C Â M A R A M U N I C I P A L D A F I G U E I R A D A F O Z

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1 C Â M A R A M U N I C I P A L D A F I G U E I R A D A F O Z ATA N.º 1/2016 REUNIÃO ORDINÁRIA DE Nos termos do art.º 56.º do anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, as atas são publicitadas na íntegra, mediante edital afixado durante 5 dos 10 dias subsequentes à sua aprovação, tendo em vista garantir a publicidade necessária à eficácia externa das decisões.

2 LOCAL - Sala das Sessões dos Paços do Município DATA A reunião iniciou-se com a presença de: PRESIDENTE - João Albino Raínho Ataíde das Neves VEREADORES - Luís Miguel Pereira de Almeida - Carlos Ângelo Ferreira Monteiro - João Armando Pereira Gonçalves - Ana Maria Sequeira da Silva Carvalho Oliveira - João Raul Henriques Sousa Moura Portugal - Anabela Marques Tabaçó - António Joaquim Ribeiro da Silva Tavares - Ana Catarina Jorge de Oliveira ABERTURA DA REUNIÃO Quinze horas e treze minutos, deu-se início à reunião, sendo a mesma secretariada pela Chefe de Divisão de Administração Geral e Recursos Humanos, Ana Sofia Ruivo Canas, coadjuvada pela Assistente Técnica, Filomena de Fátima Baeta Simões Aníbal Correia O Presidente deu início à reunião com o período de antes da ordem do dia, em cumprimento do artigo 52.º, do anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro. --- PERÍODO DE ANTES DA ORDEM DO DIA INTERVENÇÃO DOS MEMBROS DO EXECUTIVO INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE 1 - INCENTIVOS À NATALIDADE E AO INVESTIMENTO O Presidente deu nota que foi realizada uma reunião para analisar as propostas da Coligação Somos Figueira, na qual foi alcançado consenso em termos dos incentivos à natalidade, sendo o assunto agendado a uma próxima reunião de Câmara Municipal Em relação aos incentivos ao investimento, referiu que aguardavam pela publicação da nova Lei do Orçamento de Estado, de forma a verificar se ultrapassava as dificuldades de caráter normativo e legislativo, nomeadamente, a possibilidade de conceder a isenção de IMT e IMI a novos investimentos, um apelo realizado pela Associação Nacional de Municípios Portugueses, podendo o governo vir a fazer o enquadramento dessas isenções, através de reduções fiscais Em relação aos benefícios às famílias numerosas em função da Tabela de Taxas e Outras Receitas, após a análise da referida Tabela, concluíram que nenhuma norma deveria ser alterada

3 Acrescentou que, no entanto, se poderia prever no futuro, remetendo-a para uma fase posterior, caso venha a existir algum serviço público municipal que possa beneficiar as famílias numerosas PASSAGEM DE ANO 2015/2016 O Presidente considerou que os festejos de passagem de ano correram bem e que ultrapassaram um pouco a expetativa em termos de receção de visitantes Mencionou que a Praça do Forte continuava a ser o melhor local para a realização dos festejos ao longo do ano O Vereador Miguel de Almeida tomou da palavra para cumprimentar a Câmara, da forma como correu a passagem de ano, um evento em que vale a pena investir, tendo em conta que constitui um importante cartaz turístico do concelho INTERVENÇÃO DOS VEREADORES INTERVENÇÃO DO VEREADOR MIGUEL DE ALMEIDA 3 - LIVRO A NOSSA MESA RECEITUÁRIO GASTRONÓMICO DA FIGUEIRA DA FOZ O Vereador Miguel de Almeida cumprimentou a Câmara Municipal e especialmente a Divisão da Cultura pela publicação do livro A Nossa Mesa: Receituário Gastronómico da Figueira da Foz, um trabalho bem elaborado sobre a gastronomia tipicamente figueirense, um assunto que não era tema de publicação há muito tempo Sugeriu que era uma oportunidade para, junto da restauração, tentar que algumas receitas ganhassem vida e que passassem do livro aos menus habituais da restauração, para que os visitantes da cidade pudessem disfrutar dos sabores mencionados no livro O Presidente agradeceu os cumprimentos do Vereador Miguel de Almeida, referindo que o livro fazia uma atualização de todas as publicações sobre a gastronomia local, ao longo do tempo Acrescentou que foram escolhidos colaboradores dos sítios mais recônditos do concelho de forma que fosse o mais abrangente possível e considerou que o livro constituía um bom documento de arquivo e que garantia que as receitas não viessem a desaparecer ao longo do tempo Referiu que a maior parte das receitas nunca fizeram parte das ementas na restauração e que a promoção da gastronomia do concelho poderia passar pela Confraria do Arroz e do Mar ou qualquer outra de caráter gastronómico

4 INTERVENÇÃO DO VEREADOR CARLOS MONTEIRO 4 - VOTO DE RECONHECIMENTO AO CLUBE ORNITÓFILO DA FIGUEIRA DA FOZ O Vereador Carlos Monteiro teceu um reconhecimento ao Clube Ornitófilo da Figueira da Foz pelo apoio prestado na recuperação da gaiola situada no Jardim Municipal e pela cedência das aves que foram ali colocadas VOTO DE RECONHECIMENTO À EQUIPA DE HIGIENE NO DIA 1 DE JANEIRO O Vereador Carlos Monteiro teceu um reconhecimento à equipa de trabalhadores da Autarquia que efetuaram a limpeza da cidade no dia 1 de janeiro, sob condições atmosféricas adversas INTERVENÇÃO DO VEREADOR JOÃO ARMANDO 6 - ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2016 O Vereador João Armando tomou da palavra referindo que se tratava da primeira reunião após a apresentação pública dos resultados do Orçamento Participativo 2016, querendo aproveitar para manifestar que lhe agradou ouvir o Presidente mencionar um conjunto de aspetos a rever nas próximas edições do Orçamento Participativo de forma a melhorar o processo. Salientou que discordava com a satisfação manifestada pelo Presidente pela participação que existiu, porque lhe parecia um número baixo em termos de participação e manifestou que no próximo ano deveria preparar-se com mais tempo para esse aspeto O Presidente respondeu que o seu discurso tinha uma faceta de gestão política em termos de incentivo à participação, por outro lado foi uma primeira experiência que decorreu em três meses, e que a satisfação era relativa tendo em conta que em três meses fecharam o ciclo INTERVENÇÃO DA VEREADORA ANABELA TABAÇÓ 7 - ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DA FIGUEIRA DA FOZ PLANO DE AÇÃO DE TURISMO A Vereadora Anabela Tabaçó tomou da palavra para solicitar esclarecimentos sobre o ponto da situação de um apoio financeiro atribuído à Associação Comercial Industrial da Figueira da Foz (ACIFF), aprovado em reunião de Câmara Municipal em maio de 2015, para a realização de um estudo sobre o turismo O Presidente respondeu que iria solicitar à Vereadora Ana Carvalho Oliveira, que 3

5 distribuísse o estudo pelos Vereadores Informou que o estudo não trazia nada de novo e que existiam algumas propostas conflituantes tanto com o Plano Estratégico como com o Projeto da Praia, pelo que, na sua opinião, o documento não poderia servir de base ao Plano Municipal de Turismo A Vereadora Ana Carvalho Oliveira informou que o plano foi realizado por uma empresa escolhida pela Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz Manifestou que ficou aquém das expetativas, porque atualmente não se podia promover uma cidade mencionando, por exemplo, desportos motorizados na Serra da Boa Viagem, na praia, ou no mar, porque o Turismo de Portugal não financia essas atividades. Por outro lado, a promoção do jogo, como atividade lúdica, não podia ser contemplada e projetos tais como uma marina nova e piscinas, também não poderiam ser concretizados a curto prazo Concluiu referindo que consideraram o plano amador, pelo que nunca foi apresentado em reunião de Câmara Municipal O Vereador João Armando tomou da palavra referindo que tinha duas questões sobre o assunto, nomeadamente, se o plano tinha sido elaborado de uma forma completamente independente ou se a Câmara Municipal tinha sido consultada durante a sua elaboração, e quais os planos para a apresentação de um Plano Municipal de Turismo O Presidente respondeu que o apoio foi atribuído pela Câmara Municipal à ACIFF numa perspetiva de gestão de parceria política e também de não desincentivar a ACIFF em levar o projeto avante Pelas razões já apontadas, como as condicionantes do Plano de Ordenamento da Orla Costeira e a não promoção do jogo e das atividades motorizadas, o documento apenas poderia servir de reflexão à elaboração do Plano Municipal de Turismo, e não de suporte ao mesmo Considerou que a elaboração de um Plano de Turismo no âmbito da Região de Turismo do Centro não seria fácil do ponto de vista estratégico, porque a base de trabalhos abrangia uma área muito dispersa, pouco homogénea e com uma grande diversidade de oferta Informou que já tinha sido anunciado que a Região de Turismo do Centro iria avançar com a elaboração de um plano e nessa perspetiva, aguardariam pela sua apresentação, para, posteriormente, elaborar o plano de promoção da sub-região de Coimbra

6 Informou que a Câmara Municipal já tinha realizado contactos com empresas de consultadoria para a promoção dos eventos mais relevantes do concelho, e que uma das empresas contactadas teve que declinar o convite, uma vez que iria trabalhar com a Região de Turismo do Centro Manifestou que existia alguma dificuldade em encontrar uma empresa de consultadoria credível, que trouxesse algo de novo, mas mantinha a intenção de procurar outra empresa de consultadoria O Vereador João Armando tomou da palavra referindo que, na altura, tinham reservas sobre o referido apoio e da importância que o estudo poderia vir a ter na elaboração do Plano Municipal de Turismo, no entanto, tendo em conta a importância do turismo para o concelho, gostariam de expressar o apoio da Coligação Somos Figueira, na realização do referido plano Expressou que o trabalho realizado a nível da Região de Turismo do Centro, não deveria constituir impedimento para que se faça um plano a nível municipal, e que da parte da Câmara Municipal da Figueira da Foz teria que existir uma ideia clara sobre o rumo daquele setor, tão importante para o concelho O Presidente respondeu que a preocupação da Câmara Municipal tem sido mais no âmbito de políticas públicas e que possa contemplar os vários operadores turísticos, o plano teria de ser elaborado por uma empresa de consultadoria Informou que a Secretaria de Estado homologou o pedido da Câmara Municipal de financiamento para as obras da praia, o que em termos orçamentais era importante, e que a adjudicação da obra iria seguir para apreciação do Tribunal de Contas, o mais depressa possível INTERVENÇÃO DA VEREADORA ANA CATARINA OLIVEIRA 8 - CONCESSÃO DO COMPLEXO PISCINA DE MAR A Vereadora Ana Catarina Oliveira salientou que foram confrontados com uma informação acerca da concessão a um privado do Complexo Piscina de Mar, na passagem de ano, para uma festa privada e pretendeu que lhes prestassem os devidos esclarecimentos sobre essa situação O Presidente esclareceu que foi apresentada uma proposta pelo jogador de futebol internacional, Hugo Almeida, que mereceu algumas reservas, inicialmente, mas foi reconhecido o impacto promocional que era feito a esta cidade, e pelo facto deste figueirense preferir festejar o final de ano na Figueira da Foz, não tendo havido outros interessados, nem nenhum serviço público pretendeu aquele local ou 5

7 mereceu o seu acolhimento A Vereadora Ana Catarina Oliveira referiu que não foi essa a informação que lhe chegou, mas que tinha havido outros interessados e que desde novembro o espaço já estava prometido ao jogador, e acrescentou, também, que lhe comunicaram que tinham sido cobradas entradas para quem quisesse participar O Presidente salientou que, se essa proposta existiu devia ter sido materializada, e em relação ao valor cobrado na festa, essa era uma questão que a Câmara Municipal não conseguia controlar O Vereador Miguel de Almeida enfatizou que a festa do fim de ano tinha decorrido bem, pois havia programação para mais que um dia e ocorreram à Figueira da Foz diversos visitantes, mas entretanto, surgem sempre uma série de episódios que emergem do tempo, para os quais a Câmara Municipal deveria ter algum cuidado e preocupação de antever e resolver Relatou que, em relação ao espaço onde se festejou a passagem de ano, houve reclamações dos vendedores ambulantes quanto ao valor cobrado pelas licenças, que eram uns de valores diferentes e outros isentos, situações que depois se fica em dúvida sobre a sua legalidade, e sublinhou que, em relação à Piscina Praia havia também alguém interessado no espaço, mas como lhe disseram que já estava reservado, não apresentou qualquer proposta O Presidente salientou que deu preferência ao jogador Hugo Almeida, dado o carácter promocional inerente àquela cedência, contudo, se aparecessem mais propostas optaria por realizar uma hasta pública O Vereador Miguel de Almeida replicou que aquele espaço não era propriedade do Presidente O Presidente ressalvou que pretendeu manter uma linha concorrencial, e por isso, mostrou-se recetivo a outras propostas, e não considera relevante o diz que disse O Vereador Carlos Monteiro interveio para dizer que o jogador o contactou, telefonicamente, a comunicar que estava interessado naquele espaço para fazer uma festa de amigos e de passagem de ano, e como não lhe pareceu desproporcionado, respondeu-lhe que deveria formalizar uma proposta, e relembrou que já houve pessoas desta Câmara que se casaram em espaço públicos e ninguém foi penalizado por isso Ressalvou que, em relação ao outro interessado, o Sr. Rogério, solicitou o espaço em dezembro, enquanto a proposta do Hugo Almeida já tinha sido iniciada 6

8 em outubro, por e já estava a ser acompanhada pela Subunidade Orgânica de Património Relativamente à venda ambulante, relembrou que aquele processo tinha vindo à reunião de Câmara, através de um protocolo com a Associação do Bairro Novo, pelo qual foram convidados alguns comerciantes por a festa ter sido um pouco deslocalizada do espaço habitual, e todos os outros tiveram que pagar as devidas licenças, estipuladas por regulamento A Vereadora Anabela Tabaçó questionou sobre o valor cobrado O Vereador Miguel de Almeida salientou que, para evitar alguns problemas, discriminações e reclamações desnecessárias, deveriam criar-se regras e critérios para a cedência dos espaços e lugares públicos O Presidente concordou com o Vereador Miguel de Almeida e salientou que isso foi feito em relação à Casa do Paço e ao Pavilhão Multiusos, para os quais têm solicitações permanentes, mas em relação a esta situação, que é esporádica e ocasional, não houve essa necessidade O Vereador Miguel de Almeida salientou que não estava ali a alertar para aquela situação, se o jogador Hugo Almeida estivesse a fazer uma festa para os figueirenses, em geral, mas sendo aquela uma festa privada, questiona qual é o proveito que os figueirense fazem dela, quando afinal esta foi apenas para os seus amigos de Buarcos O Presidente realçou que a expetativa era boa, e que a Câmara Municipal não podia interferir na escolha dos convidados e também não vê mal algum por ele querer convidar as pessoas da sua terra O Vereador João Portugal frisou que foram colocadas algumas questões que julga esclarecidas, mas pretendeu acrescentar que o protocolo não era válido apenas para os associados do Bairro Novo, mas para todos os estabelecimentos daquele Bairro, e sublinhou que este foi elaborado porque pensavam que ia existir uma maior afluência ao espaço reservado para as vendas ambulantes, e por isso, a Câmara Municipal resolveu que deveria ser a Associação do Bairro Novo a decidir. Salientou, ainda, que, paralelamente, houve uma outra associação sem fins lucrativos, de carnaval, a quem também foram isentadas as taxas, porque também estavam previstas por outro protocolo, também aprovado em reunião de Câmara, tendo havido apenas um interessado que pagou as taxas devidas, porque não fazia parte de nenhum protocolo Esclareceu que havia um outro espaço, que não estava abrangido pelos protocolos, 7

