Universitário e Coordenador dos cursos de Pós Graduação e Graduação das Faculdades Drummond.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Universitário e Coordenador dos cursos de Pós Graduação e Graduação das Faculdades Drummond."

Transcrição

1 O SISTEMA AUTO-FACTORING JOSÉ CARLOS CAROTA 1, SEBASTIÃO DO CARMO E. VIEIRA 2 Sumário: 1. Introdução; 2. Receitas Financeiras; 3. Factoring e Auto-Factoring; 4. Apuração de Tributos; 5. Hipótese de Aplicação Prática do Sistema Auto-Factoring; 6. Conclusão. 1. INTRODUÇÃO Pretendemos, no presente artigo, analisar a possibilidade de aumentar a receita financeira de uma sociedade empresária e contribuir com a redução dos tributos incidentes sobre a venda, através de uma nova sistemática para a realização de investimentos a curto prazo, com o objetivo de obter uma rentabilidade superior aos tradicionais investimentos financeiros oferecidos no mercado de renda fixa nacional. Este estudo se inicia efetuando um breve resumo sobre a definição de receitas financeiras e principais investimentos disponibilizados pelo mercado financeiro nacional de renda fixa, em seguida conceitua-se o factoring e o autofactoring; e posteriormente, explica-se de forma sucinta, a apuração de tributos incidentes sobre as vendas. Na seqüência desenvolve-se uma hipótese de aplicação prática do sistema auto-factoring, analisando e evidenciando as principais vantagens do sistema. As reflexões em torno da interpretação do processo de obtenção e maximização das receitas financeiras, através do auto-factoring, irão contribuir para a gestão estratégica das empresas. 2. RECEITAS FINANCEIRAS As receitas financeiras são os ingressos derivados de aplicações financeiras, juros de mora recebidos, descontos obtidos, etc... 3 De acordo com o artigo 373 do Regulamento do Imposto de Renda RIR/99, os juros recebidos, os descontos obtidos, o lucro na operação de porte e o prêmio de resgate de títulos ou debêntures e os rendimentos nominais relativos a 1 Mestrando em Direito Civil pela Faculdade Autônoma de Direito de São Paulo FADISP, Mestre em Direito, Especialista em Finanças, Graduado em Direito e Administração de Empresas, Contabilista, Advogado, Consultor Jurídico, Controller de empresa multinacional e Professor da Uniradial e Faculdades Drummond. 2 Mestre em Ciências Contábeis, especialista em Contabilidade Gerencial, Contador, Consultor Empresarial, Professor Universitário e Coordenador dos cursos de Pós Graduação e Graduação das Faculdades Drummond. 3 MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. São Paulo: Atlas, 2005, p.119.

2 2 aplicações financeiras de renda fixa, auferidos pelo contribuinte no período de apuração, compõe as receitas financeiras e como tal deverão ser incluídas no lucro operacional. Basicamente, essas receitas são obtidas pelas empresas da seguinte forma: 2.1 Mercado Financeiro A intermediação financeira, no Brasil, desenvolve-se de forma segmentada, baseada em quadro subdivisões estabelecidas pelo mercado financeiro: a) mercado monetário; b) mercado de crédito; c) mercado de capitais; e d) mercado cambial. 4 Apesar de servirem de referência para o estudo do mercado financeiro, esses segmentos sugeridos de mercado, muitas vezes, se confundem-se na prática, permitindo que as várias operações financeiras interajam por meio de um amplo sistema de comunicações. Apresentam, ainda, uma referência comum para as diversas negociações financeiras, as taxas de juros, entendida como a moeda de troca desses mercados. O mercado monetário envolve as operações de curtos e curtíssimos prazos, proporcionando um controle ágil e rápido da liquidez da economia e das taxas de juros básicas pretendidas pela política econômica das autoridades monetárias. O mercado de crédito engloba as operações de financiamento de curtos e médios prazos, direcionadas aos ativos permanentes e capitais de giro das empresas. Esse mercado é constituído, basicamente pelos Bancos Comerciais e Sociedades Financeiras. O mercado de capitais contempla as operações financeiras de médios e longos prazos, e de prazo indeterminado, como as operações com ações. O mercado cambial, inclui as operações de conversão (troca) de moeda de um país pela de outro, determinada principalmente pela necessidade da prática do comércio internacional Em síntese, as principais formas de obtenção de receitas financeiras pelas empresas, são as seguintes: Fundos de investimento financeiro O fundo de investimento financeiro é um patrimônio formado por participação dos investidores que é convertido em cotas, as quais pertencem aos respectivos investidores cotistas; e existem dois grandes grupos de fundos de investimentos: renda fixa e renda variável. 5 Os fundos de renda fixa são constituídos por investimentos em ativos de renda fixa; e, de acordo com a Associação Nacional de Bancos de Investimento (Anbid), podem ser classificados em referenciados, não referenciados e genéricos. Os fundos referenciados são os que adotam uma administração passiva de sua carteira, procurando replicar o desempenho de um indicador de referencia, como CDI, Ibovespa, Câmbio, etc. Os fundos não referenciados não precisam reproduzir o desempenho de um índice específico, podem ser constituídos por papéis de renda fixa prefixados e pós fixados. Os fundos genéricos são os mais agressivos que os referenciados e não referenciados, em razão de sua maior liberdade em selecionar os ativos para investimentos para sua carteira. Como exemplos, têm-se, os fundos de Derivativos, que aplicam em renda fixa (pré e pós-fixados) e também em mercados futuros, opções e swaps 6 ; fundos multicarteira, que investem em renda fixa, renda variável e derivativos; Fundos Fiex, que privilegiam títulos da dívida externa brasileira em sua carteira de investimentos, entre outros fundos. 4 ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas, 2005, p ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas, 2005, p O termo Swap significa troca ou permuta. MIGLIAVACCA, Paulo N. Business Dictionary. São Paulo: Edicta, 1999.

