes m³ mil (não revisado) Receita bruta Deduções (48.933) (19.123) ( ) - (12.406) (13.496) - (1.439) ( ) Receita líquida Ativo (passivo) regulatório (4.650) (2.832) (74.088) - (7.146) (1.481) (89.033) Custo (44.869) (25.434) ( ) ( ) (50.423) (39.718) ( ) (7.187) ( ) Resultado bruto econômico Reversão do ativo (passivo) regulatório Resultado bruto contábil Despesas/receitas operacionais ( ) Despesas ( ) Vendas (30.573) Gerais e administrativas ( ) Outras despesas operacionais (1.378) Financeiras (58.293) Receitas financeiras Despesas financeiras ( ) Resultado antes da tributação Imposto de renda e contribuição social ( ) Lucro líquido do período Reconciliação LAJIDA Lucro líquido do período Imposto de renda e contribuição social Financeiras Amortizações Outras amortizações (139) LAJIDA PÁGINA: 22 de 54

24 Margem por segmento - 1 o de janeiro de 2015 a 30 de junho de 2015 Segmentos Residencial Comercial Industrial Termogeração Cogeração Automotivo Receita de construção Outras receitas Total Volumes m³ mil (não revisado) Receita bruta Deduções (81.553) (35.520) ( ) - (23.855) (25.649) - (2.490) ( ) Receita líquida Ativo (passivo) regulatório (2.980) (1.718) (36.983) - (7.487) (481) (45.587) Custo (79.433) (51.229) ( ) ( ) ( ) (82.327) ( ) (9.896) ( ) Resultado bruto econômico Reversão do ativo (passivo) regulatório Resultado bruto contábil Despesas/receitas operacionais ( ) Despesas ( ) Vendas (65.564) Gerais e administrativas ( ) Outras despesas operacionais (2.659) Financeiras ( ) Receitas financeiras Despesas financeiras ( ) Resultado antes da tributação Imposto de renda e contribuição social ( ) Lucro líquido do período Reconciliação LAJIDA Lucro líquido do período Imposto de renda e contribuição social Financeiras Amortizações Outras amortizações (278) LAJIDA PÁGINA: 23 de 54

25 Margem por segmento - 1 o de abril de 2014 a 30 de junho de 2014 Segmentos Residencial Comercial Industrial Termogeração Cogeração Automotivo Receita de construção Outras receitas Total Volumes m³ mil (não revisado) Receita bruta Deduções (45.952) (17.059) ( ) - (10.424) (13.479) - (1.158) ( ) Receita líquida Ativo (passivo) regulatório (4.310) (2.376) (71.439) - (3.335) (1.425) (80.334) Custo (44.232) (23.534) ( ) (94.537) (48.868) (43.139) ( ) (4.511) ( ) Resultado bruto econômico Reversão do ativo (passivo) regulatório Resultado bruto contábil Despesas/receitas operacionais ( ) Despesas ( ) Vendas (25.808) Gerais e administrativas ( ) Outras despesas operacionais (2.754) Financeiras (47.202) Receitas financeiras Despesas financeiras (70.968) Resultado antes da tributação Imposto de renda e contribuição social (93.374) Lucro líquido do período Reconciliação LAJIDA Lucro líquido do período Imposto de renda e contribuição social Financeiras Amortizações Outras amortizações (150) LAJIDA PÁGINA: 24 de 54

26 Margem por segmento - 1 o de janeiro de 2014 a 30 de junho de 2014 Segmentos Residencial Comercial Industrial Termogeração Cogeração Automotivo Receita de construção Outras receitas Total Volumes m³ mil (não revisado) Receita bruta Deduções (76.222) (31.780) ( ) - (22.061) (26.107) - (2.332) ( ) Receita líquida Ativo (passivo) regulatório (6.746) (4.213) ( ) - (5.466) (2.873) ( ) Custo (74.232) (45.125) ( ) ( ) (97.560) (85.105) ( ) (9.412) ( ) Resultado bruto econômico Reversão do ativo (passivo) regulatório Resultado bruto contábil Despesas/receitas operacionais ( ) Despesas ( ) Vendas (56.339) Gerais e administrativas ( ) Outras despesas operacionais (4.817) Financeiras ( ) Receitas financeiras Despesas financeiras ( ) Resultado antes da tributação Imposto de renda e contribuição social ( ) Lucro líquido do período Reconciliação LAJIDA Lucro líquido do período Imposto de renda e contribuição social Financeiras Amortizações Outras amortizações (289) LAJIDA PÁGINA: 25 de 54

27 Caixa e equivalentes de caixa O saldo de caixa e equivalentes de caixa está substancialmente representado por aplicações em Certificados de Depósi Bancários (CDBs) e aplicações em títulos privados, sendo que esses instrumentos possuem liquidez imediata conferida p instituição financeira que os emitiu. 30 de junho de de dezembro de 2014 Recursos em banco e em caixa Aplicações em CDBs e Títulos privados Contas a receber de clientes - circulante 30 de junho de de dezembro de 2014 Contas de gás a receber Contas de gás parceladas Devedores por venda de equipamentos Ajuste a valor presente (2.559) (2.183) Receita não faturada (i) Provisão para crédito de liquidação duvidosa ( ) ( ) (i) A receita não faturada refere-se à parte do fornecimento de gás do mês, cuja medição e faturamento aos clientes ainda não foram efetuado Estoques 30 de junho de de dezembro de 2014 Estoque de materiais para construção Produto acabado Materiais diversos PÁGINA: 26 de 54

28 Transporte pago e não utilizado 30 de junho de de dezembro de 2014 Circulante Não circulante Circulante Não circulante Transporte (ship or pay) PETROBRAS A recuperação dos saldos referente ao "Transporte pago e não utilizado", dar-se-á automaticamente, sem ônus para a Companh na medida em que se utilize o transporte acima do percentual estipulado nos contratos, conforme divulgado na Nota 12. Impostos a recuperar 30 de junho de de dezembro de 2014 Imposto sobre circularização de mercadorias e serviços (ICMS) - a recuperar Imposto sobre circularização de mercadorias e serviços (ICMS) - sobre ativos Contribuição social sobre lucro líquido (CSLL) / Imposto de renda antecipado Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) a recuperar Outros Circulante Não circulante PÁGINA: 27 de 54

29 Partes relacionadas a) Resumo dos saldos do balanço com partes relacionadas: O saldo a receber referente a partes relacionadas em 30 de junho de 2015 é o seguinte: Movimentação 31 de dezembro de 2014 Receitas Recebimentos 30 de junho de 2015 Raízen Combustíveis S.A. (1) (7.414) Raízen Energia S.A. (2) - 12 (12) (7.426) O saldo a pagar referente a partes relacionadas em 30 de junho de 2015 é o seguinte: Movimentação 31 de dezembro de 2014 Despesas Pagamentos 30 de junho de 2015 Raízen Energia S.A. (2) (16.680) 540 Grupo Shell (3) (17.619) (34.299) 540 (1) Raízen Combustíveis S.A. Saldos a receber referente a fornecimento de gás para postos de combustíveis. (2) Raízen Energia S.A. (RESA) Os saldos registrados como passivo circulante representam serviços compartilhados executados pela RESA de responsabilidade da Companhia. (3) Grupo Shell Commercial Services Agreement (CSA) - a Shell deixará à disposição o pessoal comercial e os serviços comerciais de forma a dar suporte administrativo na condução do negócio da Companhia. PÁGINA: 28 de 54

30 b) Remuneração de administradores e diretores As remunerações dos administradores, responsáveis pelo planejamento, direção e controle das atividades da Companhia, que incluem os membros do Conselho de Administração e diretores estatutários, no período estão apresentadas a seguir: Abril a Junho Janeiro a Junho Abril a Junho Janeiro a Junho Salários, incluindo remuneração variável Encargos sociais Benefícios, assistência médica e outros Intangível Movimentações 31 de dezembro de 2014 Adições Transferências Baixas 30 de junho de 2015 Intangível em serviços Contrato de concessão (7.065) Amortização acumulada (ii) ( ) ( ) (152) ( ) ( ) (2.007) Fidelização do cliente (3.055) Amortização acumulada (i) ( ) (67.796) ( ) (67.796) (1.627) Software e outros Amortização acumulada (i) ( ) (10.225) - - ( ) (10.225) Total do intangível em serviços ( ) (3.634) Intangível em andamento ( ) Total do intangível (3.634) (i) Taxa média ponderada de 20% ao ano. (ii) Taxa média ponderada apresentada no quadro a seguir. PÁGINA: 29 de 54

31 Como resultado da adoção da interpretação do ICPC 01 (R1), em 1 o de janeiro de 2009, a Companhia reclassificou para a rubrica "Intangível" os ativos imobilizados relacionados ao Contrato de Concessão, sendo que esses ativos em 30 de junho de 2015 e 31 de dezembro de 2014 são compostos como seguem: Taxa média Movimentação Valores contábeis ponderada Adições/ líquidos a.a. - % 31 de dezembro de 2014 transferências Amortização Baixa 30 de junho de 2015 Terrenos Tubulações 3, (69.256) (259) Edificações e benfeitorias 2, (5.997) Máquinas e equipamentos 5, (20.200) (1.645) Equipamentos de transporte (1.537) (21) Equipamentos e móveis administrativos (3.461) (82) ( ) (2.007) Os valores reconhecidos no "Intangível", acima demonstrados representam o valor de custo dos ativos construídos ou adquiridos para fins de prestação de serviços de concessão, líquidos de amortização. A amortização, calculada com base na vida útil estimada para os ativos construídos em conformidade com o contrato de concessão e integrante da base de cálculo da tarifa de prestação de serviços, totalizou a quantia de R$ e foi devidamente apropriada ao resultado do período findo em 30 de junho de O imposto de renda e a contribuição social sobre o saldo da reavaliação totalizam R$ (nota 13 (b)) em 30 de junho de 2015 (31 de dezembro de R$ 3.888). O valor líquido referente à realização da reserva de reavaliação não é considerado na base de cálculo para distribuição de dividendos. Durante o trimestre findo em 30 de junho de 2015, a Companhia capitalizou o montante de R$ (30 de junho de R$ 5.989) referentes a juros incidentes sobre os empréstimos captados para a construção desses ativos. A taxa média ponderada dos encargos financeiros da dívida, utilizada para capitalização de juros sobre o saldo de obras em andamento, foi de 10,40% a.a para o trimestre findo em 30 de junho de 2015 (10,19% a.a para o trimestre findo em 30 de junho de 2014). 1 Empréstimos e financiamentos 30 de junho de de dezembro de 2014 Circulante Não circulante Circulante Não circulante Empréstimos e financiamentos Debêntures não conversíveis PÁGINA: 30 de 54

32 a) Empréstimos e financiamentos 30 de junho de de dezembro de 2014 Encargos - % Circulante Não circulante Circulante Não circulante Em moeda nacional BNDES (Projeto IV) - direto com fiança TJLP + 2,8 a.a BNDES (Projeto V) TJLP + 2,8 a.a BNDES (Projeto VI) TJ ,8 a.a BNDES (Projeto VI) SELIC + 1,8 a.a BNDES (Projeto VI) TJLP Custo de transação (1.076) (2.632) (1.020) (2.924) Em moeda estrangeira (*) EIB II - primeira liberação - USD 3,881 a.a EIB II - segunda liberação - USD 2,936 a.a EIB II - terceira liberação - USD LIBOR 6M EIB II - quarta liberação - USD LIBOR 6M SCOTIABANK - Resolução n o ,7975 a.a SCOTIABANK - Resolução n o ,7800 a.a TOKYO - Resolução n o ,5257 a.a BOFA - Resolução n o LIBOR 3M + 1,10 a.a (*) Para todos os empréstimos em moeda estrangeira são contratados instrumentos financeiros derivativos visando proteger a Companhia de eventuais oscilações na taxa de câmbio. PÁGINA: 31 de 54

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