OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório"

Transcrição

1 Primeiro Relatório Pedro Vasconcelos Francisco Ferreira Filipe Correia Carolina Ferreirinha Nkusu Quivuna Sumário Este documento é o primeiro relatório de um projeto de análise à implementação do processo Gestão de Entregas no Instituto de Informática, I.P.. Pretende se, com a informação aqui presente, explicar o âmbito do projecto, incluindo uma visão geral da organização em causa e da indústria onde está inserida. Serve também para tornar explícita a forma como o projeto vai ser abordado, da perspetiva funcional e da perspetiva técnica. 1. Introdução A maior preocupação que as empresas têm é garantir o alinhamento da estratégia de IT com a estratégia de negócio, focando sempre no alcance das suas estratégias, metas e o seu desempenho. Com isto surge a área de IT Governance que garante que os interesses de todos os stakeholders são tidos em conta e que os processos fornecem resultados mensuráveis. Como resposta a estas necessidades surge o COBIT, uma framework abrangente para o alinhamento estratégico, garantindo a ligação entre os planos de negócio e os de IT e mantendo e validando a proposta de valor através do alinhamento das operações de IT e as operações da organização. IT governance Este projeto está enquadrado na área de Governança de IT, uma área relacionada com o desenvolvimento de um conjunto estruturado de competências e habilidades estratégicas para profissionais de IT responsáveis pelo planeamento, implementação, controle e monitorarização de programas e projetos. Torna se um requisito fundamental para as organizações, garantindo uma estrutura baseada no alinhamento estratégico das organizações com a estratégia de negócios, que é uma necessidade para organizações de qualquer tamanho, mas especialmente de um tamanho maior. 1

2 A estrutura de governança de IT, permite a implementação de boas práticas de governança possibilitando uma gestão mais profissionalizada e transparente, diminuindo a assimetria informacional e permitindo que a empresa tenha suas estratégias e objetivos em mente, medindo seu desempenho de forma a garantir que os interesses dos stakeholders são tidos em conta. Ajuda a assegurar todo o controlo que uma empresa precisa, a fim de atender às diretrizes do núcleo dos regulamentos a que pode ser sujeita. Na maioria dos casos uma organização está sujeita às leis nacionais e internacionais, especialmente se é uma organização pública. O foco do nosso caso de estudo, o Instituto de Informática, I.P. (II, I.P.), é uma organização pública na qual existem algumas estruturas para a governança em IT, tendo o II, I.P. já implementado o COBIT 4. Análise COBIT O objectivo deste projeto é fazer uma análise ao processo de Gestão de Entregas implementado no II, I.P.. Chegámos à conclusão que, este processo, mapeando com o Cobit 5, está contido no processo BAI07 Manage Changes Acceptance and Transitioning ou seja, podemos ter que considerar na nossa análise, o processo de Gestão de Alterações, para além do processo de Gestão de Entregas. Com o decorrer da avaliação ao processo de Gestão de Entregas, veremos se será necessário ver como está implementado o processo de Gestão de Alterações, para aferirmos o nível de maturidade do BAI07 no Instituto. Processo de Gestão de Entregas Os objetivos do Processo de Gestão de Entregas, implementado no II, I.P. são Considerando uma perspetiva holística (pessoas, processos e tecnologias), implementar com sucesso as alterações aos serviços dos sistemas de informação, considerando as atividades de planeamento, desenho, construção, testes, formação e deployment. Assegurar a gestão de entregas de acordo com os requisitos do cliente. O foco do processo BAI07 é aceitar formalmente e tornar operacionais novas soluções, incluindo planeamento de implementação, transição de sistemas e dados, testes de aceitação, comunicação, preparação de entregas, fazer partir para produção processos de negócio/serviços de IT novos/alterados, dar suporte a produção e revisão pós implementação. Nestas descrições gerais, podemos ver aqui pontos onde os dois processos se tocam: planeamento de implementação, preparação de entregas (desenho, construção e testes), testes de 2

3 aceitação (formação), deployment (colocação em produção, suporte a produção) e revisão pós implementação. Estes são os pontos onde iremos focar a nossa análise. Vamos começar por marcar uma reunião com o process owner com vista a esclarecer o fluxo do processo e dos subprocessos e as atividades que os constituem. Pretendemos aferir a implementação do processo, identificando os aspectos chaves entre objetivos e artefatos, que nos permita avaliar o grau de maturidade do mesmo, possibilitando a comparação com o processo COBIT. Estrutura do relatório O presente trabalho está subdividido em seis capítulos em que cada capítulo aborda um assunto específico e, de acordo com a distribuição dos mesmos, temos no Capítulo 2 uma pequena caracterização da indústria em que o Instituto de Informática está inserido e no Capítulo 3 apresentamos a organização da instituição. No capítulo 4 fazemos sumariamente uma descrição do processo BAI07 e no Capítulo 5 uma avaliação do processo de como será aplicado na Instituição. Por fim, no Capítulo 6 apresentamos um Business Case que justifica a avaliação referida no capítulo anterior. Introdução 1 Indústria 3 Organização 5 Processo BAI07 7 Avaliação do processo 8 Caso de negócio 10 Referências Indústria O Instituto de Informática, I.P., é parte integrante do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, e da administração indirecta do Estado. Todas as entidades deste Ministério são stakeholders importantes para o II, I.P. Entre eles destaca se a Direcção Geral da Segurança Social, como o orgão com uma função coordenadora e de administração directa do estado, e o Instituto da Segurança Social, I.P., com uma função de gestão do negócio da Segurança Social, sendo o elo de ligação principal entre o II, I.P., os técnicos da Segurança Social e o cliente final, o cidadão. 3

4 Um dos principais papeis da DGSS, com influência directa a nível aplicacional no II, I.P., é a coordenação da aplicação de legislação ao sistema da Segurança Social, bem como o estudo e negociação técnica da mesma legislação. É também dever da DGSS a preparação de medidas para modernização e reforço de eficácia da Segurança Social, assegurar a protecção e a coordenação de medidas para o cidadão mais vulnerável, proceder ao estudo e análise de legislação internacional no âmbito dos deveres do sistema de Segurança Social e dos direitos do cidadão e representar o Estado português em matérias de Segurança Social. O Instituto da Segurança Social, I.P., é o responsável pela aplicação no negócio dos requisitos do sistema da Segurança Social. È quem gere as prestações do sistema e de todos os seus subsistemas. Para além de ter funções técnicas de aplicação correcta do negócio da Segurança Social, funções de tesouraria, funções de fiscalização e funções de desenvolvimento de acordos de cooperação com várias instituições particulares de segurança social, o ISS, I.P. assegura também, nos termos da lei, o cumprimento dos requisitos do Sistema Informático da Segurança Social (SISS), como um dos serviços mais importantes á disposição do cidadão e do Sistema da Segurança Social. Sendo o II, I.P., como orgão transversal ao Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social na gestão de sistemas e infraestruturas informáticas, o responsável pela gestão e implementação do SISS, a cooperação entre o ISS, I.P. (a representar o negócio da segurançã social) e o II, I.P. (a representar a gestão e inovação dos sistemas do MSESS) é crucial para o bom funcionamento deste sistema. 4

5 Figura 1 Organograma do MSESS (fevereiro 2015) 3. Organização O II, I.P. é um instituto integrado na administração indireta do Estado que tem como missão disponibilizar soluções adequadas, que satisfaçam as necessidades de Tecnologias de Informação e Comunicação dos clientes, visando o serviço prestado a cidadãos com o intuito de líderar a Administração Pública em soluções de Tecnologias de Informação e Comunicação, mantendo a confiança, competência e a inovação. O II, I.P. tem adotado mecanismos de gestão flexíveis e inovadores, cujos resultados são orientados para uma maior eficiência e para a satisfação das necessidades dos clientes e dos colaboradores. Neste sentido, o II, I.P. tem vindo a eliminar a rigidez na sua estrutura potenciando os meios de que dispõe, na melhoria contínua dos seus processos. Este esforço tem vindo a ser reconhecido através das diversas certificações, quer do sistema de gestão da qualidade, quer do sistema de gestão de informação do Instituto. O modelo de gestão organizacional do Instituto caracteriza se pela existência de funções de negócio, alocadas a unidades organizacionais específicas, de âmbito vertical, que são envolvidas e invocadas no decorrer dos processos do negócio com vista à produção dos resultados que 5

6 concretizam a missão do Instituto. O organigrama abaixo mostra a estrutura organizativa do Instituto de Informática. Figura 2 Estrutura organizacional do II, IP A atividade do Instituto de Informática é orientada pela Política do Sistema de Gestão Integrado, que decorre da Missão, Visão e Valores da organização, apoiando de forma permanente a prestação de um serviço público de excelência e sustentável. Um dos principais objetivos do Instituto de Informática dentro das suas atividades é de criar valor para as Partes Interessadas, promovendo uma relação de confiança, através da disponibilização de soluções que correspondam às expectativas, estabelecendo para o efeito as parcerias e os acordos adequados. O Instituto de Informática compromete se a definir, implementar, rever e melhorar, de forma sistemática, os processos e ações de comunicação com as Partes Interessadas, internas e externas, de modo a garantir a eficácia de uma comunicação integrada. Compromete se ainda em melhorar continuamente a eficácia e competência organizacionais, verificando a conformidade dos processos existentes, monitorizacion os resultados chave do seu desempenho, e avaliando o valor das soluções que disponibiliza, introduzindo as melhorias necessárias. 6

7 Outro objetivo do instituto é o de prestar um serviço de excelência através da implementação de práticas sustentáveis no âmbito da gestão da qualidade, segurança da informação e continuidade do negócio, gestão de serviços de tecnologias de informação e responsabilidade social. Compromete se ainda em implementar e partilhar as boas práticas e os processos de gestão, promovendo a agilidade organizacional e a inovação, com recurso aos melhores referenciais e tecnologias disponíveis. 4. Processo BAI07 O processo BAI07 Manage Change Acceptance and Transitioning pertence à área de Management e ao Domínio Build, Acquire and Implement do COBIT5, tendo como base aceitar e tornar operacionais novas soluções. O objectivo principal deste processo é implementar soluções de forma segura e alinhadas com as expectativas e resultados acordados. No contexto do Instituto de Informática da Segurança Social, este processo é implementado pelo processo Gestão de Entregas, cujo fluxo é descrito pelo seguinte esquema. 7

8 Figura 3 Processo de Gestão de Entregas do II, IP As práticas do BAI07 utilizadas no processo na fase de Concepção são: BAI07.01 Establish an implementation plan; BAI07.02 Plan business process, system and data conversion. No caso das outras fases as práticas utilizadas são: BAI07.03 Plan acceptance tests. BAI07.04 Establish a test environment. BAI07.05 Perform acceptance tests. BAI07.06 Promote to production and manage releases. Será um dos objectivos deste projeto identificar claramente as restantes fases do processo de Gestão de Entregas, para mapear com as práticas do BAI Avaliação do processo A avaliação do processo BAI07 será efectuada de acordo com o Process Assessment Model (PAM) do COBIT5, que fornece uma base para definir o nível de capacidade do processo. O PAM (descrito na figura), define a capacidade de um processo com base em duas dimensões: Dimensão de capacidade e dimensão do processo Figura 4 COBIT 5 Process Assessment Model Dimensão de Processo Esta dimensão faz uso do COBIT5 como modelo de referência de processos, que fornece definições dos processos num ciclo de vida, juntamente com uma arquitectura que descreve as relações entre os processos. No caso desta avaliação, a dimensão de processo foca se no processo BAI07 que pertence ao domínio Build, Acquire and Implement. Dimensão de Capacidade Esta dimensão permite medir a capacidade de um processo relativamente ao alcance dos objectivos de negócio actuais ou projectados de uma organização para o processo. 8

9 A capacidade de um processo é expressa em função dos seus atributos, agrupados em 6 níveis: Nível 0 Processo Incompleto O processo não está implementado ou não cumpre o seu propósito; Nível 1 Processo Cumprido (um atributo) O processo implementado cumpre o seu propósito; Nível 2 Processo Gerido (dois atributos) O Processo de nível 1 é agora implementado com a utilização de um modelo de gestão (planeado, monitorizado e ajustado) e todos os seus produtos de trabalho são estabelecidos, controlados e mantidos de forma apropriada; Nível 3 Processo Estabelecido (2 atributos) O processo de nível 2 é agora implementado utilizando um processo definido que é capaz de alcançar os resultados do processo; Nível 4 Processo Previsível (2 atributos) O processo de nível 3 opera agora dentro de limites definidos para alcançar os resultados do processo; Nível 5 Processo Optimizado (2 atributos) O processo de nível 4 é melhorado continuamente para alcançar os objectivos de negócio relevantes actuais e projectados. Indicadores de Avaliação O indicadores de avaliação são utilizados para avaliar se os atributos do processo foram alcançados. Existem dois tipos de indicadores de avaliação: Indicadores de atributos de capacidade do processo: Prática genérica Produto de trabalho genérico Indicadores de performance do processo são específicos de cada processo e são utilizados para determinar se um processo se encontra no nível de capacidade 1. No caso desta avaliação, os indicadores de performance do BAI07 encontram se nas páginas do documento Process Assessment Model (PAM): Using COBIT5. 9

10 Escala de classificação Cada atributo é classificado de acordo com uma escala definida no ISO/IEC standard indicada na figura 6: 6. Caso de negócio Figura 6 Tendo reconhecido as mais valias da utilização de uma framework como o COBIT na gestão e governança das tecnologias de informação das organização, o II, IP apresentou no seu plano de actividades para 2014 a intenção de levar a cabo uma iniciativa de auto avaliação utilizando o COBIT 5. O alinhamento dos objectivos do negócio com os objectivos para as tecnologias de informação é actualmente um factor essêncial em organizações do tipo e dimensão do II, IP. O COBIT 5 posiciona se como líder de mercado no âmbito de ferramentas e boas práticas na obtenção deste alinhamento. Embora no passado o II, IP tenha levado a cabo uma implementação parcial dos processos definidos no COBIT 4, o nível actual de cumprimento destas práticas não conhecido na sua totalidade. Adicionalmente, a framework COBIT evoluiu para a versão 5, oferecendo uma visão mais coesa da governança e gestão das TI nas organizações. Tendo em vista o objectivo óptimo de uma implementação plena das práticas definidas no COBIT 5, é essencial um levantamento prévio do as is em termos de governança e gestão das TI no II,IP. Parte de uma iniciativa maior, este projecto tem como objectivo fazer uma avaliação das operações do II, IP no âmbito do processo BAI07 Manage Change Acceptance and Transitioning, definido no COBIT 5. O Problema O foco deste projeto será o processo de Gestão de Entregas do II, IP. O problema com o qual este projecto se preocupa está relacionado com conhecer o nível de adesão do II,IP às boas práticas definidas pela indústria e pela framework COBIT 5 no âmbito do referido processo. 10

11 A Solução A solução para o problema referido no parágrafo anterior passa por utilizar o COBIT 5 para aferir o nível de cumprimento de boas práticas na operação do processo de Gestão de Entregas do II, IP. Este processo do II, IP foi mapeado para o processo BAI07, descrito no COBIT 5. O processo BAI07 do COBIT 5 tem como objectivo contribuir para o uso adequado de soluções tecnológicas como suporte de processos de negócio de uma organização. No final deste projecto será apresentada uma auditoria com base neste mapeamento, assim como sugestões de acções futuras a levar a cabo pelo II, IP. Riscos O risco mais relevante identificado para este projecto é o risco de dificuldades na obtenção da informação necessária ao processo de avaliação proposto no mesmo. Este risco ocorre devido a possíveis faltas de disponibilidade do pessoal relevante dentro do instituto para ser entrevistado e prestar os esclarecimentos necessários. Este projecto será desenvolvido por uma equipa composta por 5 estudantes do Instituto Superior Técnico entre Abril e Junho de Referências Organograma do MSESS, Fevereiro 2015, MSESS ministerios/ministerio da solidariedade e seguranca social.asp x Informação Institucional, Julho 2013, II, I.P. social.pt/ii ip instituto de informatica ip Plano de Atividades, 2014, Instituto de Informática social.pt/documents/10152/ /plano_atividades_ii_2014 Sessão de apresentação de I.P., Março 2015, Luis Azevedo COBIT 5: Enabling Processes COBIT 5: PAM 11

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology C O B I T Control Objectives for Information and related Technology Goiânia, 05 de Janeiro de 2009. Agenda Evolução da TI Desafios da TI para o negócio O que é governança Escopo da governança Modelos de

Leia mais

REGULAMENTO PARA A GESTÃO DE CARREIRAS DO PESSOAL NÃO DOCENTE CONTRATADO NO ÂMBITO DO CÓDIGO DO TRABALHO DA UNIVERSIDADE DO. Capítulo I.

REGULAMENTO PARA A GESTÃO DE CARREIRAS DO PESSOAL NÃO DOCENTE CONTRATADO NO ÂMBITO DO CÓDIGO DO TRABALHO DA UNIVERSIDADE DO. Capítulo I. Regulamentos REGULAMENTO PARA A GESTÃO DE CARREIRAS DO PESSOAL NÃO DOCENTE CONTRATADO NO ÂMBITO DO CÓDIGO DO TRABALHO DA UNIVERSIDADE DO PORTO Aprovado pelo Conselho de Gestão na sua reunião de 2011.01.20

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Indicadores de qualidade I Introdução Baseado em investigação anterior e na recolha de informação

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras

Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Versão 5.0 dezembro 2010 Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Sumário 1. Objetivos 2. Conceitos 3. Referências 4. Princípios 5. Diretrizes

Leia mais

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação CobiT 5 Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? 2013 Bridge Consulting All rights reserved Apresentação Sabemos que a Tecnologia da

Leia mais

A Certificação das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) Alter do Chão 12 Novembro. Miguel Taborda - SPI

A Certificação das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) Alter do Chão 12 Novembro. Miguel Taborda - SPI A Certificação das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) Miguel Taborda - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. A NORMA NP 4457:2007 REQUISITOS

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 5.0 06/12/2010 Sumário 1 Objetivos... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 4 4 Princípios... 4 5 Diretrizes... 5 6 Responsabilidades... 6 7 Disposições

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/18.03.2013 Revisto por/data Índice 1. Política e Objetivos

Leia mais

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 MANUAL DA QUALIDADE FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1 Promulgação... 4 1.2 Âmbito e campo de aplicação do SGQ...

Leia mais

Plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços

Plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços Plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços Índice Introdução... 2 A solução... 2 Plataforma Integrada (principais características)... 4 Eliminar limitações à execução de testes

Leia mais

ISO/IEC 20000 DOIS CASOS DE SUCESSO DE CLIENTES QUALIWORK

ISO/IEC 20000 DOIS CASOS DE SUCESSO DE CLIENTES QUALIWORK ISO/IEC 20000 DOIS CASOS DE SUCESSO DE CLIENTES QUALIWORK A Norma ISO/IEC 20000:2011 Information technology Service management Part 1: Service management system requirements é uma Norma de Qualidade que

Leia mais

Referenciais da Qualidade

Referenciais da Qualidade 2008 Universidade da Madeira Grupo de Trabalho nº 4 Controlo da Qualidade Referenciais da Qualidade Raquel Sousa Vânia Joaquim Daniel Teixeira António Pedro Nunes 1 Índice 2 Introdução... 3 3 Referenciais

Leia mais

ESTRUTURA COMUM DE AVALIAÇÃO CAF 2006 DGAEP 2007

ESTRUTURA COMUM DE AVALIAÇÃO CAF 2006 DGAEP 2007 ESTRUTURA COMUM DE AVALIAÇÃO CAF 2006 DGAEP 2007 Conteúdo da apresentação Enquadramento da CAF Características gerais da CAF Estrutura da CAF Processo de aplicação da CAF (10 Passos) Enquadramento da CAF

Leia mais

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade Publicação Nº 4-13 Janeiro 2010 ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade PONTOS DE INTERESSE: Estrutura Metodologia de Implementação São notórias as crescentes exigências do mercado no que toca a questões de

Leia mais

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit.

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 2 Regras e Instruções: Antes de começar a fazer a avaliação leia as instruções

Leia mais

Professor: Conrado Frassini cfrassini@uol.com.br

Professor: Conrado Frassini cfrassini@uol.com.br Governança de TI e ISO20000 Quo Vadis TI? quinta-feira, 14 de agosto de 2008, 17h09 A área de Tecnologia da Informação vem sofrendo mudanças profundas e esse fenômeno aumentará nos próximos anos. Além

Leia mais

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores Aprovadas pelo Conselho de Acção Social do IPVC em 1 de Fevereiro de 2011 Serviços de Acção Social do IPVC Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores O Conselho de Acção Social do Instituto Politécnico

Leia mais

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Índice Quem Somos O SGI da AMBISIG; A implementação do SGIDI na AMBISIG; Caso de Sucesso. Quem somos? Somos uma empresa com 16 anos de experiência

Leia mais

1.º MÉRITO DO PROJECTO

1.º MÉRITO DO PROJECTO SISTEMA DE APOIO A ENTIDADES DO SISTEMA CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NACIONAL CRITÉRIOS DE SELECÇÃO O Regulamento do Sistema de Apoio a Entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional definiu as regras

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software

Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software Questionário Taxinómico do Software Engineering Institute António Miguel 1. Constrangimentos do Projecto Os Constrangimentos ao Projecto referem-se

Leia mais

i9social Social Innovation Management Sobre

i9social Social Innovation Management Sobre i9social Social Innovation Management A inovação social é uma solução inovadora para um problema social, que é mais eficaz, eficiente e sustentável do que as soluções existentes, e a qual incrementa a

Leia mais

Plano Nacional de Saúde e as. Estratégias Locais de Saúde

Plano Nacional de Saúde e as. Estratégias Locais de Saúde Plano Nacional de Saúde e as Estratégias Locais de Saúde (versão resumida) Autores Constantino Sakellarides Celeste Gonçalves Ana Isabel Santos Escola Nacional de Saúde Pública/ UNL Lisboa, Agosto de 2010

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS.

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS Documento Justificativo Fevereiro de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel:

Leia mais

GESPÚBLICA. Brasília ǀ 25 de Setembro de 2012

GESPÚBLICA. Brasília ǀ 25 de Setembro de 2012 GESPÚBLICA Brasília ǀ 25 de Setembro de 2012 Resultados Decisões Estratégicas Informações / Análises O PROCESSO DE GESTÃO ESTRATÉGICA Ideologia Organizacional Missão, Visão,Valores Análise do Ambiente

Leia mais

CobiT. MBA em Sistemas de Informação. Conteúdo. 1. Sumário Executivo. 2. Estrutura. 3. Objetivos de Controle. 4. Diretrizes de Gerenciamento

CobiT. MBA em Sistemas de Informação. Conteúdo. 1. Sumário Executivo. 2. Estrutura. 3. Objetivos de Controle. 4. Diretrizes de Gerenciamento MBA em Sistemas de Informação CobiT Conteúdo 1. Sumário Executivo 2. Estrutura 3. Objetivos de Controle 4. Diretrizes de Gerenciamento 5. Modelo de Maturidade 6. Guia de Certificação de TI 7. Implementação

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

Conhecimento em Tecnologia da Informação. CobiT 5. Apresentação do novo framework da ISACA. 2013 Bridge Consulting All rights reserved

Conhecimento em Tecnologia da Informação. CobiT 5. Apresentação do novo framework da ISACA. 2013 Bridge Consulting All rights reserved Conhecimento em Tecnologia da Informação CobiT 5 Apresentação do novo framework da ISACA Apresentação Este artigo tem como objetivo apresentar a nova versão do modelo de governança de TI, CobiT 5, lançado

Leia mais

24/09/2013. COBIT5: Novas perspectivas e desafios para a Auditoria Interna

24/09/2013. COBIT5: Novas perspectivas e desafios para a Auditoria Interna 24/09/2013 COBIT5: Novas perspectivas e desafios para a Auditoria Interna Luiz Claudio Diogo Reis, MTech, CISA, CRISC, COBIT (F), MCSO Luiz.reis@caixa.gov.br Auditor Sênior Caixa Econômica Federal Currículo

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO

RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO Documento 7.1 RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPIOS DO ESTADO DA BAHIA TCM-BA SALVADOR BAHIA MARÇO / 2010 1/10 1. Introdução Este documento faz parte do escopo do

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC 1. CONCEITOS E DEFINIÇÕES 1.1 Políticas de Gestão de Pessoas são o conjunto de estratégias ou políticas específicas

Leia mais

HP ajuda empresas a aumentar a eficiência da gestão de informação

HP ajuda empresas a aumentar a eficiência da gestão de informação HP ajuda empresas a aumentar a eficiência da gestão de informação Estudo indica que 70 por cento das empresas têm lacunas na abordagem holística à gestão de informação crítica para o seu negócio Lisboa,

Leia mais

Conferência de compliance

Conferência de compliance Confidencial Conferência de compliance Luanda 20 de Junho de 2013 Os principais temas em matérias de compliance a nivel mundial Gestão do e adequação de capital Protecção do consumidor Fiscal Conflitos

Leia mais

CSC.Breves. Para quê? Em termos globais, pretende-se com a implementação do CSC.UC:

CSC.Breves. Para quê? Em termos globais, pretende-se com a implementação do CSC.UC: #1 CSC.Breves Boletim bimensal de divulgação do projecto de implementação do Centro de Serviços Comuns da Universidade de Coimbra O que é? O Centro de Serviços Comuns da Universidade de Coimbra (CSC.UC)

Leia mais

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos? WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...

Leia mais

GT2 / CS11 Fases de elaboração do Plano e Manual da Qualidade numa IES

GT2 / CS11 Fases de elaboração do Plano e Manual da Qualidade numa IES GT2 / CS11 Fases de elaboração do Plano e Manual da Qualidade numa IES Data: 20 de fevereiro 2013 Hora: 14h30 Local: IPQ Fases de elaboração do Plano e Manual da Qualidade numa IES duas instituições: ISEG

Leia mais

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado:

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado: Rodrigo Barata Página 2 de 14 Indice 1. Promulgação 3 2. Politica da Qualidade 3 3. Missão da Empresa 4 4. Campo de aplicação 4 4.1 Referências 4 5. Apresentação da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal 5

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI Órgão: UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIA E SAÚDE DE PORTO ALEGRE - UFCSPA Objeto:

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

A implementação de Sistemas de Gestão ISO27001 e ISO20000 Principais Etapas

A implementação de Sistemas de Gestão ISO27001 e ISO20000 Principais Etapas A implementação de Sistemas de Gestão ISO27001 e ISO20000 Principais Etapas Paulo Faroleiro ISO 20000 CC/LA, ISO 27001 CC/LA, CISA, CISM Certified Processes Auditor (BSI) Certified Project Manager C-Level

Leia mais

GUIA DE AVALIAÇÃO DA NORMA DE AUTO-REGULAMENTAÇÃO DO SETOR DE RELACIONAMENTO (CALL CENTER / CONTACT CENTER / HELP DESK / SAC / TELEMARKETING)

GUIA DE AVALIAÇÃO DA NORMA DE AUTO-REGULAMENTAÇÃO DO SETOR DE RELACIONAMENTO (CALL CENTER / CONTACT CENTER / HELP DESK / SAC / TELEMARKETING) GUIA DE AVALIAÇÃO DA NORMA DE AUTO-REGULAMENTAÇÃO (CALL CENTER / CONTACT CENTER / HELP DESK / SAC / TELEMARKETING) Coordenação Gerenciadora ABEMD Associação Brasileira de Marketing Direto Presidente: Efraim

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Mestrado de Marketing e Comunicação ESEC ESTGOH Regulamento de Projeto Estágio 1

Mestrado de Marketing e Comunicação ESEC ESTGOH Regulamento de Projeto Estágio 1 1 PREÂMBULO O presente Regulamento organiza a unidade curricular de Projeto Estágio do Mestrado em Marketing e Comunicação. No ensino politécnico, o ciclo de estudos conducente ao grau de mestre deve assegurar,

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS NA DGOTDU

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS NA DGOTDU Direcção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Gabinete do Director-Geral Índice 1. Introdução 2. Perfil da DGOTDU como organização 3. Identificação das vulnerabilidades 4. Programa

Leia mais

4.1. UML Diagramas de casos de uso

4.1. UML Diagramas de casos de uso Engenharia de Software 4.1. UML Diagramas de casos de uso Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Utilizados para ajudar na análise de requisitos Através da forma como o utilizador usa o sistema

Leia mais

SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO (Art.º 22.º do Regulamento de Estágio, publicado no Diário da República de 9 de Fevereiro de 2010)

SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO (Art.º 22.º do Regulamento de Estágio, publicado no Diário da República de 9 de Fevereiro de 2010) SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO (Art.º 22.º do Regulamento de Estágio, publicado no Diário da República de 9 de Fevereiro de 2010) 1 SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO (Artigo

Leia mais

BONA PRATICA Nº 9: CURSO DE EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICA UNIVERSIDAD DE COIMBRA

BONA PRATICA Nº 9: CURSO DE EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICA UNIVERSIDAD DE COIMBRA BONA PRATICA Nº 9: CURSO DE EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICA UNIVERSIDAD DE COIMBRA ANTECEDENTES Enquadramento A promoção de um Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica com o envolvimento de todas

Leia mais

Sumário Executivo. NOTA: este texto não foi redigido ao abrigo no novo acordo ortográfico. organização nãogovernamental

Sumário Executivo. NOTA: este texto não foi redigido ao abrigo no novo acordo ortográfico. organização nãogovernamental SUMÁRIO EXECUTIVO Optimização das políticas públicas de apoio ao empreendedorismo e inclusão social: estudando o acesso dos microempreendedores às medidas de promoção do auto-emprego 2 Sumário Executivo

Leia mais

MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE

MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE Despacho Conjunto n.º 891/99 No domínio da intervenção precoce para crianças com deficiência ou em risco de atraso grave de desenvolvimento,

Leia mais

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1)

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) 1/9 O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) Susana Alcina Ribeiro Pinto Docente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras

Leia mais

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº 31093. Daniel Jesus nº 28571. Fábio Bota nº 25874. Stephane Fernandes nº 28591

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº 31093. Daniel Jesus nº 28571. Fábio Bota nº 25874. Stephane Fernandes nº 28591 Organização Trabalho realizado por: André Palma nº 31093 Daniel Jesus nº 28571 Fábio Bota nº 25874 Stephane Fernandes nº 28591 Índice Introdução...3 Conceitos.6 Princípios de uma organização. 7 Posição

Leia mais

[CONSTRUÇÃO DO QUAR] linhas de orientação

[CONSTRUÇÃO DO QUAR] linhas de orientação C C A S ConselhoCoordenador deavaliaçãodeserviços [CONSTRUÇÃODOQUAR] Não apresentam apenas um objectivo estratégico mas antes vários objectivos estratégicos, ou são tão vagos que não permitem conhecer

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade Sistemas de estão da Qualidade Transparências de apoio à disciplina de estão da Qualidade rupo de ontrolo e estão Normas de arantia da Qualidade Historicamente Imposição dos grandes compradores e detentores

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Uma nova cultura em processos e projetos

Uma nova cultura em processos e projetos Uma nova cultura em processos e projetos 10 KPMG Business Magazine Mercado caminha para a maturidade, com uma maior percepção dos benefícios da gestão por processos para atender aos objetivos estratégicos

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

Documento SGS. PLANO DE TRANSIÇÃO da SGS ICS ISO 9001:2008. PTD3065 - v010-2008-11 Pág 1 de 6

Documento SGS. PLANO DE TRANSIÇÃO da SGS ICS ISO 9001:2008. PTD3065 - v010-2008-11 Pág 1 de 6 PLANO DE TRANSIÇÃO da SGS ICS ISO 9001:2008 PTD3065 - v010-2008-11 Pág 1 de 6 1 Introdução A ISO 9001:2008 e o Processo de Transição da SGS ICS A International Organization for Standardization (ISO) publicou,

Leia mais

Ministérios da Administração Interna, do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação PROTOCOLO. Entre MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA,

Ministérios da Administração Interna, do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação PROTOCOLO. Entre MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, PROTOCOLO Entre MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL e MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 2/7 A aposta na qualificação dos portugueses constitui uma condição essencial

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio São Paulo, 10 de Março de 2003 Índice 0 INTRODUÇÃO...4 0.1 ASPECTOS GERAIS...4 0.2 BENEFÍCIOS DE

Leia mais

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS 4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS A abordagem estratégica que se pretende implementar com o Plano Regional da Água deverá ser baseada num conjunto de princípios nucleares que, sendo unanimemente

Leia mais

Plano de Gestão do Risco (2013-2015)

Plano de Gestão do Risco (2013-2015) Plano de Gestão do Risco (2013-2015) Camões, I.P. Janeiro de 2013 Lisboa, janeiro de 2013 Camões, Instituto da Cooperação e da Língua Av. da Liberdade, 270 1250-149 Lisboa 1 Índice Índice... 2 Acrónimos...

Leia mais

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE COLABORADORES EM FUNÇÕES NÃO DOCENTES QUADRO DE REFERÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO DA UNIDADE ORGÂNICA O Instituto Superior Dom Afonso III, adiante designado por INUAF, é um estabelecimento

Leia mais

Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001:2008

Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001:2008 Gestão da Qualidade A norma NP EN ISO 9001:2008 O que é a norma? É um conjunto de requisitos que uma organização tem de respeitar para implementar e manter eficazmente um Sistema de Gestão da Qualidade.

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE VERSION FINALE PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Página: 2 Edição: 01 Revisão: 0 ÍNDICE

MANUAL DA QUALIDADE. Página: 2 Edição: 01 Revisão: 0 ÍNDICE Manual da Qualidade Página: 2 ÍNDICE CAP 1 Manual de Gestão da Qualidade 1.1 Objetivo do manual 1.2 Âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade 1.2.1 Exclusões 1.3 Terminologia e abreviaturas usadas no manual

Leia mais

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Linhas de Orientação Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves Definição da Política Revisão pela Direcção

Leia mais

Projeto de inovação do processo de monitoramento de safra da Conab

Projeto de inovação do processo de monitoramento de safra da Conab Projeto de inovação do processo de monitoramento de safra da Conab Projeto elaborado por Lorenzo Seguini lorenzo_seguini@yahoo.it Projeto Diálogos Setoriais União Europeia - Brasil 1 Sumário 1. Introdução...3

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Indice 1. Enquadramento... 3 2. Objectivos... 4 3. Âmbito do Plano... 4 4. Missão da Entidade... 4 5. Áreas avaliadas, Principais Riscos e

Leia mais

Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas

Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas Cascais, 26 de Agosto de 2010 1 P á g i n a ÍNDICE 1.ENQUADRAMENTO... 1 2.METAS E OBJECTIVOS... 2 3.MEDIDAS A IMPLEMENTAR...

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO. SGQ Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal

MANUAL DE GESTÃO. SGQ Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO SGQ IDENTIFICAÇÃO Titulo: - Código: SGQ_2600204_ManualGestao Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da Campo de aplicação: Documentos de referência: NP EN ISO 9001:2008 Página

Leia mais

ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY

ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY _ CURRICULUM Composta por uma equipa multidisciplinar, dinâmica e sólida, Sobre Nós A ilimitados - the marketing company é uma empresa de serviços na área do Marketing,

Leia mais

Gledson Pompeu 1. Cenário de TI nas organizações. ITIL IT Infrastructure Library. A solução, segundo o ITIL

Gledson Pompeu 1. Cenário de TI nas organizações. ITIL IT Infrastructure Library. A solução, segundo o ITIL Cenário de TI nas organizações Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Referência: An Introductory Overview of ITIL v2 Livros ITIL v2 Aumento da dependência da TI para alcance

Leia mais

BEM-VINDO. Apresentação Inicial. Por favor, descreva o seu atual conhecimento sobre Governança de TI.

BEM-VINDO. Apresentação Inicial. Por favor, descreva o seu atual conhecimento sobre Governança de TI. Apresentação Inicial BEM-VINDO Por favor, descreva o seu atual conhecimento sobre Governança de TI. 1 COBIT 4.1 FOUNDATION Vamos dar inicio 2 Avaliando o seu Conhecimento Simulado Agora!!! 3 INTRODUÇÃO

Leia mais

Descentralização da rede de Call Centres: a experiência da PT Contact

Descentralização da rede de Call Centres: a experiência da PT Contact Descentralização da rede de call centres Descentralização da rede de Call Centres: a experiência da PT Contact Francisco Cesário PT Contact A PT CONTACT A PT Contact, Empresa do grupo Portugal Telecom,

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade

Manual de Gestão da Qualidade Manual de Gestão da Qualidade A Índice A Índice... 2 B Manual da Qualidade... 3 C A nossa Organização... 4 1 Identificação... 4 2 O que somos e o que fazemos... 4 3 Como nos organizamos internamente -

Leia mais

Como construir uma DLA?

Como construir uma DLA? Como construir uma DLA? Conteúdo Como construir uma DLA?... 2 Introdução... 2 Metodologia DLA... 3 1.Preparação da DLA... 3 2.Planeamento da DLA... 6 2.1. Avaliação do estado actual... 6 2.3. Desenvolvimento

Leia mais

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 Auditorias Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 ISO 19011 âmbito Linhas de orientação para auditoria a sistemas de gestão Princípios de auditoria Gestão de programas de auditoria Condução de

Leia mais

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde

A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde A Declaração Política de Recife sobre Recursos Humanos para a Saúde: compromissos renovados para a cobertura universal de saúde 1. Nós, representantes dos governos que se reuniram no Recife, Brasil, de

Leia mais

Implementação de Ferramentas de Gestão SOX ISO 20000 ISO 27001. Susana Carias Lisboa, 24 de Outubro de 2008

Implementação de Ferramentas de Gestão SOX ISO 20000 ISO 27001. Susana Carias Lisboa, 24 de Outubro de 2008 Implementação de Ferramentas de Gestão SOX ISO 20000 ISO 27001 Susana Carias Lisboa, 24 de Outubro de 2008 Agenda Introdução Desafio 1º passo Problemática ISO 27001 ISO 20000 Conclusões 2 Agenda Introdução

Leia mais

1 Apresentação GESTÃO POR COMPETÊNCIAS. Tudo a ver com as minhas Competências. Opção. Powerpoint. Emanuel Sousa 20 de Outubro de 2015

1 Apresentação GESTÃO POR COMPETÊNCIAS. Tudo a ver com as minhas Competências. Opção. Powerpoint. Emanuel Sousa 20 de Outubro de 2015 1 Apresentação GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Emanuel Sousa 20 de Outubro de 2015 Opção Tudo a ver com as minhas Competências. Apresentação Imp. 24/0 leaderconsulting.info 2 Apresentação O que é a Gestão por

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA Julho de 2012 Rua da Verónica, 37, 1170-384 Lisboa Tel: 218860041/2 Fax: 218868880 Email: geral@aegv.pt INDICE I. Introdução. 3 II. Ponto de partida.....

Leia mais

Os Operadores Nacionais e a Garantia/Melhoria da Qualidade na Educação e Formação Profissional (EFP) João Barbosa. Abril de 2015

Os Operadores Nacionais e a Garantia/Melhoria da Qualidade na Educação e Formação Profissional (EFP) João Barbosa. Abril de 2015 Os Operadores Nacionais e a Garantia/Melhoria da Qualidade na Educação e Formação Profissional (EFP) João Barbosa Abril de 2015 1 A ANQEP aplicou um questionário online, em outubro de 2014. Caracterizar

Leia mais

nfoarap Março 2015 Índice Informativo Trimestral Plano estratégico ARAP2015-2019 2 e 3 CCP aprovado pelo Parlamento 4 e 5 Socialização do CCP na AJEC

nfoarap Março 2015 Índice Informativo Trimestral Plano estratégico ARAP2015-2019 2 e 3 CCP aprovado pelo Parlamento 4 e 5 Socialização do CCP na AJEC nfoarap Informativo Trimestral Março 2015 Caro Leitor Chega até si a primeira edição do InfoARAP de 2015 Nesta edição trouxemos as estratégias da ARAP traçadas para o quinquénio 2015-2019. Fique a saber

Leia mais

UNIDADE I: Noções de Análise Estruturada de Sistemas

UNIDADE I: Noções de Análise Estruturada de Sistemas Noções Análise Estruturada Gestão Informação UNIDADE I: Noções Análise Estruturada 1.2. Gestão Informação (G). Se: Então: Gestão e Lirança necessitam do recurso informação; Informação ve ser gerida tal

Leia mais

Introdução ao COBIT 5

Introdução ao COBIT 5 Introdução ao COBIT 5 J. Souza Neto, PhD, CGEIT, CRISC, CLOUDF, COBIT 5 Implementation, COBIT 5 Assessor, Certified COBIT Assessor, COBIT 5 Approved Trainer souzaneto@govtiapf.com.br www.twitter.com/govtiapf

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves Sistema Integrado de Gestão Evento IDC PME 24.set.2008 Carlos Neves Agradecimentos Carlos Neves - 24.Set.08 2 Sumário 1. Oportunidades e desafios para as PME 2. Os projectos SI/TI e a Mudança 3. Perspectivas

Leia mais

Together We Create Value

Together We Create Value Together We Create Value APRESENTAÇÃO DA MUNDISERVIÇOS LISBOA 2015 A história da MundiServiços carateriza-se por um percurso de inovação e de investimento na excelência dos seus serviços, assim como por

Leia mais

Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho

Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho 9º Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho 1. O Grupo Salvador Caetano 2. A Responsabilidade Social e a SHST 3. Política de SHST 4. Estrutura de SHST 5. Responsabilidades e Responsáveis

Leia mais

Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde

Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde Roteiro da Certificação Fernando Mota José Luís Graça Organigrama funcional UONCSTI UONCSTI - Missão Apoiar o cumprimento da missão da ACSS,

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais