BENEFÍCIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO NO ÂMBITO DAS FORÇAS ARMADAS

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1 DEIZE MARY CAVALCANTE BENEFÍCIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO NO ÂMBITO DAS FORÇAS ARMADAS Trabalho de Conclusão de Curso - Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia. Orientador: Ten Cel Psc R/1 Denise Pellegrini Maia Rovina Rio de Janeiro 2013

2 C2013 ESG Este trabalho, nos termos de legislação que resguarda os direitos autorais, é considerado propriedade da ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA (ESG). É permitido a transcrição parcial de textos do trabalho, ou mencioná-los, para comentários e citações, desde que sem propósitos comerciais e que seja feita a referência bibliográfica completa. Os conceitos expressos neste trabalho são de responsabilidade do autor e não expressam qualquer orientação institucional da ESG. ENG DEIZE MARY CAVALCANTE Biblioteca General Cordeiro de Farias Cavalcante, Deize Mary. Benefícios da implementação de uma política de Segurança e Saúde do Trabalho no Âmbito das Forças Armadas/ Engenheira Deize Mary Cavalcante. - Rio de Janeiro: ESG, f.: il. Orientador: Ten Cel Psc R/1 Denise Pellegrini Maia Rovina. Trabalho de Conclusão de Curso Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE), Política. 2. Segurança e Saúde do Trabalho. 3. Forças Armadas 4. Prevenção.

3 A minha família, mãe, irmão, marido e filhos que tiveram a paciência de me ver ir e vir para me dedicar as atividades da ESG.

4 AGRADECIMENTOS Ao Comando da Aeronáutica, ao Subdiretor Técnico do DECEA, Brig Eng Fernando César Pereira Santos, ao Diretor do Parque de Material de Eletrônica da Aeronáutica do Rio de janeiro, Cel Av Adilson da Silva Lemos Junior que contribuíram para a realização do curso. Aos meus colegas de trabalho, pela minha ausência. A TCel Denise Maia, orientadora incansável do TCC e TCel Neyde Lucia, meu primeiro contato na ESG. Ao corpo permanente, professores e auxiliares do curso pela contribuição. e pelo apoio. A minha família, meu marido e meus queridos filhos pelas minhas ausências Aos meus pais, por tudo que sou e alcancei. Aos meus colegas e as minhas novas e queridas amigas de Turma Força Brasil, obrigada pelo companheirismo e amizade. tristeza. Ao Cel Chagas pela dedicação que conduziu a turma, na alegria e na

5 EPÍGRAFE "Deveria ser lembrado que não há nada mais difícil de levar em conta, mais perigoso de se conduzir ou mais incerto no seu sucesso, do que tomar a iniciativa na apresentação de uma inovação. Porque o inovador tem por inimigos todos aqueles que estavam bem sob as condições anteriores e defensores desinteressados entre aqueles que possam não se dar bem sob as novas condições. Esta frieza surge, em parte, com medo dos adversários, que têm a regra do seu lado e, em parte, a partir da incredulidade dos homens, que não prontamente acreditam em coisas novas, até que eles adquiram uma longa experiência com elas. O Príncipe Niccolò Machiavelli

6 RESUMO O presente trabalho identifica e vislumbra os benefícios da implementação de uma política de Segurança e Saúde do Trabalho no âmbito das Forças Armadas, que estimule a prevenção de riscos, sem distinção de categoria, sejam funcionários civis, militares ou terceirizados, contribuindo para a consolidação das expressões do Poder Nacional, com destaque para a área psicossocial e econômica. Tais benefícios contribuirão para reter o profissional preservando sua vida e sua saúde física e mental, estimulando dessa forma o compromisso mútuo entre o servidor e a nação, com consequente redução de despesas relativas a indenizações, aposentadoria precoce, pensões e a perda de um cidadão brasileiro. A pesquisa fundamenta-se em legislações nacionais e internacionais que amparam o trabalhador nas questões relativas à Segurança e Saúde do Trabalho, trazendo para o corpo deste trabalho exemplos de gestão de segurança bem sucedida, tais como a Petrobrás, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos CENIPA e o Centro de Lançamento de Alcântara - CLA e também os cuidados relativos ao cumprimento das legislações em vigor, para que possam servir de estímulo e apoio a implementação de uma política prevencionista. Entende-se que cada vez mais, os recursos são escassos e preciosos, tendo em vista que a capacitação de um servidor para o bom cumprimento de sua missão, não se dá de forma imediata e não se deve, portanto, desperdiçar a oportunidade de preservá-lo. Palavras chave: Política. Segurança e Saúde do Trabalho. Forças Armadas. Prevenção.

7 ABSTRACT This work identifies and sees the benefits of implementing a policy for Health and Safety in the Armed Forces, which encourages the prevention of risks, irrespective of the person s category, as civil servants, military personnel or outsourced workers helping to consolidate the expressions of National Power, with emphasis in the psychosocial and economical area. These benefits contribute to retain the professional by safeguarding his life as well as his physical and mental health, in this way stimulating the mutual commitment between the servant and the nation, with a resulting reduction of expenses for indemnities, early retirement pensions and the loss of a Brazilian citizen. The research is based on national and international laws that support the employee in matters relating to Health and Safety at Work, bringing the body of this work examples of successful security management such as Petrobrás, Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos CENIPA and Centro de Lançamento de Alcântara CLA, and care concerning compliance with the laws in force, in order to provide the stimulate and support for the implementation of a preventive policy, because increasingly, the resources are more scarce and precious, keeping in mind that the training of a professional for the proper accomplishment of his mission, does not happen immediately and therefore, the opportunity should not be missed to preserve it. such as Petrobras, the Center for Research and Prevention of Aeronautical Accidents - CENIPA and Alcantara Launch Center - CLA and also Keywords: Policy. Health and Safety. Armed Forces. Prevention.

8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Acidentes com e sem afastamento Figura 2 Consequências para o Acidentado, Família e Colegas Figura 3 Consequências para a Empresa e para o País Figura 4 Modelo do Queijo Suíço Figura 5 Comparativo de Acidentes de Trabalho no Brasil de 2007 a Figura 6 Figura 7 Comparativo de Acidentes de Trabalho nas Macrorregiões no Brasil de Distribuição dos Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos SERIPA Figura 8 Indicadores de Acidentes Aéreos de 1918 a

9 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Servidores do Regime Próprio de Previdência Social RPPS Tabela 2 Quantidade de Acidentes de Trabalho no Brasil de 2007 a Tabela 3 Quantidade de Acidentes de Trabalho no Brasil em Tabela 4 Quantidade e Tipo de Doenças Notificadas Tabela 5 Número de Fatalidades na Petrobrás... 52

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA AMPARO LEGAL SOBRE AS QUESTÕES RELATIVAS À SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO Constituição da República Federativa do Brasil Declaração Universal dos Direitos Humanos Organização Internacional do Trabalho OIT Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho FUNDACENTRO ABNT NBR Sistema de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho Requisitos Lei Servidores Públicos Civis da União Portaria Normativa N o 3, de 07 de maio de Consolidação das Leis do Trabalho CLT Lei nº 6.880/80 - Estatuto dos Militares Responsabilidade do tomador de serviço nas terceirizações Coordenadoria Nacional de Combate às Irregularidades Trabalhistas na Administração Pública (CONAP) SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO - SST Doenças profissionais Acidentes do trabalho Consequências do acidente RISCOS Gerenciamento de risco Fatores de risco RESILIÊNCIA ERRO PREVENÇÃO CULTURA ORGANIZACIONAL FATOR HUMANO CONTEXTUALIZAÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO BREVE HISTÓRICO... 34

11 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ACIDENTE DE TRABALHO E AS DOENÇAS PROFISSIONAIS NO BRASIL ACIDENTES DE TRABALHO E AS DOENÇAS PROFISSIONAIS NO MUNDO JUDICIALIZAÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO JUDICIALIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO A SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO BOAS PRÁTICAS PETROBRÁS CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS CENIPA CENTRO DE LANÇAMENTO DE ALCÂNTARA CLA MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO ANÁLISE CRÍTICA COM VISTAS A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXO A - QUANTITATIVO DE SERVIDORES SEGUNDO O VÍNCULO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL - RPPS ANEXO B - PROCESSOS NA JUSTIÇA RELATIVOS A ACIDENTES DO TRABALHO... 75

12 12 1 INTRODUÇÃO Os incidentes e acidentes de trabalho no âmbito da Administração Pública, bem como nas Forças Armadas - FFAA têm sido tratados de forma singular e heterogênea pela ausência de uma legislação específica e uma prática sistêmica no tratamento da Segurança e Saúde do Trabalho SST dos servidores civis e dos militares. Isto, por vezes, suscita a inquietações pela busca de soluções para abrigar a todos os seus integrantes. Com base nesta necessidade o trabalho aborda os benefícios da implementação de uma política de Segurança e Saúde do Trabalho no âmbito das FFAA, excetuando-se aquelas atividades essencialmente militares. Um conjunto de exemplos é usado para identificar o atual cenário e, assim subsidiar, quem sabe, um futuro estudo para a implementação desta política.o trabalho expõe práticas de prevenção, a ausência de indicadores capazes de refletirem os riscos de incidentes, acidentes e as doenças profissionais, mesmo com a constante evolução dos trabalhos nas FFAA, incluindo os serviços contratados, mas ainda são bastante tímidas as intervenções realizadas com um viés prevencionista. O objetivo da pesquisa é destacar os fatores contribuintes para a Segurança e Saúde do Trabalho no âmbito da Administração Pública e das FFAA de modo a propagar as atuais práticas. Mesmo em organizações com forte cultura organizacional podem ser propostas mudanças que agreguem uma maior valorização ao homem, passando pelo aspecto educacional, por projetos que ampliem a prevenção, a obtenção de verbas específicas, estudo dos riscos de acidentes mais comuns, medidas de prevenção e controle, tudo isso emoldurado por legislações e normas de segurança. Não faz parte do escopo deste trabalho o levantamento das organizações militares que possuem a Segurança e Saúde do Trabalho constituída, bem como seus diversos graus de maturidade, nem tão pouco o detalhamento das atividades desenvolvidas. Embora as organizações e suas necessidades sejam diferentes entre si possuem muitas atividades em comum, podendo, com algum esforço, ser padronizadas para sua universalização. São também destacadas as legislações pertinentes, embora não se pretenda alterá-las e sim propor uma maior reflexão sobre o assunto.

13 13 Além da importante contribuição acadêmica com a exploração do tema, uma contribuição prática é percebida, pois são abordadas as atividades desenvolvidas cotidianamente, onde poderão ser empregadas técnicas e cuidados para que estas se realizem de forma mais segura. O estudo pode, ainda, servir de base para os próximos trabalhos relacionados ao tema, tanto no âmbito das FFAA como na Administração Pública em geral. Podem também ser propostos indicadores, métodos de planejamento e controle e padrões para operacionalização da Segurança e Saúde do Trabalho. Com relação à metodologia da pesquisa o trabalho passa por uma pesquisa bibliográfica na literatura existente e por consultas a leis, normas e deliberações que versam sobre a matéria. Realiza também, uma pesquisa descritiva qualitativa junto a profissionais dos setores administrativos, justiça do trabalho, justiça federal e justiça militar com objetivo de estabelecer o atual cenário. São exemplificados casos no âmbito da Administração Pública que incentivem a busca por melhorias e também para um tratamento sistêmico da Segurança e Saúde do Trabalho nas FFAA. Para um melhor entendimento sobre a abordagem do tema proposto o trabalho encontra-se estruturado em sete capítulos, conforme descrição a seguir: a. O segundo capítulo trata da fundamentação teórica necessária que suporta o entendimento da Segurança e Saúde do Trabalho evidenciando leis, normas, instituições e conceitos; b. O terceiro capítulo contextualiza os acontecimentos que envolvem a Segurança e Saúde do Trabalho na Administração Pública e destaca os acidentes de trabalho no Brasil e no mundo; c. O quarto capítulo aborda a judicialização da Segurança e Saúde do Trabalho, pois pela ausência de legislação específica, as soluções são cada vez mais, encontradas nos tribunais de justiça. d. No quinto capítulo são evidenciadas boas práticas na área de Segurança e Saúde do Trabalho, na Petrobrás, CENIPA e CLA identificando oportunidades de melhoria para subsidiar a reflexão sobre do tema; e. No sexto capítulo é realizada uma análise crítica do conteúdo abordado nos capítulos anteriores, com vistas a exaltar a prática de uma política de Segurança e Saúde do Trabalho; e f. No sétimo capítulo são descritas as conclusões.

14 14 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo são evidenciados conceitos, definições, legislações e termos que apoiam o desenvolvimento do trabalho, passando por questões que podem influenciar e contribuir para um ambiente mais seguro, abordando também os fatores que podem influenciar o atual cenário. 2.1 AMPARO LEGAL SOBRE AS QUESTÕES RELATIVAS À SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO Tendo em vista que o presente trabalho evidencia a necessidade da normatização e de um programa de ação voltado à redução dos riscos inerentes ao trabalho do servidor ocupante de cargo público, este item destaca as citações referentes às leis, resoluções, portarias e normas utilizadas para nortear tais questões no país Constituição da República Federativa do Brasil A Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 05 de outubro de 1988, em seu Capítulo II refere-se aos Direitos Sociais. No seu Título II cuida dos Direitos e Garantias Fundamentais, possibilitando aos trabalhadores uma série de direitos, dentre os quais a redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança dito em seu Artigo 7 o. Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XXII - redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança. Aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no art. 7º, conforme Seção II do capítulo VII, em seu parágrafo 2º do Artigo 39. Porém o texto ressalva os servidores públicos militares, tratado na Seção III, do mesmo capítulo em seu parágrafo 11º do Artigo 42.

15 Declaração Universal dos Direitos Humanos Adotada e proclamada pela Resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948, é constituída por cláusulas de vários tipos de proteção a todas as pessoas, proteção à vida, à segurança pessoal, à segurança social, e também condições justas de trabalho, em seu Artigo 23, incluindo-se, portanto os servidores ocupantes de cargo público. Art 23: Item 1 - Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego Organização Internacional do Trabalho - OIT A Organização Internacional do Trabalho OIT, instituída pelo Tratado de Versailles, em 1919 é a agência das Nações Unidas que tem por missão promover oportunidades para que homens e mulheres possam ter acesso a um trabalho decente e produtivo, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humanas, sendo considerada condição fundamental para a superação da pobreza, a redução das desigualdades sociais, a garantia da governabilidade democrática e o desenvolvimento sustentável. Sobre os Serviços de Saúde do Trabalho, cuidou a Convenção nº 161 da OIT, em vigor no território brasileiro por intermédio do Decreto 127, de 22 de maio de 1991, em seu Artigo 3 o, Parte I - Princípios de uma Política Nacional. Art 3º - Item 1: Todo membro se compromete a instituir, progressivamente, serviços de saúde no trabalho para todos os trabalhadores, entre os quais se contam os do setor público, e os cooperantes das cooperativas de produção, em todos os ramos da atividade econômica e em todas as empresas; as disposições adotadas deverão ser adequadas e corresponder aos riscos específicos que prevalecem nas empresas. Voltada à Segurança e Saúde dos Trabalhadores, o Brasil aprovou o texto da Convenção nº 155, pelo Decreto de 29 de setembro de Vale destacar que em seu Artigo 3 o, os funcionários públicos e a administração pública são incluídos nas seguintes definições: Áreas de atividade econômica - todas as áreas em que existam trabalhadores empregados, inclusive a administração pública; Trabalhadores - todas as pessoas empregadas, inclusive os

16 16 funcionários públicos; Local de trabalho - todos os lugares onde os trabalhadores devem permanecer ou onde têm que comparecer, e que estejam sob o controle, direto ou indireto, do empregador; Regulamentos - todas as disposições às quais as autoridades competentes tiverem dado força de lei; e Saúde com relação ao trabalho - ausência de afecções ou de doenças, ausência de elementos físicos e mentais que afetam a saúde e estejam diretamente relacionados com a segurança e a higiene no trabalho Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho FUNDACENTRO A Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho FUNDACENTRO, por delegação da OIT, possui a atribuição de tratar de questões na América Latina. Instituída pela Lei 5.161, de 21 de outubro de 1966, que lhe incumbiu da criação e manutenção de um Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, com o objetivo de realização de estudos e pesquisas pertinentes aos problemas de segurança, higiene e medicina do trabalho. Em 16 de dezembro de 1978, a Lei alterou a nomenclatura para Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho FUNDACENTRO ABNT NBR Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho Requisitos Esta norma se propõe a fornecer elementos para desenvolver e executar a política e os objetivos que levam em conta requisitos legais e informação sobre o Sistema de Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho. Porém o MTE solicitou o adiamento do início da sua vigência, tendo em vista a elaboração de uma Norma Regulamentadora específica, o que foi acatado pela ABNT, e agendado para o dia 01 de dezembro de 2014, conforme Ata 68, de 13/14 mar 2012 da Comissão Tripartite Paritária Permanente do MTE Lei Servidores Públicos Civis da União A Lei 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que instituiu o Regime Jurídico relativo aos Servidores Públicos Civis da União, embora editada após o advento da Constituição de 1988, não tratou do tema em questão.

17 Portaria Normativa N o 3, de 07 de maio de 2010 A Portaria Normativa N o 3, de 07 de maio de 2010, da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MPOG institui a Norma Operacional de Saúde do Servidor NOSS, que possui por objetivo estabelecer diretrizes para implementação das ações de vigilância aos ambientes e processos de trabalho e promoção à saúde do Servidor Público Federal para os órgãos e entidades que compõem o Sistema de Pessoal Civil da Administração Pública Federal SIPEC. Esta norma integra o conjunto de ações da Política de Atenção à Segurança e Saúde do Trabalho do Servidor Público Federal sendo direcionada a todos que trabalham em instituições públicas federais e reconhece o direito de cada servidor, destaca a integralidade, acesso a informação para todo servidor, transversalidade que integra todas as áreas de conhecimento, intra e intersetorialidade, articulando em diferentes áreas, setores e poderes do Estado, cogestão, embasamento epidemiológico, formação e capacitação, transdisciplinaridade, pesquisa e intervenção. Nela a implementação da Política de Atenção à Segurança e Saúde do Trabalho do Servidor Público Federal conta com a participação de atores como o Comitê Gestor de Atenção à Saúde do Servidor, Departamento de Saúde, Previdência e Benefícios do Servidor, Dirigentes de Organizações, Gestores de Pessoas, Equipe de Vigilância e Promoção, Comissão Interna de Saúde do Servidor Público (CISSP) e o Servidor. As atribuições da Equipe de Vigilância e Promoção e da Comissão Interna de Saúde do Servidor Público (CISSP) assemelha-se respectivamente à Norma Regulamentadora 4 (NR4) - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e a Norma Regulamentadora 5 (NR5) - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). A estratégia prevista para a implantação desta norma envolve avaliações ambientais, processos de trabalho, acompanhamento da saúde do servidor e ações educativas em saúde. Destaca-se como elemento alavancador o desenvolvimento de um Plano de Ação para cada Organização, onde constem os objetivos, metas, prazos, responsabilidades, prioridades, recursos humanos e financeiros.

18 18 Esta norma é de observância obrigatória pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, ressalva que o MPOG é o responsável por estabelecer normas complementares e na ausência de regulamentação deve-se buscar referência em normas nacionais, internacionais e informações científicas atualizadas. Ressalva-se que as Normas Regulamentadoras da CLT não são referenciadas de forma explícita Consolidação das Leis do Trabalho CLT Já a Consolidação das Leis do Trabalho CLT possibilitou aos trabalhadores regidos por esta, uma tutela estatal preventiva e repressiva com razoável eficácia social. A Portaria n , 08 de junho de 1978 (DOU de 06/07/78 Suplemento) aprovou as Normas Regulamentadoras - NR - do Capítulo V, Título II, da CLT, relativas a Segurança e Medicina do Trabalho. A Lei n.º 6.514, de 22 de dezembro de 1977, Art. 1º aprovou as Normas Regulamentadoras - NR - do Capítulo V, Título II, da CLT, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: Normas Regulamentadoras. Profissionais de Segurança e Medicina do Trabalho A Norma Regulamentadora 4 (NR4) - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) estabelece a obrigatoriedade das empresas públicas e privadas que possuam empregados regidos pela CLT de organizar e manter em funcionamento deste serviço, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador, no local de trabalho. Esta norma tem sua existência jurídica assegurada, no artigo 162 da CLT. A forma mais eficiente de se promover e preservar a saúde e integridade física dos trabalhadores é prevenir os riscos ocupacionais. Uma vez conhecido o nexo causal entre diversas manifestações de enfermidades e a exposição a determinados riscos, fica claro que, toda vez que se atua na eliminação ou neutralização desses riscos, está-se prevenindo uma doença ou impedindo o seu agravamento.

19 19 Saliente-se a importância dos profissionais de área de Segurança do Trabalho como forma de contribuição nos processos industriais, ergonômicos e de gerenciamento nas organizações. Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados por Médico do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Técnico de Segurança do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho e seu dimensionamento está relacionado com o grau de risco da principal atividade e ao número total de empregados, conforme os Quadros I e II da referida NR. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes A Norma Regulamentadora 5 (NR5) - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. Ela é composta por representantes do empregador e dos empregados e dimensionada de acordo com o Quadro I desta NR. O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA e os representantes dos empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente. Os representantes dos empregadores, titulares e suplentes, serão por estes designados. Os representantes dos empregados, titulares e suplentes, serão eleitos em escrutínio secreto, participando apenas os empregados interessados obedecendo ao dimensionamento previsto no Quadro I desta NR. O mandato terá duração de um ano Lei nº 6.880/80 - Estatuto dos Militares O Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas das Forças Armadas que são constituídas pela Marinha, Exército e Aeronáutica. Estas são instituições nacionais, permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, subordinadas ao Presidente da República destinandose a defender a Pátria e a garantir os poderes constituídos, a lei e a ordem. Esta legislação ampara os afastamentos causados por acidentes e por doenças conforme descritos no Art a incapacidade definitiva pode sobrevir em consequência de:

20 20 I - ferimento recebido em campanha ou na manutenção da ordem pública; II - enfermidade contraída em campanha ou na manutenção da ordem pública, ou enfermidade cuja causa eficiente decorra de uma dessas situações; III - acidente em serviço; IV - doença, moléstia ou enfermidade adquirida em tempo de paz, com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço; V - tuberculose ativa, alienação mental, neoplasia maligna, cegueira, lepra, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, mal de Parkinson, pênfigo, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave e outras moléstias que a lei indicar com base nas conclusões da medicina especializada; e VI - acidente ou doença, moléstia ou enfermidade, sem relação de causa e efeito com o serviço. 1º Os casos de que tratam os itens I, II, III e IV serão provados por atestado de origem, inquérito sanitário de origem ou ficha de evacuação, sendo os termos do acidente, baixa ao hospital, papeleta de tratamento nas enfermarias e hospitais, e os registros de baixa utilizados como meios subsidiários para esclarecer a situação. 2º Os militares julgados incapazes por um dos motivos constantes do item V deste artigo somente poderão ser reformados após a homologação, por Junta Superior de Saúde, da inspeção de saúde que concluiu pela incapacidade definitiva, obedecida à regulamentação específica de cada Força Singular Responsabilidade do tomador de serviço nas terceirizações Quando uma atividade é terceirizada é estabelecido um envolvimento entre a empresa e o contratado, que pode ter maior ou menor grau de envolvimento. Em pesquisa sobre o processo de terceirização em 180 empresas européias, realizado por Quélin e Duhamel (2003), foram destacadas 18 atividades, das quais logística, manutenção, industrial, TI, recrutamento, gerenciamento de gastos e produção são as mais citadas, tanto com relação à terceirização parcial da atividade (menos que 80% da atividade terceirizada), como a terceirização quase completa (mais que 80% da atividade terceirizada). Este fato suscita a questão da necessidade de estender a política de prevenção de acidentes da organização contratante à empresa contratada nas mais diversas atividades. Este é mais um motivo da sistematização da prevenção, tendo em vista que uma organização isolada não é capaz de instituir todos os procedimentos aplicáveis àqueles serviços temporariamente contratados. Na terceirização surge um ator denominado tomador de serviços, que é aquele que contrata uma empresa ou pessoa física, para intermediar a prestação de serviços. É então estabelecida uma relação trilateral, com contrato entre a empresa tomadora dos serviços (cliente) e a empresa prestadora dos serviços (terceira) e entre esta e o empregado.

21 21 A relação de emprego se estabelece com a empresa ou pessoa física, cuja atividade consiste em disponibilizar o serviço / mão-de-obra para o cliente, havendo uma dissociação dos elementos que caracterizam a relação de emprego, nos moldes tradicionalmente previstos pela legislação trabalhista, uma vez que o beneficiário final dos serviços não é o empregador dos trabalhadores envolvidos no processo produtivo (PINTO, 2004). Conforme os fundamentos do Acórdão da 2 a Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro destacam-se os seguintes itens do Enunciado da Súmula n o 331, após reformulação do Tribunal Superior do Trabalho: IV- O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador de serviços quanto àquelas obrigações, desde que haja participado da relação processual e conste também do título executivo judicial. V- Os entes integrantes da administração pública direta e indireta respondem subsidiariamente, nas mesmas condições do item IV, caso evidenciada a sua conduta culposa no cumprimento das obrigações da Lei nº 8.666/93, especialmente na fiscalização do cumprimento das obrigações contratuais e legais da prestadora de serviço como empregadora. A aludida responsabilidade não decorre de mero inadimplemento das obrigações trabalhistas assumidas pela empresa regularmente contratada. VI - A responsabilidade subsidiária do tomador de serviços abrange todas as verbas decorrentes da condenação referentes ao período da prestação laboral. Quem contrata deve fazê-lo da melhor forma possível, caso contrário poderá responder subsidiariamente, por tratar-se de uma culpa administrativa. Para esta, não é necessário imputar objetivamente a autoria de um dano a ninguém, basta para tanto a prova do dano em si. Ao contratante presume-se, sempre, a culpa in elegendo, in vigilando e in contraindo, portanto o contratante deverá zelar para eleger o melhor fornecedor, firmar um contrato e fiscaliza-lo adequadamente, lembrando que a Administração Pública cabe provar que contratou bem (FONSECA, 2010). As regras sobre prevenção de acidentes e doenças ocupacionais estarão presentes também nas atividades terceirizadas Coordenadoria Nacional de Combate às Irregularidades Trabalhistas na Administração Pública (CONAP) O Ministério Público do Trabalho (MPT), um dos ramos do Ministério Público da União, é uma instituição permanente, essencial à função jurisdicional do estado,

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