Projeto Análise do Mapeamento e das Políticas para Arranjos Produtivos Locais no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil

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1 Projeto Análise do Mapeamento e das Políticas para Arranjos Produtivos Locais no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil Relatório de Pesquisa 03 Caracterização, Análise e Sugestões para Adensamento das Políticas de Apoio a APLs Implementadas: O caso do Estado de Santa Catarina 1

2 Projeto Análise do Mapeamento e das Políticas para Arranjos Produtivos Locais no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil Caracterização, Análise e Sugestões para Adensamento das Políticas de Apoio a APLs Implementadas nos Estados: O caso do Estado do Santa Catarina Relatório de Pesquisa III Equipe Estadual Coordenação: Prof. Dr. Renato Ramos Campos Pesquisadores: Prof. Dr. Valdir Alvim da Silva Ms. Pablo Bittencourt Apoio à Coordenação ( doutorando do PPGE-UFF) Graduandos: Franklin Rockenbach Moisés Spilere Thiago de Aguiar Netto Florianópolis Equipe de Coordenação do Projeto / RedeSist Coordenador: Renato Ramos Campos Marco Vargas Fabio Stallivieri Pablo Bittencourt 2

3 SUMÁRIO CAPÍTULO 1- CARACTERIZAÇÃO DA ESTRUTURA DE APOIO E AS POLÍTICAS PARA APLS NO ESTADO DE SANTA CATARINA...5 INTRODUÇÃO ASSOCIATIVISMO MUNICIPAL: A FORMAÇÃO DAS REDES DE ARTICULAÇÃO E COOPERAÇÃO REGIONAL ( ) O NOVO MODELO DE DESCENTRALIZAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA ( ) A CÂMARA DE GESTÃO DO DESENVOLVIMENTO DAS AGLOMERAÇÕES PRODUTIVAS E REDES DE EMPRESAS DE SANTA CATARINA ESTUDOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE SANTA CATARINA: PROJETOS MASTER PLAN E MEU LUGAR, O PLANO CATARINENSE DE DESENVOLVIMENTO E O PROGRAMA PAC CONSIDERAÇÕES FINAIS CAPÍTULO 2- CONCEITOS DE APL - ANÁLISE A PARTIR DOS ÓRGÃOS DE APOIO AS POLÍTICAS EM SANTA CATARINA OS CONCEITOS UTILIZADOS PELOS ÓRGÃOS DE POLÍTICA E A ADERÊNCIA AO CONCEITO DA REDESIST Os conceitos explícitos e a aderência ao conceito da RedeSist OS CONCEITOS IMPLÍCITOS E A ADERÊNCIA AO CONCEITO DA REDESIST: OS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE APLS UTILIZADOS PELOS ÓRGÃOS DE POLÍTICA CATARINENSES E OS APLS SELECIONADOS Os critérios de seleção CONSIDERAÇÕES FINAIS CAPÍTULO 3- ANÁLISE DAS POLÍTICAS PARA APLS: FOCOS E INSTRUMENTOS DA POLÍTICA AS POLÍTICAS DE APOIO AOS APLS EM SC : AUTONOMIA DAS ORGANIZAÇÕES, NATUREZA E ÁREA DE ATUAÇÃO A ênfase na micro e pequena empresa Outras ações de apoio à APLs na área de políticas de desenvolvimento produtivo e de serviços através de crédito e de incentivos ao investimento O SISTEMA BANCÁRIO: CRÉDITO E APOIO A APLS APOIO AOS APLS NO CAMPO DO DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Considerações Finais

4 CAPÍTULO 4- CONSIDERAÇÕES FINAIS E SUGESTÕES DE POLÍTICAS PARA APLS NO ESTADO Características Institucionais para a formulação de uma estratégia de desenvolvimento produtivo e regional com base em estímulos a Arranjos Produtivos Locais Atividades Produtivas e Localização dos APLs apoiados em Santa Catarina: características e vazios Possibilidades de Políticas considerando os APLs já apoiados Arranjos Produtivos Locais como instrumentos de articulação entre políticas de desenvolvimento regional e produtivotecnológico...64 ANEXO 1- LISTA DE APLS APOIADOS...68 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

