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1 Por: Elisangela Ribeiro; docente e pesquisadora, UNIVÁS Universidade do Vale do Sapucaí, MG Lázaro Quintino Alves; docente e pesquisador, UNIVÁS Universidade do Vale do Sapucaí, MG Gestão e Conhecimento, v. 3, n. 1, julho/novembro 2006

2 Resumo: Este trabalho procurou demonstrar a importância de se fazer a administração do passivo tributário para reduzir a carga tributária sem ferir a legislação, pois o Brasil ostenta uma das cargas tributária mais alta do mundo, e ela cresce dia-a-dia. Com a globalização da economia e a concorrência cada vez mais acirrada, as organizações necessitam de uma correta administração do passivo tributário para garantir sua sobrevivência. Uma das ferramentas usadas pelas empresas para tentar reduzir de forma lícita e contribuir na diminuição dos gastos tributários é o Planejamento Tributário. Sabemos que não é possível acabar com os impostos, pois é com eles que o governo movimenta sua máquina administrativa e retorna em melhorias para a sociedade. Cabe ao administrador, e ao responsável pela área contábil, uma análise minuciosa das atividades desenvolvidas na empresa, inclusive a parte documental, ramo de atividade, enquadramento fiscal, produção, vendas e recebimento, entre outros na busca de meios para aliviar dentro da Lei o peso dos impostos e adequar à empresa no melhor regime de tributação. Elisão Fiscal. Palavras-chaves: Planejamento Tributário; Regimes de Tributação; Impostos; Gestão e Conhecimento 1

3 1. INTRODUÇÃO ADMINISTRAÇÃO DE PASSIVO TRIBUTÁRIO Sabe-se que o Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e que os tributos (impostos, taxas e contribuições) representam um percentual significante no custo das empresas. Com a globalização da economia e a concorrência cada vez mais acirrada, a carga tributária é uma das preocupações das organizações. Diante desta realidade, as empresas buscam formas para redução desta carga tributária sejam elas lícitas (elisão fiscal) ou ilícitas (evasão fiscal). Cabe ao profissional de contabilidade junto à organização, implementar um bom planejamento tributário para de forma lícita, reduzir o passivo tributário, proteger de forma eficaz as disponibilidades das empresas, maximizar os lucros e contribuir para combater o nível de desemprego. Esse trabalho pretende contemplar a importância da administração do passivo tributário junto às organizações e como sistema de apoio quer para empresários, gerentes, diretores, contadores, estudantes, enfim para todos que direta ou indiretamente estão envolvidos com a gestão de planejamento tributário. Portanto, pretende-se realizar um estudo da legislação pertinente para conhecer os regimes de tributação e identificar as situações onde é possível o crédito tributário, situações de postergação dos recolhimentos de impostos e consequentemente o gerenciamento do fluxo de caixa. 2. SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO 2.1 A evolução da carga tributária no Brasil Espina (2005) afirma que empresas que no início de cada ano fazem junto com seu contador uma análise tributária saem na frente, visto que enfrentar um leão cada vez mais faminto exige das organizações muita disciplina para conseguir se manter no mercado. Gestão e Conhecimento 2

4 Não dá para fingir que os impostos não existem. Faz-se necessário entender que não dá para acabar com os impostos, pois é com eles que o governo alimenta sua máquina administrativa e pelo menos na teoria retorna em benefícios para a sociedade. Pode-se observar que o governo brasileiro vem mantendo um processo constante de aumento da carga tributária, sendo que em alguns períodos não houve grandes modificações, mas também apresentou aumentos bruscos em alguns períodos, como veremos abaixo, e que causaram grandes repercussões na economia brasileira. O montante dos impostos arrecadados atualmente no país representa mais de um terço das riquezas produzidas e a carga tributária é medida em percentuais do Produto Interno Bruto (PIB). Observa-se nos parágrafos seguintes uma explanação a respeito do aumento da carga tributária brasileira segundo o artigo tributário de Rosa (2006). Segundo ele, em 1947 a carga tributária brasileira encontrava-se no patamar de 13,8% do PIB nacional. Em 1965, quase duas décadas depois, a carga tributária já se encontrava bem mais onerosa, situada no patamar de 19,0% do PIB nacional. Com a alteração do sistema tributário promulgado com a Emenda Constitucional nº 18 em 01/12/65 a arrecadação do governo intensificou seu ritmo de crescimento e quatro anos depois, em 1970, a carga tributária estava situada no patamar de 26,0% do PIB nacional. Com este crescimento brusco, várias manifestações desfavoráveis aconteceram, contudo como o Brasil atravessava a década de 70 um período de grande explosão econômica, o governo optou por manter a carga tributária até a primeira metade da década de 80, melhorando sua arrecadação tão somente através do crescimento econômico do país. Em 1986, a carga tributária, situada em 26,2% do PIB, encontrava-se praticamente no mesmo patamar de Nos dois anos subseqüentes, houve redução da carga tributária para 22,4% do PIB devido votação do texto da Constituição de 1988, contudo em 1990 atingiu 28,8% do PIB. Com isso, muitas empresas foram levadas à insolvência ou mesmo à falência. Este aumento expressivo da carga tributária foi tão maléfico que o governo teve que Gestão e Conhecimento 3

5 reduzir drasticamente em 1991 para 25,2% do PIB para evitar que a economia brasileira afundasse. Esse patamar foi mantido até Em 1994 a carga tributária atingiu 29,8% do PIB, devido à implementação de um novo modelo econômico que permitiu ao governo incrementar substancialmente sua arrecadação. Com a manutenção da estabilidade econômica do país foi mantido o panorama favorável de crescimento de carga tributária brasileira, que em 2001 atingiu o patamar de 34,7% do PIB. Corroborando com o artigo acima, vê-se, a seguir, a matéria publicada no Jornal Estado de São Paulo, no dia 03/04/2006 e divulgada no site Portal de Contabilidade, a respeito do estudo feito pelos economistas José Roberto Afonso e Beatriz Barbosa Meirelles. Neste estudo, que tem como base o anuário fiscal do Fundo Monetário Internacional (FMI), relata-se que o Brasil já atingiu a média da carga tributária dos países mais ricos do mundo, onde o Brasil apresentou um índice de 38,9% em 2005, enquanto os 21 países industrializados pesquisados apresentavam de 2003 a 2004 um índice de 38,8%. Entre as nações ricas, podem-se citar os Estados Unidos, Japão e Austrália que possuem carga tributária inferior a brasileira, sendo 25,77%, 26,28% e 30,68% respectivamente. Os países com carga tributária superiores às brasileiras encontram-se principalmente no Norte da Europa, sendo: Suécia (51,35%), Dinamarca (49,85%), Bélgica (46,85%) e França (45,04%), entre outros. Porém, segundo o FMI, a carga tributária dos países que possuem mesmo nível de desenvolvimento do Brasil é de apenas 27,44% em média, caindo essa média para 16% do PIB na América Latina, como por exemplo, o Chile (18,72%) e Argentina (25,93%). Como visto acima, embora o Brasil seja um país de 3º mundo, sua carga tributária brasileira está num patamar semelhante ao das grandes nações. Com isso, as empresas procuram reduzir de alguma forma, essa carga tributária absurda, nem sempre de forma lícita, porém seria utopia pensar que a curto ou médio prazo essa realidade brasileira irá mudar, pois isso resultaria no comprometimento das finanças públicas do país. Gestão e Conhecimento 4

6 2.2 Lista de tributos brasileiros De acordo com a legislação os tributos se dividem em: Impostos, Taxas e Contribuições. Os tributos são pagamentos feitos para o governo tanto por pessoas físicas (indivíduos) quanto pessoas jurídicas (estabelecimentos) em decorrência de atividades realizadas (industrialização, comercialização ou prestação de serviços) ou em decorrência de patrimônios por elas mantidos. Os impostos são usualmente divididos em: impostos diretos e indiretos, conforme veremos a seguir com mais detalhes. Confira abaixo a lista de tributos brasileiros descritos na enciclopédia livre (Wikipédia): Impostos Impostos federais Imposto sobre a importação de produtos estrangeiros ( II ); Imposto sobre a exportação de produtos nacionais ou nacionalizados ( IE ); Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza ( IR ); Imposto sobre produtos industrializados ( IPI ); Imposto sobre operações financeiras ( IOF ); Imposto territorial rural ( ITR ); Imposto sobre grandes fortunas ( IGF ) Impostos estaduais Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre serviços de transporte interestadual e intermunicipal ( ICMS ); Imposto sobre propriedade de veículos automotores ( IPVA ); Gestão e Conhecimento 5

7 Imposto sobre transmissões causa mortis e doações de qualquer bem ou direito (ITCD ); Adicional do imposto da união sobre a renda e proventos de qualquer natureza (AIRE ) Impostos municipais Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana ( IPTU ); Imposto sobre transmissão inter vivos de bens e imóveis e de direitos reais a eles relativos ( ITBI ); Imposto sobre vendas a varejo de combustíveis líquidos e gasosos extinto (IVVC); Impostos sobre serviços de qualquer natureza ( ISS ) Taxas Taxa de autorização do trabalho estrangeiro; Taxa de avaliação in loco das instituições de educação e cursos de graduação - Lei /2004; Taxa de classificação, inspeção e fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto Lei 1.899/1981; Taxa de coleta de lixo; Taxa de combate a incêndios; Taxa de conservação e limpeza pública; Taxa de controle e fiscalização ambiental TCFA - Lei /2000; Taxa de controle e fiscalização de produtos químicos - Lei /2001, art. 16; Taxa de emissão de documentos (níveis municipais, estaduais e federais); Gestão e Conhecimento 6

8 Taxa de fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - Lei 7.940/1989; 23; Taxa de fiscalização de vigilância sanitária - Lei 9.782/1999, art. Taxa de fiscalização dos produtos controlados pelo exército brasileiro - TFPC - Lei /2003; Taxa de fiscalização e controle da previdência complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004; Taxa de licenciamento anual de veículo; Taxa de licenciamento para funcionamento e alvará municipal; Taxa de pesquisa mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999; Taxa de serviços administrativos TSA Zona Franca de Manaus - Lei 9960/2000; Taxa de serviços metrológicos - art. 11 da Lei 9933/1999; Taxas ao conselho nacional de petróleo (CNP); Taxas de outorgas (Radiodifusão, telecomunicações, transporte rodoviário e ferroviário, etc.); Taxas de saúde suplementar - ANS - Lei 9.961/2000, art. 18; Taxa de utilização do mercante - Decreto 5.324/2004; Taxas do registro do comércio (Juntas comerciais); Taxa processual conselho administrativo de defesa econômica - CADE - Lei 9.718/ Contribuições Contribuições trabalhistas ou sobre a folha de pagamento Contribuição para o instituto nacional de seguridade social (INSS); Contribuição para fundo de garantia por tempo de serviço (FGTS); Gestão e Conhecimento 7

9 Contribuição para o programa de integração social e de formação do patrimônio do servidor público ( PIS/PASEP ) Contribuições sobre o faturamento ou sobre o lucro (COFINS); Contribuição social para o financiamento da seguridade social Contribuição social sobre o lucro líquido ( CSLL ) Contribuições sobre movimentações financeiras Contribuição provisória sobre movimentação financeira (CPMF) Contribuições - "Sistema S" Contribuição ao serviço brasileiro de apoio a pequena empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990; Contribuição ao serviço nacional de aprendizado comercial (SENAC) - Lei 8.621/1946; Contribuição ao serviço nacional de aprendizado dos transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993; Contribuição ao serviço nacional de aprendizado industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942; Contribuição ao serviço nacional de aprendizado rural (SENAR) - Lei 8.315/1991; Contribuição ao serviço social da indústria (SESI) - Lei 9.403/1946; Contribuição ao serviço social do comércio (SESC) - Lei 9.853/1946; Contribuição ao serviço social do cooperativismo (SESCOOP); Contribuição ao serviço social dos transportes (SEST) - Lei 8.706/1993. Gestão e Conhecimento 8

10 Outras contribuições Contribuições aos órgãos de fiscalização profissional (Ordem dos advogados do Brasil - OAB, Conselho regional de contabilidade - CRC, etc); Contribuição á direção de portos e costas (DPC) - Lei 5.461/1968; Contribuição ao fundo nacional de desenvolvimento científico e tecnológico (FNDCT ) - Lei /2000; Contribuição ao fundo nacional de desenvolvimento da educação (FNDE), também chamado "Salário Educação"; Contribuição ao funrural; Contribuição ao instituto nacional de colonização e reforma agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955; Contribuição ao seguro acidente de trabalho (SAT); Contribuição confederativa laboral (dos empregados); Contribuição confederativa patronal (das empresas); Contribuição de intervenção do domínio econômico (CIDE) - Lei /2001; Contribuição para custeio do serviço de iluminação pública - Emenda Constitucional 39/2002; Contribuição para o desenvolvimento da indústria cinematográfica nacional (CONDECINE) - art. 32 da Medida Provisória /2001 e Lei /2002; Contribuição sindical laboral; Contribuição sindical patronal - é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT; Contribuição social adicional para reposição das perdas inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001; Contribuições aos órgãos de fiscalização profissional (OAB, CRC, etc.); Contribuições de melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc. Gestão e Conhecimento 9

11 2.3 Impostos diretos e indiretos Impostos diretos Harada (2004, p. 323) define o imposto direto como... aquele em que não há repercussão econômica do encargo tributário, isto é, aquela pessoa que praticou o fato tipificado na lei suporta o respectivo ônus fiscal. Os impostos diretos são aqueles que incidem diretamente sobre o patrimônio ou a renda das pessoas físicas e jurídicas. Como exemplo, podemos citar: Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), Imposto sobre a propriedade territorial rural (ITR), Imposto sobre a propriedade territorial urbana (IPTU), entre outros Impostos indiretos Os impostos indiretos são aqueles que incidem indiretamente sobre o patrimônio ou a renda das pessoas físicas e jurídicas. Segundo Harada (2004, p. 323) o imposto indireto seria aquele em que o ônus financeiro é transferido ao consumidor final, por meio do fenômeno da repercussão econômica. São aqueles que agregam ao valor final da mercadoria e são repassados para o consumidor final, sendo que os principais são: ICMS Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e o IPI Imposto sobre produtos industrializados. 2.4 Planejamento tributário Planejamento tributário não é sonegação fiscal e sim uma forma legal para reduzir, excluir ou adiar a carga tributária. Oliveira (2001, p. 319) define planejamento tributário (...) como a organização dos negócios e dos atos do indivíduo e das empresas de maneira a evitar ou reduzir o peso dos tributos. Gestão e Conhecimento 10

12 São procedimentos lícitos que devem ser buscados através do conhecimento da legislação vigente e também dos elementos específicos da empresa que envolvem a possível concretização do fato gerador, como por exemplo: o processo produtivo, o mercado consumidor, matérias-primas e insumos envolvidos, os produtos ou serviços gerados e o tipo societário adotado. Souza (2005, p. 21) afirma que a sonegação, portanto implica necessariamente a ocorrência do fato gerador. Só há sonegação quando alguém tenta simular, esconder ou descaracterizar o fato gerador (já ocorrido). Segundo Cassone (2004, p. 279) fato gerador é o fato que gera a obrigação tributária. Corroborando, Borges (2004, p. 69) afirma que: (...) afigura-se-nos correto conceituar o Planejamento Tributário como uma atividade técnica realizada no universo da gestão empresarial da tributação que visa projetar as atividades econômicas da empresa, para conhecer as suas válidas e legítimas alternativas estruturais e formais, assim como as suas respectivas obrigações e encargos fiscais, para daí, então, mediante meios e instrumentos adequados, avaliá-las com vistas à adoção daquela (alternativa) que possibilita a anulação, maior redução ou o mais extenso adiamento do ônus tributário pertinente, e, por outro lado, que se integra harmonicamente à planificação global dos negócios. Cabe ao profissional contábil encontrar dentro da lei uma forma de buscar alternativas para obter melhores resultados em relação a carga tributária da empresa, deixando bem claro que planejamento não significa simplesmente deixar de pagar impostos, ressaltando que sonegar é crime, conforme Lei nº /90. Oliveira (2001, p. 319) ressalta que: (...) o sistema jurídico brasileiro admite a possibilidade de o contribuinte planejar seus atos e negócios de forma a não pagar tributo, ou a incidir na menor carga tributária possível, ou mesmo de forma a postergar o momento em que deva recolher algum tributo, o que é uma maneira indireta de economia. Tanto o governo federal quanto o governo estadual de Minas Gerais proporcionam as empresas do ramo de informática e automação meios para baixar o peso Gestão e Conhecimento 11

13 dos tributos, sem que a empresa apele para o sonegação, como por exemplo: Protocolo de Intenções ligado diretamente ao pagamento de ICMS e o Programa de a- poio à pesquisa, desenvolvimento e inovação em tecnologia da informação (PD&I- TI) ligado ao pagamento do IPI. 2.5 Elisão e evasão fiscal Como mencionado anteriormente, tanto o governo federal quanto o governo estadual proporcionam as empresas meios para reduzir a carga tributária dentro da lei sem que ocorra a evasão fiscal. O profissional contábil é peça primordial para as empresas que estão preocupadas em minorizar a pesada carga tributária, maximizar os resultados e minimizar os custos e ou prejuízos com base em um planejamento usando de procedimentos legais a fim de evitar a ocorrência do fato gerador. A existência do tributo está diretamente ligada à concretização do fato gerador, ressaltando que a omissão do fato gerador já concretizado ou o uso de meios fraudulentos para ocultar sua ocorrência caracterizam procedimentos ilícitos de sonegação e evasão fiscal. Souza (2005, p. 4) define evasão fiscal como sendo a (...) prática que infringe a lei, cometida após a ocorrência do fato gerador da obrigação tributária, objetiva reduzila ou ocultá-la. Já a elisão fiscal é uma forma lícita do uso de meios legais para redução da carga tributária antes que ocorra o fato gerador. Oliveira (2001, p. 325) destaca que: (...) pode-se concluir que a elisão fiscal é o resultado lícito do planejamento tributário, que o contribuinte pratica com suporte em princípios basilares da ordem constitucional brasileira, decorrendo de atos ou omissões anteriores à ocorrência do fato gerador. Complementando, Souza (2005, p. 3) afirma que: Gestão e Conhecimento 12

14 Sua finalidade é de obter a maior economia fiscal possível, reduzindo a carga tributária para o valor realmente devido por lei. Para tanto, deve-se pesquisar, antes de cada operação, suas conseqüências econômicas e jurídicas, porque uma vez concretizada, considera-se ocorrido o fato gerador e existente os seus efeitos (art. 116 do CTN) surgindo a obrigação tributária. 2.6 Regimes de tributação Cabe ao profissional contábil levantar e conhecer a fundo as atividades da empresa e a legislação vigente para a elaboração e implantação do planejamento tributário e enquadrar a empresa na melhor opção de tributação. Para saber qual a melhor opção do regime tributário, seja ele: Simples Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições, Lucro Presumido ou Lucro Real isso dependerá do tipo de negócio da empresa. Uma das modalidades mais usadas por micro e pequenas empresas é o Simples, porém nem sempre é a melhor solução. A falta da obrigatoriedade de escrituração para cálculo do imposto, faz com que as empresas não conheçam sua real situação. Isso pode acarretar em desfalque no fluxo de caixa da empresa, visto que não pode ser abatido no imposto o prejuízo da empresa, caso ocorra. Os fatores de maior relevância nessa modalidade de tributação é o fato do cálculo ser feito através do faturamento mensal, não necessitando da escrituração contábil tão somente para o cálculo do imposto, a isenção do IPI que onera significativamente o valor dos produtos. Temos que levar em conta também os encargos trabalhistas, já que só é recolhido para o INSS o valor descontado em folha. A apuração pelo lucro presumido não se difere muito do Simples, visto que o imposto também é calculado com base no faturamento não necessitando da escrituração contábil e levantamento das demonstrações tão somente para cálculo do imposto, não demonstrando também a real situação de lucro ou prejuízo. Quanto à tributação pelo lucro real, qualquer empresa pode fazer a opção, devendo avaliar se é mais viável o recolhimento trimestral ou anual. No caso de opção pela apuração trimestral deverá ser feito o levantamento das demonstrações contábeis, observando as normas estabelecidas na legislação e serão feitos os ajustes pelas adições, exclusões e compensações determinadas e autori- Gestão e Conhecimento 13

15 zadas por lei. Já as empresas que optarem pelo lucro real anual deverão efetuar os recolhimentos com base em estimativas, apurando-se o lucro real anualmente, com a possibilidade de suspensão ou redução do imposto com base em balanços ou balancetes periódicos. Os prejuízos fiscais apurados e controlados no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) poderão ser compensados com limite máximo de 30% do lucro ajustado pelas adições e exclusões previstas em lei, não existindo prazo de prescrição para compensação. A tributação pelo lucro arbitrado é usada pela receita federal para punir infrações, porém não será discutido neste trabalho. Vê-se, adiante, com maiores detalhes, os regimes de tributação: simples, lucro presumido e lucro real, tentando relatar de forma clara e objetiva o que nos coloca a legislação vigente. 2.7 Simples Federal No caso de micro e pequenas empresas, uma das modalidades de tributação mais usadas é o Simples, por se tratar de um tratamento tributário diferenciado. É o pagamento unificado dos seguintes impostos e contribuições: Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), se for contribuinte do IPI e Contribuições para a Seguridade Social a cargo da pessoa jurídica. Em 21 de novembro de 2005 foi promulgada a Lei /05 que aprovou a Medida Provisória MP 255, mais conhecida como MP do Bem. Foi estabelecido com essa lei que as micro e pequenas empresas teriam seus limites de receitas brutas dobradas, passando de R$ 120 mil para R$ 240 mil para as ME e de R$ mil para R$ mil reais para as EPP. Em complemento a esta lei, em 29 de dezembro de 2005 através da MP 275 foram determinadas as novas faixas de apuração e alíquotas. Ressaltamos que as empresas enquadradas neste regime estão dispensadas do pagamento de contribuições instituídas pela União, como por exemplo, as destinadas ao Serviço Social do Comércio (SESC), ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial Gestão e Conhecimento 14

16 (SENAI), entre outros, bem como as relativas ao salário-educação e à Contribuição Sindical Patronal. Caso o Estado e/ ou município tenha aderido mediante convênio ao Simples, será incluído o ICMS e/ ou ISS devido pelas micro e pequenas empresas. Nos itens a seguir, estaremos relatando o que nos diz a Secretaria da Receita Federal em 2006 a respeito da forma de tributação pelo Simples. 2.8 Conceitos básicos Em 01/01/2006 entrou em vigor os novos limites de faturamento para as microempresas e empresas de pequeno porte. As empresas que em 2005 não ultrapassaram os novos valores da receita bruta poderão permanecer no Simples. Vide abaixo os novos limites e a conceituação de ME e EPP: Microempresa (ME): é a pessoa jurídica que durante o anocalendário, tenha auferido receita bruta igual ou inferior a R$ ,00. Empresa de pequeno porte (EPP): é a pessoa jurídica que durante o ano-calendário, tenha auferido receita bruta superior a R$ ,00 e i- gual ou inferior a R$ ,00. Para as empresas que iniciaram suas atividades no ano de 2005, os limites são de R$ ,00 para ME e de R$ ,00 para EPP, multiplicados pelo número de meses de funcionamento. Deve ser desconsiderado os meses fracionados, por exemplo, uma ME que iniciou sua atividade em 15/06/2005 deve multiplicar R$ ,00 por 6 meses. Somente será considerada a fração se a empresa iniciar suas atividades em dezembro. Gestão e Conhecimento 15

17 2.9 Quem pode optar ADMINISTRAÇÃO DE PASSIVO TRIBUTÁRIO Podem optar por esse regime de tributação as empresas enquadradas na condição de ME ou EPP e que não exerçam nenhuma atividade impeditiva conforme veremos com maiores detalhes a seguir Como optar Tanto para inscrição quanto para alteração no enquadramento deve ser preenchido a Ficha de Cadastro de Pessoa Jurídica (FCPJ) disponível no site da Receita Federal Mudança de enquadramento A ME que extrapolar o limite de faturamento do ano-calendário imediatamente anterior deverá comunicar para a Receita Federal sua mudança de enquadramento para EPP até o último dia útil do mês de janeiro do ano calendário subseqüente aquele em que houve o desenquadramento através do preenchimento da FCPJ. A EPP que no ano-calendário imediatamente anterior tiver receita bruta igual ou inferior a R$ ,00 poderá comunicar à Receita Federal sua mudança de enquadramento para ME até o último dia útil do mês de janeiro do ano calendário subseqüente através do preenchimento da FCPJ. Caso não faça a alteração continuará enquadrada como EPP Alíquotas do simples Microempresa (ME): O valor devido mensalmente pela ME será determinado sobre a aplicação dos percentuais sobre a receita bruta mensal. Para determinação da alíquota a ser aplicada deverá ser apurado o valor da receita bruta acumulada. Caso a empresa exceda o limite de R$ ,00 durante o exercício, a mesma permanecerá até o final do ano-calendário enquadrada como ME, porém sujeitar-se-á a Gestão e Conhecimento 16

18 aplicação das alíquotas da EPP por faixa da receita bruta acumulada desde o mês em que ocorrer o excesso.(tabela 1) TABELA 1 Alíquotas do simples Microempresa Receita bruta acumulada ME contribuinte ME não contribuinte do IPI do IPI Até R$ ,00 3,5 % 3,0% De R$ ,01 até 4,5% 4,0% ,00 De R$ ,01 até 5,5% 5,0% ,00 De R$ ,01 até 5,9% 5,4% ,00 Fonte: Receita Federal Conforme mencionado acima, neste caso deverá ser preenchida a FCPJ até o último dia do mês de janeiro do ano subseqüente ao desenquadramento e só poderá enquadrar como EPP caso não tenha ultrapassado o limite de R$ ,00. Empresa de pequeno porte (EPP): O valor devido mensalmente pela EPP será determinado sobre a aplicação dos percentuais sobre a receita bruta mensal. Para determinação da alíquota a ser aplicada deverá ser apurado o valor da receita bruta acumulada. Caso a empresa exceda o limite de R$ ,00 durante o exercício, a mesma estará automaticamente excluída do Simples no próximo exercício e só poderá retornar para esse regime no ano-calendário subseqüente àquele em que seu faturamento anual tenha ficado dentro dos limites aplicáveis. Gestão e Conhecimento 17

19 No mês em que ocorrer o excesso da receita bruta acumulada é acrescido sobre a última faixa um adicional de 20% como punição, conforme demonstrado acima na última linha da Tabela 2. TABELA 2 Alíquotas do simples Empresa de pequeno porte Receita bruta acumulada ME contribuinte do IPI ME não contribuinte do IPI Até R$ ,00 5,9% 5,4% De R$ ,01 a ,00 6,3% 5,8% De R$ ,01 a ,00 6,7% 6,2% De R$ ,01 a ,00 7,1% 6,6% De R$ ,01 a ,00 7,5% 7,0% De R$ ,01 a ,00 7,9% 7,4% De R$ ,01 a ,00 8,3% 7,8% De R$ ,01 a ,00 8,7% 8,2% De R$ ,01 a ,00 9,1% 8,6% De R$ ,01 a ,00 9,5% 9,0% De R$ ,01 até ,00 9,9% 9,4% De R$ ,01 até ,00 10,3% 9,8% De R$ ,01 até ,00 10,7% 10,2% De R$ ,01 até ,00 11,1% 10,6% De R$ ,01 até ,00 11,5% 11,0% De R$ ,01 até ,00 11,9% 11,4% De R$ ,01 até ,00 12,3% 11,8% De R$ ,01 até ,00 12,7% 12,2% De R$ ,01 até ,00 13,1% 12,6% ACIMA DE R$ ,01 15,72% 15,12% Fonte: Receita Federal 2.13 Forma, data de pagamento e preenchimento da guia Gestão e Conhecimento 18

20 Conforme normas da Secretaria da Receita Federal, o Darf Simples deverá ser preenchido conforme descrito no Quadro 1: Campo do O que deve conter Darf 01 O nome e o telefone da Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte. 02 A data de encerramento do período de apuração no formato DD/MM/AA. Exemplo: período de apuração janeiro de 1997 = 31/01/97 03 O número da inscrição no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas-CNPJ 04 Não preencher. 05 A soma das receitas brutas mensais de janeiro até o mês de apuração. 06 O percentual decorrente da receita bruta acumulada a ser aplicado sobre a receita mensal, com duas casas decimais. 07 O valor resultante da aplicação do percentual do campo 06 sobre a receita bruta mensal. 08 O valor da multa, quando devida. 09 O valor dos juros de mora, quando devidos. 10 O valor da soma dos campos 07 a A autenticação do agente arrecadador. Quadro 1: Normas da Secretaria da Receita Federal quanto ao preenchimento do Darf Fonte: Receita Federal O valor apurado referente ao pagamento do Simples devido pelas microempresas e pelas empresas de pequeno deve ser recolhido no vigésimo dia do mês subseqüente a receita bruta apurada através do Documento de Arrecadação do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (DARF Simples). O código de receita para recolhimento é Gestão e Conhecimento 19

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