ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE MEÃS DO CAMPO QUADRIÉNIO 2013/2017 ACTA Nº 6

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1 ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE MEÃS DO CAMPO QUADRIÉNIO 2013/2017 ACTA Nº 6 Aos vinte seis de Dezembro do ano de dois mil e catorze, reuniu em sessão ordinária, pelas vinte horas e trinta minutos, na sede da Junta de Freguesia de Meãs do Campo, a Assembleia de Freguesia, presidida por por Ana Isabel Carapeto Ferraz, encontrando-se presentes os seguintes membros: António Cruz da Fonseca Laranjeiro, Armando Laranjeiro Carajoinas, José Laranjeiro Costa, Rodrigo Jorge Abrunheiro Fernandes, Susana Isabel Arriaga Queda, Susana Maria Rama Medina, Paulo António Reis Simões em substituição Tiago Dinis Santos Silva e Vítor Manuel Fernandes Raposo. Estiveram também presentes do Executivo da Junta de Freguesia o Senhor Paulo Jorge Pinto Rama Presidente da Junta de Freguesia, a Secretária Ilda Maria Azambuja Rama e o Tesoureiro António Queda Monteiro. A sessão tinha a seguinte Ordem de Trabalhos: Período antes da Ordem do Dia 1. Apreciação e deliberação da Acta última reunião. 2. Assuntos de interesse geral da Freguesia Período da Ordem do Dia 1. Informação do Sr. Presidente da Junta de Freguesia acerca da atividade pela Junta de Freguesia, da sua situação financeira e actividades a desenvolver no próximo trimestre. 2. Apreciação, discussão e votação da 2ª Revisão do Orçamento de

2 3. Apreciação, discussão e votação por proposta do executivo das Grandes Opções do Plano e do Orçamento para o ano de Período de Intervenção do Público. A Senhora Presidente da Assembleia deu início à sessão saudando todos os presentes. Após a verificação de quórum, a Presidente da Assembleia deu início ao período antes da ordem do dia. Iniciou-se o ponto de Apreciação e Aprovação da Acta do dia 22 de Setembro de 2014, tendo a Senhora Presidente da Assembleia perguntado se alguém queria tecer alguma consideração sobre a referida Ata, inscreveram-se os membros Susana Medina, José Costa e Vítor Raposo. O membro Susana Medina referiu algumas questões de erros ortográficos e algumas retificações. Na página 5 deverá ler-se Vítor Portugal, para quem venha a ler o conteúdo da ata possa compreender a que pessoa se reporta em concreto. Na página 8 deverá constar 3.780,20 e não Na página 9, na intervenção do membro Rodrigo Fernandes deverá ler-se O mesmo acontece, segundo o membro Rodrigo Fernandes, quanto à verba atribuída de 4.000,00 para a limpeza das vias. Na página 10 no parágrafo na opinião do membro Tiago Silva não há muito para alterar ao invés alerar. Na página 11, a palavra executivo encontra-se repetida, assim deverá ser retirada executivo. Na página 12, na intervenção do membro José Costa, há que substituir conteúdo por contudo. O membro Susana Medina sugeriu também que deve ser mencionada a Rua das Saibras cujo alteração já foi aprovada pela Câmara. Por último, sugeriu retirar-se o grau académico de Dra na página 3, por uma questão de equidade. Terminada a sua intervenção foi concedida a palavra ao membro José Costa que começou por retribuir o voto de boas festas a todos e que o ano seja bom para todos. Relativamente à ata apenas realçar duas questões, em primeiro lugar que as verbas poderão ser alteradas de acordo com as verbas da Câmara. E que na página 11, deverá ler-se que A Presidente da Assembleia em conjunto com os membros da Assembleia aprovaram por unanimidade o acordo de execução, tendo de seguida sido reproduzida declaração de voto. Concluída a sua intervenção, a Presidente da Assembleia concedeu a palavra ao membro Vítor Raposo, que cumprimentando todos os presentes deixou votos de boas festas e o desejo que no ano 2015 todos consigam cumprir os seus objetivos pessoais e profissionais. 2

