A IMPORTÂNCIA DA ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO NO PLANEJAMENTO DE AMBIENTES DIGITAIS INCLUSIVOS i

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1 A IMPORTÂNCIA DA ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO NO PLANEJAMENTO DE AMBIENTES DIGITAIS INCLUSIVOS i Raimunda Fernanda dos Santos Aluna de Graduação em Biblioteconomia da UFRN/Natal/RN-Brasil Eliane Ferreira da Silva Profª.Dra.-Departamento de Biblioteconomia da UFRN/Natal/RN-Brasil RESUMO Estuda a Arquitetura da Informação e alguns dos mecanismos de acessibilidade em ambientes digitais para a inclusão digital e social dos usuários heterogêneos. Destaca pontos relevantes para o planejamento de ambientes digitais inclusivos. Objetiva identificar a importância da Arquitetura da Informação na aplicabilidade de elementos de acessibilidade em ambientes digitais visando atender um público heterogêneo de usuários. Utiliza como metodologia pesquisas bibliográficas e eletrônicas as quais subsidiaram o desenvolvimento do trabalho. Aborda também a reflexão de que os sistemas de informação devem ser mais ergonômicos atuando através de serviços com mecanismos de busca, interface de fácil acesso, princípios de usabilidade e tecnologia assistiva. Enfatiza aspectos conceituais da Arquitetura da Informação e da acessibilidade as quais permitem a inclusão efetiva dos usuários no âmbito digital. Menciona recursos tecnológicos que facilitam o acesso e a recuperação da informação para a promoção de ambientes digitais significativos a diferentes tipos de usuários em âmbito digital. Relaciona e enfoca a importância do papel do bibliotecário como Arquiteto da Informação e contribuinte no processo de produção, adequação e gerenciamento de serviços informacionais que promovam usabilidade e atendam as necessidades dos usuários do sistema. Conclui destacando a importância de estudo dos diferentes tipos de usuários para o desempenho geral de sistemas de informação na web com vistas à prestação de serviços informacionais de qualidade. Palavras-chave: Arquitetura da Informação. Acessibilidade. Ambientes digitais inclusivos. Usabilidade dos sistemas informacionais. 1 INTRODUÇÃO Com o advento das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação, a informação passou a ser um fator primordial para o crescimento de uma organização, a qual passou também a ser um instrumento de valor em sistemas informacionais digitais.

2 Dessa forma, este artigo menciona pontos relevantes para o planejamento de ambientes informacionais digitais inclusivos a fim de demonstrar a importância da inclusão digital e social de todos os tipos de usuários. Apresentamos este artigo com o objetivo geral de mostrar a importância da Arquitetura da Informação na aplicabilidade de elementos que geram acessibilidade em tais ambientes visando atender um público heterogêneo. Pois, sem uma Arquitetura da Informação não há como um site ser utilizado de forma acessível e plena. Enfatizaremos alguns aspectos conceituais e princípios fundamentais da Arquitetura da Informação a qual permite a inclusão efetiva dos usuários no âmbito digital. Pontuaremos os principais elementos da acessibilidade que objetivam ampliar o acesso à informação por todos os tipos de usuários, sejam eles portadores de necessidades especiais ou não, em ambientes digitais informacionais, tendo em vista que o processo de inclusão estar em constante evolução. Abordaremos também a inserção do profissional bibliotecário como Arquiteto da Informação, pois por ser o profissional da informação, o bibliotecário procura compreender o comportamento e as necessidades informacionais dos usuários trazendo os mesmos para dentro do ambiente da gestão dos sistemas de informação. Portanto, este profissional está vividamente interessado com a Arquitetura da Informação (AI) por ser a ciência de organizar as informações para que os usuários possam satisfazer as suas carências informativas. Portanto, o presente artigo é de grande relevância para a comunidade de profissionais bibliotecários, pois o fazer bibliotecário através das práticas biblioteconômicas em ambiente digital passa a se tornar um diferencial na formação de sistemas informacionais que visam à usabilidade ii, acessibilidade e encontrabilidade iii. Esses e alguns outros aspectos serão abordados neste trabalho que utiliza como metodologia pesquisas bibliográficas e eletrônicas as quais subsidiaram o desenvolvimento da pesquisa. 2 A ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO E A ACESSIBILIDADE PARA A CONSTRUÇÃO DE AMBIENTES INFORMACIONAIS DIGITAIS