3 3 Os fundos de investimento de renda variável (fundo de ações) mesclam em sua carteira de ações (no mínimo 5% de seu patrimônio) e outros ativos, inclusive derivativos. São mais agressivos, apresentando maior risco e rentabilidade esperada Certificados de Depósitos Bancários - CDB O CDB é uma obrigação de pagamento futura de um capital aplicado em depósito a prazo fixo em instituições financeiras. Esses recursos destinam-se ao financiamento de capital de giro das empresas. As emissões são feitas em função do volume de crédito demandado pelas empresas. 8 O CDB poder ser emitido com remuneração pré ou pós fixada. O título pré-fixado informa ao investidor, no momento da aplicação, quanto irá pagar na data do vencimento e o título pós-fixado tem seus rendimentos vinculados a um índice de preços de mercado, acrescido de uma taxa de juro pactuada no momento da aplicação Caderneta de Poupança É uma forma de investimento popular oferecida pelos Bancos com alta liquidez e baixa rentabilidade e remunera seus aplicadores com juros e a correção pela TR. 2.2 Descontos Obtidos Eventualmente uma empresa consegue obter do seu fornecedor descontos na liquidação de suas obrigações. Exemplo: Desconto condicional para pagamento antecipado do título. 2.3 Juros de Mora Obtidos Via de regra, são os juros recebidos pela empresa decorrentes do atraso de pagamento de seus clientes. 3. FACTORING E AUTO-FACTORING Nesse item, iremos conceituar e definir as principais diferenças entre os dois sistemas. 3.1 Factoring As empresas de factoring 9 são pessoas jurídicas de fomento comercial, de prestação cumulativa de serviços, tais como: de assessoria creditícia e mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e receber; compra de direitos creditórios resultantes de vendas de bens a prazo ou de prestação de serviços; esta, na prática, é a principal atividade da factoring, que paga pelos títulos representativos de tais direitos um valor menor que seu valor de face, ou seja, adquire-os com deságio. O que diferencia a operação de factoring (compra de títulos) da operação de desconto bancário é que a empresa da fomento comercial compra o título sem direito de regresso, ou seja, caso o devedor não pague, o prejuízo será assumido por ela e não pelo cedente do título. Em função disso, o deságio cobrado pela empresa de factoring costuma ser maior que o desconto bancário, uma vez que ela assume integralmente o risco do crédito. 10 Stephen A. Ross, define o sistema de factoring como : 7 ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas, 2005, p ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas, 2005, p Paulo N. Migliavacca define em sua obra Business Dictionary, São Paulo, Edicta 1999, que Factoring é a compra de títulos a receber das empresas para posterior cobrança junto aos devedores. 10 NEVES, Silvério das e VICECONTI, Paulo E.V. Contabilidade Avançada. São Paulo: Frase, 2005, p.511.

4 4 É a venda das contas a receber de uma empresa a uma instituição financeira conhecida como factor. A empresa e o factor estabelecem de comum acordo os termos básicos de crédito de cada cliente. O cliente paga diretamente ao factor e este assume o risco de inadimplência. 11 No caso da factoring, a Secretaria da Receita Federal decidiu, através do Ato Declaratório Normativo da Coordenação do sistema de tributação numero 51, de , que: a) Para as empresa que alienou o título, a diferença entre o valor de face e o valor da venda, oriunda da alienação da duplicata para a empresa de fomento comercial, poderá ser computada como despesa operacional, na data da respectiva transação; b) para as empresas de factoring, a receita a ser contabilizada na data da operação será determinada pela diferença entre a quantia expressa no título de crédito adquirido e o valor pago. 3.2 Auto-Factoring Consiste em elaborar uma sistemática em que a empresa que adquire produtos a prazo de seus fornecedores, efetua a compra antecipada com deságio dos títulos de créditos de seus fornecedores ou ainda do mercado. Em outras palavras, a empresa que possui capital de giro próprio adquire, com deságio, os títulos de crédito emitidos por seus fornecedores contra ela, ao invés de investir os seus recursos financeiros no mercado de renda fixa a curto prazo obtendo uma baixa rentabilidade. A operação de auto-factoring oferece quatro vantagens para as empresas quem compram e vendem seus créditos: a) não apresenta risco de crédito, pois a empresa esta comprando o seu próprio crédito; b) O deságio obtido na compra do crédito será superior aos rendimentos obtidos no mercado financeiro de renda fixa, considerando-se a diferença entre as taxas de aplicação e captação de recursos; c) quando a empresa adquire os títulos de crédito do fornecedor, já se creditou dos tributos incidentes sobre a venda contidos na nota fiscal sem os referidos deságios; d) beneficia seus fornecedores disponibilizando capital de giro a um custo reduzido. 4. APURAÇÃO DE TRIBUTOS Os tributos incidentes sobre as vendas são :ICMS, IPI, ISS, PIS, COFINS, e com exceção do ISS, todos eles têm uma característica em comum, não são cumulativos, ou seja, o contribuinte tem o direito de creditar-se do imposto relativo à fase anterior, que consiste no crédito do imposto para aquisição das matérias primas para a fabricação de determinado produto ou material para revenda. Observa-se que no caso de empresas tributadas pelo regime do lucro presumido o PIS e COFINS deverão ser apurados de forma cumulativa. 12 Para facilitar o entendimento, elaborarmos o exemplo abaixo, o qual descreve de forma simplificada a sistemática de cálculo e apuração mensal do IPI: Faturamento bruto... R$ ,00 Compras de matéria-prima para industrialização...r$ ,00 11 ROOS, Stephen A. Ross, Westerfield, Randolph W., Jaffe Jeffrey F.. Administração Financeira Corporate Finance. São Paulo: Atlas, 2007, p A tributação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica pelo Lucro Presumido implica a tributação cumulativa do PIS, conforme o artigo oitavo, inciso II, da lei /02 e também da COFINS artigo 10, inciso II da lei /03.

5 (+) IPI sobre faturamento bruto conforme TIPI 10%...R$ ,00 5 (-) IPI sobre produto adquirido conforme TIPI 10%...R$ ( ,00) IPI a recolher... R$ ,00 5. HIPÓTESE DE APLICAÇÃO PRÁTICA DO SISTEMA AUTO-FACTORING Considerando que o objetivo deste trabalho de pesquisa é estudar a possibilidade de aumentar a receita financeira de uma sociedade empresária e contribuir com a redução dos tributos indiretos incidentes sobre as vendas, estabelecendo uma nova sistemática para a realização de investimentos a curto prazo, visando obter uma rentabilidade superior aos tradicionais investimentos financeiros disponibilizados pelo mercado, passamos, agora, a demonstrar e analisar um caso prático, tendo como finalidade interpretar o processo de obtenção e maximização das receitas financeiras através do autofactoring. CASO PRÁTICO PARA REFLEXÃO A empresa Comercial ACME Ltda., solicita para o seu fornecedor de equipamentos para revenda a entrega imediata de um pedido no valor de R$ ,00 o qual deverá ser pago em 30 dias da data de entrega. A ACME é uma empresa tributada pelo regime do lucro real que possui capital de giro próprio, tendo recursos disponíveis aplicados em diversos Bancos, obtendo atualmente uma receita financeira líquida de 0,8% ao mês. Situação contrária encontra-se o seu fornecedor de equipamentos, que costumeiramente desconta as duplicatas em diversos Bancos pagando em média juros a razão 2,5% ao mês, e eventualmente utilizando os serviços de factoring a 3,5% ao mês. Na operação acima descrita, se a ACME optar pelas operações tradicionais do mercado financeiro, ela irá obter, ao longo do prazo de pagamento oferecido pelo seu fornecedor, uma receita financeira média de 0,8% ao mês, ou seja, R$ ,00. Mas, se a ACME optar por utilizar o sistema auto-factoring ela poderá duplicar suas receitas financeiras da seguinte forma: quando da entrega da mercadoria em seu estabelecimento comercial, deverá de imediato contatar o fornecedor que não possui capital de giro próprio e oferecer-se para comprar o próprio crédito, ou seja, sua própria obrigação a pagar em 30 dias. Evidente que para comprar o seu próprio crédito a ACME irá oferecer uma taxa de desconto mais atrativa que o Banco, pois considere que a empresa está comprando seu próprio crédito e, portanto não existe nenhuma taxa de risco embutida na operação, portanto se ela oferecer uma taxa de desconto à razão de 1,6% para o seu fornecedor, será um ótimo negócio para ambos, pois a ACME está duplicando sua receita financeira e o fornecedor estará reduzindo seu custo com despesas financeiras. Frise-se que esta operação deverá ser feita somente após a entrega das mercadorias, pois além da ACME ter a garantia da entrega na quantidade e qualidade solicitada, existe o direito da empresa adquirente das mercadorias apropriarse do crédito dos tributos constantes na Nota Fiscal de Venda, pois se o desconto for aplicado antes da emissão da Nota Fiscal, haverá uma redução de crédito de tributos incidentes sobre a venda, e consequentemente a ACME sofrerá um aumento na despesa com tributos. 6. CONCLUSÃO A partir dos argumentos apresentados em nosso estudo, podemos concluir que é possível aumentar a receita financeira de uma empresa que possui capital de giro próprio utilizando-se formas não convencionais para investimento de seus recursos financeiros.

6 6 Analisando-se as receitas financeiras e o mercado financeiro nacional de renda fixa, observamos que os produtos e remuneração oferecidos para os clientes são muito parecidos e que os Spreads 13 ainda são muito altos, ou melhor, se a empresa faz um investimento em um fundo de renda fixa, ela irá obter uma receita financeira de aproximadamente 0,8% ao mês, porém se ela precisar captar recursos terá que pagar em média 2,5% ao mês, portanto surge uma nova oportunidade de negócio, que sem sombra de dúvida, fundamenta os serviços de factoring e auto-factoring. Com relação à apuração de tributos, conclui-se que o sistema não cumulativo permite aproveitar os créditos da etapa anterior, e efetivamente se a empresa optar por utilizar o sistema auto-factoring terá que ter o cuidado de negociar o seu próprio crédito após a emissão da nota fiscal de venda pelo fornecedor para não ter reduzido o seu crédito de tributos, que indiscutivelmente é elevado. Com relação ao caso prático para reflexão, conclui-se que o sistema pode aumentar significativamente a rentabilidade do empreendimento comercial e reduzir as despesas financeiras para os seus fornecedores, traduzindo-se em vantagem para todas as partes envolvidas, o que certamente, irá contribuir para desenvolvimento dos negócios empresariais, melhoria de resultados e, enfim, contribuir a com a função social da empresa perante a sociedade. BIBLIOGRAFIAS: ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas, 2005 MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. São Paulo: Atlas, MIGLIAVACCA, Paulo N.. Business Dictionary. São Paulo: Edicta, NEVES, Silvério das e VICECONTI, Paulo E.V. Contabilidade Avançada. São Paulo: Frase, ROOS, Stephen A. Ross, Westerfield, Randolph W., Jaffe Jeffrey F.. Administração Financeira Corporate Finance. São Paulo: Atlas, O Spread é uma opção para vender e comprar títulos, margem de lucro, distribuição, Diferença. MIGLIAVACCA, Paulo N. Business Dictionary. São Paulo: Edicta, 1999.

Factoring - Fomento Mercantil

Factoring - Fomento Mercantil 1.Considerações Iniciais Factoring - Fomento Mercantil A expressão factoring é de origem anglo-latina, cujo radical latino factor significa fomento mercantil e tem por finalidade expandir a capacidade

Leia mais

Nova Sistemática de Tributação no Mercado Financeiro para 2005

Nova Sistemática de Tributação no Mercado Financeiro para 2005 Nova Sistemática de Tributação no Mercado Financeiro para 2005 Ana Carolina Pereira Monguilod e Mário Shingaki Consultores tributários da Levy & Salomão Advogados No final do ano de 2004, o Governo Federal

Leia mais

Transferência da administração de recursos e alocação de ativos para profissionais especializados;

Transferência da administração de recursos e alocação de ativos para profissionais especializados; Guia de Fundos de Investimento A CMA desenvolveu o Guia de Fundos de Investimento para você que quer se familiarizar com os princípios básicos do mercado financeiro, ou que tem interesse em aprofundar

Leia mais

Aplicação de recursos

Aplicação de recursos Aplicação de recursos São 3 os pilares de qualquer investimento Segurança Liquidez Rentabilidade Volatilidade - mede o risco que um fundo ou um título apresenta - maior a volatilidade, maior o risco; Aplicação

Leia mais

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS - O QUE TEM DE ATRATIVO?

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS - O QUE TEM DE ATRATIVO? SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS - O QUE TEM DE ATRATIVO? Tiziane Machado(*) Antes de iniciarmos uma discussão sobre securitização é importante definirmos o termo: Securitização é um processo através do qual

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Conhecimentos Bancários. Mercado Financeiro. Mercado Financeiro

Conhecimentos Bancários. Conhecimentos Bancários. Mercado Financeiro. Mercado Financeiro Conhecimentos Bancários Mercado Financeiro Órgãos normativo/fiscalizador Conselho Monetário Nacional Banco Central do Brasil Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional Conhecimentos Bancários

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado

Leia mais

captação de recursos empréstimos financiamento.

captação de recursos empréstimos financiamento. Instrumentos utilizados pelas instituições financeiras para captação de recursos (funding) que serão utilizados nas operações de empréstimos e financiamento. 1 O cliente entrega os recursos ao banco, sendo

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO

BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO CONHECIMENTOS BANCÁRIOS 1. O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é constituído por todas as instituições financeiras públicas ou privadas existentes no país e seu órgão normativo

Leia mais

TIPOS DE INVESTIMENTO

TIPOS DE INVESTIMENTO TIPOS DE INVESTIMENTO CDB O Certificado de Depósito Bancário (CDB) e o Recibo de Depósito Bancário, (RDB) são os mais antigos e utilizados títulos de captação do setor privado. São oficialmente conhecidos

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 Índice 1. Lucro presumido...3 2. Lucro real...4 2 Dentre os regimes tributários, os mais adotados são os seguintes: 1. LUCRO PRESUMIDO Regime de tributação colocado

Leia mais

Curso Preparatório CPA20

Curso Preparatório CPA20 Página 1 de 8 Você acessou como Flávio Pereira Lemos - (Sair) Curso Preparatório CPA20 Início Ambiente ) CPA20_130111_1_1 ) Questionários ) Passo 2: Simulado Módulo IV ) Revisão da tentativa 3 Iniciado

Leia mais

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA TRIBUTOS CARGA TRIBUTÁRIA FLS. Nº 1 O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 1. - INTRODUÇÃO A fixação do preço de venda das mercadorias ou produtos é uma tarefa complexa, onde diversos fatores

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS PRODUTOS BANCARIOS Prof. Esp. Tomás de Aquino Salomão e-mail tomassalomao@gmail.

UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS PRODUTOS BANCARIOS Prof. Esp. Tomás de Aquino Salomão e-mail tomassalomao@gmail. UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS PRODUTOS BANCARIOS Prof. Esp. Tomás de Aquino Salomão e-mail tomassalomao@gmail.com Caderneta de Poupança A caderneta de poupança foi criada em

Leia mais

FONTES DE FINANCIAMENTO DE CURTO PRAZO

FONTES DE FINANCIAMENTO DE CURTO PRAZO FONTES DE FINANCIAMENTO DE CURTO PRAZO Introdução Mercado de crédito Objetiva suprir a demanda por recursos de curto e médio prazo da economia, sendo constituído por todas as instituições financeiras bancárias

Leia mais

OPERAÇÕES FINANCEIRAS DE CURTO PRAZO - PARTE I

OPERAÇÕES FINANCEIRAS DE CURTO PRAZO - PARTE I OPERAÇÕES FINANCEIRAS DE CURTO PRAZO - PARTE I O QUE SÃO OPERAÇÕES PRÉ E PÓS FIXADAS? OS PRINCIPAIS INDEXADORES E SUAS CARACTERÍSTICAS ASPECTOS TRIBUTÁRIOS PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE CURTO PRAZO Autores:

Leia mais

Perfis de Investimento. GEBSA Prev

Perfis de Investimento. GEBSA Prev Perfis de Investimento GEBSA Prev 2 GEBSA-PREV INTRODUÇÃO Esta cartilha reúne as principais informações relacionadas aos Perfis de Investimento da GEBSA PREV e vai lhe ajudar a identificar alguns aspectos

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário Conhecimentos Bancários Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário Conhecimentos Bancários Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é um título de renda fixa emitido

Leia mais

Banco do Brasil - Cartilha de Fundos de Investimento Fundos de Investimento

Banco do Brasil - Cartilha de Fundos de Investimento Fundos de Investimento Fundos de Investimento O que é?...2 Tipos de Fundos...2 Fundos de curto prazo...2 Fundos renda fixa...2 Fundos referenciados DI...2 Fundos multimercado...3 Fundos de ações...3 Fundos da dívida externa...3

Leia mais

Alterações na Poupança

Alterações na Poupança PRODUTOS E SERVIÇOS FINANCEIROS INVESTIMENTOS POUPANÇA A conta de poupança foi criada para estimular a economia popular e permite a aplicação de pequenos valores que passam a gerar rendimentos mensalmente.

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.3- CDB / RDB

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.3- CDB / RDB Conhecimentos Bancários Item 2.1.3- CDB / RDB Conhecimentos Bancários Item 2.1.3- CDB / RDB CDB Certificado de Depósito Bancário São títulos nominativos emitidos pelos bancos e vendidos ao público como

Leia mais

Banco do Brasil - Cartilha de CDB CDB

Banco do Brasil - Cartilha de CDB CDB CDB O que é?... 2 Pré ou pós-fixado... 2 CDI... 3 Indicação... 3 Taxa de administração... 3 Segurança... 3 Modalidades de CDB... 4 Valor mínimo... 5 Rentabilidade... 4 Prazos... 5 Vencimento... 6 Final

Leia mais

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 www.pwc.com Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 PIS e COFINS sobre receitas financeiras Maio, 2015 Avaliação de Investimento & Incorporação, fusão, cisão Breve histórico da tributação pelo PIS

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro Fonte: Assaf Neto (2009), Matemática Financeira e Suas Aplicações, Cap. 5 Empréstimos para Capital de Giro As modalidades

Leia mais

Como funcionam os fundos de investimentos

Como funcionam os fundos de investimentos Como funcionam os fundos de investimentos Fundos de Investimentos: são como condomínios, que reúnem recursos financeiros de um grupo de investidores, chamados de cotistas, e realizam operações no mercado

Leia mais

renda fixa Certificado de Depósito Bancário

renda fixa Certificado de Depósito Bancário renda fixa Certificado de Depósito Bancário Certificado de Depósito Bancário Rentabilidade e proteção em um único investimento O produto Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa,

Leia mais

TRIBUTAÇÃO. Atualizado em 12/2011

TRIBUTAÇÃO. Atualizado em 12/2011 TRIBUTAÇÃO Atualizado em 12/2011 1 Tributação dos Fundos de Investimento Instruções Normativas SRF nº 487 (30/12/04) e nº 489 (07/01/05) Lei nº 11.033/04 2 Base de Incidência de IR Base de incidência:

Leia mais

Programa de Atualização Certificação Profissional ANBIMA Série 10 (CPA-10) Versão 2.2

Programa de Atualização Certificação Profissional ANBIMA Série 10 (CPA-10) Versão 2.2 Programa de Atualização Certificação Profissional ANBIMA Série 10 (CPA-10) Versão 2.2 OBJETIVOS DA ATUALIZAÇÃO DA CPA-10 A Atualização dos profissionais certificados CPA-10 é parte do Código de Regulação

Leia mais

Dispõe sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF).

Dispõe sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF). Instrução Normativa RFB nº 907, de 9 de janeiro de 2009 DOU de 13.1.2009 Dispõe sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF). A SECRETÁRIA

Leia mais

Parágrafo 2º As operações de crédito contratadas a taxas prefixadas passam a ser informadas, a partir de 01.07.95

Parágrafo 2º As operações de crédito contratadas a taxas prefixadas passam a ser informadas, a partir de 01.07.95 CIRCULAR Nº 2568/95 Altera a classificação de fatores de risco de operações ativas, bem como os procedimentos para contabilização de operações de cessão de crédito e de receitas e despesas a apropriar.

Leia mais

O que é e como funciona uma operação de swap

O que é e como funciona uma operação de swap O que é e como funciona uma operação de swap! O que é Swap! O que é Hedge! Mecanismo básico de funcionamento de uma operação de Swap Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br)! Administrador de Empresas

Leia mais

ANEXO A. Informe Mensal

ANEXO A. Informe Mensal ANEXO A Informe Mensal Competência: MM/AAAA Administrador: Tipo de Condomínio: Fundo Exclusivo: Todos os Cotistas Vinculados por Interesse Único e Indissociável? Aberto/Fechado Sim/Não Sim/Não ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012

Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012 Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012 Analistas indicam quais cuidados tomar no mercado financeiro em 2012 e quais investimentos oferecem menor probabilidade

Leia mais

PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO dos Profissionais Certificados pela ANBIMA CPA-10

PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO dos Profissionais Certificados pela ANBIMA CPA-10 PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO dos Profissionais Certificados pela ANBIMA CPA-10 Controle: D.04.10.04 Data da Elaboração: 10/11/2009 Data da Revisão: 30/09/2013 Elaborado por: Certificação ANBIMA Aprovado por:

Leia mais

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O CÁLCULO DA TAXA CDI E TAXA OVER DE JUROS?

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O CÁLCULO DA TAXA CDI E TAXA OVER DE JUROS? QUAL A DIFERENÇA ENTRE O CÁLCULO DA TAXA CDI E TAXA OVER! Como se calcula a taxa de juros Over?! Como se calcula a taxa de juros CDI?! Como a taxa de juros CDI e Over se comparam? Francisco Cavalcante(francisco@fcavalcante.com.br)

Leia mais

E-book de Fundos de Investimento

E-book de Fundos de Investimento E-book de Fundos de Investimento O QUE SÃO FUNDOS DE INVESTIMENTO? Fundo de investimento é uma aplicação financeira que funciona como se fosse um condomínio, onde as pessoas somam recursos para investir

Leia mais

Juros Simples. www.siteadministravel.com.br

Juros Simples. www.siteadministravel.com.br Juros Simples Juros simples é o acréscimo percentual que normalmente é cobrado quando uma dívida não foi pago na data do vencimento. Financiamento de casa própria A casa própria é o sonho de muitas famílias,

Leia mais

ANÁLISE 2 APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM 7 ANOS: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU?

ANÁLISE 2 APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM 7 ANOS: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU? ANÁLISE 2 APLICAÇÕES FINANCEIRAS EM 7 ANOS: QUEM GANHOU E QUEM PERDEU? Toda decisão de aplicação financeira está ligada ao nível de risco que se deseja assumir, frente a uma expectativa de retorno futuro.

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte:

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte: Conhecimentos Bancários Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte: Conhecimentos Bancários Item 2.1.4- Fundos de Investimentos: São condomínios, que reúnem aplicações de vários indivíduos para investimento

Leia mais

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL JANEO 2013 INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL MEDIDA PROVISÓRIA 601/2012: BENEFÍCIOS FISCAIS DE FIDCS DE PROJETOS DE INVESTIMENTO (INCLUSIVE INFRAESTRUTURA) A. Introdução 1. A fim de aprimorar os

Leia mais

PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO dos Profissionais Certificados pela ANBIMA CPA-10

PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO dos Profissionais Certificados pela ANBIMA CPA-10 PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO dos Profissionais Certificados pela ANBIMA CPA-10 Controle: D.04.10.05 Data da Elaboração: 10/11/2009 Data da Revisão: 14/05/2015 Elaborado por: Certificação ANBIMA Aprovado por:

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO

TRIBUTAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO TRIBUTAÇÃO As informações apresentadas abaixo constituem um resumo das principais considerações fiscais da legislação brasileira que afetam o Fundo e seus investidores e não têm o propósito de ser uma

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

Estudo sobre Investimentos World One Julho 2014

Estudo sobre Investimentos World One Julho 2014 Introdução, perguntas e respostas que vão te ajudar a conseguir dialogar com clientes que tenham dúvidas sobre os investimentos que estão fazendo, ou alguma outra pessoa que realmente entenda do mercado

Leia mais

Fundos de Investimento

Fundos de Investimento Gestão Financeira Prof. Marcelo Cruz Fundos de Investimento 3 Uma modalide de aplicação financeira Decisão de Investimento 1 Vídeo: CVM Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um

Leia mais

HSBC Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo Tripla Vantagem CNPJ nº 09.522.596/0001-64

HSBC Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo Tripla Vantagem CNPJ nº 09.522.596/0001-64 HSBC Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo Tripla Vantagem CNPJ nº 09.522.596/0001-64 (Administrado pelo HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Múltiplo CNPJ nº 01.701.201/0001-89) Demonstrações financeiras

Leia mais

Os títulos de renda fixa são caracterizados pó terem previamente definida a forma de remuneração. Esses títulos podem ser prefixados ou pós-fixados.

Os títulos de renda fixa são caracterizados pó terem previamente definida a forma de remuneração. Esses títulos podem ser prefixados ou pós-fixados. Faculdades Integradas Campos Salles Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Aplicada às Instituições Financeiras Professor: Adeildo Paulino Aula: 12/05/2012 Matéria: Títulos e Valores Mobiliários

Leia mais

ADM020 Matemática Financeira

ADM020 Matemática Financeira Sumário 1. Objetivo da Aula 13 ADM020 Matemática Financeira 2. CDB e RDB 3. Debêntures 4. Obrigações Produtos do mercado financeiro ADM020 Matemática Financeira Aula 13 29/11/2009 2 2. Objetivo da Aula

Leia mais

Fluxo de Caixa e Planejamento Financeiro

Fluxo de Caixa e Planejamento Financeiro Fluxo de Caixa e Planejamento Financeiro Um guia prático de como negociar e controlar as principais operações de empréstimo e aplicação financeira A moderna Tesouraria está cada vez mais comprometida com

Leia mais

Módulo 11 Corretora de Seguros

Módulo 11 Corretora de Seguros Módulo 11 Corretora de Seguros São pessoas físicas ou jurídicas, que se dedicam a angariar e promover contratos entre as Sociedades Seguradoras e seus clientes. A habilitação e o registro do corretor se

Leia mais

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012.

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012. PIS E COFINS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012. Sumário: 1 ENTIDADES FINANCEIRAS 2 - DA ALÍQUOTA 3 - DA BASE DE CÁLCULO 3.1 Receitas Incorridas

Leia mais

Curso Preparatório CPA20

Curso Preparatório CPA20 Página 1 de 9 Você acessou como Flávio Pereira Lemos - (Sair) Curso Preparatório CPA20 Início Ambiente ) CPA20_130111_1_1 ) Questionários ) Passo 2: Simulado Módulo II ) Revisão da tentativa 1 Iniciado

Leia mais

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Tema Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Apresentação JOCELI DA SILVA SILVA Analista Administrativo/Gestão Pública Lotado na Assessoria de Coordenação 3ª CCR Especialização UNB Clube

Leia mais

Resumo de Contabilidade Geral

Resumo de Contabilidade Geral Ricardo J. Ferreira Resumo de Contabilidade Geral 4ª edição Conforme a Lei das S/A, normas internacionais e CPC Rio de Janeiro 2010 Copyright Editora Ferreira Ltda., 2008-2009 1. ed. 2008; 2. ed. 2008;

Leia mais

Administração Financeira II

Administração Financeira II Administração Financeira II Introdução as Finanças Corporativas Professor: Roberto César INTRODUÇÃO AS FINANÇAS CORPORATIVAS Administrar é um processo de tomada de decisões. A continuidade das organizações

Leia mais

REALINHAMENTO DE EMPRESAS

REALINHAMENTO DE EMPRESAS REALINHAMENTO DE EMPRESAS REALINHAMENTO DE EMPRESAS FATORES QUE AFETAM SUA PERFORMANCE GERENCIAMENTO MARGEM DE LUCRO CAPITAL DE GIRO ESCALA DO NEGÓCIO FLUXO DE CAIXA GERENCIAMENTO Objetivo e comando do

Leia mais

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas

Leia mais

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o XX/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Fevereiro de 2015 CONTA

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o XX/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Fevereiro de 2015 CONTA Seção 5. Anexos Seção 5.1. Planos de Contas Referenciais Seção 5.1.1. Lucro Real Seção 5.1.1.1. Contas Patrimoniais Seção 5.1.1.1.1. L100A - PJ em Geral Código: Chave da linha. Ordem: Ordem de apresentação

Leia mais

Produtos Bancários. Prof. Luiz Antonio de Carvalho

Produtos Bancários. Prof. Luiz Antonio de Carvalho Professor Luiz Antonio de Carvalho Produtos Bancários PRODUTOS E SERVIÇOS BANCÁRIOS A intermediação financeira é o principal produto de um banco, pois capta o dinheiro excedente e empresta a quem precisa.

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos.

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos. Até dia Obrigação AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014 Histórico ocorridos no período de 21 a 31.07.2014, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra "b", da Lei nº 11.196/2005 ): 5

Leia mais

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. FUNDO REFERENCIADO DI Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais

Leia mais

GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012

GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012 GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012 O objetivo deste material é prestar ao investidor uma formação básica de conceitos e informações que possam auxiliá-lo na tomada de decisões antes da realização

Leia mais

Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos

Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos BRASIL Guia de Declaração IR 2014- Investimentos O dia 30/04/2014 é último dia para entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2014 e com o objetivo de

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO COPACABANA ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição, em

Leia mais

Guia de Declaração IR 2014. Investimentos. Março de 2014. Brasil

Guia de Declaração IR 2014. Investimentos. Março de 2014. Brasil Guia de Declaração IR 2014 Investimentos Março de 2014 Brasil Guia de Declaração IR 2014 - Investimentos O prazo de entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2014 tem início no dia 6 de março e o

Leia mais

Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias

Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias 1 - Os títulos e valores mobiliários adquiridos por instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 INFORMAÇÕES GERAIS Pessoa Jurídica Lucro Real Tributação com base no lucro efetivo demonstrado através do livro diário de contabilidade (obrigatório) 1. Empresas obrigadas à apuração

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e Fundo de Investimento Imobiliário Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2009 2008 Passivo e patrimônio

Leia mais

INVESTIMENTOS 1ª aula

INVESTIMENTOS 1ª aula INVESTIMENTOS 1ª aula Regis Klock - Graduação em Ciências Econômicas Pontifícia Universidade Católica - Pós-Graduação em Didática e Metodologia do Ensino Superior UMC - Universidade Mogi das Cruzes Experiência

Leia mais

Perfis de Investimento

Perfis de Investimento Perfis de Investimento Manual Perfis de Investimento Manual Perfis de Investimento Índice Objetivo... 3 Introdução... 3 Falando sobre sua escolha e seu plano... 3 Perfis de Investimento... 5 Principais

Leia mais

QUESTÕES PARA A PROVA ESPECÍFICA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA NAS INSTITUIÇÕES REGULADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN)

QUESTÕES PARA A PROVA ESPECÍFICA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA NAS INSTITUIÇÕES REGULADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN) QUESTÕES PARA A PROVA ESPECÍFICA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DE AUDITORIA NAS INSTITUIÇÕES REGULADAS PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN) 1. As normas e os procedimentos, bem como as Demonstrações Contábeis padronizadas

Leia mais

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BALANÇO PATRIMONIAL: é a representação quantitativa do patrimônio de uma entidade. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO

Leia mais

Guia de Renda Fixa. 1. Principais Características

Guia de Renda Fixa. 1. Principais Características Guia de Renda Fixa Os títulos de renda fixa se caracterizam por possuírem regras definidas de remuneração. Isto é, são aqueles títulos cujo rendimento é conhecido previamente (juro prefixado) ou que depende

Leia mais

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar:

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar: EDITAL 2012 1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: Conselho Monetário Nacional; Banco Central do Brasil; Comissão de Valores Mobiliários; Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional; bancos

Leia mais

a) mercados de derivativos, tais como, exemplificativamente, índices de ações, índices de preços, câmbio (moedas), juros;

a) mercados de derivativos, tais como, exemplificativamente, índices de ações, índices de preços, câmbio (moedas), juros; CREDIT SUISSE HEDGINGGRIFFO 1. Públicoalvo LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG EQUITY HEDGE LEVANTE FUNDO DE INVESTIMENTO

Leia mais

Princípios de Investimento

Princípios de Investimento Princípios de Investimento Rentabilidade Rentabilidade é o grau de rendimento proporcionado por um investimento pela valorização do capital ao longo do tempo. Liquidez Liquidez é a rapidez com que se consegue

Leia mais

Um Modelo de Sistema de Informação Contábil para Mensuração do Desempenho Econômico das Atividades Empresariais

Um Modelo de Sistema de Informação Contábil para Mensuração do Desempenho Econômico das Atividades Empresariais 1 UM MODELO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL PARA MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO ECONOMICO DAS ATIVIDADES EMPRESARIAIS Autor: Reinaldo Guerreiro Professor Assistente Doutor do Departamento de Contabilidade

Leia mais

Administração Financeira e Orçamentária I

Administração Financeira e Orçamentária I Administração Financeira e Orçamentária I Sistema Financeiro Brasileiro AFO 1 Conteúdo Instituições e Mercados Financeiros Principais Mercados Financeiros Sistema Financeiro Nacional Ações e Debêntures

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi...

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi... Page 1 of 8 Aplicações Financeiras - Renda Fixa e Renda Variável 617 Quais são as operações realizadas nos mercados financeiro e de capital? Nesses mercados são negociados títulos, valores mobiliários

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários;

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários; O QUE É A CVM? A CVM - Comissão de Valores Mobiliários é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade

Leia mais

IRPJ. Lucro Presumido

IRPJ. Lucro Presumido IRPJ Lucro Presumido 1 Características Forma simplificada; Antecipação de Receita; PJ não está obrigada ao lucro real; Opção: pagamento da primeira cota ou cota única trimestral; Trimestral; Nada impede

Leia mais

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de março de 2004 e de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO CAPITAL SEGURO ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição,

Leia mais

MANUAL DE AVALIAÇÃO DE ATIVOS E DERIVATIVOS - SINTÉTICO

MANUAL DE AVALIAÇÃO DE ATIVOS E DERIVATIVOS - SINTÉTICO MANUAL DE AVALIAÇÃO DE ATIVOS E DERIVATIVOS - SINTÉTICO Maio de 2008 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. PRINCÍPIOS GERAIS...5 2.1. MELHORES PRÁTICAS...5 2.2. ABRANGÊNCIA...5 2.3. COMPROMETIMENTO...5 2.4. EQÜIDADE...5

Leia mais

RECEITAS E SUBVENÇÕES

RECEITAS E SUBVENÇÕES III CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO ATUAL IBDT/AJUFE/FDUSP-DEF RECEITAS E SUBVENÇÕES CONCEITOS ANTES E DEPOIS DA LEI 12973 RICARDO MARIZ DE OLIVEIRA RECEITAS E INGRESSOS NEM TODO INGRESSO É

Leia mais

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o 20/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Março de 2015

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o 20/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Março de 2015 A.1.1.1.2. L100B - Financeiras 1.0.3.9.9.99.99 ATIVO GERAL 01012014 S 1 01 1.1.0.0.0.00.00 ATIVO 01012014 S 1.0.0.0.0.00.00 2 01 1.1.1.0.0.00.00 CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 01012014 S 1.1.0.0.0.00.00

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Texto para as questões de 31 a 35 conta saldo despesa de salários 10 COFINS a recolher 20 despesas de manutenção e conservação 20 despesa de depreciação 20 PIS a recolher 30 despesas

Leia mais

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LEI Nº 9.718, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1998. Altera a Legislação Tributária Federal. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei aplica-se

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking 1. Quando o IPCA tende a subir além das metas de inflação, qual medida deve ser tomada pelo COPOM: a) Abaixar o compulsório b) Reduzir taxa do redesconto c) Aumentar o crédito d) Elevar a taxa de juros

Leia mais

Unidade II CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA. Profa. Divane Silva

Unidade II CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA. Profa. Divane Silva Unidade II CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Profa. Divane Silva Contabilidade tributária A disciplina está dividida em 02 Unidades: Unidade I 1. Introdução 2. Impostos Incidentes sobre o Valor Agregado 3. Impostos

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 03: ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA QUALIDADE A DRE tem por objetivo evidenciar a situação econômica de uma empresa,

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI.

Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS 1. Público-alvo dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG VERDE FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO.

Leia mais

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Mário Leitão Estrutura das Demonstrações Financeiras A análise das demonstrações financeiras exige conhecimento do que representa cada conta que nela figura. Há

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais

Simulado CPA 10 Completo

Simulado CPA 10 Completo Simulado CPA 10 Completo Question 1. O SELIC é um sistema informatizado que cuida da liquidação e custódia de: ( ) Certificado de Depósito Bancário ( ) Contratos de derivativos ( ) Ações negociadas em

Leia mais

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o 20/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Março de 2015

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o 20/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Março de 2015 2.05.01.01.05 Fundos Especiais de Domiciliados e Residentes no País 01012014 A 2.05.01.01 5 03 2.05.01.02 PATRIMÔNIO SOCIAL REALIZADO - DE RESIDENTE/DOMICILIADO NO EXTERIOR 01012014 S 2.05.01 4 03 2.05.01.02.01

Leia mais

Cap. V Produtos Financeiros

Cap. V Produtos Financeiros 5.1 CDB/RDB Cap. V Produtos Financeiros Prof. Uérito Cruz Um banco anuncia pagar 22,6% a.a. para aplicação em CDB de sua emissão. É projetada uma inflação de 7,2% a.a. e o mercado trabalha como taxa referencial

Leia mais