IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA FUZZY DE MAMDANI USANDO COMO FERRAMENTA O VISUAL BASIC FOR APPLICATION NO EXCEL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA FUZZY DE MAMDANI USANDO COMO FERRAMENTA O VISUAL BASIC FOR APPLICATION NO EXCEL"

Transcrição

1 FACULDADE DE ECONOMIA E FINANÇAS IBMEC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO PROFISSIONALIZANTE EM ADMINISTRAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA FUZZY DE MAMDANI USANDO COMO FERRAMENTA O VISUAL BASIC FOR APPLICATION NO EXCEL DANIELA CARUNCHO DE MELO ORIENTADORA: MARIA AUGUSTA SOARES MACHADO Rio de Janeiro, 28 de abril de 2009.

2 IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA FUZZY DE MAMDANI USANDO COMO FERRAMENTA O VISUAL BASIC FOR APPLICATION NO EXCEL DANIELA CARUNCHO DE MELO Dissertação apresentada ao curso de Mestrado Profissionalizante em Administração como requisito parcial para obtenção do Grau de Mestre em Administração. Área de Concentração: Administração Geral ORIENTADOR: MARIA AUGUSTA SOARES MACHADO Rio de Janeiro, 28 de abril de 2009.

3 IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA FUZZY DE MAMDANI USANDO COMO FERRAMENTA O VISUAL BASIC FOR APPLICATION NO EXCEL DANIELA CARUNCHO DE MELO Dissertação apresentada ao curso de Mestrado Profissionalizante em Administração como requisito parcial para obtenção do Grau de Mestre em Administração. Área de Concentração: Administração Geral Avaliação: BANCA EXAMINADORA: Profª. Drª. Maria Augusta Soares Machado Orientadora Instituição: Faculdades Ibmec Veris Educacional Profº. Drº. Edson José Dalto Instituição: Faculdades Ibmec Veris Educacional Profº. Drº. Mihail Lermontov Instituição: Universidade Federal Fluminense - UFF Rio de Janeiro, 28 de abril de 2009.

4 FICHA CATALOGRÁFICA:

5 DEDICATÓRIA Dedico esse trabalho a meu pai Carlos Alberto Vieira de Melo (in memorian), que mesmo sem saber ao certo o que eu estava estudando, sempre me apoiou ao longo da minha vida acadêmica. A minha família que sempre foi o meu campo de concentração e a minha base. Ao meu namorado pelo apoio, paciência, companheirismo e solidariedade demonstrada ao longo desse trabalho. v

6 AGRADECIMENTOS Não, não é simplesmente agradecer o que quero. Quero trazer para dentro do meu texto aqueles que já o percorrem nas entrelinhas. E não só aos que me ajudaram efetivamente na construção dessa Dissertação, mas aos amigos e colegas que partilharam comigo idéias, que me trouxeram pérolas poéticas, que construíram frases espirituosas. Creio que nunca realizamos um trabalho, sem contarmos com a ajuda de algumas pessoas ao longo de todo o caminho. A ajuda por vezes, vem através de idéias, compreensão, conselhos, sorriso ou até mesmo com o silêncio. Agradeço a Deus pelo dom da vida, por demonstrar a sua presença, mesmo quando eu não o procuro. Por tudo o que eu tenho recebido, por ter sido guiada sempre para o caminho do bem. Por eu ser feliz e por me sentir abençoada. Agradeço ao meu pai Carlos Alberto Vieira de Melo (in memorian), e minha mãe Dora Caruncho de Melo, pela educação que me deram, por terem me inserido nos estudos, por fazerem com que eu acreditasse que tudo na vida precisa de uma pitada de fé, esforço e otimismo. Sei que sou parte de vocês. Agradeço aos meus irmãos Debora, Doralice e Daniel. Por rezarem por mim ao longo desses anos, por acreditarem que dias melhores virão, por me fazerem dar gargalhadas, pelo ombro amigo, pela palavra de conforto e pelo otimismo de sempre. A Debora por me emprestar a sua serenidade e fé todas as vezes em que foi solicitada e por ter-me dado um afilhado maravilhoso. A Doralice por ser alto-astral, por me fazer sorrir muitas vezes e por ter-me dado uma afilhada deslumbrantemente igual a mim. Ao Daniel por ser tão presente, crianção, solícito e cozinheiro nas horas vagas. E aos meus cunhados Rafael e Andre, pelo incentivo sempre recebido. Amo todos vocês. Agradeço aos meus sobrinhos e afilhados Andressa e Lucas, por existirem. Obrigada pelo sorriso, abraço, desenhos, presentes, pelas sessões de cinemas e pipocas, vídeo-games e viagens a terra do nunca, enfim! Obrigada por vocês existirem. Agradeço a minha tia Maria de Lourdes Miranda Vasconcelos (in memorian), por sempre ter sido solidária a minha causa, por sempre perguntar se estava tudo bem, ou se eu precisava de algo. Enfim, por ter sido tão querida comigo. vi

7 Ao meu namorado Frederico Mendonça, por ter-me encorajado desde o começo. Pelo auxílio prestado quando no meio do furacão, eu pensei em parar. Por além de ser namorado, ter sido tão paciente quando assumiu o papel de colega de grupo. E, é claro, por compreender a minha ausência nos últimos meses. A minha grande amiga/irmã Munique, por sempre ter acreditado e confiado em mim, por ter me ouvido tantas e tantas vezes, por aturar o meu temperamento explosivo dos últimos meses, tentando sempre rasurar minhas pontinhas de desânimo ou tristeza com um sorriso, com idas ao shopping e maravilhosos brownies. Não saberia agradecer, senão oferecendo-lhe essas linhas. E ao Rodrigo por aturar o clube da Luluzinha. Aos meus amigos Paulo Sergio Coelho, Beatriz Lopes, Camila e Gustavo. Obrigada pela amizade demonstrada ao longo desses anos, pela presença sempre que foi preciso. Ao Paulo, agradeço pelas piadas contadas, pelo apoio dado, pelo ombro amigo, pelas caronas, pelas coca-colas tomadas, pelo direcionamento, e acima de tudo, por ter-me dado a oportunidade de ser sua aluna. A Camila e ao Gugu, obrigada por serem tão fooofos, por me darem presentinhos e beijos melados. Aos meus amigos Marcelo Passos e Naira Suely. Obrigada pela amizade demonstrada ao longo desses anos, pelos churrascos, festas, e coca-colas. Ao Marcelo, agradeço pelas dicas, apoio, solidariedade e companheirismo. A querida Edna. Obrigada pela presença, oração e apoio recebido. E a minha querida afilhada Lalinha, pelo brilho dos seus olhos, pelo carinho e pelos doces abraços recebidos. Aos meus sogros Sander e Gloria Furtado de Mendonça e a querida Sebastiana. Por terem feito parte da minha conquista e celebrarem comigo as amarguras e vitórias da vida. As minhas queridas amigas Kelly, Katia e Vanessa. Obrigada por terem acompanhado de perto o meu desenvolvimento e por terem sempre acreditado no meu potencial. Ao Fabiano, Rodrigo e Fernando, pelas inúmeras vezes em que me fizeram sorrir e por cuidar das minhas amigas. As queridas tias Jane e Leila. Pelo apoio recebido desde sempre. E aos amigos Nelson, Eduardo e Marcos, por fazer-me gargalhar sempre que nos encontramos. A minha querida orientadora Maria Augusta. Obrigada por ser tão querida, prestativa, solidária e também professora. Por ter-me escolhido para ser sua orientanda e por confiar em mim esse projeto. A sua atitude de orientadora contribuiu intensamente para o desenvolvimento da autoconfiança e da autonomia no meu trabalho acadêmico. Aos professores Antonio Duarte e Roberto Montezanno. Obrigada pela oportunidade oferecida e pelo voto de confiança. vii

8 Aos professores Paulo Sergio Coelho, Flavia Cavazotte, Edson Dalto, Luiz Alberto Campos Filho, Valter Moreno, Cristina Bacellar e Luiz Flavio Autran. Obrigada pelo ensino. Aos meus amigos Ibmequianos: Felipa Flores, Monica Penido, Aline Marinho, Giovanna Bruno, Beatrice Verano, Alessandra Carneiro, Giovanna Pacheco, Juliana Esmeraldo, Alexandra Assunção, Paulo Peloso, Claudinha, Frederico Mendonça, Claudio Mariano e Francisco Jovando. Obrigada pela oportunidade de dividir as experiências e aprender com vocês. Aos meus ex-colegas de trabalho: Gerson Lachtermacher, Eliane Loiola, Simone Leal Ferreira, Elizabeth Oliveira, Sandra Mariano, Delfina Alonso, Silvino Olegário, Denis Silveira e Morgana, por terem plantado a semente a anos atrás. Aos meus colegas de trabalho: Gisele Campos, Oscar Lewandowski, Denise Soares, Lucia Miceli, Sander Furtado, Solange Lucas, Carlos Alberto, Silvia Duarte, Luiza Maria, Paulo Sergio Gonçalves, Jorgiana Brennand, Ricardo Macedo, Christiane Romeo, Marcelo Guedes, José Niemeyer e Silvino Olegário. Obrigada por vocês servirem de exemplo e incentivo a minha trajetória acadêmica. A todos os funcionários da secretaria do Ibmec, obrigada pelo empenho em dar a informação correta e precisa. Um agradecimento especial a Rita de Cássia e Ivone Costa, por além de tornarem factível a realização deste trabalho sendo prestativas, dedicadas, e competentes, serem minhas amigas. A todos os funcionários da biblioteca, pelo atendimento cordial. E um agradecimento especial a Marly, por torcer a anos pela minha vitória, pelos presentinhos, e acima de tudo, por ser minha amiga. Obrigada pelo carinho de sempre. Aos funcionários do material didático, Elton e Sandro, por sempre me auxiliarem quando foi preciso. Obrigada pelo apreço de sempre. E ao Lindemberg, pelas palavras de solidariedade e incentivo. As queridas Jacqueline Bitar, Juliana Gomes, Bianca Plastina, Tatiana dos Santos e Fátima Tavares, pelo apoio e incentivo irrestrito desde sempre. Aos funcionários do setor administrativo. Principalmente ao Sr. Barbosa, Alexandre Felix e Geovah. Obrigada por terem acompanhado e torcido pelo meu sucesso. A querida Anna Lewandowski. Obrigada por ser minha aluna, por acreditar tanto no meu potencial e ser tão amiga. Suas palavras de encorajamento são como músicas para meus ouvidos. viii

