AULA 06. Sistema Nacional de Previdência Complementar e Outras Instituições

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1 AULA 06 Sistema Nacional de Previdência Complementar e Outras Instituições

2 Sistema Nacional de Previdência Complementar O Sistema Nacional de Previdência Complementar é composto pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), pela Secretaria de Políticas de Previdência Complementar (SPPC) e pelas entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão), que são operadores do sistema.

3 CNPC O Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) é um órgão colegiado que integra a estrutura do Ministério da Previdência Social e cuja competência é regular o regime de previdência complementar operado pelas entidades fechadas de previdência complementar.

4 CNPC Segundo o Art. 6º do Decreto 7.123/10, o CNPC terá 9 membros e será integrado pelo Ministro de Estado da Previdência Social (I), que o presidirá, e por um representante de cada um dos seguintes indicados, todos com direito a voto: II - Superintendência Nacional de Previdência Complementar - Previc; III - Secretaria de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência Social; IV- Casa Civil da Presidência da República;

5 CNPC Segundo o Art. 6º do Decreto 7.123/10, o CNPC terá 9 membros e será integrado pelo Ministro de Estado da Previdência Social, que o presidirá, e por um representante de cada um dos seguintes indicados, todos com direito a voto: V - Ministério da Fazenda; VI - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; VII - entidades fechadas de previdência complementar;

6 CNPC Segundo o Art. 6º do Decreto 7.123/10, o CNPC terá 9 membros e será integrado pelo Ministro de Estado da Previdência Social, que o presidirá, e por um representante de cada um dos seguintes indicados, todos com direito a voto: VIII - patrocinadores e instituidores de planos de benefícios das entidades fechadas de previdência complementar; IX - e participantes e assistidos de planos de benefícios das entidades fechadas de previdência complementar.

7 PREVIC A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), criada pelo Decreto 7.123/10, é uma autarquia vinculada ao Ministério da Previdência Social, responsável por fiscalizar as atividades dos fundos de pensão.

8 Entidades Fechadas de Previdência Complementar As entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão) são organizadas sob a forma de fundação ou sociedade civil, sem fins lucrativos. Seus planos são acessíveis, exclusivamente, aos empregados de uma empresa ou grupo de empresas ou aos servidores da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, entes denominados patrocinadores ou aos associados ou membros de pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial, denominadas instituidores.

9 Entidades Fechadas de Previdência Complementar As entidades fechadas de previdência complementar também são regidas pela Lei Complementar 109, de 29 de maio de A fiscalização das mesmas é feita pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), do Ministério da Previdência Social.

10 Teste (FCC Banco do Brasil - Escriturário 2011) A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) A) fiscaliza as atividades dos fundos de pensão. B) supervisiona as atividades das entidades de previdência privada aberta. C) determina regras sobre aposentadoria dos trabalhadores. D) executa a arrecadação das contribuições previdenciárias. E) é uma autarquia vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego.

11 Outras Instituições

12 Administradoras de Cartões de Crédito As Sociedades Administradoras de Cartões de Crédito são Pessoas Jurídicas não financeiras que emitem e administram cartões próprios e / ou de terceiros, mas não financiam diretamente os portadores.

13 Administradoras de Cartões de Crédito As Sociedades Administradoras de Cartões de Crédito representam os portadores perante as instituições financeiras para obtenção de financiamento, repassando aos mesmos os respectivos encargos de financiamento.

14 Sociedade de Fomento Mercantil O fomento mercantil (factoring) é a prestação contínua de serviços dos mais variados e abrangentes tipos, conjugada com a aquisição de créditos de empresas, resultantes de suas vendas mercantis ou de prestação de serviços, realizadas a prazo. Esta definição consta do Art. 28 da Lei 8981/1995.

15 Sociedade de Fomento Mercantil No Brasil, as empresas são conhecidas como sociedades de fomento mercantil. São sociedades empresárias (mercantis), que tem seus atos, constitutivos, registrados e arquivados nas Juntas Comerciais do País.

16 Sociedade de Fomento Mercantil A sociedade de fomento mercantil, portanto, não é uma instituição financeira, mas uma empresa que exerce uma atividade comercial, sendo que seu devedor é a empresa sacada.

17 Sociedade de Fomento Mercantil Na modalidade fomento operacional conhecida como factoring convencional a empresa-cliente vende à vista os direitos de suas vendas mercantis, realizadas à prazo, para a empresa de fomento mercantil.

18 Sociedade de Fomento Mercantil Atualmente, outras modalidades operacionais, são disponibilizadas pelas empresas de fomento mercantil, às suas empresas-clientes, tais como, a operação denominada fomento à produção destinada a aquisição de matéria-prima ou insumos.

19 Teste (Cesgranrio BB - Escriturário 2010) A operação de antecipação de um recebimento, ou seja, venda de uma duplicata (crédito a receber) para uma sociedade de fomento mercantil, mediante o pagamento de uma taxa percentual atrelada ao valor de face da duplicata, constitui o (A) leasing. (B) hot money. (C) spread. (D) factoring. (E) funding.

20 Fontes Bibliográficas

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