Plano de texto, conforme a Análise Textual dos Discursos (ATD), e organização retórica, de acordo com a RST: uma relação possível?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano de texto, conforme a Análise Textual dos Discursos (ATD), e organização retórica, de acordo com a RST: uma relação possível?"

Transcrição

1 Plano de texto, conforme a Análise Textual dos Discursos (ATD), e organização retórica, de acordo com a RST: uma relação possível? Maria Eduarda Giering 1, Elizabet Beatriz Follmann 2, Êrica Ehlers Iracet 3 1 Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) 2 Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) 3 Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Abstract. In this study we intend to establish a connection between RST rhetorical relations (MANN; THOMPSON, 1988) and segments of text plan (ADAM, 2011) in articles of media scientific diffusion for children. We aim to highlight that the rhetorical macrostructural relations match with the text plan segmentation and allow to identify rhetorical functions that are established between the parts and their role for the construction of the macro speech acts. For this purpose, we analyze 30 segmented articles in their text plans, according to Adam (2011) proposal, considering the hierarchical structure of the speech acts. We study the same texts from the perspective of Rhetorical Structure Theory establishing the rhetorical relations between the segments. Keywords: text plan, rhetorical relations, hierarchical structure, macro speech act, media scientific diffusion Resumo. Procura-se estabelecer conexão entre relações retóricas da RST (MANN; THOMPSON, 1988) e segmentos do plano de texto (ADAM, 2011) em artigos de divulgação científica midiática para crianças. Objetiva-se evidenciar que as relações retóricas macroestruturais coincidem com a segmentação do plano de texto dos artigos e permitem identificar as funções retóricas que se estabelecem entre as partes e seu papel para a construção do macroato de discurso dos textos. Para isso, analisam-se 30 artigos já segmentados em seus planos de textos, conforme proposto por Adam (2011), levando-se em consideração a estrutura hierárquica dos atos de discurso. Estudam-se os mesmos textos na perspectiva da Teoria da Estrutura Retórica, estabelecendo-se as relações retóricas entre os segmentos. Palavras-chave: plano de texto, relações retóricas, estrutura hierárquica, macroato de discurso, divulgação científica midiática. 6 Anais do IV Workshop A RST e os Estudos do Texto, páginas 6 10, Fortaleza, CE, Brasil, Outubro 21 23, c 2013 Sociedade Brasileira de Computação

2 1. Introdução Este trabalho faz parte de um estudo que procura relacionar as investigações da Análise Textual dos Discursos doravante ATD (ADAM, 1999; 2011) com as do Funcionalismo, aqui focado na Rethorical Structure Theory - doravante RST - (MANN; THOMPSON, 1988; Mann, Matthiessen & Thompson, 1992). Trata-se de uma iniciativa de estabelecer estudos conjuntos no âmbito dos Grupos de Pesquisa (GP) da ANPOLL (Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação). Participam das investigações membros do GP Linguística Textual e Análise da Conversação e do GP Descrição do Português. A RST, segundo Mann &Thompson (1988), ao analisar as relações retóricas existentes entre segmentos textuais, investiga como o produtor estabelece tais relações e como faz para atingir os objetivos comunicativos a que se propõe. Para isso, as ligações entre as partes do texto devem de ser descritas. Já a ATD, conforme Adam (2011), ao observar como se estabelecem encadeamentos periódicos e sequenciais, estuda a estrutura composicional global dos textos, que é ordenada por um plano de texto, o que permite construir (na produção) e reconstruir (na leitura ou na escuta) a organização global de um texto, prescrita por um gênero (ADAM, 2011, p. 257). No trabalho atual, partimos da hipótese de que é possível aproximar as relações retóricas que articulam segmentos macroestruturais de um texto, da macrossegmentação do plano de texto proposta pela ATD. Objetiva-se evidenciar que os segmentos macroestruturais pertinentes às relações retóricas coincidem frequentemente com a macrossegmentação do plano de texto dos artigos e que a identificação das relações retóricas facilita a compreensão das funções dos segmentos do plano de texto para a construção do fim discursivo dos artigos. Tanto a ATD quanto a RST propõem segmentações em unidades de análise cuja extensão pode ser a de uma sentença ou período ou até de macrossegmentos compostos de mais de um ou mais parágrafos. Neste estudo, focamos nas unidades macroestruturais de composição textual. 2. Fundamentação Teórica A ATD considera que as unidades textuais organizam-se em níveis crescentes de complexidade e que sua configuração permite unir as proposições em macroproposições e em feixes de proposições que formam os períodos, as sequências e as partes que compõem um plano de texto. Adam (2011, p. 204) propõe que sejam considerados os períodos, que são unidades que entram diretamente na composição de partes de um plano de texto, e as sequências, que são unidades textuais complexas, compostas de um número limitado de conjuntos de proposições-enunciados: as macroproposições. O autor postula que haja um continuum de complexidade crescente entre o período e a sequência, sendo uma questão de grau estabelecer a diferença entre eles, uma vez que os períodos são menos tipificados e as sequências são estruturas que têm uma organização interna que lhes é própria, estabelecendo-se uma relação de dependênciaindependência das sequências com o texto como um todo. Adam postula a existência de cinco tipos de sequências de base, as quais correspondem a tipos de relações macrossemânticas memorizadas por impregnação cultural (pela leitura, escuta e produção de textos) e transformadas em esquema de reconhecimento e de estruturação da informação textual (ADAM, 2011, p. 205); são elas as sequências narrativa, descritiva, argumentativa, dialogal e explicativa. 7

3 Apesar da importância das sequências prototípicas na composição textual, para Adam (2011), não é o encadeamento de sequências de um tipo ou de outro que faz com que saibamos quando estamos diante de um texto e não de um amontoado de frases, mas, sim, os planos de texto. De acordo com Adam (2004, p. 377), eles desempenham um papel capital na composição macrotextual do sentido, uma vez que os planos de texto abarcam blocos de texto formados pelas sequências e estabelecem a organização global prescrita por um gênero. Os planos de texto são, dessa forma, o principal fato unificador da estrutura composicional (ADAM, 2011, p. 258). Segundo Adam (2011), existem planos de texto fixos, que correspondem às constantes composicionais de gêneros discursivos como, por exemplo, artigos acadêmicos, verbetes de dicionário, receitas culinárias. Mais recorrentemente, porém, ocorrem os planos de texto ocasionais, deslocados em relação aos gêneros de discurso e, por isso, dependentes em maior grau de decisões do produtor textual no momento da escrita. Adam (2004, p. 378) lembra que o plano é inventado e descoberto durante o evento. De acordo com o autor, A (re)construção de partes ou segmentos que correspondem ou ultrapassam os níveis do período e da sequência é uma atividade cognitiva fundamental que permite a compreensão de um texto e, para isso, mobiliza todas as informações linguísticas de superfície disponíveis [...]. (ADAM, 2011, p. 263). Para o linguista, os planos de texto podem ser mais ou menos marcados, mais ou menos visíveis e legíveis, seja pela segmentação, pelos anúncios de temas e subtemas, pelas mudanças de tópico e reformulações, pela articulação dos organizadores textuais. Planos de textos permitem reunir partes multiperiódicas ou multisequenciais mais complexas, na medida em que possuem uma homogeneidade semântica interna. Focalizando as unidades textuais da RST, conforme Mann e Thompson (1988) e Taboada e Habel (2013), elas são denominadas períodos [sequências, segmentos], os quais podem ser atômicos [uma cláusula ou uma frase], ou compostos de outros períodos ou unidades textuais maiores. A noção da estrutura de um texto inteiro é definida em termos de composições de esquemas. Alguns dos critérios para a identificação das relações retóricas entre as unidades textuais são o julgamento de plausibilidade, o reconhecimento das restrições que o satélite impõe ao núcleo enquanto estratégias ou movimentos recursivos para alcançar determinados objetivos, a necessidade de provocar efeitos pragmáticos; além disso, a situação de comunicação e as intenções presumíveis ou declaradas da instância de produção são levadas em consideração (TABOADA; HABEL, 2013, p. 69). Para a RST, as partes ou unidades textuais se organizam em núcleo e satélite, pressupondo que um texto é formado por dois níveis básicos de informação: o que contém a informação mais importante proporcionada pelo produtor, e o que encerra a informação secundária, ou seja, a informação que auxilia na compreensão, na aceitação da informação principal. As relações postuladas pela RST são: (a) de Apresentação - Antítese, Capacitação, Concessão, Evidência, Fundo, Justificativa, Motivação, Preparação, Reformulação, Resumo; (b) de Conteúdo - Alternativa, Causalidade, Circunstância, Condição, Elaboração, Avaliação, Método, Não-condicional, Propósito, Resultado, Solução, Comentário; (c) Multinucleares - Contraste, Lista, Reformulação, 8

4 Sequência, União. A coerência é entendida como a ausência de sequências ilógicas e lacunas. É comum, tanto à RST quanto à teoria de Adam, a atenção aos efeitos pragmáticos das relações entre as unidades textuais, uma vez que as informações apresentadas nos textos são, de certo modo, planejadas para atingir determinados efeitos sobre o locutor. Na ATD, o texto é uma estrutura hierárquica de atos, conforme postula Adam (2011, p. 196). Ele considera o texto como uma estrutura de atos ilocucionários ligados entre si, mas destaca que atos de discurso pontuais só assumem sentido pela sua inserção em estruturas hierárquicas de níveis de complexidade superiores. RST e ATD parecem ambas se relacionarem com a ideia expressa por Adam (2011, p. 202) de que o sentido de um enunciado reside, fundamentalmente, na continuidade do discurso que ele torna possível, dessa forma, o importante, na análise do texto, é considerar o movimento textual ou estratégia discursiva em que os atos de discurso se realizam. 3. Metodologia Para estudar a relação entre as teorias, analisamos um corpus composto por 30 artigos de divulgação científica, publicados na seção Você sabia... da revista Ciência Hoje das Crianças, no qual, em pesquisa anterior (Características Linguístico-Discursivas de Textos de Divulgação Científica Midiática para Crianças Projeto Universal/ Capes 2010), já foram identificadas as estruturas do plano de texto. Verificou-se, na ocasião, a existência de macroações discursivas marcadas pelas sequências prototípicas. O objetivo foi observar a relação que se estabelecia entre as macroproposições que compõem a estrutura do plano de texto e o macroato de discurso (ato de discurso dominante), que permitiu determinar a coerência semântico-pragmática global do texto. Sob a perspectiva da RST, na pesquisa atual, verificamos, no mesmo corpus, a relação entre a estrutura do plano de texto e as macrounidades retóricas, identificando os tipos de relações (núcleo/satélite) que se estabelecem entre as partes. O propósito dessa análise é compreender a relação entre os critérios de identificação das unidades do plano e das unidades retóricas, acompanhando o movimento textual-discursivo que permite identificar um macroato discursivo dominante. 4. Resultados preliminares Análises preliminares mostram que há coincidência entre os segmentos do plano de texto e as unidades da estrutura retórica que formam os artigos; além disso, observou-se que a atribuição de uma função retórica entre os segmentos possibilita/facilita identificar o papel de cada parte na construção do ato discursivo dominante, especialmente o papel das relações retóricas situadas na parte final dos textos em estudo. Referências ADAM, Jean-Michel. (2011). A linguística textual: introdução à análise textual dos discursos. 2. ed. rev. aum. São Paulo: Cortez.. (1999). Linguistique textuelle: des genres de discours aux textes. Paris, Nathan. 9