5 CAPÍTULO 1- CARACTERIZAÇÃO DA ESTRUTURA DE APOIO E AS POLÍTICAS PARA APLS NO ESTADO DE SANTA CATARINA INTRODUÇÃO O Objetivo deste capítulo é analisar o conjunto de órgãos que explícita ou implicitamente apóiam no estado de Santa Catarina os arranjos produtivos locais. O primeiro relatório deste projeto de pesquisa elaborou um levantamento dos organismos envolvidos com estas políticas no Estado para identificar os APLs apoiados e que utilizaremos neste capítulo, acrescidas de novas informações obtidas em entrevistas complementares realizadas junto aos responsáveis pelos órgãos identificados. Os seguintes aspectos investigados são relevantes na experiência catarinense de planejamento, elaboração e execução destas políticas, principalmente de âmbito regional, e nas características de intervenção. Em primeiro lugar destaca-se que desde os anos 1960 desenvolveram-se em Santa Catarina experiências de interações entre agentes no âmbito regional, caracterizando o aparecimento de associações de município e de fóruns regionais, que sugerem a presença de redes de articulação regional com base em uma cultura de organização vinculando órgãos municipais públicos ou de natureza representativa de classe e interesses diversos. Na primeira seção desse capítulo procuramos evidenciar essa cultura de organização regional de forte tradição associativista na articulação de base territorial. Em segundo lugar o governo estadual, a partir de 2003 criou um modelo de descentralização político-administrativa, instituindo um Conselho de Desenvolvimento Estadual que subordina uma rede de Conselhos e Secretarias de Desenvolvimento Regionais, estabelecendo importantes condicionamentos institucionais e políticos para a ação regional do Estado, conforme discutiremos na segunda seção desse capítulo. Completando as características da estrutura do governo estadual que de forma implícita ou explícita apóiam APLs, analisamos na seção três a Câmara de Apoio a Arranjos Produtivos Locais e Redes de Empresas que é o núcleo estadual do GTP/APL. 5

6 Em quarto lugar considera-se importante avaliar a dimensão regional dos planos ou das propostas de plano em debate no âmbito do governo estadual. Na medida em que se analisam ações e políticas que articulam a dimensão produtiva e a dimensão espacial, como é o caso de políticas para APLs, a existência de um planejamento territorial e uma administração de cunho regional são condicionantes importantes para compreender essas políticas. Esse é o tema da quarta seção desse capítulo, que inclui também com observações sobre os investimentos do PAC para Santa Catarina. A quinta seção apresenta as conclusões do capítulo Associativismo municipal: a formação das redes de articulação e cooperação regional ( ) A forte tradição do associativismo municipalista que se consagrou no território catarinense ocorreu devido às articulações da iniciativa pública e de natureza representativa de classe e interesses diversos. Essa tradição envolveu a busca por sucessivas propostas de planificação do desenvolvimento regional, na tentativa de se criar possibilidades de ritmos acelerados de desenvolvimento econômico (FILIPPIM; ABRÚCIO, 2008, pg. 14). Em Santa Catarina as redes de articulação de base territorial vêm se estruturando desde 1960, com o início da organização municipalista, criadas por iniciativas públicas e privadas, cujos objetivos era o de fomentar o desenvolvimento e a cooperação regional. A primeira experiência de cooperação regional ocorreu a partir do Movimento Municipalista e o surgimento das primeiras associações regionais de municípios em Após 20 anos, no clima de transição política e crise econômica que o pais viveu, o associativismo municipal catarinense se estruturou e se fortaleceu, e foi criada a Federação Catarinense das Associações Municipais (Fecam) em Chapecó no ano de (FECAM, 2009) No final desta década a política de associativismo municipal da Fecam acumulava forças e contava com 15 associações de municípios abrangendo todo o território. No início da década de 1990, algumas destas associações já serviam de modelo para ação dos municípios de outros estados brasileiros, formando parcerias com outras instituições públicas e privadas, objetivando o desenvolvimento de cada região. 6

7 Nesse contexto foram constituídos os Fóruns de Desenvolvimento Regional (FDRs) (FILIPPIM; ABRUCIO, 2008). A partir de 1996 o diagnóstico elaborado pelas associações reforçava as dificuldades encontradas pelos governos em praticar políticas de desenvolvimento e integração regional, criando então o Fórum de Desenvolvimento Regional Integrado (FDRI) que pretendia buscar parcerias interinstitucionais que ultrapassassem o espaço municipal, envolvendo tanto do setor público quanto o privado. Foram criadas também as Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) que proporcionavam o suporte técnico-operacional para o levantamento e identificação dos problemas setoriais e regionais. (FILIPPIM; ABRUCIO, 2008); (BIRKNER, 2008). Com o desenvolvimento dos FDRIs foi criado o Fórum Catarinense de Desenvolvimento Regional (Forumcat), cujo papel era servir de difusor conceitual da idéia do desenvolvimento regional integrado e sustentável, como também o agente formador orientado pelo propósito de construir ou reconstruir o capital social nas regiões (BIRKNER, 2008, p. 305). O objetivo estratégico do Forumcat era de articular e sensibilizar os agentes locais e regionais para a necessidade de integração do território e na busca de políticas que levassem ao desenvolvimento regional e sustentado. Os integrantes do fórum compreendiam que o atual conceito de competitividade aplicava-se cada vez mais entre regiões e menos entre empresas. Portanto dever-se-ia dar mais ênfase no planejamento territorial através de interação público-privado, e ampliar políticas de apoio para sistemas produtivos locais e regionais. Nessa perspectiva houve um processo de conscientização dos atores políticos e econômicos regionais no estabelecimento dos pactos territoriais para a consolidação das identidades regionais (BIRKNER, 2008, pg. 305). O Conselho executivo era composto por três níveis de representação totalizando 13 instituições públicas estaduais, federais e representantes de classes corporativas/empresariais como: Badesc, Brde, Facisc (Federação das Associações Comerciais e Industriais de Santa Catarina), Fampesc (Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina), Fapesc (Fundação de apoio, ciência e tecnologia), Fasc (Federação da Agricultura de Santa Catarina), Fecam (Federação 7

8 Catarinense das Associações de Municípios), Fecomércio (Federação Estadual do Comércio), Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), Sebrae, Ufsc (Universidade Federal de Santa Catarina) e Secretarias de Estado. A partir deste arranjo institucional, a ADR atuava como braço operacional do Forumcat e dos FDRIs, organizando eventos de capacitação, sensibilização, mobilização, articulação e integração das entidades que a congregavam, além das Câmaras temáticas. Entretanto essas redes de articulação regional perderam fôlego, e a partir de 2003 se viram envolvidas pela proposta de reforma do Estado que tratava da descentralização político-administrativa em um novo modelo de gestão para a atuação governamental. Estas reformas visavam um novo arranjo institucional para a primeira gestão do recém eleito governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), e caberia proporcionar consistência para as ações do governo na nova coalizão que acabara de se instalar no poder político do Estado O novo modelo de descentralização político-administrativa ( ) Em janeiro de 2003 foi criado o Conselho Estadual de Desenvolvimento (Desenvesc) subordinado diretamente ao gabinete do Governador. 1 Foram criados junto com o Desenvesc 29 Conselhos Regionais (CDRs) e Secretarias de Estado Regionais (SDRs) subordinadas aos CDRs os quais eram compostos por diversas instituições públicas e de representação de classe. Essa estrutura foi reformulada em janeiro de 2005, quando o governo realizou o realinhamento das ações das Secretarias de Estado compatibilizando-as com a nova estrutura dos órgãos regionais de governo. Ampliou de 29 para 30 o número de CDRs e SDRs, justificando assegurar o aprofundamento da descentralização do modelo de gestão com o intuito de conceder mais poderes aos CDRs. 2 Uma segunda reforma ocorreu em maio de 2007, fato considerado pelo governo como de maior ênfase ao aprofundamento da descentralização, ampliando o 1 Criado pela Lei Complementar nº 243, de 30 de janeiro de 2003, e regulamentado pelo Decreto nº 661, de 8 de setembro de Lei Complementar nº 284, de 28 de fevereiro de

9 número de CDRs e SDRs para 36 com atribuições na execução da gestão dos fundos estaduais. 3 O Desenvesc é presidido pelo próprio Governador e possui como membros natos o Vice-governador e quatro Secretários de Estado: do Planejamento, Orçamento e Gestão; da Articulação Internacional e da Fazenda. Os outros 36 membros são indicados para cada um dos 36 CDRs, escolhidos entre as pessoas mais expressivas da região e representantes da sociedade civil. Os membros são nomeados por ato do Governador (DESENVESC, 2004). Os CDRs possuem caráter consultivo e deliberativo formulando e elaborando as diretrizes para as SDRs, e é composto por quatro níveis de representação institucional: a) estadual; b) municipal; c) federal; d) representação de classe corporativa. São membros natos com direito a voto todos os prefeitos da região, todos os presidentes das Câmaras de Vereadores, além da sociedade civil com dois representantes das classes empresariais e dos trabalhadores. Há também os assentos sem direito a voto, concedido para representantes de órgãos federais, estaduais e segmentos da sociedade civil dos municípios/região de abrangência da SDR em questão. A SDR se configura num novo arranjo institucional da descentralização, e foram constituídas para articular no nível regional as ações das secretarias setoriais do governo. Executa as obras e serviços públicos na região de abrangência sendo responsáveis também pela elaboração do plano de desenvolvimento regional. Portanto através delas o governo executa, supervisiona, coordena, orienta e controla as políticas e obras das secretarias setoriais e das estruturas descentralizadas da administração indireta, das sociedades de economia mista, das empresas públicas, autarquias e fundações. De acordo com as características da região, como tamanho da área e importância dos municípios, existem quatro diferentes portes de SDRs, no que se refere a sua organização administrativa interna, sendo que as de nível mais alto possuem maiores atribuições e por conseqüência maior número de pessoal, gerentes e diretores. 3 Lei Complementar nº 381, de 7 de maio de

10 Em resumo as SDRs foram criadas para descentralizar a estrutura do governo do Estado, além de promover o desenvolvimento em sua região de atuação. Além disso, a reforma administrativa dividiu a estrutura do governo em dois níveis, setorial e regional. O nível setorial compreende as Secretarias Setoriais (centrais), que ficaram com o papel de normatizar, formular e controlar as políticas públicas. Já ao nível regional (compreendido pelas SDRs), restou o objetivo de coordenar e executar as políticas públicas (FILIPPIM; ABRUCIO, 2008). A consolidação das SDR é uma realidade no que se refere à estrutura administrativa do governo estadual, no entanto seus efeitos sobre as possibilidades de terem proporcionado o fortalecimento da identidade das regiões catarinense ainda gera polêmica. A principal crítica tem sido o fato de inadequabilidade na delimitação das regiões, pois a criação das SDRs desconsiderou os fóruns e agências já existentes, que possuíam um propósito similar aos das próprias SDRs, inclusive não respeitando a divisão geográfica de tais fóruns de desenvolvimento e mesmo das associações de municípios. O que houve foi um esvaziamento das entidades representativas nos locais dada a força institucional das SDR que acabaram por se impor enquanto entidade governamental nos espaços locais. A descentralização da máquina administrativa através das SDRs, como parte do aparelho governamental estadual, também é fortemente impregnada de conflitos e tentativas de controle político por lideranças regionais que tentam se expressar no interior do governo do estado que por sua vez nelas também se apóiam para se manter no governo. Isso significa que a criação das SDRs levou para dentro da máquina estatal tais conflitos, ao mesmo tempo em que criou mecanismos burocráticos de resolução rotineira dos conflitos. Os resultados obtidos pelas SDRs são percebidos em grande parte pelas obras físicas, como construção de centros de eventos e ginásios de esportes; pavimentação de estradas; reforma de escolas; liberação de recursos para hospitais e para realização de eventos (feiras, exposições, etc.). Os projetos municipais não mais precisam ser apresentados ao governo através das secretarias setoriais, e sim às SDRs, que filtram os projetos que definem como prioritários. As SDRs exercem um papel executivo relativamente ao Orçamento e ao PPA pertinente à sua região encaminhando as necessidades da região ao seu Conselho (CDR) 10

11 e ao Desenvesc, que em última instância, define se essas necessidades serão incluídas ou não no Orçamento. E as SDRs podem decidir sobre as despesas fixas e sobre investimentos, dentro do percentual orçamentário que lhes cabe definido pelo governo, e obedecendo as fontes de recursos pré-estipuladas. Nesse contexto, o que interessa para a análise da política de apoio a APLs é identificar até que ponto as SDRs, que se consolidaram como braços regionais da administração estadual, afetaram ou podem estimular as referidas políticas. Alguns depoimentos obtidos nas entrevistas indicam que a definição geográfica da área de ação das SDRs acabou por desorganizar as representações locais existentes que se baseavam em fronteiras diferentes das consideradas pelas SDRs. Outra referência foi o excessivo número de SDRs que provocou um retalhamento dos espaços retirando-lhes significado econômico. Desta forma ao esvaziar a autonomia das organizações representativas locais teve um efeito negativo sobre as interações locais e suas capacidades reivindicatórias, ainda que a intenção inicial tenha sido a de estimulá-las. Além deste aspecto não se observou no interior das SDRs ou dos CDRs, um significativo esforço de planejamento regional, além da participação nas rotinas orçamentárias. Não parece ter havido uma opção clara pela utilização desse instrumento de política que tem referência central na dimensão territorial. Ainda que, conforme comentaremos posteriormente foram incentivados a elaboração de Planos de Desenvolvimento Regional para orientar a administração regional, a ênfase parece ter sido mais a tentativa de estimular a participação dos agentes locais através do Projeto Meu Lugar do PNUD. O que sem dúvida estimula as integrações locais podendo ampliar o capital social local. Essas duas características estudadas nas primeira e segunda seção deste capítulo, quais sejam a existência de uma forte capacidade associativa local que se desenvolveu desde a década de 60 e um consolidado aparato administrativo do governo estadual (SDRs) com forte ação regional, ainda que exigindo ajustes entre os dois, sugerem existir uma forte potencialidade para a utilização de instrumentos de política que considerem a noção espacial e institucional como bases para a interação entre agentes locais para criação de competências enraizadas nesses espaços. Consideradas essas potencialidades passaremos a analisar o único órgão estadual que é especificamente voltado para estímulos a APLs. 11

12 1.3- A Câmara de Gestão do Desenvolvimento das Aglomerações Produtivas e Redes de Empresas de Santa Catarina Conforme destacamos no primeiro relatório desta pesquisa o órgão responsável pela política de apoio a APLs em Santa Catarina é a Câmara de Gestão do Desenvolvimento das Aglomerações Produtivas e Redes de Empresas de Santa Catarina, criada no âmbito do Conselho Estadual de Desenvolvimento de Santa Catarina (Desenvesc) e vinculada a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável tendo por objetivos, conforme definido no seu regimento interno: 1 Servir de Plataforma de Relacionamento Interinstitucional para as entidades e órgãos governamentais que atuam no apoio ao desenvolvimento de Aglomerações Produtivas e Redes de Empresas; 2 Apoiar o governo do Estado no Planejamento e Acompanhamento do desenvolvimento das Aglomerações Produtivas e Redes de Empresas; 3 Servir de elo de Articulação entre o governo do Estado, suas Secretarias Centrais e Regionais e as entidades que apóiam o desenvolvimento de Aglomerações Produtivas e Redes de Empresas; 4 Articular com os órgãos governamentais e instituições para que os programas de Desenvolvimento das Aglomerações Produtivas e Redes de Empresas se dêem de modo integrado e de forma bem distribuída entre as microrregiões do Estado; 5 Manter as informações atualizadas e distribuídas sobre o andamento dos programas voltados ao desenvolvimento de Aglomerações Produtivas e Redes de Empresas. 6- Cumprir a função de núcleo estadual dos APLs perante o Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (GTP-APL) do Ministério do Desenvolvimento de Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Este último objetivo passou a ser considerado desde 2008, complementado as outras atribuições que existiam desde a sua fundação em 2004, atendendo assim uma 12

13 exigência do GTP-APL e como núcleo estadual do GTP-APL, cabe a Câmara definir os APLs considerados prioritários para receberem os estímulos daquele órgão. Atualmente a Câmara procura, conforme definido em sua reunião de outubro de 2008, realizar as seguintes atividades: a) elaboração dos planos de desenvolvimento dos APLs (cuja experiência mais recente foi o plano do APL de Móveis em São Bento do Sul) em cooperação com as Universidades do Estado, b) a integração com um Programa Estadual de Inovação, e c) a valorização dos territórios do APls de forma integrada às Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) A Câmara é formada por representantes de 22 instituições, quais sejam: A) - Sete federações ou organismos representativos de interesses específicos: a Federação dos Trabalhadores na Indústria de Santa Catarina (Fetiesc), a Federação Catarinense de Municípios (Fecam), a Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Fampesc), a Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc). A Agencia do Fórum Catarinense de Desenvolvimento (Forumcat), a Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), e o Fórum MesoMercosul. B) Cinco Instituições Educacionais Ufsc, Udesc, a Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), a Universidade de Região de Joinville (Univille), Sociedade Educacional de Santa Catarina (Sociesc), Associação de Mantenedoras Particulares de Educação Superior de Santa Catarina (Ampesc). C) Seis órgãos do governo estadual: Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, a Secretaria de Estado de Agricultura e Desenvolvimento Rural, a Secretaria de Estado da Administração e a Secretaria de Estado da Educação. A Fundação de Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (Fapesc) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária (Epagri). D) Quatros bancos públicos, sendo dois de Fomento e Desenvolvimento: Badesc e Brde e dois federais Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. E) Duas instituições coorporativas como o Sebrae/SC e o IEL/SC. E F) Um órgão de fomento à tecnologia, que é o escritório regional da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do governo federal. Desde a sua criação a Câmara era dirigida pelo representante do Brde, pois a mesma pode ser considerada como uma herdeira do Forumcat que também era a principal liderança daquele fórum. Em 2009 os membros da Câmara escolheram um novo presidente na pessoa do diretor da Epagri. 13

14 Um primeiro aspecto a ser mencionado quanto às funções da Câmara é sua ênfase na articulação institucional. Essa característica condiciona toda sua ação. No entanto a importância dessa função que é acompanhada pela diversidade e representatividade dos membros que a compõem, cria também os entraves para seu funcionamento. Um segundo aspecto é a forma pela qual se vincula à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável, que não cria para a Câmara um espaço institucional dentro do governo estadual que lhe garanta recursos para seu funcionamento. Observou-se, por exemplo, que não se constitui como uma unidade orçamentária, não possui corpo próprio de técnicos, entre outros aspectos. Desta forma seu funcionamento resulta mais da cooperação das instituições membros do que de uma estrutura administrativa própria que lhe garanta continuidade. Sua ênfase na articulação e não tendo inserção direta no aparelho do governo estadual, e portanto recursos de qualquer natureza, sua possibilidade de agir como formuladora de política ou coordenadora das ações estaduais de apoio a APLs fica bastante reduzida. Disso resulta que o único órgão do governo estadual nessa política, funciona muito mais como um representante do governo federal para no espaço do território estadual. Desta forma sua função de articulação institucional se concentra em homologar as solicitações dos seus membros que exercem alguma política de apoio a APLs e que reivindicam o apoio do governo federal (que exige a homologação de um órgão estadual). Alem desta, A sua maior contribuição tem sido a de manter em debate constante o tema de apoio no âmbito do estado e tentado criar condições para a realizações de estudos mais sistemáticos a respeito do tema em Santa Catarina. Deve-se lembrar que esta ultima atividade, resulta mais do esforço anterior realizado no âmbito do Forumcat, que de certa forma antecedeu a Câmara nas atividades de estímulos ao desenvolvimento regional participativo e que era coordenador pelo Brde. Em resumo, são as funções de número 1 e 6, mencionadas na lista acima as que são efetivamente exercidas pela Câmara e com menor ênfase as de número 2 e 5, considerado seu esforço no apoio a planos de desenvolvimento de APLs vinculados as prioridades do GTP/APL como o caso de móveis no município de São Bento. Ainda que formalmente vinculada à secretaria de planejamento do governo estadual a Câmara não tem atuado na formulação de política no âmbito do governo 14

15 estadual. Mesmo assim para uma análise mais adequada da realidade catarinense de apoio aos APLs, passaremos a analisar nos planos e estudos recentes o significado de políticas que possam estimular APLs ou que consideram esse instrumento de política Estudos para o desenvolvimento de Santa Catarina: Projetos Master Plan e Meu Lugar, o Plano Catarinense de Desenvolvimento e o Programa PAC O Projeto Master Plan constitui-se num estudo visando o planejamento para o desenvolvimento sustentável de Santa Catarina, sob demanda da Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão de Santa Catarina. Este estudo entre outros aspectos realizou uma análise das características econômicas e espaciais da estrutura produtiva, identificando aglomerações produtivas exportadoras, cadeias produtivas e estudou possibilidades logísticas multimodais integradas, identificando corredores de exportação. No que se refere as características espaciais da estrutura produtivas consideradas no Master Plan, ver Quadro I a seguir. A consolidação deste estudo resultou num relatório preliminar denominado Indicações Estratégicas, cujas proposições focavam em quatro áreas prioritárias para elaboração de políticas: Ciência e Tecnologia; Logística de Transportes; Energia; e Finanças. (SPG/SC, 2009) O quadro abaixo, resultado de estudo realizado para o projeto Master Plan, procurou apontar a localização das principais bases produtivas que podem sustentar Arranjos Produtivos Locais no Estado de Santa Catarina. Por ter-se baseado exclusivamente em base de dados referente ao número de empregados e de firmas, as 33 bases produtivas identificadas que se destacam na estrutura produtiva do Estado e, por isso, sugerem a presença de APLs, não excluem a presença de outras bases produtivas no Estado. Na primeira coluna do quadro estão relacionados os setores da atividade industrial sub-divididos segundo suas contribuições para o total do Valor da Transformação Industrial (VTI) do Estado. Entre os setores classificados com de alta contribuição para o VTI, nas atividades de Alimentos e Papel de Celulose não foram 15

16 identificadas bases produtivas, devido ao caráter altamente internalizado do processo produtivo nas grandes empresas. O fato alguns setores apresentarem um número de concentrações maior do que o número de bases produtivas identificadas se deve, por vezes, a contigüidade espacial das concentrações produtivas, a qual revela uma base produtiva espacialmente mais ampla e, em outros casos, a diversificação da cadeia produtiva, naqueles casos em que mais de um segmento da atividade industrial apresentou-se concentrado no local. Um exemplo é a base produtiva do setor eletrometal-mecânico de Joinville, a qual, inclui a concentração da atividade localizada na microrregião de São Bento do Sul, além de sete concentrações em segmentos da atividade eletro-metal-mecânica. A última coluna do quadro aponta a participação de cada setor no total das exportações do Estado. Notadamente, as atividades da indústria eletrometal-mecânica e de alimentos se destacam. Sabidamente são responsáveis por grande parte dessas magnitudes as firmas localizadas nos APLs de Joinville e em menor medida de Blumenau na eletro-metal-mecância e na região Oeste do Estado na atividade de Alimentos. 16

17 Quadro I: As principais bases produtivas capazes de sustentar APLs em Santa Catarina Setor Industrial VTI/2002 Participação no total do estado Divisões da Classificação CNAE consideradas na análise Concentrações identificadas e bases produtivas selecionadas Exportações/2004 participação na pauta estadual Setores industriais com alta participação no VTI estadual e com bases produtivas que podem sustentar o desenvolvimento de APLs Eletrometal -mecânica Têxtil- Vestuário Móveis, Madeira e Papel e Celulose 25,75 16,06 10,08 -Metalurgia Básica Produtos de Metal-exclusive M&E -Máquinas e Equipamentos (M&E) -Máquinas, Aparelhos e Mateirias Elétricos -Equipamentos de Instrumentação -Veículos automotores -Outros equipamentos de transporte -Produtos têxteis -Artigos do vestuário -Produtos de Madeira -Móveis e Indústrias diversas 25 concentrações 5 Bases Produtivas: Joinville; Blumenau; Criciúma; Chapecó; Rio do Sul 8 Concentrações 3 Bases produtivas: Blumenau; Joinville; Sul do Estado 22 Concentrações 11 Bases Produtivas: São Bento do Sul; Canoinhas; Curitibanos(madeira); Rio do Sul / Curitibanos (móveis); Rio do Sul (madeira); Joaçaba; Campos de Lages; São Miguel do Oeste e Chapecó; Tubarão; Araranguá Motocompressor, Refrigeradores e Motores Elétricos 15,8% Máquinas e aparelhos 6% Veículos e partes -2,2% Têxtil 7% Confecções 4% Móveis 9% Setores Industriais com alta participação no VTI estadual e com Bases Produtivas que não Estimula a Formação de APLs Alimentos 22,83 Papel e Celulose 7,05 Produtos Alimentícios e Bebidas Celulose, Papel e Produtos de Papel 7 Concentrações Carnes 25% Complexo-soja 1,2% 7 Concentrações Papel/Celulose 3,4% Setores Industriais com média participação no VTI estadual e com bases produtivas que podem sustentar o desenvolvimento de APLs Minerais não metálicos (Cerâmica) Borracha e Plástico 5,31 Minerais não-metálicos 5,24 Artigos de borracha e plástico 6 Concentrações 4 Bases Produtivas: Sul do Estado (Branca); Sul Estado (Vermelha); Tijucas (Vermelha); Rio do Sul (Vermelha) 4 Concentrações 2 Bases Produtivas : Joinville; Sul do Estado Cerâmicos 4,1% Plástico 0,6% Setores industriais com baixa participação no VTI estadual e com bases produtivas que podem sustentar o desenvolvimento de APLs Químico 2,41 Produtos químicos Couro/calç ados 0,71 Informática 0,66 Couros e fabricação de artefatos d couro, artigos de viagem e calçados -Material eletrônico e aparelho de comunicação. -Máquinas para escritório e equipamentos de informática 5 Concentrações 2 Bases Produtivas: Joinville; Sul do Estado 4 Concentrações 2 Bases Produtivas Tijucas; Araranguá 7 Concentrações 3 Bases Produtivas: Florianópolis; Joinville; Blumenau Químicos 0,4% Calçados 0,5% N.A 17

18 Pesca N.A Preparação e conservação de pescado (classe da divisão de produtos alimentícios e bebidas) Pesca, aqüicultura e serviços relacionados (setor de serviços) 1 Concentração 1 Base Produtiva: Itajaí Peixe 0,5% TOTAIS 96,1-79,7% Fonte: CAMPOS, et.al., 2009 Resumidamente na área de logística de transportes foi analisado o transporte multimodal, e suas características na articulação com os diferentes meios de transporte entre as regiões, sua extensão tanto para o mercado interno quanto para o externo com foco nas exportações. As características básicas para o desenvolvimento na área de Ciência e Tecnologia tiveram como base o desenvolvimento da capacitação tecnológica, e a conformação de um sistema estadual de inovação. A referência ao desenvolvimento das tecnologias da informação e comunicação (TICs) concentradas nos municípios de Blumenau, Joinville e Florianópolis indicam orientações de estímulos a sistemas locais de inovação por exemplo. O destaque dado a esta indicação foi pela necessidade de aproximação destes setores com as instituições públicas e privadas de ensino, pesquisa e extensão. (FUNDAÇÃO UNIVERSITÁRIA JOSÉ BONIFÁCIO - FUJB, 2005) Alguns aspectos devem ser destacados quanto ao Master Plan no que se refere a sua potencialidade de estimular uma ação estratégica do governo estadual que considere o uso de um instrumento de política como os arranjos e sistemas produtivos locais. A preocupação com a questão regional, tanto pela identificação de aglomerações e cadeias produtivas quanto pela integração das regiões através de uma logística de transporte multimodal. Também a política de Ciência e Tecnologia, considera o importante papel comprador do Estado e a presença de um sistema estadual de inovação para o desenvolvimento de setores com conteúdo tecnológico e com embriões presentes no estado como o setor de software. Um resumo das ações propostas e as medidas a serem implementadas no âmbito do Master Plan podem ser observados no Quadro II. 18

19 Quadro II Ações propostas pelo Projeto Master Plan Açõe s Propostas Medidas 1 Incrementar o sistema de inovação catarinense através de ações que se diferenciem do paradigma tradicional 2 Constituir um sistema de fundos conjuntos geridos pela Fapesc 3 Desenvolver softwares capazes de aumentar a eficiência da arrecadação do ICMS (a)ampliação substancial dos recursos destinados à área tecnológica; (b)mudança na forma de operar o sistema de inovação catarinense, deixando de atuar de forma passiva e financiando, preferencialmente, iniciativas individuais de pesquisas ou de universidades, direcionando o apoio para pacotes de iniciativas em pesquisas selecionadas, dada relevância para o desenvolvimento catarinense; (c)criação de um ambiente de investimentos capaz de atrair a empresa privada para o campo da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D); (d)uso efetivo do poder de compra do Estado como forma de apoiar iniciativas de P&D e em particular de TICs; e (e)estruturação de um sistema de financiamento para apoio a empresas de base tecnológica emergentes. a) alocação de parcelas do orçamento anual da Fapesc visando ordenar sua atuação e definição das prioridades; b) Apoio à formação de recursos humanos e à atividade inovadora; c) Capitalização de empresas emergentes de base tecnológica, através de operadores privados a serem atraídos para Santa Catarina, com contrapartidas aos recursos alocados pelo governo. a) Buscar a informatização total da arrecadação de impostos do Estado via internet; b) Cruzar dados e auditoria em tempo real; c) Destinar os prováveis aumentos da arrecadação para dois objetivos importantes de política pública: i. elaborar um programa de redução seletiva de alíquotas de ICMS, não só para permitir a adaptação de alguns setores à nova realidade tributária, sobretudo para aumentar a competitividade da economia catarinense e atrair investimentos para as regiões; ii. recuperar a capacidade de investimento do Estado abrindo espaço no orçamento estadual para viabilizar os investimentos necessários, ou ainda, abrir mão das receitas, através da concessão dos incentivos fiscais. Fonte: Projeto Master Plan - Fundação Universitária José Bonifácio, 2005 Elaboração: Autores 19

20 No Quadro III, observam-se os projetos propostos e seu detalhamento a serem seguidos pelo governo estadual. 20

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