CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA POTÁVEL

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1 CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA POTÁVEL Captaçã Fntes de água para abasteciment O hmem pssui três tips de fntes para seu abasteciment que sã as águas superficiais (ris, lags, canais, etc.), subterrâneas (lençóis subterrânes) e água da chuva. Efetivamente essas fntes nã estã sempre separadas. Em seu deslcament pela crsta terrestre, a água que em determinad lcal é superficial pde ser subterrânea em uma próxima etapa e até vltar a ser superficial psterirmente. As águas de superfície sã as de mais fácil captaçã e pr iss havend, pis, uma tendência a que sejam mais utilizadas n cnsum human. N entant tems que mens de 5% da água dce existente n glb terrestre encntram-se dispníveis superficialmente, ficand restante armazenad em reservas subterrâneas. Lgicamente que nem tda água armazenada n subsl pde ser retirada em cndições ecnmicamente viáveis, principalmente as lcalizadas em prfundidades excessivas e cnfinadas entre frmações rchsas. Quant a sua dinâmica de deslcament as águas superficiais sã freqüentemente renvadas em sua massa enquant que as subterrâneas pdem ter séculs de acumulaçã em seu aqüífer, pis sua renvaçã é muit mais lenta pelas dificuldades óbvias, principalmente nas camadas mais prfundas. Tips de mananciais A captaçã tem pr finalidade criar cndições para que a água seja retirada d manancial abastecedr em quantidade capaz de atender cnsum e em qualidade tal que dispense trataments u s reduza a mínim pssível. É, prtant, a unidade de extremidade de mntante d sistema. Chama-se de manancial abastecedr a fnte de nde se retira a água cm cndições sanitárias adequadas e vazã suficiente para atender a demanda. N cas da existência de mais de um manancial, a esclha é feita cnsiderand-se nã só a quantidade e a qualidade mas, também, aspect ecnômic, pis nem sempre que custa inicialmente mens é que cnvém, já que cust mair pde implicar em cust de peraçã e manutençã menr. Na esclha de manancial, também deve-se levar em cnsideraçã cnsum atual prvável, bem cm a previsã de cresciment da cmunidade e a capacidade u nã de manancial satisfazer a este cnsum. Td e

2 qualquer sistema é prjetad para servir, pr cert espaç de temp, denminad períd de prjet. Estes reservatóris pdem ds seguintes tips: superficiais (ris e lags), subterrânes (fntes naturais, galerias filtrantes, pçs) e águas pluviais (superfícies preparadas).embra, cm citad anterirmente, s mananciais de superfície pareçam de mais fácil utilizaçã, as águas subterrâneas sã aprveitadas desde a antigüidade. Egípcis e chineses já eram perits na escavaçã d sl cm a finalidade exclusiva de bterem água, a mais de 2000 ans antes de Crist. A própria Bíblia Sagrada d Cristianism revela fats cm bíblic pç de Jsé, n Egit, cm cerca de 90 metrs de prfundidade cavad na rcha, e gest de Misés criand uma fnte na rcha. Águas superficiais Devid a água ser essencial para subsistência humana, nrmalmente tems as cmunidades urbanas frmadas às margens de ris u desembcaduras destes. Quand estudams dads gegráfics u histórics das grandes cidades percebems sua assciaçã cm um u mais ris, pr exempl, Lndres-Tâmisa, Paris-Sena, Rma-Pó, Lisba-Tej, Nva Irque- Hudsn, Buens Aires-Prata, Sã Paul-Tietê, Recife-Capibaribe/Beberibe, Manaus-Negr, Belém-Amaznas, Teresina-Parnaíba, Natal-Ptengi, etc. Ruínas de cmunidades de mais de 5000 ans, escavadas na Índia, revelaram a existência de sistemas de abasteciment de água e de drenagem cnstruíds cm alvenaria de pedras trabalhadas, que incluíam inclusive piscinas para banhs cletivs e práticas de nataçã. Os egípcis, também pr vlta de 3000 ans antes de Crist, já cnstruíam barragens de pedras cm até mais de dez metrs de altura para armazenament de água ptável para abasteciment dméstic e irrigaçã. Também histricamente é registrad que rei Salmã, biblicamente fams, prmveu de frma intensa a cnstruçã de aqueduts. Agricultres árabes aprveitavam as águas armazenadas em crateras de vulcões extints cm reservatóris para irrigaçã. Cndições para captaçã As águas superficiais empregadas em sistemas de abasteciment geralmente sã riginárias de um curs de água natural. Opções mais raras seriam captações em lags naturais u n mar cm dessalinizaçã psterir. As cndições de escament, a variaçã d nível d água, a estabilidade d lcal de captaçã, etc, é que vã implicar em que sejam efetuadas bras preliminares a sua captaçã e a dimensã destas bras. Basicamente as cndições a serem analisadas sã: quantidade de água; qualidade da água; garantia de funcinament; ecnmia das instalações; lcalizaçã. Quantidade de água