5 . (2004). Plano de texto. In: CHARAUDEAU, Patrick; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de análise do discurso. São Paulo: Contexto. MANN, W.C.; THOMPSON, S.A. (1988). Rhethorical Structure Theory: toward a functional theory of text organization. Text, 8 (3), p MANN, W.C.; MATTHIESSEN, C.M.I.M.; THOMPSON, S.A. (1992). Rhetorical Structure Theory and Text Analysis. In: MANN, W.C.; THOMPSON, S.A. Discourse description: diverse linguistic analyses of a fund-raising text. Amsterdam: John Benjamins, p TABOADA, Maite. (2013). Relation definitions. Disponível em: <http://www.sfu.ca/rst/08spanish/definitions.html >. Acesso em: 18. mar TABOADA, Maite; MANN, William C. (2006).Rhetorical Structure Theory: looking back and moving ahead. 24 jan Disponível em: <ttp://www.sfu.ca/~mtaboada/docs/taboada_mann_rst_part1.pdf >. Acesso em: 05 set TABOADA, Maite; HABEL, Christopher. (2013). Rhetorical relations in multimodal documents. Discourse Studies 15 (1):

AMIGOS, AMIGOS, NEGÓCIOS À PARTE: UMA ANÁLISE DA ESTRUTURA RETÓRICA. Palavras-chave: Oração; frases nominais; Teoria da Estrutura Retórica do Texto.

AMIGOS, AMIGOS, NEGÓCIOS À PARTE: UMA ANÁLISE DA ESTRUTURA RETÓRICA. Palavras-chave: Oração; frases nominais; Teoria da Estrutura Retórica do Texto. 1 AMIGOS, AMIGOS, NEGÓCIOS À PARTE: UMA ANÁLISE DA ESTRUTURA RETÓRICA MEIRA, Ana Clara Gonçalves Alves (Universidade Federal de Minas Gerais) (anaclarameira@hotmail.com) Resumo: Em estudos tradicionais,

Leia mais

A organização retórica de artigos de divulgação científica midiática e a organização sequencial do texto: fatores ascendentes e descendentes

A organização retórica de artigos de divulgação científica midiática e a organização sequencial do texto: fatores ascendentes e descendentes A organização retórica de artigos de divulgação científica midiática e a organização sequencial do texto: fatores ascendentes e descendentes Maria Eduarda Giering * Resumo O artigo trata dos fatores descendentes

Leia mais

KEYWORDS: Comment; Evaluation; informative units; make-believe; make-know.

KEYWORDS: Comment; Evaluation; informative units; make-believe; make-know. 1 O DISCURSO MIDIÁTICO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA (DC): UM GÊNERO DO FAZER-SABER Prof. a Ms Juliana Alles de Camargo de SOUZA (Universidade do Vale do Rio dos Sinos) Prof. a Dr. a Maria Eduarda GIERING (Universidade

Leia mais

A organização retórica do artigo de divulgação científica midiático: a relação de Elaboração e os contextos científico e midiático

A organização retórica do artigo de divulgação científica midiático: a relação de Elaboração e os contextos científico e midiático A organização retórica do artigo de divulgação científica midiático: a relação de Elaboração e os contextos Maria Helena Albé 1 Maria Eduarda Giering 2 Paula Elise Päetzhold 3 Tatiane Kaspari 4 Valquíria

Leia mais

Escola Secundária Dr. João Manuel da Costa Delgado

Escola Secundária Dr. João Manuel da Costa Delgado Escola Secundária Dr. João Manuel da Costa Delgado Informação - Prova de Equivalência à Frequência Formação: Específica Inglês (cont.) 12º Ano Código 358 2015 1 - Introdução: O presente documento visa

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência - 2014. Agrupamento de Escolas de ANTÓNIO NOBRE. DISCIPLINA: Inglês CÓDIGO DA PROVA: 358

Informação Prova de Equivalência à Frequência - 2014. Agrupamento de Escolas de ANTÓNIO NOBRE. DISCIPLINA: Inglês CÓDIGO DA PROVA: 358 DISCIPLINA: Inglês CÓDIGO DA PROVA: 358 CICLO: Secundário ANO DE ESCOLARIDADE: 12º Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame de equivalência à frequência da disciplina

Leia mais

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Departamento de Letras Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Aluna: Esther Ruth Oliveira da Silva Orientadora: Profª. Bárbara Jane Wilcox Hemais Introdução O presente projeto se insere

Leia mais

DGEstE Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro

DGEstE Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro DGEstE Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA DO BAIRRO - 160568 Informação - Prova de Equivalência à Frequência Inglês 10º/11º

Leia mais

(Nos termos do Despacho Normativo 6-A/2015, de 5 de março)

(Nos termos do Despacho Normativo 6-A/2015, de 5 de março) Código: 345921 Escola Básica e Secundária de Melgaço Sede do Agrupamento de Escolas de Melgaço INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 10 E 11º ANOS DE ESCOLARIDADE INGLÊS (Nos termos do Despacho

Leia mais

Prova Escrita + Oral de Inglês

Prova Escrita + Oral de Inglês Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prova Escrita + Oral de Inglês Prova 367 2015 11º Ano de Escolaridade Duração da Prova: 90 minutos (sem tolerância); Oral: 25 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012,

Leia mais

A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA MIDIÁTICA PARA CRIANÇAS E OS FINS DISCURSIVOS

A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA MIDIÁTICA PARA CRIANÇAS E OS FINS DISCURSIVOS A divulgação científica midiática para crianças e os fins discursivos A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA MIDIÁTICA PARA CRIANÇAS E OS FINS DISCURSIVOS Maria Eduarda GIERING 1 RESUMO: O artigo trata dos diferentes

Leia mais

Reflexões sobre a Língua Portuguesa. Kátia França

Reflexões sobre a Língua Portuguesa. Kátia França Reflexões sobre a Língua Portuguesa Kátia França Níveis de aprendizagem dos alunos Abaixo do básico: os alunos demonstram que não desenvolveram as habilidades básicas requeridas para o nível de escolaridade

Leia mais

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS PEF 367 PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS TIPO DE PROVA DURAÇÃO Teórico/prática 90 Minutos (escrita) +25 Minutos (oral) X Escrita Com tolerância de 30 minutos X Oral X Sem tolerância 11º ANO

Leia mais

Recursos Hídricos. Análise dos dados do Programa Prospectar. Anexo IV. Prospecção Tecnológica

Recursos Hídricos. Análise dos dados do Programa Prospectar. Anexo IV. Prospecção Tecnológica Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Anexo IV Recursos Hídricos Análise dos dados do Programa Prospectar 1 Apresentação Este documento traz o resultado de análise realizada

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS DE ACORDO COM AS NORMAS DE DOCUMENTAÇÃO DA ABNT

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS DE ACORDO COM AS NORMAS DE DOCUMENTAÇÃO DA ABNT MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS DE ACORDO COM AS NORMAS DE DOCUMENTAÇÃO DA ABNT HELENA DE CARVALHO SICSÚ 1 RESUMO Este trabalho apresenta os elementos que constituem a estrutura de um artigo

Leia mais

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO RESUMO. Palavras-chave: Artigo Científico. Normalização. NBR 6022/03.

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO RESUMO. Palavras-chave: Artigo Científico. Normalização. NBR 6022/03. ARTIGO CIENTÍFICO Texto com autoria declarada que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados de diversas áreas do conhecimento (ABNT/NBR 6022:2003). 2.1.1 Modelo de artigo COMO

Leia mais

1 ROTEIRO PARA PROJETO DE PESQUISA

1 ROTEIRO PARA PROJETO DE PESQUISA Roteiro para projeto de pesquisa Gildenir Carolino Santos, 2005. 1 ROTEIRO PARA PROJETO DE PESQUISA Antes de passar para a construção ou montagem de um projeto de pesquisa, é importante saber que esse

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência - 2015. Agrupamento de Escolas de ANTÓNIO NOBRE. DISCIPLINA: Inglês CÓDIGO DA PROVA: 367

Informação Prova de Equivalência à Frequência - 2015. Agrupamento de Escolas de ANTÓNIO NOBRE. DISCIPLINA: Inglês CÓDIGO DA PROVA: 367 DISCIPLINA: Inglês CÓDIGO DA PROVA: 367 CICLO: Secundário ANO DE ESCOLARIDADE: 11º Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame de equivalência à frequência da disciplina

Leia mais

AGES FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS NÚCLEO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO

AGES FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS NÚCLEO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO AGES FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS NÚCLEO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO MANUAL DE NORMATIZAÇÃO CONFORME RESOLUÇÃO 001/2010: elaboração, apresentação e avaliação de TCC PARIPIRANGA 2010 AGES

Leia mais

INGLÊS cont. Código 367 abril 2015

INGLÊS cont. Código 367 abril 2015 Direção Regional de Educação do Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PÓVOA DE LANHOSO - 150915 PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS cont. Código 367 abril 2015 11º Ano de escolaridade (Decreto Lei 139/

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DE UBERLÂNDIA MG Metodologia Científica. Professora: Ketiuce Ferreira Silva ketiuce@yahoo.com.br www.ketiuce.com.

FACULDADE PITÁGORAS DE UBERLÂNDIA MG Metodologia Científica. Professora: Ketiuce Ferreira Silva ketiuce@yahoo.com.br www.ketiuce.com. FACULDADE PITÁGORAS DE UBERLÂNDIA MG Metodologia Científica Professora: Ketiuce Ferreira Silva ketiuce@yahoo.com.br www.ketiuce.com.br Resumos NBR 6028 Nov. 2003 Norma para elaboração de resumos Um resumo

Leia mais

Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade

Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade Helena C. Buescu, Luís C. Maia, Maria Graciete Silva, Maria Regina Rocha 10.º Ano: Oralidade Compreensão do Oral Objetivo Compreender

Leia mais

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE André William Alves de Assis 1 RESUMO: Como participantes do processo comunicativo,

Leia mais

1 Introdução. 1.1 Apresentação do tema

1 Introdução. 1.1 Apresentação do tema 1 Introdução 1.1 Apresentação do tema Segundo Basílio (1987), as principais funções do léxico são a representação conceitual e o fornecimento de unidades básicas para a construção dos enunciados. Para