9 e que era destinado aos que queriam vender comida, que teriam de passar obrigatoriamente pela Câmara Municipal para obter a sua licença Relatou que houve um caso que não foi autorizado, porque apareceu fora do prazo, e outro do Sr. Luís Figueiredo que obteve licença para dois espaços, um de bebidas e outro de comidas, e que pretendia trazer outros, que não tinham qualquer relação com o espírito da passagem de ano, e como tal, foram desautorizados, mas ao que parece este senhor revendeu o espaço que lhe era destinado a terceiros, o que deve ser analisado juridicamente O Presidente concluiu que essa questão deve ficar registada e ser devidamente punida, pois há regras previstas na Lei que devem ser cumpridas, parecendo-lhe ser uma situação de usurpação de funções O Presidente deu início à reunião ao período da ordem do dia, em cumprimento do artigo 53.º, do anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro ORDEM DO DIA 1 - GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA MERCADO MUNICIPAL ENGENHEIRO SILVA LIDIA MARIA VAZ FERREIRA MADURO PEDIDO DE AVERBAMENTO DOS MÓDULOS M21 E M22 PARA O NOME DA EMPRESA MARNOBRE, LDA E MUDANÇA DE FINALIDADE NOS REFERIDOS MÓDULOS Pelo Gabinete de Apoio à Presidência foi presente a informação n.º 23732, de 18 de dezembro de 2015, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido, constituindo o anexo número um à presente ata, acompanhado de um requerimento, registado no SGD com o n.º 23732, datado de 18 de dezembro de 2015, apresentado por Lídia Maria Vaz Ferreira Maduro, através do qual solicitou o averbamento dos módulos M21 e M22 do Mercado Municipal Engenheiro Silva, para o nome da empresa Marnobre, Lda., e a mudança de finalidade dos referidos módulos Os serviços informam que o pedido de averbamento pode ser autorizado, cumprindo o estipulado no artigo 19.º do Regulamento Geral dos Mercados Municipais e artigo 81.º da Tabela de Taxas e Outras Receitas do Município, mediante o pagamento de uma taxa de cedência, e nos termos do n.º 1 do artigo 22.º do Regulamento Geral dos Mercados Municipais, autorizar a alteração da atividade económica Mais informam que o valor da taxa de cedência dos dois lugares de venda 8

10 corresponde ao valor de , O Presidente, em 23 de dezembro de 2015 remeteu o processo a reunião da Câmara Municipal, para decisão A Câmara deliberou, por unanimidade, autorizar: O averbamento dos módulos M21 e M22, do Mercado Municipal Engenheiro Silva, de Lídia Maria Vaz Ferreira Maduro para o nome da empresa MARNOBRE, Lda., ao abrigo do artigo 19.º do Regulamento Geral dos Mercados Municipais, mediante a liquidação de taxa de cedência no valor de ,44 (dez mil cento e quarenta e cinco euros e quarenta e quatro cêntimos), cumprindo o estipulado no artigo 19.º do Regulamento Geral dos Mercados Municipais e artigo 81.º da Tabela de Taxas e Outras Receitas do Município e com base nos cálculos apresentados na informação dos serviços, documento que constitui o anexo número um à presente ata; A mudança de finalidade de atividade dos módulos M21 e M22, ao abrigo do n.º 1 e do n.º 2 do artigo 22.º do Regulamento Geral dos Mercados Municipais Deliberação aprovada em minuta MERCADO MUNICIPAL ENGENHEIRO SILVA ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO GERAL DOS MERCADOS MUNICIPAIS O Presidente propôs que fosse retirado da agenda de trabalhos, para uma melhor análise, o assunto em epígrafe A Câmara deliberou, por unanimidade, aprovar a proposta do Presidente de retirar da agenda de trabalhos o assunto Mercado Municipal Engenheiro Silva Alteração ao Regulamento Geral dos Mercados Municipais, para uma melhor análise DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO GERAL E FINANÇAS DIVISÃO DE FINANÇAS E PATRIMÓNIO SUBUNIDADE ORGÂNICA DA TESOURARIA RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA Foi presente o Resumo Diário da Tesouraria do dia 29 de dezembro de 2015, verificando-se que apresenta um saldo disponível no valor de ,91 (nove milhões trezentos e cinquenta e cinco mil novecentos e quarenta e nove euros e noventa e um cêntimos) SUBUNIDADE ORGÂNICA DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA PEDIDO DE PARECER PRÉVIO VINCULATIVO - CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS PARA MANUTENÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE DATACENTER 9

11 EXTENSÃO DE GARANTIA PARA O CLUSTER DE SERVIDORES VIRTUAIS, PELO PERÍODO DE DOZE MESES Pela Subunidade Orgânica de Contratação Pública, foi presente o processo mencionado em epígrafe, dando conhecimento da necessidade de realização de um procedimento para contratação de serviços de manutenção das tecnologias de Datacenter Extensão de garantia para o cluster de servidores virtuais, pelo período de doze meses O valor da despesa estimada para a referida contratação de serviços é de 7.000,00, acrescido de IVA à taxa legal em vigor no valor de 1.610,00, perfazendo o valor global de 8.610,00, a satisfazer através da rubrica 02/ , com o número de pedido de cabimento 5353, de acordo com o exposto na requisição interna n.º 66, da Subunidade Orgânica das Tecnologias da Informação e Comunicação Os serviços propõem que a Câmara Municipal, proceda à emissão de parecer prévio vinculativo, de acordo com o disposto no n.º 5 e do n.º 12 do artigo 75.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Lei Orçamento de Estado para 2015), e do n.º 2 do artigo 2.º da Portaria n.º 149/2015, de 26 de maio, para que se possa lançar o procedimento a propor através de Ajuste Direto, previsto na a) do n.º 1 do artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de janeiro alterado e republicado através do decreto-lei n.º 278/2009, de 02 de outubro (que aprovou o Código dos Contratos Públicos), com as subsequentes alterações, visando a aquisição de serviços de manutenção das tecnologias de Datacenter Extensão de garantia para o cluster de servidores virtuais O Vice-Presidente, António Tavares, a 29 de dezembro de 2015, remeteu o processo a reunião da Câmara Municipal A Câmara deliberou, por unanimidade, emitir parecer prévio favorável, nos termos do n.º 5 e do n.º 12 do artigo 75.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Lei Orçamento de Estado para 2015) para contratação de serviços de manutenção das tecnologias de Datacenter Extensão de garantia para o cluster de servidores virtuais, pelo período de doze meses, no valor de 7.000,00 (sete mil euros), acrescido de IVA à taxa legal em vigor no valor de 1.610,00 (mil seiscentos e dez euros), perfazendo o valor global de 8.610,00 (oito mil seiscentos e dez euros) Deliberação aprovada em minuta DEPARTAMENTO DE OBRAS MUNICIPAIS E AMBIENTE 10

12 3.1 - DIVISÃO DE OBRAS E PROJETOS MUNICIPAIS DIVERSOS PEDIDOS DE APOIO LOGÍSTICO QUE JÁ FORAM EXECUTADOS PELO DEPARTAMENTO DE OBRAS MUNICIPAIS E AMBIENTE RATIFICAÇÃO DO DESPACHO Pela Divisão de Obras e Projetos Municipais foi presente, para ratificação, a lista dos diversos pedidos de apoio logístico já executados e por executar pelo Departamento de Obras Municipais e Ambiente, documento que aqui se dá por integralmente reproduzido constituindo o anexo número dois à presente ata, conforme deliberação de Câmara Municipal de 18 de fevereiro de 2015, ponto da respetiva ata O Presidente, em 22 de dezembro de 2015, remeteu o processo a reunião de Câmara Municipal para ratificação A Câmara deliberou, por unanimidade, ratificar a lista dos diversos pedidos de apoio logístico já executados e por executar pelo Departamento de Obras Municipais e Ambiente, documento que constitui o anexo número dois à presente ata, conforme deliberação de Câmara Municipal de 18 de fevereiro de 2015, ponto da respetiva ata DIVISÃO DE CULTURA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO AO PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ E A MEDEIA FILMES - INSTALAÇÃO NO PEQUENO AUDITÓRIO DE NOVO EQUIPAMENTO DE PROJEÇÃO DE ALTA QUALIDADE A PARTIR DE FICHEIROS HD Pela Divisão de Cultura, foi presente o processo mencionado em epígrafe, acompanhado da informação n.º 96, de 01 de dezembro de 2015, a indicar que foi proposto, pela Medeia Filmes, a instalação no pequeno auditório de um novo equipamento de projeção de alta qualidade (a partir de ficheiros HD) para as sessões de cinema do CAE Centro de Artes e Espectáculos, e como contrapartida, propõe a alteração à clausula nona do Protocolo de Colaboração entre o Município da Figueira da Foz e a Medeia Filmes, relativamente ao ponto 3, alterando a distribuição da receita em 20% para o Município da Figueira da Foz e 80% para a Medeia Filmes, documento que se encontra aqui integralmente reproduzido, constituindo o anexo número três à presente ata A Câmara deliberou, por unanimidade, aprovar a alteração ao Protocolo de Colaboração entre o Município da Figueira da Foz e a Medeia Filmes, documento que constitui o anexo número três à presente ata, nomeadamente, o ponto três da 11

13 cláusula nona, que passa a distribuir a receita de 20% para o Município da Figueira da Foz e de 80% para a Medeia Filmes Sociedade de Distribuição e Exibição Cinematográfica, Ld.ª Deliberação aprovada em minuta DIVISÃO DE EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS º PEDIDO DE APOIO DE TRANSPORTE PARA ALUNOS DA EB 2,3 DR. PEDROSA VERÍSSIMO QUE FREQUENTAM O ENSINO ARTÍSTICO ESPECIALIZADO, EM REGIME ARTICULADO, COM O CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DAVID DE SOUSA ANO LETIVO 2015/2016 Pela Divisão de Educação e Assuntos Sociais, foi presente a informação n.º 15676, de 17 de dezembro de 2015, dando nota de que, na sequência de autorização deliberada em reunião de Câmara, de 01de setembro de 2015, a Autarquia tem cedido ao Agrupamento de Escolas do Paião uma viatura municipal para o transporte de 33 alunos, que frequentam o Ensino Artístico Especializado, em regime Articulado, com o Conservatório de Música David de Sousa, às quintasfeiras, das 14h00 às 16h00, um apoio no valor de 2.156, No entanto, verificou-se uma nova necessidade de transportar quatro alunos, no mesmo âmbito, às quartas-feiras, pelas 14h15, e para o efeito, a EB 2,3 Dr. Pedrosa Veríssimo vem, mais uma vez, solicitar que seja analisada essa possibilidade De acordo com a informação do Departamento de Obras Municipais e Ambiente, o valor do apoio a conceder pela Autarquia representa um valor total previsível de 398, O Presidente, a 23 de dezembro de 2015, remeteu a proposta à reunião de Câmara Municipal A Câmara deliberou, por unanimidade, autorizar o 2.º pedido de fornecimento de transporte de quatro alunos da EB 2,3 Dr. Pedrosa Veríssimo, que frequentam o Ensino Artístico Especializado, em regime Articulado, no Conservatório de Música David de Sousa, solicitado pelo Agrupamento de Escolas do Paião, durante o ano letivo 2015/2016, sendo o valor do apoio a conceder no montante previsível de 398,40 (trezentos e noventa e oito euros e quarenta cêntimos) Deliberação aprovada em minuta E não havendo mais assuntos a tratar, foi pelo Presidente declarada encerrada a reunião eram dezasseis horas e vinte e um minutos, da qual, para constar, se 12

14 lavrou a presente ata, que será previamente distribuída a todos os membros da Câmara Municipal para posterior aprovação e que vai ser assinada pelo Presidente e pelo Secretário, nos termos da Lei