3 Sã três as situações que pdems ns deparar quand vams analisar a quantidade de água dispnível n pssível manancial de abasteciment: a vazã é suficiente na estiagem; é insuficiente na estiagem, mas suficiente na média; existe vazã, mas inferir a cnsum previst. A primeira situaçã é a ideal, pis, havend vazã suficiente cntinuamente, prblema seguinte é criar a frma mais cnveniente de captaçã direta da crrenteza. Esta é a frma mais cmum nde s ris sã perenes (u perenizads artificialmente). A segunda hipótese significa que durante determinad períd d an nã vams encntrar vazã suficiente para cbertura d cnsum previst. Cm na média a vazã é suficiente, entã durante períd de cheias haverá um excess de vazã que se armazenad adequadamente pderá suprir déficit na estiagem. Este armazenament nrmalmente é cnseguid através das barragens de acumulaçã que sã reservatóris cnstruíds para acumularem um vlume tal que durante a estiagem cmpensem as demandas cm vlume armazenad em sua bacia hidráulica. Esta é a frma mais freqüente para sistemas cm vazões de cnsum para cmunidades superires a 5000 habitantes, n interir d Nrdeste Brasileir, nde é cmum esvaziament cmplet ds ris ns períds de seca. A terceira situaçã é a mais delicada quant a aprveitament d manancial. Cm nã tems vazã suficiente, a sluçã mais simplista é prcurarms utr manancial para a captaçã. Se reginalmente nã pdems cntar cm utr manancial que supra a demanda ttal, entã pderems ser brigads a utilizarms mananciais cmplementares, u seja, a vazã a ser frnecida pel primeir nã é suficiente, mas reunida cm a captada em um manancial cmplementar (u em mais de um) viabiliza-se abasteciment, dentr das cndições reginais. É a situaçã mais cmum n abasteciment ds grandes centrs urbans. Qualidade da água Na captaçã de águas superficiais parte-se d princípi sanitári que é uma água sempre suspeita, pis está naturalmente sujeita a pssíveis prcesss de pluiçã e cntaminaçã. É básic, sb pnt de vista peracinal d sistema, captar águas de melhr qualidade pssível, lcalizand adequadamente a tmada e efetivand-se medidas de prteçã sanitária desta tmada, cm pr exempl n cas de tmada em ris, instalar a captaçã à mntante de descargas pluidras e da cmunidade a abastecer. Especificamente, as tmadas em reservatóris de acumulaçã nã devem ser tã superficiais nem também tã prfundas, para que nã crram prblemas de natureza física, química u bilógica. Superficialmente ações físicas dansas pdem ter rigem através de vents, crrentezas (principalmente durante s períds de enchentes cm extravasã d reservatóri) e impacts de crps flutuantes. Nas partes mais prfundas

4 sempre terems mair quantidade de sediments em suspensã, dificultand u encarecend a remçã de turbidez ns prcesss de tratament. Agentes químics pderã está presentes a qualquer prfundidade mas há uma tendência das águas mais próximas da superfície terem maires teres de gases disslvids (CO 2, pr exempl), de dureza e de ferr e manganês e seus cmpsts. Bilgicamente, nas camadas superires da massa de água, tems mair prliferaçã de algas. Essa crrência dá gst ruim e dr desagradável a estas águas, dificultand tratament, principalmente em regiões de clima quente e enslarad. A prfundidade desta lâmina, a partir da superfície livre, dependerá da espessura da zna fótica, que pr sua vez vai depender da transparência da água armazenada, vist que desenvlviment alglógic depende da presença de luz n ambiente aquátic, ist é, a espessura da camada vai depender de até nde a luz slar irá penetrar na água. Enquant iss n fund ds lags gera-se uma massa bilógica, chamada de plânctn, que também cnfere características impróprias para utilizaçã da água ali acumulada. Garantia de funcinament Para que nã hajam interrupções imprevistas n sistema decrrentes de prblemas na captaçã, devems identificar cm precisã, antes da elabraçã d prjet da captaçã, as psições d nível mínim para que a entrada de sucçã permaneça sempre afgada e d nível máxim para que nã haja inundações dansas às instalações de captaçã. A determinaçã da velcidade de deslcament da água n manancial também é de suma imprtância para dimensinament das estruturas de captaçã que estarã em cntat cm a crrenteza e ndas e sujeitas a impacts cm crps flutuantes. Além da precupaçã cm a estabilidade das estruturas, prteçã cntra crrentezas, inundações, desmrnaments, etc., devems tmar medidas que nã permitam bstruções cm a entrada indevida de crps sólids, cm peixes, pr exempl. Esta prteçã é cnseguida cm empreg de grades, telas u crivs, cnfrme fr cas, antecedend a entrada da água na canalizaçã (Figura IV.1). Ecnmia nas instalações Figura1 - Exempl de captaçã cm grade e criv

5 Os princípis básics da engenharia sã a simplicidade, a técnica e a ecnmia. A luz destes princípis prjet da captaçã deve se guiar pr sluções que envlvam menr cust sem sacrifíci da funcinalidade. Para que ist seja cnseguid devems estudar cm antecedência, a permanência natural d pnt de captaçã, a velcidade da crrenteza, a natureza d leit de api das estruturas a serem edificadas e a vida útil destas, a facilidade de acess e de instalaçã de tdas as edificações necessárias (pr exempl, a estaçã de recalque, quand fr cas, depósits, etc.), a flexibilidade física para futuras ampliações e s custs de aquisiçã d terren. Lcalizaçã A princípi, a lcalizaçã ideal é aquela que pssibilite menr percurs de aduçã cmpatibilizad cm menres alturas de transpsiçã pela mesma adutra n seu caminhament. Partind deste princípi, prjetista terá a missã de timizar a situaçã através das análises das várias alternativas peculiares a manancial a ser utilizad. Para melhr rendiment peracinal, é imprtante que, além das medidas sanitárias citadas em , a captaçã em ris seja em trechs rets, pis nestes trechs há menr pssibilidade de assreaments. Quand a captaçã fr em trech curv tems que na margem côncava haverá mair agressividade da crrenteza, enquant que na cnvexa maires pssibilidades de assreaments, principalmente de areia e matéria rgânica em suspensã. É, prtant, preferível a captaçã na margem côncava, vist que prblemas ersivs pdem ser neutralizads cm prteções estruturais na instalaçã, enquant que assreament seria um prblema cntínu durante a peraçã d sistema. A captaçã em barragens deve situar-se mais próxim pssível da maciç de barrament cnsiderand que nestes lcais há mair lâmina dispnível, crrentezas de menres velcidades, menr turbidez, cndições mais favráveis para captaçã pr gravidade, etc. Em lags naturais as captações devem ser instaladas, de preferência, em psições intermediárias entre as desembcaduras afluentes e lcal de extravasã d lag. Exempls de captaçã: Captaçã em curss de água cm pequenas vazões e baixa flutuaçã de nível a) Margens estáveis

6 b) Margens sujeitas a ersã c) Margens instáveis d) Leits rchss cm lâmina líquida muit baixa

7 e) Leits arenss cm lâmina líquida muit baixa 1- Barrament cm enrcament 2- Barrament cm vertedur móvel

8 f) Leits arenss cm areia em suspensã Cm pequenas vazões e grande scilaçã de nível :

9 a) em leits rchss b) Leits arenss Cm grandes vazões e pequena scilaçã de nível Captaçã em reservatóris de acumulaçã:

10 Se há necessidade de reservatóri de acumulaçã significa haver variaçã d nível da água na captaçã, pis durante períd de estiagem a vazã de entrada será inferir a de saída. Quand a captaçã é prevista n prjet d reservatóri é cmum a cnstruçã de trres de tmada cm saída através d maciç da barragem. Em cas cntrári emprega-se pç sec de derivaçã e, para vazões pequenas, sifnament pr sbre maciç u a captaçã cm s cnjunts sbre balsas e cm a sucçã e a parte móvel d recalque em mangtes flexíveis.