3 O valor de um sistema de informação está atrelado à qualidade dos serviços oferecidos, precisando enfocar a essência do sistema, que é a informação. Portanto, sua acessibilidade é imprescindível para agregação de valor do sistema no momento em que o usuário realizar a busca da informação. Um sistema de informação para fornecer valor superior deverá disponibilizar para o seu cliente uma arquitetura que vise a acessibilidade. Tendo em vista que a Arquitetura da Informação está intrinsecamente relacionada à usabilidade de ambientes digitais, esta também relaciona-se à construção de interfaces digitais acessíveis. Tal tarefa está ligada aos mecanismos de busca de fácil acesso, conteúdo, design da página, contexto em que o sistema está inserido e entre outros aspectos inerentes à organização e a disponibilidade da informação em meio digital. Straioto (2002 apud CORRADI; VIDOTTI, 2007, p. 6) diz que: A arquitetura da Informação envolve o desenho das informações (textos, imagens e sons) apresentadas na tela do computador, sua classificação em agrupamentos conforme o objetivo do site e das necessidades do usuário, assim como a construção de estruturas de navegação e de busca de informações. Diante do que foi exposto pelas autoras, podemos perceber que as atividades inerentes à Arquitetura da Informação para a construção de estruturas de navegação contribuem para a formação de produtos interativos visando à melhoria da relação homem-máquina. Para dar segmento a essa consideração, faz-se necessário, portanto, apresentarmos o conceito de Arquitetura da Informação apresentado por Morville e Rosenfeld (2006, p.4) ao mencionarem que a Arquitetura da Informação (AI) é a arte e a ciência de organizar, estruturar e categorizar a informação para torná-la mais fácil de encontrar e controlar. A Arquitetura da Informação objetiva a acessibilidade, a usabilidade e a quebra de espaços geográficos com a pretensão de formar sistemas informacionais digitais de maneira coerente e acessível a todos os usuários. Sob esse viés, destacamos aqui o conceito de acessibilidade apresentado pela ABNT (2008 apud NASCIMENTO, 2011, p.13) como a possibilidade e

4 condição de alcance para utilização do meio físico, meios de comunicação, produtos e serviços, por pessoa com deficiência. Dessa forma, apresentar conteúdos informacionais de diversas formas. Porém de maneira integral através do uso de tecnologias assistivas iv e que possam proporcionar a ampliação das habilidades funcionais dos usuários com deficiências, tratando-se também de um dos mecanismos que geram a acessibilidade. Torres, Mazzoni e Alves (2000, p.85), ainda comentam que: A flexibilização da apresentação da informação em formas distintas, que apresentem correspondência em termos de conteúdo, deve ser considerada, tanto como uma questão de necessidade, como de preferência de alguns usuários. A necessidade pode se manifestar pela impossibilidade de aceder à informação divulgada de uma única forma, sempre que essa forma se torna inacessível, seja devido às características técnicas dos equipamentos dos usuários (qualidade e custo das tecnologias utilizadas), ou pelas características corporais dessas pessoas (por exemplo: deficiências sensoriais, problemas de coordenação motora etc.). Portanto, tendo em vista que a acessibilidade em meio digital consiste em tornar disponível aos usuários, de maneira íntegra, toda informação independentemente das características dos mesmos, faz-se necessário à utilização de recursos (gráficos, textuais, especiais para deficientes visuais ou para sistemas de computação móvel) para a acessibilidade de diferentes tipos de usuários. Diante disso, apresentamos a seguir alguns recursos tecnológicos existentes apontados por Corradi e Vidotti (2007), para atender as necessidades de públicosalvo específicos em ambientes digitais: *Interfaces digitais acessíveis por meio de Softwares leitores de tela e com a presença da Língua de Sinais. *Apresentação de vídeos com conteúdos traduzidos para a língua de sinais e legendas para vídeos com áudio. *Ajustes de som, tamanho de fonte e contrastes de cor para atender aos usuários que possuem diferentes problemas de surdez, visão e fotosensibilidade. *Conteúdos em formato de áudio e interface navegável via teclado. Acrescentamos a estes recursos os programas de reconhecimento da fala, serviços para a transcrição em texto de documentos digitais orais e opções para acesso sonoro à informação.

