ADOLESCÊNCIA: GRUPO OPERATIVO COM ALUNOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE SANTA MARIA,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ADOLESCÊNCIA: GRUPO OPERATIVO COM ALUNOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE SANTA MARIA,"

Transcrição

1 ADOLESCÊNCIA: GRUPO OPERATIVO COM ALUNOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE SANTA MARIA, Daynah Leal, Rubia Tschiedel, Marcos Adegas de Azambuja. (Centro Universitário Franciscano, Santa Maria, RS). RESUMO Este trabalho busca apresentar uma experiência de estágio com um grupo operativo de adolescentes para dialogar sobre assuntos referentes à fase da adolescência. Buscou-se construir um espaço de reflexão capaz de propiciar rompimento de tabus, enfrentamento de conflitos, bem como proporcionar um ambiente de troca de experiências, promover saúde e facilitar a identificação de obstáculos que fazem parte dessa fase da vida. Para tanto, realizou-se uma pesquisa-ação, com um grupo de onze alunos da sexta série, com idades variadas entre onze e doze anos, numa escola estadual na cidade de Santa Maria no estado do Rio Grande do Sul. A técnica utilizada foi de intervenções semanais com dinâmicas de grupo e escuta. Juntamente com essas conversas foram realizadas dinâmicas em que apareceram particularidades sobre os sentimentos dos integrantes onde eles trouxeram não apenas de maneira verbal o que realmente sentiam, mas expuseram seus sentimentos e desejos escondidos de maneira espontânea e agradável. Escolheu-se trabalhar com adolescentes porque é nesta fase que começam a se evidenciar os conflitos em relação a seu corpo, sentimentos e identidade. A importância deste trabalho está em promover o pensamento crítico e a reflexão de alguns assuntos que norteiam o cotidiano dos jovens. Procurou-se facilitar o processo com um setting adequado. Aqui não refere-se a um local neutro, sem interferências e intransferível, pois acredita-se que se pode fazer um bom trabalho psicológico em ambientes variados e dinâmicos, para que os participantes dividam suas experiências, a fim de auxiliá-los a encontrar suas próprias condições para enfrentar esse momento da melhor forma possível. Na experiência de estágio constatou-se a necessidade de moldar as práticas conforme a realidade dos adolescentes. Procurou-se escutar através dos relatos seus gostos, preferências, vivências, etc. Através destes, pesquisou-se na internet, revistas, novelas, filmes, músicas para tentar compreender o que é relevante ser efetuado nos encontros, despertando uma maior motivação e interesse, pelos alunos, nas atividades, para que as trocas nessa relação interpessoal sejam ricas e proveitosas.

2 Uma das dinâmicas que mais chamou a atenção dos alunos foi a denominada Caça ao Tesouro. Esta tinha por objetivo questionar os alunos se estavam atentos a assuntos gerais como sexo, drogas, programas de televisão, enfim ao mundo que estão cercados. Nesta atividade fez-se um caminho pela escola, que estava sinalizado por balões e setas, sendo que para avançar o grupo deveria responder às perguntas e realizar as tarefas solicitadas, como por exemplo, a corrida dos sacos, contar piadas, cantar uma música, andar de dupla com os pés amarrados, etc. Outras atividades foram realizadas como debates, trabalhos com músicas, atividades com cartazes, brincadeiras que os alunos criavam, etc. Quanto aos resultados foi possível dialogar abertamente com os jovens sobre aspectos da sexualidade, drogas e violência. Desta forma estes foram os assuntos que mais apareceram nos encontros com os adolescentes. Os participantes, com o passar dos dias de grupo, passaram a criar atividades, discutiam e entravam em um acordo entre eles sobre o que iriam fazer no próximo dia. Pode-se perceber a emergência de Protagonismo Juvenil no grupo, através da autonomia dos alunos e possibilitando o desenvolvimento de uma visão crítica e atuante das suas histórias tanto individuais quanto coletivas. Esta prática de trabalho foi acompanhada de supervisões semanais com um orientador, para a realização do relatório de estágio utilizamos artigos e livros de autores relevantes para o tema da adolescência, como Aberastury, Dorin, Levisky, Pikunas e outros. Aberastury & Knobel (1981) definem essa fase do desenvolvimento como a síndrome da adolescência normal, onde o jovem passa por desequilíbrios e instabilidades que atravessam por momentos de exaltação e de introversão, intercalando com audácia, timidez, descoordenação, urgência e desinteresse. Nesta etapa preparatória para a maturidade o indivíduo vivencia alguns lutos, são eles: a perda do corpo infantil, a perda dos pais da infância e a perda da identidade infantil. Isso gera conflitos afetivos, religiosos, sexuais, dentre outros, que posteriormente oportunizam para uma integração e estabilização da personalidade inerente à evolução normal desta etapa da vida. A prática de estágio não deixa de ser uma prevenção primária, pois é um conjunto de ações que visam evitar a doença na comunidade, o que é um meio de proporcionar um momento de interação, busca de autoconhecimento, descobrimento das potencialidades do grupo e individuais, esclarecimentos referentes à fase da adolescência na forma de respostas a questionamentos e brincadeiras lúdicas. Com isso,

3 não quer-se normatizar ou impor qualquer padrão definido como ideal a ser seguido, e sim, pretendia-se que os jovens criassem, descobrissem e construíssem, a sua maneira, suas interações e manifestações em todas as esferas (social, política, familiar, cultural, etc.) da relação com o exterior (mundo). Com este trabalho não tinha-se o interesse de alienar os adolescentes, sob esta perspectiva procurou-se encorajá-los a exercitar o pensamento crítico que é tão marcante nesta etapa da vida deles. E ainda, almejou-se que os integrantes expressassem suas preferências e identificações de acordo com a cultura presente na sua comunidade. Alcançou-se os objetivos que anteriormente foram propostos. No início houve um pouco de resistência dos alunos, mas depois de estabelecer uma boa aliança terapêutica pode-se conhecer e auxiliar a todos integrantes do grupo. Esse trabalho foi muito gratificante para todos, tanto para as acadêmicas quanto para os jovens. Com essa experiência relata-se como fator facilitador e positivo para o desenvolvimento dos jovens a intervenção do psicólogo no ambiente escolar, ao mesmo tempo auxiliando na prevenção e resolução de conflitos inerentes da adolescência. Esse trabalho na escola foi bem visto pelos alunos, professores e coordenadores. A partir disso salienta-se que a educação é muito mais do que aprender conteúdos determinados na grade curricular, uma educação ampliada compreende todos os setores da vida do ser humano. Foi incluída a educação para a vida. O homem visto na sua mais completa complexidade. A educação está em todos os ambientes em que ele se depara. Desta forma, defende-se que é preciso trabalhar o intelectual, o social e o psicológico tanto com jovens, crianças, pais e educadores. "Os educadores precisam compreender que ajudar as pessoas a se tornarem pessoas é muito mais importante do que ajudá-las a tornarem-se matemáticas, poliglotas ou coisa que o valha." (Carl Rogers) Eixo Educação INTRODUÇÃO Para Becker (2003) não existe uma adolescência e sim várias. Conforme as sociedades a transição para a condição de adulto pode ser gradativa, com ou sem rituais e suas mais diversificadas crenças. Em Levisky (1998) o adolescente está na transição do estado infantil para o adulto. Os aspectos psicológicos, comportamentais e de adaptação social vão depender da cultura, da época e da sociedade na qual o jovem está inserido.

4 Bee (1997) situa a adolescência como um período que está entre a meninice e a vida adulta, trata-se de uma fase de transição em que ocorrem modificações físicas, mentais e emocionais, para o indivíduo vir a tornar-se adulto. Esse momento difere entre as sociedades e entre os indivíduos em uma cultura. No primeiro dia, iniciamos o grupo esclarecendo o contrato de trabalho. Neste momento salientamos alguns aspectos importantes para o bom funcionamento do grupo, como: o sigilo, a assiduidade, a pontualidade, o comprometimento com as atividades propostas, a liberdade deles em expressar o que pensam e a programação dos dias e horários. A atividade proposta foi uma dinâmica em que os alunos escreveram em um papel seu nome completo, idade, uma qualidade e um defeito. Após, trocavam suas folhas com o colega que menos conheciam, este escrevia uma pergunta. Passavam-se novamente as folhas e o novo colega escrevia outra pergunta. Depois disso, cada um lia a folha do colega e fazia as perguntas para este responder. As perguntas mais freqüentes se referiam as preferências de cada um (assim como estilo musical, professor preferido, esporte praticado, entre outros), e as respostas eram homogêneas. Destacamos algumas como o estilo musical, que na maioria era Nirvana, Avril Lavigne, CPM 22; no quesito professor preferido, quase todos citaram a mesma; quanto ao esporte praticado, as respostas foram mais variadas, aparecendo futebol, basquete, handebol, e ainda, alguns que preferiam não fazer nada. No encontro do dia treze de setembro de 2006, abordamos o assunto Amizade. Os jovens, no começo, tiveram certa dificuldade para falar sobre o tema, mas no decorrer do encontro eles começaram a interagir e participar. Contando sobre seus cotidianos, quem eram seus melhores amigos dentro e fora da escola e incluindo a família também. Eles disseram que os amigos são importantes e essenciais para se sentirem aceitos e não excluídos. Sob a ótica de Berger (2003), as amizades são mais influentes no início da adolescência. As relações com os colegas são essenciais, auxiliam com relação aos efeitos da puberdade, que os jovens fornecem informações e companhia para aqueles que estão passando pelas mesmas transformações, e ainda podem dar conselhos referentes às dúvidas dos amigos. Além do apoio social, forma-se uma rede de proteção contra o confuso ambiente social do adolescente com trocas informais. O grupo de colegas ajuda na formação da identidade, com suas disposições, interesses e

5 capacidades. Os amigos exploram valores e definem suas aspirações, experimentam pontos de vista e atitudes em relação a eles mesmos e ao mundo. Em dezenove de setembro de 2006, a turma fez uma atividade com cartazes, revistas e canetinhas. Foram formados três grupos e a tarefa se baseou em expressar no cartaz como eles enxergam a sociedade hoje e como gostariam que ela fosse. As idéias de sociedade na atualidade foram: a família com conflitos e a família ideal sem pais caretas, drogas que fazem parte da realidade como um todo, violências em geral. Já quando os grupos relatavam seus desejos e vontades de como a sociedade deveria ser, apareceu novamente a questão da família como ideal de união, a questão da importância da amizade, certas formas de consumo (como exemplo, uma moto, que simbolizava frustração por não tê-la, desejo, poder e realização), foi salientado, ainda, a preferência por um estilo musical (rock), que gerou, neste último, discordância entre eles. Em Sandström (1978), define o termo socialização como um processo pelo qual o indivíduo absorve formas de comportamento que estão de acordo com as normas e valores do meio comunitário na qual pertence. As diversidades entre povos de diferentes raças e culturas deve ser causada pela aprendizagem social, transmitida de geração a geração. Berger (2003) aponta como característica da adolescência o declínio da influência dos adultos, os comportamentos dos jovens tornam-se mais distantes e desligados dos valores dos pais. Mas essa lacuna entre gerações não é necessariamente ampla, pois jovens e adultos possuem valores e aspirações parecidos. Cada um vê essa relação de adolescentes e pais a partir da sua posição na família, ou seja, os pais preferem acreditar que tudo está bem com seu filho e os seus filhos têm a sensação de que seus pais são limitados, antiquados e fora do alcance. No dia vinte e sete de setembro de 2006, fizemos uma atividade com músicas. Em que os jovens escutavam, liam à letra e comentavam. Eles se mostraram resistentes na hora de falar. A música Crazy, do Simple Plan, despertou nos jovens alguns comentários, como: as meninas procuraram o modelo perfeito de ser, copiam este modelo pela televisão e as pessoas na sociedade estão cada vez mais perdidas e desamparadas. Ainda, foram mencionados programas de televisão que mais assistem, estes foram clipes, o programa do Chaves, Beija Sapo e programas de surf e skate. Para Ozella (2003), o predomínio de uma visão de adolescência construída no meio social, seja pela mídia, implica o predomínio de determinados significados sociais

6 relativos a esse campo. E também faz com que o adolescente aproprie-se desses significados para representar a sua particular experiência de adolescência. Contini (2002) diz que um modelo de adolescente está sendo passado pelos meios de comunicação, o que permite ao adolescente uma constituição de uma identidade própria, bem como contribui para o posicionamento dos pais na mesma direção. Se não veiculam uma definição única, fornecem ao menos uma contribuição para a manutenção de algumas noções do que seja o adolescente. Os meios de comunicação, portanto, desempenham um papel importante na veiculação dessas concepções, já que há um compartilhar pelos adolescentes dessas informações. Ainda neste encontro, a música a música dos racionais fez o F. ficar compenetrado e prestou atenção na letra. Eles leram a música com resistência. Falaram que a música é feia e a letra não tem fundamento. O F. escreveu que gosta de escutar esta música, mas não se identifica com a letra. Já o M. redigiu que a música dos Racionais, retrata a realidade da comunidade favelada e mostra o início da cultura Hip Hop no Brasil, tem tudo a ver com ele porque é o vocabulário dele. Abramovay et al (2002), relatam que os grupos de rappers são movimentos que pensam no futuro e falam em nome de uma geração sem voz, periférica e estigmatizada. Estes denunciam a crua realidade em que vivem, os problemas da comunidade e expressam a sua revolta contra a ordem estabelecida e a exclusão que parece predeterminada. Os Racionais, Câmbio Negro, característico de um rap mais pesado, vem incentivar a violência latente nos jovens e relatam o que acontece no cotidiano. No dia vinte e sete de setembro de 2006, a participante A. fã da Avril Lavigne falou que naquele dia era aniversário da cantora. E ainda, a aluna vestia-se e portava-se conforme o estilo da vocalista de rock. Os demais alunos elegeram a professora de português como a mais querida pela turma, porque ela escutava-os e respeitava-os. Conforme Aberastury & Knobel (1981), ao eleger um ídolo o jovem busca identificações com este, as vezes copia certas características e repete comportamentos do mesmo, isso facilita a separação com as figuras parentais na busca de uma identidade independente do adolescente. O sentimento de ambivalência foi notado no comportamento de F., que, algumas vezes, estava interessado na atividade das músicas e noutros momentos parecia estar com o pensamento bem distante dali. Para Pikunas (1979), na puberdade, os sentimentos ambivalentes são mais a

7 regra do que a exceção. O adolescente muitas vezes experiencia sentimentos contraditórios isto é, amor e ódio, interesse e apatia para com pessoas e eventos. Os desapontamentos triviais, muitas vezes, despertam antagonismo sem destruir seu sentimento original de cordialidade ou entusiasmo. Parece que a capacidade para manter experiências afetivas em harmonia fica perdida durante algum tempo. Aberastury & Knobel (1981), a atividade reivindicatória do adolescente é imprescindível. Muitas vezes, as oportunidades para os jovens estão restringidas e aí este tem que se adaptar, submetendo-se às necessidades que o mundo adulto lhe impõe. Observamos essa atitude de reivindicação, em vinte e sete de setembro de 2006, quando P. esclareceu a sua insatisfação com o trabalho do cartaz, realizado no dia dezenove de setembro de 2006, então procuramos atender e escutar suas queixas e insatisfações, aceitando e proporcionando a eles um espaço crítico e livre para contestações, o que em algumas situações do cotidiano deles essa postura não é estimulada. A nossa proposta inicial era a de que a partir da demanda da população iríamos proporcionar algumas atividades criadas e decididas por nós, porém não vimos resultados e acabamos sentindo a necessidade de decidir conjuntamente com os jovens o que será feito em cada dia do grupo. Um exemplo disso aconteceu quando o grupo estava exausto e desinteressado pelo filme, chamado Vinte oito dias, que estávamos passando no dia 4 de outubro de 2006, paramos a exibição e questionamos o que poderia ser feito para a próxima quarta-feira, eles mencionaram o interesse por jogos, desta forma, com a ajuda do supervisor, na próxima semana decidimos fazer o jogo de Caça ao Tesouro. No dia 18 de outubro as atividades de Caça ao Tesouro e Dança da cadeira foram realizadas. No término da primeira atividade, voltamos à sala e conversamos sobre a brincadeira, indagamos sobre o que eles tinham achado, se tinham gostado, qual objetivo eles pensavam ter essa caça ao tesouro... As respostas foram muito interessantes, todos afirmaram ter gostado, até mesmo o jovem que não participou, disseram achar que o objetivo era a união, o conhecimento, a diversão. Depois, falamos que o tesouro era simbólico, pois o que importava era o tesouro interno de cada um e o que cada um tinha dentro de si. Eles estavam muito eufóricos e animados, então decidimos fazer a dança das cadeiras, onde cada um que saía, deveria responder perguntas pessoais e livres, eles gostaram da idéia e logo foram se organizando. Essa atividade foi importante para o grupo conhecer um pouco mais sobre o que seus colegas pensam.

8 No dia vinte e cinco de outubro de 2006, decidimos passar o filme Aos treze, o qual trata temas como sexualidade e drogas que foram solicitados pelos jovens para serem trabalhados. A proposta foi colocada aos adolescentes, perguntando se queriam assistir ao filme, eles fizeram uma votação e decidiram assistir. Na metade do filme, os jovens disseram que não queriam mais assistir, que estavam gostando, mas argumentaram que estava muito quente e não conseguiam prestar atenção direito. Aceitamos a reivindicação e fomos para outra sala. Destaca-se aqui o papel da autonomia dos adolescentes, que não estavam mais querendo assistir ao filme e nos falaram isso. E ainda, na expressão quente, ficou evidente que os jovens sentiram-se tensos com as repetidas cenas de violência, drogas e sexo do filme. Kamii (1985) coloca a autonomia em uma perspectiva de vida em grupo. A autonomia significa o indivíduo ser governado por si próprio. É o contrário de heteronomia, que significa ser governado pelos outros. A autonomia significa levar em consideração os fatores relevantes para decidir agir da melhor forma para todos. Perguntamos a eles o que queriam trabalhar e o que gostariam de fazer; então, um deles sugeriu o jogo da verdade ou conseqüência, o qual foi prontamente aceito pelos demais. Neste jogo, observamos que a temática norteadora da brincadeira era o ficar, na qual os adolescentes questionavam uns aos outros sobre pessoas que beijaram. Em Justo (2005), o ficar foi definido pelos adolescentes como um primeiro contato que poderia levar a um namoro, porém também é visto como um passatempo e uma simples diversão, com a ausência de compromissos. Quando estamos mencionando as urgências dos adolescentes, presenciamos esta no dia dezessete de novembro de 2006, no momento em que foi sugerido por eles a possibilidade de fazer um amigo secreto no último dia do grupo, imediatamente os jovens queriam tirar nos papeizinhos seu amigo, não podendo deixar esta atividade para o penúltimo dia. Na hora da distribuição dos papéis com os nomes, todos estavam ansiosos para descobrir qual seria seu amigo secreto do dia vinte e nove de novembro de No dia 22 de novembro de 2006, quando estávamos dialogando em círculo, o grupo mencionou a questão da masturbação, perguntando se crescia pêlos nas mãos de quem se masturbava. Eu prontamente respondi que isso não era verdade, que se masturbar faz parte da fase em que estão e que esta forma é uma maneira de conhecer melhor o próprio corpo e isto serve tanto para meninos como meninas. Ainda, foi

9 comentado sobre acordar no outro dia todo molhado e se isso era normal, respondi que sim e que, provavelmente, o(a) menino(a) teve um sonho erótico durante a noite. Um menino falou que já tinha acordado assim várias vezes e uma menina disse que também e ainda acrescentou que era muito bom. Aberastury & Knobel (1981), retratam a evolução sexual pela passagem do autoerotismo até a heterossexualidade, este momento pode oscilar entre a atividade de caráter masturbatório e o início do exercício genital. Ao aceitar a genitalidade o adolescente começa a busca do parceiro de forma tímida, mas intensa. Observam-se, primeiramente, os carinhos e contatos superficiais que se tornam cada vez mais profundos e íntimos. O amor apaixonado é um fenômeno singular que apresenta relações interpessoais intensas e frágeis, o chamado amor à primeira vista que pode ser uma figura idealizada e inatingível que na realidade seria um substituto da figura parental vinculada com as fantasias edípicas. A relação genital heterossexual completa ocorre na adolescência tardia. No penúltimo dia de encontro com o grupo, o aluno C. começou a questionar sobre como deveria chegar a uma garota e pedir para transar, ainda estava interessado em saber se sexo oral sem camisinha poderia transmitir alguma DSTs, como a camisinha deveria ser colocada para evitar que fure, como a menina deveria se cuidar para não engravidar e como ela deve tomar o anticoncepcional. Ainda C. formulou inúmeras perguntas a respeito do sexo. Em Dorin (1974), o estágio de desenvolvimento de um púbere não lhe permite ainda fazer deduções certas a respeito do seu próprio desenvolvimento físico, do sentido das transformações orgânicas que estão ocorrendo em seu próprio corpo. Ele tem medo de não estar se desenvolvendo normalmente porque está inseguro. Essa insegurança existe quando ele não é orientado por um adulto, quando não faz perguntas aos adultos, quando não encontra um livro que, em linguagem bem simples, o instrua a respeito da puberdade. A insegurança do púbere é compreensível, sobretudo quando a maturidade é retardada ou acelerada. O medo, as preocupações, as dúvidas do púbere resultam em instabilidade psicológica e, talvez, queda de rendimento na escola e desajustamento social. Para Preto apud Carter (1995) as vivências pessoais com a sexualidade influenciam a forma como os pais estabelecem os limites e criam expectativas na interação com seus filhos. Isso afeta diretamente no estabelecimento de normas e/ou diretrizes que envolvem ambas as partes. Os pais que tiveram experiências positivas em

10 casa e com seus companheiros durante a sua transformação sexual tendem a proporcionar experiências similares aos seus filhos do que aqueles negligenciados, abusados ou rejeitados sexualmente. Porém, isso não significa que todos os pais que presenciaram experiências negativas obrigatoriamente irão repetir esse padrão aprendido. No caso de C., a pessoa que conversa, sana as dúvidas sobre sexualidade e qualquer outro tipo de assunto é sua tia, no seu diálogo fala que é uma pessoa amiga e que o incentiva a treinar suas manobras de skate para competir nos campeonatos que pode participar. Ele demonstra uma afeição e carinho muito grande por esta parente, que ainda comenta sobre os conselhos que esta dá para que ele não tenha envolvimento com nenhuma droga. Em relação às drogas C. comenta que um pai de um amigo é alcoólatra e que é um sofrimento ver a situação em que o amigo se encontra. Na sua fala ele diz que algumas vezes bebia na companhia deste amigo e o respectivo pai, mas C. enfatiza que evita excessos para não ficar dependente desta droga lícita. Ainda o jovem diz que só uma vez perdeu o controle com a bebida e ficou embriagado, numa festa, o que este evento fez com que ele mudasse de atitude, passando a beber esporadicamente e com responsabilidade a fim de evitar problemas com o álcool. Para Campos (1975) o homem na ânsia de mergulhar em prazeres estranhos busca os mais diversificados vícios (drogas, etc.) com o intuito de solucionar à dor, aliviar à angústia, satisfazer necessidades/desejos temporários na procura do prazer. Contini (2002) diz que para muitos jovens o contato com psicotrópicos pode ficar restrito a episódios esporádicos de consumo sem, necessariamente, qualquer comprometimento à saúde. No entanto, para outros, a situação pode ser diferente. No dia 29 de novembro de 2006, conversamos sobre as atividades realizadas com os adolescentes para rever que grau de relevância nossa intervenção, com o grupo, teve, os jovens relataram que gostaram e que esses dias de encontro foram muito importantes para a vida deles. Por fim, tivemos a revelação do amigo secreto e a festa de encerramento das atividades com a turma. CONSIDERAÇÕES FINAIS Ferretti et al (2004) esclarece o conceito de protagonismo juvenil significando participação, responsabilidade social, identidade, autonomia e cidadania. Está vinculado à formação para a cidadania e tenta dar conta de uma urgência social quanto das angústias pessoais dos adolescentes e jovens diante dos desafios e exigências das

11 sociedades pós-modernas, também de acordo com as atuais configurações de trabalho. O objetivo é o adolescente agir ativamente na construção do seu próprio ser nos âmbitos pessoais e sociais. Desta forma, o intuito é atribuir ao jovem a condição de protagonista, com o enfoque para a iniciativa (ação), liberdade (opção) e compromisso (responsabilidade). Na prática de estágio, com adolescentes, tivemos esse viés de trabalho. Os alunos apresentaram características como autonomia em relação às suas idéias, convicções e decisões, realizaram escolhas com responsabilidade e compromisso consigo e para com os outros integrantes do grupo. Com isso, a partir do diálogo os jovens atuaram de forma amadurecida e lúcida, de acordo com a fase do desenvolvimento em que estão, para expor suas experiências e vivências da sua realidade. Através das nossas intervenções criamos condições para que as potencialidades de cada um se tornassem bastantes presentes no seu cotidiano; respeitando a diversidade cultural, as responsabilidades sociais e o tempo histórico na qual fazem parte. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABERASTURY, Arminda & KNOBEL, Mauricio. Adolescência Normal. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, ABRAMOVAY, Miriam et al. Gangues, galeras, chegados e rappers: juventude, violência e cidadania nas cidades da periferia de Brasília. 2ª ed. Rio de Janeiro: Garamond, BECKER, Daniel. O que é adolescência. São Paulo: Brasiliense, BEE, Helen. O ciclo vital. Porto Alegre: Artmed, BERGER, Kathleen Stassen. O desenvolvimento da pessoa: da infância à adolescência. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, CAMPOS, Dinah Martins de Souza. Psicologia da adolescência. Rio de Janeiro: Vozes, CARTER, Betty. As mudanças no ciclo de vida familiar. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, CONTINI, Maria de Lourdes Jeffery. Adolescência e psicologia: concepções, práticas e reflexões críticas. Brasília: Conselho Federal de Psicologia, DORIN, Lannoy. Psicologia da adolescência. São Paulo: Editora do Brasil, 1974.

12 FERRETTI, Celso J.; ZIBAS, Dagmar M. L.; TARTUCE, Gisela Lobo B. P. Protagonismo Juvenil na literatura especializada e na reforma do ensino médio. Cad. Pesqui., São Paulo, v. 34, n. 122, Disponível em: <http://www.scielo.br>. Acesso em: 25 nov 2006, às 14 hs. JUSTO, José Sterza. O ficar na adolescência e paradigmas de relacionamento amoroso da contemporaneidade. Rev. Dep. Psicol., UFF, Niterói, v. 17, n. 1, Disponível em: <http://www.scielo.br>. Acesso em: 05 jan 2007, às 15 hs. KAMII, C. A criança e o número. Campinas: Papirus, LEVISKY, David Léo. Adolescência: Reflexões Psicanalíticas. São Paulo: Casa do Psicólogo, OZELLA, S. Adolescências construídas: a visão da psicologia sóciohistórica. São Paulo: Cortez, PIKUNAS, Justin. Desenvolvimento humano: uma ciência emergente. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, SANDSTRÖM, C. I. A psicologia da infância e da adolescência. 5ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

OFICINA: SEXUALIDADE

OFICINA: SEXUALIDADE OFICINA: SEXUALIDADE Daniele Costa Tatiane Fontoura Garcez APRESENTAÇÃO A oficina tem como tema a Sexualidade, será realizado no Instituto Estadual de Educação Bernardino Ângelo, no dia 25/08/2014, segunda-feira,

Leia mais

ADOLESCÊNCIA NORMAL Tamara Santos de Souza (fonte: http://psicologiaereflexao.wordpress.com/)

ADOLESCÊNCIA NORMAL Tamara Santos de Souza (fonte: http://psicologiaereflexao.wordpress.com/) ADOLESCÊNCIA NORMAL Tamara Santos de Souza (fonte: http://psicologiaereflexao.wordpress.com/) Arminda Aberastury foi pioneira no estudo da psicanálise de crianças e adolescentes na América Latina. A autora

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

Projetos. Outubro 2012

Projetos. Outubro 2012 Projetos Outubro 2012 Assunto de gente grande para gente pequena. No mês de outubro os brasileiros foram às urnas para eleger prefeitos e vereadores e a Turma da Lagoa não poderia ficar fora deste grande

Leia mais

I - Desenvolvimento Humano

I - Desenvolvimento Humano I - Desenvolvimento Humano 1.1. Conceito O desenvolvimento humano se estabelece através da interação do indivíduo com o ambiente físico e social. Se caracteriza pelo desenvolvimento mental e pelo crescimento

Leia mais

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens Disponível no site Esoterikha.com: http://bit.ly/dinamicas-para-jovens Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos As dinâmicas de grupo já fazem parte do cotidiano empresarial,

Leia mais

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE Thaiane Pimenta (Centro Pedagógico Bolsista Prograd-UFMG) Elaine França (Centro Pedagógico da UFMG) INTRODUÇÃO A escola desempenha um papel

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

ROTEIRO PARA REFLEXÃO DO VÍDEO ERA UMA VEZ OUTRA MARIA

ROTEIRO PARA REFLEXÃO DO VÍDEO ERA UMA VEZ OUTRA MARIA SOCIALIZAÇÃO DE MULHERES E HOMENS Quais foram as diferenças entre a criação da Maria e a do seu irmão? Vocês acham que os meninos e as meninas da sua comunidade são criados de formas diferentes? Como?

Leia mais

Futebol e Cidadania: esporte e educação entram em campo pela transformação social

Futebol e Cidadania: esporte e educação entram em campo pela transformação social Futebol e Cidadania: esporte e educação entram em campo pela transformação social Viviane Hercowitz, Marcelo Veiga e André Moreira* O Projeto Futebol e Cidadania é um dos trabalhos realizados pela Fundação

Leia mais

EDUCAÇÃO E TRABALHO: A ORIENTAÇÃO VOCACIONAL/PROFISSIONAL COM JOVENS DE ESCOLA PÚBLICA 1

EDUCAÇÃO E TRABALHO: A ORIENTAÇÃO VOCACIONAL/PROFISSIONAL COM JOVENS DE ESCOLA PÚBLICA 1 EDUCAÇÃO E TRABALHO: A ORIENTAÇÃO VOCACIONAL/PROFISSIONAL COM JOVENS DE ESCOLA PÚBLICA 1 JACINTO-SILVA, Ramon Arthur 2 ; PAULINO-PEREIRA, Fernando César 3 ; ALVES- SANTOS, Lara Gabriella 4 ; Palavras-chave:

Leia mais

Educação Sexual e Metodologia

Educação Sexual e Metodologia Educação Sexual Marcos Ribeiro Educação Sexual e Metodologia...Não saco nada de Física Literatura ou Gramática Só gosto de Educação Sexual E eu odeio Química... Legião Urbana Essa discussão não é recente.

Leia mais

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA Carlos Silva 1 Objetivo: Favorecer o desenvolvimento de ações pedagógicas em saúde a partir da inserção das questões de saúde no Projeto Político

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO BRINCAR NO COMPORTAMENTO SOCIAL DE CRIANÇAS DE 5 E 6 ANOS

A INFLUÊNCIA DO BRINCAR NO COMPORTAMENTO SOCIAL DE CRIANÇAS DE 5 E 6 ANOS A INFLUÊNCIA DO BRINCAR NO COMPORTAMENTO SOCIAL DE CRIANÇAS DE 5 E 6 ANOS Eliyara Ikehara Unisalesiano eliyara@hotmail.com Yamila do Santos Monteiro Unisalesiano yamillan@bol.com.br Orientadora: Elza Brígida

Leia mais

Faça amizades no trabalho

Faça amizades no trabalho 1 Faça amizades no trabalho Amigos verdadeiros ajudam a melhorar a saúde, tornam a vida melhor e aumentam a satisfação profissional. Você tem um grande amigo no local em que trabalha? A resposta para essa

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA Por Marcos Ribeiro* Um pouco dessa história começa por volta dos 10/12 anos, quando meninos e meninas começam a sofrer as primeiras transformações físicas,

Leia mais

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS VAI SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA São Paulo, fevereiro de 2010 FUNK CONSCIENTIZA VAI 1 - música Proponente Nome RG: CPF: Endereço Fone: E-mail: DADOS

Leia mais

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil RESUMO Fernanda Azevedo Fagundes 1 Júlia Estefani Alves 2 O presente artigo, busca discutir acerca da função do Coordenador

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância Instituto Mundo Melhor 2013 por um MUNDO MELHOR A Educação para a Paz como caminho da infância PROJETO O PROGRAMA INFÂNCIA MUNDO MELHOR O Projeto Infância Mundo Melhor investe na capacitação e na formação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Trabalhando a convivência a partir da transversalidade Cristina Satiê de Oliveira Pátaro 1 Ricardo Fernandes Pátaro 2 Já há alguns

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR: APRECIAÇÃO DA EXPERIÊNCIA PELOS SUJEITOS PARTICIPANTES 1

MODELAGEM MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR: APRECIAÇÃO DA EXPERIÊNCIA PELOS SUJEITOS PARTICIPANTES 1 MODELAGEM MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR: APRECIAÇÃO DA EXPERIÊNCIA PELOS SUJEITOS PARTICIPANTES 1 Marinez Cargnin-Stieler UNEMAT/NEED marinez@unemat.br Resumo: Este trabalho é uma análise parcial dos dados

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR COM A LENDA DO BOTO RESUMO

ALFABETIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR COM A LENDA DO BOTO RESUMO ALFABETIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR COM A LENDA DO BOTO RESUMO Cristina Maria da Silva Lima cris86lima@yahoo.com.br Diana Gonçalves dos Santos dianasantos07@gmail.com (IEMCI/UFPA) Este estudo apresenta um relato

Leia mais

ENCONTRO "PCN EM AÃÃO"

ENCONTRO PCN EM AÃÃO ENCONTRO "PCN EM AÃÃO" RELATO DA PAUTA DO ENCONTRO Cuiabaß - Parte de 5¼ a 8¼ súrie por Caio M. Costa 1 a. dia - Manhã 1 a. parte - todos juntos - Ana Rosa e Rosaura Apresentação dos PCNs Níveis de concretização

Leia mais

VISITE O BLOG www.homemalpha.com.br

VISITE O BLOG www.homemalpha.com.br VISITE O BLOG www.homemalpha.com.br APRESENTAÇÃO A timidez é um problema que pode acompanhar um homem a vida inteira, tirando dele o prazer da comunicação e de expressar seus sentimentos, vivendo muitas

Leia mais

MINHA VIDA DE JOÃO E MARIA: USANDO A METODOLOGIA DA ONG PROMUNDO PARA PROMOVER AULAS REFLEXIVAS

MINHA VIDA DE JOÃO E MARIA: USANDO A METODOLOGIA DA ONG PROMUNDO PARA PROMOVER AULAS REFLEXIVAS MINHA VIDA DE JOÃO E MARIA: USANDO A METODOLOGIA DA ONG PROMUNDO PARA PROMOVER AULAS REFLEXIVAS Resumo VAINE, Thais Eastwood Vaine 1 - UTFPR / SME-Curitiba Grupo de Trabalho - Educação e Saúde Agência

Leia mais

Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna

Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna Henrique Figueiredo Carneiro Liliany Loureiro Pontes INTRODUÇÃO Esse trabalho apresenta algumas considerações,

Leia mais

TIPOS DE RELACIONAMENTOS

TIPOS DE RELACIONAMENTOS 68 Décima-Segunda Lição CONSTRUINDO RELACIONAMENTOS DE QUALIDADE Quando falamos de relacionamentos, certamente estamos falando da inter-relação de duas ou mais pessoas. Há muitas possibilidades de relacionamentos,

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

GRUPO OPERATIVO COM CRIANÇAS NO CONTEXTO ESCOLAR: REFLEXÕES ACERCA DESSE ESPAÇO LÚDICO E TERAPÊUTICO

GRUPO OPERATIVO COM CRIANÇAS NO CONTEXTO ESCOLAR: REFLEXÕES ACERCA DESSE ESPAÇO LÚDICO E TERAPÊUTICO GRUPO OPERATIVO COM CRIANÇAS NO CONTEXTO ESCOLAR: REFLEXÕES ACERCA DESSE ESPAÇO LÚDICO E TERAPÊUTICO CEZAR, Pâmela Kurtz; MELLO, Lauren Machado. Revisão Bibliográfica Curso de Pós Graduação: Especialização

Leia mais

ADOLESCÊNCIA, FAMÍLIA E PROTEÇÃO SOCIAL: INTERVENÇÕES DA PSICOLOGIA NO CONTEXTO FAMILIAR E EDUCACIONAL

ADOLESCÊNCIA, FAMÍLIA E PROTEÇÃO SOCIAL: INTERVENÇÕES DA PSICOLOGIA NO CONTEXTO FAMILIAR E EDUCACIONAL ADOLESCÊNCIA, FAMÍLIA E PROTEÇÃO SOCIAL: INTERVENÇÕES DA PSICOLOGIA NO CONTEXTO FAMILIAR E EDUCACIONAL CEZAR, Pâmela Kurtz; MELLO, Lauren Machado. Revisão Bibliográfica Curso de Pós Graduação: Especialização

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) NA VISÃO DA ESCOLA PARTICIPANTE

AS CONTRIBUIÇÕES DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) NA VISÃO DA ESCOLA PARTICIPANTE AS CONTRIBUIÇÕES DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) NA VISÃO DA ESCOLA PARTICIPANTE ABREU, M. Francilina (Bolsista do PIBID- Pedagogia) Universidade Estadual Vale do Acaraú.

Leia mais

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA Geane Apolinário Oliveira UEPB Geane-cg@hotmail.com Introdução O presente artigo tem por objetivo enfatizar

Leia mais

Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio. Eu me remexo muito. E onde eu chego?

Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio. Eu me remexo muito. E onde eu chego? Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio Rua Tonelero, 56 Copacabana RJ site:www.redesagradorj.com.br / e-mail:cscm@redesagradorj.com.br Eu me remexo muito. E onde eu chego? Turma: Maternal II A Professora

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE PROJETO DE EDUCAÇÃO SEXUAL EM ESCOLA

IMPLANTAÇÃO DE PROJETO DE EDUCAÇÃO SEXUAL EM ESCOLA 1. Título: IMPLANTAÇÃO DE PROJETO DE EDUCAÇÃO SEXUAL EM ESCOLA 2. Identificação: Autora: Lilia Maria Rosado da Fontoura é mestra em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - Programa

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Sexualidade na infância Acção de Educação Parental

Sexualidade na infância Acção de Educação Parental Escola Básica 1º ciclo Prista Monteiro O que é a sexualidade? Sexualidade na infância Acção de Educação Parental A sexualidade tem uma vertente emocional, sendo um elemento essencial na formação da identidade

Leia mais

GRUPO OPERATIVO: ADOLESCENTES EM FASE DE PRÉ- VESTIBULAR¹ RESUMO

GRUPO OPERATIVO: ADOLESCENTES EM FASE DE PRÉ- VESTIBULAR¹ RESUMO GRUPO OPERATIVO: ADOLESCENTES EM FASE DE PRÉ- VESTIBULAR¹ MOREIRA, Andressa Becker²; VISENTINI, Danielle Machado ²; GONÇALVES, Camila dos Santos³ 1 Trabalho sobre relato de experiência de estágio _UNIFRA

Leia mais

Grupo de Pais de Crianças Autistas na Instituição AMA (Associação dos Amigos do Autismo) Ribeirão Preto, São Paulo. Resumo

Grupo de Pais de Crianças Autistas na Instituição AMA (Associação dos Amigos do Autismo) Ribeirão Preto, São Paulo. Resumo Grupo de Pais de Crianças Autistas na Instituição AMA (Associação dos Amigos do Autismo) Ribeirão Preto, São Paulo Juliana DUARTE Resumo O presente trabalho tem o objetivo de mostrar o trabalho realizado

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

GERAÇÃO CANGURU : UMA NOVA CONFIGURAÇÃO DA FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA

GERAÇÃO CANGURU : UMA NOVA CONFIGURAÇÃO DA FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA GERAÇÃO CANGURU : UMA NOVA CONFIGURAÇÃO DA FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA Bruna Gonzalez Machado 1 Juliana Carmona Predebon 2 RESUMO O presente artigo aborda o tema da Geração Canguru com o objetivo de conhecer

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência 43 5 ADOLESCÊNCIA O termo adolescência, tão utilizado pelas classes médias e altas, não costumam fazer parte do vocabulário das mulheres entrevistadas. Seu emprego ocorre mais entre aquelas que por trabalhar

Leia mais

A nova leitura feminina: o que as adolescentes estão lendo? Eixo temático Livre

A nova leitura feminina: o que as adolescentes estão lendo? Eixo temático Livre A nova leitura feminina: o que as adolescentes estão lendo? Cintia Kath Blank 1 Ana Paula Damasceno 2 Eixo temático Livre RESUMO Observa-se na história da leitura feminina hábitos de leitura estabelecidos

Leia mais

Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes

Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes Alessandro Alves A pré-adolescência e a adolescência são fases de experimentação de diversos comportamentos. É nessa fase que acontece a construção

Leia mais

LITERATURA PARA TODOS: UMA EXPERIÊNCIA DE OFICINAS DE LEITURA NA AMAZÔNIA

LITERATURA PARA TODOS: UMA EXPERIÊNCIA DE OFICINAS DE LEITURA NA AMAZÔNIA 1 LITERATURA PARA TODOS: UMA EXPERIÊNCIA DE OFICINAS DE LEITURA NA AMAZÔNIA Maria de Nazaré da Silva Correa Jediã F. Lima Maria do Carmo S. Pacheco Maria do P. Socorro R. de Lima Maria Rita Brasil Raiolanda

Leia mais

A RELAÇÃO DO CUIDAR-EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Ariana Passamani Telles 1 Franciele Clair Moreira Leal 2 Zelma Santos Borges 3.

A RELAÇÃO DO CUIDAR-EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Ariana Passamani Telles 1 Franciele Clair Moreira Leal 2 Zelma Santos Borges 3. Resumo A RELAÇÃO DO CUIDAR-EDUCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Ariana Passamani Telles 1 Franciele Clair Moreira Leal 2 Zelma Santos Borges 3 O trabalho apresentado é um relato de experiência que foi desenvolvida

Leia mais

RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA EDUCAÇÃO, CURRÍCULO E DIVERSIDADE CULTURAL RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Michelly Spineli de Brito Campos Vieira/Prefeitura de Itapissuma-PE Paloma Viana de

Leia mais

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil.

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil. O Conto Sonoro, uma forma de explorar a escrita musical. Renata de Oliveira Pavaneli Frederico, Escola de Educação Infantil Casa da Gente Campinas-SP. musicamed@directnet.com.br reoliveirafred@gmail.com

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 SILVEIRA, Lidiane 2 ; LIMA, Graziela Escandiel de 3 1 Relato de experiência 2 Pedagoga, Especialista em Alfabetização, professora

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE A CASTIDADE MASCULINA PARTE 3

CONSIDERAÇÕES SOBRE A CASTIDADE MASCULINA PARTE 3 CONSIDERAÇÕES SOBRE A CASTIDADE MASCULINA PARTE 3 Sofia Z. Na parte anterior vimos algumas das razões do declínio do tesão entre os casais que têm uma relação estável. Nesta parte vamos fazer algumas considerações

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O BRINCAR E O JOGO INFANTIL

REFLEXÕES SOBRE O BRINCAR E O JOGO INFANTIL 1 REFLEXÕES SOBRE O BRINCAR E O JOGO INFANTIL Júlia Carolina Bosqui 1 RESUMO: Apresentam-se algumas considerações sobre a importância do brincar para o desenvolvimento infantil a partir da experiência

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

O QUE É SER MÃE ADOLESCENTE PELA PRIMEIRA VEZ? INTRODUÇÃO

O QUE É SER MÃE ADOLESCENTE PELA PRIMEIRA VEZ? INTRODUÇÃO O QUE É SER MÃE ADOLESCENTE PELA PRIMEIRA VEZ? INTRODUÇÃO Esta investigação tem como enfoque o atendimento às gestantes adolescentes primigestas nas equipes de ESF. Visa conhecer o universo destas gestantes

Leia mais

TEMATIZANDO HANDEBOL NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Handebol; Educação Física Escolar; Cultura Corporal.

TEMATIZANDO HANDEBOL NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Handebol; Educação Física Escolar; Cultura Corporal. TEMATIZANDO HANDEBOL NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA Handebol; Educação Física Escolar; Cultura Corporal. André Jonatas Barbosa EMEF Gal. Júlio Marcondes Salgado Resumo Este trabalho tem por objetivo relatar

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹

PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹ PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹ ALVES, T. C.²; RENK, E. F.³; LEÃO, T.J.E. 4 ¹ Trabalho desenvolvido na disciplina de Estágio Curricular Supervisionado II Espaços

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes.

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. MARCELA GARCIA MANOCHIO PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. Projeto de Estágio extracurricular em Processos Educativos, desenvolvido para

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB Edital Pibid n 061 /2013 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

O DIREITO À BINCADEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O DIREITO À BINCADEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL O DIREITO À BINCADEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Juliana Mayane Sobreira Xavier Graduanda do Curso de Pedagogia Universidade Regional do Cariri-URCA jumayanne@gmail.com Maria Aparecida Ferreira dos Santos Graduanda

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 II A Jogos As crianças da Turma dos Amigos, desde os primeiros dias de aula, têm incluídos em sua rotina as brincadeiras com jogos de encaixe. Vários jogos estão disponíveis

Leia mais

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP.

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP. A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Joselene Lopes Alvim A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA

Leia mais

INTRODUÇÃO Segundo Jesus (2005), o tema Afetividade no Ensino médio é importante, pois:

INTRODUÇÃO Segundo Jesus (2005), o tema Afetividade no Ensino médio é importante, pois: OFICINA DO PIBID: AFETIVIDADE Larissa Beatriz de Faria Zulian¹; Jessica Machado Oliveira¹; Priscila Vargas Gatti¹; Conrado Neves Sathler² ¹Acadêmicas de Psicologia da UFGD. Bolsistas do Programa Institucional

Leia mais

Trabalhos Aprovados: Eixo: Educação Infantil Manhã (8:30 às 12:00hrs.) Sala 26

Trabalhos Aprovados: Eixo: Educação Infantil Manhã (8:30 às 12:00hrs.) Sala 26 AS APRESENTAÇÕES ACONTECERÃO DIA 20/05 (QUARTA-FEIRA), NO PERÍODO DA MANHÃ E DA TARDE! Trabalhos Aprovados: Eixo: Educação Infantil Manhã (8:30 às 12:00hrs.) Sala 26 s: Práticas na leitura e escrita na

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Conhecendo o Rosquinha. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Balinha e Dentinho encontram um cachorro perdido

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

IMAGINÁRIO SOCIAL DOS ADOLESCENTES COM SÍNDROME DE DOWN EM RELAÇÃO SEU FUTURO

IMAGINÁRIO SOCIAL DOS ADOLESCENTES COM SÍNDROME DE DOWN EM RELAÇÃO SEU FUTURO Título: IMAGINÁRIO SOCIAL DOS ADOLESCENTES COM SÍNDROME DE DOWN EM RELAÇÃO SEU FUTURO Área Temática: Educação Especial Autores: LADIMARI TOLEDO GAMA (1) SORAIA NAPOLEÃO FREITAS (2) E REINOLDO MARQUEZAM

Leia mais

Mara Lucia da Silva 1 Marilene Parè ² Ruth Sabat.² RESUMO

Mara Lucia da Silva 1 Marilene Parè ² Ruth Sabat.² RESUMO PROREXT/PROJETO DE EXTENSÃO 2008/1 - TERRITÓRIO AFROSUL DESENVOLVENDO O DIÁLOGO ACADEMIA / ONG AFROSUL ATRAVÉS DE TRABALHO COM JOVENS DE COMUNIDADE POPULAR RESUMO Mara Lucia da Silva 1 Marilene Parè ²

Leia mais

PROJETO SOCIOEDUCATIVO EDUCAÇÃO PARA TODA VIDA

PROJETO SOCIOEDUCATIVO EDUCAÇÃO PARA TODA VIDA PROJETO SOCIOEDUCATIVO EDUCAÇÃO PARA TODA VIDA RESUMO O Projeto Educação para Toda Vida visa contribuir para a socialização e a inserção do adolescente no coletivo, bem como desenvolver ações sócio-educativas

Leia mais

VAI E VOLTA : VALORES PARA BOA CONVIVÊNCIA 1. Carla da Silva Ribeiro²; Maria Luiza Lampert Batista 2 ; Eliane Galvão dos Santos 3

VAI E VOLTA : VALORES PARA BOA CONVIVÊNCIA 1. Carla da Silva Ribeiro²; Maria Luiza Lampert Batista 2 ; Eliane Galvão dos Santos 3 VAI E VOLTA : VALORES PARA BOA CONVIVÊNCIA 1 Carla da Silva Ribeiro²; Maria Luiza Lampert Batista 2 ; Eliane Galvão dos Santos 3 Resumo: O artigo visa relatar e refletir sobre a prática pedagógica experienciada

Leia mais

Eixo temático 1 Repensando a Escola: A escola para criança de zero a 3 anos Modalidade: Relato de Experiência

Eixo temático 1 Repensando a Escola: A escola para criança de zero a 3 anos Modalidade: Relato de Experiência Eixo temático 1 Repensando a Escola: A escola para criança de zero a 3 anos Modalidade: Relato de Experiência ATIVIDADES DIVERSIFICADAS EM TURMAS DE CRIANÇAS DE 3 ANOS Me. Larissa Fialho da Silva Departamento

Leia mais

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE DAMKE, Anderléia Sotoriva - UFMS anderleia.damke@yahoo.com SIMON, Ingrid FADEP ingrid@fadep.br Resumo Eixo Temático: Formação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

SÉRIE 1: VIVENDO COM PROPÓSITO

SÉRIE 1: VIVENDO COM PROPÓSITO ek Two Semana 2: Conectando-se Com os Outros Incluído: 1. Preparação do líder 2. Guia da lição 1. PREPARAÇÃO DO LÍDER VISÃO GERAL DA LIÇÃO Logo após haver alimentado mais de 5.000 pessoas, Jesus afastou

Leia mais

Nós, alunos do 2º A, queremos tratar as pessoas com respeito e amor, estudar com muita dedicação e sempre pensar antes de tomar decisões.

Nós, alunos do 2º A, queremos tratar as pessoas com respeito e amor, estudar com muita dedicação e sempre pensar antes de tomar decisões. Como tratar as pessoas: de uma maneira boa, ajudar todas as pessoas. Como não fazer com os outros: não cuspir, empurrar, chutar, brigar, não xingar, não colocar apelidos, não beliscar, não mentir, não

Leia mais

Paulo de Lima. Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ).

Paulo de Lima. Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ). Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ). Titulo 03: Droga, Álcool e cidadania Paulo de Lima (Mestrando em Educação

Leia mais

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRIZOLA, Silene Francisca dos Santos. (UNEMAT) silenefsb@hotmail.com SILVA, Maria Ivonete da. (UNEMAT) ivonete0304@hotmail.com RESUMO Este projeto foi desenvolvido

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Marta Quintanilha Gomes Valéria de Fraga Roman O planejamento do professor visto como uma carta de intenções é um instrumento articulado internamente e externamente

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA PROMOÇÃO DA APRENDIZAGEM. Profa. Dra. Maria Cecília Gasparian 1

O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA PROMOÇÃO DA APRENDIZAGEM. Profa. Dra. Maria Cecília Gasparian 1 O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA PROMOÇÃO DA APRENDIZAGEM Gasparian 1 A CAPACIDADE DE UMA CRIANÇA APRENDER A LER E ESCREVER NAS SÉRIES INICIAIS PODEM DEPENDER TANTO DE COMO ELA É ENSINADA QUANTO DA EXISTÊNCIA

Leia mais

Grupo de Trabalho: Temas Livres

Grupo de Trabalho: Temas Livres ATIVIDADE FÍSICA, LAZER E SAÚDE NA ADOLESCÊNCIA: POSSÍVEIS APROXIMAÇÕES Alipio Rodrigues Pines Junior (alipio.rodrigues@gmail.com) Grupo Interdisciplinar de Estudos do Lazer - GIEL/USP/CNPq Tiago Aquino

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL * Rita de Cássia Lindner Kaefer **Ana Eleonora Sebrão Assis RESUMO O objetivo do presente artigo é apresentar uma reflexão a respeito da importância

Leia mais

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Me. Tony Aparecido Moreira tony.educ@gmail.com Denise Watanabe de.wtnb@gmail.com Dr. José Milton de Lima miltonlima@fct.unesp.br

Leia mais

CONHECIMENTO E PREVENÇÃO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NO AMBIENTE ESCOLAR RESUMO

CONHECIMENTO E PREVENÇÃO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NO AMBIENTE ESCOLAR RESUMO CONHECIMENTO E PREVENÇÃO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NO AMBIENTE ESCOLAR Meire Rodrigues Fabris 1 Tania Regina dos Santos Soares 2 RESUMO A escola exerce um importante papel na educação sexual

Leia mais

A ESPIRAL DAS FAMÍLIAS: As fases do ciclo de vida Claudia cacau Furia César 1 Lucimara Martins Pereira

A ESPIRAL DAS FAMÍLIAS: As fases do ciclo de vida Claudia cacau Furia César 1 Lucimara Martins Pereira A ESPIRAL DAS FAMÍLIAS: As fases do ciclo de vida Claudia cacau Furia César 1 Lucimara Martins Pereira A família é o lugar que dá origem a história de cada pessoa, é o espaço de vida privada onde se dão

Leia mais

Atividades Extraclasse

Atividades Extraclasse Atividades Extraclasse No Marista Conceição, o estudante aprende e desenvolve habilidades dentro e fora da sala de aula, por meio de atividades esportivas, artísticas, culturais, científicas e de solidariedade.

Leia mais

"Quando vejo uma criança, ela me inspira dois sentimentos; ternura pelo que ela é, respeito pelo que poderá ser". Piaget.

Quando vejo uma criança, ela me inspira dois sentimentos; ternura pelo que ela é, respeito pelo que poderá ser. Piaget. Infância e adolescência "Quando vejo uma criança, ela me inspira dois sentimentos; ternura pelo que ela é, respeito pelo que poderá ser". Piaget. Características ou particularidades da infância (Desenvolvimento)

Leia mais

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas. RELATÓRIO DE GRUPO MATERNAL A 2º SEMESTRE DE 2014 Professora: Jéssica Oliveira Professora auxiliar: Elizabeth Fontes Coordenação: Lucy Ramos Torres Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Leia mais

ATENDIMENTO EM ARTE COM ENFOQUE COGNITIVO

ATENDIMENTO EM ARTE COM ENFOQUE COGNITIVO ATENDIMENTO EM ARTE COM ENFOQUE COGNITIVO Resumo SANTANA, C. G. Secretaria Municipal de Educação de Curitiba claudia-gutierrez@hotmail.com Eixo Temático: Psicopedagogia Agência Financiadora: Não contou

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais