FÓRUM PRESENÇA AMIMT POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO (DECRETO7.602 DE 07 DE NOVEMBRODE 2011) Interministerial

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1 FÓRUM PRESENÇA AMIMT POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO (DECRETO7.602 DE 07 DE NOVEMBRODE 2011) Interministerial Elizabeth Costa Dias 08 novembro de 2012

2 Decreto 7.602, de 07/11/2011 Dispõe sobre a Política Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho Antecedentes ConvençãoNo.155daOIT(24desetembrode1994) O processo de construção de uma ação integrada Trabalho, Previdência Social e Saúde visando superar a fragmentação e superposição das ações GEISAT ª. Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador 2004 convocação conjunta interministerial e primeira versão do Documento de Política Inte4rministerial

3 Política Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho Objetivos Promoção da saúde Melhoria da qualidade de vida do trabalhador Prevenção de acidentes e dos danos à saúde advindos, relacionados ao trabalho,ou que ocorramno curso dele,por meio daeliminação ou redução dos riscos presentes nos ambientes de trabalho

4 Princípios universalidade; prevenção; precedência das ações de promoção, proteção e prevenção sobre as de assistência, reabilitação e reparação diálogo social- construção na metodologia tripartide integralidade

5 a PNSST deverá ser implementada por meio da articulaçãocontinuada das ações de governo no campo das relações de trabalho, produção, consumo, ambiente e saúde(dss) Com a participação voluntária das organizações representativas de trabalhadores e empregadores.

6 DIRETRIZES - PNSST As ações no âmbito da PNSST devem constar do Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho PUBLICADO EM e seremdesenvolvidasde acordo com as seguintes diretrizes: a) inclusão de todos trabalhadores brasileiros no sistema nacional de promoção e proteção dasaúde, independente do tipo de vínculo e forma de inserção no trabalho; b) harmonização da legislação e a articulação das ações de promoção, proteção, prevenção, assistência, reabilitação e reparação da saúde do trabalhador; c) adoção de medidas especiais para atividades laborais de alto risco;

7 DIRETRIZES PNSST d) estruturação de rede integrada de informações em saúde do trabalhador; e) promoção da implantação de sistemas e programas de gestão da segurança e saúde nos locais de trabalho; f) reestruturação da formação em saúde do trabalhador e em segurança no trabalho e o estímulo à capacitação e à educação continuada de trabalhadores; e g) promoção de agenda integrada de estudos e pesquisas em segurança e saúde no trabalho.

8 RESPONSABILIDADES NO ÂMBITO DA PNSST

9 Competências da Previdência Social Subsidiar a formulação e a proposição de diretrizes e normas relativas à interseção entre as ações de segurança e saúde no trabalho e as ações de fiscalização e reconhecimento dos benefícios previdenciáriosdecorrentes dos riscos ambientais do trabalho; coordenar, acompanhar, avaliar e supervisionar as ações do Regime Geral de Previdência Social, bem como a política direcionada aos Regimes Próprios de Previdência Social, nas áreas que guardem inter-relação com a segurança e saúde dos trabalhadores; coordenar, acompanhar e supervisionar a atualização e a revisão dos Planos de Custeio e de Benefícios, relativamente a temas de sua área de competência; realizar estudos, pesquisas e propor ações formativas visando ao aprimoramento da legislação e das ações do Regime Geral de Previdência Social e dos Regimes Próprios de Previdência Social, no âmbito de sua competência; e porintermédio do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS: realizar ações de reabilitação profissional e avaliar a incapacidade laborativa para fins de concessão de benefícios previdenciários.

10 Competências do Ministério do Trabalho e Emprego formular e propor diretrizes da inspeção do trabalho, bem como supervisionar e coordenar a execução das atividades relacionadas com a inspeção dos ambientes de trabalho e respectivas condições de trabalho; elaborar e revisar, em modelo tripartite, as NRs de Segurança e Saúde no Trabalho; participar da elaboração de programas especiais de proteção ao trabalho, assim como da formulação de novos procedimentos reguladores das relações capital-trabalho; promover estudos da legislação trabalhista e correlata; acompanhar o cumprimento, em âmbito nacional, dos acordos e convenções ratificados pelo Governo brasileiro junto a organismos internacionais nos assuntos de sua área de competência; planejar, coordenar e orientar a execução do Programa de Alimentação do Trabalhador

11 Competências do Ministério da Saúde Fomentar a estruturação da atenção integral à saúde dos trabalhadores; Definir, em conjunto com as Secretarias de Saúde de Estados e Municípios, normas, parâmetros e indicadores para o acompanhamento das ações de ST a serem desenvolvidas no SUS; Promover a revisão periódica da listagem oficial das DRT; Contribuir para a estruturação e operacionalização da rede integrada de informações em ST; Apoiar o desenvolvimento de estudos e pesquisas em ST; Estimular o desenvolvimento de processos de capacitação; Promover a participação da comunidade na gestão das ações em ST.

12 SUS Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no SUS PORTARIA Nº 1.823, DE 23 DE AGOSTO DE 2012

13 Princípios e diretrizes PNST-SUS I universalidade II integralidade III participaçãoda comunidade, dos trabalhadores e do controlesocial IV descentralização V hierarquização VI equidade e VII precaução.

14 Objetivos da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora - SUS I fortalecer a Vigilância em Saúde do Trabalhador (VISAT) e a integração com os demais componentes da Vigilância em Saúde, o que pressupõe: II promover a saúde e ambientes e processos de trabalhos saudáveis; III garantir a integralidade na atenção à saúde do trabalhador, que pressupõe a inserção de ações de saúde do trabalhador em todas as instâncias e pontos da Rede de Atenção à Saúde do SUS, mediante articulação e construção conjunta de protocolos, linhas de cuidado e matriciamento da saúde do trabalhador na assistência e nas estratégias e dispositivos de organização e fluxos da rede, considerando os seguintes componentes: IV ampliar o entendimento de que a saúde do trabalhador deve ser concebida como uma ação transversal, devendo a relação saúde-trabalho ser identificada em todos os pontos e instâncias da rede de atenção; V incorporar a categoria trabalho como determinante do processo saúde-doença dos indivíduos e da coletividade, incluindo-a nas análises de situação de saúde e nas ações de promoção em saúde; VI assegurar que a identificação da situação do trabalho dos usuários seja considerada nas ações e serviços de saúde do SUS e que a atividade de trabalho realizada pelas pessoas, com as suas possíveis conseqüências para a saúde, seja considerada no momento de cada intervenção em saúde; e VII assegurar a qualidade da atenção à saúde do trabalhador usuário do SUS.

15 Quais as repercussões sobre as práticas da Medicina do Trabalho? -A integralidade da atenção ou do cuidado no papel da APS- Redefinição da RENAST e reforço do papel de suporte técnico pedagógico, oferecido pelo CEREST. - Inclusão dos trabalhadores - foco nas caseias produtivas -Contribuir para a produção de conhecimento e de informação - Importância da Gestão Integrada da SST e Ambiente

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