Orientações para o setor dos transportes

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orientações para o setor dos transportes"

Transcrição

1 ILOAIDS International Labor Office 4, rote des Morillons CH-1211 Geneva 22 Switzerland. Sitio: VIH/SIDA / + TRABALHO Usar a Recomendação (Nº200) da OIT sobre a infeção VIH e SIDA e o mndo do trabalho e a Coletânea das Diretivas Práticas sobre VIH/SIDA e o mndo do trabalho Orientações para o setor dos transportes ILOAIDS Programa de Atividades Setoriais

2 Usar a Recomendação (Nº200) da OIT sobre a infeção VIH e SIDA e o mndo do trabalho e a Coletânea das Diretivas Práticas sobre o VIH/SIDA e o mndo do trabalho Orientações para o Setor dos Transportes Programa de Atividades Setoriais Programa da OIT sobre VIH e SIDA e o Mndo do Trabalho Genebra, dezembro 2005

3 Usar a Recomendação (Nº200) da OIT sobre a infeção VIH e SIDA e o mndo do trabalho e a Coletânea das Diretivas Práticas sobre o VIH/SIDA e o mndo do trabalho Orientações para o Setor dos Transportes Programa de Atividades Setoriais Programa da OIT sobre VIH e SIDA e o Mndo do Trabalho Genebra, dezembro 2005

4 Copyright Organização Internacional do Trabalho 2005 Copyright da edição em línga portgesa FECTRANS Federação de Sindicatos dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários 2012 Tradzido e pblicado mediante atorização As pblicações do Brea Internacional do Trabalho gozam da proteção dos direitos de ator em virtde do Protocolo 2 anexo à Convenção Universal sobre Direito de Ator. No entanto, breves extratos dessas pblicações podem ser reprodzidos sem atorização, desde qe mencionada a fonte. Os pedidos para obtenção dos direitos de reprodção o tradção devem ser dirigidos ao Serviço de Pblicações da OIT (Rights and Permissions), International Labor Office, CH-1211 Geneva 22, Switzerland, o por Os pedidos de atorização serão sempre bem vindos. As bibliotecas, institições e otros tilizadores registados poderão reprodzir cópias de acordo com as licenças obtidas para esse efeito. Por fazer conslte o sitio para conhecer a entidade regladora no se país Colectânea de Diretivas Práticas sobre o VIH/SIDA e o mndo do trabalho. Orientações para o Setor dos Transportes ISBN: Também disponível em Inglês: Using the ILO Code of Practice on HIV/AIDS and the world of work, Gidelines for the transport sector, Geneva, 2005, Copyright International Labor Organisation (ISBN: ISBN ), Versão digital: ISBN Tradção: Anabela Vogado Revisão: Fernando Marício Esta versão foi atalizada em 2012 para a edição portgesa pelo Programa da OIT sobre VIH/SIDA e o Mndo do Trabalho (ILO/AIDS) As designações constantes das pblicações da OIT, qe estão em conformidade com as normas das Nações Unidas, bem como a forma sob a qal figram nas obras, não reflectem necessariamente o ponto de vista da Organização Internacional do Trabalho, relativamente à condição jrídica de qalqer país, área o território o respectivas atoridades, o ainda relativamente à delimitação das respectivas fronteiras. As opiniões expressas em estdos, artigos e otros docmentos são da exclsiva responsabilidade dos ses atores, e a pblicação dos mesmos não vincla a Organização Internacional do Trabalho às opiniões neles expressas. A referência a nomes de empresas e prodtos comerciais e a processos o a sa omissão não implica da parte da Organização Internacional do Trabalho qalqer apreciação favorável o desfavorável. Informação adicional sobre as pblicações do BIT pode ser obtida directamente de ILO Pblications, International Labor Office, CH-1211 Geneva 22, Switzerland. Poderá, se o desejar, pedir através da mesma morada, o do Catálogos o listas de novas pblicações, sem cstos. Impresso em Portgal

5 Agradecimentos Esta pblicação é ma prodção conjnta da ILO/AIDS e do Departamento de Atividades Setoriais. Agradecemos ao Sr. Stirling Smith pelo trabalho qe teve para prodzir, rever a primeira edição e testá-la na África do Sl. Nota Estas orientações representam m trabalho em desenvolvimento esperamos qe possam ser úteis na sa forma atal, mas na seqência da sa tilização e testagem em vários países, continaremos a revê-las. A vossa opinião é desejável e bem-vinda.

6

7 Indice Introdção...3 I. O VIH e da SIDA: m assnto para o setor dos transportes O impacto do VIH e da Sida...4 Trabalhadores dos transportes...4 Empresas de Transportes...4 A Economia...5 Qais são os riscos para os trabalhadores dos transportes? Corredores de transporte, pontos nodais e centros de atividade Constrção relacionada com os transportes....6 Os perigos da estigmatização....6 II. Agir no setor dos transportes...7 O Enqadramento legal e politico: ma estratégia integrada Instrmentos internacionais e linhas de orientação....7 Políticas nacionais e sb-regionais....8 Ação no local de trabalho e na comnidade...9 Criar confiança: Colaboração empregador/trabalhador....9 Proteger os direitos hmanos Melhorar as condições de trabalho Prevenir através da Informação e edcação...11 Aconselhamento e teste volntários...11 Tratamento, assistência e apoio...12 III. Como é qe OIT a pode ajdar o setor dos transportes a desenvolver politicas e programas sobre o VIH e a Sida?...15 O enqadramento legal e político: ma estratégia integrada Ação no local de trabalho e na comnidade...16 Encorajar a discssão aberta Proteger os direitos hmanos Melhorar as condições de trabalho Prevenir através da informação e edcação...17 Aconselhamento e teste volntários...17 Tratamento, assistência e apoio...17 Anexos Otras fontes de informação Uma política sobre VIH e SIDA no local de trabalho: o qe deve abranger Síntese das Recomendações de m Relatório para o Projeto da ILO/AIDS sobre Prevenção do VIH e da SIDA no setor dos Transportes nos países da África Astral: ma avaliação smária dos reglamentos e formalidades transfronteiriços Código da Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes (ITF) sobre VIH e SIDA Organizações Patronais no setor dos Transportes Exemplos de Projetos de VIH e SIDA com ma componente relacionada com os transportes 26 1

8

9 Introdção O Preâmblo da Recomendação (N.º 200) relativa ao VIH e à SIDA e o mndo do trabalho, de 2010 refere o importante papel desempenhado pelo local de trabalho no qe diz respeito à informação, sobre o acesso à prevenção, tratamento, assistência e apoio na resposta nacional ao VIH e à Sida. Em 2000, qando a OIT estabelece m programa sobre o VIH e a SIDA, o Diretor-Geral referi o VIH/SIDA como m assnto do local de trabalho e m desafio do desenvolvimento. Este ponto é sblinhado no primeiro princípio da Coletânea das Diretivas Práticas da OIT sobre VIH e SIDA e o mndo do trabalho: O VIH e a SIDA são m assnto do local de trabalho... não só porqe afeta a força de trabalho, como também porqe o local de trabalho... tem m papel a desempenhar na lta mais ampla para limitar a propagação e os efeitos da epidemia. A OIT reconhece qe o local de trabalho não é ma ideia simples: abrange mitas sitações, do informal ma peqena oficina, ma tenda de mercado, trabalho feito em casa ao formal m escritório do governo, ma fábrica, m hotel. Da mesma forma, a força de trabalho pode ser ma família o consistir em milhares de trabalhadores em fábricas por todo o mndo. A natreza diferente do trabalho em diferentes setores significa qe as condições de trabalho e as necessidades de diferentes forças de trabalho variam significativamente. Ao mesmo tempo, os locais de trabalho têm pontos em comm, inclindo o interesse comm em reconhecer e responder à ameaça do VIH. A partir do scesso da implementação da Coletânea das Diretivas Práticas de 2001, a OIT decidi, em março de 2007, qe era necessário adotar m novo instrmento internacional do trabalho sobre o VIH e a Sida e o mndo do trabalho. As razões para tal decisão foram: a necessidade de amentar a atenção dada à ação do mndo do trabalho aos níveis nacional e internacional; promover ma ação concertada entre os atores chave a nível nacional e internacional relacionados com o VIH e a SIDA e, levar em consideração os desenvolvimentos científicos no campo do VIH, em particlar o acesso ao tratamento antiretroviral. O âmbito de aplicação da Recomendação (N.º 200) é mito amplo. O parágrafo 2 torna claro qe a Recomendação se aplica a todas as mlheres e homens, independentemente do tipo o regime de trabalho o do local onde exercem a sa atividade. Isto incli os setores privado e público e a economia formal e informal. Incli as pessoas qe procram trabalho e os candidatos a emprego, em formação, em estágio, aprendizagem, em volntariado, afastados o sspensos das sas fnções, assim como as forças armadas e militarizadas. Para complementar esta Coletânea e a Recomendação (N.º 200), apoiar a sa implementação e reconhecer as diferentes sitações, necessidades e interesses dos ses parceiros sociais, a ILO/AIDS tem trabalhado com otros departamentos da OIT, mito particlarmente com o Brea para atividades dos empregadores e com o Brea para as atividades dos trabalhadores e com o Departamento das atividades setoriais, para prodzir orientações mais dirigidas. Estas orientações sam a Coletânea das Diretivas Práticas sobre VIH/ SIDA e os materiais de formação qe a acompanham como enqadramento geral, mas mostram como podem ser aplicados em diferentes sitações. As presentes orientações para o setor dos transportes destacam em primeiro lgar (na Secção I) algns dos problemas específicos qe o setor enfrenta a enfâse é no transporte rodoviário mas também é dada atenção a otros setores dos transportes. Em segida, apresenta-se ma panorâmica sobre iniciativas qe foram realizadas, primeiro a nível legislativo e de políticas e depois no local de trabalho, para responder aos riscos comportamentais e laborais associados ao setor dos transportes. A Secção II apresenta exemplos de ação e orientação, baseados nas lições retiradas. A secção final condz o/a leitor/a através da Coletânea das Diretivas Práticas e de m manal de formação e mostra onde os operadores e atoridades do setor dos transportes podem encontrar disposições relevantes, explicações e conselhos para ajdar a desenvolver e implementar programas sobre VIH e SIDA. Nos Anexos 1-3 são apresentados algns textos de apoio, enqanto o Anexo 4 elenca as organizações de empregadores e o Anexo 5 apresenta exemplos de projetos sobre VIH e SIDA. 3

10 I. O VIH e a SIDA: m assnto para o setor do transporte Não pode haver ma interrpção o m afroxamento na lta contra o VIH e a SIDA. Todos os motoristas de camião, motoristas de táxi, operador de atocarro, viajante habital, passageiro, piloto, hospedeiro aéreo e marítimos podem ser parte do problema o tornar-se parte da solção A nossa rede de transporte oferece-nos ma arma potente nesta batalha. Ela move milhões de pessoas todos os dias, tanto dentro como através das nossas fronteiras. Estes movimentos podem continar a alargar a propagação do VIH e da SIDA o tornar-se m poderoso canal para a disseminação da informação, conhecimento e compreensão, de qe depende a prevenção eficaz. Abdlah M. Omar Ministro dos Transportes da África do Sl, novembro 2001 O Impacto do VIH e da SIDA O VIH e a SIDA tem m triplo impacto no setor dos transportes. Afeta: Trabalhadores dos transportes, sas famílias e comnidades As respetivas empresas A economia como m todo. Além disso, à medida qe o transporte melhora e as pessoas se movem mais livremente, esta mesma mobilidade torna-se m fator de transmissão. O desenvolvimento amenta a mobilidade hmana e ainda não ocorre m desenvolvimento sstentável sem mobilidade massiva, tanto interna como externamente. Trabalhadores dos Transportes Algns grpos de trabalhadores estão em particlar risco de infeção por VIH, dada a natreza e condições do se trabalho. Em algmas sitações, os trabalhadores dos transportes, são esse grpo qer trabalhem em rotas terrestres (rodovia o ferrovia), marítimas o aéreas. Nm número de países Africanos e algns Asiáticos, a prevalência de VIH é mais alta entre os trabalhadores dos transportes do qe na poplação em geral, sobretdo entre os motoristas de longo crso em algns dos principais corredores de transporte. Ao longo de ma determinada rota no Sl da Índia, por exemplo, m inqérito recente revelo qe 1 por cento dos motoristas viviam com o VIH, enqanto a prevalência nacional é abaixo de 1 por cento (estatísticas citadas pelo Secretário-Geral das Nações Unidas nm encontro de alto nível sobre VIH e SIDA, na Assembleia Geral das Nações Unidas, jnho de 2005). Isto tem implicações para as famílias dos trabalhadores dos transportes e para a comnidade em geral. O csto hmano do VIH e da SIDA é o csto mais importante da doença. O tratamento antiretroviral pode garantir qe os trabalhadores podem ter ma vida longa e sadável mas ainda não está acessível para todos aqeles qe dele precisam. 1 Stover, J. e Bollinger, L. (1999), The Economic Impact of AIDS, citado em the bsiness response to HIV/AIDS, UNAIDS/Global Bsiness Concil on HIV and AIDS/Prince of Wales Bsiness Leaders Form, Genebra e Londres, Nm estdo sobre mobilidade e a transmissão do VIH no Sdeste Asiático, o PNUD destaca três prontos críticos qe ligam, simltaneamente, a migração de longa dração e a mobilidade de crta dração, inclindo nos transportes: Primeiro, não é tanto a migração qe é importante, mas o comportamento dos migrantes. Segndo, as pessoas qe se podem envolver em comportamentos de alto risco inclem grpos normalmente não classificados como migrantes. Tristas e otros viajantes de crta dração, dentro da região, são mitas vezes esqecidos na análise. Terceiro, migrando o melhor dizendo, movendo-se, os indivídos são emprrados para sitações de alto risco, das qais podem não ter experiência nos ses ambientes de sa casa. Empresas de Transportes As empresas de transporte estão em risco por casa do impacto na sa força de trabalho. Os cstos das faltas e da doença e a perda de empregados qalificados e experientes, ameaçam os resltados e os lcros. Otros cstos potenciais para as empresas inclem benefícios de saúde, prémios de segros e até repatriamento de trabalhadores qe adoecem enqanto estão no exterior. Um estdo nma empresa de transporte do Zimbabé descobri qe os cstos totais relacionados com a SIDA eram igais a 20 por cento dos lcros e ma empresa Qeniana projeto qe perderia perto de 15 por cento dos ses lcros anais até

11 A economia O transporte é de importância crcial para o desenvolvimento económico. Facilita o crescimento económico e o comércio, por ligar prodtores, fornecedores e mercados; amenta o emprego; e melhora o acesso a serviços públicos, como a saúde e a edcação. A eficácia e fiabilidade do transporte e o se ftro desenvolvimento podem ficar comprometidos se as empresas de transporte não consegirem gerir e prevenir a rptra resltante da perda de trabalhadores qalificados e o amento dos cstos laborais. Qais são os riscos para os trabalhadores dos transportes? Embora seja dada maior atenção ao transporte rodoviário, as qestões chave aplicam-se à maioria dos otros grpos de trabalhadores dos transportes, por exemplo, marítimos, triplações ferroviárias, trabalhadores da aviação civil e trabalhadores de ágas flviais. Expandir os serviços de transporte significa qe mais trabalhadores passam períodos mais longos fora de casa e das sas famílias. Um número crescente de empresas de transportes possi ma estrtra mltimodal, operando com vários modos de transporte, qe podem amentar a probabilidade dos ses trabalhadores poderem ser obrigados a trabalhar longe de casa. As conseqências não são só nacionais, mas também sb-regionais e vão para além. Por exemplo, motoristas viajam do Porto Sl Africano de Drban para as minas do Sl do Congo, atravessando vários países e passando semanas na estrada. Mitos trabalhadores dos transportes trabalham em rotas de longo crso e passam tempo fora de casa. Mitas vezes, as viagens tornam-se mais longas por atrasos administrativos, especialmente nos postos fronteiriços e devido a infraestrtras de transporte precárias, e dificldades decorrentes falta de descanso e stress. Os trabalhadores dos transportes reportam a falta de alojamentos adeqados o a falta de dinheiro para os pagar e a falta de respeito pelos ses direitos. A insegrança política e conflitos abertos agravam este problema. Qando os trabalhadores marítimos atracam no porto, mitas vezes têm qe esperar longos períodos para qe os barcos sejam descarregados e os bens a bordo sejam processados. Qando estão no mar, eles podem viver drante mitas semanas com o mesmo peqeno grpo de colegas. Os trabalhadores dos transportes experimentam insegrança, vlnerabilidade ao assédio e extorsão (mitas vezes com a cmplicidade da polícia) e limitado acesso aos serviços públicos, particlarmente por infeções sexalmente transmissíveis. Qando os salários base são baixos, os trabalhadores podem estar mais tempo fora, para ter sbsídios e horas extraordinárias. Eles também podem rennciar ao alojamento para popar dinheiro. Se dormem com ma profissional da indústria do sexo, isso pode ser mais barato qe m alger, por ma noite, nm alojamento oficial. O transporte é m setor predominantemente masclino e mitas vezes associado a ma cltra machista, inclindo a abertra a relações sexais enqanto estão fora de casa. As mlheres trabalhadoras, qando em minoria, são mitas vezes mais vlneráveis ao assédio e à coerção. Mlheres qe trabalham em barcos de crzeiro, por exemplo, reportaram incidentes de assédio sexal. Um inqérito condzido no Uganda revelo qe 70 por cento dos motoristas tinha passado menos de ma semana em casa nos 4 meses precedentes. Freqentemente, os motoristas descobrem parceiros em várias cidades diferentes ao longo das rotas em qe viajam o visitam trabalhadoras de sexo comercial. Às vezes, dão boleias às mlheres em troca de sexo 2. As Nações Unidas estimam qe 22% dos trabalhadores marítimos na região de Mekong possa estar infetada com VIH 3. Embora o nível de prevalência de VIH nos motoristas do setor não tenha sido estabelecido, m estdo de 2002, realizado pelo Conselho de Pesqisa Médica Sl Africano, descobri qe 56 por cento dos motoristas de camião de longo crso na região de KwalaZl/Natal Midlands era seropositivo. Nm ponto de paragem de camiões em Newcastle, 95 por cento dos testados descobriram ter VIH 4. O setor dos transportes está em mdança rápida. As redes mndiais de prodção e a cadeia de abastecimentos significam qe os prazos são mais apertados com o amento da pressão sobre os trabalhadores. O crescimento do stock jst in time significa prazos de entrega mito mais apertados, com cláslas de penalidades para atrasos nas entregas, além do stress qe os trabalhadores vivem. 2 AIDS and transport: the experience of Uganda road and rail transport workers and their nions, Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes, Londres, jlho Joint Seafarers Initiative, UNICEF e UNAIDS, www. nicef.org/eapro-hivaids/ regpro/seafarers.htm. 4 Soth African Press Association, 18 de agosto de

12 5 World Bank Findings; 26 de novembro, HIV vlnerability mapping: Highway One, Vietname, UNDP; Bankoqe, World Bank Findings: 26 de novembro de AIDS and Transport: The experience of Uganda road and rail transport workers and their nions, Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes, Londres, jlho O srgimento de empresas de logística integrada anncia a integração de modos de transporte anteriormente separados nma única organização e crio centros de atividade mltimodais para entregas locais. No ftro, os trabalhadores dos transportes podem ser mltifncionais da estrada ao ar, o do mar ao carril. Corredores de transporte, pontos nodais e centros de atividade O transporte pode ligar áreas de elevada e baixa prevalência de VIH. Rotas de transporte congestionadas, pontos nodais e postos fronteiriços têm sido associados a fatores de transmissão e mais elevada do qe a prevalência média. Não apenas os trabalhadores dos transportes, eles próprios, qe estão em risco, mas também aqeles qe fornecem serviços ao longo dos corredores de transporte. Enqanto as elevadas taxas de infeção por VIH foram identificadas entre profissionais da indústria do sexo a operar nessas áreas, mitas otras pessoas interagem com os trabalhadores dos transportes e podem ter relações ocasionais com eles. Mitos motoristas de camião têm esposas da estrada e algns trabalhadores ferroviários têm esposas do carril, com qem eles ficam qando viajam em certas rotas. No setor aéreo, pilotos e triplações podem ter acordos semelhantes em diferentes países. A ONUSIDA estima qe, aproximadamente, três milhões de pessoas viajem, todos os anos, ao longo do corredor de transporte Abidjan/Lagos. O corredor atravessa cinco países: Costa do Marfim, Gana, Togo, Benin e Nigéria. Assmindo ma taxa de prevalência do VIH de 10 por cento entre as pessoas qe viajam ao longo do corredor, estima-se qe pessoas infetadas com VIH viajem analmente ao longo do corredor. O Banco Mndial identifica isto como m fator de risco sbstancial, embora tenha qe ser sblinhado qe não há risco do contacto ocasional. Só há risco se as circnstâncias resltarem em sexo desprotegido o em sar drogas injetáveis com aglhas partilhadas 5. Os corredores de transportes podem criar o qe tem sido chamado de zonas qentes de transmissão de VIH. As zonas qentes no transporte rodoviário inclem centros de comércio internos, bem como postos fronteiriços, enqanto as zonas qentes na ferrovia inclem localizações onde os comboios estão fixados e os trabalhadores ferroviários ficam drante a noite qando estão longe de casa. Um estdo no Vietname concli qe: Mitas destas zonas qentes são próximas de fronteiras provinciais o nacionais o rio o portos marítimos, onde as rotas dos transportes terrestres e marítimos convergem. Elas proporcionam comida, bebida, alojamento e serviços sexais, bem como lgares segros para estacionar os veíclos carregados de bens. As zonas qentes fltam em fnção da atividade; desenvolvem-se novas zonas qentes enqanto otras estão a ser sprimidas. A spressão condz à formação de zonas qentes do otro lado das fronteiras o à oferta de serviços de forma clandestina o qe pode amentar a vlnerabilidade ao VIH. 6 Constrção relacionada com os transportes Um tipo especializado de trabalhadores dos transportes são os trabalhadores da constrção dos transportes. Estes trabalhadores constroem o reparam infraestrtras de transportes, como pontes. Na Índia, por exemplo, a Organização das Estradas de Fronteira emprega trabalhadores na constrção e reparação de estradas em partes mito remotas do país. Estes trabalhadores podem estar asentes das sas casas, em alojamentos préfabricados, drante meses segidos. Na Etiópia, é estimado qe trabalhadores estejam envolvidos em reabilitar e modernizar a rede rodoviária no período até Tal como os trabalhadores dos transportes, eles vão estar fora de sas casas, vivendo em alojamentos da obra, em circnstâncias condcentes a ter comportamentos de risco 7. Programas e projetos precisam ser concebidos para estes trabalhadores, para minimizar a sa exposição ao VIH. Todos os grandes projetos de infraestrtras de transportes precisam agora de considerar o assnto dos trabalhadores móveis da constrção e os riscos qe têm de contrair a doença. Os perigos da estigmatização O reconhecimento destes fatores de risco significa qe, às vezes, os trabalhadores dos transportes são clpados pelas taxas crescentes de infeção por VIH e por propagarem o vírs. Isto é perigoso: estigmatizar os trabalhadores dos transportes ajda a esconder o problema e faz com qe a doença se espalhe mais rápido. Também desvia a atenção de mitos aspetos do ambiente de trabalho qe amentam os riscos e qe podem ser abordados por ma ação focalizada. Motoristas de camião no Uganda criticam programas qe simplesmente distribem folhetos e preservativos sem procrarem compreender a sa sitação o proteger e promover os ses direitos 8.

13 II. Agir no setor dos transportes A experiência de mitos países revela qe a forma mais eficaz de redzir a incidência do VIH na poplação em geral, é redzir a sa transmissão entre grpos de alto risco. Esta abordagem dirigida é mitas vezes ligada à edcação interpares (ver a discssão abaixo, sobre prevenção através da informação e edcação) e ganha em eficácia qando combinada com programas para redzir o estigma, providenciar assistência e abordar normas sociais. No setor do transporte rodoviário, é necessária ma abordagem planeada cidadosamente, para ser implementada envolvendo os parceiros sociais e otros agentes chave. O Enqadramento legal e político: ma estratégia integrada As políticas e reglamentos sobre VIH e SIDA no setor dos transportes ainda são pocas e distantes entre si, mas as iniciativas realizadas em algns países ajdam a mostrar o caminho. Verifico-se ser mais útil adotar ma abordagem integrada: as estratégias do setor dos transportes relativas ao VIH e à SIDA têm qe estar relacionadas com processos mais vastos de harmonização de políticas e reglamentos fronteiriços e integrar todos os modos de transporte relevantes. É essencial m enqadramento legal e político coerente e global, para orientar a ação dos mitos agentes envolvidos e definir responsabilidades. Instrmentos internacionais e linhas de orientação A Recomendação (N.º 200) relativa ao VIH e à Sida e o mndo do trabalho de 2010 é o primeiro instrmento internacional do trabalho qe trata exclsivamente do VIH e da SIDA. Os ses princípios chave de direitos hmanos baseiam-se nm amplo número de Convenções da OIT. Algns exemplos são: Integração Regional em África Um número de políticas sb-regionais sobre comércio, comnicações e transportes e esforços gerais para harmonizar leis e procedimentos, abrangem qestões qe também são fatores de risco relacionados com o VIH e SIDA. Vale a pena sblinhá-los e considerar formas de inclir ma dimensão específica para o VIH. A Comnidade para o Desenvolvimento da África Astral (SADC), foi criada em 1992 e conta atalmente com 14 membros. O VIH e a SIDA foram considerados como a maior ameaça ao alcance dos objetivos da SADC. O Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional serve como modelo para melhorar a integração económica e o desenvolvimento social. O Protocolo da SADC sobre Transportes, Comnicações e Metereologia, qe foi assinado em 1996, fornece ma abordagem integrada para melhorar os transportes e comnicações. Fnciona através de ma série de acordos bilaterais e mltilaterais, bem como de órgãos técnicos e de coordenação; o Comité de Gestão Conjnta de Rotas é ma estrtra qe pode abordar o VIH/SIDA. O Mercado Comm da África Oriental e Astral (COMESA), foi formado em 1994 para criar ma nidade económica e comercial e redzir as barreiras para o comércio. Tem 20 Estados membros, 9 dos qais são membros da SADC. Em parte, o COMESA promove o comércio ao trabalhar para melhorar a administração dos transportes, para facilitar o movimento de bens, serviços e pessoas entre os países membros e para promover ma rede adaneira informática em toda a região. O antecessor da União Africana, a Organização da Unidade Africana, estabelece o NEPAD (Nova Parceria para o Desenvolvimento de África) em O objetivo da NEPAD é promover o desenvolvimento sstentável em África, garantindo a paz e a segrança, a democracia e ma boa governação politica, económica e empresarial, cooperação regional e integração e ma elevada capacidade institcional nos governos e otros parceiros sociais. O se plano estratégico incli: redzir os atrasos no movimento fronteiriço de pessoas, bens e serviços; redzir os tempos de espera nos portos; promover a atividade económica e comércio fronteiriço através de ma melhor gestão dos transportes terrestres; e amento das ligações aéreas de passageiros e mercadorias em todas as sb-regiões de África. A União Adaneira da África Astral (SACU) entro em fncionamento em 1969 e pretende manter o livre comércio de bens entre os países membros. Prevê ma tarifa externa comm e ma tarifa comm de consmo para esta área alfandegária comm. O Memorando de Entendimento da SACU prevê ma atoridade do território, competente para atorizar o transporte de bens para e através de otro Estado membro da SACU. A Iniciativa Transfronteiriça da África Oriental e Astral (CBI) estabelece m enqadramento político comm para 14 países participantes, com apoio de qatro copatrocinadores: o Fndo Monetário Internacional, o Banco Mndial, a União Eropeia e a Banco Africano de Desenvolvimento. O enqadramento político visa facilitar a atividade económica fronteiriça, ao eliminar barreiras para os flxos de bens, serviços, trabalho e capital e para ajdar a integrar mercados através de políticas macroeconómicas apropriadas HIV/AIDS in the transport setor of Sothern African contries: A rapid assessment of crossborder reglations and formalities, Geneva, ILO, Convenção (Nº 111) sobre Discriminação (Emprego e Profissão), 1958 Convenção (Nº 155) sobre Segrança e Saúde no Trabalho, 1981 Convenção (Nº 161) sobre Serviços de Medicina no Trabalho, 1985 Convenção (Nº 158) sobre a Cessação da Relação de Trabalho, 1982 Convenção (Nº 159) sobre Readaptação Profissional e Emprego (de deficientes), 1983 Convenção (Nº 102) sobre Segrança Social (norma mínima),

14 8 Princípios chave da Recomendação (Nº 200) da OIT sobre VIH e SIDA e o mndo do trabalho, 2010 Um assnto do local de trabalho O VIH e a SIDA é m assnto do local de trabalho, porqe afeta os trabalhadores e porqe o local de trabalho pode ter m papel vital enqanto resposta à epidemia do VIH a nível nacional, regional e internacional. Não discriminação Não deve haver discriminação o estigma contra os trabalhadores inclindo aqeles qe estão à procra de emprego - em razão do se estto real o sposto de VIH, o pelo facto de pertencerem a regiões do mndo o a segmentos da poplação considerados como sendo de alto risco de infeção pelo VIH. Igaldade de género As ações no local de trabalho sobre o VIH e a SIDA devem ser reconhecidas por toda a gente como promotoras da igaldade de género. Mais igaldade de género e o empoderamento das mlheres são vitais para prevenir a propagação da infeção por VIH e ajdar as pessoas a gerir o se impacto. Um ambiente de trabalho segro e sadável O local de trabalho deve ser segro e sadável para todos os trabalhadores. Todos os trabalhadores devem beneficiar de programas para prevenir novas infeções VIH e otras doenças transmissíveis relacionadas, tal como a tberclose. Diálogo social Uma política e programa de scesso para o VIH e SIDA precisam de cooperação e confiança entre empregadores, trabalhadores e governos com o envolvimento das organizações de pessoas vivendo com o VIH e otros parceiros interessados. Não à obrigatoriedade dos testes para o VIH o despistagem Não pode ser pedido a nenhm trabalhador o teste do VIH, nem a revelar o se estatto (o de otra pessoa), o sbmeter-se a otras pergntas para determinar o se estatto VIH o comportamento de risco. Deve ser promovido o teste volntário e confidencial com pré e pós aconselhamento. Confidencialidade Os trabalhadores, as sas famílias e os ses dependentes devem gozar de proteção da sa privacidade, inclindo confidencialidade qanto ao VIH e à SIDA, em especial qanto ao se estatto VIH. Mantenção da relação laboral Não pode haver lgar a despedimento sem jsta casa na base do estatto VIH real o presmido. Os trabalhadores qe vivem com o VIH devem poder trabalhar enqanto for clinicamente possível, em condições apropriadas em caso de necessidade. Prevenção A prevenção de novas infeções deve ser ma prioridade fndamental em todas as respostas no local de trabalho. Os trabalhadores, as sas famílias e os ses dependentes devem ter acesso a e a beneficiar das medidas de prevenção no e através do mndo do trabalho. Tratamento, assistência e apoio Os trabalhadores, as sas famílias e os ses dependentes devem ter acesso e a beneficiar de medidas de tratamento, assistência e apoio relacionadas com o VIH e com a SIDA. O local de trabalho deve desempenhar m papel facilitando o acesso a esses serviços. 9 HIV/AIDS draft policy and strategic framework of action for the transport setor in Malawi, Políticas nacionais e sb-regionais A África do Sl estabelece m Comité dos Transportes de Coordenação Nacional do VIH e SIDA, com representação dos empregadores, sindicatos, atoridades competentes, a OIT e ministérios do trabalho e dos transportes. Este Comité desenvolve m plano estratégico sobre VIH e SIDA para o setor dos transportes em novembro de 2001, reconhecendo: A necessidade de garantir qe a política é consistente com os desafios qe o setor dos transportes enfrenta; A necessidade de garantir a otimização do so de recrsos através de peqenas parcerias no planeamento e implementação das intervenções sobre VIH e SIDA; A necessidade de garantir a tomada de decisão consciente, através da partilha de informação e da gestão do conhecimento; A necessidade de promover intervenções eficazes, através de aconselhamento e comnicação e advocacia setorial. O programa de ação associado abrange: prevenção; tratamento e assistência; investigação, monitorização e avaliação do impacto das atividades; implementação de m qadro de direitos hmanos e legais; e providenciar formação e desenvolvimento sobre a gestão da SIDA. O programa foi partilhado com países vizinhos, no qadro de m projeto da OIT para o setor dos transportes em oito países da SADC, financiado pela Agência Seca para o Desenvolvimento da Cooperação Internacional (SIDA). O objetivo do projeto é apoiar os órgãos regionais, atoridades nacionais, organizações de empregadores e sindicatos, bem como organizações não governamentais no desenvolvimento de estratégias nacionais coordenadas, concebidas para serem harmonizadas a nível sb-regional, para todos os modos de transporte e instalações de apoio. Os países em qestão prepararam avaliações nacionais, estabeleceram comités consltivos, desenvolveram políticas nacionais e planos de implementação e envolveram-se no diálogo sb- -regional sobre ma estratégia comm ligada ao protocolo da SADC para os transportes e nm plano das empresas sobre o VIH e a SIDA. Foi preparada ma avaliação smária dos reglamentos e formalidades fronteiriças e foi acordado m plano de ação para qestões regionais sobre VIH e SIDA no setor dos transportes. A política do Malawi estabelece: O objetivo da política é orientar e dirigir o processo de relacionamento com o VIH e SIDA nos locais de trabalho do Setor dos Transportes no Malawi. A política fornece m enqadramento qe os empregadores do setor dos transportes, os trabalhadores e os ses representantes irão sar para formlar políticas de VIH/SIDA, desenhar, implementar, monitorizar e fazer ma avaliação prática e pró-ativa dos programas de VIH/ SIDA nos ses locais de trabalho, em áreas de tráfico elevado e nos postos fronteiriços 9. Na medida em qe os vários sbsetores dos transportes devem ser inclídos nm único enqadramento politico, eles podem exigir diferentes

15 abordagens estratégicas e ferramentas. Na região do Mekong, as Nações Unidas ajdo qatro países (Camboja, Mianmar, Tailândia e Vietname) a conceber programas integrados sobre VIH e SIDA e drogas para os trabalhadores marítimos. Ação no local de trabalho e na comnidade Onde é o local de trabalho? A ação no local de trabalho pode assmir diferentes configrações. As grandes empresas freqentemente sb-contratam as sas operações de transporte a m dos operadores mndiais de logística o a empresas locais de transporte. Em qalqer dos casos, elas têm qe garantir qe as empresas contratadas têm ma política eficaz para o VIH e SIDA no local e assistência na implementação se necessário. Um número de empresas mltinacionais fornece programas de prevenção e cobertras de saúde para os ses trabalhadores e, em algns casos, também aos ses fornecedores e empresas sb- -contratadas. Os exemplos inclem a Heineken, a Daimler Chrysler, a BP, a Chevron Texaco e a Coca-Cola. Em vários casos, os programas foram desenvolvidos em parceria com entidades fora do setor privado, como a ONUSIDA, a GTZ e organizações não governamentais. A maioria dos trabalhadores dos transportes está empregada em peqenas empresas, o são trabalhadores por conta própria, pelo qe as intervenções têm qe ser realizadas em pontos onde os trabalhadores parem e se concentrem, como paragens de camiões e portos. Também é importante levar a cabo programas complementares para as famílias dos trabalhadores e para as sas comnidades. Onde os motoristas-proprietários estão organizados nma federação, esta pode ser m bom parceiro para conceber intervenções. Podem ser providenciadas instalações melhoradas, como telefones, lavandarias, etc. na beira das estradas e estas serão bons pontos para fornecer apoio, informação e, possivelmente, tratamento. Há cerca de pxadores de riqexó na cidade indiana de Chandigarh. Mitos migraram de otras partes da Índia e socializam e interagem, sobretdo, com a sa própria comnidade. Embora precisem de informação e edcação sobre VIH e SIDA, as mensagens e intervenções Exportações Teddy, India Estdo de caso A Exportações Teddy é ma empresa exportadora de comércio jsto com m compromisso explícito com o desenvolvimento social e económico. Em 1992, a Exportações Teddy estabelece m Fndo Teddy, para o qal revertem 50 por cento dos ses lcros, para apoiar ma série de atividades de assistência para os ses trabalhadores e a comnidade local. A empresa tem sido capaz de realizar programas amplos e inovadores sobre VIH e SIDA no local de trabalho, inclindo campanhas de edcação e prevenção, providenciar oportnidades de emprego e assistência para pessoas qe vivem com VIH e SIDA e oferecendo apoio financeiro a organizações não governamentais. Um dos projetos centra-se na prestação de cidados de saúde a baixo csto (algmas vezes, gratito) aos motoristas de camião, nos centros de saúde da comnidade, perto dos pontos de paragem de camiões. No qadro do Projeto Atoestrada Sadável, financiado pelo Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Reino Unido, foram instaladas das cabines de camionista na principal atoestrada do sl da India e ma na nidade de refinaria de petróleo de Manila. Elas fornecem informação a mais de 80,000 motoristas de camião e sensibilizam para o VIH e SIDA através de teatro de ra, projeção de slides, folhetos, atocolantes e distribição de preservativos. As mensagens bem dirigidas e a natreza anónima da assistência oferecida encorajaram os motoristas de camião a procrar tratamento e aconselhamento. Fonte: Exportações Teddy, 3 de jlho de 2002 específicas não poderão ser as mesmas como as qe são relevantes para os motoristas de camião de longo crso. Os mecanismos para lhes chegar também serão diferentes, assentando mais nos locais onde trabalham e nas possibilidades de associação e menos nas abordagens às empresas o organizações de empregadores. Criar confiança: Colaboração empregador/trabalhador O VIH e a SIDA casam medo e vergonha. Embora mitas pessoas vivam ma vida plena e continem a trabalhar drante anos depois de m diagnóstico positivo, o vírs é amplamente visto como ma sentença de morte. Em conseqência, o medo mitas vezes obscrece mensagens sobre ma vida positiva. E o facto do contacto sexal ser a principal via de transmissão do VIH casa desconforto e constrangimento o silêncio é, mitas vezes, mais fácil. É essencial qe haja a discssão mais ampla possível sobre as condições sociais, bem como sobre os fatores biológicos qe favorecem a transmissão. Liderança a todos os níveis e em todos os setores é de importância vital na definição de m exemplo de abertra e de encorajamento de ações. Um dos meios é através do diálogo social. Organizações de empregadores e de trabalhadores a falar, a ma só voz, ajda a qebrar o silêncio à volta do VIH e SIDA. Eles também podem sar a sa 9

16 inflência sobre os governos para encorajar ma discssão mais ampla. Um exemplo foi dado pela Organização Internacional de Empregadores (OIE) e a Confederação Internacional dos Sindicatos Livres (CISL), qe emiti ma declaração conjnta Combater o VIH/SIDA Jntos m programa para o envolvimento ftro, em maio de Isto mostra como a epidemia é ma ameaça tanto para os empregadores como para os trabalhadores e compromete as sas organizações e membros a colaborarem sobre o VIH e a SIDA a todos os níveis, sobretdo nos locais de trabalho. Colaborar na política de VIH No Qénia, foi prodzido m docmento de política de VIH e SIDA, através da colaboração entre sindicatos dos transportes e empregadores. Patrocinado pela Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes (ITF) e pela Fndação Friedrich Ebert, m institto de desenvolvimento alemão, a política abrange ma série de qestões relacionadas com o VIH, inclindo edcação, formação, testes, confidencialidade, assistência e apoio. Este docmento é a expressão da vontade clara dos sindicatos e dos empregadores em conter a maré do VIH. Tenho a certeza qe, baseado no compromisso apresentado em todos os slides, seremos capazes de fazer a diferença nos locais de trabalho dos trabalhadores dos transportes, afirmo Grace Orwa, do Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários e coordenadora do projeto ITF VIH e SIDA no Qénia. No local de trabalho, os parceiros sociais podem ajdar a criar m ambiente de diálogo e confiança, qe promova o desenvolvimento de políticas e programas de scesso e qe possa também inflenciar a comnidade local e a sociedade em geral. O Sindicato dos Motoristas de Camião do Randa (ACPLRWA) começo a organizar seminários para membros, sobre VIH e SIDA, mas rapidamente percebe qe precisavam de envolver as esposas e parceiros dos motoristas na sa campanha de edcação. Mitos dos motoristas também levaram as mlheres Não Discriminação A política da Atoridade da Aviação Civil Sl-Africana é para proteger as pessoas qe vivem com VIH e SIDA da discriminação e promover o acesso à informação. Compromete a indústria a criar m ambiente de assistência e apoio aos empregados qe vivem com VIH e SIDA. A política promove a confidencialidade e reconhece os direitos e obrigações dos empregados do setor. Os direitos hmanos e a dignidade de todas as pessoas no setor dos transportes, devem ser respeitados, independentemente do estado de VIH. As pessoas qe vivem com o VIH e SIDA devem ser protegidas contra a estigmatização, discriminação e vitimização por colegas de trabalho, clientes e empregadores nos locais de trabalho, postos fronteiriços, portos e áreas de tráfico elevado. Os governos também podem axiliar, redzindo o período de tempo qe os camiões têm qe pacom eles qando foram para aconselhamento volntário e testes, também organizados pelo Sindicato. Proteger os direitos hmanos Restringir os direitos dos trabalhadores não vai parar o VIH. Pelo contrário, ajda à propagação da doença. A despistagem obrigatória por governos o empregadores e o despedimento de trabalhadores qe têm (o parecem ter) VIH, violam direitos hmanos e geram m ambiente de desconfiança qe trabalha contra os esforços de prevenção. Se as pessoas temem a discriminação o a estigmatização, estarão reltantes em fazer o teste o em procrar aconselhamento, tratamento e apoio relacionado com o VIH. Melhorar as condições de trabalho As principais casas de mitas sitações de alto risco enfrentadas pelos trabalhadores dos transportes são a separação forçada das sas famílias e instalações pobres nos locais onde os trabalhadores param. Locais de descanso e alojamento, como as paragens de camiões, qando existem, são freqentemente caras e de baixa qalidade, com instalações limitadas para o entretenimento qe não o álcool e comércio sexal. Instalações de descanso para trabalhadores ferroviários, às vezes, são pobre e barlhentas, porqe são mito próximas das estações. Os trabalhadores dos transportes são, freqentemente persegidos pelas atoridades e pela polícia e estigmatizados pelas comnidades com qem contactam. Isto tem m impacto adverso sobre o se comportamento. Longos atrasos nas fronteiras e o controle da polícia mitas vezes amentam desnecessariamente o tempo de viagem, sobretdo para os trabalhadores do transporte rodoviário. Os empregadores podem ajdar, adaptando os horários para permitir permanências mais reglares em casa e providenciando melhores instalações para descanso e otros serviços de apoio (conjntamente com otros empregadores, sindicatos, governos e organizações não governamentais). Isto pode inclir formas alternativas de entretenimento, sbsidiadas, como forma de ocpar o tempo dos trabalhadores. Esse entretenimento é proporcionado em mitos portos e é bem tilizado pelos trabalhadores marítimos. 10

17 rar nas fronteiras o pontos de destino e os atrasos administrativos para a descarga dos navios. Isto envolve ligações entre o ministério dos transportes e o ministério responsável pela alfândega e controlo fronteiriço. Em algmas sitações, qando possível, os trabalhadores dos transportes podem ser capazes de trazer as esposas com eles. Com financiamento do Governo Italiano, a OIT inicio m projeto na Etiópia, para amentar a capacidade das cooperativas e dos setores dos transportes para implementar programas de prevenção, assistência e apoio ao VIH e à SIDA nos locais de trabalho e desenvolver políticas e linhas de orientação relevantes para os setores. De maio a jlho de 2005, realizaram-se sete oficinas de formação, para formar tanto formadores como edcadores inter pares. Os participantes eram orindos de organizações públicas e privadas dos transportes e organizadores e membros de cooperativas. Prevenir através da informação e edcação O VIH é maioritariamente transmitido através de relações sexais desprotegidas, comportamento qe é inflenciado por normas sociais, informação, perspetivas individais e ações interpares. É preciso fornecer informação sobre o VIH e a forma como se propaga, bem como edcação para ajdar as pessoas a compreender os ses próprios riscos e como os minimizar. A edcação precisa de ser apoiada pelo fornecimentos de recrsos como preservativos, serviços para tratamento de infeções sexalmente transmitidas e eqipamento injetável limpo. Estes recrsos podem ser fornecidos, por exemplo, nos pontos de descanso para camiões, nas estações de comboio, em instalações qe assegrem o bem-estar dos marítimos, nos portos. Um inqérito sobre instalações portárias concli qe a maioria dos portos visitados não tinha, de todo estes serviços, embora vários tenham elencado essas instalações em diretórios portários 10. Programas de sensibilização para a dimensão de género, comnicação de mdanças de comportamento e a tilização da edcação interpares, são fatores importantes na edcação e nas campanhas de sensibilização. Edcadores de pares, selecionados nm grpo alvo e formados. São mitas vezes capazes de comnicar mais eficazmente com os colegas de trabalho do qe com ma eqipa externa qe vai mdando. Eles podem disseminar informação e materiais, organizar sessões de desenvolvimento de competências e fazer referências a otros serviços de VIH e SIDA. O envolvimento dos pares ajda, não só a estabelecer confiança e a garantir mensagens relevantes, como também encoraja a participação e a compra. A edcação por pares não é a resposta completa, já qe algns trabalhadores estão preocpados com a confidencialidade. Pode ser particlarmente eficaz se envolve pessoas qe vivem com VIH. No Giana, motoristas e cobradores de miniatocarros foram envolvidos como agentes de mdança nma campanha nacional e estão a receber formação sobre qestões relacionadas com o VIH e com a SIDA e o estigma. Aconselhamento e teste volntários O aconselhamento e teste volntários têm qe ser baseados nos princípios de volntariedade, do consentimento informado e da confidencialidade qanto aos resltados. Deve ser acompanhado de aconselhamento associado a m certo nível de serviços para acompanhar o teste. Se o resltado for negativo, o indivído precisa de informação sobre avaliação e prevenção de riscos. Se o resltado for positivo, ele o ela precisa de informação e aconselhamento sobre as formas de se manter sadável, de proteger os parceiros da infeção e os serviços disponíveis na comnidade, inclindo o tratamento. Os empregadores são encorajados a providenciar assistência e apoio nos locais de trabalho, inclindo o tratamento onde seja possível. Às vezes, parcerias público/privadas, com o apoio de doadores como o Fndo Mndial de Combate à SIDA, Tberclose e Malária, podem complementar o qe o empregador é capaz de fornecer. Há das perspetivas sobre os centros de teste e as clínicas de beira de estrada o nos portos. Algns consideram qe esta pode não ser a melhor opção. Se m trabalhador acabo de ser informado qe ele o ela é seropositivo e está prestes a condzir m camião o comandar m barco por várias semanas, a pessoa em casa pode não ser capaz de obter o apoio emocional o a ajda prática qe ele o ela precisa. Otros têm argmentado qe pode não haver otro local o oportnidade para os trabalhadores móveis receberem o teste. Os centros de teste qe são tidos como pertencentes ao setor dos transportes podem atrair mais trabalhadores qe os centros tradicionais na comnidade. 10 O Inqérito, encomendado pelo Fndo dos Marítimos da ITF, foi aplicado drante m período de 19 meses, de janeiro de 2001 a agosto de 2002 e destino-se a portos qe eram sspeitos de fornecer serviços inadeqados de descanso para os marítimos. No total, foram identificados 136 portos sspeitos em todo o mndo e feitas visitas a 23 destes e a mais otros cinco portos. Ver: org.ok/port_srvey/index. htm, consltado em 1 de otbro de

18 A OIT apoia o aconselhamento e teste volntários nos locais de trabalho, através de campanhas Conheça o se estatto. Eis algns excertos da brochra informativa. Fazer o teste, porqê? A maioria das pessoas com o VIH não o sabe. Não há sintomas. Não se revela. Mas você ainda pode transmitir o vírs. Mais tarde, o VIH condz à doença é o qe conhecemos como SIDA. Um teste agora tem das grandes vantagens pode ter a certeza e pode controlar: - Se você for negativo, pode proteger-se a si e a qem lhe é próximo; - Se você for positivo, pode aceder a assistência e apoio. E gradalmente, isto incli tratamento e aprender como manter-se sadável. O teste não é m fim, mas m princípio dá-lhe o conhecimento qe precisa para viver positivamente e com responsabilidade, com o sem VIH. E fiz o teste! Estava preocpado prefiro saber como esto, mesmo qe sejam más notícias. Não se fica doente por algns anos depois de contrair VIH, sobretdo se tiver assistência e apoio mas se não sober qe está infetado, não pode fazer nada. A minha família é a coisa mais importante na minha vida se e sober o me estado, posso protegê-la melhor. Corri algns riscos qando era mais jovem precisava de saber se isto afetaria a minha saúde. O me empregador proporciona tratamento para os empregados e para as sas famílias fiz o teste para poder ser tratado, se precisar Tinha medo qe otros pdessem descobrir, mas o teste foi mito confidencial e tranqilizador. Tratamento, assistência e apoio Os trabalhadores com VIH devem receber assistência e apoio. Eles podem mito bem continar a trabalhar por mitos anos, sobretdo se tiverem acesso a medicação, boa ntrição e descanso. Trnos e horários de trabalho podem ter qe ser alterados e as tarefas e o ambiente adaptados, se o trabalhador for doente crónico. As sas competências, formação e memória institcional ficarão assim disponíveis para o empregador por mais tempo e eles podem continar a ganhar. O Sindicato para Triplantes de Cabine na Argentina, AAA, redz o déficit no reembolso dos cstos de tratamento através do sistema público. Também negocio instalações razoáveis com os empregadores, para qe trabalhadores com determinadas condições médicas, inclindo as relacionadas com a infeção do VIH, possam evitar voos notrnos e trabalhar em rotas menos extenantes. Estão a ser feitos esforços a todos os níveis para expandir o acesso ao tratamento m exemplo é a iniciativa 3 por 5 da OMS/ONUSIDA, apoiada pela OIT. O local de trabalho pode ajdar a entrega e monitorização do tratamento, através dos serviços de saúde ocpacional, bem como encorajar o aconselhamento e teste volntários. Se a assistência e apoio NÃO estão disponíveis para os trabalhadores, não há incentivo para avançar e fazer o teste. Se o resltado positivo apenas leva à estigmatização e à discriminação, para qê estar preocpado? Assistência e apoio são assim ma parte vital da prevenção do VIH. É cada vez mais reconhecido qe os programas nos locais de trabalho e sobretdo o tratamento, devem ser partilhados tão amplamente qanto possível com a comnidade local. O local de trabalho pode ser o ponto de partida para programas de extensão, dando prioridade às famílias dos trabalhadores. 12

19 Camionistas contra a SIDA, África do Sl Este programa é o resltado de m acordo entre o Sindicato Sl Africano dos Trabalhadores dos Transportes e Afins (SATAWU), m filiado da ITF e a Associação de Empregadores do Transporte Rodoviário de Mercadorias. Foram instaladas nidades de beira de estrada em dois contentores. Um contentor é ma clínica, enqanto o otro é ma sala de ala onde é dada edcação e onde os edcadores interpares são formados. As nidades de beira de estrada estão sitadas em áreas de trânsito e postos fronteiriços. A clínica abre todos os fins de tarde, das 17h às 24h, o qe a torna mais acessível para os motoristas e otros trabalhadores. A clínica tem ma enfermeira qalificada e oferece tratamento para infeções sexalmente transmissíveis e cidados de saúde primários. São distribídos preservativos, e os motoristas e profissionais da indústria do sexo são encorajados a ir de forma volntária fazer os testes e obterem aconselhamento. A clínica opera com m sistema de cartão inteligente, qe regista a história clínica dos motoristas, para qe estes possam visitar qalqer clínica do sistema e receber o tratamento qe precisam. Os camionistas freqentam sessões de edcação, qe inclem: Informação básica sobre VIH e SIDA e infeções sexalmente transmissíveis Prevenção, assistência e apoio A ligação entre o VIH e a SIDA e a tberclose e otras infeções oportnistas Violência contra as mlheres Há também m programa de 5 dias de edcação interpares, onde os motoristas e profissionais da indústria do sexo recebem formação sobre: competências de apresentação e facilitação; informação clínica sobre VIH e SIDA e infeções sexalmente transmissíveis; e testes de VIH e aconselhamento. Até agora, foram formados 266 edcadores interpares e foram envolvidos camionistas. Foram distribídos cerca de 1.3 milhões de preservativos. Fonte: Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes, HIV/AIDS Resorce Book. ITF, London,2003. O modelo de código do Transporte do Reino Unido e do Sindicato Geral de Trabalhadores (GWU) sobre VIH e SIDA Este modelo de código pode ser tilizado como a base de ma política do local de trabalho o de m acordo coletivo. O código começa com ma declaração de referências chave à legislação em vigor no Reino Unido. Isso incli a Lei contra a Discriminação por Deficiência, de A Lei exige qe os empregadores façam adaptações adeqadas para os trabalhadores com deficiência; ma alteração à Lei de 2005, deixa claro qe ma pessoa é considerada com deficiência a partir do momento em qe é diagnosticada como seropositiva. A legislação para a segrança e saúde no trabalho também é aplicável e a lei consagra o assédio em relação a qalqer pessoa como ma ofensa. Isto aplica-se, por exemplo, a ma pessoa qe seja assediada pela sa orientação sexal. No corpo do texto deste código, sindicato e empregador acordam em não haver discriminação baseada no estatto de VIH: No recrtamento Nos benefícios e serviços No desenvolvimento de carreira Na edcação e formação. Uma clásla abrange a confidencialidade. Os trabalhadores não podem ser obrigados a informar a empresa do se estado de VIH. A violência e o assédio a trabalhadores por casa do se estto de VIH é alvo de ação disciplinar. O código também garante a licença por deficiência, qe é definida como a interrpção do trabalho drante a qal os postos de trabalho dos trabalhadores estão protegidos, enqanto eles se adaptam a ma deficiência qe afeta o se trabalho. O código diz qe os trabalhadores precisam de tempo e de apoio para se adaptarem aos sintomas. Aconselhamento e apoio devem estar disponíveis, e ma gestão apropriada e representantes sindicais devem renir com o trabalhador para disctir: se é necessário o pagamento do tempo em qe estiver asente do trabalho; a viabilidade do empregado continar no mesmo trabalho; e qaisqer adaptações o formação necessárias para permitir aos empregados continarem a trabalhar. O sindicato pode trazer os ses consltores especializados, se necessário. O código também cobre licenças especiais para qem presta cidados. Isso incli licenças de nojo e para apoiar dependentes, bem como tempo para tratar de pessoas com doenças relacionadas com o VIH. 13

20

GESTÃO, FINANÇAS E CONTABILIDADE

GESTÃO, FINANÇAS E CONTABILIDADE Síça França Alemanha Seminário Internacional Saída BRA Chegada UK 03/09 04/09 Saída UK Chegada BRA 11/09 12/09 2016 Público alvo Alnos dos crsos de pós-gradação e gradação da Unifor, especificamente dos

Leia mais

Questionário do Professor

Questionário do Professor Código da escola: P - Nome da escola: Pode preencher este qestionário on-line em: www.generation-erope.org Caros professores, Com este qestionário pretendemos conhecer a tilidade e o scesso da aplicação

Leia mais

EMPRESAS DE CONTAS SEGREGADAS RECURSOS DA ACE: UMA VISÃO GERAL

EMPRESAS DE CONTAS SEGREGADAS RECURSOS DA ACE: UMA VISÃO GERAL EMPRESAS DE CONTAS SEGREGADAS RECURSOS DA : UMA VISÃO GERAL a simplicidade originária da complexidade Recrsos de contas segregadas da Gerenciar ses próprios riscos agora fico mais fácil. Nos últimos anos,

Leia mais

Access Professional Edition 2.1

Access Professional Edition 2.1 Engineered Soltions Access Professional Edition 2.1 Access Professional Edition 2.1 www.boschsecrity.com/pt Controle de acesso compacto baseado na inovadora família de controladores AMC da Bosch Verificação

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTUDO Faculdades e Universidades Americanas

PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTUDO Faculdades e Universidades Americanas Facldades e efigieedcacional.com.br contato@efigieedcacional.com.br Facldades e O Programa de Bolsas de Estdo para estdantes internacionais A Efígie Edcacional, empresa especializada em edcação internacional,

Leia mais

As vantagens da solução empresarial chave da itrak incluem:

As vantagens da solução empresarial chave da itrak incluem: TM Enterprise Soltion Eliminar tarifas de rastreio por GPS Desfrtar dos benefícios adicionais de ma solção personalizada verss solção com anfitrião Amentar a segrança da informação da sa empresa Redzir

Leia mais

Manual do facilitador

Manual do facilitador Manual do facilitador Introdução Este manual faz parte do esforço para institucionalizar o sistema de informação de uma maneira coordenada a fim de que as informações possam ser de acesso de todos que

Leia mais

VIVA, APRENDA E CRESÇA HIGH SCHOOL. Escolas de Ensino Médio no Canadá. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com.

VIVA, APRENDA E CRESÇA HIGH SCHOOL. Escolas de Ensino Médio no Canadá. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com. VIVA, APRENDA E CRESÇA 2015 HIGH SCHOOL Escolas de Ensino Médio no Canadá HIGH SCHOOL Escolas de Ensino Médio no Canadá Bem vindo A Efígie Edcacional, empresa especializada em edcação internacional, e

Leia mais

Prevenção. Alianças. Direitos. Assistência. HIV/AIDS + TRABALHO Diretrizes para. os sindicatos. www.oit.org/aids OIT/AIDS

Prevenção. Alianças. Direitos. Assistência. HIV/AIDS + TRABALHO Diretrizes para. os sindicatos. www.oit.org/aids OIT/AIDS HIV/AIDS + TRABALHO Diretrizes para os sindicatos Prevenção Assistência Direitos Alianças Como utilizar o Repertório de Recomendações Práticas da OIT sobre o HIV/Aids e o Mundo do Trabalho e seu Manual

Leia mais

Orientação para requerentes à Série 8 da Solicitação de Propostas ao Fundo Mundial de Luta contra a SIDA, a Tuberculose e o Paludismo

Orientação para requerentes à Série 8 da Solicitação de Propostas ao Fundo Mundial de Luta contra a SIDA, a Tuberculose e o Paludismo Orientação para requerentes à Série 8 da Solicitação de Propostas ao Fundo Mundial de Luta contra a SIDA, a Tuberculose e o Paludismo Minorias sexuais Historial: O conselho do Fundo Mundial de Luta contra

Leia mais

Inglaterra FOTOGRAFIA. Programa de Férias. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com.br

Inglaterra FOTOGRAFIA. Programa de Férias. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com.br Inglaterra Programa de Férias efigieedcacional.com.br contato@efigieedcacional.com.br O Programa Destinado a adolescentes de 16 a 19 anos, o pacote oferece grande oportnidade de aprendizagem com mais espaço

Leia mais

Prevenção. Alianças. Direitos. Assistência. HIV/AIDS + TRABALHO Diretrizes para os empregadores. www.oit.org/aids OIT/AIDS

Prevenção. Alianças. Direitos. Assistência. HIV/AIDS + TRABALHO Diretrizes para os empregadores. www.oit.org/aids OIT/AIDS HIV/AIDS + TRABALHO Diretrizes para os empregadores Prevenção Assistência Direitos Alianças Como utilizar o Repertório de Recomendações Práticas da OIT sobre o HIV/Aids e o Mundo do Trabalho e seu Manual

Leia mais

Programa de Desenvolvimento de Carreira

Programa de Desenvolvimento de Carreira Londres Inglaterra Programa de 2015 MELHORE AS PERSPECTIVAS DE CARREIRA INTERNACIONAL COM EXPERIÊNCIA DE TRABALHO EM UMA EMPRESA EM efigieedcacional.com.br contato@efigieedcacional.com.br O qe é o Programa

Leia mais

Qualidade ao melhor preço!

Qualidade ao melhor preço! Bosch Car Service Qalidade ao melhor preço! Dos serviços rápidos aos mais complexos Criada para satisfazer as sas necessidades a rede Bosch Car Service está vocacionada para os novos desafios do sector

Leia mais

UnP. cursos se destacam no guia do estudante 2014. Congresso Científico abordará a integração dos saberes para um mundo melhor

UnP. cursos se destacam no guia do estudante 2014. Congresso Científico abordará a integração dos saberes para um mundo melhor UnP 14 a 28 de setembro de 2014 Ano ix Nº 307 natal-mossoró/rn reconhecimento Página 5 Alex Fernandes crsos se destacam no gia do estdante 2014 Pesqisa e Extensão Congresso Científico abordará a integração

Leia mais

POLÍTICA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE SOBRE HIV/SIDA

POLÍTICA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE SOBRE HIV/SIDA POLÍTICA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE SOBRE HIV/SIDA PREÂMBULO A Universidade Católica de Moçambique, reconhecendo que o País enfrenta actualmente uma devastadora pandemia do HIV/SIDA; cumprindo

Leia mais

Estudo PARTNER. Foi convidado a participar neste estudo porque tem uma relação em que é o parceiro VIH positivo.

Estudo PARTNER. Foi convidado a participar neste estudo porque tem uma relação em que é o parceiro VIH positivo. Informação ao participante e consentimento informado para o parceiro VIH positivo Estudo PARTNER O estudo PARTNER é um estudo levado a cabo com casais em que: (i) um parceiro é VIH positivo e o outro é

Leia mais

COMUNICAÇÃO E MÍDIAS SOCIAIS

COMUNICAÇÃO E MÍDIAS SOCIAIS Riverside Califórnia EUA Seminário Internacional 2015 Saída BRA Chegada US 03/10 04/10 Saída US UNIVERSITY OF CALIFORNIA - RIVERSIDE efigieedcacional.com.br contato@efigieedcacional.com.br Chegada BRA

Leia mais

Anexo II - Termo de Referência

Anexo II - Termo de Referência Anexo II - Termo de Referência I IDENTIFICAÇÃO Contratação de pessoa jurídida para realizar estudo sobre O acesso e efeito dos programas de proteção social, em homens e mulheres trabalhadores na economia

Leia mais

Estude inglês e aperfeiçoe suas habilidades profissionais

Estude inglês e aperfeiçoe suas habilidades profissionais EUA Estde inglês e aperfeiçoe sas habilidades profissionais São Francisco San Diego Chicago 2015 Aprimore o se domínio do inglês e atinja ses objetivos profissionais Nossas Garantias Apenas a Intrax oferece

Leia mais

letra A... o jornal do alfabetizador Belo Horizonte, junho/julho de 2005 - Ano 1 - nº 2

letra A... o jornal do alfabetizador Belo Horizonte, junho/julho de 2005 - Ano 1 - nº 2 ... o jornal do alfabetizador Belo Horizonte, jnho/jlho de 2005 - no 1 - nº 2 Editorial Dificldades de aprendizagem? O tema é Crianças de seis anos devem ser alfabetizadas? NTÔNIO UGUSTO BSTIST - diretor

Leia mais

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde 1. Nós, representantes dos governos que se reuniram no Recife, Brasil, de

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

BIS Access Engine (ACE) 4.1

BIS Access Engine (ACE) 4.1 Engineered Soltions Access Engine (ACE) 4.1 Access Engine (ACE) 4.1 www.la.boschsecrity.com Controle de acesso sofisticado com gerenciamento direto de alarmes Integração e interação perfeitas com sistemas

Leia mais

... Jogos e brincadeiras. Estruturas silábicas. Poesia na alfabetização. Wanderley Geraldi

... Jogos e brincadeiras. Estruturas silábicas. Poesia na alfabetização. Wanderley Geraldi ... o jornal do alfabetizador Belo Horizonte, abril/maio de 2006 - no 2 - nº 6 PÁGIN 5 PÁGIN 14 Jogos e brincadeiras PÁGIN 4 Estrtras silábicas Poesia na alfabetização PÁGIN 9 PÁGIN 10 Wanderley Geraldi

Leia mais

Telefones analógicos. Guia do Usuário. Plataforma de Comunicação BusinessPhone

Telefones analógicos. Guia do Usuário. Plataforma de Comunicação BusinessPhone Telefones analógicos Plataforma de Comnicação BsinessPhone Gia do Usário Cover Page Graphic Place the graphic directly on the page, do not care abot ptting it in the text flow. Select Graphics > Properties

Leia mais

A Década das Nações Unidas para a Educação em Matéria de Direitos Humanos 1995 2004

A Década das Nações Unidas para a Educação em Matéria de Direitos Humanos 1995 2004 N Ú M E R O I Série Década das Nações Unidas para a Educação em matéria de Direitos Humanos 1995 2004 DIREITOS HUMANOS A Década das Nações Unidas para a Educação em Matéria de Direitos Humanos 1995 2004

Leia mais

HIGH SCHOOL. Calgary Canadá. um lugar maravilhoso para estudar & morar. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. Escolas de Ensino Médio no Canadá

HIGH SCHOOL. Calgary Canadá. um lugar maravilhoso para estudar & morar. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. Escolas de Ensino Médio no Canadá m lgar maravilhoso para estdar & morar 2015 HIGH SCHOOL Escolas de Ensino Médio no HIGH SCHOOL Escolas de Ensino Médio no Bem vindo A Efígie Edcacional e o Board of Edcation dão boas vindas ao mndo. Dedicamo-nos

Leia mais

PERSPECTIVA FINANCEIRA

PERSPECTIVA FINANCEIRA DEFINIÇÃO DE PROJETO GESTÃO DE PROJETOS AQUÍCOLAS Projeto é m processo único, consistente, com m conjnto ordenado e controlado de atividades, condzidas para atingir m objetivo com reqisitos especificados,

Leia mais

Arquitectura de Computadores II. Exercícios sobre pipelining

Arquitectura de Computadores II. Exercícios sobre pipelining Arqitectra de Comptadores II LESI - 3º Ano Eercícios sobre pipelining Departamento do Informática Universidade do inho Abril 22 Considere o modelo de ma arqitectra IPS com o pipeline da figra em aneo,

Leia mais

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 Bureau Internacional do Trabalho 1 Ratificação Como são utilizadas as Normas Internacionais do Trabalho?

Leia mais

Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências

Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências O programa do curso sobre a qualidade no desenvolvimento de competências irá

Leia mais

O IMPACTO DA UNITAID NO MERCADO E A SUA IMPORTÂNCIA PARA AS PESSOAS QUEM VIVEM COM VIH/ SIDA, TUBERCULOSE E MALÁRIA

O IMPACTO DA UNITAID NO MERCADO E A SUA IMPORTÂNCIA PARA AS PESSOAS QUEM VIVEM COM VIH/ SIDA, TUBERCULOSE E MALÁRIA O IMPACTO DA UNITAID NO MERCADO E A SUA IMPORTÂNCIA PARA AS PESSOAS QUEM VIVEM COM VIH/ SIDA, TUBERCULOSE E MALÁRIA Pelas Delegações da Sociedade Civil para UNITAID O PROBLEMA A SOLUÇÃO O PERCURSO DE MERCADO

Leia mais

Recomendação CM/Rec (2013)1 do Comité de Ministros aos Estados-Membros sobre a Igualdade de Género e Media (adotada pelo Comité de Ministros a 10 de

Recomendação CM/Rec (2013)1 do Comité de Ministros aos Estados-Membros sobre a Igualdade de Género e Media (adotada pelo Comité de Ministros a 10 de Recomendação CM/Rec (2013)1 do Comité de Ministros aos Estados-Membros sobre a Igualdade de Género e Media (adotada pelo Comité de Ministros a 10 de julho de 2013, na 1176.ª reunião dos Delegados dos Ministros)

Leia mais

BIS - Access Engine (ACE)

BIS - Access Engine (ACE) Engineered Soltions BIS - Access Engine (ACE) BIS - Access Engine (ACE) www.boschsecrity.com/pt Controle de acesso sofisticado com gerenciamento direto de alarmes Integração e interação perfeitas com sistemas

Leia mais

Situação das capacidades no manejo dos recursos genéticos animais

Situação das capacidades no manejo dos recursos genéticos animais PARTE 3 Situação das capacidades no manejo dos recursos genéticos animais Os países em desenvolvimento precisam fortalecer as capacidades institucional e técnica. É necessário melhorar a formação profissional

Leia mais

Access Professional Edition

Access Professional Edition Engineered Soltions Access Professional Edition Access Professional Edition www.la.boschsecrity.com Software para controle de acesso e gerenciamento de segrança qe tiliza a inovadora linha de Controladores

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO / PÓS GRADUAÇÃO (LATO - SENSU) RELAÇÕES INTERPESSOAIS NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA MORAL. Modalidade Presencial

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO / PÓS GRADUAÇÃO (LATO - SENSU) RELAÇÕES INTERPESSOAIS NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA MORAL. Modalidade Presencial NOVAS TURMAS INÍCIO EM 2015 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO / PÓS GRADUAÇÃO Modalidade Presencial Coordenação Adriana Ramos Início do crso São Palo: 25/02/2015 Campinas: 04/03/2015 Dração / Carga Horária 18 meses

Leia mais

Não empregamos nenhuma pessoa com idade menor que a permitida por lei.

Não empregamos nenhuma pessoa com idade menor que a permitida por lei. Código de Conduta SOSINIL Princípios Gerais A SOSINIL publica seu Codigo de Conduta e Ética que servirá de referencial para uma conduta adequada, coerente e uniforme a ser adotada com os envolvidos em

Leia mais

Cimeira Empresarial UE-CELAC eucelac-bizsummit2015.eu. Quarta-feira, 10 de junho de 2015, 14h30-16h30 Documento de síntese para o Workshop 3

Cimeira Empresarial UE-CELAC eucelac-bizsummit2015.eu. Quarta-feira, 10 de junho de 2015, 14h30-16h30 Documento de síntese para o Workshop 3 Cimeira Empresarial UE-CELAC eucelac-bizsummit2015.eu Quarta-feira, 10 de junho de 2015, 14h30-16h30 Documento de síntese para o Workshop 3 Acesso ao financiamento e aos instrumentos financeiros O importante

Leia mais

[65, 187, 188, 189, 190]

[65, 187, 188, 189, 190] Anexo 12 Estimativa de Incertezas [65, 187, 188, 189, 190] 1. Introdção A estimativa da incerteza associada ao resltado de ma medição envolve vários passos: a especificação da grandeza em casa, a identificação

Leia mais

Recomendação sobre o HIV e a Aids e o mundo do trabalho

Recomendação sobre o HIV e a Aids e o mundo do trabalho Recomendação sobre o HIV e a Aids e o mundo do trabalho Recomendação sobre o HIV e a Aids e o mundo do trabalho, aprovada pela Conferência Internacional do Trabalho em sua Nonagésima Nona Sessão, Genebra,

Leia mais

CALIFORNIA CURSO DE FÉRIAS PROGRAMA DE INGLÊS PARA ADOLESCENTES. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. Conversação e Cultura Americana

CALIFORNIA CURSO DE FÉRIAS PROGRAMA DE INGLÊS PARA ADOLESCENTES. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. Conversação e Cultura Americana Conversação e Cltra Americana CURSO DE FÉRIAS 2015 Saída BRA 11/07 Chegada US 12/07 Saída US 01/08 Chegada BRA 02/08 efigieedcacional.com.br contato@efigieedcacional.com.br Conversação e Cltra Americana

Leia mais

Conferência Regional sobre a Apatrídia na África Ocidental. Nota Conceitual

Conferência Regional sobre a Apatrídia na África Ocidental. Nota Conceitual Conferência Regional sobre a Apatrídia na África Ocidental Nota Conceitual 1. Introdução A apátrida não e um fenómeno recente. Ele é tão antigo quanto o conceito de nacionalidade. A apatrídia constitui

Leia mais

França. Programa de Férias + CULINÁRIA. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com.br

França. Programa de Férias + CULINÁRIA. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com.br França Programa de Férias efigieedcacional.com.br contato@efigieedcacional.com.br O Programa Destinado a adolescentes mais de 16 a 19 anos, o pacote oferece grande oportnidade de aprendizagem com mais

Leia mais

Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores

Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores A realização de pré-testes antes da distribuição dos materiais de extensão rural é um processo importante no desenvolvimento

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO BRASÍLIA 2008 Copyright @ 2008 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MP Qalqer parte desta pblicação pode ser reprodzida, desde qe citada a fonte.

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

Condições gerais sobre o uso da aplicação web do fornecedor de transporte

Condições gerais sobre o uso da aplicação web do fornecedor de transporte Condições gerais sobre o uso da aplicação web do fornecedor de transporte Proteção de dados É do conhecimento do contratante que, não só a informação referente à empresa particularmente informação referente

Leia mais

CNH INDUSTRIAL CÓDIGO DE CONDUTA PARA FORNECEDORES

CNH INDUSTRIAL CÓDIGO DE CONDUTA PARA FORNECEDORES Sede Social: 25 St. James s Street, Londres, SW1A 1HA Reino Unido CNH INDUSTRIAL CÓDIGO DE CONDUTA PARA FORNECEDORES Visão Geral Nós, da CNH INDUSTRIAL NV e nossas subsidiárias ("CNH Industrial" ou a Companhia)

Leia mais

TRANSFILADÉLFIA UMA TRANSPORTADORA COMPROMETIDA COM A QUALIDADE E AGILIDADE DO SERVIÇO.

TRANSFILADÉLFIA UMA TRANSPORTADORA COMPROMETIDA COM A QUALIDADE E AGILIDADE DO SERVIÇO. TRANSFILADÉLFIA UMA TRANSPORTADORA COMPROMETIDA COM A QUALIDADE E AGILIDADE DO SERVIÇO. Apresentação Após estdo e análise do mercado no segmento de transportes, constatamos qe a segrança, rapidez e qalidade

Leia mais

Connections with Leading Thinkers

Connections with Leading Thinkers Instituto de Alta Performance Connections with Leading Thinkers A economista Fernanda de Negri discute os méritos e deficiências das políticas de inovação brasileiras. Fernanda De Negri é diretora de Estudos

Leia mais

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 Auditorias Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 ISO 19011 âmbito Linhas de orientação para auditoria a sistemas de gestão Princípios de auditoria Gestão de programas de auditoria Condução de

Leia mais

Políticas de Investimento Público para Crescimento

Políticas de Investimento Público para Crescimento Seminário do Governo de Moçambique, em colaboração com o DFID, FMI e Banco Mundial, sobre "Desafios do Crescimento Económico e Emprego" Políticas de Investimento Público para Crescimento Carlos Nuno Castel-Branco

Leia mais

CAPÍTULO 25 COERÊNCIA REGULATÓRIA

CAPÍTULO 25 COERÊNCIA REGULATÓRIA CAPÍTULO 25 COERÊNCIA REGULATÓRIA Artigo 25.1: Definições Para efeito deste Capítulo: medida regulatória coberta significa a medida regulatória determinada por cada Parte a ser objeto deste Capítulo nos

Leia mais

Orientação Técnica para Propostas do Fundo Mundial para a Série 8. Prevenção

Orientação Técnica para Propostas do Fundo Mundial para a Série 8. Prevenção Orientação Técnica para Propostas do Fundo Mundial para a Série 8 Prevenção BCC (Comunicação para Alteração de Comportamento) cobertura comunitária e escolas Fundamentação lógica para incluir as SDA (Área

Leia mais

CORRUPÇÃO E MEIO AMBIENTE

CORRUPÇÃO E MEIO AMBIENTE CORRUPÇÃO E MEIO AMBIENTE A corrupção gera um sério impacto sobre o meio ambiente. Uma série de setores são particularmente vulneráveis à corrupção, incluindo a silvicultura, a proteção de espécies ameaçadas

Leia mais

Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral

Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral Avaliação final: Desenvolvimento Empresarial das Mulheres e Igualdade do Género na África Austral Factos rápidos Países: Lesoto, Malawi, Moçambique, África do Sul Avaliação final Modo de avaliação: Independente

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

Peru. Seminário Internacional GASTRONOMIA. 03 a 09 de janeiro. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com.

Peru. Seminário Internacional GASTRONOMIA. 03 a 09 de janeiro. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com. Per Seminário Internacional 03 a 09 de janeiro 2016 efigieedcacional.com.br contato@efigieedcacional.com.br Público Alvo Professores e alnos do crso de gradação da UNISUAM em gastronomia, alnos de pós-gradação

Leia mais

DUPLEXADORES PARA REPETIDORA DUPLEXADORES MÓVEIS FILTROS CAVIDADES

DUPLEXADORES PARA REPETIDORA DUPLEXADORES MÓVEIS FILTROS CAVIDADES DUPLEXADORES PARA REPETIDORA DUPLEXADORES MÓVEIS FILTROS CAVIDADES Ra Chamantá, 383 - V.Prdente - SP - Fone/Fax (11) 2020-0055 - internet: www.electril.com - e-mail: electril@terra.com.br DUPLEXADOR DE

Leia mais

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social DECLARAÇÃO DE MADRI A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social Aprovada em Madri, Espanha, em 23 de março de 2002, no Congresso Europeu de Pessoas com Deficiência, comemorando

Leia mais

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT A análise do quadro jurídico para a ratificação da Convenção 102 da OIT por Cabo Verde, inscreve-se no quadro geral da cooperação técnica prestada

Leia mais

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência Código de Ética Conduzimos nossos negócios dentro de uma estrutura de padrões profissionais, legislações, regulamentações e políticas internas. Entretanto, temos consciência que essas normas não necessariamente

Leia mais

15071/15 ip/arg 1 DG B 3A

15071/15 ip/arg 1 DG B 3A Conselho da União Europeia Bruxelas, 7 de dezembro de 2015 15071/15 SOC 711 EMPL 464 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: Secretariado Geral do Conselho data: 7 de dezembro de 2015 para: Delegações n.º doc. ant.:

Leia mais

Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago

Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago Segunda Cúpula das Américas Santiago, Chile, 18 e 19 de abril de 1998 Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago O seguinte documento é o texto completo da Declaração de Santiago assinada pelos

Leia mais

Giorgio D Amore, ICstat International Cooperation Center for Statistics Luigi Bodio

Giorgio D Amore, ICstat International Cooperation Center for Statistics Luigi Bodio Divulgação de boas práticas na Europa e Itália em matéria de medidas direcionadas às pequenas e médias empresas (PME) com vista à Internacionalização Giorgio D Amore, ICstat International Cooperation Center

Leia mais

Development Co-operation Report 2010. Relatório de Desenvolvimento e Cooperação 2010. Summary in Portuguese. Sumário em Português

Development Co-operation Report 2010. Relatório de Desenvolvimento e Cooperação 2010. Summary in Portuguese. Sumário em Português Development Co-operation Report 2010 Summary in Portuguese Relatório de Desenvolvimento e Cooperação 2010 Sumário em Português O relatório de Desenvolvimento e Cooperação, emitido pelo Comité de Ajuda

Leia mais

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Introdução A Seção de Leitura da IFLA tem o prazer de apresentar algumas sugestões práticas para as bibliotecas

Leia mais

Relatório de Comunicação de Progresso

Relatório de Comunicação de Progresso Mcel Moçambique Celular SARL Telecomunicações móveis Relatório de Comunicação de Progresso PACTO GLOBAL DAS NAÇÕES UNIDAS AÇUCENA PAUL apaul@mcel.co.mz Período 2006-2008 www.mcel.co.mz Descrição de acções

Leia mais

Portuguese version 1

Portuguese version 1 1 Portuguese version Versão Portuguesa Conferência Europeia de Alto Nível Juntos pela Saúde Mental e Bem-estar Bruxelas, 12-13 Junho 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e Bem-Estar 2 Pacto Europeu para

Leia mais

Access Professional Edition

Access Professional Edition Engineered Soltions Access Professional Edition Access Professional Edition www.la.boschsecrity.com Software para controle de acesso e gerenciamento de segrança qe tiliza a inovadora linha de Controladores

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

Portugal. 2. Quadro institucional e jurídico 2.1 Legislação

Portugal. 2. Quadro institucional e jurídico 2.1 Legislação Portugal 1. Informações gerais Em finais dos anos 90, algumas organizações não-governamentais começaram a detectar mudanças na prostituição de rua no norte de Portugal. Novos projectos tentaram identificar

Leia mais

Recrutamento ético de enfermeiros

Recrutamento ético de enfermeiros Recrutamento ético de enfermeiros Posição do CIE: Tomada de posição O CIE e as suas associações membro acreditam firmemente que a qualidade dos cuidados de saúde depende directamente de um fornecimento

Leia mais

PRIMEIRA SEMANA MUNDIAL DAS NAÇÕES UNIDAS DE SEGURANÇA VIÁRIA 23 a 29 de abril de 2007. Mensagens chave

PRIMEIRA SEMANA MUNDIAL DAS NAÇÕES UNIDAS DE SEGURANÇA VIÁRIA 23 a 29 de abril de 2007. Mensagens chave PRIMEIRA SEMANA MUNDIAL DAS NAÇÕES UNIDAS DE SEGURANÇA VIÁRIA 23 a 29 de abril de 2007 (Documento da OMS traduzido e adaptado pela Coordenação de Doenças e Agravos Não Transmissíveis/Departamento de Análise

Leia mais

Organização de Eventos

Organização de Eventos Organização de Eventos Página de Rosto Aluna: Tânia Marlene Silva Ano/ Turma: 12º ano do Curso Profissional Técnico de Secretariado Disciplina: Técnicas de Secretariado Modulo: 20 Organização de Eventos

Leia mais

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Os Estados Partes no presente Protocolo, Considerando que, para melhor realizar

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA BASE JURÍDICA OBJETIVOS REALIZAÇÕES

SAÚDE PÚBLICA BASE JURÍDICA OBJETIVOS REALIZAÇÕES SAÚDE PÚBLICA O Tratado de Lisboa reforçou a importância da política de saúde. Nele se estipula que «na definição e execução de todas as políticas e ações da União será assegurado um elevado nível de proteção

Leia mais

Programa de formação para voluntários no sistema de justiça criminal

Programa de formação para voluntários no sistema de justiça criminal Título Programa de formação para voluntários no sistema (SJC). Descrição geral Este curso foi desenhado para combinar sessões presenciais e à distância para voluntários que trabalhem no SJC. Os voluntários

Leia mais

VISÃO 20/20 DECLARAÇÃO DE MISSÃO. Um mundo onde todos os cidadãos beneficiam dos seus recursos naturais, hoje e amanhã.

VISÃO 20/20 DECLARAÇÃO DE MISSÃO. Um mundo onde todos os cidadãos beneficiam dos seus recursos naturais, hoje e amanhã. EXTRAIR A VERDADE VISÃO 20/20 Um mundo onde todos os cidadãos beneficiam dos seus recursos naturais, hoje e amanhã. DECLARAÇÃO DE MISSÃO Publique O Que Paga (POQP) é uma rede global de organizações da

Leia mais

World Cocoa Foundation

World Cocoa Foundation UTZ CERTIFIED Desde 2002, a CERTIFICAÇÃO UTZ ("UTZ", que significa "bom" em uma língua maia) tornou-se um dos principais programas de certificação para o cultivo responsável de café, com a preocupação

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. 1 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. Este código de ética e conduta foi aprovado pelo Conselho de Administração da INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. ( Companhia

Leia mais

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza)

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Código de Conduta Empresarial da Nestlé 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Introdução Desde a sua fundação, as práticas comerciais da Nestlé

Leia mais

Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social

Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social Nós, os delegados tripartidos de 47 Estados Africanos membros da Organização Internacional do Trabalho ao Segundo

Leia mais

RESUMO. Contribuição da UE: 128 165 000 EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de 20.12.2006 (JO L 386 de 29.12.2006, p.

RESUMO. Contribuição da UE: 128 165 000 EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de 20.12.2006 (JO L 386 de 29.12.2006, p. RESUMO Programa de Ação Anual 2013, ao abrigo do Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos (IEDDH), a financiar pela rubrica orçamental 19 04 01 do orçamento geral da União Europeia 1.

Leia mais

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Judith Kaspersma - RUAF Foto: Kranjac-Berisavljevic - dreno principal na cidade de Tamale, Gana Entre 24

Leia mais

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO Dia 17 de Fevereiro entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras

Leia mais

7692 Diário da República, 1.ª série N.º 178 11 de setembro de 2015

7692 Diário da República, 1.ª série N.º 178 11 de setembro de 2015 7692 Diário da República, 1.ª série N.º 178 11 de setembro de 2015 36 Os royalties são acrescidos de acordo com os termos do contrato relevante e são usualmente reconhecidos nessa base, a menos que, tendo

Leia mais

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 10ª e 11ª Classes

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 10ª e 11ª Classes república de angola ministério da educação PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 10ª e 11ª Classes Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário FASE DE EXPERIMENTAÇÃO Ficha Técnica Título Programa de

Leia mais

CALIFÓRNIA Pocket Exchange for Teenagers

CALIFÓRNIA Pocket Exchange for Teenagers Riverside Califórnia EUA CALIFÓRNIA Pocket Exchange A partir de 15 anos 2015 efigieedcacional.com.br contato@efigieedcacional.com.br Sobre o Programa Este programa foi desenhado para adolescentes a partir

Leia mais

SUSTENTABILIDADE. Seminário Internacional. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com.br. Chegada BRA 16/07 17/07

SUSTENTABILIDADE. Seminário Internacional. efigieeducacional.com.br T: 19 4141.1515. contato@efigieeducacional.com.br. Chegada BRA 16/07 17/07 Palma de Mallorca Espanha Seminário Internacional Saída BRA Chegada ESP 08/07 09/07 Saída ESP Chegada BRA 16/07 17/07 2016 efigieedcacional.com.br contato@efigieedcacional.com.br Seminário Internacional

Leia mais

MENSAGEM N.º 164, DE 2015 (Do Poder Executivo)

MENSAGEM N.º 164, DE 2015 (Do Poder Executivo) CÂMARA DOS DEPUTADOS MENSAGEM N.º 164, DE 2015 (Do Poder Executivo) Aviso nº 209/2015 - C. Civil Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos

Leia mais

Programas de Férias CANADÁ

Programas de Férias CANADÁ Programas de Férias CANADÁ TEENAGERS ADVENTURE PROGRAM CHILDREN S ADVENTURE PROGRAM 2015 VANCOUVER A Institição Fndada em 1996, Sol Schools International torno-se ma empresa com base em algns princípios

Leia mais

o Maria Hermínia Cabral o Sérgio Guimarães o Pedro Krupenski

o Maria Hermínia Cabral o Sérgio Guimarães o Pedro Krupenski II Oficina de Trabalho Código de Conduta: Processos e Metodologias 24 de Setembro 2015 Conclusões da Sessão da manhã Com o apoio dos Parceiros do Mecanismo de Apoio à Elaboração de Projetos de Cooperação,

Leia mais

Política de Conflitos de Interesses

Política de Conflitos de Interesses Política de Conflitos de Interesses Índice Índice 2 Política de Conflitos de Interesses 3 1. Introdução... 3 2. A nossa política de conflitos de interesses... 3 3. Conflitos de interesses estudos de investimento...

Leia mais

Relação entre as organizações cristãs e as igrejas locais

Relação entre as organizações cristãs e as igrejas locais Seção Relação entre as organizações cristãs e as Conforme discutido na Seção 1, as desempenham um papel na proclamação e na demonstração do evangelho. Entretanto, com muita freqüência, o papel da igreja

Leia mais

Descreve um caso de implantação de um modelo para reduzir custos e melhorar planejamento de transporte e armazenagem de açúcar.

Descreve um caso de implantação de um modelo para reduzir custos e melhorar planejamento de transporte e armazenagem de açúcar. Verax consltoria VX00 090826 Logistica OtimizacaoAccar.docx Fnção: operações Segmento: commodities / logística Tema: otimização de negócios / planeamento de operações Metodologia: análise qantitativa OTIMIZAÇÃO

Leia mais