11 Águas subterrâneas Mananciais: Os reservatóris de águas subterrâneas sã chamads de lençóis. Essas águas pdem estar acumuladas em dis tips de lençóis: freátic u cativ. O lençl freátic caracteriza-se pr está assentad sbre uma camada impermeável de sub-sl, rcha pr exempl, e submetid a pressã atmsférica lcal. O lençl cativ caracteriza-se pr está cnfinad entre duas camadas impermeáveis de crsta terrestre e submetid a uma pressã superir a pressã atmsférica lcal. Captações em lençl freátic A captaçã d lençl freátic pde ser executada pr galerias filtrantes, drens, fntes u pçs frátics. O empreg de galerias filtrantes é característic de terrens permeáveis (Figura IV.2), mas de pequena espessura (aprximadamente de um a dis metrs) nde há necessidade de se aumentar a área vertical de captaçã para cleta de mair vazã (Figura IV.3). Estas galerias em geral sã tubs furads, que cnvergem para um pç de reuniã, de nde a água é retirada em geral pr bmbeament, nã send incmum utrs métds mais rudimentares. Psiçã da Galeria Filtrante

12 Detalhe para cnstruçã da galeria filtrante Quand lençl freátic é muit superficial, as canalizações cletras ficam na superfície u a pequenas prfundidades de aterrrament, entã tems s chamads drens. Pdem ser cnstruíds cm tubs furads u simplesmente cm manilhas cerâmicas nã rejuntadas. As galerias sã mais cmuns sb leits arenss de ris cm grande variaçã de nível, enquant que s drens sã mais cmuns em áreas nde lençl é aflrante permanecend praticamente n mesm nível d terren saturad u sb leits arenss de ris cm pequena variaçã de nível. Os pçs sã mais freqüentes prque nrmalmente lençl freátic tem grande variaçã de nível entre s períds de chuvas, u seja, durante s períds de estiagem, necessitand de maires prfundidades de escavações para garantia da permanência da vazã de captaçã. Lgicamente as camadas permeáveis também sã de espessuras cnsideráveis, pdend em algumas situações ser necessári empreg de captres radiais partind da parte mais prfunda d pç para que este tenha rendiment mais efetiv. Os tips de pçs empregads na captaçã de água d lençl freátic sã ras cmum, amaznas e tubular. O pç ras, ppularmente chamad de cacimba u cacimbã, é um pç cnstruíd escavand-se terren, em geral na frma cilíndrica, cm revestiment de alvenaria u cm peças pré-mldadas (tubulões), cm diâmetr da rdem de um a quatr metrs pr cinc a vinte de prfundidade em média, a depender da psiçã d lençl freátic. A parte inferir, em cntat cm lençl deve ser de pedra arrumada, de alvenaria furada u de peças cilíndricas pré-mldadas furadas quand fr cas. Dependend da estabilidade d terren fund d pç pde exigir nã revestiment (Figura IV.4).

13 Estrutura típica de um pç ras cmum Para evitar carreament de areia para interir ds pç u mesm ds rifícis pde-se envlver a área de drenagem cm uma camada de pedregulh e areia grssa, externamente. A retirada da água d seu interir deve ser através de bmbeament pr medida de segurança sanitária, mas para abasteciments singels sã freqüentes us de sarilhs e utras bmbas manuais. O pç amaznas é uma variável d escavad, própri de áreas nde terren é muit instável pr excess de água n sl (areias mvediças). Seu métd cnstrutiv é que caracteriza, pis sua cnstruçã tem de ser executada pr pessal especializad, empregand peças pré-fabricadas a medida que a escavaçã vai desenvlvend-se. Sua denminaçã deve-se a fat de ser muit cmum na regiã amazônica em funçã de que s terrens terem este cmprtament, principalmente nas épcas de enchentes. Sã pçs para pequenas vazões, destinads a abastecerem pequenas cmunidades. Dependend da vazã slicitada e da capacidade d lençl abastecedr s pçs freátics pdem ser classificads da seguinte maneira: a) quant a mdalidade de cnstruçã, escavads (prfundidades até 20m, diâmetrs de 0,80 a 3,00m, vazã até 20 l/s); perfurads; cravads

14 b) quant a tip de lençl rass; prfunds. Captações em lençl cativ A captaçã de lençóis cativs nrmalmente é feita através de pçs artesians e, mais raramente, pr fntes de encsta. Captações pr água de Chuva A água de chuva pde ser utilizada cm manancial abastecedr, send armazenada em cacimbas u cisternas, que sã pequens reservatóris individuais. A cisterna tem sua aplicaçã em áreas de grande pluvisidade u, em cass extrems, em áreas de seca nde se prcura acumular a água da épca chuvsa para a épca de estiagem cm prpósit de garantir, pel mens, a água para beber. N aprveitament da água da chuva na mairia das vezes a área de captaçã é própri telhad. Pr ser telhad uma área livre, a ele têm acess pequens animais cm pmbs e urubus, cujas patas e fezes pdem estar cntaminadas, ist sem falar na peira depsitada pel vent. Prtant ns primeir instantes da chuva, esta primeira água estará lavand e limpand s telhads, carreand tda sujeira que ali estiver. Para evitar pssível cntaminaçã recmenda-se que a água de lavagem ds telhads, u seja, que a primeira água seja desprezada e jgada fra. Para se descartar esta água indesejada existem várias frmas, desde as mais simples até utras mais sfisticadas. A Figura 5 apresenta um sistema para descarte da primeira água da chuva. A água da chuva apresenta dentre tdas as utras fntes de água, menr ter de substâncias estranhas, em média, 10 mg/l. A água d mar, pr exempl, apresenta em média um ter 3500 vezes mair. D pnt de vista bacterilógic é também a água da chuva a que apresenta menr perig à saúde humana pdend, assim, ser utilizada para

15 qualquer fim dméstic, inclusive para beber. Exempls : Figura.6 - Descarte da primeira água da chuva cm dispsitiv autmátic Dispsitiv autmátic, cm válvula de flutuadr, para descarte da primeira água da chuva.

16 Dispsitiv autmátic para descarte da primeira água da chuva.

17 Armazenament de água A água percrre as seguintes etapas, para chegar às casas: captaçã (cleta); aduçã (transprte); tratament; armazenament e distribuiçã. A água é desinfectada cm gás de clr, clramina, hipclrit de sódi, dióxid de clr, zôni, u luz ultravileta, antes de ser bmbeada para s tanques de armazenament e para sistema de distribuiçã as cnsumidres. A água pde ser armazenada em reservatóris pr períds que variam entre alguns dias e muits meses para permitir que a purificaçã bilógica natural crra. Ist é especialmente imprtante se tratament fr feit pr filtrs de areia, de açã lenta. A água assim filtrada está tratada pela remçã de tds s rganisms micrscópics includind prtzáris e bactérias. A este se segue, geralmente, um estági de desinfecçã para eliminar tdas as bactérias e vírus residuais. Ds tanques de armazenament, a água segue pr tubulações maires (adutras) e entra nas redes de distribuiçã até chegar a cnsumidr final. Geralmente, armazenament é feit em caixas-d água. A respnsabilidade da cncessinária de serviçs de saneament básic é levar a água até a entrada da residência, nde estã cavalete e hidrômetr ( relógi que registra cnsum de água). A partir daí, cliente deve cuidar das instalações internas e da limpeza e cnservaçã d seu reservatóri.

18 Redes de Distribuiçã Definições Chama-se de sistema de distribuiçã cnjunt frmad pels reservatóris e rede de distribuiçã, subadutras e elevatórias que recebem água de reservatóris de distribuiçã, enquant que rede de distribuiçã é um cnjunt de tubulações e de suas partes acessórias destinad a clcar a água a ser distribuída a dispsiçã ds cnsumidres, de frma cntínua e em pnts tã próxims quant pssível de suas necessidades. É imprtante, também, cnceit de vazões de distribuiçã que é cnsum distribuíd mais as perdas que nrmalmente acntecem nas tubulações distribuidras. Tubulaçã distribuidra é cndut da rede de distribuiçã em que sã efetuadas as ligações prediais ds cnsumidres. Esta tubulaçã pde ser classificada em cnduts principais, aqueles tais que pr hipóteses de cálculs permite a água alcançar tda a rede de distribuiçã, e secundáris, demais tubulações ligadas as cnduts principais. Área Específica Em um sistema de distribuiçã denmina-se de área específica cada área cujas características de cupaçã a trna distinta das áreas vizinhas em terms de densidade demgráfica e d tip de cnsumidr predminante. Chama-se de vazã específica a vazã média distribuída em uma área específica. As áreas específicas pdem ser classificadas em funçã da predminância u ttalidade de cupaçã da área, da seguinte maneira: áreas residenciais; áreas cmerciais; áreas industriais; mistas. Znas de Pressã Znas de pressã em redes de distribuiçã sã cada uma das partes em que a rede é subdividida visand impedir que as pressões dinâmica mínima e estática máxima ultrapassem s limites recmendads e preestabelecids. Nta-se, entã, que uma rede pde ser dividida em quantas znas de pressã frem necessárias para atendiment das cndições técnicas a serem satisfeitas. Cnvencinalmente, as znas de pressã em redes de abasteciment de água ptável estã situadas entre 15 e 50 mca, tlerand-se até 60 mca em até 10% da área e até 70 mca em até 5% da mesma zna, cm pressã estática máxima, e até 10 mca em 10% e até 8 mca em até 5% da mesma zna para pressã dinâmica mínima. Em circunstâncias especiais, para ppulações de até 5000 hab, pde-se trabalhar cm até 6 mca cm justificativas garantind que nã crrerá riscs de cntaminaçã da rede.

19 Classificaçã Nrmalmente as redes de distribuiçã cnstituem-se de tubulações principais, também denminadas de tubulações trnc u mestras, alimentadas diretamente pr um reservatóri de mntante, u pr um de mntante e um de jusante, u, ainda, diretamente da adutra cm um reservatóri de jusante. Destas principais partem as secundárias das quais saem praticamente a ttalidade das sangrias ds ramais prediais. As redes pdem ser classificadas ns seguintes grups: a) de acrd cm traçad, ramificada (pequenas cidades, pequenas áreas, cmunidades de desenvlviment linear, puca largura urbana, etc); malhada (grandes cidades, grandes áreas, cmunidades cm desenvlviment cncêntric, etc ). b) de acrd cm a alimentaçã ds reservatóris, cm reservatóri de mntante; cm reservatóri de jusante (pequens recalques u aduçã pr gravidade; cm reservatóris de mntante e de jusante (grandes cidades); sem reservatóris, alimentada diretamente da adutra (pequenas cmunidades). c) de acrd cm a água distribuída, rede simples (rede exclusiva de distribuiçã de água ptável); rede dupla (uma rede de água ptável e uma utra de água sem tratament, principalmente quand há dificuldades de btençã de água de ba qualidade). d) de acrd cm númer de znas de pressã zna única; múltiplas znas (cmunidades urbanas cm desníveis gemétrics acentuads - mais de 50m u muit extensas). e) de acrd cm númer de cnduts distribuidres numa mesma rua distribuidr únic; cm distribuidres auxiliares (cndut principal cm diâmetr mínim de 400 mm); dis distribuidres laterais (ruas cm tráfeg intens, largura superir a 18 m e dependend d cust da repsiçã d paviment).

20 Traçads ds Cnduts A redes de distribuiçã ds sistemas públics de abasteciment de água cnstituem-se de seguiments de tubulaçã denminads de trechs que tant pdem estar em psições tais que terminem em extremidades independentes cm em iníci de utrs trechs. Desta maneira a dispsiçã ds trechs pdem também ser de tal frma que frmem circuits fechads. De acrd cm cupaçã da área a sanear e as características ds arruaments, s traçads pdem resultar na seguinte classificaçã: ramificads; malhads; mists. Embra as redes ramificadas sejam mais fáceis de serem dimensinadas, de acrd cm a dimensã e a cupaçã urbana da cmunidade, para mair flexibilidade e funcinalidade da rede e reduçã ds diâmetrs principais, recmenda-se que s cnduts devem frmar circuits fechads quand: área a sanear fr superir a 1 km 2 ; cnduts paralels cnsecutivs distarem mais de 250 m entre si; cnduts principais distarem mais de 150 m da periferia; vazã ttal distribuída fr superir a 25 l/s; fr slicitad pel cntratante; justificad pel prjetista. Cndições para Dimensinament N dimensinament hidráulic das redes de distribuiçã devem ser bedecidas determinadas recmendações que em muit influenciarã n resultad final pretendid, cm as que seguem: ns cnduts principais Q máx deve ser limitad pr uma perda limite de 8m/km; diâmetr mínim ns cnduts principais deverã ser de 100 mm e ns secundáris 50 mm (2"), permitind-se particularmente para cmunidades cm ppulaçã de prjet de até 5000 hab e per capita máxim de 100 hab, empreg de 25 mm (1") para servir até 10 ecnmias, 30 mm (1.1/4") até 20 e 40 mm (1.1/2") para até 50 ecnmias; a lng ds trechs cm diâmetrs superires a 400 mm deverã ser prjetads trechs secundáris cm diâmetr mínim de 50 mm, para ligaçã ds ramais prediais; cnduts cm diâmetrs superires a 400 mm nã deverã trabalhar cm velcidades superires a 2,00 m/s; deve-se adtar, n mínim, uma rugsidade equivalente de 1 mm para trechs nvs e 3 mm para s existentes.

21 Lcalizaçã e Dimensinament ds Órgãs Acessóris A malha de distribuiçã da rede nã é cmpsta smente de tubs e cnecções. Dela também fazem parte peças especiais que permitem a sua funcinalidade e peraçã satisfatória d sistema, tais cm válvulas de manbra, ventsas, descargas e hidrantes. Os circuits fechads pssuem válvulas de fechament (em geral registrs de gaveta cm cabeçte e sem vlante) em lcais estratégics, de md a permitir pssíveis repars u manbras ns trechs a jusante. Ns cnduts secundáris estas válvulas situam-se ns pnts de derivaçã d principal. Ns pnts deverã ser indicadas válvulas de descarga (registrs de gaveta cm cabeçte) para pssibilitarem esgtament ds trechs a mntante, n cas de eventuais repars. Estas válvulas pderã ser substituídas pr hidrantes. Nestes cass deve-se ter máxim de esmer na lcalizaçã e drenagem d lcal para que nã haja perig de cntaminaçã da rede pr retrn de água esgtada. Ns pnts mais alts deverã ser instaladas ventsas para expurg de pssíveis acúmuls de ar n interir da tubulaçã. N cas de existir ligações de cnsumidres nestes pnts a ventsa pderá ser ecnmizada em funçã ds custs de aquisiçã, instalaçã e manutençã e de mair garantia cntra eventuais infiltrações de água cntaminada ns cnduts, embra, em sistemas de distribuiçã medids e intermitentes pssa haver um pequen prejuíz financeir para usuári. De um md geral deve-se bservar que: em um nó cm três u mais trechs deve haver válvula de fechament; as válvulas de descarga deverã ser n diâmetr d trech e n máxim de 100 mm; habitualmente a distância máxima entre hidrantes é de 600 m. NOTA: para densidades habitacinais de até 150 hab/ha devem ser feits cálculs pra vazã pr hidrante de 30 l/s e para as demais situações pdems empregar 15 l/s, desde que haja anuência d Crp de Bmbeirs (CB) respnsável pela segurança da lcalidade. Em qualquer circunstância CB atuante na lcalidade deverá ser uvid antes d iníci d cálcul de qualquer prjet de abasteciment urban de água. Lembrar também, que n Brasil, s CB sã crprações estaduais e, prtant, suas nrmas pdem variar de estad para estad.

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