ECONOMIA CRIATIVA E CAPTAÇÃO DE RECURSOS NA ÁREA CULTURAL. Núcleo de cultura Suellen Moreira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ECONOMIA CRIATIVA E CAPTAÇÃO DE RECURSOS NA ÁREA CULTURAL. Núcleo de cultura Suellen Moreira cultura@captacao.org"

Transcrição

1 ECONOMIA CRIATIVA E CAPTAÇÃO DE RECURSOS NA ÁREA CULTURAL Núcleo de cultura Suellen Moreira

2 INCENTIVOS FISCAIS Estímulos concedidos pelo governo, na área fiscal, para que recursos sejam canalizados para segmentos específicos (econômico, cultural, esportivo, social) Por um lado, os incentivos funcionam como estratégia de captação de recursos Por outro lado, os incentivos promovem a criação de uma cultura de participação cidadã

3 INCENTIVOS FISCAIS DE CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Histórico e Lei Rouanet

4 CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Origem Roma Antiga - Caius Mecenas, ministro do Imperador Caio Julio Augusto. Ideias: Poder e cultura são questões indissociáveis A criação artística e do pensamento legitimam o poder Cabe ao governo a proteção às manifestações de arte

5 CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Estados Unidos Política de incentivos iniciou em 1917 (tax deduction) - abatimento de 100% do valor efetivamente doado do imposto de renda Sistema vigorou por cerca de setenta anos

6 CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Realizações sem incentivos Panorama Brasileiro Entre os anos de 1940 e 1950, os empresários Franco Zampari e Francisco Matarazzo Sobrinho criaram: O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM ) O Teatro Brasileiro de Comédia (TBC ) A Cinemateca Brasileira (exsede do Ministério da Cultura em São Paulo ) A Companhia Cinematográfica Vera Cruz (1949)

7 CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Realizações sem incentivos Em 1951 o empresário Ciccillo Matarazzo criou a Fundação Bienal de São Paulo e o Museu de Arte Contemporânea (MAC, hoje pertencente à USP) O MASP foi criado por Assis Chateaubriand, que chegava a trocar inserções no seu jornal, o Diários Associados, por doações ao museu Panorama Brasileiro A partir de 1950, iniciaram os investimentos de empresas, tais como Shell, Petrobrás e Banco do Brasil, entre outros

8 EVOLUÇÃO LEGISLATIVA 1986 Lei Sarney (7.505/86) 1990 Lei Mendonça (Município de São Paulo /90) 1991 Lei Rouanet (8.313/91) 1993 Lei do Audiovisual (8.685/93) 1999 Artigo % 2006 ProAC (Programa de Ação Cultural Estado de SP ) 2012 e 2013 Instrução Normativa num.1???? - Prócultura CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Panorama Brasileiro

9 LEI ROUANET Lei Federal de incentivo à cultura (nº 8.313/91) Três são os mecanismos para canalização de recursos públicos e/ou privados: Fundo Nacional da Cultura (FNC); financiamento de até 80% do valor dos projetos ver editais Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart); inativo vale cultura Incentivo a Projetos Culturais (Mecenato); financiamento de até 100% do valor dos projetos através de patrocínio ou doação: projetos devem ser aprovados antes.

10 LEI ROUANET Quem pode propor projetos Pessoas físicas que tenham atuação na área cultural Pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos (empresas, fundações privadas, associações, cooperativas etc) de natureza cultural - estatuto Fundações públicas

11 LEI ROUANET Quem pode investir: PESSOA JURÍDICA Tributadas pelo do lucro real O percentual máximo de abatimento do imposto de renda é de 4% Pode-se deduzir 40% do montante investido quando doação Pode-se deduzir 30% do montante investido quando patrocínio Pode-se deduzir 100% do montante investido através do art. 18 LEI 9.784/99

12 LEI ROUANET Quem pode investir: PESSOA FÍSICA Declaração completa do imposto de renda O percentual máximo de abatimento do imposto de renda é de 6% Pode-se deduzir 100% do montante investido quando estiver utilizando artigo 18 Pode-se deduzir 80% do montante investido quando estiver fazendo doação Pode-se deduzir 60% do montante investido quando estiver fazendo patrocínio

13 MODALIDADES COM ABATIMENTO INTEGRAL (100%) LEI 9.784/99 Artes cênicas Livros de valor artístico, literário ou humanístico Música erudita ou instrumental Exposição de artes visuais Doação de acervos para bibliotecas públicas, museus, cinematecas Produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem Preservação do patrimônio cultural material e imaterial Folclore

14 Formas de investimento A DOAÇÃO é a transferência definitiva e irreversível de dinheiro ou bens em favor de pessoas físicas ou jurídicas de natureza cultural, sem fins lucrativos, para a execução de programa, ou projeto esportivo.

15 Formas de investimento Patrocínio: a transferência definitiva e irreversível de numerário ou serviços, com finalidade promocional, a cobertura de gastos ou a utilização de bens móveis ou imóveis do patrocinador, sem a transferência de domínio, para a realização de programa, projeto ou ação esportiva ou cultural que tenha sido aprovado pelo Ministério do Esporte ou Cultura O objetivo geral do patrocinador é divulgar sua marca (publicidade)

16 Formas de investimento Marketing (recurso livre) Sem incentivo O objetivo geral do patrocinador é divulgar sua marca (publicidade)

17

18 MECENATO: Quantitativo de projetos NÚMEROS ABSOLUTOS

19

20

21

22

23 LEI ROUANET IN número 1 24 de junho de 2013 Art Ficam revogadas as seguintes normas do Ministério da Cultura: I - Instrução Normativa n 1, de 5 de outubro de 20 10; II - Instrução Normativa n 2, de 3 de dezembro de 2010; III - Instrução Normativa n 3, de 30 de dezembro d e 2010; e IV - Portaria nº 9, de 6 de março de 2007 V IN num 1 de 2012 e de 2013

24 PRINCIPAIS MODIFICAÇÕES Consolida todas as leis, decretos e normas Tem novos limites Flexibiliza a prestação de contas Equipara o MEI a Pessoa Física Remuneração do proponente ilimitado provar economicidade

25 PRINCIPAIS MODIFICAÇÕES novos limites: Pessoa Jurídica 5 projetos ativos por ano R$ ,75 (exceção cooperativas) Pessoa Física 2 projetos ativos por ano R$ ,46

26 PRINCIPAIS MODIFICAÇÕES Flexibilização: Não precisará de autorização para alterações com mais ou menos 20% de cada linha do orçamento Para saber mais no link /asset_publisher/sixi1qmnlpz8/content/instrucao-normativa-n%c2%ba minc/10937?redirect=http%3a%2f%2fwww.cultura.gov.br%2flegislacao%3fp_ p_id%3d101_instance_sixi1qmnlpz8%26p_p_lifecycle%3d0%26p_p_state% 3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3D_118_INSTANCE_UFVeh MS15laT column-1%26p_p_col_pos%3d1%26p_p_col_count%3d2 Veja o quadro comparativo com o que mudou em cada um das normas. a&ved=0cc4qfjaa&url=http%3a%2f%2fwww.cultura.gov.br%2fdocuments%2f1 0895%2F0%2FQuadro%2Bcomparativo%2Bdas%2Baltera%25C3%25A7%25C3%25B 5es%2Bde%2BInstru%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BNormativa%2F0ad76cfd-744c bbbc-82ede0bd686e&ei=yu0hUsyqNs G7sASh74CACA&usg=AFQjCNHh- 7AH81xa1Uhj5O_6EKNCrHiNMw&bvm=bv ,d.cWc

27 Um bom PROJETO: 1. Planejável 2. Criativo 3. Viável (plano A, B e C) 4. Resultados mensuráveis (quant e quali) 5. Seguir o planejado 6. Prestação de contas aprovadas 7. Patrocinadores satisfeitos

28 Dicas LEI ROUANET Planeje bem a execução, inclusive no detalhamento do orçamento. Podem ser indeferidos os projetos que: Tiverem valores inadequados aos preços de mercado Tenham recomendação técnica de cortes iguais ou superiores a 50% do orçamento proposto

29 Cultural Esporte Federal Cultura Federal ProAC CAPTAÇÃO com PJ e PF CAPTAÇÃO TOTAL com PF FUMCAD Educa cional Partici pação Rendi mento todas Captação / Agenciamento / elaboração 10% ou R$ 100 mil 10% 10% 7% 5% 10% ou R$ 100 mil variável Divulgação / comercialização 20% 20% Custos Administrativos 15% 15% 15% 0% Capatção + Adm 20%

30 Documentos na prestação de contas RECIBO X NOTA FISCAL

31 Prestação de contas Dica preparar um carimbo contendo: Despesas / serviços ref. a uniforme do projeto De bem com a via Número do projeto:

32 Atenção: Prestação de contas Os valores são aprovados por linha de despesa e não pelo valor total. No próximo slide uma planilha que acompanha o saldo de cada linha aprovada. A prestação de contas também envolve um relatório de atividades do que foi realizado. Documente com fotos sempre que possível

33 TOTAIS , , ,55 ITEM DESCRIÇÃO R$ APROVADO GASTOS SALDO 1 Assessoria Jurídica (Contratos Inclusive) 4.000,00 0, ,00 2 Combustível 0,00 0,00 3 Contador 9.600,00 0, ,00 4 Coordenador do Projeto 9.600,00 0, ,00 5 Cópias 1.080,00 200,00 880,00 6 Correios 1.560,00 0, ,00 7 Material de escritório 1.080,00 415,90 664,10 8 Elaboração e Agenciamento , , ,00 9 Aluguel de ônibus ,00 0, ,00 10 Ator/Atriz , , ,70 11 Cenografia/material/confecção 6.000,00 0, ,00 12 Coordenador técnico 5.000,04 0, ,04 13 ECAD (evento aberto e gratuito) 2.000,00 0, ,00 14 Figurino 3.000, ,79 764,21 15 Grupos Circenses ,00 0, ,00 16 Intérprete de libras 1.000,00 0, ,00 17 Locação equipamento de som 7.920,00 325, ,00 18 Material de consumo ,00 0, ,00 19 Músicos / Intérpretes ,86 0, ,86 20 Refeição 6.750,00 837, ,10 21 Transporte Local / Locação de Automóvel , , ,54 22 Banner/faixa adesiva/faixa de lona 4.800, , ,00 23 Confecção de Convites 9.520,00 0, ,00 24 Programa ,00 0, ,00

34 INCENTIVOS FISCAIS (ESPORTE / CMDCA / IDOSO / SAÚDE) Pessoas jurídicas Tributadas pelo lucro real podem deduzir até 1% do Imposto de Renda devido Quantas empresas CNPJ existem no Brasil? a) 18,6 milhões b) 12,4 milhões c) 7,2 milhões d) 5,6 milhões e) 2,9 milhões

35 INCENTIVOS FISCAIS (ESPORTE / CMDCA / IDOSO / SAÚDE) Pessoas jurídicas Tributadas pelo lucro real podem deduzir até 1% do Imposto de Renda devido Quantas % declaram por lucro real? a) Menos de 2,9% b) 3 a 5% c) 5,1 a 10% d) 10,1 a 15% e) Mais de 15%

36 INCENTIVOS FISCAIS (ESPORTE / CMDCA / IDOSO / CULTURA) Pessoas físicas Com modelo de declaração completa podem deduzir até 6% do Imposto de Renda devido Quantas pessoas entregaram imposto de renda em abril deste ano? a) 25,5 milhões b) 18,4 milhões c) 14,2 milhões d) 11,1 milhões

37 INCENTIVOS FISCAIS ESPORTE / CMDCA / IDOSO / CULTURA / SAÚDE Pessoas jurídicas Tributadas pelo lucro real podem deduzir até 1% do Imposto de Renda devido 150 mil Empresas / 2,8% dos contribuintes PJ / 70% do arrecadado pela Receita com IRPJ Pessoas físicas Com modelo de declaração completa podem deduzir até 6% do Imposto de Renda 41% = 10,6 milhões de pessoas

38 INCENTIVOS FISCAIS ESPORTE / CMDCA / IDOSO / CULTURA / SAÚDE Pessoas físicas 2012 Dados da Receita Federal

39 INCENTIVOS FISCAIS Resumo sobre os incentivos fiscais federais para OSCs Tipo de incentivo Depósito em conta específica do projeto Banco do Brasil Depósito em fundo Municipal, Estadual ou Federal Doação direta na conta as OSC Nome do incentivo Lei federal principal Saúde PRONAS PRONON Esporte Cultura Artigo / / /9 Cultura Artigo 26 Áudiovisual 8.685/93 e /06 Idoso (2) /10 Criança e Adolescente (3) 8.069/90 e /12 OSCIP, UPF, Ensino e Pesquisa 9.249/95 e /02 Necessário cadastro prévio Necessário aprovação de projeto Prazo para captar Limite do captador % do captador % mínimo para inicio

40 INCENTIVOS FISCAIS Resumo sobre os incentivos fiscais federais para OSCs Tipo de incentivo Depósito em conta específica do projeto Banco do Brasil Depósito em fundo Municipal, Estadual ou Federal Doação direta na conta as OSC Nome do incentivo Lei federal principal Saúde PRONAS PRONON Esporte Cultura Artigo / / /9 Cultura Artigo 26 Áudiovisual 8.685/93 e /06 Idoso (2) /10 Criança e Adolescente (3) 8.069/90 e /12 OSCIP, UPF, Ensino e Pesquisa 9.249/95 e /02 Necessário cadastro prévio S S S N N N S S Necessário aprovação de projeto S S S S S S S S Prazo para captar No ano 18 meses 24 meses Variável (24 meses) NA Limite do captador % do captador % mínimo para inicio 50 mil (4) 1% (4) 100% (4) 5,7 ou 10 % (1) Variável 100 mil 10% 20% Variável

41 VALORES DA RENÚNCIA FISCAL FEDERAL COM INCENTIVOS PARA OSCS E PRODUTORES CULTURAIS Ano: Cultura (Rouanet art 18 e 26 + audiovisual + vale cultura) 2013 PJ PF Total % 1.547,6 24, ,4 67,6% Ensino e pesquisa + UPF + OSCIP 236,0 236,0 10,1% Fundo dos Direitos de Criança e do Adolescente 206,4 66,6 273,0 11,7% Esporte 184,3 4,6 188,9 8,1% Fundo do idoso 21,0 4,5 25,5 1,1% PCD + PRONON 22,4 7,6 30,0 1,3% TOTAL 2.217,7 108, ,8

42 VANTAGENS FISCAIS TIPOS 1. Dedução direta do valor a pagar do Imposto de Renda 2. Dedução da base de cálculo do IR como despesa 3. Mista (partes como opção 1 e outra parte como 2)

43 1 Resultado operacional antes do Incentivo ou Doação Sem incentivo cultural (-) Doação filantrópica/patrocinio - Rouanet 18/ Pronon / Pronas / IDOSO / ESPORTE / FIA- CMDCA Lei Audiovisual (tipo 3) Com incentivo UPF e OSCIP (tipo 2) Lei Rouanet 40% - doação - Art.26 (tipo 3) Lei Rouanet 30% - patrocínio - Art.26 (tipo 3) = Resultado oper.antes do IR (+) Adições para cálculo da CSSL Constubuição social - CSLL - 9% (+) Adições para cálculo do IR = LUCRO LÍQUIDO / REAL OU Ajustado antes do IR IR - a ser pago 15% (-) Deduzido do IR Adicional IRPJ (Lucro Real - R$ ) - 10% = LUCRO LÍQUIDO Total da carga tributária (5+8+10) Economia com impostos - 14 Recuperação percentual do valor doado % % % % %

44 Número de projetos por tipo de captação 7000 Artigo 18 x 26 EM Artigo 18 Artigo 26

45 Incentivo - P.Física 1 Receita anual (salário e Prólabore) (-) Doação filantrópica/patrocinio IR - a ser pago 27,5% (-) Deduzido do IR Total pago de impostos Economia com impostos Recuperação percentual do valor doado 100%

46 Resultado operacional antes do Incentivo ou Doação IRPJ - a ser pago 15% (PJ) 27,5% PF Limite % s/ linha 8 ou 1 Valor Máximo possível de apoio com incentivo Recuperação percentual do avalor doado Desembolso do investidor Rouanet art 18 (tipo 1) Lei do Audio visual Pronon / Pronas / IDOSO / ESPORTE / FIA- CMDCA (tipo 1) UPF / OSCIP Rouanet art 26 40% doação (tipo 3) Rouanet art 26 30% patrocínio (tipo 3) P.Física % 3% 1% 2% 4% / 10% 4% / 13,334% % 125% 100% 34% 74% 64% 100% 8% 0% 0% 66% 26% 36% 0%

47 TOTAL DE INCENTIVOS PARA PESSOAS JURÍDICAS Incentivos Fiscais Cultura Esporte Crianças e adolescentes Idoso Pronon Pronas TOTAL Empresas Lucros Real % do IR devido Fonte: elaboração própria

48 TOTAL DE INCENTIVOS PARA PESSOAS FÍSICAS Incentivos Fiscais Pessoas Modelo Completo % do IR devido Cultura Esporte Crianças e adolescentes 6 Idoso Pronon Pronas TOTAL Fonte: elaboração própria

49 INCENTIVOS FISCAIS Leis Estaduais de Incentivo à Cultura Normalmente estabelecem a possibilidade de dedução de valores investidos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é de competência estadual Entre os estados, podemos citar: Bahia - Lei nº 7.015/96 - FAZCULTURA Rio de Janeiro - Decreto nº /86 Pernambuco - Leis nº /93 e nº /95 São Paulo - Lei nº /06 ProAC Minas Gerais Lei

50 São Paulo - Lei nº /06 ProAC O desconto será integral 100% - não havendo contrapartidas INCENTIVOS FISCAIS Leis Estaduais de Incentivo à Cultura

51 Empresas Desafios Acesso difícil a quem decide Elo 3 Aplauso Cultura J. Leiva Cultura e Esporte Dearo Patrolink

52 Empresas RECIPROCIDADES

53 PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL Coleta de Informações Relevantes

54 PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL Dicas A Prospecção bem feita Facilita o trabalho de captação Direciona as atividades da equipe Gera contatos com maior probabilidade de sucesso

55 PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL A Ferramenta VIC V = Vínculo Qual o vínculo existente com a fonte de recursos? Quem seria a melhor pessoa da organização para fazer o contato? I = Interesse Nossa missão ou projeto é o foco de alguma fonte de recursos? Qual o histórico do investimento social da fonte? Existe alguém na fonte de recursos interessado na causa ou no projeto? C = Capacidade Qual é o valor do investimento social que a fonte de recursos é capaz de fazer?

56 A FERRAMENTA VIC Empresa Nome do principal executivo Nome do contato Vínculo com a Interesse organizaç na causa ão Capacida de de doar Total VIC 1 ABN Amro Real BASF Wagner Brunini - RH Fundação Itaú Social Carrefour Citigroup Alexandre ferro - RH Fundação Bradesco Fundação Otacílio Coser Coimex

57 A FERRAMENTA VIC Empresa Valores doados em mil em 2006 Quem pedirá a visita Quem visitará Nome da secretári a Hobby Fone / 1 ABN Amro Real Amaury 2 BASF Clovis / Amaury 3 Fundação Itaú Social Clovis 4 Carrefour Michel 5 Citigroup Amury 6 Fundação Bradesco Amaury 7 Fundação Otacílio Coser Coimex Amaury

58 PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL Criação do banco de dados Onde armazenar informações? Pastas ou fichas; Palm Top, Excel, Fluxo CRM, Conecthics, salesforce, e-tapestry Importante: atualização constante

59

60

61 ARGUMENTAÇÃO PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS Justifique por quê, para quê e por quem a campanha será realizada Diga como o projeto transformará vidas Storytelling

62 Venda de Produtos

63 Incentivo Fiscal: Exemplo Lei de Incentivos 100% Esporte e FIA - CMDCA Lucro Operacional antes do patrocínio e do IR Sem Incentivo Empresas Lucro Real Pessoas Físicas (-) Patrocínio IRPJ - a ser pago 15% / 27% Economia com impostos (deduçao do IR) Recuperaçao percentual do valor doado 100% Limite % s/ IRPJ 1% Valor máximos possível da doação encentivada % 6%

64 CONSEGUINDO O ENCONTRO Atenção Interesse Desejo Ação Método AIDA (Tom Ahern)

65 CONSEGUINDO O ENCONTRO Elabore um teaser (resumo com desejo de saber mais) e endereço na Internet

66 CONSEGUINDO O ENCONTRO Elabore um teaser (resumo com desejo de saber mais) e endereço na Internet

67 Exercício final O que eu vou levar? O que vou iniciar amanhã?

68 MENSAGEM FINAL "Para navegar contra a corrente, são necessárias condições raras: espírito de aventura, coragem, perseverança e paixão." (Nise da Silveira)

69 Bibliografia CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de Diferentes Recursos para Organizações Sem Fins Lucrativos. São Paulo: Ed. Global e Instituto Fonte p. NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton. Apoio Financeiro: Como Conseguir. Editora TextoNovo. KELLEY, Daniel Q. Dinheiro para sua Causa. Ed.TextoNovo, KAHNEMAN, Daniel. Thinking fast and slow. ed. Farrar, Strauss and Giroux AZEVEDO, Tasso Rezende. Buscando recursos para seus projetos. TextoNovo EDLES, L. Peter. Fundraising - Hands-on Tactics for NonProfit Groups. McGraw-Hill, Inc. PAULA E SILVA, Antonio Luiz de. Utilizando o planejamento estratégico como ferramenta de aprendizagem. Editora Global e Instituto Fonte, 2001 ROSS, Bernard; SEGAL,Clare. The influential fundraiser Using the psychology of persuasion to achieve outsdang results John Wiley & sons inc. DUHIGG, Charles. O poder do hábito Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Rio de Janeiro: Ed.Objetiva p.

70 Bibliografia DRUCKER, Peter. Administração de organizações sem fins lucrativos: principios e práticas. Editora Pioneira. HUDSON, Mike. Administrando organizações do terceiro setor: o desafio de administrar sem receita. Makron Books. LANDIM, leilah; BERES, Neide. Ocupação, despesas e recursos: as organizações sem fins lucrativos no Brasil. Rio de Janeiro: Nau editora, PEREIRA, Custódio. Captação de recursos, Fund Raising. Ed. Mackenzie. BRUCE, Andy & LANGDON, Ken. Você sabe gerenciar projetos. Editora SENAC SP, 2008 BARBOSA, Maria Nazaré Lins e OLIVEIRA, Carolina Felippe. Manual de ONGs, Guia Prático de Orientação Jurídica. Rio de Janeiro: Editora FGV, p NANUS, Burt. Liderança para o Terceiro Setor: Estratégias de sucesso para organizações sem fins lucrativos, São Paulo, 2000 CESNIK, Fábio de Sá. Guia do Incentivo À Cultura - 3ª Ed., São Paulo, editora Manole, p.

71 Bibliografia FERRAREZI, Elisabete. OSCIP passo a passo. AED Agência de Educação para o desenvolvimento. COSTA, Daniela Pais. Prestação de Contas. In Terceiro Setor: temas polêmicos. Editora Peirópolis, (p13-44), SP OLIVIERI, Cristiane; NATALE, Edson. Organizadores, Guia brasileiro de produção cultural , São Paulo, SESC SP p. PARIZZI, Elaine Thomé. Manual técnico sobre as leis de incentivo à cultura. Carlini & Caniato editorial, Cuiabá MT 304 p. KAPLAN, Allan. Artista do Invisível: O processo social e o profissional de desenvolvimento. São Paulo, Instituto Fonte e Editora Peirópolis, p. KANTER, Beth; PAINE, Katie Delahaye. Measuring the networked nonprofit: Using data to change the world. São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, p. SAUL, Jason. The end of fundraising: Raise more money by selling your impact. São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, p. WEIL, Pierre TOMPAKOW, Roland O corpo fala, A linguagem silenciosa da comunicação não-verbal. 62 edição. Petróplois, RJ, ed vozes, p.

72 Bibliografia HITT, Michael A.; IRELAND, R.Duane; HOSKISSON, Robert E.. Administração estratégica. Cengage Learning, p. BRITO, Marcia; MELO, Maria Emilia (organizadoras). Hábitos de doar e captar recursos no Brasil. São Paulo, Editora Peirópolis, p. DAW, Jocelyne. Cause marketing for nonprofits. Hoboken, NJ EUA, AFP and John Wiley&Sons INC, p RESENDE, Tomáz de Aquino. Roteiro do terceiro setor associações e fundações o que são, como instituir, administrar e prestar contas. 4 edição Belo Horizonte, Prax editora, p. HART, Ted; GREENFIELD, James M.; JOHNSTON, Michael. Nonprofit internet strategies: Best practices for marketing, communications and fundraising. Hoboken, NJ EUA, John Wiley&Sons INC, p. KNIGHT, Sue. NLP at work, neuro linguistic programming: the difference that makes a diference in business. Nicholas Brealey publishing, p. LARROUDÉ, Eliza Rodrigues Alves. Accountability de organizações do espaço público não-estatal: uma apreciação crítica da regulação brasileira. Dissertação de mestrado na FGV-EAESP, INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA IBGC. Código das melhore práticas de governança corporativa, 2006.

73 Bibliografia SENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQ, Guia de Gestão: para quem dirige entidades sociais GUIA PRÁTICO DE MARKETING RELACIONADO A CAUSAS. IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE SÃO PAULO, Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente GUIA DO FUNDO PRÓ-INFÂNCIA DE PORTO ALEGRE GUIA BRASILEIRO DE PRODUÇAO CULTURAL , Olivieri, Cristiane e Natale, Edson - organizadores FUNDAÇÃO ABRINQ, Incentivos Fiscais Em Benefício de criança e Adolescente. FREUND, Tomas A Relação Entre Voluntários e Profissionais Numa Organização do Terceiro Setor: Existe Um Duplo Comando?, Revista Integração/ FGV,São Paulo, 2006, GLOBAL REPORTING INITIATIVE - GRI. Diretrizes para relatório de sustentabilidade DRS, Versão 3.0, SP, 2006 LANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz Antonio. Caso Brasileiro: Projeto Transparência e Prestação de Contas da Sociedade Civil na América Latina, (p. 0226), 2006/2007.

74 Arigato Merci Go raibh maith agat Toda Gracie Obrigado Hvala Danke Gracias 감사합니다 Thanks

CAPTAÇÃO DE RECURSOS POR MEIO DE INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS

CAPTAÇÃO DE RECURSOS POR MEIO DE INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS CAPTAÇÃO DE RECURSOS POR MEIO DE INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS Comissão de Direito do Terceiro Setor Danilo Brandani Tiisel danilo@socialprofit.com.br INCENTIVOS FISCAIS Contexto MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

INCENTIVOS FISCAIS E GERAÇÃO DE RENDA PARA ONGs

INCENTIVOS FISCAIS E GERAÇÃO DE RENDA PARA ONGs INCENTIVOS FISCAIS E GERAÇÃO DE RENDA PARA ONGs Comissão de Direito do Terceiro Setor Danilo Brandani Tiisel danilotiisel@socialprofit.com.br Michel Freller michel@criando.net TEMAS DE HOJE Mobilização

Leia mais

Projetos culturais: desenvolvimento, captação e gestão

Projetos culturais: desenvolvimento, captação e gestão Projetos culturais: desenvolvimento, captação e gestão Módulo 2: Leis de incentivo André Fonseca Santo André / maio 2009 Pronac Programa Nacional de Apoio à Cultura (1991) estabeleceu três mecanismos de

Leia mais

Projetos Culturais, Esportivos e Sociais: como aproveitar melhor os incentivos fiscais

Projetos Culturais, Esportivos e Sociais: como aproveitar melhor os incentivos fiscais A B B C Projetos Culturais, Esportivos e Sociais: como aproveitar melhor os incentivos fiscais MARCELO DE AGUIAR COIMBRA Graduado e Mestre em Direito pela USP/Doutorando pela Universidade de Colônia, Alemanha.

Leia mais

Soluções Culturais INCENTIVO FISCAL POR DENTRO DAS LEIS

Soluções Culturais INCENTIVO FISCAL POR DENTRO DAS LEIS Soluções Culturais INCENTIVO FISCAL POR DENTRO DAS LEIS LEI ROUANET LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA LEI Nº 8131/91; LEI 9.874/99 E A MEDIDA PROVISÓRIA Nº 2228-1/2001 Soluções Culturais O que é? Neste

Leia mais

INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL

INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL Danilo Brandani Tiisel danilo@socialprofit.com.br MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS Características da Atividade Atividade planejada e complexa: envolve marketing, comunicação,

Leia mais

Planejamento estratégico para a excelência na gestão das ONGs. http://www.slideshare.net/micfre12/ Do Sonho a Realidade

Planejamento estratégico para a excelência na gestão das ONGs. http://www.slideshare.net/micfre12/ Do Sonho a Realidade Planejamento estratégico para a excelência na gestão das ONGs http://www.slideshare.net/micfre12/ Do Sonho a Realidade Serviços Criando Consultoria Terceiro Setor Desenvolvimento institucional Técnica

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO AO INCENTIVO: P.A.I ( Lei Rouanet) Informações Importantes para o Empresário Patrocinador

PROGRAMA DE APOIO AO INCENTIVO: P.A.I ( Lei Rouanet) Informações Importantes para o Empresário Patrocinador Informações Importantes para o Empresário Patrocinador Se sua empresa deseja Patrocinar um dos projeto culturais, aprovados pelo Ministério da Cultura por meio por da Lei Rouanet. Isso significa que como

Leia mais

INCENTIVOS FISCAIS PARA PROJETOS SOCIAIS, CULTURAIS E ESPORTIVOS

INCENTIVOS FISCAIS PARA PROJETOS SOCIAIS, CULTURAIS E ESPORTIVOS INCENTIVOS FISCAIS PARA PROJETOS SOCIAIS, CULTURAIS E ESPORTIVOS MARCONDES WITT Auditor-Fiscal e Delegado-Adjunto da Receita Federal do Brasil em Joinville I like to pay taxes, with them I buy civilization.

Leia mais

INCENTIVOS FISCAIS. Cultura Esporte - Saúde - Social. Legislação, Benefícios e Oportunidades. Luiz Fernando Rodrigues 22/10/2015 1

INCENTIVOS FISCAIS. Cultura Esporte - Saúde - Social. Legislação, Benefícios e Oportunidades. Luiz Fernando Rodrigues 22/10/2015 1 INCENTIVOS FISCAIS Cultura Esporte - Saúde - Social Legislação, Benefícios e Oportunidades Luiz Fernando Rodrigues 22/10/2015 1 CENÁRIO ATUAL Os mecanismos de incentivo fiscal federal, estaduais e municipais

Leia mais

CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais:

CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais: CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais: A. Doação à AMARRIBO, que possui o título de OSCIP; B. Doação/Patrocínio de Projeto

Leia mais

CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais:

CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais: CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais: A. Doação à AMARRIBO, que possui o título de OSCIP; B. Doação/Patrocínio de Projeto

Leia mais

Incentivo Fiscal. Uma abordagem sobre a sua utilização em projetos sociais. PJW

Incentivo Fiscal. Uma abordagem sobre a sua utilização em projetos sociais. PJW Incentivo Fiscal Uma abordagem sobre a sua utilização em projetos sociais. PJW Objetivo Conhecer as principais leis de incentivo fiscal e sua utilização com foco em ações sociais. Compreender as dificuldades

Leia mais

CONTEÚDO JURÍDICO DAS LEIS DE INCENTIVO FISCAL

CONTEÚDO JURÍDICO DAS LEIS DE INCENTIVO FISCAL CONTEÚDO JURÍDICO DAS LEIS DE INCENTIVO FISCAL DEMAREST ADVOGADOS - CARLOS EDUARDO ORSOLON (CEORSOLON@DEMAREST.COM.BR) - RICARDO VALIM (RVALIM@DEMAREST.COM.BR) 29 DE MAIO DE 2014 INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO AO INCENTIVO: P.A.I ( Lei Rouanet) Informações importantes para o Contador da Empresa

PROGRAMA DE APOIO AO INCENTIVO: P.A.I ( Lei Rouanet) Informações importantes para o Contador da Empresa Informações importantes para o Contador da Empresa É a lei que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura PRONAC, visando à captação de recursos para investimentos em projetos culturais. As pessoas

Leia mais

Cartilha de Informações: Doações e Patrocínios.

Cartilha de Informações: Doações e Patrocínios. Cartilha de Informações: Doações e Patrocínios. O Instituto Abramundo é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) e com isso pode receber doações e incentivos para a execução de seus

Leia mais

Captação de Recursos. Fernando Cavalcanti 04.Jun.2013. Encontro de Capacitação sobre Projetos Sociais Capacitado, você pode mais!

Captação de Recursos. Fernando Cavalcanti 04.Jun.2013. Encontro de Capacitação sobre Projetos Sociais Capacitado, você pode mais! Captação de Recursos Fernando Cavalcanti 04.Jun.2013 Encontro de Capacitação sobre Projetos Sociais Capacitado, você pode mais! Como Captar Recursos? Existem diversas maneiras das organizações conseguirem

Leia mais

Criada em 1999 em Campinas, a Direção Cultura Produções. principalmente empresas, artistas e entidades do terceiro setor.

Criada em 1999 em Campinas, a Direção Cultura Produções. principalmente empresas, artistas e entidades do terceiro setor. Histórico Criada em 1999 em Campinas, a Direção Cultura Produções realiza projetos em diversificados setores, atendendo principalmente empresas, artistas e entidades do terceiro setor. Em 2010 abriu escritório

Leia mais

TERCEIRO SETOR. Financiamento com recursos do orçamento público e ou do setor privado

TERCEIRO SETOR. Financiamento com recursos do orçamento público e ou do setor privado TERCEIRO SETOR Financiamento com recursos do orçamento público e ou do setor privado Modalidade de apoio e financiamento por parte do Estado ESPÉCIE Auxílios Contribuições Subvenções PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

Leia mais

a questão das leis de incentivo à cultura

a questão das leis de incentivo à cultura a questão das leis de incentivo à cultura 25/10/2004 Dia 25/10 - das 8h30 às 11h Tema: A questão das leis de incentivo à cultura Palestrante: Gilberto Gil Ministro da Cultura a questão das leis de incentivo

Leia mais

Incentivos Fiscais: Cultura. Marcelo de Aguiar Coimbra mcoimbra@cfaadvogados.com.br

Incentivos Fiscais: Cultura. Marcelo de Aguiar Coimbra mcoimbra@cfaadvogados.com.br Incentivos Fiscais: Cultura Marcelo de Aguiar Coimbra mcoimbra@cfaadvogados.com.br Data 28 de Outubro de 2008 Curriculum Vitae Graduado e Mestre em Direito pela USP/Doutorando pela Universidade de Colônia,

Leia mais

Como incentivar? Incentivos fiscais para doações livres. Incentivos fiscais para doações/patrocínio a projetos chancelados

Como incentivar? Incentivos fiscais para doações livres. Incentivos fiscais para doações/patrocínio a projetos chancelados Incentivos Fiscais Como incentivar? Incentivos fiscais para doações livres Incentivos fiscais para doações/patrocínio a projetos chancelados Incentivos fiscais para doações a fundos públicos Incentivos

Leia mais

MODALIDADES PARTICIPATIVAS DE CONTRIBUIÇÃO AO INSTITUTO COI. 1. Doação ao ICOI, que possui o título de OSCIP

MODALIDADES PARTICIPATIVAS DE CONTRIBUIÇÃO AO INSTITUTO COI. 1. Doação ao ICOI, que possui o título de OSCIP MODALIDADES PARTICIPATIVAS DE CONTRIBUIÇÃO AO INSTITUTO COI 1. Doação ao ICOI, que possui o título de OSCIP 2. Doação/Patrocínio de Projeto Cultural por pessoa jurídica (art. 18 da Lei Rouanet) e 3. Doação/Patrocínio

Leia mais

Lei Rouanet. Informações importantes para o Patrocinador

Lei Rouanet. Informações importantes para o Patrocinador Lei Rouanet Informações importantes para o Patrocinador Lei Rouanet Se você ou sua empresa deseja patrocinar um projeto cultural aprovado pelo Ministério da Cultura através da Lei Rouanet, isso significa

Leia mais

Unidade III. Mas a grande questão a ser levantada é o que é cultura? Para o dicionário Houaiss da língua portuguesa, cultura pode ser:

Unidade III. Mas a grande questão a ser levantada é o que é cultura? Para o dicionário Houaiss da língua portuguesa, cultura pode ser: MARKETING ESPORTIVO E CULTURAL Unidade III 11 DEFINIÇÃO Para definirmos marketing cultural temos, antes de qualquer coisa, de entender o conceito de marketing e saber o significado de cultura. As perguntas

Leia mais

RENÚNCIA FISCAL DO IMPOSTO DE RENDA

RENÚNCIA FISCAL DO IMPOSTO DE RENDA DICAS PARA UTILIZAÇÃO DE RENÚNCIA FISCAL DO IMPOSTO DE RENDA Oportunidades e Legislação Parceria ÍNDICE EDITORIAL Uma oportunidade de contribuir com a transformação social 1. O QUE É RENÚNCIA FISCAL 1.1

Leia mais

MANUAL DO PATROCINADOR

MANUAL DO PATROCINADOR MANUAL DO PATROCINADOR Neste manual você irá encontrar informações sobre os serviços que o trevo criativo oferece aos patrocinadores, além de informações sobre o funcionamento e benefícios das leis de

Leia mais

É possível colaborar financeiramente com os projetos do Instituto Brasil Solidário* doando parte do imposto de renda.

É possível colaborar financeiramente com os projetos do Instituto Brasil Solidário* doando parte do imposto de renda. Pessoa Física III Encontro Nacional Brasil Solidário É possível colaborar financeiramente com os projetos do Instituto Brasil Solidário* doando parte do imposto de renda. Existe um benefício fiscal que

Leia mais

Manual sobre uso de INCENTIVOS FISCAIS

Manual sobre uso de INCENTIVOS FISCAIS Manual sobre uso de INCENTIVOS FISCAIS 2 APRESENTAÇÃO Ciente de que os governos (seja o federal, estadual ou municipal) utilizam os incentivos fiscais como maneira de estimular as empresas ou pessoas físicas

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO PROJETO

APRESENTAÇÃO DO PROJETO PRONAC N. 148285 APRESENTAÇÃO DO PROJETO Anjos da Noite Teatro (18 anos); apresenta o projeto Cadê a água!? com a montagem do Espetáculo Teatral Cadê a água!? e sua Circulação por 07 cidades de Santa

Leia mais

Leis de Incentivo Fiscal para Cultura

Leis de Incentivo Fiscal para Cultura Investimento Social Privado Leis de Incentivo Fiscal para Cultura Joinville (SC), 27 de junho de 2012 Indicadores da Exclusão Cultural Brasil Fonte: Ministérioda Cultura Quantosbrasileirosfrequentamcinema?

Leia mais

Incentivo Fiscal Imposto de Renda sobre Pessoa Física IMPOSTO DE RENDA

Incentivo Fiscal Imposto de Renda sobre Pessoa Física IMPOSTO DE RENDA Incentivo Fiscal Imposto de Renda sobre Pessoa Física IMPOSTO DE RENDA O Imposto de Renda sobre Pessoa Física - IRPF é um tributo federal obrigatório a todos os trabalhadores brasileiros que obtiveram

Leia mais

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação Institucional na Proteção dos Direitos Sociais. Painel: Formas de Fomento ao Terceiro Setor

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação Institucional na Proteção dos Direitos Sociais. Painel: Formas de Fomento ao Terceiro Setor Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação Institucional na Proteção dos Direitos Sociais Painel: Formas de Fomento ao Terceiro Setor Outubro-2010 ESTADO BRASILEIRO SUBSIDIÁRIO COM A PARTICIPAÇÃO

Leia mais

COMO SE TORNAR UM PARCEIRO DO CORPO CIDADÃO? Junte-se a nós!

COMO SE TORNAR UM PARCEIRO DO CORPO CIDADÃO? Junte-se a nós! COMO SE TORNAR UM PARCEIRO DO CORPO CIDADÃO? O Corpo Cidadão utiliza diversos mecanismos de incentivo fiscal, fontes de financiamento, parcerias, doações, programas de voluntariado e cria ações de marketing

Leia mais

Incentivos Fiscais para captação de recursos

Incentivos Fiscais para captação de recursos Incentivos Fiscais para captação de recursos a) Dedutibilidade das doações A partir de 1º de janeiro de 1996, a Lei 9.249, de 26 de dezembro de 1996, limitou a dedutibilidade de algumas despesas operacionais,

Leia mais

Guia para Boas Práticas

Guia para Boas Práticas Guia para 1 Definir o destino de parte do imposto que você vai, obrigatoriamente, pagar é uma possibilidade legítima e acessível. Basta escolher qual projeto, seja ele cultural, esportivo ou social, você

Leia mais

Introdução... 3 Certificações da FFM... 4

Introdução... 3 Certificações da FFM... 4 MANUAL DE BENEFÍCIOS FISCAIS DOAÇÕES EFETUADAS À FFM São Paulo SP 2014 Índice Introdução... 3 Certificações da FFM... 4 1. Doações a Entidades sem Fins Lucrativos... 5 1.1. Imposto de Renda e Contribuições

Leia mais

DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE?

DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE? 1. O que são os FUNDOS DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE? São recursos públicos mantidos em contas bancárias específicas. Essas contas têm a finalidade de receber repasses orçamentários e depósitos

Leia mais

Como utilizar Leis de Incentivo

Como utilizar Leis de Incentivo Como utilizar Leis de Incentivo Por que doar o seu imposto? É de extrema importância que a sociedade brasileira se posicione, escolhendo e apoiando projetos que julga importantes, por meio da renúncia

Leia mais

projeto educa para o futuro

projeto educa para o futuro projeto educa para o futuro 15,7% das crianças, nas ruas, têm até 6 anos de idade? 54,7%, tem entre 12 e 17 e quase 30% entre 7 e 11 anos? as crianças estão nas ruas há cerca de 3 anos e meio? 82,6% permanecem

Leia mais

Como destinar parte do seu Imposto de Renda devido para investimento social

Como destinar parte do seu Imposto de Renda devido para investimento social Instituto CSHG Como destinar parte do seu Imposto de Renda devido para investimento social Você sabia que pode destinar parte do seu Imposto de Renda devido para investimento social? A legislação brasileira

Leia mais

A LEI ROUANET E SEUS MECANISMOS DE INCENTIVO À CULTURA

A LEI ROUANET E SEUS MECANISMOS DE INCENTIVO À CULTURA ESTUDO A LEI ROUANET E SEUS MECANISMOS DE INCENTIVO À CULTURA Kátia dos Santos Pereira Consultora Legislativa da Área XV Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia ESTUDO MAIO/2009 Câmara dos Deputados

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil 9ª Região Fiscal - Paraná e Santa Catarina DRF Cascavel - PR CONHECER PARA GERENCIAR

Leia mais

José Ricardo Rezende Técnico da Secretaria de Esporte SEMES Prefeitura de Sorocaba 09/11/2011 CIESP / REGIONAL SOROCABA

José Ricardo Rezende Técnico da Secretaria de Esporte SEMES Prefeitura de Sorocaba 09/11/2011 CIESP / REGIONAL SOROCABA José Ricardo Rezende Técnico da Secretaria de Esporte SEMES Prefeitura de Sorocaba 09/11/2011 CIESP / REGIONAL SOROCABA LEI FEDERAL Nº 11.438/06 PROPONENTE (Entidade desportiva) PROJETO DESPORTIVO APOIADOR

Leia mais

Guia para Boas Práticas

Guia para Boas Práticas Responsabilidade Social Guia para Boas Práticas O destino certo para seu imposto Leis de Incentivo Fiscal As Leis de Incentivo Fiscal são fruto da renúncia fiscal das autoridades públicas federais, estaduais

Leia mais

Investimento cultural e o Sistema Jurídico Brasileiro Laura Fragomeni

Investimento cultural e o Sistema Jurídico Brasileiro Laura Fragomeni Investimento cultural e o Sistema Jurídico Brasileiro Laura Fragomeni PANORAMA HISTÓRICO BRASILEIRO: Históricamente o Brasil viveu 20 (vinte) anos de regime militar. Neste período houve um grande esforço

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS OS INCENTIVOS FISCAIS

CAPTAÇÃO DE RECURSOS OS INCENTIVOS FISCAIS CAPTAÇÃO DE RECURSOS OS INCENTIVOS FISCAIS OS INCENTIVOS FISCAIS Incentivos fiscais são instrumentos utilizados pelo governo para estimular atividades específicas, por prazo determinado (projetos). Existem

Leia mais

Lei Rouanet e Vale Cultura

Lei Rouanet e Vale Cultura Lei Rouanet e Vale Cultura Novas Perspectivas de Financiamento da Cultura Brasileira São Paulo (SP), 02 de setembro de 2013 Indicadores de Exclusão Cultural Fonte: MinC - Ipea, 2007 Quantos brasileiros

Leia mais

LEI ROUANET POTENCIAL DE CRESCIMENTO DO INVESTIMENTO POR PESSOA FÍSICA

LEI ROUANET POTENCIAL DE CRESCIMENTO DO INVESTIMENTO POR PESSOA FÍSICA CULTURA E INVESTIMENTO PANORAMA E PERSPECTIVAS LEI ROUANET POTENCIAL DE CRESCIMENTO DO INVESTIMENTO POR PESSOA FÍSICA PORTO ALEGRE, 26 DE MARÇO DE 2015 Retrato da Doação no Brasil (Fevereiro/2014) Estudo

Leia mais

CARTILHA PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA

CARTILHA PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA DEPARTAMENTO DE CULTURA CARTILHA PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA SUMÁRIO 1 Sobre a cartilha... 03 2 O que é o Programa Municipal de Incentivo à Cultura... 04 3 Finalidades do programa... 04 4

Leia mais

Leis de Incentivo à Cultura. Área de Música 12:13

Leis de Incentivo à Cultura. Área de Música 12:13 Leis de Incentivo à Cultura Área de Música Cláudio Urgel claudiourgel@musica.ufmg.br Principais Finalidades Criar um instrumento de política cultural Apoiar uma área que necessita de recursos para crescer

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS EM ADMINISTRAÇÃO Núcleo de Estudos Avançados em Terceiro Setor

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS EM ADMINISTRAÇÃO Núcleo de Estudos Avançados em Terceiro Setor Eu rabisco o sol que a chuva apagou Renato Russo PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS EM ADMINISTRAÇÃO Núcleo de Estudos Avançados em Terceiro Setor Incentivos

Leia mais

Departamento de Responsabilidade Social (DRS) Diretoria Regional de Sorocaba

Departamento de Responsabilidade Social (DRS) Diretoria Regional de Sorocaba Departamento de Responsabilidade Social (DRS) Organograma do Departamento de Responsabilidade Social 80 anos Conselho de Administração do DRS Coordenador Geral Dr. Luiz Pagliato Coord. Amadeu Andreosi

Leia mais

ISEE. Apresentação Lei de Incentivo ao Esporte Lei 11438/06. Fonte: Ministério do Esporte

ISEE. Apresentação Lei de Incentivo ao Esporte Lei 11438/06. Fonte: Ministério do Esporte ISEE Apresentação Lei de Incentivo ao Esporte Lei 11438/06 2011 Introdução - A Lei de Incentivo ao Esporte prevê a possibilidade de PF e PJ destinarem uma parcela do imposto de renda devido em benefício

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA Que tal doar, em vez de pagar?

IMPOSTO DE RENDA Que tal doar, em vez de pagar? IMPOSTO DE RENDA Que tal doar, em vez de pagar? A ACIS-SL está incentivando as empresas, associadas ou não, a informar seu quadro funcional a destinar parte do seu Imposto de Renda para instituições beneficentes

Leia mais

AABB. Esportes. Manual de Captação. Captação de Recursos. Recursos

AABB. Esportes. Manual de Captação. Captação de Recursos. Recursos AABB Esportes Manual Manual de de Captação Captação de de Recursos Recursos Parabéns! Seu projeto foi aprovado pelo Ministério do Esporte. O próximo passo é a captação de recursos. AABB Esportes COMO

Leia mais

PROAC PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL

PROAC PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL PROAC PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL Permite o apoio financeiro a projetos culturais credenciados pela Secretaria de Cultura de São Paulo, alcançando todo o estado. Segundo a Secretaria, o Proac visa a: Apoiar

Leia mais

Cartilha de. Incentivos Fiscais. Utilização de incentivos fiscais pelas cooperativas

Cartilha de. Incentivos Fiscais. Utilização de incentivos fiscais pelas cooperativas Cartilha de Incentivos Fiscais Utilização de incentivos fiscais pelas cooperativas É permitida a reprodução desta publicação desde que citada a fonte e com prévia autorização da Unimed do Brasil. E-mail:

Leia mais

Doar Faz Bem. Capa. Ações que reverberam. Manual de Doações. nazareuniluz.org.br. Nazaré Uniluz

Doar Faz Bem. Capa. Ações que reverberam. Manual de Doações. nazareuniluz.org.br. Nazaré Uniluz Capa Doar Faz Bem Ações que reverberam Manual de Doações www. - (11) 4597-7109 / 4597-7103 / 96473-2851 www. - (11) 4597-7109 / 4597-7103 / 96473-2851 Este Manual foi criado com o intuito de inspirar,

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 258, de 17 de dezembro de 2002

Instrução Normativa SRF nº 258, de 17 de dezembro de 2002 DOU de 19.12.2002 Instrução Normativa SRF nº 258, de 17 de dezembro de 2002 Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados para fruição dos benefícios fiscais relativos ao Imposto de Renda das Pessoas

Leia mais

I ENCONTRO EMPRESARIAL PARA INVESTIMENTO EM CULTURA Varginha/MG

I ENCONTRO EMPRESARIAL PARA INVESTIMENTO EM CULTURA Varginha/MG I ENCONTRO EMPRESARIAL PARA INVESTIMENTO EM CULTURA Varginha/MG O UNIVERSO DAS LEIS DE INCENTIVOS FISCAIS DE APOIO À CULTURA; O CROWDFUNDING E SUA IMPORTÂNCIA NA IMPLEMENTAÇÃO DOS PEQUENOS PROJETOS CULTURAIS

Leia mais

MANUAL DO CONTRIBUINTE

MANUAL DO CONTRIBUINTE MANUAL DO CONTRIBUINTE MECANISMOS DE FOMENTO À CULTURA (PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS) Lei Rouanet Lei do Audiovisual Realização APRESENTAÇÃO Este guia tem por objetivo central apresentar às pessoas jurídicas

Leia mais

INCENTIVO FISCAL Uma abordagem sobre a sua utilização em projetos sociais Luiz Fernando Rodrigues UFF LATEC Setembro/2006

INCENTIVO FISCAL Uma abordagem sobre a sua utilização em projetos sociais Luiz Fernando Rodrigues UFF LATEC Setembro/2006 INCENTIVO FISCAL Uma abordagem sobre a sua utilização em projetos sociais Luiz Fernando Rodrigues UFF LATEC Setembro/2006 OBJETIVOS 1. Conhecer as principais leis de incentivo fiscal e sua forma de utilização

Leia mais

O HCB. O HCB é uma referência internacional no tratamento de câncer, pesquisa e desenvolvimento e capacitação de profissionais do mundo inteiro.

O HCB. O HCB é uma referência internacional no tratamento de câncer, pesquisa e desenvolvimento e capacitação de profissionais do mundo inteiro. O HCB O HCB é uma referência internacional no tratamento de câncer, pesquisa e desenvolvimento e capacitação de profissionais do mundo inteiro. 100% dos atendimentos via SUS Cobertura nos 27 Estados /

Leia mais

VEJA AQUI, DE QUE FORMA: DEDUTIBILIDADE DE IMPOSTO DE RENDA DAS SOCIEDADES DOADORAS PARA OSCIPS:

VEJA AQUI, DE QUE FORMA: DEDUTIBILIDADE DE IMPOSTO DE RENDA DAS SOCIEDADES DOADORAS PARA OSCIPS: FAÇA UMA DOAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA (IRPJ) DE SUA EMPRESA AO ESPORTE CLUBE 2014 ( OSCIP- ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE INTERESSE PÚBLICO) CNPJ 09.146.936/0001-08 QUALIFICAÇÃO COMO OSCIP- MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

Leia mais

Programa Nacional de Educação Fiscal. Superintendência da Receita Federal do Brasil em São Paulo. Novembro de 2011.

Programa Nacional de Educação Fiscal. Superintendência da Receita Federal do Brasil em São Paulo. Novembro de 2011. DESTINAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA PARA CRIANÇA E ADOLESCENTE: UMA FORMA DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL Programa Nacional de Educação Fiscal Superintendência da Receita Federal do Brasil em São Paulo Novembro de 2011.

Leia mais

A PRODUÇÃO CULTURAL NO BRASIL

A PRODUÇÃO CULTURAL NO BRASIL Por: Davi Andrade A PRODUÇÃO CULTURAL NO BRASIL A produção cultural no Brasil nunca esteve tão aquecida, contudo, ao contrário do que muitos pensam ela não se resume apenas ao cinema e a shows musicais.

Leia mais

Oficina GIFE para Investidores PRONON e PRONAS. 16 de setembro de 2015

Oficina GIFE para Investidores PRONON e PRONAS. 16 de setembro de 2015 Oficina GIFE para Investidores PRONON e PRONAS 16 de setembro de 2015 Conteúdo a serem abordados Contextualização Nexo PRONON e PRONAS Legislação Principais Pontos Panorama 2013-2014 Elaboração e Captação

Leia mais

>Lei nº 9.615, de 24 de Março de 1998 - Institui normas gerais sobre desporto e dá outras providências.

>Lei nº 9.615, de 24 de Março de 1998 - Institui normas gerais sobre desporto e dá outras providências. 1) FUNDAMENTO LEGAL: Objetivando expressar nosso Parecer Técnico sobre a legislação que fundamenta o incentivo fiscal de âmbito federal para projetos de atividades de caráter desportivo, procedemos ao

Leia mais

Doações por Terceiros - Pessoa Física e Pessoa Jurídica João Paulo Vergueiro presidente@captacao.org

Doações por Terceiros - Pessoa Física e Pessoa Jurídica João Paulo Vergueiro presidente@captacao.org Doações por Terceiros - Pessoa Física e Pessoa Jurídica João Paulo Vergueiro presidente@captacao.org Objetivo Doações por terceiros (pessoa física e pessoa jurídica): Desafios e possibilidades de uma organização

Leia mais

Copyright 2015 Declarando.

Copyright 2015 Declarando. Este Guia tem como objetivo democratizar o conhecimento em relação ao Imposto de Renda Pessoa Física, trazendo informações claras mas sem perder a seriedade com as fontes e o compromisso com a construção

Leia mais

perfil São utilizadas modernas ferramentas, atuantes nas seguintes áreas: Formatação de ações culturais, ambientais e sociais;

perfil São utilizadas modernas ferramentas, atuantes nas seguintes áreas: Formatação de ações culturais, ambientais e sociais; perfil A D'color Produções Culturais é uma empresa que tem como objetivo assessorar, planejar e executar projetos ambientais, sociais e culturais, em parceria com instituições, produtoras e artistas dos

Leia mais

DÚVIDAS FREQUENTES. 3. Como é acompanhada a evolução do processo de apoio?

DÚVIDAS FREQUENTES. 3. Como é acompanhada a evolução do processo de apoio? DÚVIDAS FREQUENTES 1. O que é o Programa Amigo de Valor? R: O Amigo de Valor pretende fortalecer programas de atendimento à criança e ao adolecente em situação de vulnerabilidade, e, em alguns casos, às

Leia mais

Mobilização de Recursos e Legislação. Benefícios fiscais e segurança jurídica necessária à atividade de mobilização de recursos

Mobilização de Recursos e Legislação. Benefícios fiscais e segurança jurídica necessária à atividade de mobilização de recursos Mobilização de Recursos e Legislação Benefícios fiscais e segurança jurídica necessária à atividade de mobilização de recursos Introdução CAPTAÇÃO DE RECURSOS Características da Atividade Atividade planejada

Leia mais

LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE

LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e dá outras providências. * V. Dec. 6.180/2007 (Regulamenta a Lei 11.438/2006).

Leia mais

NBC T 10.16. Entidades que recebem subvenções, contribuições, auxílios e doações AUDIT

NBC T 10.16. Entidades que recebem subvenções, contribuições, auxílios e doações AUDIT NBC T 10.16 Entidades que recebem subvenções, contribuições, auxílios e doações AUDIT NBC T 10.16 - Entidades que recebem subvenções, contribuições, auxílios e doações Foco do seminário em: Conceito (conceituando

Leia mais

Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95

Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95 Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95 Dispõe sobre os procedimentos de acompanhamento, controle e avaliação a serem adotados na utilização dos benefícios fiscais instituídos pela Lei n

Leia mais

DOAÇÕES DE PESSOA JURÍDICA

DOAÇÕES DE PESSOA JURÍDICA Assunto DOAÇÕES DE PESSOA JURÍDICA Vigência 01/10/2011 Departamento Jurídico Documento MAN-01 Página 01/10 1. INTRODUÇÃO 1.1 OBJETIVOS Procuraremos descrever aqui as possibilidades de uma pessoa jurídica

Leia mais

GUIA PARA O CADASTRO DE ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL NO SITE DO INSTITUTO AJUDA PARANÁ

GUIA PARA O CADASTRO DE ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL NO SITE DO INSTITUTO AJUDA PARANÁ GUIA PARA O CADASTRO DE ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL NO SITE DO INSTITUTO AJUDA PARANÁ O Ajuda Paraná foi criado para aproximar organizações da sociedade civil (OSCs) de investidores sociais. Sem custo

Leia mais

Robson Braga de Andrade. Julio Sergio de Maya Pedrosa Moreira. Rafael Esmeraldo Lucchesi Ramacciotti. Marcos Tadeu de Siqueira

Robson Braga de Andrade. Julio Sergio de Maya Pedrosa Moreira. Rafael Esmeraldo Lucchesi Ramacciotti. Marcos Tadeu de Siqueira Expediente confederação nacional da indústria cni Robson Braga de Andrade presidente Diretoria de Educação e Tecnologia - Diret Rafael Esmeraldo Lucchesi Ramacciotti diretor de educação e tecnologia Julio

Leia mais

É Simples e Não Tem Custos

É Simples e Não Tem Custos INVESTIR EM CULTURA É Simples e Não Tem Custos TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA PATROCINAR PROJETOS NA LEI ROUANET 1 SUMÁRIO Direção Cultura 3 Investir em Cultura Antoine Kolokathis 4 Afinal, o que é

Leia mais

PASSO A PASSO PATROCÍNIO CULTURAL LEI ROUANET. produções

PASSO A PASSO PATROCÍNIO CULTURAL LEI ROUANET. produções PASSO A PASSO PATROCÍNIO CULTURAL LEI ROUANET produções A CULTURA NO BRASIL Os últimos dados do MINISTÉRIO DA CULTURA destacam que: - Apenas 14% dos brasileiros frequentam as salas de CINEMA; - 92% da

Leia mais

FIA O QUE É O FIA. Os Fundos da Infância e da Adolescência FIA. Como sua empresa pode fazer uma doação. Como as pessoas físicas podem fazer uma doação

FIA O QUE É O FIA. Os Fundos da Infância e da Adolescência FIA. Como sua empresa pode fazer uma doação. Como as pessoas físicas podem fazer uma doação FIA O QUE É O FIA De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, os Conselhos Municipais, Estaduais ou Federal são órgãos ou instâncias colegiadas de caráter deliberativo, de composição paritária

Leia mais

O PROCULTURA. O Texto Substitutivo, aprovado na Comissão de Finanças e Tributação, foi organizado em 10 capítulos, comentados a seguir:

O PROCULTURA. O Texto Substitutivo, aprovado na Comissão de Finanças e Tributação, foi organizado em 10 capítulos, comentados a seguir: O PROCULTURA O Texto Substitutivo, aprovado na Comissão de Finanças e Tributação, foi organizado em 10 capítulos, comentados a seguir: CAPÍTULO I DO PROCULTURA Dividido em duas seções, esse capítulo cria

Leia mais

Incentivos Fiscais PONTOS ABORDADOS:

Incentivos Fiscais PONTOS ABORDADOS: INCENTIVOS FISCAIS PONTOS ABORDADOS: Incentivos Fiscais 1. Aspectos Gerais; 2. Doações a Entidade Cíveis; 3. Lei Rouanet; 4. Lei do Esporte; 5. Lei nº. 12.715/12 (Câncer e Deficiência); 6. Fundo Nacional

Leia mais

DECRETO No- 7.988, DE 17 DE ABRIL DE 2013

DECRETO No- 7.988, DE 17 DE ABRIL DE 2013 DECRETO No- 7.988, DE 17 DE ABRIL DE 2013 Regulamenta os arts. 1º a 13 da Lei nº 12.715, de 17 de setembro de 2012, que dispõem sobre o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica - PRONON e o Programa

Leia mais

Unidade II ESPECIALIZAÇÕES. Profa. Cláudia Palladino

Unidade II ESPECIALIZAÇÕES. Profa. Cláudia Palladino Unidade II ESPECIALIZAÇÕES DO MARKETING Profa. Cláudia Palladino Entendendo a origem da palavra cultura Do latim: verbo colo: cultivar; Particípio cultus = cultivar a terra. Sentido ampliado (alemão):

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Missão Educar para a cidadania ativa, solidária e responsável, em parceria com a escola, a família e a comunidade.

APRESENTAÇÃO. Missão Educar para a cidadania ativa, solidária e responsável, em parceria com a escola, a família e a comunidade. APRESENTAÇÃO O propósito deste folheto é orientar indivíduos e empresas sobre os incentivos fiscais existentes, para que façam doações para projetos de cunho social, contribuindo, assim, para o desenvolvimento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. Texto compilado Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter

Leia mais

1 PLANEJAMENTO 2 DESENVOLVIMENTO E APROVAÇÃO DE PROJETOS INCENTIVADOS 3 CAPTAÇÃO DE RECURSOS

1 PLANEJAMENTO 2 DESENVOLVIMENTO E APROVAÇÃO DE PROJETOS INCENTIVADOS 3 CAPTAÇÃO DE RECURSOS QUEM SOMOS Uma curadoria de projetos sociais de extrema relevância para o país que busca engajar a sociedade a participar dessas iniciativas, ajudando a fazer a diferença. www.abraceumacausa.com.br Atuamos

Leia mais

ESTOU NESSA! Equipe de Educação Fiscal Alfândega da Receita Federal do Brasil do Porto de Santos Delegacia da Receita Federal do Brasil em Santos

ESTOU NESSA! Equipe de Educação Fiscal Alfândega da Receita Federal do Brasil do Porto de Santos Delegacia da Receita Federal do Brasil em Santos Incentivos fiscais do Imposto de Renda em benefício de Crianças e Adolescentes ESTOU NESSA! Equipe de Educação Fiscal Alfândega da Receita Federal do Brasil do Porto de Santos Delegacia da Receita Federal

Leia mais

PROJETO FUMCAD 2011 RODA DE CONVERSA: O QUE EU QUERO SER QUANDO CRESCER? COMO DOAR

PROJETO FUMCAD 2011 RODA DE CONVERSA: O QUE EU QUERO SER QUANDO CRESCER? COMO DOAR PROJETO FUMCAD 2011 RODA DE CONVERSA: O QUE EU QUERO SER QUANDO CRESCER? COMO DOAR O projeto pretende atingir 22.000 alunos, professores, dirigentes e familiares por meio de atividades lúdicas, artísticas

Leia mais

Os incentivos fiscais, culturais, esportivos e sociais no Brasil

Os incentivos fiscais, culturais, esportivos e sociais no Brasil Os incentivos fiscais, culturais, esportivos e sociais no Brasil SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO... 2 II. INCENTIVOS CULTURAIS... 2 II.A. Atividades Culturais ou Artísticas (Lei Rouanet)... 2 II.B. Atividades Audiovisuais...

Leia mais

DIRETRIZES PARA O PATROCÍNIO CULTURAL

DIRETRIZES PARA O PATROCÍNIO CULTURAL DIRETRIZES PARA O PATROCÍNIO CULTURAL A Brookfield Incorporações é hoje uma das maiores incorporadoras do país. Resultado da integração de três reconhecidas empresas do mercado imobiliário Brascan Residential,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e

Leia mais

Apoie nossa causa! Aprovado o Documentário MANO DOWN - LIÇÕES DE VIDA DE UM ARTISTA EXCEPCIONAL na LEI ROUANET. Documentário

Apoie nossa causa! Aprovado o Documentário MANO DOWN - LIÇÕES DE VIDA DE UM ARTISTA EXCEPCIONAL na LEI ROUANET. Documentário Apoie nossa causa! Aprovado o Documentário MANO DOWN - LIÇÕES DE VIDA DE UM ARTISTA EXCEPCIONAL na LEI ROUANET. Documentário Apoie nossa causa! Aprovado o Documentário MANO DOWN - LIÇÕES DE VIDA DE UM

Leia mais

ESCLARECIMENTO SOBRE INCENTIVO FISCAL VIA LEI DA OSCIP

ESCLARECIMENTO SOBRE INCENTIVO FISCAL VIA LEI DA OSCIP ESCLARECIMENTO SOBRE INCENTIVO FISCAL VIA LEI DA OSCIP O que é uma OSCIP Uma OSCIP está situada no Terceiro Setor (considerando-se que o Primeiro Setor é formado pelo Estado e o Segundo Setor pelo Mercado,

Leia mais

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador MOZARILDO CAVALCANTI I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador MOZARILDO CAVALCANTI I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2012 Da COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 65, de 2012 (Projeto de Lei nº 1.263, de 2003, na origem), de autoria do Deputado Leonardo Monteiro,

Leia mais

DOAÇÕES ao FIA. TODOS PODEM DOAR, porém...

DOAÇÕES ao FIA. TODOS PODEM DOAR, porém... DOAÇÕES ao FIA TODOS PODEM DOAR, porém... Somente AS DOAÇÕES que atendem ao disposto no artigo 260 do ECRIAD, poderão ser deduzidas na DECLARAÇÃO ANUAL DA PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA Art. 260. Os contribuintes

Leia mais