3 Quanto à ata em apreciação refere que se encontra mencionada uma intervenção como sendo sua, quando a mesma foi feita pelo membro Rodrigo Fernandes. Por ultimo, na página 10 sugere alterar das juntas para as juntas. Terminadas as intervenções, a Presidente da Assembleia colocou a ata à votação. O membro Paulo Simões absteve-se por não ter estado presente na última assembleia. A ata foi aprovada por maioria. A Presidente, Ana Ferraz, questionou se algum membro pretendia apresentar alguma moção, tendo-se inscrito os membros Vítor Raposo e Rodrigo Fernandes. A 1ª Moção apresentada pelo membro Vítor Raposo Votos de Parabéns à Junta de Freguesia e ao Centro Social e Paroquial de Meãs do Campo pela coorganização da Festa da Terceira Idade. Colocada à votação foi aprovada por unanimidade. A 2ª Moção apresentada pelo membro Vítor Raposos Votos de Parabéns à Junta de Freguesia pela organização da Festa de Natal das Escolas. Colocada à votação foi aprovada por unanimidade. A 3ª Moção apresentada pelo membro Rodrigo Fernandes Votos de Parabéns pelo Primeiro Aniversário da Famous Band. Colocada à votação foi aprovada por unanimidade. O membro José Costa lembra que a Junta cumpriu um desígnio que foi um plano de atividades com uma função social. No entanto, realça a nobreza do projeto da Famous Band pois tem um significado diferente, é uma iniciativa de um grupo de jovens que com ou sem apoio, apostaram ocupar os seus tempos valorizando-se em todos os sentidos. Concluída a apresentação de moções, a Presidente da Assembleia questionou se os membros queriam colocar algumas questões ao Presidente da Junta. Tendo-se inscrito para o efeito, os membros Armando Carajoinas, José Costa e Susana Medina. Tendo a Presidente da Assembleia, Ana Ferraz, concedido a palavra ao membro Armando Carajoinas aquele questionou sobre a autoria da colocação dos tubos na Raza, pois, na sua opinião é uma vergonha, uma obra mal feita. O Presidente da Junta esclareceu o membro, que a Câmara é que avançou fazer a obra sem qualquer necessidade, referindo que não eram aqueles tubos que estavam planeados, tendo também referido que tal obra vai causar transtornos. O membro José Costa questionou o Presidente da Junta se o responsável pelas obras teve conhecimento sobre o seu desagrado. Tendo o Presidente da Junta respondido que havia dado disso conhecimento nomeadamente ao Décio e ao Vítor Portugal. O membro Armando Carajoinas questionou novamente o Presidente da Junta sobre a execução das valetas do Bairro Novo e a questão do muro. 3

4 A este respeito o Presidente esclareceu que quanto à travessa da Rua do Bairro Novo que já está programada a sua execução mas logo que as máquinas estejam disponíveis, que pensa que virão em janeiro. O membro Armando Carajoinas refere ainda que na Rua dos Outeiros, há duas valetas, do Matos para cá, ao pé do Tó-Zé, a água está atravessar a estrada. O Presidente esclareceu que o Paulo arranjava isso. O membro referiu também que se encontra um poste naquele local que não permite a circulação. O Presidente esclareceu que quanto ao poste será intervencionado. O membro Armando Carajoinas alertou ainda para o facto de na estrada do Valpedra ainda se mantém a lenha do madeireiro. Quanto a esta questão, o Presidente da Junta, Paulo Rama, referiu que a Protecção Civil e a GNR têm conhecimento da situação e já vieram ao local. Concluída a intervenção do membro Armando Carajoinas, foi concedida a palavra ao membro Susana Medina. O membro Susana Medina refere que não constatou nenhuma melhoria na limpeza e higiene das ruas, questiona o executivo se será uma insuficiência de recursos. Na ultima ata foi mencionado que poderiam estar a perder um funcionário, questiona se a Junta acabou por perder o funcionário ou em que circunstância que está a situação. O membro Susana Medina questiona ainda se houve algum desenvolvimento quanto ao acordo de execução, e em concreto o que prevê o acordo quanto a verbas para as escolas. O membro questiona ainda se se encontra assegurada a continuidade dos serviços do cemitério. Por último, a título informativo refere que se encontra publicado mais estágios para Administração pública local. O Presidente da Junta esclareceu que em relação ao POC só vão compensar as horas durante o próximo ano. Em relação as verbas que foram atribuídas as escolas vão ser discutidas no início do ano, pois as verbas por sala não estão bem distribuídas, ainda há pormenores que deverão ser esclarecidos. Refere ainda que o próprio agrupamento transmitiu à Câmara a sua preocupação, pois também não sabem como vai funcionar no futuro. Quanto à limpeza da freguesia tem-se feito o possível, fizemos uma reparação de valetas que nos pareceram mais importantes e algum corte de árvores com o apoio da Proteção Civil. A este respeito o membro Susana Medina questionou o Presidente se na intervenção no Valpedra não houve um acompanhamento da Junta à Proteção Civil. A equipa de trabalho da Junta tem acompanhado os trabalhos, daí que, o Presidente da Junta tenha solicitado que as equipas da Câmara viessem separadamente para haver melhor acompanhamento. O Presidente da Junta, esclareceu ainda que o trabalho tem de ser organizado, pois, as máquinas apenas vêm três dias para a nossa freguesia, quase que não se vê trabalho executado. 4

5 Terminados os esclarecimentos do Presidente da Junta, foi concedida a palavra ao membro José Costa. O membro José Costa congratulou-se pelo facto de haver melhor iluminação pública. No entanto, há um poste que não tem mesmo BIP que é junto à porta do António Duarte na curva, o que pode causar alguns transtornos. Relativamente ao BIP do Carlos Laranjeira, alerta desde já, que quando a figueira tiver folhas irá cobrir o BIP. O membro José Costa congratulou-se com a reposição dos espelhos parabólicos mas constata que ainda faltam alguns. O membro José Costa alerta ainda que os meses não têm sido chuvosos, mas ainda vem o Janeiro e Fevereiro e há uma acção junto dos terrenos contíguos da vala do Ribeiro que para além de não limpar trazem detritos, podendo trazer problemas. Quanto à limpeza da freguesia, o membro José Costa, constata que está melhor mas há locais onde há degradação de valetas, realçando que cabe também ao munícipe preservar. O membro José Costa questionou o Presidente da Junta, se a declaração de voto sobre o acordo de execução foi discutida na Assembleia Municipal e se a Câmara Municipal tem dela conhecimento. O Sr. Presidente não sabe se ela foi discutida em Assembleia de Câmara. O membro José Costa refere que a declaração de voto elaborada foi realizada de forma a defender os interesses da Freguesia das Meãs e, será determinante para a bancada do PS e do PSD se dirigir e reclamar contra as verbas. No entanto, sabe que não foi dado conhecimento dessa declaração de voto nem na Assembleia nem à Câmara Municipal. Terminadas as Intervenções, a Presidente da Assembleia concedeu a palavra ao Presidente da Junta, que transmitiu à Assembleia as actividades/trabalhos realizados e o saldo contabilístico Conforme consta do documento em anexo. O Saldo contabilístico a 15 de Dezembro é de 4.137,06. O Presidente da Junta informou das intenções quanto as atividades que visa desenvolver no próximo trimestre. Terminada a sua intervenção, a Presidente da Assembleia, Ana Ferraz, questionou quem se queria inscrever para interpelar o Presidente da Junta. O membro José Costa pediu a palavra para dizer que a iniciativa da oferta de um livro escolar é louvável, e que de futuro se possa pensar em criar uma bolsa de livros. O membro José Costa deixou ainda a sua preocupação quanto à limpeza de aquedutos da freguesia. Terminada a intervenção, deu-se início ao ponto 2 Apreciação, discussão e votação da 2º Revisão do Orçamento de Quanto a este ponto, a secretária Ilda Rama, esclarece que teve de alterar uma rubrica, daí esta revisão ao orçamento. 5

6 Colocada à votação, o ponto foi aprovado por unanimidade. A Presidente da Assembleia passou então para o ponto seguinte, apreciação, discussão e votação por proposta do executivo das Grandes Opções do Plano e do Orçamento para o ano de A Presidente da Assembleia quanto a esta questão, mostrou não só o seu descontentamento, bem como a sua apreensão referindo que quando analisou o documento deu conta do valor diminuto das verbas atribuídas. Esclarece que se as receitas correntes andassem pelos 95% e que as receitas de capital andassem pelos 4,7% já era suficientemente grave. A Presidente da Assembleia esclarece que feito a divisão da verba atribuída pelo número de habitantes, corresponde a 16 /ano por munícipe, o que é inconcebível. Na sua opinião, o executivo tem um caminho penoso, difícil e que deve sensibilizar a população de que não vão ter dinheiro para executar todos os trabalhos. Pois, para além de terem sido reduzidas as verbas, passaram a ser da competência da Junta de Freguesia trabalhos que anteriormente eram da competência da Câmara Municipal. Refere ainda que os anteriores Protocolos não existem e, por isso que se desconhece o que pretende a Câmara realizar em termos de obras na Freguesia das Meãs. Após o seu alerta, a Presidente da Assembleia questiona o executivo como é que o vão fazer e se já pensaram nisso. A secretária do executivo, Ilda Rama, esclarece que sobre o orçamento não sofrerá nenhuma alteração, apenas têm a indicação que poderá existir o aumento de 10% mas que integrará a rubrica das despesas correntes. Assim, a secretária informa que a única obra proposta é a construção da casa mortuária, uma vez que o executivo já fez uma candidatura para esse efeito, para a qual aguardam resposta. Terminado o esclarecimento, a Presidente da Assembleia questionou se algum membro pretendia inscrever-se, tendo-se inscrito os membros Susana Medina e Rodrigo Fernandes. Tendo sido concedida a palavra, o membro Susana Medina questionou o que é que engloba os ,00 previstos para limpeza de ruas. O Presidente da Junta esclarece que é o valor mais aproximado com pessoal nos anos anteriores. O membro Susana Medina perguntou a que Instituições sem fins lucrativos era atribuída a verba de 2.500,00 e de que forma. O Presidente da Junta de Freguesia responde que todos os anos atribuí ao Rancho 500 e, o remanescente é distribuído pelos caçadores, escuteiros, acólitos, passeio das mulheres, etc.. O membro Susana Medina questionou também o valor de ,00 atribuído à construção da casa mortuária, quanto é que custou o projeto, que tipo de candidatura é que a Junta efectuou e a 6

7 que valores, a junta tem fundo de maneio, pois as verbas não são atribuídas cem por cento. O membro Susana Medina refere ainda que as intervenções nos arruamentos são todos importantes, mas como fica salvaguardada a execução da 2ª fase da Travessa do Bairro Novo. Por último, questiona o executivo no sentido de saber onde vai ser executado o estaleiro da Junta de Freguesia. O Presidente da Junta esclareceu que quanto ao projeto da casa mortuária, o Gabinete da Dulce assumiu parte do pagamento e o arquiteto Luís também não cobrou os seus serviços, inicialmente é um processo meramente burocrático. O Presidente da Junta informa que apesar do estaleiro ficar por detrás da casa mortuária, trata-se de dois projetos distintos. O Custo da obra da casa mortuária engloba os ,00, mas o financiamento será apenas de ,00. Ao ser confrontado pelo membro Susana Medina de que forma suportará o restante 25% do valor, o Presidente da Junta refere que se encontrará soluções. Terminados os esclarecimentos ao membro Susana Medina, foi concedida a palavra ao membro Rodrigo Fernandes. O membro Rodrigo Fernandes já tem conhecimento dos problemas que têm surgido nas outras freguesias pelas verbas, os problemas vão aumentar, questiona como é que o executivo irá executar o acordo de execução nos moldes em que está previsto. A este respeito, o membro Vítor Raposo, tendo pedido a palavra, referiu que o orçamento é paupérrimo, colocando ao executivo duas perguntas, se o executivo acha que é exequível e se existe alguma forma estruturada para que ele seja realizado. A Secretária Ilda Rama esclareceu que vai ser deveras difícil a sua execução, no entanto, as prioridades vão estar asseguradas e sempre que a população ou situações o exijam. Ainda relativamente à execução do orçamento e ao acordo de execução o membro José Costa pediu a palavra, dizendo que de facto o critério para aplicar o dinheiro é de um mal que padecemos. As dotações do FFF têm vindo a diminuir desde 2009 e o orçamento da freguesia deste ano contempla mais 500,00 do que no ano anterior. A situação da Câmara Municipal deve-se a 11 anos de gestão ruinosa, o que leva uma Câmara Municipal, tal qual a nossa casa se não tiver ovos não há omeletes. O Orçamento na sua globalidade é despesa de investimento e, o ónus que resulta é que a verba passa de ,00 para 9.214,00. As despesas correntes aumentaram e as despesas de investimento são muito semelhantes. Daí que, o membro José Costa alerta o executivo para fazer uma gestão criteriosa do dinheiro e uma pressão na Câmara para aumentar as verbas atribuídas. 7

8 O membro José Costa relembra que temos de ter sempre presente a defesa da população. Na sua opinião, percebe como o acordo de execução foi elaborado, é uma forma de coesão, de baixo fruto de anos uma equidade de gestão pública de quem vier atrás de mim que feche a porta. Ainda assim, o membro José Costa e a bancada do PS está na onda de revindicação pelo bem da nossa freguesia. Terminada a intervenção do membro José Costa, a Presidente da Assembleia concedeu a palavra ao membro António Cruz que pediu para intervir. O membro António Cruz referiu que se habituou a ver a nossa freguesia à frente e, que o corte no orçamento não vai permitir estar na linha da frente. Assim questionou o executivo se havia alguma forma, ou quais as formas de lutar para o aumento das verbas, é que segundo o membro António Cruz, continua a ver desenvolvimento nas outras freguesias o que não acontece na Freguesia das Meãs. O Presidente da Junta esclarece que agora se regem pelo que está previsto no acordo de execução, as verbas atribuídas às Juntas de Freguesia são atribuídas por percentagem de acordo com critérios equitativos. O membro António Cruz relembra que no anterior executivo Camarário existiram obras mal feitas e bem-feitas, e não nos podemos esquecer que fez coisas maravilhosas, no entanto, refere que não podemos passar os quatro anos com a mesma conversa. É muito mal empregue a discutir politica, na opinião do membro, a Assembleia deve dar ideias e ajudar o executivo a ultrapassar este momento difícil. O tesoureiro do executivo, António Queda, quanto à execução do orçamento esclarece que se tiver dinheiro resolve se não tiver não pode pagar. Após a tomada de posição do Tesoureiro, o membro José Costa pediu a palavra para dizer que a postura não pode ser se vier vem se não vier não pago, a questão politica ou não política é uma questão semântica, não relego o que aconteceu. Para o projeto da casa mortuária estão aqui 5.000,00 e no resultado final pode ser ,00, não está em causa as pessoas que estão a fazer o projeto, trata-se de gestão de dinheiros públicos e em primeira linha está a defesa dos munícipes. Tendo terminadas as intervenções, o ponto foi colocado à votação, tendo sido aprovado por maioria. Tendo em conta que havia público, a Presidente da Assembleia, perguntou se pretendiam intervir. O munícipe Armando Maia começou com um protesto. Na sessão de esclarecimentos dos novos tarifários de água em que participou como munícipe, fez um conjunto de intervenções, tendo o Senhor Presidente da Junta por diversas vezes interrompido a suas intervenções e cortado a palavra ao munícipe. 8

9 Obviamente um lamento não viu o seu Presidente da Junta preocupado no próximo aumento da taxa da água para defender o povo, mas antes preocupado em defender o Presidente da Câmara. O munícipe diz estar a par do que se passa na Assembleia Municipal e lamenta que o Presidente da Junta tenha votado favoravelmente na votação do protocolo e, por outro lado dignifica o Deputado Leal pelo seu voto contra o protocolo. A segunda questão do munícipe prende-se com a compra de uma sepultura pela sua tia, pois, o alvará encontra-se imperfeito tendo constatado o Presidente da junta para corrigir, mas até ao momento nada foi feito. Em relação a esta questão, e uma vez que tal situação ocorreu no mandato como secretária do executivo, a atual Presidente da assembleia, comprometeu-se com a maior brevidade possível resolver a questão. Em terceiro lugar, mais uma vez, realça a importância da Fonte das Canhotas, é um abuso do dono do terreno que utiliza o terreno para depósito de matérias e cabos elétricos, canas caídas O munícipe alerta ou a Junta toma uma medida ou o munícipe tomará as devidas diligências perante outras entidades. Por último, refere que página de internet parece ao abandono, as últimas notícias são do ano de 2013 e que seria interessante que à semelhança do executivo, fossem colocadas as atas da Assembleia para que os munícipes vão acompanhando o que os representantes legais políticos decidem. Às interpelações do munícipe, respondeu a secretária Ilda Rama de que tomaram nota de todas as questões levantadas para serem apreciadas e agir em conformidade. Todos os pontos foram aprovados em minuta para poderem ter efeito imediato. Nada mais havendo a tratar, deu-se por terminada a sessão, da qual se lavrou a presente acta, que vai ser assinada pela Presidente da Assembleia e pela secretária que a lavrou A Presidente da Assembleia: A Secretária: 9