9 RESUMO Este trabalho apoiado em uma pesquisa bibliográfica, tem como finalidade desenvolver uma ferramenta - de baixo custo - que possa ser utilizada para análise de dados e previsões. Para o desenvolvimento desse trabalho foi utilizado como base o projeto de pesquisa ENDESA. Esse projeto foi desenvolvido para apoiar a decisão de dotação para as unidades termoelétricas da empresa ENDESA Fortaleza. O projeto modelou e implementou em MATLAB um sistema para inferência utilizando o modelo nebuloso de Mamdani. Para fins de comparação e análise de dados, foi construída uma ferramenta utilizando o VBA do Excel, para comparar os resultados do projeto ENDESA - feito no MATLAB - com os resultados obtidos a partir da ferramenta criada. Palavras Chave: Fuzzy, Excel, VBA, MATLAB, Mamdani. ix

10 ABSTRACT Supported on bibliographic research, this work aims to develop a low cost tool which can be used for data analysis and forecasts. This work was based on the ENDESA research project. This project was developed to support allocation decision of thermoelectric units of the company ENDESA Fortaleza. The project consisted of modeling and implementing a system in MATLAB for inference using Mamdani fuzzy model. For purposes of data comparison and analysis, a tool was developed using Excel VBA which compares the results obtained from this tool with the results of the ENDESA research project - done in MATLAB. Key Words: Fuzzy, Excel, VBA, MATLAB, Mamdani. x

11 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Sistema de Inferência Fuzzy...29 Figura 2 Tela Principal do Sistema ENDESA...41 Figura 3 Variável de entrada tipo de falhas do Sistema ENDESA Figura 4 Variável de saída criticidade do Sistema ENDESA...42 Figura 5 Editor de regras do Sistema ENDESA...42 Figura 6 Sistema de Previsão ENDESA...43 Figura 7 Tela Inicial da Ferramenta ENDESA VBA Figura 8 Tela de inclusão da variável...46 Figura 9 Tela com a variável tipos de falhas incluída Figura 10 Propriedades da variável de input Figura 11 Planilha com as variáveis de input...48 Figura 12 Planilha com o cálculo da variável de entrada tipos de falhas...49 Figura 13 - Tela com a variável consequência incluída Figura 14 - Planilha com o cálculo da variável de entrada consequência Figura 15 - Tela com a variável tempo incluída...50 Figura 16 - Planilha com o cálculo da variável de entrada tempo...51 Figura 17 - Tela com a variável custo incluída Figura 18 - Planilha com o cálculo da variável de entrada custo Figura 19 - Planilha com as variáveis de input...52 Figura 20 Inclusão da variável de saída...53 Figura 21 - Tela de inclusão da variável de saída...53 Figura 22 Variável de saída incluída Figura 23 Propriedades da variável de saída Figura 24 Planilha com a variável de saída Figura 25 - Planilha com o cálculo da variável de saída criticidade xi

12 Figura 26 Tela de edição de regras (1 à 7) Figura 27 Tela de edição de regras (49 à 55) Figura 28 Tela de edição de regras (87 à 93) Figura 29 Planilha mostrando as regras incluídas (1 à 31)...57 Figura 30 - Planilha mostrando as regras incluídas (63 à 93) Figura 31 Tela de resultado Figura 32 Tela de resultado com o cálculo da Criticidade xii

13 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Testes de validação do sistema ENDESA...44 Tabela 2 Testes realizados para comparar a variável Criticidade xiii

14 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Diferença de altura entre duas pessoas...30 Gráfico 2 Diferença de altura entre duas pessoas...31 Gráfico 3 Funções Lineares trimf e trapmf Gráfico 4 Funções Gaussianas gaussmf e gauss2mf Gráfico 5 Funções Sigmóides sigmf e dsigmf...32 Gráfico 6 Funções Polinomiais Gráfico 7 - Análise de sensibilidade do Sistema ENDESA xiv

15 LISTA DE ABREVIATURAS SOLVER Solucionador de problemas algébricos do Excel. VBA Visual Basic for Applications. FUZZY Conjuntos Nebulosos ou FUZZY Sets. MATLAB Software interativo de alta performance voltado para o cálculo numérico. ENDESA Sistema desenvolvido pela equipe de projeto P & D ENDESA-IBMEC. MF - Membership Function, que na Língua Portuguesa, chamamos de Função de Pertinência. PC Personal Computer, que na Língua Portuguesa, chamamos de Computador Pessoal. xv

16 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA FORMULAÇÃO DO PROBLEMA JUSTIFICATIVA E/OU CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo principal Objetivo secundário RELEVÂNCIA DA PESQUISA DELIMITAÇÃO DO ESTUDO ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO REVISÃO DA LITERATURA REFERÊNCIA HISTÓRICA LÓGICA FUZZY Conjuntos Fuzzy Variáveis linguísticas Sistema de inferência Fuzzy Funções de pertinência Tipos de funções de pertinência MODELO DE INFERÊNCIA MAMDANI LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO O que é linguagem de programação? MICROSOFT EXCEL Excel VBA Visual Basic for Applications METODOLOGIA O PROJETO ENDESA Introdução...38 xvi

17 Validação do sistema Conclusão IMPLEMENTAÇÃO DA FERRAMENTA ENDESA NO VBA VISÃO GERAL DA FERRAMENTA CONCLUSÃO LIMITAÇÕES E SUGESTÕES DE NOVAS PESQUISAS...60 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...64 AXEXO A...66 xvii

18 1. INTRODUÇÃO O desejo de resolver problemas cada vez mais complexos tem produzido o desenvolvimento dos computadores, e a necessidade de máquinas cada vez mais eficientes e capazes tem, por sua vez, impulsionado o desenvolvimento da Inteligência Artificial (LUGER & STUBBLEFIELD, 1997). Toda a área de desenvolvimento de software e hardware, tem-se desenvolvido e crescido muito nas últimas décadas. Com isso, a procura por soluções mais eficazes, com baixo custo, e por suas perspectivas de aplicação, cresce vertiginosamente. Não há dúvidas de que a máquina e o raciocínio humano, caminham lado a lado. A lógica Fuzzy tem feito parte desse progresso. Como quase toda concepção revolucionária, a Inteligência Computacional (em particular, a lógica Fuzzy) enfrentou resistências das mais variadas, principalmente das correntes mais convervadoras. Mas, apesar dessa cristalização, os números da indústria mundial comprovam a eficácia e eficiência dos produtos inteligentes. As aplicações são cada vez mais numerosas e incluem sistemas de todos os portes (MACHADO et al, 2007). Em 1965 foi publicado um artigo do professor Lotfi A. Zadeh - engenheiro eletrônico e professor do departamento de engenharia elétrica e ciências da computação da Universidade da Califórnia, Berkely - onde surgiu a idéia da lógica Fuzzy. A concepção da lógica Fuzzy 18

19 surgiu da preocupação de Zadeh com a diminuição da qualidade da informação fornecida por modelos matemáticos tradicionais (COSTA et al, 2005). Ao contrário da lógica proposta por Aristóteles filósofo grego ( A.C.) que define uma regra rígida, atribuindo às afirmações valores do tipo verdadeiro ou falso, a lógica Fuzzy é baseada no uso de aproximações e consegue traduzir expressões verbais, imprecisas e vagas, comuns na comunicação humana, em valores numéricos (SIMÕES & SHAW, 1999). A lógica Fuzzy pode ser vista em parte como uma extensão da lógica de valores múltiplos. É a lógica que trata de modelos de raciocínio incerto ou aproximado. Para muitos pesquisadores, Zadeh trouxe com a lógica Fuzzy, a habilidade de codificação do conhecimento, numa forma que se aproxima muito ao modo como os especialistas pensam em processos de decisão. Os sistemas de inferências baseados em lógica Fuzzy, possibilitam a captura do conhecimento próximo ao modelo cognitivo, utilizado pelos especialistas na análise de problemas. Na prática, os conjuntos Fuzzy são formados por pares onde um dos elementos do par representa a variável em estudo e o outro uma função, cuja imagem está no intervalo (0,1), que caracteriza o grau de pertinência da variável. Lógica é a ciência que tem por objetivo o estudo das leis do raciocínio. A lógica Fuzzy tem por finalidade o estudo dos princípios formais do raciocínio aproximado (MACHADO et al, 2007). O poder da lógica Fuzzy vem pelo fato de conter como casos especiais, não só os sistemas lógicos binários e de valores múltiplos, mas também teoria de probabilidades e lógica probabilística. 19

20 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA 2.1. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA O presente trabalho se propõe a pesquisar e esclarecer as seguintes questões: É possível elaborarmos um Sistema Fuzzy utilizando o Excel VBA, como ferramenta de pesquisa? Como desenvolver esse sistema dentro dos padrões da usabilidade? Como avaliar a capacidade deste sistema em relação ao MATLAB? Como comparar os resultados obtidos, com os resultados do projeto ENDESA? 2.2. JUSTIFICATIVA E/OU CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA A lógica Fuzzy vem despertando interesse de muitas empresas e centros de pesquisa há muito tempo. Muitos querem ter o primeiro contato com esse campo extremamente vasto. Segundo Machado et al (2007), isso acontece porque a teoria de conjuntos Fuzzy e os conceitos de lógica Fuzzy podem ser utilizados para traduzir em termos matemáticos a informação imprecisa expressa por um conjunto de regras lingüísticas. Com isso, nos deparamos com dois problemas: o custo do software MATLAB e conseqüentemente, o comprometimento de muitos estudos, tendo em vista que muitos centros 20

21 de estudos e tantos outros pesquisadores, não dispõem de dinheiro suficiente para comprar esse software OBJETIVOS Objetivo principal Desenvolver um sistema Fuzzy de Mandani em Excel VBA, como ferramenta de gestão estratégica para as empresas Objetivo secundário Validar e verificar as restrições do projeto de pesquisa e desenvolvimento chamado ENDESA. Esse projeto foi criado e desenvolvido pela equipe de projeto P & D ENDESA-IBMEC, para uma indústria termoelétrica, situada em Fortaleza RELEVÂNCIA DA PESQUISA Devido ao fato de muitas empresas utilizarem a previsão e a classificação no seu dia-a-dia, sem ferramentas adequadas, faz-se importante, portanto, desenvolver um software que permita trabalhar com um ambiente de variáveis de difícil determinação, traçar um modelo proposto, respaldar suas conclusões e que o custo-benefício não seja tão alto DELIMITAÇÃO DO ESTUDO O presente estudo se limita a desenvolver um software que seja capaz de ler um modelo baseado em lógica Fuzzy. Composto por um conjunto de transformadores Fuzzy (variáveis lingüísticas), funções de pertinência (MF) e por uma base de regras. O método de inferência utilizado, será o Mamdani. 21

22 2.6. ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Este trabalho está estruturado em cinco capítulos. O capítulo um apresentou uma introdução ao tema. O atual capítulo (segundo), apresenta uma formulação do problema (2.1), a justificativa e/ou contextualização do problema (2.2), os objetivos do estudo (2.3). Também mostra alguns esclarecimentos a cerca da relevância da pesquisa (2.4), e da delimitação do estudo (2.5). O terceiro capítulo trata da revisão da literatura. Inicialmente, serão abordados os temas: lógica Fuzzy, conjuntos Fuzzy, variáveis linguísticas e sistema de inferência Fuzzy. Posteriormente, falarei sobre linguagem de programação e Excel. O quarto capítulo detalha a metodologia e o sistema utilizado como base, e posteriormente mostra a comparação feita entre esse sistema e o sistema gerado por mim, utilizando o Excel. Além de expor os resultados obtidos. No último capítulo, apresento as conclusões do trabalho. 22

23 3. REVISÃO DA LITERATURA Neste capítulo é apresentada uma breve revisão bibliográfica dos principais conceitos utilizados ao longo do trabalho em questão. Assim, na primeira seção serão apresentados os conceitos fundamentais sobre a lógica Fuzzy (3.2), em seguida serão mostrados os conceitos sobre os conjuntos Fuzzy (3.2.1). No ítem 3.2.2, será descrito o que vem a ser uma variável linguística. Logo em seguida, o que são sistemas de inferência Fuzzy (3.2.3). O ítem 3.3, trará uma abordagem sobre linguagem de programação e logo em seguida, sobre o software Excel REFERÊNCIA HISTÓRICA Assim como já foi mencionado anteriormente, o grande precursor da Lógica Fuzzy foi o professor Zadeh. Em seu artigo, escrito em 1965, ele expôs a teoria matemática e sua lógica, como meio de modelar a incerteza na linguagem natural. Eis o primeiro parágrafo do seu artigo: Mais frequentemente do que não, as classes dos objetos encontrados no mundo real não tem um critério de associação precisamente definida. Por exemplo, a classe dos animais claramente incluem cachorros, cavalos, pássaros, etc... como seus membros, e claramente excluem objetos tais como rochas, fluidos, plantas, etc. Contudo, tais objetos como a estrela do mar, bactérias, etc... têm um status ambíguo com respeito a classe de animais... O conceito em questão é que um conjunto Fuzzy é uma classe com uma quantidade contínua de graus de associação. (ZADEH, 1965). Essa afirmação gerou muita polêmica e controvérsia, mas como o Zadeh já era muito conhecido e respeitado no meio científico e acadêmico, recebeu crédito pela sua invenção. 23

24 Em 1972 formou-se no Japão o primeiro grupo de pesquisas em sistemas Fuzzy, coordenado pelo professor Toshiro Terano, e em 1974 iniciou-se um importante capítulo no desenvolvimento desta teoria com a apresentação do primeiro controlador Fuzzy criado por E. Mamdani, no Reino Unido. Em 1973 foi publicado um artigo que possuía todos os elementos formais que compõem a teoria da lógica Fuzzy. Sua grande contribuição é a possibilidade de capturar, em um modelo matemático clássico, conceitos intuitivos. O professor Mamdani, do Queen Mary College Universidade de Londres conseguiu, através da aplicação do raciocínio Fuzzy, controlar uma máquina a vapor somente em 1974, após inúmeros insucessos utilizando outros tipos de controladores. Já a primeira aplicação comercial só conseguiu êxito em 1980, com a construção de um forno de cimento, que tinha como finalidade produzir papel (THÉ, 2001 apud CLAUDIO FERNANDES, 2008). Em 1976 foi feita a primeira aplicação industrial da lógica Fuzzy, desenvolvido pelo Circle Cement e SIRA, na Dinamarca, que consistiu de um controlador Fuzzy que incorporava o conhecimento e a experiência dos operários para controlar os fornos das fábricas (REZNIK, 1997 apud NELI ORTEGA, 2001). Em 1977 Didie Dubois aplicou Fuzzy em um estudo sobre condições de tráfego e neste mesmo ano surgiu o primeiro sistema especialista Fuzzy (YEN & LANGARI, 1999). Mas foi em 1990 que esta teoria atingiu o auge com o lançamento da primeira máquina de lavar roupas, utilizando sistemas Fuzzy, da Matsushita Electric Industrial Co., marcando o início do desenvolvimento de produtos de consumo. Hoje em dia, várias empresas - Siemens, 24

25 Klockner-Moeller, SGS-Thomson, General Motors, Motorola, Hewlett-Packard - possuem laboratórios de pesquisa em lógica Fuzzy, para desenvolvimento de seus produtos (REZNIK, 1997). Inicialmente, essa lógica foi utilizada nas indústrias principalmente na Japonesa - e hoje em dia tem vasta aplicação em áreas de Engenharia, Medicina, Administração e em vários campos, tais como: previsão de séries, mineração de dados, planejamento, otimização, entre outros LÓGICA FUZZY É um sistema de regras que permite lidar com a informação contida em variáveis linguísticas, pertencentes a um conjunto crisp (uma generalização da noção classica de conjuntos), e construída com base nos conceitos Fuzzy de regras se-então e de raciocínio. As regras se-então, também conhecidas como implicações Fuzzy, são expressões utilizadas para estabelecer a relação entre as variáveis linguísticas. De certa forma, pode-se afirmar que todas as pessoas já se depararam em algum momento de suas vidas, com uma dúvida ou incerteza do que iria fazer. Se é melhor aplicar o dinheiro em um fundo de renda fixa, ou na bolsa de valores, por exemplo. Segundo Machado et al (2007), a lógica Fuzzy pode ser utilizada para traduzir em termos matemáticos a informação imprecisa expressa por um conjunto de regras linguísticas. Atualmente a lógica Fuzzy, se constitui como uma área de conhecimento bastante consolidada e pode ser vista como um dos componentes da chamada Inteligência Computacional, ou Soft 25

26 Computing, que foi assim denominada por Zadeh (1994), em oposição ao termo Hard Computing, que é considerada menos flexível e computacionalmente demandante. Este termo na realidade se refere a uma família de técnicas computacionais das quais os principais membros são a lógica Fuzzy, as redes neurais artificiais, a computação evolucionária e mais recentemente a teoria do caos e aprendizado de máquina, entre outros (ARRUDA et al, 2006). Em muitos problemas em física e em matemática nós não temos dificuldade em classificar elementos como pertencentes ou não a um dado conjunto clássico. Dessa forma, dado um conjunto A e um elemento x do conjunto universo U conseguimos muitas vezes dizer se x 2A ou se x 2A. Nós, por exemplo, afirmamos sem receio que o número 5 pertence ao conjunto dos números naturais e que o número 5 não pertence a este mesmo conjunto. Este é um caso sobre o qual não temos dúvidas, sendo a lógica booleana devidamente aplicada. No entanto, poderemos discordar quanto ao fato de o número 4,5 pertencer ou não ao conjunto dos números aproximadamente iguais a 5. Neste caso a resposta não é a única e objetiva, pertencer ou não poderá depender do tipo de problema que estamos analisando. Pensemos, por exemplo, que 4,5 foi a média de provas de um aluno extremamente aplicado que está passando por sérios problemas de saúde e que, em razão disso, apresentou dificuldades para realizar as últimas provas. O professor nesta situação poderá ponderar sobre a capacidade do aluno, sua dedicação durante o curso e sua realidade optando por aprová-lo, ainda que a média necessária seja 5. Neste caso o número 4,5 pode ser visto como pertencendo ao conjunto dos números aproximadamente iguais a 5. De fato, mesmo a aplicação numérica de notas pode não ser um método totalmente objetivo de avaliação (LAW, 1996). 26

27 Conjuntos Fuzzy Segundo Gupta (1977), a teoria dos conjuntos Fuzzy procura remover a barreira da linguagem existente entre o ser humano, que raciocina através de palavras imprecisas, e a máquina, que aceita apenas ordens ou instruções precisas. A teoria de conjunto Fuzzy consiste numa extensão da teoria de conjunto clássica (Crisp Set Theory). Em um conjunto clássico A, um elemento x ao ser definido em um conjunto Universal X somente apresenta dois estados: 1 se e somente se pertence ao conjunto A ou 0 se e somente se não pertence ao conjunto A. Porém, em um conjunto Fuzzy, um elemento x não pode ser classificado apenas com pertence" ou não pertence e pode apresentar qualquer um dos estados intermediários, com valor característico no intervalo real [0,1] (ZADEH, 1965). Um conjunto Fuzzy A em um universo X é definido por uma função de pertinência µa(x): X [0,1], e representado por um conjunto de pares ordenados A = { µa(x)/x} x X. Onde, (x) indica o quanto x é compatível com o conjunto A. Portanto, na teoria dos conjuntos Fuzzy, um elemento pode pertencer parcialmente a vários conjuntos Fuzzy dependendo do grau de pertinência. Grau de pertinência (membership degree), consiste em indicadores de tendências atribuídas subjetivamente por alguém, sendo dependentes do contexto no qual são definidos (KLIR; FOLGER, 1998). 27

28 Para definir um conjunto Fuzzy é necessário atribuir aos elementos do conjunto um valor, entre 0 e 1, denominado grau de pertinência. Esse grau indica o quanto esses elementos pertencem ou não ao conjunto Variáveis linguísticas Pode-se dizer que variável linguística, é aquela em que podemos atribuir nomes, ao invés de valores. Por exemplo, podemos definir o peso de uma pessoa da seguinte forma: magro, esguio ou obeso. Ao invés de dizermos quanto a pessoa pesa. Generalizando, os valores de uma variável linguística podem ser sentenças em uma linguagem especificada, construídas a partir de termos primários (alto, baixo, pequeno, médio, grande, zero), de conectivos lógicos (negação não, conectivos e e ou), ou de modificadores (muito, pouco, levemente, extremamente) e de delimitadores (como parênteses) (MACHADO et al, 2000) Sistema de inferência Fuzzy É o processo pelo qual obtemos as saídas do sistema. Uma vez definidas as regras Fuzzy, precisamos de um sistema de inferência, para chegar ao resultado final, ou seja, um número real. Sistemas de inferência Fuzzy, podem ser definidos e caracterizados pela capacidade que um equipamento apresenta em controlar processos e sistemas. Os conjuntos Fuzzy e as variáveis lingüísticas são os conceitos básicos para a construção dos sistemas de inferência Fuzzy (JANG et al, 1997). 28

29 Figura 1 Sistema de Inferência Fuzzy Fonte: Tanscheit (1995). Pode-se resumir os módulos de um sistema de inferência Fuzzy, como sendo: O estágio de fuzzificação que irá traduzir os valores da entrada Crisp, (na linguagem Fuzzy, são os números clássicos) em valores Fuzzy. É um processo de generalização; O sistema de inferência que aplicará o mecanismo de interpretação do conjunto de regras para gerar uma saída linear (Sistema Sugeno de Inferência). É um processo de conversão; Uma base de conhecimento, a qual contém o conjunto de regras e os graus de pertinência representados pelas variáveis lingüísticas e; A defuzzificação, que irá traduzir a saída Fuzzy em uma saída crisp (um número). É um processo de especificação. 29

30 De todos os modelos de inferência existentes, dois deles são importantes: Modelo de Mamdani e Modelo de Takagi-Sugeno. A principal diferença entre ambos é que nos sistemas do tipo Mamdani, tanto o antecedente quanto o conseqüente são expressos por termos linguísticos. Já os sistemas do tipo Takagi-Sugeno apenas o antecedente é expresso por termos linguísticos e o conseqüente por funcionais. Nessa tese foi utilizado o modelo de inferência do tipo Mamdani, por entre outras razões, a de que ele é muito mais intuitivo do que o modelo do tipo Sugeno Funções de pertinência. É a curva que define como cada ponto no espaço de entrada é transposto para um valor associado (ou grau de associação) entre 0 e 1. Pode ser uma curva arbitrária e sua forma pode ser definida como uma função. Para exemplificar, utilizarei os gráficos 1 e 2, que demonstram a diferença de altura entre duas pessoas: Gráfico 1 Diferença de altura entre duas pessoas. Fonte: UFRGS. 30

31 Gráfico 2 Diferença de altura entre duas pessoas. Fonte: UFRGS Tipos de funções de pertinência. Para exemplificar os tipos de funções de pertinência, demonstrarei na forma de gráfico. Funções Lineares: Gráfico 3 Funções Lineares trimf e trapmf. Fonte: UFRGS. 31

32 Funções com Distribuição Gaussiana: Gráfico 4 Funções Gaussianas gaussmf e gauss2mf. Fonte: UFRGS. Funções com Sigmóide: Gráfico 5 Funções Sigmóides sigmf e dsigmf. Fonte: UFRGS. Funções Polinomiais. Gráfico 6 Funções Polinomiais. Fonte: UFRGS. 32

33 3.3. MODELO DE INFERÊNCIA MAMDANI Esse modelo agrega as regras por meio do operador lógico OU, modelado pelo operador máximo e, em cada regra, os operadores lógicos E e ENTÃO são modelados pelo operador mínimo. Uma regra típica desse modelo é: se x é A e y é B (onde A e B são conjuntos Fuzzy), então z é C (onde C é um conjunto Fuzzy). O Método de inferência de Mamdani fornece uma saída para o sistema que é também um conjunto Fuzzy. Mas, muitas vezes desejamos obter um resultado clássico a partir da saída Fuzzy obtida, o que pode ser feito através dos métodos de desfuzzificação LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO O que é linguagem de programação? A melhor definição é que linguagem de programação seja uma linguagem que o computador consegue entender, processar e executar. Segundo Roman (2000), podemos dividir as linguagens de programação em três grupos: Linguagens destinadas a manipular o computador a um baixo nível, ou seja, manipular o sistema operacional, ou manipular o próprio hardware. São chamadas de linguagem de baixo nível. Exemplo: Assembly; Linguagens destinadas a criar aplicativos individuais, tais como o Microsoft Excel. São consideradas linguagem de alto nível. Exemplos: Cobol, Pascal, Visual Basic; 33

34 Linguagens destinadas a manipular um programa aplicativo, tal como o Microsoft Excel, são linguagens em nível de aplicativo. Exemplos: Excel VBA, Word VBA e PowerPoint VBA MICROSOFT EXCEL O Excel é um software integrado no ambiente Windows, e desenvolvido pela Microsoft que permite combinar uma folha de cálculo, banco de dados, VBA e uma infinidade de outras ferramentas num único programa. O Excel se consolidou nos últimos anos como sendo uma das mais importantes ferramentas aplicadas em várias áreas, tais como: área administrativa folha de pagamento, tabela de preços, salários; área financeira análise de investimentos, projeção de lucros, fluxo de caixa, controle de captação de recursos; área de produção controle de produtividade, controle de estoque, otimização de sistemas de produção; área comercial controle de visitas, análise de mercado, controle de notas fiscais, emissão de listagem de preços; O Excel oferece a possibilidade de realizar muitas tarefas em pouco tempo e de forma automatizada. Algumas funcionalidades do Excel: 1. Manipular, calcular e analisar dados numéricos, textos e fórmulas; 2. Analisar dados através de gráficos bidimensionais ou tridimensionais; 34

35 3. Analisar dados através do recurso Análise de dados: o Classificar os dados ordenar os dados em forma crescente ou decrescente; o Filtrar serve para escolher os dados que serão exibidos; o Subtotais insere subtotais na base de dados em análise; o Validação valida a digitação de determinadas informações em células previamente formatadas; o Relatório de tabela dinâmica facilita a síntese de dados, permitindo a vários tipos de cálculos. 4. Analisar uma amostra estatística, fazendo uso de ferramentas estatísticas do tipo: Anova, Correlação, Covariância, Estatística Descritiva, Histograma. 5. Interação de planilhas com banco de dados; 6. Além da possibilidade de utilizar ferramentas do tipo: o atingir meta usado para solucionar equações algébricas; o ferramenta de análise usado para desenvolver análises estatísticas ou de engenharia complexas; o SOLVER usado para solucionar problemas algébricos Excel VBA Visual Basic for Applications Muitas tarefas necessitam ser refeitas diariamente. Tais como: inserir dados de vendas, adicionar uma fórmula, etc. Mas outras são repetidas com frequência. Para que essas tarefas fiquem automatizadas e com isso, ganhemos com o tempo de execução, existe a possiblidade de utilizarmos uma macro personalizada. 35

36 Para tal, precisamos fazer uso da linguagem de programação VBA. Após criarmos a macro, poderemos editá-la, alterá-la e excluí-la. Além disso, podemos atribuí-la a um objeto (botão da barra de ferramentas, elemento gráfico ou um controle), e executá-la clicando no objeto. 36

37 4. METODOLOGIA A partir de um papel historicamente econômico, a organização empresarial se desenvolveu em resposta às exigências sociais e políticas da política pública nacional, ao crescimento explosivo da tecnologia e às inovações contínuas nas comunicações globais. Essas mudanças criaram a necessidade de novos conhecimentos para os administradores e novos públicos a serem considerados ao avaliar qualquer decisão. A tendência em direção à complexidade aumentou o risco associado às decisões empresariais, destacando ainda mais a importância de ter uma base de informações sólida (COOPER e SCHINDLER, 2003). A facilidade em utilizar os computadores nos deram a possibilidade e capacidade de analisar dados a fim de resolver os complexos problemas que encontramos nas empresas. Além de podermos fazer uso das ferramentas de análise, como o MATLAB. Com relação ao tipo de estudo, esse trabalho é do tipo explanatório, pois é uma pesquisa baseada em teorias e com essas teorias, as perguntas por que e como, serão respondidas. As metodologias de pesquisas utilizadas nesse trabalho foram divididas em três partes: na primeira parte, foi realizada a revisão bibliográfica, e através dela, foi conseguido material para servir de base para continuar até as próximas fases. 37

38 Na segunda fase, foi feita uma análise do projeto de pesquisa e desenvolvimento chamado ENDESA. Esse projeto foi desenvolvido pela equipe de projeto P & D ENDESA IBMEC, que consiste num sistema Fuzzy para avaliar a criticidade de dotação de uma indústria termoelétrica, situada no Estado do Ceará. Para isso, foi utilizado o software MATLAB. A terceira fase, fará uma compilação dos dados contidos no sistema ENDESA, utilizando um sistema elaborado para esta tese, feito em VBA no Excel, como ferramenta de análise. Os resultados servirão para comparar com o sistema anterior que fez uso do software MATLAB - e dessa forma, traçar a conclusão desse trabalho de pesquisa O PROJETO ENDESA Introdução Após reunião com a equipe ENDESA Fortaleza, foi desenvolvido um sistema Fuzzy para avaliar a criticidade da dotação de uma termoelétrica. Foram definidas as seguintes variáveis: A. Variáveis de Entrada foram definidas quatro variáveis de entrada: a.1) Tipos de Falhas Baixa não afeta pessoas, instalações, nem meio ambiente Média afeta a disponibilidade da usina Alta afeta pessoas instalações ou meio ambiente 38

39 a.2) Conseqüências Alarme PLS (protection loading system) Trip - parada da unidade de geração a.3) Tempo freqüência do mesmo evento em determinado período Mensal Semestral Anual a.4) Custo valor do ítem a ser estocado Baixo- até R$ ,00 Médio- de R$ ,00 até R$ ,00 Alto acima de R$ ,00 B. Variável de Saída foi definida uma variável de saída: b.1) Criticidade - está baseada na definição de dotação do estoque Nada não precisa de nenhum sobressalente Componente precisa de algum tipo de componente Equipamento precisa de algum tipo de equipamento Os valores admitidos para o domínio das variáveis foram: a.1) Tipos de Falhas Baixa < 0,25 Média entre 0,25 e 0,75 Alta acima de 0,75 39

40 a.2) Conseqüências Alarme < 0,25 PLS entre 0,25 e 0,75 Trip acima de 0,75 a.3) Tempo Mensal < 0,25 Semestral entre 0,25 e 0,75 Anual acima de 0,75 a.4) Custo Baixo < 0,25 Médio entre 0,25 e 0,75 Alto > 0,75 B. Variável de Saída b.1) Criticidade Nada - entre 0 e 0,3 Componente- entre 0,3 e 0,6 Equipamento acima de 0,6 Esse estudo foi realizado com a finalidade de melhorar a previsão feita pelo algoritmo Fuzzy. As alterações realizadas se destinavam a alterar os parâmetros das funções Gaussianas. Implementou-se um programa em MATLAB e validou-se o novo sistema. As telas geradas pelo programa estão apresentadas a seguir. 40

41 a) Tela principal Figura 2 Tela Principal do Sistema ENDESA. Fonte: Projeto ENDESA. b) Variáveis de entrada e suas funções de pertinência ajustadas Figura 3 Variável de entrada tipo de falhas do Sistema ENDESA. Fonte: Projeto ENDESA. 41

42 c) Saída e suas funções de pertinência ajustadas Figura 4 Variável de saída criticidade do Sistema ENDESA. Fonte: Projeto ENDESA. d) Editor de regras Figura 5 Editor de regras do Sistema ENDESA. Fonte: Projeto ENDESA. 42

43 e) Sistema de previsão Figura 6 Sistema de Previsão ENDESA. Fonte: Projeto ENDESA. f) Sistema para análise de sensibilidade Gráfico 7 - Análise de sensibilidade do Sistema ENDESA. Fonte: Projeto ENDESA. 43

44 Validação do sistema Foram feitos os testes a seguir apresentados: Tipos de Falhas Baixa < 0,25 Média entre 0,25 e 0,75 Alta > 0,75 VALORES DE ENTRADA Consequências Alarme < 0,25 PLS entre 0,25 e 0,75 Trip > 0,75 Tempo Mensal < 0,25 Semestral entre 0,25 e 0,75 Anual >0,75 Custo Baixo < 0,25 Médio entre 0,25 e 0,75 Alto > 0,75 VALORES DE SAÍDA Criticidade no MATLAB Nada entre 0 e 0,3 Componente entre 0,3 e 0,6 Equipamento acima de 0,6 VALIDAÇÃO 0,1 0,1 0,2 0,5 0,345 É indicado a aquisição de algum componente. 0,1 0,1 0,2 0,8 0,345 É indicado a aquisição de algum componente. 0,1 0,8 0,8 0,8 0,574 É indicado a aquisição de algum componente. 0,4 0,1 0,1 0,1 0,314 É indicado a aquisição de algum componente. 0,5 0,1 0,8 0,7 0,345 É indicado aquisição de algum componente. 0,5 0,1 0,8 0,1 0,345 É indicado aquisição de algum componente. 0,5 0,5 0,1 0,1 0,314 É indicado aquisição de algum componente. 0,5 0,5 0,1 0,9 0,5 É indicado aquisição de algum componente. 0,5 0,9 0,3 0,4 0,5 É indicado aquisição de algum componente. 0,5 0,9 0,9 0,2 0,5 É indicado aquisição de algum componente. 1 0,2 0,2 0,2 0,534 É indicado aquisição de algum componente. 1 0,2 0,2 1 0,466 É indicado aquisição de algum componente. 1 0,6 1 0,2 0,5 É indicado aquisição de algum componente ,2 0,5 É indicado aquisição de algum componente ,5 É indicado aquisição de algum componente. Tabela 1 - Testes de validação do sistema ENDESA. Fonte: Projeto ENDESA Conclusão O sistema melhorou a previsão. Nos casos de erro o sistema indica a aquisição de componente sem haver necessidade. 44

45 5. IMPLEMENTAÇÃO DA FERRAMENTA ENDESA NO VBA A ferramenta foi desenvolvida especialmente para esta tese. Apesar de não se tratar de um software de programação, todas as análises, telas e comandos utilizados nesse sistema, foram feitos utilizando o VBA no Excel uma linguagem que foi embutida em todo o pacote Office da Microsoft a partir de Para esse desenvolvimento ter êxito, foi necessário realizar uma ampla análise e entendimento do software MATLAB VISÃO GERAL DA FERRAMENTA A grande vantagem na utilização do VBA para o desenvolvimento dessa ferramenta, foi a chance de tornar possível a usuários do Excel chegar a uma solução compatível com o MATLAB eliminando, assim, a necessidade de compra deste software. O VBA é uma linguagem de programação em que assim como em qualquer outra linguagem, comporta dois aspectos: a forma da linguagem e o significado associado a essa forma. Ou seja, a sintaxe e a semântica da linguagem. 45

46 Para trabalharmos com o VBA, utilizamos o Visual Basic Editor. Que é um editor de programação. Ele pode ser acessado diretamente do Word, Excel, PowerPoint ou até mesmo do Access, bastando para isso, precionar as teclas <Alt> + <F11>. Para utilizar todas as opções da ferramenta, foi criada uma tela inicial, onde é dada ao usuário a possibilidade de inserir as variáveis. Para isso basta clicar no botão Incluir Variável Input. Figura 7 Tela Inicial da Ferramenta ENDESA VBA. Fonte: Elaborado pela autora. Feito isso, aparecerá a tela abaixo, para digitar o nome da variável: Figura 8 Tela de inclusão da variável. Fonte: Elaborado pela autora. 46

47 Como já foi dito anteriormente, utilizarei as variáveis e definições do Projeto ENDESA. Após digitar o nome da variável, aparecerá a tela abaixo, com a primeira variável - tipos de falhas, já incluída: Figura 9 Tela com a variável tipos de falhas incluída. Fonte: Elaborado pela autora. Após entrar com o nome das variáveis, é preciso dar um duplo-clique na caixa com o nome da variável, para habilitarmos as suas propriedades. Ao darmos um duplo-clique na variável Tipos de Falhas, aparecerá a tela abaixo: 47

48 Figura 10 Propriedades da variável de input. Fonte: Elaborado pela autora. É preciso definir qual o tipo de função de pertinência será utilizada. Nesse caso, foi utilizada a função do tipo Gaussiana, com três tipos de saída: Baixa, Média ou Alta. E o domínio utilizado no sistema, que será entre 0 até 1. Em seguida, é necessário Salvar, para depois serem inseridas as próximas variáveis. Feito isso, basta clicar no botão Reprocessar as MFs, para que a macro seja executada, e como resultado, aparecerá na planilha Input, as variáveis e suas definições, como mostra a figura abaixo: Figura 11 Planilha com as variáveis de input. Fonte: Elaborado pela autora. Na planilha MFsInput, aparecerão os valores para a variável tipos de falhas, o desvio padrão, o cálculo para os valores baixo, médio e alto e o gráfico de curvas. 48

49 Figura 12 Planilha com o cálculo da variável de entrada tipos de falhas. Fonte: Elaborado pela autora. A próxima variável inserida foi consequência, como mostra a figura abaixo: Figura 13 - Tela com a variável consequência incluída. Fonte: Elaborado pela autora. 49

50 Na planilha MFsInput, aparecerão os valores para a variável consequência. Figura 14 - Planilha com o cálculo da variável de entrada consequência. Fonte: Elaborado pela autora. A próxima variável inserida foi tempo, como mostra a figura abaixo: Figura 15 - Tela com a variável tempo incluída. Fonte: Elaborado pela autora. 50

51 Na planilha MFsInput, aparecerão os valores para a variável tempo. Figura 16 - Planilha com o cálculo da variável de entrada tempo. Fonte: Elaborado pela autora. A próxima variável inserida foi custo, como mostra a figura abaixo: Figura 17 - Tela com a variável custo incluída. Fonte: Elaborado pela autora. 51

52 Na planilha MFsInput, aparecerão os valores para a variável custo. Figura 18 - Planilha com o cálculo da variável de entrada custo. Fonte: Elaborado pela autora. Feito isso, na planilha Input, aparecerá como resultado, a tela abaixo: Figura 19 - Planilha com as variáveis de input. Fonte: Elaborado pela autora. Após esse processo, incluiremos a variável de saída, clicando no botão Incluir Variável Output: 52

53 Figura 20 Inclusão da variável de saída. Fonte: Elaborado pela autora. Feito isso, aparecerá a tela abaixo, para digitar o nome da variável: Figura 21 - Tela de inclusão da variável de saída. Fonte: Elaborado pela autora. Assim como foi feito para as variáveis Input, na variável Output, também precisa ser definido qual o tipo de função de pertinência será utilizada. A função é do tipo gaussiana, com três tipos de saída: Nada, Componente e Equipamento. O domínio utilizado no sistema, será entre 0 até 1. 53

54 Figura 22 Variável de saída incluída. Fonte: Elaborado pela autora. Figura 23 Propriedades da variável de saída. Fonte: Elaborado pela autora. 54

55 Depois de clicar em Reprocessar as MFs, obteremos na planilha Output, os seguintes dados: Figura 24 Planilha com a variável de saída. Fonte: Elaborado pela autora. E na planilha MFsOutput, aparecerão os valores do desvio padrão, o cálculo para os valores nada, componente e equipamento e o gráfico das curvas. Figura 25 - Planilha com o cálculo da variável de saída criticidade. Fonte: Elaborado pela autora. O próximo passo, é incluir as regras. Definindo qual o tipo de falhas, qual é a consequência, o tempo, o custo e qual será o tipo de criticidade. Após a inclusão e a escolha do conector (and ou or), teremos as regras devidamente traçadas, conforme figura a seguir: 55

56 Figura 26 Tela de edição de regras (1 à 7). Fonte: Elaborado pela autora. Figura 27 Tela de edição de regras (49 à 55). Fonte: Elaborado pela autora. Figura 28 Tela de edição de regras (87 à 93). Fonte: Elaborado pela autora. 56

57 Após serem incluídas todas as regras, ao clicar no botão OK, as regras serão automaticamente inseridas na planilha Rules, conforme mostra a figura abaixo: Figura 29 Planilha mostrando as regras incluídas (1 à 31). Fonte: Elaborado pela autora. Figura 30 - Planilha mostrando as regras incluídas (63 à 93). Fonte: Elaborado pela autora. 57

58 O próximo passo é calcular o valor da variável de saída Criticidade. Para isso, basta clicar no botão Resultado e inserirmos os valores para teste. Figura 31 Tela de resultado. Fonte: Elaborado pela autora. É indispensável lembrar que estamos utilizando para isso o domínio [0,1]. Então os valores digitados, deverão estar nesse intervalo. Após digitar os valores, basta clicar no botão Calcular, para a macro ser executada. O resultado aparecerá na caixa de saída, Criticidade, conforme vemos abaixo : Figura 32 Tela de resultado com o cálculo da Criticidade. Fonte: Elaborado pela autora. Além do resultado, é demonstrada nessa tela, as regras que foram utilizadas, de acordo com os valores digitados e a base de regras definidas. 58

Complemento III Noções Introdutórias em Lógica Nebulosa

Complemento III Noções Introdutórias em Lógica Nebulosa Complemento III Noções Introdutórias em Lógica Nebulosa Esse documento é parte integrante do material fornecido pela WEB para a 2ª edição do livro Data Mining: Conceitos, técnicas, algoritmos, orientações

Leia mais

Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Inteligência Artificial

Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Inteligência Artificial Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Inteligência Artificial João Marques Salomão Rodrigo Varejão Andreão Inteligência Artificial Definição (Fonte: AAAI ): "the scientific understanding of the mechanisms

Leia mais

12 EXCEL MACROS E APLICAÇÕES

12 EXCEL MACROS E APLICAÇÕES INTRODUÇÃO O principal objetivo deste livro é auxiliar o leitor na sua aprendizagem sobre os recursos avançados do Excel em especial na interligação com o Visual Basic for Applications (VBA). Pretende-se

Leia mais

Análise crítica dos resultados oriundos de certificados de calibração relativo à calibração de bloco-padrão utilizando lógica fuzzy.

Análise crítica dos resultados oriundos de certificados de calibração relativo à calibração de bloco-padrão utilizando lógica fuzzy. Análise crítica dos resultados oriundos de certificados de calibração relativo à calibração de bloco-padrão utilizando lógica fuzzy. Flávio Carnelli Frade 1,2, Pedro Bastos Costa 1,3, Giovane Quadreli

Leia mais

Excel 2010 Modulo II

Excel 2010 Modulo II Excel 2010 Modulo II Sumário Nomeando intervalos de células... 1 Classificação e filtro de dados... 3 Subtotais... 6 Validação e auditoria de dados... 8 Validação e auditoria de dados... 9 Cenários...

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 INICIANDO O EXCEL Para abrir o programa Excel,

Leia mais

Módulo 6: Inteligência Artificial

Módulo 6: Inteligência Artificial Módulo 6: Inteligência Artificial Assuntos: 6.1. Aplicações da IA 6.2. Sistemas Especialistas 6.1. Aplicações da Inteligência Artificial As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas

Leia mais

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services - Windows SharePoint Services... Page 1 of 11 Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Ocultar tudo O Microsoft Windows

Leia mais

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus trabalhadores do conhecimento com ferramentas

Leia mais

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Índice 1 Introdução...2 1.1 Versão... 2 1.2 Licenciamento...2 1.3 Mensagem do Projeto

Leia mais

4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA

4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA 4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA Vinicius A. de Souza va.vinicius@gmail.com São José dos Campos, 2011. 1 Sumário Tópicos em Microsoft Excel 2007 Introdução à criação de macros...3 Gravação

Leia mais

tipos de métodos, técnicas de inteligência artificial e técnicas de otimização. Por fim, concluise com as considerações finais.

tipos de métodos, técnicas de inteligência artificial e técnicas de otimização. Por fim, concluise com as considerações finais. 1. Introdução A previsão de vendas é fundamental para as organizações uma vez que permite melhorar o planejamento e a tomada de decisão sobre o futuro da empresa. Contudo toda previsão carrega consigo

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice Índice Apresentação...2 Barra de Título...2 Barra de Menus...2 Barra de Ferramentas Padrão...2 Barra de Ferramentas de Formatação...3 Barra de Fórmulas e Caixa de Nomes...3 Criando um atalho de teclado

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. * O leitor consente,

Leia mais

EXCEL 2013. Público Alvo: Arquitetos Engenheiros Civis Técnicos em Edificações Projetistas Estudantes das áreas de Arquitetura, Decoração e Engenharia

EXCEL 2013. Público Alvo: Arquitetos Engenheiros Civis Técnicos em Edificações Projetistas Estudantes das áreas de Arquitetura, Decoração e Engenharia EXCEL 2013 Este curso traz a vocês o que há de melhor na versão 2013 do Excel, apresentando seu ambiente de trabalho, formas de formatação de planilhas, utilização de fórmulas e funções e a criação e formatação

Leia mais

Aplicação de Lógica Fuzzy à avaliação de cursos, em particular dos cursos do sistema Arcu-Sul

Aplicação de Lógica Fuzzy à avaliação de cursos, em particular dos cursos do sistema Arcu-Sul Convenit Internacional 9 mai-ago 2012 CEMOrOc-Feusp / IJI - Univ. do Porto Aplicação de Lógica Fuzzy à avaliação de cursos, em particular dos cursos do sistema Arcu-Sul Ricardo Rhomberg Martins 1 Resumo:

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO SInAE Sistema Integrado de Administração Escolar Fevereiro - 2006 Sumário INTRODUÇÃO... 2 APRESENTAÇÃO DOS MÓDULOS... 3 Módulo Acadêmico... 3 Módulo de Cofigurações da Escola...

Leia mais

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Sumário Conceitos / Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Consultas... 5 3. Relatórios... 8 4. Conclusões... 11

Leia mais

Vinicius Ribeiro Pereira. Métodos Alternativos no Critério Brasil para Construção de Indicadores Sócio-Econômico: Teoria da Resposta ao Item

Vinicius Ribeiro Pereira. Métodos Alternativos no Critério Brasil para Construção de Indicadores Sócio-Econômico: Teoria da Resposta ao Item Vinicius Ribeiro Pereira Métodos Alternativos no Critério Brasil para Construção de Indicadores Sócio-Econômico: Teoria da Resposta ao Item Dissertação de Mestrado Departamento de Engenharia Elétrica Programa

Leia mais

Capítulo 1. Introdução. 1.1 Linguagens. OBJETIVOS DO CAPÍTULO Ao final deste capítulo você deverá ser capaz de:

Capítulo 1. Introdução. 1.1 Linguagens. OBJETIVOS DO CAPÍTULO Ao final deste capítulo você deverá ser capaz de: i Sumário 1 Introdução 1 1.1 Linguagens....................................... 1 1.2 O que é um Compilador?................................ 2 1.3 Processadores de Programas: Compiladores, Interpretadores

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus trabalhadores do conhecimento com ferramentas e técnicas

Leia mais

Interface Homem- Computador

Interface Homem- Computador Interface Homem- Computador (IHC) Profª. Leticia Lopes Leite Software Educacional I Interface Deve ser entendida como sendo a parte de um sistema computacional com a qual uma pessoa entra em contato física,

Leia mais

Autor: Júlio Battisti www.juliobattisti.com.br

Autor: Júlio Battisti www.juliobattisti.com.br Autor: Júlio Battisti www.juliobattisti.com.br Livro: Aprenda com Júlio Battisti: Excel 2010 Avançado, Análise de Dados e Cenários, Tabelas e Gráficos Dinâmicos, Macros e Programação VBA - Através de Exemplos

Leia mais

Identificação de Modelos GARCH Usando Inteligência Computacional

Identificação de Modelos GARCH Usando Inteligência Computacional André Machado Caldeira Identificação de Modelos GARCH Usando Inteligência Computacional Tese de Doutorado Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica do Departamento de Engenharia

Leia mais

Programação Linear com o Microsoft Excel R

Programação Linear com o Microsoft Excel R Programação Linear com o Microsoft Excel R Adriano Verdério 1, Clezio A. Braga 1 1 Colegiado do Curso de Matemática - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Leia mais

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010 Tutorial do Iniciante Excel Básico 2010 O QUE HÁ DE NOVO O Microsoft Excel 2010 é um programa de edição de planilhas eletrônicas muito usado no mercado de trabalho para realizar diversas funções como;

Leia mais

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características:

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características: Cerne Tecnologia www.cerne-tec.com.br Conhecendo o NSBASIC para Palm Vitor Amadeu Vitor@cerne-tec.com.br 1. Introdução Iremos neste artigo abordar a programação em BASIC para o Palm OS. Para isso, precisaremos

Leia mais

Palavras-chave: Sistema neuro-fuzzy, Sistemas de avaliação, Sistemas Adaptativos.

Palavras-chave: Sistema neuro-fuzzy, Sistemas de avaliação, Sistemas Adaptativos. ANÁLISE DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA NA UERJ A PARTIR DE INDICADORES CONSTRUÍDOS BASEADOS NO EXAME NACIONAL DE CURSOS: UM SISTEMA NEBULOSO DE AVALIAÇÃO Maria Luiza F. Velloso mlfv@centroin.com.br Universidade

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Modelo GARCH de Apreçamento de Opções via Simulação Histórica Filtrada: Uma Aplicação para o Mercado Brasileiro

Modelo GARCH de Apreçamento de Opções via Simulação Histórica Filtrada: Uma Aplicação para o Mercado Brasileiro Nayara Lopes Gomes Modelo GARCH de Apreçamento de Opções via Simulação Histórica Filtrada: Uma Aplicação para o Mercado Brasileiro Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial

Leia mais

Dicas para usar melhor o Word 2007

Dicas para usar melhor o Word 2007 Dicas para usar melhor o Word 2007 Quem está acostumado (ou não) a trabalhar com o Word, não costuma ter todo o tempo do mundo disponível para descobrir as funcionalidades de versões recentemente lançadas.

Leia mais

CRIANDO FUNÇÕES EM VISUAL BASIC PARA TRANSFORMAÇÕES DE GRAUS SEXAGESIMAIS

CRIANDO FUNÇÕES EM VISUAL BASIC PARA TRANSFORMAÇÕES DE GRAUS SEXAGESIMAIS CRIANDO FUNÇÕES EM VISUAL BASIC PARA TRANSFORMAÇÕES DE GRAUS SEXAGESIMAIS Autor: Prof. Dr. Paulo Sergio Oliveira de Carvalho Introdução Fevereiro de 2013 O Visual Basic (abreviado como VB) é uma linguagem

Leia mais

JOSÉ AUGUSTO FABRI. Uma Proposta de Modelo para a Criação e a Organização de Processos de Produção em um Contexto de Fábrica de Software

JOSÉ AUGUSTO FABRI. Uma Proposta de Modelo para a Criação e a Organização de Processos de Produção em um Contexto de Fábrica de Software JOSÉ AUGUSTO FABRI Uma Proposta de Modelo para a Criação e a Organização de Processos de Produção em um Contexto de Fábrica de Software São Paulo 2007 JOSÉ AUGUSTO FABRI Uma Proposta de Modelo para a Criação

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 75/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de do Centro

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Excel 2010 Colecção: Software

Leia mais

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R INTRODUÇÃO A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico de busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O

Leia mais

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário Sumário Conceitos Microsoft Access 97... 01 Inicialização do Access... 02 Convertendo um Banco de Dados... 03 Criando uma Tabela... 06 Estrutura da Tabela... 07 Propriedades do Campo... 08 Chave Primária...

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3 WORD 2007 E 2010 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 A série... 3 01 CAPTURAS DE TELA WORD 2010... 3 02 IMAGENS 2007/2010... 5 03 NOTAS DE RODAPÉ... 13 04 NUMERAÇÃO DE PÁGINAS... 15 05 CONTAR PALAVRAS...

Leia mais

Referências bibliográficas

Referências bibliográficas Referências bibliográficas MOUTINHO, Adriano M.; SILVA, Viviane S.R. Aplicação do Algoritmo de Categorização FCM e avaliação das Medidas de Validação ICC e CS, 2002. Disponível em

Leia mais

Licenciamento de Uso

Licenciamento de Uso Licenciamento de Uso Este documento é propriedade intelectual 2002 do Centro de Computação da Unicamp e distribuído sob os seguintes termos: 1. As apostilas publicadas pelo Centro de Computação da Unicamp

Leia mais

ANA CLÁUDIA FINGER O PRINCÍPIO DA BOA-FÉ NO DIREITO ADMINISTRATIVO

ANA CLÁUDIA FINGER O PRINCÍPIO DA BOA-FÉ NO DIREITO ADMINISTRATIVO ANA CLÁUDIA FINGER O PRINCÍPIO DA BOA-FÉ NO DIREITO ADMINISTRATIVO Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do título de mestre em Direito do Estado, Curso de Pós- Graduação em Direito,

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software CENTRO UNIVERSITÁRIO NOVE DE JULHO Profº. Edson T. França edson.franca@uninove.br Software Sistemas Conjunto de elementos, entre os quais haja alguma relação Disposição das partes ou dos elementos de um

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Curso de Introdução à Informática Prof: Anilton Joaquim da Silva / Ezequiel Roberto Zorzal

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Curso de Introdução à Informática Prof: Anilton Joaquim da Silva / Ezequiel Roberto Zorzal UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Curso de Introdução à Informática Prof: Anilton Joaquim da Silva / Ezequiel Roberto Zorzal AULA Informática: Aplicações e Benefícios Advocacia

Leia mais

COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA METODOLOGIA DE MONTE CARLO

COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA METODOLOGIA DE MONTE CARLO COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA O que é risco? Quais são os tipos de riscos? Quais são os tipos de análises? Qual a principal função do Excel para gerar simulações aleatórias? O que é distribuição

Leia mais

CST em Gestão Financeira 2ª Série Estatística Aplicada

CST em Gestão Financeira 2ª Série Estatística Aplicada CST em Gestão Financeira 2ª Série Estatística Aplicada A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de etapas, acompanhadas pelo

Leia mais

MS-Excel 2010 Essencial (I)

MS-Excel 2010 Essencial (I) MS-Excel 2010 Essencial (I) Carga Horária: 20 horas Objetivos: Este curso destina-se a todos os profissionais que atuam nas áreas financeiras e administrativas, e que necessitem agilizar os seus cálculos,

Leia mais

Uma aplicação de Inteligência Computacional e Estatística Clássica na Previsão do Mercado de Seguros de Automóveis Brasileiro

Uma aplicação de Inteligência Computacional e Estatística Clássica na Previsão do Mercado de Seguros de Automóveis Brasileiro Uma aplicação de Inteligência Computacional e Estatística Clássica na Previsão do Mercado de Seguros de Automóveis Brasileiro Tiago Mendes Dantas t.mendesdantas@gmail.com Departamento de Engenharia Elétrica,

Leia mais

Doenças cardiovasculares constituem um dos maiores problemas que afligem a

Doenças cardiovasculares constituem um dos maiores problemas que afligem a 18 1 INTRODUÇÃO Doenças cardiovasculares constituem um dos maiores problemas que afligem a população dos países industrializados. Essas doenças são responsáveis por mais de cinco milhões de pessoas hospitalizadas

Leia mais

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Informática Agropecuária. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Informática Agropecuária. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. ISSN 1677-9274 Dezembro, 2009 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Informática Agropecuária Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Documentos 96 Sistema FuzzyGen: manual do

Leia mais

1 - Processamento de dados

1 - Processamento de dados Conceitos básicos sobre organização de computadores 2 1 - Processamento de dados O que é processamento? O que é dado? Dado é informação? Processamento é a manipulação das informações coletadas (dados).

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Tipos de SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução 2 n As organizações modernas competem entre si para satisfazer as necessidades dos seus clientes de um modo

Leia mais

Manual do Cantor. Alexander Rieder Tradução: Marcus Gama

Manual do Cantor. Alexander Rieder Tradução: Marcus Gama Alexander Rieder Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 Usando o Cantor 6 2.1 Recursos do Cantor..................................... 6 2.2 As infraestruturas do Cantor...............................

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE Capítulo 6 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 6.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações

Leia mais

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Ana Flávia Brito Rodrigues (Anafla94@hotmail.com / UEPA) Larissa Pinto Marques Queiroz (Larissa_qz@yahoo.com.br / UEPA) Luna Paranhos Ferreira

Leia mais

Manual do Professor versão 2.0. FTD Sistema de Ensino

Manual do Professor versão 2.0. FTD Sistema de Ensino Manual do Professor versão 2.0 FTD Sistema de Ensino Plataforma Digital do FTD Sistema de Ensino Concepção Fernando Moraes Fonseca Jr Arquitetura e coordenação de desenvolvimento Rodrigo Orellana Arquitetura,

Leia mais

LÓGICA DIFUSA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL APLICADA A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

LÓGICA DIFUSA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL APLICADA A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL APLICADA A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO LÓGICA DIFUSA Adilson Pereira de Souza Cristiano Zomer Humberto Luiz Locks Marcos Bortolotto Fernandes Natália Jeremias Fernandes Profº Saulo Popov

Leia mais

Iacestat 1.0 Um Programa Simplificado Para Controle De Qualidade Na Agricultura.

Iacestat 1.0 Um Programa Simplificado Para Controle De Qualidade Na Agricultura. Iacestat 1.0 Um Programa Simplificado Para Controle De Qualidade Na Agricultura. Autores André Vinícius Favrim Franco E-mail: avff@globo.com Vínculo: Centro de Mecanização e Automação Agrícola / IAC Endereço:

Leia mais

STC SAD Profº Daniel Gondim

STC SAD Profº Daniel Gondim STC SAD Profº Daniel Gondim Roteiro Sistemas de Trabalhadores do Conhecimento (STC) Conceitos Aplicações Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) Conceitos Aplicações Sistemas de Trabalhadores do Conhecimento

Leia mais

Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual

Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual Pedro Bruno Barros de Souza Mensuração do Desempenho do Gerenciamento de Portfólio de Projetos: Proposta de Modelo Conceitual Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação

Leia mais

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES w w w. i d e a l o g i c. c o m. b r INDICE 1.APRESENTAÇÃO 2.ESPECIFICAÇÃO DOS RECURSOS DO SOFTWARE SAXES 2.1. Funcionalidades comuns a outras ferramentas similares 2.2. Funcionalidades próprias do software

Leia mais

MetrixND. especificações. MetrixND - Ferramenta de previsão de energia elétrica

MetrixND. especificações. MetrixND - Ferramenta de previsão de energia elétrica MetrixND especificações MetrixND - Ferramenta de previsão de energia elétrica Visão geral O MetrixND da Itron é uma ferramenta de modelagem flexível, bastante usada pelos principais serviços de previsão

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Gustavo Dib Belomo Jaderson Assunção Jean Fruehling DESCRITIVO DO SOFTWARE DE LEIS DE AERONÁUTICA

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Gustavo Dib Belomo Jaderson Assunção Jean Fruehling DESCRITIVO DO SOFTWARE DE LEIS DE AERONÁUTICA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Gustavo Dib Belomo Jaderson Assunção Jean Fruehling DESCRITIVO DO SOFTWARE DE LEIS DE AERONÁUTICA Curitiba 2009 Gustavo Dib Belomo Jaderson Assunção Jean Fruehling DESCRITIVO

Leia mais

Taxonomia da aprendizagem

Taxonomia da aprendizagem Taxonomia da aprendizagem Taxonomia de Bloom Desde 1948, um grupo de educadores assumiu a tarefa de classificar metas e objetivos educacionais. Eles propuseram-se a desenvolver um sistema de classificação

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo

Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo 1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa

Leia mais

LIÇÃO 1 - USANDO O GRAVADOR DE MACROS

LIÇÃO 1 - USANDO O GRAVADOR DE MACROS 1_15 - ADS - PRO MICRO (ILM 001) - Estudo dirigido Macros Gravadas Word 1/35 LIÇÃO 1 - USANDO O GRAVADOR DE MACROS No Microsoft Office Word 2007 é possível automatizar tarefas usadas frequentemente criando

Leia mais

Treinamento para o acesso a Informação Científica e Tecnológica em Saúde Excel

Treinamento para o acesso a Informação Científica e Tecnológica em Saúde Excel Treinamento para o acesso a Informação Científica e Tecnológica em Saúde Excel O Excel é um software de planilha eletrônica que integra o pacote dos produtos Microsoft Office, que pode ser utilizado para

Leia mais

EXCENOMIC UMA FERRAMENTA DE AUXÍLIO À ANÁLISE DE INVESTIMENTO

EXCENOMIC UMA FERRAMENTA DE AUXÍLIO À ANÁLISE DE INVESTIMENTO . EXCENOMIC UMA FERRAMENTA DE AUXÍLIO À ANÁLISE DE INVESTIMENTO Eduardo Bonchristiani Filho (UNIFEI) bonchristiani@hotmail.com Leonardo Sousa de Albuquerque Lima (UNIFEI) leopara@yahoo.com.br Edson de

Leia mais

Modelo fuzzy para a chance de sucesso na quitação de um empréstimo

Modelo fuzzy para a chance de sucesso na quitação de um empréstimo Biomatemática 20 (2010), 103 116 ISSN 1679-365X Uma Publicação do Grupo de Biomatemática IMECC UNICAMP Modelo fuzzy para a chance de sucesso na quitação de um empréstimo Geraldo L. Diniz 1, Ronaldo Baumgartner

Leia mais

Humberto Gonçalves de Carvalho. Manual do. Empreendedor. Guia prático. Conceitos, ideias e dicas

Humberto Gonçalves de Carvalho. Manual do. Empreendedor. Guia prático. Conceitos, ideias e dicas Humberto Gonçalves de Carvalho Manual do Empreendedor Guia prático Conceitos, ideias e dicas Rio de Janeiro 2011 Copyright Editora Ferreira Ltda., 2011 1. ed. 2011 Capa Theo Guedes Diagramação Theo Guedes

Leia mais

Governo do Estado do Pará Secretaria de Estado da Fazenda

Governo do Estado do Pará Secretaria de Estado da Fazenda Manual do Usuário Sistema Notapará Programa Nota Fiscal Cidadã Objetivo: Estabelecer orientações aos usuários do sistema Notapará, tais como: usabilidade, funcionalidade e navegabilidade. Manual do Usuário

Leia mais

SENAI São Lourenço do Oeste. Introdução à Informática. Adinan Southier Soares

SENAI São Lourenço do Oeste. Introdução à Informática. Adinan Southier Soares SENAI São Lourenço do Oeste Introdução à Informática Adinan Southier Soares Informações Gerais Objetivos: Introduzir os conceitos básicos da Informática e instruir os alunos com ferramentas computacionais

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Agenda Infraestrutura de TI Infraestrutura de TI: hardware Infraestrutura de TI: software Administração dos recursos

Leia mais

Introdução à Programação de Computadores

Introdução à Programação de Computadores 1. Objetivos Introdução à Programação de Computadores Nesta seção, vamos discutir os componentes básicos de um computador, tanto em relação a hardware como a software. Também veremos uma pequena introdução

Leia mais

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria de Sistemas UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria É uma atividade que engloba o exame das operações, processos, sistemas e responsabilidades gerenciais

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA 17 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA QUESTÃO 21 Analise as seguintes afirmativas sobre as ferramentas disponíveis no Painel de Controle do Microsoft Windows XP Professional, versão

Leia mais

O Hardware e o Software do Computador

O Hardware e o Software do Computador O Hardware e o Software do Computador Aula 3 Parte 2 Software de Computador Aplicativo Horizontal: tarefas genéricas, para quaisquer organizações Aplicativo Vertical: tarefas específicas, para organizações

Leia mais

Neste capítulo veremos como se trabalha com fórmulas e funções que são as ferramentas que mais nos ajudam nos cálculos repetitivos.

Neste capítulo veremos como se trabalha com fórmulas e funções que são as ferramentas que mais nos ajudam nos cálculos repetitivos. Fórmulas e Funções Neste capítulo veremos como se trabalha com fórmulas e funções que são as ferramentas que mais nos ajudam nos cálculos repetitivos. Operadores matemáticos O Excel usa algumas convenções

Leia mais

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido.

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Sumário Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Introdução ao Project Um projeto é uma seqüência bem definida de eventos, com um início e um final identificável. O foco de um projeto é obter

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS CENTRAL NATAL DIRETORIA DE ENSINO E TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO CIVIL

INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS CENTRAL NATAL DIRETORIA DE ENSINO E TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO CIVIL INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS CENTRAL NATAL DIRETORIA DE ENSINO E TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO CIVIL NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE UM RELATÓRIO TÉCNICO Eurípedes de Medeiros Junior 1 Mara Matos

Leia mais

UFRPE Prof. Gustavo Callou gcallou@gmail.com

UFRPE Prof. Gustavo Callou gcallou@gmail.com UFRPE Prof. Gustavo Callou gcallou@gmail.com 1 Algoritmos Representação Exercícios Linguagens de Programação Compilador Interpretador Ambiente de Desenvolvimento Python Característica Para que serve Onde

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA COMPUTACIONAL INFORMÁTICA INSTRUMENTAL

PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA COMPUTACIONAL INFORMÁTICA INSTRUMENTAL PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA COMPUTACIONAL INFORMÁTICA INSTRUMENTAL Introdução Aula 03: Pacote Microsoft Office 2007 O Pacote Microsoft Office é um conjunto de aplicativos composto, principalmente, pelos

Leia mais

GLOBAL SCIENCE AND TECHNOLOGY (ISSN 1984 3801)

GLOBAL SCIENCE AND TECHNOLOGY (ISSN 1984 3801) GLOBAL SCIENCE AND TECHNOLOGY (ISSN 1984 3801) UTILIZAÇÃO DE APLICATIVOS BASE E CALC DO PACOTE BROFFICE.ORG PARA CRIAÇÃO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE PEQUENO PORTE Wílson Luiz Vinci 1 Marcelo Gonçalves

Leia mais

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores

1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores 1 Introdução 1.1. Segurança em Redes de Computadores A crescente dependência das empresas e organizações modernas a sistemas computacionais interligados em redes e a Internet tornou a proteção adequada

Leia mais

FAQ. Erros, e dúvidas frequentes

FAQ. Erros, e dúvidas frequentes FAQ Erros, e dúvidas frequentes Sumário ERROS CONHECIDOS... 2 1. Botões desabilitados ou Congelados... 2 Resolução 2... 2 2. Erro de cadastro... 3 3. Célula com o campo #VALOR... 3 4. Erro em tempo de

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE ALGORITMO PARA FUNÇÃO MULTILÍNGUE DO SOFTWARE TROPLUX

DESENVOLVIMENTO DE ALGORITMO PARA FUNÇÃO MULTILÍNGUE DO SOFTWARE TROPLUX DESENVOLVIMENTO DE ALGORITMO PARA FUNÇÃO MULTILÍNGUE DO SOFTWARE TROPLUX Pedro Vítor Sousa Ribeiro Universidade Federal de Alagoas pedrovsribeiro@gmail.com Ricardo Carvalho Cabús Universidade federal de

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 1 OBJETIVOS 1. Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações e transações empresariais?

Leia mais

2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software

2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software 2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software A uso da abordagem de agentes de software 1 pode trazer benefícios a áreas de aplicação em que é necessário construir sistemas autônomos, ou seja,

Leia mais

ÍNDICE... 3 INTRODUÇÃO... 4. A série... 4

ÍNDICE... 3 INTRODUÇÃO... 4. A série... 4 EXCEL 2007 e 2010 2 ÍNDICE ÍNDICE... 3 INTRODUÇÃO... 4 A série... 4 01 LISTA COM VALIDAÇÃO... 5 02 FUNÇÕES FINANCEIRAS... 7 03 FUNÇÃO DE BANCO DE DADOS... 12 04 RÓTULOS... 15 05 TABELA DINÂMICA... 18 06

Leia mais

A linguagem UML. UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes. Por que usar UML? O que é modelagem?

A linguagem UML. UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes. Por que usar UML? O que é modelagem? UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes Prof. Ms. Luiz Alberto Contato: lasf.bel@gmail.com A linguagem UML UML (Unified Modeling Language) Linguagem de Modelagem Unificada É uma linguagem de modelagem

Leia mais

Associação Educacional Dom Bosco Curso de Engenharia 1º ano

Associação Educacional Dom Bosco Curso de Engenharia 1º ano Formatação condicional utilizando o valor da célula O que é? Algumas vezes é preciso destacar os valores, ou seja, como colocar em vermelho ou entre parênteses, os negativos, e de outra cor os positivos,

Leia mais

Excel Avançado 2007 Excel Avançado 2007 1

Excel Avançado 2007 Excel Avançado 2007 1 1 Sumário: 1. Introdução...3 2. Funções...3 2.1 Função SE...4 2.2 Botão Inserir...7 2.3 Novas Funções Condicionais...8 2.4 Aninhando Funções...8 3. Análise de Dados Alternativos...9 3.1 Cenários...9 3.2

Leia mais

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa Manual do Usuário Sistema Financeiro e Caixa - Lançamento de receitas, despesas, gastos, depósitos. - Contas a pagar e receber. - Emissão de cheque e Autorização de pagamentos/recibos. - Controla um ou

Leia mais

SmartQuest: Uma ferramenta para tomada de decisão em ambiente fuzzy

SmartQuest: Uma ferramenta para tomada de decisão em ambiente fuzzy SmartQuest: Uma ferramenta para tomada de decisão em ambiente fuzzy Felipe Freitas Queiroga Thallys da Cruz Benicio Alfredo N. P. Boente Universidade Estácio de Sá Universidade Estácio de Sá Universidade

Leia mais

A implementação e o estudo. de redes neurais artificiais em ferramentas de software comerciais,

A implementação e o estudo. de redes neurais artificiais em ferramentas de software comerciais, Artigos A implementação e o estudo de redes neurais artificiais em ferramentas de software comerciais Cleber Gustavo Dias Professor do Departamento de Ciências Exatas Uninove. São Paulo SP [Brasil] diascg@uninove.br

Leia mais

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning www.pwi.com.br 1 Volpe Enterprise Resource Planning Este manual não pode, em parte ou no seu todo, ser copiado, fotocopiado,

Leia mais

Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI

Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI Adriano Olimpio Tonelli Redes & Cia 1. Introdução A crescente dependência entre os negócios das organizações e a TI e o conseqüente aumento

Leia mais

CURSO: TÉCNICO EM INFORMÁTICA NA MODALIDADE EAD

CURSO: TÉCNICO EM INFORMÁTICA NA MODALIDADE EAD LÓGIC DE PROGRMÇÃO CURSO: TÉCNICO EM INFORMÁTIC N MODLIDDE ED Disciplina: Lógica de Programação Profa. Jaqueline F. Domenciano Meu nome é Jaqueline F. Domenciano. Sou Especialista em Educação à Distância,

Leia mais

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD Conceitos introdutórios Decisão Escolha feita entre duas ou mais alternativas. Tomada de decisão típica em organizações: Solução de problemas Exploração de oportunidades

Leia mais