5 Como podemos perceber, os recursos acima supracitados facilitam a recuperação e o acesso às informações, promovendo ambientes digitais significativos à heterogeneidade de usuários. Pois, conforme relatam Rodrigues; Souza Filho e Borges (2001, p.2): Sem uma tecnologia de acesso adequada, os usuários deficientes podem ficar gravemente limitados tanto a quantidade e a qualidade das informações que podem acessar, o que inibe, ou até mesmo impossibilita que eles utilizem plenamente as potencialidades deste meio de comunicação. Portanto, a estruturação adequada do conteúdo disponível em ambiente digital possibilita a navegação e a compreensão das informações, principalmente por aqueles usuários que utilizam alguma tecnologia assistiva. No que concerne à apresentação do conteúdo informacional em sistemas informacionais digitais, apontamos alguns dos elementos para validação da qualidade dos sistemas de informação mencionados por Silveira (2009 apud MORESI, 2000): a) Exatidão da informação: grau de confiabilidade da informação disponível; b) Alcance: disponibilidade da informação na íntegra. Podemos inserir neste contexto mecanismos que possibilitem o acesso de usuários com deficiências a fim de gerar a acessibilidade; c) Conveniência: relevância da informação apresentada; d) Clareza: grau de linguagem utilizado no sistema; e)acessibilidade: grau de facilidade em que a informação é obtida pelo usuário sem que o mesmo possa medir esforços na utilização do sistema. Os elementos mencionados acima também devem integrar no processo de formação de interfaces intuitivas que promovam vida independente gerando a e- acessibilidade v, pois é por meio da interface e do conteúdo disponível que o usuário agrega valor ao sistema. A qualidade dos sistemas está intimamente ligada ao atendimento às necessidades impostas pelos usuários. Freire (2003, p.195) menciona que as novas Tecnologias de Informação oportunizam o desenvolvimento de interfaces condizentes com a especificidade de grupos sociais minoritários visando o acesso ao computador e seu consequente uso profissional, educacional e doméstico. Enfocamos então a importância de atender as necessidades de usuários específicos onde é necessário favorecer a acessibilidade e a usabilidade através do

6 planejamento de uma arquitetura da informação para a construção de ambientes digitais intuitivos que promovam vida independente. Pois a Arquitetura da Informação mapeia e viabiliza caminhos que ajudam o usuário a chegar até a informação desejada, sem esforços. As atividades inerentes à Arquitetura da Informação são contempladas com as práticas exercidas pelo profissional bibliotecário, as quais estão atreladas ao gerenciamento de informações (através da classificação, organização, indexação, etc.) levando em consideração às necessidades dos usuários. Dessa forma, no próximo tópico iremos ressaltar a importância deste profissional como arquiteto da informação e a contribuição de suas práticas na promoção da acessibilidade e da inclusão em meio digital. 3 A IMPORTÂNCIA DO BIBLIOTECÁRIO COMO ARQUITETO DA INFORMAÇÃO PARA A INCLUSÃO E PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE EM MEIO DIGITAL Tendo em vista que as atividades do bibliotecário estão direcionadas ao tratamento, a organização, a disseminação e a recuperação da informação, este profissional pode atuar como Arquiteto da Informação contribuindo para a inclusão de usuários em ambiente digital visando à acessibilidade e facilitando o desempenho dos mesmos. Nesse sentido, para viabilizar estratégias inclusivas, o bibliotecário é o profissional capaz de contribuir no processo de produção, adequação e gerenciamento de serviços informacionais que promovam a usabilidade, acessibilidade e atendam as demandas dos usuários do sistema. TORRES; MAZZONI (2004) afirmam que de acordo com a norma ISO a usabilidade está relacionada à eficácia e à satisfação dos usuários em alcançar seus objetivos em ambientes específicos estando sempre direcionada a qualidade do uso do ambiente digital. Portanto, os sistemas de informação devem apresentar informação de qualidade para o usuário, sendo mais ergonômicos. Quando nos referimos à ergonomia em sistemas de informação, não direcionamos apenas à preocupação com o conforto físico, mas na disponibilidade de sistemas amigáveis que atuem com mecanismos, interface de fácil acesso com princípios de usabilidade e tecnologia assistiva.

7 No ambiente web, é perceptível a necessidade de atender e satisfazer a demanda informacional dos usuários que se tornam pontos chaves desse processo, tendo em vista que o espaço digital é o ambiente em que deve ser socialmente inclusivo. Dentre as atividades desenvolvidas pelo profissional bibliotecário como Arquiteto da Informação, podemos ressaltar o tratamento da informação através da hierarquização e categorização da informação de forma a facilitar a recuperação da informação por parte dos usuários, com fins de mapeamento das informações contidas na web. Conforme Morvile e Rosenfeld (2006) a Arquitetura da Informação agrega alguns elementos tais como: sistemas de organização da informação, os metadados, os vocabulários controlados e os tesauros. Á guisa de exemplos, tais elementos também são utilizados nas técnicas biblioteconômicas. A seguir, apresentaremos um esquema que fizemos a partir de alguns princípios, apontados por CORRADI; VIDOTTI (2007), os quais contribuem para ambientes digitais inclusivos dando ênfase à acessibilidade:

8 Usuário Desenvolvedores de Sistema e o profissional Bibliotecário como Arquiteto da Informação. Ambiente Informacional Digital Arquitetura da Informação Acessibilidade Usabilidade Processo Inclusivo Fonte: Elaborado pelo autor. Conforme podemos perceber no esquema acima, a construção de ambientes informacionais digitais inclusivos está intimamente relacionado à participação de desenvolvedores de sistema juntamente com a contribuição do profissional bibliotecário como Arquiteto da Informação. A inserção do profissional bibliotecário no processo de construção de sistemas informacionais destina-se a atender as necessidades dos usuários, a partir de uma arquitetura que vise à acessibilidade e a usabilidade para a construção de um processo inclusivo em meio digital. Assim o papel do bibliotecário no planejamento de ambientes digitais inclusivos é trabalhar em prol da boa ergonomia da Arquitetura da Informação na perspectiva de melhores serviços e na organização de conteúdos de websites com a preocupação de tornar as informações mais compreensíveis por todos os usuários, independente de suas condições sensoriais, lingüísticas ou motoras.

9 A interface é um fator relevante que contribui para a usabilidade de websites, pois é o instrumento em que o usuário utiliza para fazer buscas e visualizar as informações que o mesmo necessita. Porém, o grande problema é que na maioria das vezes são os profissionais da área de informática quem desenvolvem sozinhos as interfaces de busca. O que acarreta uma gama de problemas devido à falta de experiência em relação ao serviço que o sistema irá prestar ou oferecer, e por vezes, também inclui o fator de uma limitada visão tecnicista. Portanto, para promover a qualidade das interfaces, e consequentemente, a usabilidade dos sistemas de informação, é de grande importância que haja uma parceria entre os profissionais desenvolvedores de sistema e os bibliotecários como arquitetos da informação no planejamento de interfaces que atendam as necessidades informacionais e tecnológicas de usuários heterogêneos visando uma sociedade da informação para todos. Sobre esse viés Wurmam (2001) comenta que os arquitetos de informação eficazes tornam o complexo claro, eles tornam a informação inteligível para outros seres humanos, pois uma informação confusa é uma informação inacessível. 4 CONCLUSÃO Diante do exposto, é importante ressaltar que a Arquitetura da informação e as ferramentas de acessibilidade à informação são pontos primordiais para que o usuário possa realmente utilizar ambientes informacionais digitais de maneira efetiva, podendo ter acesso à informação desejada, de formas clara, coesa e objetiva. Assim, faz-se necessário à inserção de mecanismos que tangem à interação entre as pessoas e os computadores, como a facilidade para o entendimento resultando na navegabilidade, na usabilidade e na acessibilidade dos sistemas informatizados. Os mecanismos de acessibilidade visam promover espaços de atuação de usuários heterogêneos, independente de suas condições sensoriais, lingüísticas ou motoras no atendimento de suas necessidades informacionais. Dessa forma, destacamos aqui a necessidade de ampliar os estudos sobre a interação dos diferentes tipos de usuários em ambiente digital para o desempenho geral de

10 sistemas de informação com vistas à prestação de serviços informacionais acessíveis. Para dar segmento a essa consideração, é importante ressaltar que a escolha dos tipos de documentos, do conteúdo informacional disponibilizado e dos elementos apresentados em um sistema informacional também se relacionam com o planejamento de uma Arquitetura da Informação a fim de contemplar todas as formas de comunicação (visual, oral, descritiva, gestual, sonora, etc.). Ressaltamos ainda neste artigo a importância da participação do profissional bibliotecário como arquiteto da informação na construção de interfaces digitais acessíveis com destaque na recuperação, busca, acesso e uso das informações nelas contidas, com objetivos de abordar a importância da Arquitetura da Informação dos ambientes informacionais digitais. Contudo, a formação do bibliotecário se reflete em sua postura diante das transformações sociais ou tecnologias que se apresentam no seu desenvolvimento profissional. REFERÊNCIAS CORRADI, J. A. M.; VIDOTTI, S. A. B. G. Diretrizes de acessibilidade digital em websites: arquitetura da informação para infoinclusão. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 8, Salvador: BA, Brasil. Anais FITZGERALD, Guy. Evaluating information systems projects: a multidimensional approach. Journal of Information Technology,v.13, n. 1, p , March FREIRE, F. M. P. Surdez e tecnologias de informação e comunicação. In: SILVA, I. R.; KAUCHARKJE, S.; GESUELI, Z. M. (Org.). Cidadania, surdez e linguagem: desafios e realidades. São Paulo: Plexus, MORESI, Eduardo Amadeu Dutra. Delineando o valor do sistema de informação de uma organização. Ci. Inf., Brasília, v.29, n. 1, p.5-24, jan./abr Disponível em:< Acesso em: 24 fev MORVILLE, P.; ROSENFELD, L. Information Architecture for the World Wide Web. 3. ed. Sebastopol, CA: O Reilly, NASCIMENTO, Mannuela Olivera do. e-acessibilidade em bibliotecas: uma análise sobre disponibilidade, direito e limitações do acesso à informação na web Monografia (Departamento de Biblioteconomia)- Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2011.

11 RODRIGUES, Andréa dos Sanyos; SOUZA FILHO, Guido Lemos; BORGES, José Antônio. Acessibilidade na internet para deficientes visuais. Revista do Núcleo de Computação Eletrônica. Rio de Janeiro: UFRJ, Disponível em: <intervox.nce.ufrj.br/dosvox/textos/guido.doc>. Acesso em: 20 fev TORRES, E. F.; MAZZONI, A. A. Conteúdos digitais multimídia: o foco na usabilidade e acessibilidade. Ci. Inf., Brasília-DF, v. 33, n. 2, p , Disponível em:< Acesso em: 25 fev TORRE; E. F; MAZZONI, A.A; ALVES, J.B.M. A acessibilidade à informação digital. Ci. Inf., Brasília, v.31, n.3, p , set./dez Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s &script=sci_artt ext>. Acesso em: 24 fev WURMAN, Richard Saul. Ansiedade de Informação: como transformar informação em compreensão. São Paulo: Cultura, NOTAS i Comunicação Oral apresentada ao GT 03- Comportamento Informacional, Redes Sociais e Acessibilidade no XVII Seminário de Pesquisa do Centro de Ciências Sociais Aplicadas- CSSA/UFRN. ii Dito de forma simples, trata-se do termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. iii Termo do inglês findability. Trata-se da qualidade de interação entre o usuário e uma interface (assim como a Usabilidade), que refere-se à algo que poder ser encontrado pelo usuário, como por exemplo, a capacidade que um site tem de ser encontrado na Internet. Tem boa encontrabilidade o site que é facilmente achado nos mecanismos de busca. iv Recursos de acessibilidade. v Acessibilidade na web.

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