ARTIGO ORIGINAL PLANO DIRETOR COMO INSTRUMENTO PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE: UM ESTUDO DE CASO EM NOVA FRIBURGO (RJ)

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1 ARTIGO ORIGINAL PLANO DIRETOR COMO INSTRUMENTO PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE: UM ESTUDO DE CASO EM NOVA FRIBURGO (RJ) Rafaela Rodrigues Pereira a Resumo Há longa data o planejamento territorial urbano é foco de ações do poder público. O Estatuto das Cidades, que regulamenta os artigos da Constituição Federal que tratam da política urbana, tem sido considerado, por alguns estudiosos, um dos maiores avanços legais no tocante à gestão e ao planejamento urbano no Brasil. Em sua seção I, apresenta, como um dos instrumentos de planejamento territorial urbano, o Plano Diretor. Este, em termos legais, vem a ser uma ferramenta voltada para a gestão de áreas urbanas, a despeito de seu raio de atuação, em alguns municípios, abarcar áreas urbanas e não-urbanas áreas rurais. Nesse ponto reside o questionamento: como esta ferramenta de gestão incorpora as demandas de saneamento ambiental e os conflitos socioambientais inerentes aos territórios rurais próximos aos centros urbanos? Planos diretores municipais, ao circularem por campos de interesses distintos e que, até certo ponto, se chocam, representam um espaço de disputa por territórios. No caso do Município de Nova Friburgo, essa disputa reside de forma central na tentativa de influenciar as diretrizes do parcelamento do solo. Palavras-chave: Plano Diretor. Saúde ambiental. Promoção da saúde. Estudo de caso. THE MASTER PLAN AS A TOOL FOR THE PROMOTION OF HEALTH? A CASE STUDY IN NOVA FRIBURGO (RJ) Abstract The territorial urban planning has been the focus of government actions for a long time. The Statute of the Cities, which regulates the articles of the Constitution that deal with urban policy has been considered by some scholars, one of the greatest advances in terms of legal management and urban planning in Brazil. Section I shows, as an instrument of urban planning, the Master Plan. In legal terms, the Master Plan is considered a tool dedicated to the management of urban areas, although its scope, in some cities, possessing non-urban and urban areas - encompasses rural areas. At this point, the question is: how this management tool incorporates the demands of environmental sanitation and social conflicts inherent in rural areas a Mestre em Saúde Pública e Meio Ambiente da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ/ENSP). Graduada em Geografia pela Faculdade de Formação de Professor, Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pós-graduação lato-sensu em Análise Ambiental e Gestão do Território pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE). Endereço para correspondência: Rua Marechal Floriano, n o. 323, bl. 1, Apto. 501, Jardim São Benedito, Centro, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil. CEP: Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:32

2 Revista Baiana de Saúde Pública nearby to urban centers? Municipal master plans, while dealing with various areas of interest, that to some extent have been rivals, represent an area of struggle for territories. In the city of Nova Friburgo this dispute is an attempt to influence the guidelines for the division of land. Key words: Master plan. Environmental health. Health promotion. Case studies. PLAN MAESTRO COMO HERRAMIENTA PARA LA PROMOCIÓN DE LA SALUD? UN ESTUDIO DE CASO EN NOVA FRIBURGO (RJ) Resumen Desde hace mucho tiempo la planificación territorial urbana es foco de atención del poder público. El Estatuto de las Ciudades, que regula los artículos de la Constitución Federal que tratan de política urbana ha sido considerado por algunos estudiosos, un gran avance legal en materia de gestión y planificación urbana en Brasil. En su sección I, presenta, como uno de los instrumentos de planificación territorial, urbana el Plan Maestro. Este, en términos jurídicos, es una herramienta orientada para la gestión de zonas urbanas, a pesar de su radio de acción, en algunos municipios, que abarcan zonas urbanas y no urbanas - las zonas rurales. En este punto se encuentra la pregunta: cómo esta herramienta de gestión incorpora las demandas de saneamiento ambiental y los conflictos socioambientales inherentes a las zonas rurales próximas a los centros urbanos? Los Planes Directores Municipales, al moverse por campos de diferentes intereses y, hasta cierto conflictantes, representan un área de disputa por territorios. En el caso del municipio de Nova Friburgo, esta disputa reside, de forma específica, en el intento de influir en las pautas de la división de la tierra. Palabras-clave: Plan Maestro. Salud ambiental. Promoción de la salud. Estudio de caso. INTRODUÇÃO O presente trabalho constitui-se em uma pesquisa acerca do Plano Diretor participativo de Nova Friburgo (RJ), enquanto ferramenta de gestão territorial e promoção da saúde coletiva. Nosso foco reside na abordagem de questões de saúde ambiental, principalmente quando estas emergem de territórios particulares, marginalizados do processo clássico de expansão urbana, como é o caso dos distritos rurais do município de Nova Friburgo: dos oito distritos que o compõem, cinco são rurais. Dada a sua proximidade com centros urbanos e metrópoles como o Rio de Janeiro, esses territórios rurais estão intimamente relacionados à dinâmica urbana, compondo as redes sociais, políticas e econômicas inerentes a organização territorial: são fixos dos fluxos destas redes. 1 Portanto, a relação campo-cidade que se estabelece, encontra-se na base de sustentação da dinâmica urbana. v.34, n.3, p jul./set Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:32

3 Territórios rurais, como os analisados neste trabalho, também têm servido como base de refúgio e consumo de belezas naturais inexistentes nos espaços urbanos, o que tende a fortalecer uma visão utilitarista destes territórios por parte das populações urbanas e investidores externos. Tal conjuntura desencadeia novos processos nocivos a saúde do homem e do meio: a metamorfose que se procura imprimir nesse quadro é a transformação de um perfil rural para um perfil micro-urbano, no qual as belezas naturais e o contato com o verde estão intermediados pelas comodidades urbanas. Contudo, nesta tentativa de transição, não se verifica um acompanhamento da infraestrutura básica necessária, como: saneamento básico água e esgoto serviços de saúde etc. Assim sendo, cabe o questionamento se o Plano Diretor, ao se propor a gerir a expansão territorial urbana, apresenta limitações para abranger os problemas de saúde ambiental fomentados por esses conflitos entre os espaços rurais e urbanos. O significado desta proposta vai ao encontro da necessidade de apropriação do Plano Diretor, no âmbito da gestão territorial, enquanto ferramenta de promoção da saúde. Tendo em vista a compreensão da complexidade que circunda o tema da gestão territorial em saúde ambiental, apresentam-se como objetivos deste estudo exploratório: analisar como as questões de saúde pública e meio ambiente são abordadas no Plano Diretor municipal, tendo por campo empírico a experiência realizada no município de Nova Friburgo (RJ); verificar como esse instrumento de gestão territorial, incorpora, ou não, as contradições inerentes aos conflitos ambientais presentes na área em estudo; analisar como esse instrumento de gestão territorial promove a participação social e comunitária, em especial dos grupos mais vulneráveis. MATERIAL E MÉTODOS Os procedimentos técnicos adotados para a realização do presente trabalho foram: pesquisa bibliográfica, análise documental e estudo de caso. A pesquisa bibliográfica buscou a definição e aplicabilidade dos conceitos de determinantes sociais e promoção da saúde, conflito ambiental, bem como a definição e bases legais de Plano Diretor. Por sua vez, a pesquisa documental 2 foi elaborada com base no tratamento analítico do Plano Diretor participativo de Nova Friburgo, procurando verificar se este atendia às diretrizes apontadas em seu documento de regulamentação o Estatuto da Cidade. Finalmente, no que diz respeito ao estudo de caso, este se deu no sétimo distrito do município de Nova Friburgo, o de São Pedro da Serra. b b Resgatando experiência anterior no distrito, sua utilização como área de realização do estudo de caso deve-se ao fato de ser um território emblemático do conflito campo-cidade presente no município de Nova Friburgo. 614 Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:32

4 Revista Baiana de Saúde Pública Foram realizadas entrevistas semiestruturadas, pautadas em um roteiro pré-confeccionado, mas flexível. O universo de sujeitos abarcados pela pesquisa consistiu em atores, direta e indiretamente ligados ao processo de formulação do Plano Diretor participativo de Nova Friburgo, tanto aqueles ligados ao poder público, como os da sociedade civil. Além destes, também compuseram o universo de estudo, atores sociais direta e indiretamente ligados às atividades rurais e turísticas no distrito de São Pedro da Serra, entendendo que o confronto de funcionalidades entre tais atividades configura um importante conflito socioambiental a ser abordado na análise e planejamento deste território. Seguindo os procedimentos metodológicos propostos por Pimentel, 3 o conteúdo das entrevistas, analisado por meio da avaliação das narrativas, forneceram os subsídios para a construção da redação final do trabalho. Para o presente estudo, adotaram-se amostras não-probabilísticas intencionais 2 e heterogêneas, c cujo tamanho foi condicionado a saturação da informação, 4 ou seja, ao momento em que, após determinado número de entrevistas, os relatos de diferentes e novos participantes foram consideravelmente semelhantes, ocorrendo uma rarefação de informações novas. RESULTADOS Ao longo de seu processo de configuração, o Plano Diretor Participativo de Nova Friburgo não conseguido intermediar os conflitos presentes no município. Dessa maneira, considerando com foi e tem sido conduzido, podemos considerar como limitado o papel deste instrumento de gestão territorial, não conseguindo efetivar seu potencial, enquanto ferramenta de promoção da saúde e de justiça socioambiental. Para que este objetivo tivesse sido alcançado, seu processo de configuração deveria ter sido pautado por uma natureza integradora, que contemplasse a complexidade sociocultural do município, suas vulnerabilidades e potencialidades para o desenvolvimento humano e a sustentabilidade social e ambiental. Contudo, mesmo tendo havido um esforço de sua equipe técnica, tal quadro não se efetivou. Por não conseguir apreender a dinâmica socioambiental em profundidade, fato de suma importância para a promoção da saúde ambiental, o Plano Diretor do município de Nova Friburgo abordou as questões de saúde pública e meio ambiente de maneira superficial, ou mesmo unidimensional. Acredita-se que essa deficiência esteja também relacionada ao curto período de tempo que houve para sua elaboração e às dificuldades para um trabalho de natureza mais interdisciplinar e intersetorial. d c A heterogeneidade das amostras foi garantida de maneira controlada e de maneira não-controlada, empregando-se a seleção do tipo bola de neve, 2 na qual um participante indicou outros e, assim, sucessivamente. d Não obstante o prazo de cinco anos estabelecido pelo Ministério das Cidades para a elaboração dos Planos diretores municipais, a prefeitura do município de Nova Friburgo somente deu início a confecção do Plano Diretor no ano de 2005, apenas um ano antes do encerramento de seu prazo de entrega. v.34, n.3, p jul./set Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:32

5 A fragilidade dos padrões jurídico-normativos presentes no Plano Diretor de Nova Friburgo, bem como seu não cumprimento, apontam para o desequilíbrio de forças nos processos decisórios, em que interesses dos grupos sociais dominantes se sobrepuseram. Esse quadro, portanto, expressa o fato de que este documento reitera uma condição de vulnerabilidade institucional. A prefeitura é um reflexo da sociedade, de seu grau de organização. Nesse contexto, uma vez que esta se apresenta desorganizada em sua atuação sociopolítica, a esfera pública municipal estará impregnada desta desorganização, mesmo que haja grupos progressistas em sua composição, como observado no município de Nova Friburgo. A despeito de ter havido um esforço da gestão municipal em promover a participação social e comunitária, em especial dos grupos mais vulneráveis, no processo de elaboração deste instrumento de gestão territorial, há o questionamento sobre a qualidade desta participação, no sentido de que determinados segmentos ainda não se encontrem preparados e organizados para discutir e defender seus interesses. Diante deste fato, o que se tem é a sobreposição dos interesses de uma minoria dominante e mais bem organizada. Por essa razão, não se verificou que o Plano Diretor tenha conseguido incorporar e enfrentar de forma mais efetiva as contradições inerentes aos conflitos ambientais presentes na área em estudo. Entender esses conflitos e incorporá-los é importante para a criação de ambientes e municípios saudáveis, visto que as condições de saúde estão intrinsecamente ligadas à existência de desigualdades socioespaciais e as características ambientais. Apesar de ter sido um dos dez vencedores do Prêmio CAIXA Melhores Práticas de Gestão Local no ano de 2007, cuja premiação correspondeu a R$ ,00, a serem aplicados no desenvolvimento do projeto, até julho de 2008, quando foram encerrados os trabalhos de campo da pesquisa, o Plano Diretor de Nova Friburgo não foi posto em prática. Fica claro, portanto, que a confecção do Plano Diretor do município de Nova Friburgo não compunha uma política pública de planejamento e gestão urbana, mas sim o cumprimento de uma determinação do governo federal, com vistas ao não sofrimento de sanções. O Plano Diretor é um documento contemporâneo, que anuncia políticas, guarda as diretrizes do ordenamento e da gestão urbana, requerendo a regulamentação destas. Dessa maneira, para que sua efetividade seja alcançada, seus instrumentos necessitam ser atualizados ou mesmo criados, instrumentalizando, dessa maneira, o documento. e A importância da instrumentalização do Plano Diretor reside também na preocupação em não e Em seu artigo 188, o Plano Diretor ressalta a referida necessidade, afirmando que o poder Executivo deveria enviar à Câmara Municipal, no prazo de cento e oitenta dias após a vigência da lei, projetos de lei dispondo sobre a revisão da Lei de Uso do Solo, a Lei de Parcelamento do Solo Urbano e a revisão do Código de Obras. Ainda no artigo seguinte, coloca que, no mesmo prazo, deveriam ser enviados à câmara municipal de vereadores, com vistas a sua livre deliberação, os código municipais de meio ambiente, limpeza pública e de posturas. 616 Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:32

6 Revista Baiana de Saúde Pública permitir que esta lei torne-se um documento retórico. A complexidade das questões inerentes ao planejamento urbano na atualidade, não comporta a espera por regulamentações em longo prazo, como ocorrido com o próprio Plano Diretor. Este, presente já na Constituição de 1988, somente foi regulamentado treze anos depois, no ano de 2001, com a promulgação do Estatuto da Cidade. No que tange ao Plano Diretor de Nova Friburgo, não consta em seu texto final de que maneira se dará a regulamentação da configuração do ordenamento territorial. Ele apenas anuncia a funcionalidade de cada espaço. Nesse sentido, a norma a reger esse processo é o código de obras que, sendo do ano de 1948, encontra-se obsoleto, em desacordo com a própria concepção de planejamento e gestão prevista no Plano Diretor, que é uma lei atual. O Plano Diretor somente irá conduzir as posturas em última instância. Nesse sentido, faz-se necessário que o município aprove novas leis, como a de uso do solo, código de obras, código ambiental, dentre outros, com o intuito de que estes instrumentos estejam nivelados ao Plano Diretor, podendo dar suporte à sua aplicabilidade. Não obstante, caso essas normas complementares ao Plano Diretor não estejam aprovadas, este documento de gestão pode vir a entrar em contradição com as demais leis, devido às diferentes concepções inerentes ao planejamento e à gestão territorial, vigentes no período de elaboração de cada uma delas. Em seu artigo 188, o Plano Diretor de Nova Friburgo ressalta a referida necessidade, afirmando que o poder Executivo deveria enviar à Câmara Municipal, no prazo de cento e oitenta dias após a vigência da lei, projetos de lei dispondo sobre a revisão da Lei de Uso do Solo, a Lei de Parcelamento do Solo Urbano e a revisão do Código de Obras. Ainda no artigo seguinte, coloca que, no mesmo prazo, deveriam ser enviados à câmara municipal de vereadores, com vistas a sua livre deliberação, os códigos municipais de meio ambiente, limpeza pública e de posturas. No tocante a este fato, apenas o código ambiental foi elaborado dentro do prazo estabelecido. Todavia, em função da alteração dos parâmetros da política ambiental estadual, este código ainda não foi encaminhado ao poder executivo. Quando o código foi entregue pelo conselho municipal de meio ambiente à câmara municipal de vereadores, tomava posse um novo secretário estadual de meio ambiente. Este, por sua vez, promoveu alterações na política ambiental estadual levando o código do município de Nova Friburgo a ser obsoleto, ainda que novo, uma vez que havia sido elaborado em consonância com a política estadual anterior. Dessa maneira, o código municipal foi retirado da câmara de vereadores para sua readaptação. A importância da instrumentalização do Plano Diretor reside também na preocupação em não permitir que esta lei torne-se um documento retórico. O Plano Diretor, em seu texto final, no tocante aos conflitos ambientais presentes na região, inerentes ao uso v.34, n.3, p jul./set Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:32

7 e à ocupação do solo, procura incorporar questões centrais. Contudo, para que esta lei possa intermediar estes conflitos, além da instrumentalização já discutida, é necessário que haja um trabalho de fiscalização que responda pelo cumprimento da lei e de suas ferramentas. DISCUSSÃO O Plano Diretor é promulgado na constituição brasileira de 1988, estando presente em seu Título VII, capítulo II Da política Urbana no artigo 182. Posteriormente, em 2001, com a promulgação da Lei nº Estatuto da Cidade ele é regulamentado. 5 Na mencionada lei, é reiterada a concepção de Plano Diretor enquanto documento que guarda os preceitos da ordenação territorial, necessários ao pleno cumprimento da função social da propriedade urbana. Nesse sentido, o plano pode ser visto como um caminho para a promoção da saúde, no sentido que esta, bem como sua promoção, não se limita à presença ou ausência de doenças, mas se relaciona ao que é saudável. Dessa forma, a promoção da saúde pode ser alcançada mediante ações inter e transetoriais, que produzam políticas públicas integradas que, partindo de uma concepção ampla do processo saúde-doença e de seus determinantes, proponha a articulação de saberes técnicos e populares e a mobilização de recursos institucionais e comunitários, públicos e privados para seu enfrentamento e resolução. 6 Fica claro, portanto, a existência de uma a inter-relação entre condições de saúde e contextos sociais: os determinantes sociais da saúde. A preocupação com esta temática levou à confecção, em diferentes áreas do conhecimento, de modelos que procuravam expressar a rede de relações dos diferentes níveis de determinantes sociais com as iniquidades em saúde. O modelo de Dahlgren e Whitehead 7 (Diagrama 1) propõe uma visualização gráfica dos diferentes níveis de determinantes sociais, segundo seu grau de abrangência. O terceiro e o quarto níveis do diagrama expressam o potencial do Plano Diretor, enquanto ferramenta de promoção da saúde. Como instrumento de gestão municipal, o plano deve procurar atender aos interesses do conjunto da sociedade. Dessa forma, a promoção da participação em seu processo de formulação suscita um maior grau de coesão social, ao mesmo tempo em que confere ao documento um caráter socialmente harmônico. De acordo com o relatório da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde (CNDSS), o grau de coesão social é a maior contribuição expressada no terceiro nível, visto que [...] é de fundamental importância para a saúde da sociedade como um todo. 7:13 O Plano Diretor, nesse contexto, pode ser pensado também como uma ferramenta de capacitação comunitária para o exercício da cidadania e a busca de saúde. 618 Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:33

8 Revista Baiana de Saúde Pública Diagrama 1. Determinantes Sociais de Saúde de Dahlgren e Whitehead Fonte: Brasil. 7 Por sua vez, o papel do Plano Diretor para a promoção da saúde fica ainda mais claro quando se considera o quarto nível. Neste estão contemplados fatores da competência do documento de gestão diretamente relacionados ao maior ou menor coeficiente de vulnerabilidade e exposição de uma população: quanto maior a desvantagem social, como consequência de condições habitacionais inadequadas, exposição a condições mais perigosas, menor acesso aos serviços etc., mais exposta e vulnerável aos riscos à saúde. O que se observa, após a análise do diagrama de determinantes sociais de saúde, é que o Plano Diretor pode ser um importante instrumento de saúde ambiental, contribuindo, dessa forma, para a construção de municípios saudáveis. 8 Não obstante, em realidades vulneráveis, é possível caracterizar duas feições de vulnerabilidade que se inter-relacionam, sendo elas a vulnerabilidade populacional e a vulnerabilidade institucional. 9 No caso do Plano Diretor, a vulnerabilidade institucional pode ser entendida ao analisarmos, como instrumentos institucionais e jurídicos de gestão territorial funcionam de forma mais ou menos eficiente, ao mesmo tempo em que empoderam ou não os grupos mais vulneráveis. Para o empoderamento é necessário que mecanismos que viabilizem a participação e a expressão das necessidades se façam presentes. Caso estes inibam tal participação, há uma ratificação de realidades vulneráveis. Ao pensar a vulnerabilidade institucional no contexto de uma ecologia política dos riscos, Porto 10:167 explica que v.34, n.3, p jul./set Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:33

9 [...] está relacionada à ineficiência de uma sociedade e suas instituições em sua capacidade de regular, fiscalizar, controlar e mitigar riscos, ocupacionais e ambientais, em especial no tocante aos grupos e territórios vulneráveis. A vulnerabilidade institucional decorre de fragilidades nos marcos jurídico-normativos, nas políticas e ações institucionais, bem como de restrições de recursos econômicos, técnicos e humanos disponíveis. A vulnerabilidade institucional reflete uma crise de legitimidade das regras do jogo do desenvolvimento, tratando-se, pois, de um problema social porque afeta todas as organizações que interessam à sociedade. Desse modo, a vulnerabilidade institucional ocorrerá quando o conjunto dominante de regras do jogo do desenvolvimento (visão de mundo, valores, crenças, premissas, conceitos, enfoques, teorias, modelos, paradigmas, objetivos, políticas, prioridades, estratégias etc.) entra numa crise de legitimidade, perdendo sua vigência por causa das consequências negativas do desenvolvimento praticado sob sua influência. 11 A vulnerabilidade institucional [...] relaciona-se ao funcionamento da sociedade em termos de políticas públicas, processos decisórios e das instituições que atuam nos condicionantes estruturais ou pressões dinâmicas que proporcionam ou agravam as situações e eventos de risco. 9:3 Esse contexto, juntamente como o modelo de desenvolvimento econômico e social vigente, tornaram as questões ambientais e de saúde ainda mais complexas. Assim sendo, na atualidade, não é possível compreendê-las por uma única perspectiva, visto que envolvem, simultaneamente, fenômenos físicos, biológicos, químicos, culturais, sociais e políticos, de modo que não podem ser analisadas de maneira unidimensional. A superação das desigualdades socioespaciais é um desafio, não só de hoje, mas de longa data, que precisa ser superado. Quanto mais essa questão é ignorada e deixada em segundo plano pelas ações do poder público, mais grave torna-se o quadro. A distribuição espacial desigual dos riscos e do acesso aos recursos do meio é engendrada no processo de reprodução do espaço, portanto, torna-se imprescindível a superação desta implicação. No campo da saúde coletiva, verifica-se a necessidade de se criar um espaço de encontro de novas urbanidades e ruralidades. Diante deste fato, o presente estudo procurou trazer a discussão de como pensar o uso de territorialidades emergentes no campo da saúde pública, em especial na área de saúde ambiental. O plano diretor é um instrumento de gestão de cunho democrático, ainda bastante novo, mas que apresenta um significativo potencial para reverter processos de exclusão estruturais se conduzido de maneira participativa, ou seja, se vier a promover, no âmbito das políticas públicas, a participação social, permitindo que as demandas de saúde ambiental das populações mais vulneráveis sejam incorporadas. 620 Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:33

10 Revista Baiana de Saúde Pública O Plano Diretor é um documento privilegiado para a discussão e implementação das estratégias de promoção da saúde. Enquanto instrumento de gestão territorial, ele coloca em jogo o futuro das cidades, no qual a saúde, além do próprio meio ambiente, deveria vir a ser um tema norteador. Todavia, o estudo de caso analisado em nossa pesquisa revela que ele não dá conta de ser o mencionado espaço de encontro. Como alternativa a esta questão, refletir sobre o uso de novas territorialidades e a inserção mais ativa da saúde pública em sua elaboração, apresentam-se como caminhos viáveis. REFERÊNCIAS 1. Santos M. A natureza do espaço. São Paulo: Hucitec; Silva EL, Menezes EM. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção - Laboratório de Ensino a Distância. 3 a. ed. Florianópolis, Extraído de [projetos.inf.ufsc.br/arquivos/metodologia %20da %20 Pesquisa%203a%20edicao.pdf], acesso em [12 de outubro de 2007]. Pimentel A. O método da análise documental: seu uso numa pesquisa historiográfica. Cad. Pesq. 2001;114. Extraído de [http://www.scielo. br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso], acesso em [4 de novembro de 2007]. Zaneli JC. Pesquisa qualitativa em estudo da gestão de pessoas. Rev. Est. Psicol. 2002;7(79-88). Extraído de [calvados.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/ cogitare/article/ viewfile/1700/1408], acesso em [12 de outubro de 2007]. Brasil. Lei n.º , de 10 de julho de Regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências. Extraído de [https:// 03/ Leis/LEIS_ 2001 /L htm], acesso em [20 de janeiro de 2009]. Buss PM. Uma introdução ao conceito de promoção da saúde. In: Czeresnia D, Freitas CM, organizador. Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz; p Brasil. Ministério da Saúde. AS causas sociais das iniquidades em saúde no Brasil. Relatório Final da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde. Brasília; 2008 abr. Extraído de [www.cndss.fiocruz.br/pdf/home/ relatorio.pdf], acesso em [20 de janeiro de 2009]. Sperandio AMG organizador. O Plano Diretor: uma ferramenta para o desenvolvimento das políticas públicas de um município potencialmente saudável: o processo de entendimento, construção e ampliação do Plano Diretor. Campinas: Universidade de Campinas. Departamento de Medicina Preventiva. Org. Panamericana de Saúde; v. 1 e 2. v.34, n.3, p jul./set Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:33

11 9. Freitas CMD, Porto MFS, Moreira JC, Pivetta F, Machado JMH, Freitas NBBde, et al. Segurança química, saúde e ambiente - perspectivas para a governança no contexto brasileiro. Cad. Saúde Públ. 2002;18(1). Extraído de [http://www.scielosp. org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s x &lng=en&nrm=iso], acesso em [18 de setembro de 2007]. 10. Porto MFDS. Uma ecologia política dos riscos: princípios para integrarmos o local e o local na promoção da saúde e da justiça ambiental. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; Silva JDS. A mudança de época e o contexto global cambiante. Implicações para a mudança institucional em organizações de desenvolvimento Extraído de [http://www.remaatlantico.org/sul/members/leinad/ artigos/amudança-de-epoca-e-o-contexto-global-cambiante], acesso em [18 de setembro de 2007]. Recebido em e aprovado em Rev Baiana Saude Publica Miolo. V. 34 _ N.3.indd /3/ :16:33

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