Jerónimo Martins SGPS, S.A. Resultados dos Primeiros 9 Meses de 2013

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1 Jerónimo Martins SGPS, S.A. Resultados dos Primeiros 9 Meses de 2013 No terceiro trimestre, reforçámos as nossas posições de liderança tanto na Polónia como em Portugal com aumento de quotas de mercado e fortes crescimentos das vendas like-for-like em todas as áreas de negócio. Em simultâneo continuamos a avançar com o investimento nos novos negócios - Hebe e Ara - que estão a progredir bem. Vendas consolidadas aumentaram 11,5%, para 8,7 mil milhões de euros, nos primeiros nove meses Vendas LFL cresceram 4,8% na Biedronka e 3,6% no Pingo Doce (respectivamente 4,0% e 5,0% no terceiro trimestre) EBITDA do Grupo cresceu 7,8% para 573 milhões de euros Resultado Líquido atribuível a Jerónimo Martins aumentou para 281 milhões de euros Excluindo o investimento nos novos negócios, o Resultado Líquido cresceu 11,8% Lisboa, 31 de Outubro de 2013 Mensagem do CEO - Pedro Soares dos Santos "Nestes primeiros nove meses do ano, as Companhias do Grupo reforçaram as suas posições de liderança nos mercados onde operam, mesmo perante um ambiente que se tornou mais difícil e mais desafiante. Num contexto de desaceleração económica e de aumento da intensidade competitiva na Polónia, a prioridade estratégica da Biedronka continua a ser o crescimento rentável e sustentável das vendas. No terceiro trimestre, a Companhia fortaleceu com promoções a sua oferta de Everyday Low Price. A quota de mercado da Biedronka continuou a crescer e o plano de expansão da Companhia avança com firmeza de acordo com o previsto. Estou muito confiante que os nossos negócios se mantêm robustos e que estão bem posicionados para ter sucesso neste ambiente competitivo. Em 2013, vamos uma vez mais atingir um crescimento de vendas acima do mercado e aumentar os resultados." (Milhões de Euros) 9M 13 9M 12 Δ% (Euro) CALENDÁRIO FINANCEIRO Dia do Investidor: 28 de Novembro de 2013 Relações com Investidores Δ% (s/ F/X) Vendas Consolidadas 8.699, ,8 +11,5 +11,5 EBITDA Mg EBITDA (%) Res. Líquido JM S/ não recorrentes 573,2 6,6 280,5 280,1 531,8 6,8 271,5 276,5 +7,8 +7,5 +3,3 +1,3 Res. Líquido/acção ( ) 0,45 0,43 +3,3 Dívida Líquida Gearing (%) 308,3 19,5 216,8 13,8 +2,7 +0,7 Cláudia Falcão Hugo Fernandes Jerónimo Martins, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Largo Monterroio Mascarenhas, nº 1, 9º andar Lisboa Capital Social: Euro ,00 Número comum de matricula na C.R.C. de Lisboa e de Pessoa Colectiva:

2 Números Chave do Desempenho RESULTADO LÍQUIDO CONSOLIDADO EVOLUÇÃO DE VENDAS EVOLUÇÃO DO EBITDA (Milhões de Euros) 600 6,8% 6,6% (% Vendas) 7% ,8% 0 9M 12 9M 13 0% 2

3 Análise de Vendas e Resultados Nos primeiros nove meses do ano, as vendas consolidadas registaram um forte crescimento de 11,5%, para 8,699 milhões de euros, com um aumento de vendas LFL de 3,8% numa envolvente de maior competitividade. Na Polónia, as vendas de retalho alimentar cresceram 2,9% nos nove meses, com um crescimento de 4,7% no 3.º trimestre, incluindo uma inflação alimentar de 2,5% no 3.º trimestre e 2,1% nos primeiros nove meses do ano. Desde o final do segundo trimestre, o mercado de retalho alimentar tornou-se mais competitivo, com um elevado nível de promoções ao longo do trimestre. Para o consumidor, num ambiente económico mais fraco, o preço e a conveniência continuam a ser os principais factores de escolha do local preferencial de compra, com o atributo "promoções atractivas" a tornar-se mais relevante para os consumidores. Neste contexto, a Biedronka decidiu complementar o seu posicionamento de Everyday Low Price com fortes promoções, a fim de reforçar a sua liderança de preço. O foco estratégico da Biedronka no crescimento sustentável e rentável permanece inalterado e a Companhia está bem posicionada para continuar a superar o mercado, suportada pela sua escala, liderança de preço, proximidade e qualidade. No terceiro trimestre, as vendas da Companhia aumentaram 15,5% em moeda local (+12,5% em euros) e 15,9% nos nove meses. No terceiro trimestre a Biedronka atingiu um crescimento LFL de 4,0%, tendo a inflação no cabaz abrandado para 0,8%, devido essencialmente ao investimento em promoções. Tanto o ticket médio como número de visitas contribuíram para este desempenho LFL, com o número de visitas a aumentar 2,8%. No período, a quota de mercado da Biedronka aumentou. A expansão continua a ser uma prioridade na Polónia, tendo a Biedronka inaugurado 128 novas lojas nos primeiros nove meses do ano, continuando no caminho certo para abrir 290 novas lojas até o final do ano. Em Setembro, foi dado outro passo importante no apoio à nossa estratégia de crescimento, com a inauguração de dois novos centros de distribuição, operando a Biedronka actualmente através de 12 regiões logísticas no país. Em Portugal, o ambiente continua difícil, embora existam alguns sinais de estabilização no mercado de retalho alimentar. As vendas do retalho alimentar aumentaram 1,9% no 3.º trimestre, +1,0% nos nove meses, com a inflação alimentar em 2,4% para ambos os períodos. O Pingo Doce manteve a actividade promocional forte e eficaz iniciada no ano anterior. A Companhia obteve um forte crescimento de vendas LFL de 5,0% no trimestre (excluindo combustível), com as vendas totais a aumentar 4,1%. Nos primeiros nove meses, o crescimento LFL foi de 3,6% (excluindo combustível) e as vendas totais cresceram 3,8%, permitindo ao Pingo Doce aumentar a sua quota de mercado. As vendas do Recheio aumentaram 3,6% em relação ao ano anterior, com um crescimento de vendas LFL de 2,1% no terceiro trimestre. Ambos os mercados de Retalho Tradicional e HoReCa estão ainda em contracção, tendo o aumento de vendas do Recheio superado o crescimento de ambos os segmentos, com ganhos de quota de mercado. 3

4 Uma breve nota sobre os dois novos negócios. Na Colômbia, a Ara inaugurou 14 lojas entre Julho e Setembro e encerrou o trimestre com 28 lojas. Estamos muito entusiasmados com o potencial do mercado e com a resposta dos consumidores colombianos à nossa proposta. Na Polónia, a Hebe adicionou 9 lojas à sua rede durante o trimestre, encerrando o período com um total de 86 lojas, incluindo as farmácias. Os novos negócios estão em fase de desenvolvimento e a evoluir em linha com as nossas expectativas. Nos primeiros nove meses, o EBITDA do Grupo aumentou em 41 milhões de euros (+7,8%) para 573 milhões de euros e a margem EBITDA foi de 6,6%. Excluindo os novos negócios, o EBITDA das restantes áreas cresceu 11,4%, em linha com o crescimento de vendas. Os custos de arranque dos novos negócios impactaram a margem EBITDA do Grupo em 20 p.b. no período. O EBITDA da Biedronka cresceu 13,3%, para 451 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, com uma margem de 8,0%, menos 20 p.b. em relação ao ano anterior, devido ao maior investimento em preço desde Julho e aos custos de arranque das duas novas regiões logísticas inauguradas em Setembro. Na Distribuição em Portugal, as Companhias atingiram um EBITDA de 168 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um aumento de 30 p.b. da respectiva margem, face ao mesmo período do ano anterior, impulsionado, principalmente, pelo forte desempenho de vendas do Pingo Doce e pelo seu programa de racionalização de custos. Os custos financeiros foram 30 milhões de euros e o aumento em relação ao mesmo período do ano anterior deve-se, principalmente, ao aumento da dívida líquida após o pagamento do dividendo extraordinário no final de O resultado líquido atribuível a Jerónimo Martins cresceu 3,3% para 281 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, com um crescimento de 11,8% se excluídos os novos negócios. Nos primeiros nove meses do ano, o Capex do Grupo atingiu 376 milhões de euros, dos quais 291 milhões de euros foram investidos na Biedronka. O cash flow operacional aumentou 28% para 203 milhões de euros, beneficiando do sólido crescimento do EBITDA e da melhoria do capital circulante no terceiro trimestre. A dívida líquida consolidada diminuiu para 308 milhões de euros, como resultado do forte cash flow e o gearing cifrou-se em 19,5% no final de Setembro de

5 Perspectivas para 2013 Na Polónia e em Portugal mantemo-nos comprometidos com o crescimento rentável de longo prazo, através de fortes posições de liderança. Na Biedronka, o reforço da estratégia comercial juntamente com o foco contínuo em frescos e produtos perecíveis irá suportar um crescimento robusto do LFL em relação ao mercado, em simultâneo com o forte crescimento resultante da execução do plano de expansão. O Pingo Doce continuará focado em reforçar a sua quota de mercado e nos ganhos de eficiência, com o objectivo de melhorar gradualmente a sua rentabilidade. Para 2013 espera-se que as vendas consolidadas cresçam a dois dígitos (a taxas de câmbio constantes). O EBITDA do Grupo irá aumentar ligeiramente abaixo do nível das vendas (margem EBITDA c. 20 a 30 p.b. abaixo do ano anterior) devido a um maior investimento em preço na Polónia e ao impacto do investimento nos novos negócios. Excluindo o impacto dos novos negócios, esperamos um forte crescimento do EBITDA e do Resultado Líquido das restantes áreas de negócio. A Biedronka irá executar o seu plano de expansão com 290 lojas abertas em Em Portugal, um novo centro de distribuição será concluído até ao final do ano, de acordo com as nossas expectativas. Na Colômbia, a Ara irá terminar o ano com 35 a 40 lojas. O programa de investimento do Grupo para 2013 estima-se em 600 a 650 milhões de euros, dos quais 70% a ser investidos na Biedronka e c.50 milhões de euros na Colômbia. Aviso Legal Este comunicado inclui afirmações que não se referem a factos passados e que se referem ao futuro e que envolvem riscos e incertezas que podem levar a que os resultados reais sejam materialmente diferentes daqueles indicados em afirmações sobre o futuro. Os riscos e incertezas advêm de factores para além do controlo e capacidade de previsão de Jerónimo Martins, tal como condições macroeconómicas, mercados de crédito, flutuações de moeda estrangeira e desenvolvimentos do quadro regulatório. As afirmações aqui contidas sobre o futuro referem-se apenas a este documento e à sua data de publicação, não assumindo o Grupo Jerónimo Martins qualquer obrigação de actualizar informação contida nesta apresentação ou de notificar um participante no evento de que qualquer assunto aqui afirmado mude ou se torne incorrecto, excepto quando exigido por lei ou regulamento específico. 5

6 Anexos DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR FUNÇÕES DETALHE DE VENDAS CRESCIMENTO DE VENDAS 6

7 PARQUE DE LOJAS DETALHE DA MARGEM EBITDA BALANÇO CASH FLOW 7

8 DETALHE DE CUSTOS FINANCEIROS NOTAS 1. Ajuste ao Capital Circulante Procedeu-se a um ajuste do Capital Circulante, deixando de considerar, como parte deste, valores relativos a activos de longo prazo que não estão afectos às unidades operacionais. No Balanço, estes valores serão reflectidos na linha "Outros", mantendo-se inalterado o valor de Capital Investido. Para o cálculo de indicadores de rentabilidade, o Capital Operacional Investido (COI) deve reflectir igualmente este ajuste. 2. Alteração de políticas contabilísticas e bases de apresentação Novas normas, alterações e interpretações adoptadas pelo Grupo em 2013 Em 2012, a União Europeia adoptou um conjunto de normas e alterações às Normas Internacionais de Contabilidade emitidas pelo IASB e interpretações emitidas pelo International Financial Reporting Interpretations Committee (IFRIC). Na nova norma IFRS 11 Acordos Conjuntos, as empresas controladas conjuntamente são contabilizadas usando o método de equivalência patrimonial, de acordo com a IAS 28. A actual política de escolha do método de consolidação proporcional para entidades controladas conjuntamente foi eliminada. Como consequência, o Grupo aplicou este normativo e consolida os seus interesses na Unilever Jerónimo Martins e Gallo Worldwide utilizando o método de equivalência patrimonial a partir de 1 de Janeiro de Se o Grupo tivesse adoptado esta norma na preparação das suas demonstrações financeiras consolidadas relativas ao ano de 2012, as mesmas seriam reexpressas da seguinte forma: Resultado Líquido Consolidado (Milhões de Euros) 1T 12 2T 12 1S 12 3T 12 9M 12 4T Vendas Consolidadas Margem Total Custos Operacionais EBITDA Depreciação EBIT Resultados Financeiros Ganhos em Empresas Associadas Itens não Recorrentes EBT Impostos Resultados Líquidos Interesses que não Controlam Res. Líquido atribuível a JM Res. Líquido / acção ( ) 0,11 0,13 0,24 0,19 0,43 0,14 0,57 8

9 Balanço (Milhões de Euros) 1T 12 1S 12 9M Goodwill Líquido Activo Fixo Líquido Capital Circulante Total * Outros * Capital Investido Total de Empréstimos Leasings Juros Diferidos Títulos Negociáveis e Depósitos Bancários Dívida Líquida Interesses que não Controlam Capital Social Reservas e Resultados Retidos Fundos de Accionistas Gearing 13,3% 21,8% 13,8% 21,4% * Valores reclassificados - ver nota 1. Demonstração de Resultados por Funções (Milhões de Euros) 1T 12 2T 12 1S 12 3T 12 9M 12 4T Vendas e prestação de serviços Custo das vendas Margem Custos de distribuição Custos administrativos Resultados operacionais não usuais Resultados operacionais Custo líquido de financiamento Ganhos/Perdas em outros investimentos Ganhos em empresas associadas Resultados antes de impostos Imposto sobre os resultados correntes Resultados líquidos (antes de int. que não controlam) Interesses que não controlam Resultado líquido atribuível a JM Definições Vendas like-for-like (LFL): vendas das lojas que operaram sob as mesmas condições nos dois períodos. Excluem-se as lojas que abriram ou encerraram num dos dois períodos. As vendas das lojas que sofreram remodelações profundas excluem-se durante o período da remodelação (encerramento da loja). Gearing: Dívida Líquida / Fundos de Accionistas 9

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