Carlos Daniel Coradi Engenheiros Financeiros & Consultores Diretor Presidente

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Carlos Daniel Coradi Engenheiros Financeiros & Consultores Diretor Presidente"

Transcrição

1 OPERAÇÕES FINANCEIRAS DE SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS E DE FUNDOS DE DIREITOS CREDITÓRIOS: CONCEITOS E APLICAÇÕES PARA FINANCIAMENTO DE EXPORTAÇÕES, CONSTRUÇÃO HABITACIONAL, RODOANEIS, SANEAMENTO EMPRESARIAL, ALONGAMENTO DE PASSIVOS CAROS, ETC. Carlos Daniel Coradi Engenheiros Financeiros & Consultores Diretor Presidente Revisão de Junho de 2005 com anexos File: C:\Documents and Settings\CDC\My Documents\1CDC\Securitização de Recebíveis 1

2 SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS Carlos Daniel Coradi * Essas duas palavras estão na moda atualmente, mas seus conteúdos reais escapam dos mortais comuns. No texto que apresentamos vamos tentar esclarecer didaticamente tais conceitos. O termo "securitização" não consta do Aurélio e, em verdade, corresponde a um anglicismo da palavra "security", o que nos obriga a procurar seu significado em sua origem. Consultando o "Dictionary of Finance and Investment Terms" 1, encontramos dois significados para "security": No campo financeiro, significa uma garantia colateral oferecida por um devedor para um emprestador de tal modo que esse tenha, além da garantia principal, uma adicional, que em inglês se denomina "collateral security". Por exemplo, a garantia colateral de uma hipoteca é o próprio imóvel que, no caso da hipoteca não ser paga, serve como "lastro" e será tomado pelo emprestador do dinheiro. O segundo significado de "security" ocorre no campo de investimentos, quando então esse termo significa uma posição de propriedade em empresa (por exemplo, em ações), uma relação de um credor com um organismo empresarial ou governamental (por exemplo, um título com rendimentos especificados, tais como uma debênture ou uma letra de câmbio ou ainda um título público). Essa posição poderá ainda significar uma opção de compra ou de venda, um direito ou garantia de subscrição. Recebíveis (em inglês, "receivables") são créditos que uma empresa ou uma pessoa possui contra terceiros por mercadorias vendidas ou e serviços prestados anteriormente; é possível transformar um conjunto de recebíveis em garantias colaterais para obtenção de financiamento de capital de giro ou, em certos casos, de investimentos, tais como por exemplo, máquinas ou expansões industriais. Um exemplo de operações com recebíveis são as chamadas operações de "factoring", que surgiram no Brasil há poucos anos atrás e tem crescido bastante dentro do que se denomina "desintermediação financeira", processo através do qual as empresas que necessitam capital de giro procuram obter recursos de maneira mais fácil e mais barata do que com os bancos comerciais. O "factoring" corresponde a um serviço financeiro pelo qual uma empresa vende ou transfere seus direitos creditícios, ou seja, entrega seus recebíveis como pagamento de uma dívida financeira. A securitização de recebíveis, portanto, corresponde a um processo de transformação de um conjunto de créditos presentes e futuros em garantia colateral ou em uma posição proprietária de um título especialmente criado com esse objetivo. Essa explicação ficará mais clara através de alguns exemplos: é possível financiar investimentos de modernização de um porto que atua em exportações através da criação de uma empresa que opere essa área do porto que será modernizada e retenha, para pagamento do investimento, as receitas líquidas obtidas com os embarques de exportação; é preciso provar que o projeto tem viabilidade econômica e que é auto financiável; é possível sanear o passivo financeiro de curto prazo de uma empresa exportadora de "commodities" através de uma operação de securitização de recebíveis de exportações desde que se consiga demonstrar com segurança a continuidade das exportações futuras e mostrar a viabilidade da empresa após o saneamento de seu passivo financeiro com o aporte de dinheiro obtido através da operação de securitização. É possível alongar os passivos de curto prazo e baratear os custos financeiros de uma industria química ou farmacêutica securitizando de modo rotativo seus recebíveis ou seus contratos de longo prazo. A securitização de recebíveis é um meio para o Brasil se tornar mais competitivo face à globalização e seus desafios, tais como a criação de empregos e ganhos de produtividade. É também um instrumento de engenharia financeira que ajuda baixar as taxas de juro via desintermediação financeira. 1 Barron's, Dictionary of Finance and Investment Terms, Financial Guides, John Downes & Jordan Elliot Goodman 2

3 INTRODUÇÃO AOS PRINCIPAIS CONCEITOS DE SECURITIZAÇÃO Securitização não é um assunto novo apenas no Brasil: ele, pela sua complexidade, permanece misterioso ainda até na Europa, especialmente para aqueles que ainda não se envolveram com o tema. Isso porque envolve questões de estruturação, aspectos legais particulares e regulamentações governamentais que variam de país a país. Zoë Shaw 2, do Banco WestB UK Limited, define a securitização como uma reunião de créditos e de recebíveis (decorrentes de créditos), reunião essa que chama de pacote para dele realizar a subscrição e venda de um título à investidores, título esse que é associado aos créditos e aos seus fluxos futuros de recebíveis. Portanto a securitização possibilita a transformação de ativos ilíquidos (recebíveis futuros) em outros ativos mais líquidos), mais manuseáveis e passíveis de serem distribuídos para venda para uma ampla gama de investidores no mercado internacional (e, claro, no mercado nacional) de capitais. Visto que a securitização é um processo complexo e muitas vezes demorado, vem a questão do porque então lançar mão desse caminho. A resposta está no fato de que a securitização é uma boa alternativa aos empréstimos tradicionais, que se baseiam nos balanços e demonstrações financeiras usuais e nas garantias de ativos reais, muitas vezes não disponíveis ou não aceitáveis para os investidores, que não querem ficar com terras, prédios ou plataformas de petróleo nos casos de inadimplência dos tomadores dos empréstimos. A securitização permite formar caixa à partir de ativos sem liquidez e assim obter recursos líquidos para investir em expansões do negócio ou em outros recebíveis sem que precise haver um correspondente aumento de capital. O processo de securitização gera adicionalmente uma receita fora do balanço porque uma parte da margem líquida dos ativos securitizados é retida para pagar os custos e juros decorrentes do processo de modo à gerar uma receita de juro que vai melhorar a rentabilidade da empresa. Por estar o título de securitização ligado à ativos, essa operações de securitização se denominam asset-backed securities, ou seja, operações com uma retaguarda de ativos. Elas em geral oferecem um nível de proteção maior do que os empréstimos clássicos com vistas à falhas porque possuem diversas possibilidades de melhoria de crédito, usualmente montadas nas próprias estruturações das operações. A técnica de securitização se iniciou nos Estados Unidos, há cerca de vinte anos, tendo se expandido enormemente. Naquele país, os ativos securitizados se expandiram de hipotecas para recebíveis de cartões de crédito, créditos de empréstimos para compra de automóveis, barcos, dívidas empresariais, etc, com uma variedade muito grande de formas, permitindo ao investidor selecionar aplicações dentro de sua preferência de risco e maturidade. Em 1989 o montante de aplicações era de US$ 904 bilhões, mas subiu nos últimos anos para a casa de trilhões de dólares. Após ter se desenvolvido nos Estados Unidos, o mercado de securitizações atingiu a Europa, através da Inglaterra, entrando pela securitização do setor de hipotecas, inicialmente em automóveis e em seguida em habitações. Eram operações feitas através de taxas variáveis ( floating rate notes ) emitidas através de uma empresa criada especialmente para essa finalidade e denominada SPV ( special purpose companies ). Foram então lançados papeis com maturidades entre 27 à 42 anos e com cupons vinculados à libor trimestralmente. Cada lançamento incluía melhorias de crédito ( credit enhancement ) para criar proteções contra riscos estruturais que pudessem atingir o processo de empacotamento dos créditos, do tipo de riscos de crédito, riscos de liquidez, riscos de reinvestimento, etc. A remoção ou redução desses riscos é essencial para obter um grau adequado de rating das classificadoras de riscos e para mostrar a integridade da estruturação para os investidores. Na Inglaterra, em 1990 se instituiu a primeira operação de securitização suportada por um pool de empréstimos para compra de carros, alargando então o espectro dessa atividades. Mais recentemente, se iniciaram operações suportadas por um portfolio de propriedades comerciais. Na França uma legislação especifica foi criada em 1989, com aplicações até 1991 de 19 bilhões de francos franceses. Na Itália a primeira transação em liras foi feita em 1990 em créditos de venda de automóveis. Nos países escandinavos a primeira transação ocorreu em 1990 na Suécia com uma securitização de um portfolio de hipotecas imobiliárias. Expansão importante ocorreu na Europa com lastro em ativos referidos ao dólar em Eurobonds, através de emissões de securitização de recebíeis de cartões de crédito ( credit-card-backed debt ) lideradas por bancos americanos, em especial pelo Citibank. Outros países agora estudam essas operações de asset-backed securities, em especial a Espanha, a Alemanha e o Japão. 2 Zoë Shaw, Introduction and Overview, International Securitization, Macmillan Publishers,

4 RISCOS DA SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS Segundo Theodore Buerger 3, os títulos gerados pela garantia de recebíveis ( asset backed securities ) se constituem em uma das classes mais seguras de investimentos, por terem de longe riscos menores do que outros títulos privados. Contudo, o defaut não é impossível mas as chances de recuperação são maiores do que nos outros casos. A falha da securitização se mede pelos diferentes riscos que podem estar envolvidos. O primeiro desses riscos depende do sucesso de se materializar o fluxo de caixa projetado, o qual depende da qualidade atual e futura dos ativos, que não devem se deteriorar. Esse risco é chamado de asset quality risk ou risco da qualidade dos ativos. A medida desse risco pelo estruturador da operação pode levar à solicitação de garantias adicionais para absorver eventuais faltas do fluxo de caixa regular ( overcollateralisation ). O segundo tipo de risco é chamado de risco intrínseco da securitização e envolve os riscos inerentes à estruturação da operação. A mesma não pode ser afetada pela falência do vendedor dos ativos ou de outra qualquer parte da transação. Esse risco deve ter proteções previstas pela arquitetura legal. Buerger cita o caso da falência da Continental Airlines, na qual o Juiz determinou que os recebíveis de uma securitização fossem substituídos por aviões. Portanto, existem riscos que advém de falhas de estruturação jurídica da operação ou por lacunas legais de regulamentação. Há ainda o risco de fraude, que, afinal, existe em toda transação financeira mas cresce com o aumento do número de participantes e com a complexidade da estruturação. usam o critério do elo mais fraco para avaliar os riscos de estruturação. Um particular risco estrutural é o risco de soberania, que leva em conta o país proprietário dos ativos securitizados. Terceiras partes podem também falhar, já que estão envolvidas com a operação: serviços do trustee, entidade encarregada de servir de guarda para o fluxo financeiro da operação, seguradoras, bancos envolvidos, advogados, assessoria, etc. As agências de rating, que dão notas de qualidade para cada lançamento, usando o critério do elo mais fraco para avaliar os riscos da estruturação. Um particular risco estrutural é o de soberania, que leva em conta o país proprietário dos ativos securitizados. MELHORIA DE CRÉDITO (Credit Enhancement 4 ) Segundo Stephen L. Wenman 5, uma das formas de se evitar riscos na securitização de recebíveis é através da melhoria do crédito ( credit enhancement ), melhoria essa que pode ser obtida por cinco métodos: supercolateralização, estruturas de subordinação, garantias bancárias ou letras de crédito, garantias emitidas por uma companhia de seguros e indenizações para os riscos de securitização. A supercolatelarização é simplesmente a inclusão de um valor maior de ativos como garantia adicional (ou colateral) na emissão garantidora da caixa recebida. É o método mais simples mas pode ser importante para a colocação do título. Estruturas de subordinação são métodos de redução do risco de securitização que dividem o lançamento dos títulos em duas partes, A e B : a tranche A, também chamada de senior, tem prioridade para o fluxo de caixa e para as garantias colaterais; a tranche B possuem a segunda prioridade sobre caixa e é paga apenas se a primeira for paga. Garantias bancárias ou letras de crédito podem garantir o principal ou os juros dos títulos da securitização e podem ser dadas em função do exame do fluxo de caixa da operação, incluindo a supercolatelarização. Mas os bancos podem ter um rating grade que não seja bom (o melhor é AAA) e aí suas cartas de crédito não ajudam a operação. Garantias emitidas por uma empresa de seguros do tipo monoline podem garantir 100% da estrutura da emissão ou emitir garantias parciais. Poderão exigir que uma entidade de classificação de riscos ( rating agencies ) examine o lançamento do título de recebíveis e dê uma nota para o mesmo, que não precisa ser pública ( shadow rating ). 3 Theodore V. Buerger, The Risks of Asset-backed securities, International Securitization,, MacmillanPpublishers, Enhancements são melhoramentos da qualidade da operação de securitização, desenhados para cada caso, de tal modo que viabilizem a mesma. Podem englobar melhorias feitas com base em instrumentos de seguros, por exemplo com seguros de desempenho ( performance bonds ) ou serem do tipo a assegurar a continuidade do projeto ( survey and inspection companies ), ou de outras naturezas. Os enhancements poderão envolver operações de resseguro no Instituto de Resseguros do Brasil e mesmo em Resseguradoras no exterior. Auditorias e empresas que dêem atestados de qualidade ao negócio de securitização ( ratings ) poderão representar importantes aprimoramentos no Projeto, de modo a melhorar a captação de recursos para o mesmo. 5 Stephen L. Wenman, Special Risk Services, autor do capítulo 12 Credit Enhancement do livro International Securitisation, já citado, 4

5 Indenizações cobertas por apólice de Seguradora (que tenha sido objeto de classificação de uma empresa de rating) constituem outro método de melhoria de crédito. Essa apólice irá proteger o valor das garantias colaterais que margeiam o financiamento estruturado sem contudo garantir o principal e juro da emissão. CASOS CONCRETOS DE SECURITIZAÇÃO NO BRASIL Uma empresa de vendas de varejo de São Paulo, percebendo que estava em dificuldades, securitizou os recebíveis de seu cartão de crédito; embora a empresa tivesse pedido posteriormente concordata, a operação de securitização de recebíveis não foi afetada. Importante grupo imobiliário securitizou com sucesso os recebíveis de vendas de seus apartamentos, (vendidos em cem parcelas iguais mensais) conseguindo recursos para melhorar sua liquidez e reduzir seus custos financeiros. Importante empresa do sul do país, especializada em exportações de alimentos, securitizou parte de suas exportações anuais, lançando títulos no exterior lastrados nos recebíveis dados em garantia do lançamento. Diversas usinas de produção de açúcar que são exportadoras regulares securitizaram uma parte de suas exportações anuais e obtiveram dinheiro mais barato do que o juro de mercado para sanear seus passivos de curto prazo, extremamente onerosos. Um conhecido banco brasileiro se especializou em securitizar recebíveis de pagamentos de empréstimos dados à funcionários públicos com desconto em folha de pagamento. Essa estruturação por bem sucedida aumentou em muito a rentabilidade desse banco e se irradiou para outras instituições financeiras. Revendedoras de automóveis se uniram e securitizaram suas carteiras de crédito de vendas a prazo de veículos, obtendo, no mercado interno, dinheiro mais barato do que os empréstimos bancários. Uma cadeia de supermercados securitizou recebíveis de suas vendas a prazo (através de cheques prédatados) em um sistema rotativo de lastro para garantir a colocação de uma debenture (poderia ser commercial paper) no mercado interno. Uma conceituada e tradicional empresa de elevadores securitizou seus recebíveis de manutenção de elevadores de prédios, captando um expressivo volume no exterior através de lançamento de títulos no mercado de eurobonus. NOVAS POSSIBILIDADES DE SECURITIZAÇÃO NO BRASIL (VIDE DIAGRAMA DO ANEXO 4) As possibilidades de securitização são vastíssimas. O texto abaixo condensa as idéias principais: recebíveis podem ser de imóveis, commodities exportáveis, veículos, cartões de crédito, alugueis, luz, água e esgotos, impostos, custos de elevação de exportáveis em navios( fobização ), etc. Pode-se constituir um grupo de empresas (por exemplo através de associações de classe) o que serve para reduzir custos fixos e portanto o custo da taxa efetiva de captação. Mas os processos são individuais porque as características de uma para outra são muito diversas. E há a questão das responsabilidades. O Escritório de Consultoria ajuda a atender as reais necessidades da empresa, examina a viabilidade do negócio, ajuda a determinar as linhas mestra do Projeto, faz a modelagem numérica e financeira do projeto. O Escritório de Consultoria prospecta o interesse das empresas e o transforma em realização, costurando as diferentes partes do projeto. O envolvimento de um banco acaba sendo necessário, quer para que atue como agente fiduciário do negócio ( trustee ) quer como lançador dos títulos no mercado externo ou interno, quer como canal de recebimento dos recebíveis ou de pagamento das obrigações contratuais. 5

6 A presença de um Escritório de Advocacia é sempre desejável porque a securitização envolve profundos aspectos contratuais e de garantias (principais e colaterais), muitas vezes em inglês e português, envolvendo traduções juramentadas. ANEXO 1: INSTRUÇÃO CVM No 393, DE 22 DE JULHO DE 2003 sobre FIDC Altera a I ns trução CVM no 356, de 17 de dezembr o de 2001, que r egulamenta a cons tituição e o funcionamento de fundos de inves timento em direitos creditórios e de fundos de inves timento em cotas de fundos de inves timento em direitos creditórios. O PRE S I DENT E DA COMI SSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM tor na público que o Colegiado, em reunião r ealizada nes ta data, e tendo em vista o dis pos to nos arts. 2o, inciso I X, e 19 da Lei no 6.385, de 7 de dezembr o de 1976, e na Res olução do Cons elho Monetár io Nacional no 2.907, de 29 de novembr o de 2001, RESOLVEU baixar a s eguinte I ns tr ução: Art. 1o Os arts. 2o, 3o, 6o, 8o, 9o, 11, 12, 14, 15, 16, 17, 20, 23, 24, 31, 38, 40, 45, 46, 55 e 56 da I ns trução CVM no 356, de 17 de dezembro 2001, passam a vigor ar com a s eguinte r edação: " Art. 2o... I direitos creditórios: os direitos e títulos representativos de cr édito, originários de oper ações realizadas nos segmentos financeiro, comercial, industrial, imobiliário, de hipotecas, de arrendamento mer cantil e de pr es tação de s er viços, os contratos referidos no 8o do ar t. 40, desta I nstrução, bem como dir eitos e títulos representativos de cr éditos de natur eza diver s a assim reconhecidos pela CVM;... VI fundo fechado: o condomínio cuj as cotas somente s ão r es gatadas ao tér mino do pr azo de dur ação do fundo ou de cada s ér ie ou classe de cotas, conforme es tipulado no r egulamento, ou em virtude de s ua liquidação, admitindo-se, ainda, a amor tização de cotas por disposição do regulamento ou por decisão da assembléia ger al de cotis tas ;... XI cota de classe s ênior : aquela que não s e s ubor dina às demais para efeito de amor tização e r es gate; XII cota de classe s ubor dinada: aquela que s e s ubor dina às demais para efeito de amor tização e r es gate; XIII séries: subconjuntos de cotas da classe s enior dos fundos fechados, diferenciados exclusivamente por prazos e valor es para amortização, resgate e r emuner ação, quando houver ; XI V amortização: é o pagamento aos cotistas do fundo fechado de par cela do valor de s uas cotas, sem redução do s eu número." (NR) " Art. 3o... III cada classe ou série de cotas de s ua emissão des tinada à colocação pública deve s er classificada por agência classificadora de r is co em funcionamento no País ;..." (NR) " Art. 6o Os prazos de amor tização ou resgate devem ser estabelecidos, no r egulamento do fundo, em relação a cada classe e s ér ie de cotas." (NR) " Art. 8o O funcionamento dos fundos regulados por esta I ns trução depende do pr évio r egis tr o na CVM. 1o O r egistro s er á automaticamente concedido mediante o pr otocolo na CVM dos seguintes documentos e infor mações : I ato de cons tituição e o inteir o teor de s eu regulamento, em 3 (três) vias, devidamente r ubr icadas e assinadas, acompanhado de cer tidão comprobatória de s eu registro em cartório de títulos e documentos ; II dois exemplares do pr os pecto; III material de divulgação a s er utilizado na distribuição de cotas do fundo; I V nome do auditor independente, do cus todiante e da agência classificadora de r is co, contratados pelo adminis tr ador do fundo; V a des ignação de dir etor ou sócio-gerente da ins tituição adminis tr ador a, nos termos da r egulamentação vigente, para r es ponder, civil e criminalmente, pela ges tão, supervisão e acompanhamento do fundo, bem como pela pr es tação de infor mações a esse r elativas ; VI declaração fir mada pelo dir etor ou sócio-gerente, designado nos termos do incis o anter ior, de que: 6

7 a) está ciente de s uas obrigações para com o fundo; b) é r es pons ável pela movimentação dos direitos creditórios; c) é r es pons ável, nos termos da legislação em vigor, inclusive per ante ter ceir os, por negligência, imprudência ou imperícia na administração do fundo, sujeitando-se, ainda, à aplicação das penalidades previstas no ar t. 11 da Lei no 6.385, de 7 de dezembr o de VII declaração fir mada pelo adminis tr ador do fundo de que s e compr omete a s eguir as normas desta I ns trução e de que o r egulamento do referido fundo es tá em conformidade com a legislação vigente, nos termos do Anexo I desta I ns trução; VIII formulário cadas tr al devidamente pr eenchido nos termos do Anexo II desta I ns trução, para o adminis tr ador do fundo e, se for o cas o, para o ges tor de s ua car teira. 2o No cas o de fundos fechados devem ser apresentados, também, os documentos previstos no ar t. 20, 1o, desta I ns trução. 3o O diretor ou sócio-gerente indicado, sem prejuízo do atendimento das determinações estabelecidas na r egulamentação em vigor, deve elaborar demonstrativos trimestrais evidenciando que as operações praticadas pelo fundo es tão em consonância com a política de inves timento prevista em seu regulamento e com os limites de compos ição e de diver s ificação a ele aplicáveis, bem como que as negociações foram realizadas a tax as de mer cado. 4o Os demonstrativos referidos no par ágr afo anter ior devem ser enviados à CVM e per manecer à dispos ição dos condôminos do fundo, bem como s er examinados por ocasião da r ealização de auditor ia independente. 5o Par a efeito do dis pos to no 3o des te ar tigo, deve s er considerado o calendár io do ano civil. 6o O r egistro automático r efer ido no 1o des te ar tigo não s e aplica aos fundos que não obs er var em o dis pos to no 8o do ar t. 40 desta I nstrução." (NR) " Art. 9o... II no cas o de fundo fechado, quando, no pr azo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar do pr otocolo na CVM dos documentos referidos no ar t. 8o, incisos I a VIII, desta I ns trução e em seu respectivo par ágr afo pr imeir o, não for subscrita a totalidade das cotas representativas do s eu patrimônio inicial, salvo na hipótes e de cancelamento do s aldo não colocado, antes do r efer ido pr azo, desde que haj a pr evisão expr essa no regulamento nesse sentido; III na hipótes e de o fundo manter patrimônio líquido médio infer ior a R$ ,00 (quinhentos mil reais), pelo per íodo de 3 (três) meses consecutivos. 1o No cas o pr evis to no incis o III deste ar tigo, o fundo poder á alter nativamente s er incorporado a outro FI DC...." (NR) " Art. 11. As cotas do fundo devem ser escriturais, mantidas em conta de depós itos em nome de s eus titulares." (NR) " Art. 12. As cotas seniores terão uma única classe, admitindo-se classes de cotas subordinadas às cotas seniores, para efeito de amor tização e resgate. 1o No cas o de fundos fechados, as cotas seniores podem ser divididas em séries com valores e pr azos diferenciados para amor tização, resgate e remuneração. 2o Cada s ér ie de cotas terá as mesmas características e confer ir á a s eus titulares iguais direitos e obr igações, nos termos do r egulamento. 3o Na hipótes e de liquidação do fundo, os titulares de cotas seniores terão o dir eito de par tilhar o patr imônio na pr opor ção dos valores previstos para amor tização ou resgate da r es pectiva s ér ie e no limite desses mesmos valores, na data de liquidação, sendo vedado qualquer tipo de pr efer ência, prioridade ou subordinação entr e os titulares de cotas seniores. 4o É vedada a afetação ou a vinculação, a qualquer título, de par cela do patr imônio do fundo a qualquer classe ou série de cotas." (NR) " Art. 14. As cotas do fundo devem ter seu valor calculado pelo menos por ocasião das demonstrações financeiras mensais e anuais, mediante a utilização de metodologia de apur ação do valor dos direitos creditórios e dos demais ativos financeiros integrantes da r es pectiva car teira, estabelecida no r egulamento do fundo (ar t. 24, inciso XIII), de acor do com critérios consistentes e passíveis de ver ificação, amparados por informações externas e inter nas que levem em consideração as pectos relacionados ao devedor, aos seus garantidores e às características da correspondente oper ação, adotando-se o valor de mer cado, quando houver. Parágrafo único. As cotas devem ser registradas pelo valor respectivo par a amor tização ou resgate, respeitadas as características de cada classe ou série, se houver." (NR) " Art. 15. A integr alização, a amor tização e o r es gate de cotas do fundo podem ser efetuados em cheque, ordem de pagamento, débito e crédito em conta corrente, documento de or dem de cr édito, ou outro mecanis mo de tr ans fer ência de r ecur s os autorizado pelo B anco Centr al do B r as il BACEN. 1o Admite- s e o r es gate de cotas seniores em direitos creditórios, nos termos do r egulamento, exclusivamente nas hipóteses de liquidação antecipada do fundo. 7

8 2o Em se tr atando de cotas subordinadas, admite-se, nos termos do r egulamento do fundo, que a integr alização, a amor tização e o r es gate sej am efetuados em direitos creditórios. 3o Par a fins do dis pos to nos 1o e 2o des te ar tigo, durante a vigência da Contribuição Pr ovis ór ia s obr e a Movimentação ou T ransmissão de Valores e de Cr éditos e Dir eitos de Natur eza Financeira CPMF, as integralizações, amortizações e r es gates em direitos creditórios devem observar os seguintes procedimentos: I a integr alização de cotas deverá s er realizada por meio de qualquer mecanismo de tr ans fer ência de r ecur s os autorizado pelo B ACEN, concomitantemente à venda, pelo cedente, de dir eitos creditórios em valor correspondente ao líquido integr alizado, na for ma e pr opor ção estabelecidas no r es pectivo r egulamento e demais disposições aplicáveis; e II a amor tização e o r es gate de cotas será efetivado por meio de qualquer mecanismo de tr ans fer ência de r ecur s os autorizado pelo B ACEN simultaneamente à compr a, pelo cotis ta, de dir eitos creditórios, em valor correspondente ao líquido amor tizado ou resgatado, na for ma e proporção es tabelecidas no r es pectivo r egulamento e demais disposições aplicáveis." (NR) " Art. 16. Na emissão de cotas de fundo aber to deve s er utilizado, conforme dis pos to no r egulamento r es pectivo, o valor da cota em vigor no próprio dia ou no pr imeir o dia útil subseqüente ao da efetiva disponibilidade dos recursos confiados pelo inves tidor à ins tituição adminis tr ador a, em sua s ede ou dependências...." (NR) " Art. 17. Nas emissões de cotas de fundo fechado colocadas junto ao público, o pr eço de s ubs cr ição poder á contemplar ágio ou deságio s obr e o valor previsto par a amor tização, desde que unifor memente aplicado par a todos os subscritores e apur ado atr avés de pr ocedimento de descoberta de pr eço em mercado or ganizado. Parágrafo único. As cotas de fundo fechado colocadas junto a inves tidor es deverão s er registradas para negociação s ecundár ia em bolsa de valores ou em mercado de balcão or ganizado, cabendo aos intermediários assegurar que a aquisição de cotas somente s ej a feita por investidores qualificados." (NR) " Art. 20. A dis tr ibuição de cotas de fundo fechado depende de r egis tr o es pecífico na CVM. 1o O r egistro s er á automaticamente concedido mediante o pr otocolo na CVM dos seguintes documentos e infor mações, os quais deverão s er apresentados a cada nova distribuição: I declaração, do adminis tr ador do fundo, de que fir mou o contr ato com instituição legalmente habilitada a ex ecutar o s er viço de dis tr ibuição de cotas, quando for o cas o; II informação quanto ao númer o máximo e mínimo de cotas a s er em distribuídas, o valor da emissão, custos de dis tr ibuição e outr as informações relevantes sobre a distribuição; III material de divulgação a s er utilizado na distribuição de cotas do fundo, inclusive pr os pecto, se houver ; I V qualquer informação adicional que venha a s er disponibilizada aos potenciais investidores. 2o O anúncio do início de dis tr ibuição de cotas de fundo fechado deve conter : I nome do fundo; II nome e ender eço do adminis tr ador do fundo; III nome e ender eço das instituições responsáveis pela distribuição; I V política de inves timento e pr incipais características do fundo; V classificação de r is co, nos termos do ar t. 3o, inciso III, desta I ns trução; VI mercado onde as cotas do fundo s ão negociadas ; VII condições de s ubs cr ição e integr alização de cotas ; VIII data do início da distribuição; I X esclarecimento de que maior es informações e cópia do pr os pecto e r egulamento podem ser obtidas nas instituições responsáveis pela distribuição de cotas ou na CVM; X a r efer ência do pr otocolo na CVM dos documentos referidos no 1o des te ar tigo; e XI os dizeres, de for ma des tacada: "A CVM não gar ante a ver acidade das informações prestadas e, tampouco, faz julgamento s obr e a qualidade do fundo, de s eu administrador ou das cotas a s er em distribuídas". 3o O fundo fechado poder á r ealizar distribuição concomitante de classes e s ér ies distintas de cotas, em quantidades e condições previamente estabelecidas no anúncio de início de dis tr ibuição de cotas e no pr os pecto do fundo. 4o Após a distribuição inicial de cotas do fundo fechado, as novas distribuições a s er em realizadas deverão s er integralmente s ubs cr itas no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar do pr otocolo na CVM dos documentos referidos no 1o des te ar tigo. 8

9 5o A CVM, em virtude de s olicitação fundamentada, a s eu exclusivo cr itér io, poderá pr orrogar o pr azo pr evis to no par ágr afo anter ior por outro per íodo, no máximo igual ao pr azo inicial. 6o Cas o os prazos referidos nos parágrafos anteriores sejam superados, sem que s e pr oceda ao cancelamento do s aldo não colocado, na forma pr evista pelo r egulamento do fundo, a distribuição dever á s er cancelada." (NR) " Art. 23. O inves tidor, por ocasião de s eu ingresso como condômino de fundo aber to ou da s ubs cr ição de cotas de fundo fechado, deve r eceber as informações referentes à classificação de r is co das cotas, quando houver colocação j unto ao público, e o pr os pecto, se houver. Parágrafo único. A colocação do pr os pecto à dispos ição do condômino de que tr ata o caput não des obr iga a ins tituição adminis tr ador a de providenciar a ades ão do condômino ao r egulamento do fundo." (NR) " Art VI... a) a eventual existência de mais de uma classe ou série de cotas, hipótese em que devem ser especificadas as características, os direitos e obrigações de cada uma das classes e s ér ies, assegurando-se que as cotas subordinadas somente poder ão s er resgatadas após o r es gate das cotas seniores, ressalvado o dis pos to no ar t. 18-A; b) que, na amor tização de cotas de fundos fechados, deverá s er assegurado que as cotas subordinadas somente poder ão s er amortizadas após a amor tização das cotas seniores, ressalvado o dis pos to no ar t. 18-B; e c) os critérios de integr alização, amortização e r es gate em direitos creditórios, observado o dis pos to no ar t. 15 desta I ns trução.... XI V os procedimentos a s er em adotados na hipótes e de r ebaixamento de classificação pr evis ta no incis o III do ar t. 3o da pr es ente I ns tr ução; XV a r elação mínima entre o patr imônio líquido do fundo e o valor das cotas seniores, a per iodicidade par a apur ação e divulgação aos cotistas dessa r elação e os procedimentos aplicáveis na hipótes e de inobs er vância desse fator ; e XVI os eventos de liquidação antecipada do fundo, assegurando, no cas o de decis ão assemblear pela não liquidação do fundo, o r es gate das cotas seniores, pelo valor das mesmas, aos cotistas dissidentes que o s olicitarem. 1o... II o s egmento em que o fundo vai atuar;..."(nr) " Art Parágrafo único.... I - ser condômino ou profissional especialmente contr atado par a zelar pelos interesses dos condôminos;..." (NR) " Art I V fazer a cus tódia, administração, cobrança e/ou guarda de documentação r elativos aos direitos creditórios e demais ativos integrantes da carteira do fundo; V diligenciar para que s ej a mantida, às suas expensas, atualizada e em perfeita or dem, a documentação dos direitos creditórios, com metodologia pr ees tabelecida e de livre acesso par a auditor ia independente, agência classificadora de r is co contr atada pelo fundo e ór gãos reguladores; e VI cobrar e r eceber, por conta e or dem de s eus clientes, pagamentos, resgate de títulos ou qualquer outra r enda r elativa aos títulos custodiados, depositando os valores recebidos na conta de depós itos dos mesmos." (NR) " Art. 40. Após 90 (noventa) dias do início de s uas atividades, o fundo deve ter 50% (cinqüenta por cento), no mínimo, de s eu patrimônio líquido r epr es entado por direitos creditórios, podendo a CVM, a s eu exclusivo cr itér io, prorrogar esse pr azo por igual período, desde que o administrador apresente motivos que j us tifiquem a pr orrogação.... 8o As aplicações do fundo em warrants e em contratos mercantis de compr a e venda de pr odutos, mercadorias e/ou serviços para entrega ou prestação futur a, bem como em títulos ou certificados representativos desses contratos devem, sem prejuízo do atendimento das disposições da Res olução CMN no 2.801, de 7 de dezembr o de 2000, e do dis pos to no 4o des te ar tigo, contar com garantia de ins tituição financeira ou de s ociedade s egur ador a, observada, nesse último cas o, regulamentação es pecífica da S uper intendência de S egur os Privados S US EP, para fins de obtenção do r egis tr o automático pr evis to no 1o do ar t. 8o des ta I ns trução...."(nr) 9

10 " Art o Na hipótes e de o r egulamento do fundo pr ever a ex istência de mais de uma classe ou série de cotas, conforme admitido nos termos do art. 12 desta I ns trução, as informações previstas nos incisos III e I V deste ar tigo devem ser prestadas em relação a cada classe e s ér ie de cotas...."(nr) " Art o S em prejuízo de outr as ocorrências relativas ao fundo, considera-se fato r elevante a alter ação da classificação de r is co das classes ou séries de cotas, bem como, quando houver, dos demais ativos integrantes da r es pectiva car teira...."(nr) " Art. 55. É indispensável, por ocasião do ingr esso do condômino no fundo aber to ou da s ubs cr ição de cotas dos fundos fechados, sua ades ão aos termos do r egulamento r es pectivo, cabendo à ins tituição adminis tr ador a as responsabilidades de definir a for ma e pr ovidenciar que s ej a efetiva tal adesão." (NR) " Art XI despesas com o pr ofissional especialmente contr atado par a zelar pelos interesses dos condôminos, na for ma do incis o I do ar t " (NR) Art. 2o A I ns tr ução CVM no 356, de 17 de dezembr o de 2001, fica acr es cida dos seguintes artigos: " Art. 18-A. As cotas subordinadas dos fundos abertos poderão s er resgatadas antes do r es gate das cotas seniores, depois de tr ans corrido um prazo mínimo de 60 (sessenta) dias contado do pedido de r es gate, observado o dis pos to no r egulamento do fundo. 1o Na hipótes e pr evis ta no caput, a ins tituição adminis tr ador a dever á, no máximo, no ter ceir o dia útil após o r ecebimento do pedido de resgate, comunicar aos titulares das cotas seniores em circulação a s olicitação do r es gate, o valor e a data de s ua r ealização, nos termos do regulamento. 2o Os titulares das cotas seniores em circulação, a par tir da comunicação r efer ida no par ágr afo anter ior, poderão r equer er o r es gate de s uas cotas, o qual deverá s er integralmente concluído antes do r es pectivo r es gate das cotas subordinadas, sempre obs er vados os termos, as condições e os procedimentos definidos no r egulamento." " Art. 18-B. É facultada a amor tização de cotas subordinadas dos fundos fechados exclusivamente nas hipóteses e em conformidade com os critérios previstos no r egulamento, observado o dis pos to no incis o XV do ar t. 24." " Art. 60-A A CVM poder á autor izar procedimentos específicos e dis pens ar o cumpr imento de dis pos itivos desta I ns trução pelos FIDC s relacionados ao cr édito s ocial ou às micro, pequenas e médias empresas." Art. 3o Os fundos em funcionamento devem adaptar seus regulamentos ao dis pos to nos incisos VI, alínea " c", XIV, XV e XVI do ar t. 24 da I nstrução CVM no 356/01, com a r edação dada por esta I ns trução, imediatamente após a pr imeira assembléia ger al subsequente à publicação desta I ns trução. Art. 4o Es ta I ns trução entr a em vigor 30 (trinta) dias contados da data de s ua publicação no Diár io Oficial da União. Original assinado por LUI Z LEONARDO CANT I DI ANO Presidente ANEXO 2: RESOLUÇÃO Nº 2907 de 29 de NOVEMBRO de 2001 DO CMN Autoriza a cons tituição e o funcionamento de fundos de inves timento em direitos creditórios e de fundos de aplicação em quotas de fundos de investimento em direitos creditórios. O B ANCO CE NT RAL DO B RAS I L, na for ma do ar t. 9. da Lei 4.595, de 31 de dezembr o de 1964, torna público que o CONS ELHO MONE T ÁRI O NACI ONAL, em sessão r ealizada em 29 de novembr o de 2001, com base no ar t. 4., inciso VI, da r efer ida lei, na Lei 4.728, de 14 de j ulho de 1965, no ar t. 23 da Lei 6.099, de 12 de s etembr o de 1974, com a r edação dada pela Lei 7.132, de 26 de outubr o de 1983, e no ar t. 3. da Lei 6.385, de 7 de dezembr o de 1976, e tendo em vista o dis pos to no ar t. 1. da Lei , de 14 de fever eir o de 2001, RES OLVEU: Art. 1. Autorizar a cons tituição e o funcionamento, nos termos da r egulamentação a s er baixada pela Comissão de Valor es Mobiliários no pr azo máximo de quinze dias contados da data da entrada em vigor desta r es olução: 10

11 I - de fundos de inves timento em direitos creditórios, destinados preponderantemente à aplicação em direitos creditórios e em títulos representativos desses direitos, originários de oper ações realizadas nos segmentos financeiro, comercial, industrial, imobiliário, de hipotecas, de arrendamento mer cantil e de pr es tação de s er viços, bem como nas demais modalidades de inves timento admitidas na r efer ida regulamentação; II - de fundos de aplicação em quotas de fundos de inves timento em direitos creditórios, que devem ter por objetivo a aplicação de r ecur s os em quotas de fundos de inves timento em direitos creditórios. Parágrafo 1. A adminis tr ação do fundo s omente pode s er exercida por banco múltiplo, por banco comer cial, pela Caix a E conômica Feder al, por banco de inves timento, por sociedade de cr édito, financiamento e inves timento, por sociedade corretora de títulos e valor es mobiliários ou por sociedade dis tr ibuidor a de títulos e valor es mobiliários. Parágrafo 2. A r egulamentação r efer ida nes te ar tigo deve pr ever, no mínimo, o s eguinte: I - possibilidade de aplicação de r ecur s os no fundo apenas por investidores qualificados, considerada a definição cons tante da r egulamentação editada pela Comissão de Valor es Mobiliários relativamente aos fundos de inves timento des tinados exclusivamente a esses investidores; II - necessidade de classificação do fundo ou dos direitos creditórios e dos títulos representativos desses direitos integrantes da r es pectiva carteira por agência classificadora de r is co em funcionamento no País ; III - requisitos de diver s ificação das aplicações do fundo; I V - regras de valor ização da car teira do fundo e de cálculo do valor das quotas desse; V - condições de emissão e de r es gate de quotas do fundo e s is temática de cr édito de r endimentos ; VI - valor mínimo par a a r ealização de aplicações no fundo; VII - possibilidade de pactuação das garantias relativamente aos direitos creditórios e aos títulos representativos desses direitos integrantes da carteira do fundo; VIII - necessidade de manutenção, de for ma s egr egada, de r egis tr os analíticos contendo infor mações completas sobre toda e qualquer modalidade de negociação realizada entre a instituição administradora e o fundo; I X - vedação à ins tituição adminis tr ador a de: a) prestar fiança, aval, aceite ou coobr igar - s e s ob qualquer outra for ma nas operações praticadas pelo fundo, inclusive quando s e tr atar de garantias prestadas às operações realizadas em mercados de der ivativos ; b) utilizar ativos de s ua pr ópr ia emissão ou coobr igação como gar antia das operações praticadas pelo fundo; c) efetuar aporte de r ecur s os no fundo, de for ma direta ou indireta, a qualquer título, ressalvada a hipótes e de aquis ição de quotas do mes mo; X - sistemática de divulgação de infor mações aos condôminos. Parágrafo 3. As regras de que tr ata o par ágr afo anter ior, inciso I V, devem ser estabelecidas mediante a utilização de metodologia de apur ação do valor de mer cado dos direitos creditórios, dos títulos representativos desses direitos e dos demais ativos financeiros e modalidades de investimento integr antes da r es pectiva car teira, de acor do com critérios consistentes e passíveis de ver ificação, amparada por informações externas e inter nas que levem em consideração as pectos relacionados ao devedor, aos seus garantidores e às características da correspondente operação. Parágrafo 4. As vedações de que tr ata o Par ágr afo 2., inciso I X, abrangem os recursos próprios das pessoas físicas e das pessoas jurídicas controladoras da ins tituição adminis tr ador a, das sociedades por elas direta ou indiretamente contr oladas e de coligadas ou outras sociedades sob controle comum, bem como os ativos integrantes das respectivas carteiras e os de emissão ou coobr igação dessas. Parágrafo 5. Excetuam-se do dis pos to no par ágr afo anter ior os títulos de emissão do T es our o Nacional, os títulos de emissão do B anco Centr al do B r as il e os créditos securitizados pelo T es our o Nacional, além dos títulos públicos estaduais, integrantes da car teira do fundo. Parágrafo 6. Fica facultada a contratação de pessoa j ur ídica par a ger ir a car teira do fundo e/ou para administrar os direitos creditórios e os títulos representativos desses direitos a ele per tencentes, sem prejuízo da r es pons abilidade da ins tituição adminis tr ador a e do dir etor ou sóciogerente designado. Art. 2. Nas operações de cessão de cr éditos realizadas entre ins tituições financeiras e s ociedades de arrendamento mer cantil e fundos de investimento em direitos creditórios: I - devem ser observadas, no que couber, as disposições da Res olução 2.686, de 26 de j aneir o de 2000; II - não s e aplicam as restrições previstas no ar t. 6., caput, incisos I e II, e Par ágr afo 2., da Res olução 2.836, de 30 de maio de 2001; III - fica vedada a aquisição de quotas do fundo pela ins tituição cedente, por seu controlador, por sociedades por ele(a) direta ou indiretamente contr oladas e por coligadas ou outras sociedades sob controle comum, exceto quando s e tr atar de quotas cuja classe s e subordine às demais para efeito de r es gate; I V - a ins tituição cedente, na hipótes e de coobr igar - s e ou, por qualquer forma, reter risco r elativamente aos créditos envolvidos na negociação, permanece obr igada a pr es tar à Central de Ris co de Cr édito, nos termos previstos na Res olução 2.724, de 31 de maio de 2000, e nor mas complementares, informações acerca desses créditos; V - a ins tituição adminis tr ador a do fundo deve pr es tar à Central de Ris co de Cr édito, nos termos previstos na Res olução 2.724, de 2000, e 11

12 normas complementares, informações acerca de cr éditos adquiridos sem coobr igação ou qualquer outra for ma de r etenção de r is co por parte da ins tituição cedente. Parágrafo único. Para fins do dis pos to nos incisos I, IV e V, deve s er considerada como for ma de r etenção de r is co a aquisição, pela ins tituição cedente, de quotas do fundo cuj a classe s e s ubor dine às demais para efeito de r es gate. Art. 3. Fica o B anco Centr al do B r as il autorizado a: I - verificar a correta aplicação das regras de valor ização da car teira e de cálculo do valor das quotas utilizadas relativamente a fundos de investimento em direitos creditórios e a fundos de aplicação em quotas de fundos de inves timento em direitos creditórios que tenham como condôminos instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pela mencionada Autar quia; II - estabelecer condições relativamente às operações de cessão de cr éditos referidas no ar tigo anter ior, bem como acer ca da aquisição de quotas de fundos de inves timento em direitos creditórios e de fundos de aplicação em quotas de fundos de inves timento em direitos creditórios por parte das instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pela mencionada Autar quia. Art. 4. Esta r es olução entr a em vigor na data de s ua publicação. Brasília, 29 de novembr o de T ereza Cr istina Gr ossi Togni Presidente, interina ANEXO 3: INSTRUÇÃO CVM Nº 281, DE 4 DE JUNHO DE 1998 Dispõe sobre o registro de distribuição pública de debêntures por companhias securitizadoras de cr éditos financeiros. O Pr es idente da Comissão de Valor es Mobiliários - CVM tor na público que o Colegiado, em reunião r ealizada nes ta data, tendo em vista o disposto nos arts. 19 e 20 da Lei nº 6.385, de 7 de dezembr o de 1976 e nos arts. 1º, 1º, II, "a" e 5º da Res olução CMN nº 2.493, de 7 de maio de 1998, RESOLVEU baixar a s eguinte I ns tr ução: DA EMI SSÃO DAS DEBÊNTURES Art. 1º A companhia s ecur itizador a de cr éditos financeiros pode emitir, para distribuição pública, debêntures, nos termos da Res olução CMN nº 2.493/98, observado o dis pos to nes ta I ns trução. Art. 2º Somente pode s er objeto de dis tr ibuição pública debêntur es com valor nominal mínimo de R$ ,00 (trezentos mil reais) cada. DO RE GI S T RO DA DI S T RI B UI ÇÃO Art. 3º A emissora es tá dispens ada do r egis tr o de que tr ata o ar t. 21 da Lei nº 6.385/76, sendo obr igatór io, em qualquer caso, o r egis tr o da distribuição par a a colocação das debêntures junto ao público. Art. 4º O r egistro da distribuição deve s er requerido à CVM pela emissora, através de ins tituição integr ante do s is tema de dis tr ibuição de valores mobiliários. Art. 5º O r equer imento de r egis tr o, observado o dis pos to no ar t. 10 desta I ns trução, deve s er acompanhado dos seguintes documentos: I - exemplar da publicação da ata de Assembléia Ger al de cons tituição da companhia s ecur itizador a de cr éditos e exemplar da publicação do Estatuto S ocial atualizado, ambos devidamente ar quivados na Junta Comer cial da s ede da emissora; II - exemplar da publicação da ata de deliberação da emissão das debêntures; III - cópia da es cr itur a de emissão das debêntures; I V - cópia do contr ato de dis tr ibuição, dos subcontratos e, se for o cas o, do contr ato de gar antia de colocação; V - relação dos participantes do cons ór cio de lançamento, se houver, discriminando a quantidade de debêntur es atribuída a cada um; VI - minuta do pr os pecto pr eliminar da emissão; VII - minuta do anúncio de início da distribuição; VIII fac-símile do cer tificado da debêntur e, se não for escritural; I X fac-símile do boletim de s ubs cr ição; X cópia do contr ato de pr es tação de s er viços, firmado pela emissora e o banco mandatár io, se for o cas o; 12

13 XI cópia do contr ato fir mado com a ins tituição financeir a depos itár ia das debêntures escriturais, se for o cas o; XII - cópia do contr ato de gar antia adicional da debêntur e, se houver. 1º Para o defer imento do r egis tr o da emissão, os documentos a que s e r efer em os incisos II e III deste ar tigo devem ser encaminhados à CVM após serem, respectivamente, arquivados na Junta Comer cial e r egis tr ados no Car tór io do Regis tr o de I móveis da s ede da emissora. 2º O pr os pecto definitivo deve s er encaminhado à CVM em três vias. DO PROS PECT O Art. 6º O pr os pecto é o documento que contém os dados básicos sobre a emissão, dele devendo cons tar, no mínimo: I - características principais das debêntures emitidas, consoante s ua es cr itur a de emissão, tais como quantidade, séries, valor nominal, remuneração, prazo de vencimento e outr as ; II - informações sobre os créditos vinculados à emissão, destacando: natureza, origem e idade dos créditos vinculados à emissão, indicando quais as instituições cedentes, suas áreas de atuação, e es pécies de operação das quais se or iginam os referidos créditos; existência ou não de coobr igação; avaliação, se houver, atribuída a cada uma das séries de debêntur es. III - informação es clar ecendo tr atar - s e de debêntur e com pagamento condicionado à liquidação dos créditos a ela vinculados. 1º O pr os pecto pode s er entregue aos investidores por meio eletr ônico. 2º É permitida a utilização do pr os pecto pr eliminar para r ecebimento de r es er vas de s ubs cr ição na fas e que anteceder o r egis tr o da emissão, devendo cons tar a car acter ização " Pr os pecto Pr eliminar", em sua capa, além de mencionar, expressamente, o s eguinte: I - "AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTA PUBLI CAÇÃO S E RÃO OB JE T O DE EXAME POR PARTE DA COMI SSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS CVM" ; II - "O PROS PE CT O DEFI NI T I VO E S T ARÁ À DI S POS I ÇÃO DOS INVESTIDORES, DURANTE O PE RÍ ODO DE DISTRIBUIÇÃO". Art. 7º O pr os pecto e a publicação do anúncio de início da distribuição podem ser dispensados, a cr itér io da CVM, quando a quantidade de debêntures a s er distribuída for pouco s ignificativa, abrangendo um número r es tr ito de inves tidor es. DOS PRAZOS DE ANÁLISE Art. 8º O r egistro da distribuição pr es ume- s e apr ovado s e o pedido não for indeferido dentr o do pr azo de tr inta dias corridos após a s ua apresentação à CVM, mediante pr otocolo, e acompanhado da documentação exigida nos termos desta I ns trução. Art. 9º O pr azo pr evis to no ar tigo anter ior pode s er interrompido uma única vez, caso a CVM s olicite infor mações adicionais ou condicione a concessão do r egis tr o a modificações na documentação per tinente. Art. 10. Para o atendimento das eventuais exigências, é concedido pr azo não s uper ior a s essenta dias, a contar da data do r ecebimento da correspondência ex pedida pela CVM. DA DI VULGAÇÃO DA DI S T RI B UI ÇÃO Art. 11. A dis tr ibuição pública de debêntur es só pode s er iniciada após : I - a concessão do r egis tr o pela CVM; II - a publicação do anúncio de início de dis tr ibuição; III disponibilização do pr os pecto par a os investidores, ressalvado o dis pos to no ar t. 7º desta I ns trução; I V - o tér mino do pr azo concedido par a o r ecebimento de r es er vas de aquis ição, se admitidas. Art. 12. O anúncio de início da distribuição deve s er publicado pela emissora em jornal do local de s ua s ede, no mínimo uma vez, dele constando um resumo das informações existentes no pr os pecto, além de incluir, de for ma des tacada, os seguintes dizeres: " O RE GI S T RO DA DI S T RI B UI ÇÃO NA COMI SSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM OB JE T I VA S OMENT E GARANTIR O ACE SSO ÀS I NFORMAÇÕES PRESTADAS, NÃO S I GNI FI CANDO, POR PARTE DA CVM, GARANTIA DE VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES, NEM JULGAME NT O QUANT O À QUALI DADE DA COMPANHI A EMI SSORA OU SOBRE AS DEBÊNTURES, A S EREM DI S T RI B UÍ DAS." 13

14 DO MAT E RI AL PUBLICITÁRIO Art. 13. A utilização de qualquer texto publicitário par a ofer ta, anúncio ou promoção da distribuição da emissão depende de pr évio exame e aprovação da CVM. Parágrafo único. A CVM deve manifes tar - s e s obr e o mater ial publicitário no pr azo de dois dias úteis, findo o qual o mes mo s er á cons ider ado aprovado caso não haja manifestação da CVM. DAS INFORMAÇÕES PERIÓDICAS Art. 14. A emissora deve pr es tar à CVM e ao agente fiduciár io, até o 15º dia do mês subseqüente, informações versando s obr e a aquisição, a realização e a inadimplência dos créditos vinculados às debêntures. Parágrafo único. A emissora deve, ainda, comunicar à CVM e ao agente fiduciár io, ato ou fato r elevante, no mes mo dia de s ua divulgação pela imprensa. DAS RESPONSABILIDADE PELAS INFORMAÇÕES Art. 15. A emissora e a ins tituição líder da distribuição s ão r es pons áveis pela ver acidade e cons is tência das informações fornecidas ao mer cado durante o período de distribuição. Parágrafo único. O dispos to nes te ar tigo aplica-se ao líder da distribuição dur ante o pr azo de colocação das debêntures. DA S US PENS ÃO DA DI S T RI B UI ÇÃO Art. 16. A CVM pode s us pender a distribuição quando: I - for fraudulenta ou ilegal, ainda que tenha s ido obtido o r egis tr o; II - a ofer ta, o lançamento, a pr omoção ou a divulgação es tej am ocorrendo s em o devido r egis tr o, ou em condições diversas das previstas nesta I ns trução ou no r egis tr o, ou com informações falsas, dolosas ou substancialmente impr ecis as. Parágrafo único. A s us pens ão deve s er comunicada pela CVM às entidades participantes da distribuição, bem como deve s er dada ampla divulgação aos demais integrantes do mer cado de valor es mobiliários. DAS PENALIDADES Art. 17. Considera-se infr ação gr ave, para os efeitos do dis pos to no 3º do ar t. 11 da Lei nº 6.385/76, a r ealização de dis tr ibuição de debêntures: I - em condições diversas das constantes do r egis tr o ou desta I ns trução; II - sem o pr évio r egis tr o na CVM; III - em que as informações sejam falsas, dolosas, ou substancialmente impr ecis as. Art. 18. Constitui hipótese de infr ação de natur eza obj etiva, passível de apur ação mediante pr ocesso adminis tr ativo de r ito s umár io, a transgressão ao ar t. 14 desta I ns trução. Art. 19. São r es pons áveis pelo cumpr imento das normas da pr es ente I ns tr ução a emissora e os intermediários que par ticipar em da colocação. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 20. Esta I ns trução entr a em vigor na data de s ua publicação no Diár io Oficial da União. Original assinado por FRANCI S CO DA COS T A E SILVA Presidente T EXT O I NT E GRAL DA I NS T RUÇÃO CVM No 281, DE 4 DE JUNHO DE 1998, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA I NS T RUÇÃO CVM No 307, DE 7 DE MAIO DE Dispõe s obr e o r egis tr o de dis tr ibuição pública de debêntur es por companhias securitizadoras de cr éditos financeiros. O Pr es idente da Comissão de Valor es Mobiliários - CVM tor na público que o Colegiado, em reunião r ealizada nes ta data, tendo em vista o 14

15 disposto nos arts. 19 e 20 da Lei nº 6.385, de 7 de dezembr o de 1976 e nos arts. 1º, 1º, II, "a" e 5º da Res olução CMN nº 2.493, de 7 de maio de 1998, RESOLVEU baixar a s eguinte I ns tr ução: DA EMI SSÃO DAS DEBÊNTURES Art. 1o A companhia s ecur itizador a de cr éditos financeiros pode emitir, para distribuição pública, debêntures simples, nos termos da Res olução CMN no 2.493, de 7 de maio de 1998, observado o dis pos to nes ta I ns trução." (NR)* Art. 2º Somente pode s er objeto de dis tr ibuição pública debêntur es com valor nominal mínimo de R$ ,00 (trezentos mil reais) cada. DO RE GI S T RO DA DI S T RI B UI ÇÃO Art. 3º A emissora es tá dispens ada do r egis tr o de que tr ata o ar t. 21 da Lei nº 6.385/76, sendo obr igatór io, em qualquer caso, o r egis tr o da distribuição par a a colocação das debêntures junto ao público. Art. 4º O r egistro da distribuição deve s er requerido à CVM pela emissora, através de ins tituição integr ante do s is tema de dis tr ibuição de valores mobiliários. Art. 5º O r equer imento de r egis tr o, observado o dis pos to no ar t. 10 desta I ns trução, deve s er acompanhado dos seguintes documentos: I - exemplar da publicação da ata de Assembléia Ger al de cons tituição da companhia s ecur itizador a de cr éditos e exemplar da publicação do Estatuto S ocial atualizado, ambos devidamente ar quivados na Junta Comer cial da s ede da emissora; II - exemplar da publicação da ata de deliberação da emissão das debêntures; III - cópia da es cr itur a de emissão das debêntures; I V - cópia do contr ato de dis tr ibuição, dos subcontratos e, se for o cas o, do contr ato de gar antia de colocação; V - relação dos participantes do cons ór cio de lançamento, se houver, discriminando a quantidade de debêntur es atribuída a cada um; VI - minuta do pr os pecto pr eliminar da emissão; VII - minuta do anúncio de início da distribuição; VIII fac-símile do cer tificado da debêntur e, se não for escritural; I X fac-símile do boletim de s ubs cr ição; X cópia do contr ato de pr es tação de s er viços, firmado pela emissora e o banco mandatár io, se for o cas o; XI cópia do contr ato fir mado com a ins tituição financeir a depos itár ia das debêntures escriturais, se for o cas o; XII - cópia do contr ato de gar antia adicional da debêntur e, se houver. 1º Para o defer imento do r egis tr o da emissão, os documentos a que s e r efer em os incisos II e III deste ar tigo devem ser encaminhados à CVM após serem, respectivamente, arquivados na Junta Comer cial e r egis tr ados no Car tór io do Regis tr o de I móveis da s ede da emissora. 2º O pr os pecto definitivo deve s er encaminhado à CVM em três vias. DO PROS PECT O Art. 6º O pr os pecto é o documento que contém os dados básicos sobre a emissão, dele devendo cons tar, no mínimo: I - características principais das debêntures emitidas, consoante s ua es cr itur a de emissão, tais como quantidade, séries, valor nominal, remuneração, prazo de vencimento e outr as ; II - informações sobre os créditos vinculados à emissão, destacando: natureza, origem e idade dos créditos vinculados à emissão, indicando quais as instituições cedentes, suas áreas de atuação, e es pécies de operação das quais se or iginam os referidos créditos; existência ou não de coobr igação; avaliação, se houver, atribuída a cada uma das séries de debêntur es. III - informação es clar ecendo tr atar - s e de debêntur e com pagamento condicionado à liquidação dos créditos a ela vinculados. 1º O pr os pecto pode s er entregue aos investidores por meio eletr ônico. 15

16 2º É permitida a utilização do pr os pecto pr eliminar para r ecebimento de r es er vas de s ubs cr ição na fas e que anteceder o r egis tr o da emissão, devendo cons tar a car acter ização " Pr os pecto Pr eliminar", em sua capa, além de mencionar, expressamente, o s eguinte: I - "AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTA PUBLI CAÇÃO S E RÃO OB JE T O DE EXAME POR PARTE DA COMI SSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS CVM" ; II - "O PROS PE CT O DEFI NI T I VO E S T ARÁ À DI S POS I ÇÃO DOS INVESTIDORES, DURANTE O PE RÍ ODO DE DISTRIBUIÇÃO". Art. 7º O pr os pecto e a publicação do anúncio de início da distribuição podem ser dispensados, a cr itér io da CVM, quando a quantidade de debêntures a s er distribuída for pouco s ignificativa, abrangendo um número r es tr ito de inves tidor es. DOS PRAZOS DE ANÁLISE Art. 8º O r egistro da distribuição pr es ume- s e apr ovado s e o pedido não for indeferido dentr o do pr azo de tr inta dias corridos após a s ua apresentação à CVM, mediante pr otocolo, e acompanhado da documentação exigida nos termos desta I ns trução. Art. 9º O pr azo pr evis to no ar tigo anter ior pode s er interrompido uma única vez, caso a CVM s olicite infor mações adicionais ou condicione a concessão do r egis tr o a modificações na documentação per tinente. Art. 10. Para o atendimento das eventuais exigências, é concedido pr azo não s uper ior a s essenta dias, a contar da data do r ecebimento da correspondência ex pedida pela CVM. DA DI VULGAÇÃO DA DI S T RI B UI ÇÃO Art. 11. A dis tr ibuição pública de debêntur es só pode s er iniciada após : I - a concessão do r egis tr o pela CVM; II - a publicação do anúncio de início de dis tr ibuição; III disponibilização do pr os pecto par a os investidores, ressalvado o dis pos to no ar t. 7º desta I ns trução; I V - o tér mino do pr azo concedido par a o r ecebimento de r es er vas de aquis ição, se admitidas. Art. 12. O anúncio de início da distribuição deve s er publicado pela emissora em jornal do local de s ua s ede, no mínimo uma vez, dele constando um resumo das informações existentes no pr os pecto, além de incluir, de for ma des tacada, os seguintes dizeres: " O RE GI S T RO DA DI S T RI B UI ÇÃO NA COMI SSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM OB JE T I VA S OMENT E GARANTIR O ACE SSO ÀS I NFORMAÇÕES PRESTADAS, NÃO S I GNI FI CANDO, POR PARTE DA CVM, GARANTIA DE VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES, NEM JULGAME NT O QUANT O À QUALI DADE DA COMPANHI A EMI SSORA OU SOBRE AS DEBÊNTURES, A S EREM DI S T RI B UÍ DAS." DO MAT E RI AL PUBLICITÁRIO Art. 13. A utilização de qualquer texto publicitário par a ofer ta, anúncio ou promoção da distribuição da emissão depende de pr évio exame e aprovação da CVM. Parágrafo único. A CVM deve manifes tar - s e s obr e o mater ial publicitário no pr azo de dois dias úteis, findo o qual o mes mo s er á cons ider ado aprovado caso não haja manifestação da CVM. DAS INFORMAÇÕES PERIÓDICAS Art. 14. A emissora deve pr es tar à CVM e ao agente fiduciár io, até o 15º dia do mês subseqüente, informações versando s obr e a aquisição, a realização e a inadimplência dos créditos vinculados às debêntures. Parágrafo único. A emissora deve, ainda, comunicar à CVM e ao agente fiduciár io, ato ou fato r elevante, no mes mo dia de s ua divulgação pela imprensa. DAS RESPONSABILIDADE PELAS INFORMAÇÕES Art. 15. A emissora e a ins tituição líder da distribuição s ão r es pons áveis pela ver acidade e cons is tência das informações fornecidas ao mer cado durante o período de distribuição. Parágrafo único. O dispos to nes te ar tigo aplica-se ao líder da distribuição dur ante o pr azo de colocação das debêntures. 16

17 DA S US PENS ÃO DA DI S T RI B UI ÇÃO Art. 16. A CVM pode s us pender a distribuição quando: I - for fraudulenta ou ilegal, ainda que tenha s ido obtido o r egis tr o; II - a ofer ta, o lançamento, a pr omoção ou a divulgação es tej am ocorrendo s em o devido r egis tr o, ou em condições diversas das previstas nesta I ns trução ou no r egis tr o, ou com informações falsas, dolosas ou substancialmente impr ecis as. Parágrafo único. A s us pens ão deve s er comunicada pela CVM às entidades participantes da distribuição, bem como deve s er dada ampla divulgação aos demais integrantes do mer cado de valor es mobiliários. DAS PENALIDADES Art. 17. Considera-se infr ação gr ave, para os efeitos do dis pos to no 3º do ar t. 11 da Lei nº 6.385/76, a r ealização de dis tr ibuição de debêntures: I - em condições diversas das constantes do r egis tr o ou desta I ns trução; II - sem o pr évio r egis tr o na CVM; III - em que as informações sejam falsas, dolosas, ou substancialmente impr ecis as. Art. 18. Constitui hipótese de infr ação de natur eza obj etiva, passível de apur ação mediante pr ocesso adminis tr ativo de r ito s umár io, a transgressão ao ar t. 14 desta I ns trução. Art. 19. São r es pons áveis pelo cumpr imento das normas da pr es ente I ns tr ução a emissora e os intermediários que par ticipar em da colocação. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 20. Esta I ns trução entr a em vigor na data de s ua publicação no Diár io Oficial da União. FRANCI S CO DA COS T A E SILVA Pr es idente (NR)* = nova r edação dada pela I ns trução CVM Nº 307, de 7 de maio de

18 ANEXO 4: ESQUEMA GERAL DA SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS 18

DA EMISSÃO DAS DEBÊNTURES. Artigo com redação dada pela Instrução CVM nº 307, de 7 de maio de 1999

DA EMISSÃO DAS DEBÊNTURES. Artigo com redação dada pela Instrução CVM nº 307, de 7 de maio de 1999 TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 281, DE 4 DE JUNHO DE 1998, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM N os 307/99 E 480/09. Dispõe sobre o registro de distribuição pública de debêntures por

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 356, de 17 de dezembro de 2001 e da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,

Leia mais

CONDIÇÕES DO AUMENTO. I - se o aumento será mediante subscrição pública ou particular;

CONDIÇÕES DO AUMENTO. I - se o aumento será mediante subscrição pública ou particular; TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 13, DE 30 DE SETEMBRO DE 1980, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM N o 370/2002. Dispõe acerca de aumento de capital por subscrição de ações e registro

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities IV CNPJ/MF Nº 20.265.

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities IV CNPJ/MF Nº 20.265. ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities IV CNPJ/MF Nº 20.265.434/0001-20 VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT D.T.V.M. LTDA. ( Administrador

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities II CNPJ/MF: 10.348.

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities II CNPJ/MF: 10.348. ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities II CNPJ/MF: 10.348.185/0001-83 VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT DTVM LTDA. ( Administrador

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES PROGRESSO. no montante total de até

FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES PROGRESSO. no montante total de até UBS PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM comunica o início da distribuição, de até 240 (duzentas e quarenta) cotas, escriturais, com valor inicial de R$1.000.000,00 (um milhão de reais), de emissão do

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 414, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 443/06, 446/06 E 480/09.

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 414, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 443/06, 446/06 E 480/09. TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 414, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 443/06, 446/06 E 480/09. Dispõe sobre o registro de companhia aberta para companhias

Leia mais

Resolução nº 3.305/2005 2/8/2005 RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.305, DE 29 DE JULHO DE 2005 DOU 02.08.2005

Resolução nº 3.305/2005 2/8/2005 RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.305, DE 29 DE JULHO DE 2005 DOU 02.08.2005 Resolução nº 3.305/2005 2/8/2005 RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.305, DE 29 DE JULHO DE 2005 DOU 02.08.2005 Altera a Resolução 3.121, de 2003, que estabelece as diretrizes pertinentes à aplicação dos recursos dos

Leia mais

Renda Fixa Privada Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios FIDC. Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios FIDC

Renda Fixa Privada Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios FIDC. Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios FIDC Renda Fixa Privada Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC Uma alternativa de investimento atrelada aos créditos das empresas O produto O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios

Leia mais

REGULAMENTO DE REGISTRO DE EMISSORES E DE VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I REGISTRO PARA NEGOCIAÇÃO EM BOLSA SEÇÃO I REGISTRO DE COMPANHIAS ABERTAS

REGULAMENTO DE REGISTRO DE EMISSORES E DE VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I REGISTRO PARA NEGOCIAÇÃO EM BOLSA SEÇÃO I REGISTRO DE COMPANHIAS ABERTAS REGULAMENTO DE REGISTRO DE EMISSORES E DE VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I REGISTRO PARA NEGOCIAÇÃO EM BOLSA SEÇÃO I REGISTRO DE COMPANHIAS ABERTAS Artigo 1º O Diretor Presidente poderá conceder o registro

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 Apresentamos a seguir um resumo dos principais pontos da Instrução da Comissão de

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06 TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N os 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06. Dispõe sobre a Constituição de funcionamento de Clubes

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 226, DE 2010.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 226, DE 2010. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 226, DE 2010. Dispõe sobre os critérios para a realização de investimentos pelas sociedades seguradoras, resseguradores locais,

Leia mais

Operações de Recebíveis de Royalties de Petróleo II

Operações de Recebíveis de Royalties de Petróleo II 2014 Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro Operações de Recebíveis de Royalties de Petróleo II Nota Técnica 14 Nota Técnica nº 14 Operações de Recebíveis de Royalties de

Leia mais

Art. 2º Fica alterado o art. 1º da Resolução 3.042, de 28 de novembro de 2002, que passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 2º Fica alterado o art. 1º da Resolução 3.042, de 28 de novembro de 2002, que passa a vigorar com a seguinte redação: RESOLUCAO 3.308 --------------- Altera as normas que disciplinam a aplicação dos recursos das reservas, das provisões e dos fundos das sociedades seguradoras, das sociedades de capitalização e das entidades

Leia mais

R e s o l u ç ã o. B a n c o C e n t r a l d o B r a s i l

R e s o l u ç ã o. B a n c o C e n t r a l d o B r a s i l R e s o l u ç ã o 3 7 9 0 B a n c o C e n t r a l d o B r a s i l S u m á r i o SEÇÃO I: DA ALOCAÇÃO DOS RECURSOS E DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS... 1 Subseção I: Da Alocação dos Recursos... 1 Subseção

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DE CLUBE DE INVESTIMENTO GRUPOINVEST

ESTATUTO SOCIAL DE CLUBE DE INVESTIMENTO GRUPOINVEST ESTATUTO SOCIAL DE CLUBE DE INVESTIMENTO GRUPOINVEST I - Denominação e Objetivo Artigo 1º - O Clube de Investimento GRUPOINVEST, doravante designado simplesmente Clube constituído por número limitado de

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 554, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 564/15.

INSTRUÇÃO CVM Nº 554, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 564/15. INSTRUÇÃO CVM Nº 554, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 564/15. Inclui, revoga e altera dispositivos na Instrução CVM nº 155, de 7 de agosto de 1991, na Instrução

Leia mais

FUNDOS DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS FIDC

FUNDOS DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS FIDC I Curso de Férias do Grupo de Estudos de Direito Empresarial - Direito UFMG EM DIREITOS CREDITÓRIOS FIDC Evaristo Dumont de Lucena Pereira epereira@machadomeyer.com.br Patrocinadores: 2 QUE BICHO É ESSE?????

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO BLUE STAR

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO BLUE STAR 1 ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO BLUE STAR I - Denominação e Objetivo Artigo 1º - O CLUBE DE INVESTIMENTO BLUE STAR constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação

Leia mais

ÍNDICE. Definições... 5 Resumo das Características da Oferta... 7 2. INFORMAÇÕES SOBRE OS ADMINISTRADORES, CONSULTORES E AUDITORES

ÍNDICE. Definições... 5 Resumo das Características da Oferta... 7 2. INFORMAÇÕES SOBRE OS ADMINISTRADORES, CONSULTORES E AUDITORES ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO Definições... 5 Resumo das Características da Oferta... 7 2. INFORMAÇÕES SOBRE OS ADMINISTRADORES, CONSULTORES E AUDITORES Administradores da Emissora... 13 Coordenador Líder... 13

Leia mais

IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL

IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL I - DENOMINAÇÃO E OBJETIVO Artigo 1 - O IC Clube de Investimento é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a

Leia mais

REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO

REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO CAPÍTULO I - DO FUNDO Artigo 1º - O ALFAPREV RF PRIVATE - Fundo de Investimento

Leia mais

Anúncio de Início da Distribuição Pública de Cotas da Primeira Emissão do

Anúncio de Início da Distribuição Pública de Cotas da Primeira Emissão do Anúncio de Início da Distribuição Pública de Cotas da Primeira Emissão do COGITU FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF n.º 18.653.262/0001-10 Código ISIN das Cotas: BRCGTUCTF009 ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 8ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF Nº 10.347.

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 8ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF Nº 10.347. ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 8ª EMISSÃO DE COTAS DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF Nº 10.347.505/0001-80 VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT D.T.V.M. LTDA. ( Administrador

Leia mais

Letras Financeiras - LF

Letras Financeiras - LF Renda Fixa Privada Letras Financeiras - LF Letra Financeira Captação de recursos de longo prazo com melhor rentabilidade O produto A Letra Financeira (LF) é um título de renda fixa emitido por instituições

Leia mais

Documento normativo revogado pela Resolução 790, de 11/01/1983.

Documento normativo revogado pela Resolução 790, de 11/01/1983. 1 RESOLUÇÃO Nº 519 Documento normativo revogado pela Resolução 790, de 11/01/1983. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL,

Leia mais

ANEXO A. Informe Mensal

ANEXO A. Informe Mensal ANEXO A Informe Mensal Competência: MM/AAAA Administrador: Tipo de Condomínio: Fundo Exclusivo: Todos os Cotistas Vinculados por Interesse Único e Indissociável? Aberto/Fechado Sim/Não Sim/Não ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF: 10.347.505/0001-80

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF: 10.347.505/0001-80 ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF: 10.347.505/0001-80 VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT DTVM LTDA. ( Administrador ), comunica o início da distribuição

Leia mais

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO 1ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários Séries: 95ª e 96ª Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2009 BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições

RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições financeiras que especifica. O Banco Central do Brasil,

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DE COTAS SENIORES DO FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS LAVORO III. CNPJ/MF nº 20.256.

ANÚNCIO DE INÍCIO DA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DE COTAS SENIORES DO FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS LAVORO III. CNPJ/MF nº 20.256. O presente programa foi preparado com as informações necessárias ao atendimento das disposições do código ANBIMA de regulação e melhores práticas para os fundos de investimento, bem como das normas emanadas

Leia mais

AS NOVAS REGRAS DE REGISTRO DE EMISSORES DE VALORES MOBILIÁRIOS NO MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO

AS NOVAS REGRAS DE REGISTRO DE EMISSORES DE VALORES MOBILIÁRIOS NO MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Conjuntura Walter Douglas Stuber Sócio Fundador de Walter Stuber Consultoria Jurídica, atuando como advogado especializado em direito empresarial, societário, financeiro

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS I DENOMINAÇÃO E OBJETIVO ARTIGO 1º - O CLUBE DE INVESTIMENTO FIDUS constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS 28/10/2014 - IBCPF

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS 28/10/2014 - IBCPF SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS 28/10/2014 - IBCPF Conceito 1 Conceito Integração dos mercados imobiliário e de capitais, de modo a permitir a captação de recursos necessários para o desenvolvimento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.668, DE 25 DE JUNHO DE 1993. Dispõe sobre a constituição e o regime tributário dos Fundos de Investimento Imobiliário e dá

Leia mais

VERAX RPW MICROFINANÇAS FIDC ABERTO. Rating. Fundo de Investimento em Direitos Creditórios FUNDAMENTOS DO RATING

VERAX RPW MICROFINANÇAS FIDC ABERTO. Rating. Fundo de Investimento em Direitos Creditórios FUNDAMENTOS DO RATING Relatório Analítico Rating A- As cotas do FIDC encontram-se suportadas por uma carteira de recebíveis com inadimplência muito baixa, a qual garante margem de cobertura muito boa para o pagamento do principal,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO INVESTIDORES DE PERNAMBUCO

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO INVESTIDORES DE PERNAMBUCO ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO INVESTIDORES DE PERNAMBUCO I - Denominação e Objetivo Artigo 1º - O CLUBE DE INVESTIMENTO INVESTIDORES DE PERNAMBUCO, constituído por número limitado de membros

Leia mais

a) mercados de derivativos, tais como, exemplificativamente, índices de ações, índices de preços, câmbio (moedas), juros;

a) mercados de derivativos, tais como, exemplificativamente, índices de ações, índices de preços, câmbio (moedas), juros; CREDIT SUISSE HEDGINGGRIFFO 1. Públicoalvo LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG EQUITY HEDGE LEVANTE FUNDO DE INVESTIMENTO

Leia mais

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL JANEO 2013 INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL MEDIDA PROVISÓRIA 601/2012: BENEFÍCIOS FISCAIS DE FIDCS DE PROJETOS DE INVESTIMENTO (INCLUSIVE INFRAESTRUTURA) A. Introdução 1. A fim de aprimorar os

Leia mais

FUNDOS DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS

FUNDOS DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS I Curso de Férias do Grupo de Estudos de Direito Empresarial - Direito UFMG S IMOBILIÁRIOS Luis Fellipe Maia Advogado Formado pela UFMG Sócio da Vivá Capital Membro do Conselho Diretor da Júnior Achievement/MG

Leia mais

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010 Fundos de Investimento Imobiliário 09 de abril de 2010 Introdução Histórico No Brasil, os fundos imobiliários foram inspirados nos Real Estate Investment Trusts americanos, tendo sido constituídos na forma

Leia mais

BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 CVM 02090-7

BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 CVM 02090-7 BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 CVM 02090-7 MATERIAL PARA A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP, A

Leia mais

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Renda Fixa Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Cédula de Crédito Imobiliário Instrumento que facilita a negociabilidade e a portabilidade do crédito imobiliário

Leia mais

3.3.2.2. O objetivo do FRONT é proporcionar ganhos de capital de longo prazo aos seus cotistas, através de um portfolio diversificado de aplicações.

3.3.2.2. O objetivo do FRONT é proporcionar ganhos de capital de longo prazo aos seus cotistas, através de um portfolio diversificado de aplicações. 1. Públicoalvo LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG GLOBAL CURRENCIES HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE A NOVA RESOLUÇÃO 4.392, DE 19 DE

CONSIDERAÇÕES SOBRE A NOVA RESOLUÇÃO 4.392, DE 19 DE 1. CONSIDERÇÕES SOBRE NOV RESOLUÇÃO 4.392, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2014 Conforme o artigo 1º, as alterações se dão nos artigos. 7º, 13, 14, 22 e 23 da Resolução nº 3.922, de 25 de novembro. Temos deste modo,

Leia mais

III - royalties, serviços técnicos e assemelhados, arrendamento mercantil operacional externo, aluguel e afretamento;

III - royalties, serviços técnicos e assemelhados, arrendamento mercantil operacional externo, aluguel e afretamento; RESOLUCAO 3.844 --------------- Dispõe sobre o capital estrangeiro no País e seu registro no Banco Central do Brasil, e dá outras providências. O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº

Leia mais

RESOLUÇÃO 3.922 -------------------------

RESOLUÇÃO 3.922 ------------------------- RESOLUÇÃO 3.922 ------------------------- Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. O Banco Central

Leia mais

Material Explicativo sobre FIC-FIDC e FIDC

Material Explicativo sobre FIC-FIDC e FIDC Material Explicativo sobre 1. Definições Gerais Os Fundos de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIC-FIDC) são aqueles que investem pelo menos 95% de seu patrimônio

Leia mais

Informa vo Dascam 020-09 de outubro de 2014

Informa vo Dascam 020-09 de outubro de 2014 Governo promove alterações nas regras do IOF O governo federal publicou nesta quarta-feira, 08, no Diário Oficial da União (DOU) o Decreto nº 8.325, que altera a regulamentação do Imposto Sobre Operações

Leia mais

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS - O QUE TEM DE ATRATIVO?

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS - O QUE TEM DE ATRATIVO? SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS - O QUE TEM DE ATRATIVO? Tiziane Machado(*) Antes de iniciarmos uma discussão sobre securitização é importante definirmos o termo: Securitização é um processo através do qual

Leia mais

Regulamento do Bradesco - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento - Golden Profit - Conservador Capítulo I - Do Fundo

Regulamento do Bradesco - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento - Golden Profit - Conservador Capítulo I - Do Fundo Regulamento do Bradesco - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento - Golden Profit - Conservador Capítulo I - Do Fundo Artigo 1º) O Bradesco - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986.

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. Regulamenta a concessão de financiamento para compra de ações pelas Sociedades Corretoras e Distribuidoras. O Presidente da Comissão de Valores Mobiliários

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM I Denominação e Objetivo Artigo 1º O Clube de Investimento PLATINUM é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI.

Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS 1. Público-alvo dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG VERDE FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO.

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DAS COTAS DO GIF I - FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF: 08.872.941/0001-27

ANÚNCIO DE INÍCIO DA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DAS COTAS DO GIF I - FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF: 08.872.941/0001-27 ANÚNCIO DE INÍCIO DA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DAS COTAS DO GIF I - FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF: 08.872.941/0001-27 BEM DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. comunica o início

Leia mais

R E S O L V E U: Art. 2. A sociedade corretora tem por objeto social:

R E S O L V E U: Art. 2. A sociedade corretora tem por objeto social: RESOLUCAO 1.655 --------------- O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do artigo 9. da Lei n. 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 25.10.89, tendo em

Leia mais

REF.: RELATÓRIO TRIMESTRAL DO MARTINS FIDC (CNPJ: 07.162.400/0001-42) - PERÍODO ENCERRADO EM 30/06/2014.

REF.: RELATÓRIO TRIMESTRAL DO MARTINS FIDC (CNPJ: 07.162.400/0001-42) - PERÍODO ENCERRADO EM 30/06/2014. São Paulo, 15 de agosto de 2014. À Comissão de es Mobiliários ( CVM ) Gerência de Acompanhamento de Fundos Estruturados - GIE Rua Sete de Setembro, 111 30º andar. 20159-900 - Rio de Janeiro - RJ REF.:

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN n.º xx, de xx de xxxx de 2003.

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN n.º xx, de xx de xxxx de 2003. Página 1 de 9 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN n.º xx, de xx de xxxx de 2003. Dispõe sobre a diversificação dos ativos das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde para aceitação como garantidores e altera

Leia mais

Manual para Registro de Fundos de Investimento Imobiliários na ANBIMA

Manual para Registro de Fundos de Investimento Imobiliários na ANBIMA Manual para Registro de Fundos de Investimento Imobiliários na ANBIMA ANBIMA Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais 30/09/2015 INTRODUÇÃO O presente Manual de Registro

Leia mais

Anúncio de Início da Oferta Pública de Distribuição de cotas do ÁQUILLA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII

Anúncio de Início da Oferta Pública de Distribuição de cotas do ÁQUILLA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII Anúncio de Início da Oferta Pública de Distribuição de cotas do ÁQUILLA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII CNPJ/MF nº 13.555.918/0001-49 Foco Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.,

Leia mais

GÁVEA FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

GÁVEA FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII Emissor Gávea Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. CNPJ/MF nº 07.25.654/0001-76 Av. Ataulfo de Paiva 1100, 7º andar (parte) CEP 22440-035, Rio de Janeiro, RJ, Brasil GÁVEA FUNDO DE FUNDOS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 351. Paulo H. Pereira Lira Presidente. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

RESOLUÇÃO Nº 351. Paulo H. Pereira Lira Presidente. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. RESOLUÇÃO Nº 351 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 12 de novembro de 1975,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria Colegiada

MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria Colegiada MINISTÉRIO DA SAÚDE 1 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria Colegiada RESOLUÇÃO NORMATIVA-RN Nº 67, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2004 (*) Dispõe sobre a diversificação dos ativos das Operadoras de Planos

Leia mais

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO 1ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários Séries: 95ª e 96ª Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2011 BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.655 R E S O L V E U:

RESOLUÇÃO Nº 1.655 R E S O L V E U: 1 RESOLUÇÃO Nº 1.655 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do artigo 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 25.10.89, tendo em vista o disposto

Leia mais

BAN CO DO BRASIL. Atualizada 19/01/2011 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 1

BAN CO DO BRASIL. Atualizada 19/01/2011 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 1 41. (CAIXA/2010) Compete à Comissão de Valores Mobiliários CVM disciplinar as seguintes matérias: I. registro de companhias abertas. II. execução da política monetária. III. registro e fiscalização de

Leia mais

SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO - FGTS CARTEIRA LIVRE

SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO - FGTS CARTEIRA LIVRE SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO - FGTS CARTEIRA LIVRE REGULAMENTO CAPÍTULO I - DO FUNDO Artigo 1º - O SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO -- FGTS CARTEIRA LIVRE, doravante designado abreviadamente

Leia mais

Concurso 2011. Prof. Cid Roberto. As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados. prof.bancario@gmail.com

Concurso 2011. Prof. Cid Roberto. As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados. prof.bancario@gmail.com Concurso 2011 Prof. Cid Roberto prof.bancario@gmail.com Bolsa de Valores As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados. Comunidade Conhecimentos Bancários (orkut) 8ª aula Início da

Leia mais

COMUNICADO AO MERCADO DE ENCERRAMENTO DA PRIMEIRA LIQUIDAÇÃO DAS COTAS REMANESCENTES DA 4ª (QUARTA) EMISSÃO DO

COMUNICADO AO MERCADO DE ENCERRAMENTO DA PRIMEIRA LIQUIDAÇÃO DAS COTAS REMANESCENTES DA 4ª (QUARTA) EMISSÃO DO COMUNICADO AO MERCADO DE ENCERRAMENTO DA PRIMEIRA LIQUIDAÇÃO DAS COTAS REMANESCENTES DA 4ª (QUARTA) EMISSÃO DO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RIO BRAVO RENDA CORPORATIVA CNPJ/MF n.º 03.683.056/0001-86

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTOS IMPACTO

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTOS IMPACTO ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTOS IMPACTO I Denominação e Objetivo Artigo 1º - O Clube de Investimento IMPACTO constituído por número limitado de membros que tem por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.005 de 30 de julho de 2002.

RESOLUÇÃO Nº 3.005 de 30 de julho de 2002. RESOLUÇÃO Nº 3.005 de 30 de julho de 2002. Dispõe sobre o direcionamento dos recursos captados em depósitos de poupança pelas entidades integrantes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Leia mais

BARIGUI SECURITIZADORA S.A.

BARIGUI SECURITIZADORA S.A. BARIGUI SECURITIZADORA S.A. 1ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários Série: 4ª Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2014 BARIGUI SECURITIZADORA S.A. 1ª Emissão de Certificados

Leia mais

Julho/2008. O Que São Debêntures

Julho/2008. O Que São Debêntures Julho/2008 O Que São Debêntures As debêntures são títulos que se ajustam perfeitamente às necessidades de captação das empresas. Graças a sua flexibilidade, transformaram-se no mais importante instrumento

Leia mais

Prezado(a) Associado(a),

Prezado(a) Associado(a), Prezado(a) Associado(a), Abaixo, os itens do Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para Fundos de Investimento para considerações e comentários V.Sas. A minuta trata de três mudanças, grifadas

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.330. Art. 2º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

CIRCULAR Nº 3.330. Art. 2º Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. CIRCULAR Nº 3.330 Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI). A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão extraordinária realizada em 27 de outubro de 2006,com

Leia mais

REIT SECURITIZADORA DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS S.A. (Prata Forte) 3º Série da 2ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários

REIT SECURITIZADORA DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS S.A. (Prata Forte) 3º Série da 2ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários REIT SECURITIZADORA DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS S.A. (Prata Forte) 3º Série da 2ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários ÍNDICE CARACTERÍSTICAS DOS CRI s... 3 CARACTERIZAÇÃO DA EMISSORA... 3

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1748. Documento normativo revogado pela Resolução 2682, de 21/12/1999, a partir de 01/03/2000.

RESOLUÇÃO Nº 1748. Documento normativo revogado pela Resolução 2682, de 21/12/1999, a partir de 01/03/2000. RESOLUÇÃO Nº 1748 01/03/2000. Documento normativo revogado pela Resolução 2682, de 21/12/1999, a partir de Altera e consolida critérios para inscrição de valores nas contas de créditos em liquidação e

Leia mais

CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA DE SECURITIZAÇÃO

CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA DE SECURITIZAÇÃO CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA DE SECURITIZAÇÃO 2ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários Série: 153ª Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2013 CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA

Leia mais

RESOLUÇÃO N 2519. Art. 1º Alterar o art. 11 do Regulamento anexo à Resolução nº 1.980, de 30.04.93, que passa a vigorar com a seguinte redação:

RESOLUÇÃO N 2519. Art. 1º Alterar o art. 11 do Regulamento anexo à Resolução nº 1.980, de 30.04.93, que passa a vigorar com a seguinte redação: RESOLUÇÃO N 2519 Documento normativo revogado pela Resolução 3.005, de 30/07/2002. Dispõe sobre o direcionamento dos recursos captados em depósitos de poupança pelas entidades integrantes do Sistema Brasileiro

Leia mais

Mercado de Capitais. mecanismos para acesso a recursos para investimento. micro e pequena empresa

Mercado de Capitais. mecanismos para acesso a recursos para investimento. micro e pequena empresa Mercado de Capitais mecanismos para acesso a recursos para investimento micro e pequena empresa A) APRESENTAÇÃO: Todo empreendedor reconhece, no dia a dia, o papel central de encontrar o adequado financiamento

Leia mais

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO. 206ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO. 206ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO 206ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2013 Rio de Janeiro, 30 de Abril de

Leia mais

Julho/2008. Abertura de Capital e Emissão de Debêntures

Julho/2008. Abertura de Capital e Emissão de Debêntures Julho/2008 Abertura de Capital e Emissão de Debêntures Principal instrumento de captação de recursos de médio e longo prazos, a debênture representa para muitas companhias a porta de entrada no mercado

Leia mais

GAIA SECURITIZADORA S.A 5ª Emissão de CRI 33º série

GAIA SECURITIZADORA S.A 5ª Emissão de CRI 33º série GAIA SECURITIZADORA S.A 5ª Emissão de CRI 33º série ÍNDICE CARACTERIZAÇÃO DA EMISSORA...3 CARACTERÍSTICAS DOS CERTIFICADOS...3 DESTINAÇÃO DE RECURSOS...5 FUNDO RESERVA...5 ASSEMBLÉIAS DOS TITULARES DOS

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DAYCOVAL RENDA ITAPLAN CNPJ/MF N.º 10.456.810/0001-00

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DAYCOVAL RENDA ITAPLAN CNPJ/MF N.º 10.456.810/0001-00 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DAYCOVAL RENDA ITAPLAN CNPJ/MF N.º 10.456.810/0001-00 ATA DE ASSEMBLEIA GERAL DE COTISTAS REALIZADA EM 04 DE MAIO DE 2012 I. Data, Hora e Local da Reunião: Aos 03 de maio,

Leia mais

Material Explicativo sobre Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI)

Material Explicativo sobre Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) Material Explicativo sobre (CRI) 1. Definições Gerais Os Certificados de Recebíveis são títulos lastreados em créditos imobiliários, representativos de parcelas de um direito creditório. O ativo permite

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais

REGULAMENTO DO DAYCOVAL RENDA FIXA FUNDO DE INVESTIMENTO CAPÍTULO I - DO FUNDO

REGULAMENTO DO DAYCOVAL RENDA FIXA FUNDO DE INVESTIMENTO CAPÍTULO I - DO FUNDO REGULAMENTO DO DAYCOVAL RENDA FIXA FUNDO DE INVESTIMENTO CAPÍTULO I - DO FUNDO Artigo 1º - O DAYCOVAL RENDA FIXA FUNDO DE INVESTIMENTO, doravante designado, abreviadamente, FUNDO, constituído sob a forma

Leia mais

Art. 2º A aquisição, de modo direto ou indireto, de ações de emissão da companhia, para permanência em tesouraria ou cancelamento, é vedada quando:

Art. 2º A aquisição, de modo direto ou indireto, de ações de emissão da companhia, para permanência em tesouraria ou cancelamento, é vedada quando: TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 10, DE 14 DE FEVEREIRO DE 1980, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 268, DE 13 DE NOVEMBRO DE 1997 E Nº 390, DE 8 DE JULHO DE 2003. Dispõe sobre a

Leia mais

Cap. V Produtos Financeiros

Cap. V Produtos Financeiros 5.1 CDB/RDB Cap. V Produtos Financeiros Prof. Uérito Cruz Um banco anuncia pagar 22,6% a.a. para aplicação em CDB de sua emissão. É projetada uma inflação de 7,2% a.a. e o mercado trabalha como taxa referencial

Leia mais

Apostila Mercado de Capitais Uninove. Parte VIII Os Títulos do Mercado de Capitais Os Títulos de Divida

Apostila Mercado de Capitais Uninove. Parte VIII Os Títulos do Mercado de Capitais Os Títulos de Divida Apostila Mercado de Capitais Uninove Parte VIII Os Títulos do Mercado de Capitais Os Títulos de Divida Titulos de Divida Debentures 2 O que são Debêntures? Debêntures são títulos emitidos por sociedades

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 20 DAS SOCIEDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO CAPÍTULO I CARACTERÍSTICAS, CONSTITUIÇÃO E AUTORIZAÇÃO

RESOLUÇÃO Nº 20 DAS SOCIEDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO CAPÍTULO I CARACTERÍSTICAS, CONSTITUIÇÃO E AUTORIZAÇÃO 1 RESOLUÇÃO Nº 20 Documento normativo revogado pela Resolução 2735, de 28/06/2000. O BANCO CENTRAL DA REPÚBLICA DO BRASIL, na forma da deliberação do Conselho Monetário Nacional, em sessão de 28.2.66,

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas;

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas; CIRCULAR Nº 3.477 Dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), de que trata a Resolução nº 3.490, de 29 de agosto de 2007, e à adequação

Leia mais