Leia mais

uma representação sintética do texto que será resumido

uma representação sintética do texto que será resumido Resumo e Resenha Resumo Ao pesquisar sobre as práticas de linguagem nos gêneros escolares, Schneuwly e Dolz (1999: 14), voltando seus estudos para o nível fundamental de ensino, revelam que a cultura do

Leia mais

ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MÉTODOS 1

ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MÉTODOS 1 ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MÉTODOS 1 Alberto Albuquerque Gomes 2 O estudo de caso tem sido escolhido, de forma recorrente, como alternativa para pesquisas sobre o fenômeno educativo. Porém, nem sempre

Leia mais

O PROJETO PASSO A PASSO

O PROJETO PASSO A PASSO O PROJETO PASSO A PASSO 4ª ETAPA: Elaboração do Texto Ao concluir a Etapa 3, você já reúne todas as informações necessárias para elaborar seu projeto de pesquisa. O texto do projeto terá a mesma estrutura

Leia mais

Colégio Internato dos Carvalhos

Colégio Internato dos Carvalhos Grupo Disciplinar de Línguas Românicas aøväxé wé XÇá ÇÉ fxvâçwöü É Matriz do Teste Intermédio de Português do 12.º ano Ano letivo 2014-2015 Objeto de avaliação INFORMAÇÃO-TESTE de Português 12.º ano (a

Leia mais

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO 1 Modelo de Artigo de periódico baseado na NBR 6022, 2003. Título do artigo, centralizado. COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO Andersown Becher Paes de Barros * Ideraldo Bonafé ** RESUMO Este trabalho apresenta

Leia mais

8 Considerações finais

8 Considerações finais 8 Considerações finais Neste trabalho, propusemo-nos a elaborar uma ferramenta epistêmica de apoio ao design de SiCo s, fundamentada na EngSem, que ajude o designer a elaborar seu projeto da comunicação

Leia mais

GRUPO DE ESTUDOS SEMIOLINGUÍSTICOS: ANÁLISE DOS DISCURSOS RELIGIOSO, MIDIÁTICO E JURÍDICO À LUZ DA PROPOSTA DE PATRICK CHARAUDEAU

GRUPO DE ESTUDOS SEMIOLINGUÍSTICOS: ANÁLISE DOS DISCURSOS RELIGIOSO, MIDIÁTICO E JURÍDICO À LUZ DA PROPOSTA DE PATRICK CHARAUDEAU GRUPO DE ESTUDOS SEMIOLINGUÍSTICOS: ANÁLISE DOS DISCURSOS RELIGIOSO, MIDIÁTICO E JURÍDICO À LUZ DA PROPOSTA DE PATRICK CHARAUDEAU Mônica Santos de Souza MELO (UFV) monicamelo@ufv.br O Grupo de Estudos

Leia mais

MAPAS CONCEITUAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA. MOREIRA, Marco Antonio. Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa. São Paulo: Centauro, 2010.

MAPAS CONCEITUAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA. MOREIRA, Marco Antonio. Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa. São Paulo: Centauro, 2010. MAPAS CONCEITUAIS E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA MOREIRA, Marco Antonio. Mapas Conceituais e Aprendizagem Significativa. São Paulo: Centauro, 2010. OBJETIVO Abordar mapas conceituais essencialmente como

Leia mais

Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana

Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana Lucas Piter Alves Costa 1 Por que estudar gêneros? Como estudá-los? Qual a importância que o domínio de seus estudos pode

Leia mais

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano Departamento de Línguas Currículo de Português - Domínio: Oralidade Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e complexidade. Registar, tratar e reter a informação. Participar oportuna

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Comunicação e Linguagem 1 IDENTIFICAÇÃO Curso: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Licenciatura em Química Componente Curricular: Comunicação e Linguagem PLANO DE ENSINO Modalidade de Ensino: Superior

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA. Trabalho de Conclusão de Curso

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA. Trabalho de Conclusão de Curso UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Trabalho de Conclusão de Curso Brasília 1º semestre de 2015 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA REITOR Prof. Dr. Gilberto Gonçalves Garcia PRÓ-REITOR

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO RETÓRICA DE ARTIGOS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: INFLUÊNCIAS EXTERNAS SOBRE ESCOLHAS DO PRODUTOR

A ORGANIZAÇÃO RETÓRICA DE ARTIGOS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: INFLUÊNCIAS EXTERNAS SOBRE ESCOLHAS DO PRODUTOR A ORGANIZAÇÃO RETÓRICA DE ARTIGOS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: INFLUÊNCIAS EXTERNAS SOBRE ESCOLHAS DO PRODUTOR Maria Eduarda Giering (Doutora, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, eduardag@unisinos.br)

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas

Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas Manoela Afonso UNESP - Campus Bauru-SP manoela_afonso@hotmail.com Comunicação Oral Pesquisa Concluída

Leia mais

ENSINO DA ESCRITA: O USO DE CONECTORES EM TEXTOS ACADÊMICOS*

ENSINO DA ESCRITA: O USO DE CONECTORES EM TEXTOS ACADÊMICOS* 287 ENSINO DA ESCRITA: O USO DE CONECTORES EM TEXTOS ACADÊMICOS* Sulemi Fabiano 1 Resumo: A questão que norteia a pesquisa é: como um aluno em formação, ao se apropriar de uma teoria, utiliza os conectores

Leia mais

ENTRE A CIÊNCIA E A MÍDIA: UM OLHAR DE ASSESSORIA DE IMPRENSA 1

ENTRE A CIÊNCIA E A MÍDIA: UM OLHAR DE ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Página43 ENTRE A CIÊNCIA E A MÍDIA: UM OLHAR DE ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Giovanna Benedetto Flores 2 Resumo: Esse trabalho se propõe a identificar as estratégias discursivas predominantes do jornalista

Leia mais

GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística)

GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística) GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística) Luana Gerçossimo Oliveira 1 Universidade Federal de Viçosa (UFV) Este artigo traz uma breve discussão teórica

Leia mais

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM Daniela Fidelis Bezerra Túlio Cordeiro de Souza Maria Elizabete

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA [INGLÊS]

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA [INGLÊS] INFORMAÇÃO-PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS ANO DE ESCOLARIDADE: 10º E 11º ANOS ANO LETIVO: 2012 2013 TIPO DE PROVA: DURAÇÃO: CÓDIGO DA PROVA: MATERIAL NECESSÁRIO/PERMITIDO: ESCRITA 90 MINUTOS

Leia mais

OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA

OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA 1 OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA Maria Adelane Monteiro da Silva Antonia Eliana de Araújo Aragão Keila Maria de Azevedo Ponte Lourdes Claudênia

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA: a escolha do tema e a construção do problema

PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA: a escolha do tema e a construção do problema PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA: a escolha do tema e a construção do problema de pesquisa, temos que traçar um caminho a seguir durante a investigação. Realizar um estudo mais planejado dos aspectos que

Leia mais

Apresentação/Presentation

Apresentação/Presentation Apresentação/Presentation Desde a publicação da tese de doutorado de Lorenza Mondada, em 1994, intitulada Verbalisation de l espace et fabrication du savoir: Approche linguistique de la construction des

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Metodologia e Introdução à Pesquisa Prof. Ricardo Bicalho Redes de Computadores Ciência e Método Científico AULA 3 1 AGENDA PORQUE ESTUDAR METODOLOGIA ENSINO SUPERIOR E PESQUISA ELEMENTOS

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1201 RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1202 RESUMOS DE PROJETOS ENSINO, APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM LETRAS: IDENTIDADES E CRENÇAS

Leia mais

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental Rosangela Balmant; Universidade do Sagrado Coração de Jesus- Bauru-SP. rosangelabalmant@hotmail.com Gislaine Rossler

Leia mais

O PROCESSO DE ARTICULAÇÃO DE CLÁUSULAS EM INTERFACE COM A TEORIA DA ESTRUTURA RETÓRICA DO TEXTO

O PROCESSO DE ARTICULAÇÃO DE CLÁUSULAS EM INTERFACE COM A TEORIA DA ESTRUTURA RETÓRICA DO TEXTO O PROCESSO DE ARTICULAÇÃO DE CLÁUSULAS EM INTERFACE COM A TEORIA DA ESTRUTURA RETÓRICA DO TEXTO Arlete Ribeiro Nepomuceno 1, Maria Ieda Almeida Muniz 2 e Ana Clara Gonçalves Alves de Meira 3 1. Professora

Leia mais

O DISCURSO NOS QUADRINHOS: ANALISANDO CAPITÃO BRASIL

O DISCURSO NOS QUADRINHOS: ANALISANDO CAPITÃO BRASIL O DISCURSO NOS QUADRINHOS: ANALISANDO CAPITÃO BRASIL CASSILHAS, Cristiano FIOROT, João Victor LORDES, Antonio Wallace RESUMO: O principal objetivo do trabalho é analisar as divisões básicas do tópico discursivo

Leia mais

Engenharia de Sistemas de Computador

Engenharia de Sistemas de Computador Engenharia de Sistemas de Computador Sistema é um conjunto ou disposição de elementos que é organizado para executar certo método, procedimento ou controle ao processar informações. Assim, o que é um Sistema????????

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades.

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades. ANEXO I - PROGRAMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS GERAIS E DE REDAÇÃO Prova (Todos os Cursos) Trabalhando em consonância com as diretrizes curriculares nacionais, o UNIFEMM entende que as avaliações do processo

Leia mais

GÊNEROS TEXTUAIS E(OU) GÊNEROS DISCURSIVOS: UMA QUESTÃO DE NOMENCLATURA?

GÊNEROS TEXTUAIS E(OU) GÊNEROS DISCURSIVOS: UMA QUESTÃO DE NOMENCLATURA? INTERACÇÕES NO. 19, PP. 142-155 (2011) GÊNEROS TEXTUAIS E(OU) GÊNEROS DISCURSIVOS: UMA QUESTÃO DE NOMENCLATURA? Resumo Eliana Dias ILEEL/UFU elianadias@uber.com.br Elisete Maria de Carvalho Mesquita ILEEL/UFU

Leia mais

Política de Línguas na América Latina 1

Política de Línguas na América Latina 1 Política de Línguas na América Latina 1 Eduardo Guimarães * Num momento como o atual, em que as relações internacionais vêm mudando rapidamente e que se caracteriza, entre outras coisas, pelo fato político

Leia mais

PROVA DE REDAÇÃO NO VESTIBULAR DA UFSM 2014

PROVA DE REDAÇÃO NO VESTIBULAR DA UFSM 2014 1 PROVA DE REDAÇÃO NO VESTIBULAR DA UFSM 2014 Prova de redação na perspectiva de gênero textual Com o propósito de avaliar a proficiência dos candidatos na leitura e na escrita pelo uso da língua portuguesa

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Informação-Prova de Equivalência à Frequência ENSINO SECUNDÁRIO PROVA ESCRITA E ORAL Prova de Equivalência à Frequência de Espanhol, 11º ano (Iniciação) Prova 375 (ter como referência quadro III do Desp.Norm.5/2013)

Leia mais

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Maria Cristina Araújo de Oliveira UFJF mcrisoliveira6@gmail.com Resumo: O artigo apresenta um breve panorama

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

EXECUTIVE GESTÃO ESTRATÉGICA. www.executivebc.com.br. 071 3341-4243 cursos@executivebc.com.br

EXECUTIVE GESTÃO ESTRATÉGICA. www.executivebc.com.br. 071 3341-4243 cursos@executivebc.com.br EXECUTIVE GESTÃO ESTRATÉGICA www.executivebc.com.br 071 3341-4243 cursos@executivebc.com.br GESTÃO ESTRATÉGICA O presente documento apresenta o modelo de implantação do sistema de gestão estratégica da

Leia mais

INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE

INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE LILIAN DE PINHO BOTELHO (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PUCSP). Resumo INTERTEXTUALIDADE INTERGÊNEROS NA PUBLICIDADE Lilian de Pinho BOTELHO

Leia mais

Guy COOK. The Discourse of Advertising. London: Routledge. 2001. 256 pp. Second Edition. ISBN 0-415-23455-7 (Paperback)

Guy COOK. The Discourse of Advertising. London: Routledge. 2001. 256 pp. Second Edition. ISBN 0-415-23455-7 (Paperback) Alexandra Pinto 185 Guy COOK. The Discourse of Advertising. London: Routledge. 2001. 256 pp. Second Edition. ISBN 0-415-23455-7 (Paperback) Alexandra Pinto alexandrapinto@net.sapo.pt Faculdade de Letras

Leia mais

EDITAL DOUTORADO SANDUÍCHE NO EXTERIOR PDSE 2015

EDITAL DOUTORADO SANDUÍCHE NO EXTERIOR PDSE 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EDITAL DOUTORADO SANDUÍCHE NO EXTERIOR PDSE 2015 O Programa de

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

RESUMO. -Não resumir antes de ler, compreender, sublinhar e fazer breves anotações à margem do texto;

RESUMO. -Não resumir antes de ler, compreender, sublinhar e fazer breves anotações à margem do texto; RESUMO Léa Monteiro Rocha Luciana Cristina Andrade Costa Franco Zuleida Cardoso Leite Conceito: Apresentação ordenada das principais ideias (centrais, secundárias e pormenores importantes) contidas no

Leia mais

JULIANO DESIDERATO ANTONIO ESTRUTURA RETÓRICA E ARTICULAÇÃO DE ORAÇÕES EM NARRATIVAS ORAIS E EM NARRATIVAS ESCRITAS DO PORTUGUÊS

JULIANO DESIDERATO ANTONIO ESTRUTURA RETÓRICA E ARTICULAÇÃO DE ORAÇÕES EM NARRATIVAS ORAIS E EM NARRATIVAS ESCRITAS DO PORTUGUÊS JULIANO DESIDERATO ANTONIO ESTRUTURA RETÓRICA E ARTICULAÇÃO DE ORAÇÕES EM NARRATIVAS ORAIS E EM NARRATIVAS ESCRITAS DO PORTUGUÊS Araraquara 2004 JULIANO DESIDERATO ANTONIO ESTRUTURA RETÓRICA E ARTICULAÇÃO

Leia mais

O DISCURSO EXPOSITIVO ESCRITO NO ENSINO FUNDAMENTAL. UM ENFOQUE COGNITIVISTA E SEUS DESDOBRAMENTOS DIDÁTICOS

O DISCURSO EXPOSITIVO ESCRITO NO ENSINO FUNDAMENTAL. UM ENFOQUE COGNITIVISTA E SEUS DESDOBRAMENTOS DIDÁTICOS O DISCURSO EXPOSITIVO ESCRITO NO ENSINO FUNDAMENTAL. UM ENFOQUE COGNITIVISTA E SEUS DESDOBRAMENTOS DIDÁTICOS Luís Passeggi Universidade Federal do Rio Grande do Norte RESUMO: Propomos uma análise do discurso

Leia mais

Validório, Valéria Cristiane 1

Validório, Valéria Cristiane 1 A INTERAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM: uma perspectiva sociocultural Validório, Valéria Cristiane 1 RESUMO As relações sociais entre o indivíduo e o mundo exterior desenvolvem-se por meio de um processo

Leia mais

LETRAS 1º PERÍODO. Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Conclusão

LETRAS 1º PERÍODO. Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Conclusão LETRAS 1º PERÍODO Disciplina A Disciplina B 62961 Língua Portuguesa A 68 Língua Portuguesa A 68 Ementa: Estuda os fundamentos Ementa: Estudo da base fonéticofonológica teóricos da análise lingüística,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA COESÃO E DA COERÊNCIA EM NOSSOS TEXTOS

A IMPORTÂNCIA DA COESÃO E DA COERÊNCIA EM NOSSOS TEXTOS A IMPORTÂNCIA DA COESÃO E DA COERÊNCIA EM NOSSOS TEXTOS Áurea Maria Bezerra Machado (UNIGRANRIO) goldenmary@ig.com.br Márcio Luiz Corrêa Vilaça (UNIGRANRIO) 20 professorvilaca@gmail.com 1. Introdução O

Leia mais

ESTRUTURA E FORMA DO PROJETO DE PESQUISA E DA DISSERTAÇÃO DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO

ESTRUTURA E FORMA DO PROJETO DE PESQUISA E DA DISSERTAÇÃO DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO ESTRUTURA E FORMA DO PROJETO DE PESQUISA E DA DISSERTAÇÃO DO MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO Elaboração: Prof. Nério Amboni Prof. Leonardo Secchi Profª. Simone Ghisi Feuerschütte Florianópolis/SC

Leia mais

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Silvio Profirio da Silva¹ Durante décadas, o ensino de Língua Portuguesa desenvolvido em nossas escolas limitou - se à análise e à classificação

Leia mais

MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA

MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS Elaborado por Prof. Dr. Rodrigo Sampaio Fernandes Um projeto de pesquisa consiste em um documento no qual

Leia mais

ESTRUTURA DO TIID 2010

ESTRUTURA DO TIID 2010 ESTRUTURA DO TIID 2010 7. Anexos c 7. A ficha de entrevista, agora com as respostas, deve ser apresentada como anexo, após as referências bibliográficas. 6. Referências Bibliográficas 6. As referências

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC de Nova Odessa Código: 234 Município: Nova Odessa Eixo Tecnológico: Segurança no Trabalho Habilitação Profissional: Técnico em Segurança do Trabalho Qualificação:

Leia mais

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS SOCIAIS Flávio Pereira DINIZ (FCS UFG / diniz.fp@gmail.com) 1 Dijaci David de OLIVEIRA (FCS UFG / dijaci@gmail.com) 2 Palavras-chave: extensão universitária;

Leia mais

Faculdade Escola Paulista de Direito

Faculdade Escola Paulista de Direito REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO São Paulo 2014 ESCOLA PAULISTA DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades

Leia mais

AS PRÁTICAS NARRATIVAS DE MICHAEL WHITE

AS PRÁTICAS NARRATIVAS DE MICHAEL WHITE AS PRÁTICAS NARRATIVAS DE MICHAEL WHITE (ELDA ELBACHÁ) Foi realmente uma oportunidade estar presente no Workshop de Michael White nos dias 17,18 e 19 de março de 2005, no auditório do Hotel Blue Tree Towers

Leia mais

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO)

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) Processo Avaliativo Unidade Didática PRIMEIRA UNIDADE Competências e Habilidades Aperfeiçoar a escuta de textos orais - Reconhecer

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO 001/2015

EDITAL DE SELEÇÃO 001/2015 EDITAL DE SELEÇÃO 001/2015 A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e em Matemática PPGECM/UFPR, conforme decisão do Colegiado, torna pública a abertura de inscrições à seleção

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

APRESENTANDO TRABALHOS NA JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA Unifebe. Profª Heloisa Helena

APRESENTANDO TRABALHOS NA JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA Unifebe. Profª Heloisa Helena APRESENTANDO TRABALHOS NA JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA Unifebe Profª Heloisa Helena SOBRE A JORNADA A Jornada de Iniciação Científica é um evento permanente da Unifebe e se constitui em uma ação

Leia mais

Metodologia Científica e Tecnológica

Metodologia Científica e Tecnológica Metodologia Científica e Tecnológica Introdução à Metodologia Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2014 Gustavo S. C. Meireles 1 Segundo o dicionário Aurélio, metodologia é a arte de dirigir o espírito na investigação

Leia mais

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESPAÇO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E AMPLIAÇÃO DE CONHECIMENTOS REFERENTES À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Florianópolis SC - maio 2012 Categoria: C Setor

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE AGUDOS - FAAG BIBLIOTECA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS PARA O PERIÓDICO. REVISTA DiCA!

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE AGUDOS - FAAG BIBLIOTECA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS PARA O PERIÓDICO. REVISTA DiCA! CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE AGUDOS - FAAG BIBLIOTECA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS PARA O PERIÓDICO REVISTA DiCA! Biblioteca - FAAG Tel. (14) 3262-9400 Ramal: 417 Email: biblioteca@faag.com.br http://www.faag.com.br/faculdade/biblioteca.php

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: raquel.libras@hotmail.com

Leia mais

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS Dr. André Ricardo Magalhães andrerm@gmail.com Universidade do Estado da Bahia Brasil Modalidade: Comunicação Breve Nível

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra de Projetos 2011 A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra Local de: Arapongas. Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: (campo

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO/PUBLICIDADE E PROPAGANDA COORDENAÇÃO DE TCC

FACULDADE SETE DE SETEMBRO COMUNICAÇÃO SOCIAL JORNALISMO/PUBLICIDADE E PROPAGANDA COORDENAÇÃO DE TCC REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1º. Este regulamento disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Comunicação Social (Cursos de Jornalismo

Leia mais

Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora. Formadora: Dra. Gabriela Castanheira

Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora. Formadora: Dra. Gabriela Castanheira Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora Formadora: Dra. Gabriela Castanheira SEQUÊNCIA DIDÁCTICA 5º ANO ROTEIRO Ana Maria da Fonseca Rocha Julho

Leia mais

Métodos e Técnicas de Pesquisas ARTIGO CIENTÍFICO. Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA-PR 15.063

Métodos e Técnicas de Pesquisas ARTIGO CIENTÍFICO. Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA-PR 15.063 Métodos e Técnicas de Pesquisas ARTIGO CIENTÍFICO Professor Adm. Walter Martins Júnior CRA-PR 15.063 ALGUMAS REGRAS 2 não deixe para a última hora escreva leia alguns relatórios ou resumos faça um esboço

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais