Anexo I: Termos de Referencia

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anexo I: Termos de Referencia"

Transcrição

1 Anexo I: Termos de Referencia República de Angola Governo Provincial de Luanda Administração Municipal de Viana Repartição Municipal de Saúde de Viana TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO FINAL EXTERNA DA SUBVENÇÃO DE ESTADO DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL 2472/07 Construção, equipamento e início do funcionamento do Centro de Saúde na Área B dos Quilômetros, Município de Viana, Luanda 22

2 CONTEÚDO 1. INFORMAÇÃO GERAL 2. DESCRIÇÃO DO CONTEXTO 3. LOGICA DE INTERVENÇÃO 4. DESCRIPÇÃO DA AVALIAÇAO FINAL 5. ACTORES ENVOLVIDOS. 6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 7. CRONOGRAMA 8. DOCUMENTOS OFICIAIS E FONTES DE INFORMAÇÃO 9. PERFIL DO/A AVALIADOR/A. 10. APRESENTAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA 11. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 23

3 1. INFORMAÇÃO GERAL Título: Avaliação final do Projecto de Construção, equipamento e início do funcionamento de um Centro de Saúde na área B dos Quilômetros, no Município de Viana, Província de Luanda. Localização: Município de Viana, Luanda, Angola. Duração: 20 de Junho de 2008 até os 20 de Dezembro de O referido projeto prorrogou-se de nove (9) meses, até os 20 de Agosto de Orçamento total: DESCRIÇÃO DO CONTEXTO O município de Viana, de acordo com o Mapa Sanitário do Programa PASS (MINSA/UE), tem uma população estimada de habitantes. Divide-se em três Comunas: Viana Sede, Calumbo e Barra de Kwanza. Entre as duas primeiras albergam o 85% da população. A população do Município de Viana, como a nível nacional, é uma população majoritariamente jovem: mais dos 45% da população é menor de 15 anos. Trata-se de una população de assentamento recente. A falta de políticas urbanísticas provocou uma construção e um crescimento desorganizado, sem garantias de água e saneamento. O rápido crescimento da população sobre passou as capacidades dos serviços sanitários existentes, aumentando assim a prevalência das enfermidades transmissíveis. Independentemente do número total de habitantes do Município, o número das Unidades Sanitárias (U.S) do sistema público de saúde é, em quanto á cobertura, qualidade e eficiência dos serviços que oferecem, insuficiente. Conforme ao Mapa Sanitário, o Município de Viana contava em Agosto de 2008 com 20 U.S dependentes do sistema público de saúde: - 2 Hospitais; - 4 Centros de Saúde; - 2 Centros de Saúde de Referencia; - 5 Postos de Saúde tipo I; - 7 Postos de Saúde tipo II; - 1 Hospital Municipal (em construcção). Podemos ver que no Município de Viana há 3 CS com sala de partos, dos quais só 2 com possibilidade de internamento, que atendem mais de partos ao ano, contando com só 29 camas (0,17 camas por cada 1000 mulheres em idade fértil). 24

4 Relativo aos cuidados básicos de saúde infantil, salvando a insuficiência numérica das U.S no município, pode-se dizer que estão bastante bem distribuídos por U.S. Questão diferente é quando se procuram serviços especializados, área na que há una importante carência. A especialização dos serviços está directamente relacionada com a categorização que tem cada U.S. Em relação ao atendimento curativo, nenhuma das U.S do Município tem módulo de cirurgia e só 6 contêm módulo de internamento. O município de Viana conta com só um Centro de Aconselhamento e Testagem Voluntário de HIV (CATV). No nível provincial, de todo o pessoal sanitário só o 3% são médicos/as, sendo o Município de Viana especialmente desfavorecido nessa falta de médicos/as, contando apenas com 4 médicos/as para um total de quase 600 trabalhadores/as no sistema municipal de saúde. Realizando um exercício rápido encontraríamos que a ratio de médicos/as /habitantes seria de aproximadamente habitantes por médico/a. O perfil sanitário do Município está caracterizado pelo predomínio das enfermidades infecciosas e parasitarias. Também há elevadas taxas de mortalidade materna, infantil e infanto-juvenil e freqüentes eclosões de epidemias. Por exemplo, tanto no ano 2005 como no ano 2006, houve uma forte epidemia de cólera. Mais recentemente, no brote de Cólera registrado em Luanda durante os meses de Janeiro a Abril de 2007, Viana foi um dos nove Municípios desta cidade mais afetados. De acordo ao Sistema de Vigilância Epidemiológico estabelecido pela Medicus Mundi Catalunya em coordenação com a Secção Municipal de Saúde, foi o bairro de CAOP seguido pela área denominada dos Quilômetros onde se registrou uma maior incidência e onde se produziu maior letalidade; o que nos da uma idéia fidedigna das péssimas condições higiênico-sanitárias e a falta de protecção em quanto a serviços assistenciais primários em Viana. O VIH/SIDA ainda que sem ser uma epidemia em Angola da magnitude de países limítrofes, constitui um risco potencial de máxima prioridade e sobre todo, naquelas áreas peri urbanas das grandes cidades onde o movimento da população é constante. 25

5 Fig. 1 Mapa sanitário do Município de Viana (según dados actualizados do PASS). 26

6 3. LOGICA DA INTERVENÇÃO Objetivo Geral: Contribuir á diminuição da mortalidade materna infantil na zona denominada dos Quilômetros do Município de Viana, Luanda. Objetivos Específicos: Aumentar a acessibilidade á rede de centros de atenção primária de saúde para a população materna infantil da denominada área dos Quilômetros do Município de Viana, Luanda e melhorar a capacitação da equipa diretora da Repartição Municipal de Saúde de Viana para a gestão e planificação dá suas necessidades em saúde. Resultados: R1. Construído e equipado um Centro de Saúde que inclui consulta de assessoria e Testagem voluntário VIH e SIDA (CATV) e Maternidade na zona dos Quilômetros do Município de Viana. R2. Realizado o desenho funcional do Centro, o plano de empresa e a formação do pessoal sanitário para uma adequada inclusão dentro da rede pública de centros que conformam o sistema local de saúde. 4. DESCRIPÇÃO DA AVALIAÇAO FINAL Os objectivos da avaliação são: 1) Avaliar a execução do projecto A avaliação incidirá sobre o desenvolvimento das acções enquadradas nos Acordos assinados pelas diferentes partes. O avaliador/a irá recolher informações sobre as actividades propostas que foram realizadas, e sobre a execução orçamental no âmbito definido inicialmente nos Acordos. Nesta fase, tratar-se-á também de recolher informações sobre os factores que condicionaram a implementação das acções e analisar as estratégias adoptadas pela ADMV (RMSV) e os parceiros para enfrentar esses factores e redirecionar o desenvolvimento do processo. 2) Avaliar os resultados A avaliação analisará os resultados em termos de objectivos fixados, os recursos utilizados e os factores contextuais e socioeconómicos. A avaliação irá ainda analisar os factores que determinam a sustentabilidade do desempenho no futuro. 3) Avaliar a concepção dos Acordos. A avaliação irá analisar até que ponto a concepção do projecto abrange as necessidades e as condições institucionais e políticas existentes. 27

7 4) Desenvolver as conclusões e recomendações sobre a direcção e gestão de projectos futuros. Com base nas conclusões formuladas, a avaliação deve fornecer as recomendações que possam ser úteis para a AECID, a ADMV (RMSV), e os seus parceiros. As conclusões devem analisar se os objectivos abordados na formulação foram alcançados. A avaliação deve ser uma fonte de informação sobre as lições aprendidas que podem ser úteis para outras intervenções semelhantes. Os destinatários do relatório de avaliação serão: a) A Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) e, especialmente, o seu Gabinete de Cooperação Técnica; b) As instituições superiores (MINSA, DPSL, ADMV, INLS); c) A Medicus Mundi Catalunya em Angola e Barcelona (sede). 5. ACTORES ENVOLVIDOS. Instituições estatais: - MINSA (Programa de Apoio ao Sector Saúde da União Européia PASS); - Direcção Provincial de Saúde de Luanda (DPSL); - Direcção Provincial de Obras Públicas; - Administração Municipal de Viana (Repartição Municipal dos Serviços Técnicos de Viana); - Repartição Municipal de Saúde de Viana (RMSV). AECID: Gabinete Técnico de Cooperação da AECID em Angola (OTC). Assistência Técnica: ONG Medicus Mundi Catalunya. Beneficiários: A selecção dos grupos de discussão de beneficiários basear-se-á em critérios de relevância e representatividade. 5. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Os critérios de avaliação da intervenção serão: pertinência, eficiência, eficácia e viabilidade, coerência e alinhamento. Usamos as definições dos critérios propostos pelo Manual de Gestão de Avaliações da Cooperação Espanhola. 28

8 a) Pertinência: A avaliação da pertinência consiste em apreciar a adequação dos resultados e objectivos da intervenção ao contexto em que se realiza. Através desta análise aprecia-se a qualidade do diagnóstico subjacente à intervenção, avaliando a sua correspondência com as necessidades identificadas na população beneficiária. b) Eficiência: A análise da eficiência do projecto e das actividades refere-se ao estudo e à avaliação dos resultados alcançados em comparação com os recursos utilizados. c) Eficácia: A avaliação da eficácia da ajuda ao desenvolvimento visa medir e avaliar o grau de concretização dos objectivos inicialmente fixados, ou seja, visa avaliar a intervenção em termos de sua orientação para os resultados. d) Viabilidade: A avaliação da viabilidade baseia-se na avaliação da continuidade no tempo dos efeitos positivos gerados pela intervenção após a retirada da ajuda. No domínio de cooperação, este conceito está intimamente ligado à capacitação dos factores-chave do desenvolvimento, bem como à apropriação da intervenção pelos beneficiários da ajuda e pode-se dizer que está directamente relacionada com as avaliações favoráveis dos critérios acima descritos. e) Coerência: Análise da compatibilidade entre os objetivos, actividades e resultados previstos com as políticas públicas e recomendações dos organismos internacionais. f) Alinhamento: A sua análise deve reflectir o compromisso dos doadores com o fornecimento da assistência, tomando em conta e participando na elaboração das estratégias de desenvolvimento, os sistemas e procedimentos de gestão nos países beneficiários. A equipa de avaliação irá seleccionar na sua proposta a abordagem metodológica e as técnicas mais adequadas, com a devida justificação. 6. CRONOGRAMA. A avaliação irá iniciar aos 15 de Agosto O Prazo estimado é de 2 semanas a contar do início da avaliação até a entrega do relatório final. A avaliação contará com 3 fases principais: 1. Trabalho de gabinete: 2 dias 2. Trabalho de campo (Luanda e Viana): 5 dias 3. Trabalho de análise e redação: 3 dias DOCUMENTOS OFICIAIS E FONTES DE INFORMAÇÃO Notificação da Subvenção de Estado de Cooperação Internacional 2007 Exp.n º ( ); 29

9 1. Termos de Referencia pela Assistência Técnica da Medicus Mundi Catalunya; 2. Acordo de Colaboração entre a Repartição Municipal de Saúde de Viana e a Medicus Mundi Catalunya; 3. Documentos de planificação da cooperação espanhola (Plano Director da Cooperação Espanhola; Documento de Estratégia País Angola); 4. Relatórios trimestrais elaborados e apresentados pela Assistência Técnica Medicus Mundi Catalunya à Repartição Municipal de Saúde de Viana; 5. Plano operativo anual elaborado pelo Comitê de Seguimento do Projecto; 6. Actas das reuniões do Comitê de Seguimento; 7. Publicações ou productos derivados do projecto (cartilhas, cartazes, programas de rádio, etc.); 8. Entrevistas e reuniões com pessoas envolvidas no projecto e outros actores que têm que ver com a execução do mesmo. 9. Documento oficial de prorrogação. 9. PERFIL DO/A AVALIADOR/A. Para a seleção do/s avaliador/es considerar-se-á as seguintes características: - Título universitário com cursos de especialização e pos-graduação em áreas relacionadas com Desenvolvimento humano sustentável; - Experiência de 4 anos em coordenação de projectos de Cooperação ao desenvolvimento na área de Saúde e construção de infraestruturas sociais; - Conhecimento da língua portuguesa; - Experiencia previa de trabalho em Angola. 10. APRESENTAÇÃO DA CANDIDATURA A apresentação do CV e de uma breve proposta tecnica deve ser feita por correio electrónico para a Repartição Municipal de Saúde de Viana e a OTC AECID de Angola, indicando o título e código do Acordo cuja avaliação é objecto de concurso: Endereços de correio eletrônico: CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO As propostas recebidas serão avaliadas de acordo com os seguintes critérios: 30

10 a) Qualidade da proposta técnica com descrição da metodologia em base aos critérios de avaliação: 5 pontos. b) CV dos avaliadores: 3 pontos. c) Proposta orçamental detalhada (com todos os custos incluídos): 2 pontos. O orçamento total para a avaliação fica aberto, segundo a proposta do avaliador. O prazo de recepção das propostas é 30/06/

Universidade José Eduardo dos Santos. Huambo, Angola TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO FINAL EXTERNA DA SUBVENÇÃO DE

Universidade José Eduardo dos Santos. Huambo, Angola TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO FINAL EXTERNA DA SUBVENÇÃO DE Universidade José Eduardo dos Santos Huambo, Angola TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO FINAL EXTERNA DA SUBVENÇÃO DE ESTADO DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL 2820/2008 Reforço institucional das facultades

Leia mais

1ª CONFERÊNCIA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL ANGOLA

1ª CONFERÊNCIA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL ANGOLA 1ª CONFERÊNCIA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL ANGOLA Fórum de Responsabilidade Social Corporativa () das Empresas Petrolíferas em Angola 1 Objectivos da da partes interessadas da final 2 Objectivos

Leia mais

Avaliação Externa Final. Relatório de Avaliação

Avaliação Externa Final. Relatório de Avaliação 1 Avaliação Externa Final Relatório de Avaliação Projecto Incremento do acesso e a qualidade dos cuidados de saúde primários através do fortalecimento dos serviços nacionais de saúde, priorizando o âmbito

Leia mais

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 Bureau Internacional do Trabalho 1 Ratificação Como são utilizadas as Normas Internacionais do Trabalho?

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA FORMADOR/A/S EM GESTÂO ADMINISTRATIVA E SECRETARIADO PARA O

Leia mais

FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO

FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO Estudo da Sustentabilidade das Empresas Recém Criadas Produção apoiada pelo Programa Operacional de Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), co-financiado pelo Estado

Leia mais

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Linhas de Orientação Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves Definição da Política Revisão pela Direcção

Leia mais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais TERMOS DE REFERÊNCIA Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais 1. ANTECEDENTES A Fundação IEPALA tem assinado com a Agencia Espanhola de Cooperação Internacional

Leia mais

Plano de Actividades 2009

Plano de Actividades 2009 Plano de Actividades 2009 Introdução No prosseguimento da sua missão consultiva, instituída no quadro da Lei de Bases do Sistema Educativo de 1986, e tendo por referência a Lei Orgânica (Decreto-lei nº

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO Serviços de Consultoria para a Programação, Seguimento e Avaliação de um Projecto de Assistência Técnica aos Serviços de Abastecimento de Água Potável à Cidade de Malanje - Fase II. Direcção Nacional de

Leia mais

SERVIÇOS ESSENCIAIS DE SAÚDE EHSP/SES

SERVIÇOS ESSENCIAIS DE SAÚDE EHSP/SES SERVIÇOS ESSENCIAIS DE SAÚDE EHSP/SES INQUÉRITO AVALIAÇÃO DA QUALIDADE POR AMOSTRAGEM DE LOTES (LQAS) LUANDA, ANGOLA OUTUBRO, 2009 81 Índice Índice... 82 Abreviaturas... 83 Introdução... 84 Metodologia...

Leia mais

1. SUMÁRIO EXECUTIVO 2. GERAÇÃO BIZ

1. SUMÁRIO EXECUTIVO 2. GERAÇÃO BIZ 1. SUMÁRIO EXECUTIVO O Programa Geração Biz (PGB) é um programa de promoção de Saúde Sexual e Reprodutiva e prevenção do HIV que teve o seu inicio em 1999, como um projectopiloto na Cidade de Maputo e

Leia mais

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP WORKSHOP INTERNACIONAL Vencendo os desafios da Educação nos PALOP Seminário para o diálogo e a troca de conhecimento e experiências na área do ensino básico destinado aos Países Africanos de expressão

Leia mais

SOLICITAÇÂO DE MANIFESTAÇÂO DE INTERESSE cl (Serviços de Consultoria Individual) Para Apoiar a Gestao do

SOLICITAÇÂO DE MANIFESTAÇÂO DE INTERESSE cl (Serviços de Consultoria Individual) Para Apoiar a Gestao do SOLICITAÇÂO DE MANIFESTAÇÂO DE INTERESSE cl (Serviços de Consultoria Individual) Para Apoiar a Gestao do Projecto Regional de Reforço das Capacidades de Vigilância Epidemiol6gica e de Resposta às Epidemias

Leia mais

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS Comissão para as Alterações Climáticas Comité Executivo Fundo Português de Carbono FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS CANDIDATURA DE PROGRAMA [de acordo com o Anexo do Regulamento] Resumo

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Dezembro 2007 Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e objecto 1. O presente regulamento visa definir as normas e

Leia mais

Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social

Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social Nós, os delegados tripartidos de 47 Estados Africanos membros da Organização Internacional do Trabalho ao Segundo

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE SOBRE UTILIZACAO DE KITS DE ABRIGO NAS EMERGENCIAS

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE SOBRE UTILIZACAO DE KITS DE ABRIGO NAS EMERGENCIAS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE SOBRE UTILIZACAO DE KITS DE ABRIGO NAS EMERGENCIAS Código: CVM/2013/SK/DIPECHO3 KITS DE ABRIGO 1. JUSTIFICATIVA

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

Projecto de Apoio à. Implementação da ENSAN

Projecto de Apoio à. Implementação da ENSAN Projecto de Apoio à Implementação da ENSAN Estudo sobre o Crédito Agrícola de Campanha Luanda, 18/2/15 Índice 1. Enquadramento do Estudo 2. Constatações 3. Reflexões sobre as Constatações 4. Conclusões

Leia mais

O Plano de Desenvolvimento Social

O Plano de Desenvolvimento Social O Plano de Desenvolvimento Social Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do Desenvolvimento Social

Leia mais

Tax News Flash nº1/2012 Os impostos peça a peça

Tax News Flash nº1/2012 Os impostos peça a peça 3 de Fevereiro de 2012 Tax News Flash nº1/2012 Os impostos peça a peça Lei do Mecenato Foi aprovada, no passado dia 18 de Janeiro, pela Assembleia Nacional, a Lei do Mecenato. A Lei do Mecenato, agora

Leia mais

Relatório. Paquistão: Cheias 2010. Resumo. Apelo Nº. MDRPK006 Título do Apelo: Paquistão, Cheias Monçónicas Pledge Nº. M1009038

Relatório. Paquistão: Cheias 2010. Resumo. Apelo Nº. MDRPK006 Título do Apelo: Paquistão, Cheias Monçónicas Pledge Nº. M1009038 Relatório Actualização sobre os primeiros 12 meses de operações. Paquistão: Cheias 2010 Apelo Nº. MDRPK006 Título do Apelo: Paquistão, Cheias Monçónicas Pledge Nº. M1009038 Este relatório cobre o período

Leia mais

Descrição de funções VNU

Descrição de funções VNU Descrição de funções VNU Preâmbulo: O programa Voluntários das Nações Unidas (VNU) é no seio das Nações Unidas, a organização que a nível mundial se encarrega de promover o voluntariado em prol da paz

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA RESPONSABILIDADE SOCIAL Porquê? Enquadramento 7 Príncipios 3 Expectativas Para quê? Principais benefícios Vantagens O quê? Descrição dos serviços ÍÍNDICE Com quem? Profissionais especializados Porquê?

Leia mais

Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana

Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas de Programas de Acção PRU/2/2008 Grandes Centros Política de Cidades - Parcerias

Leia mais

Organismo avaliado: INSA. 1. Enquadramento. 2. Parecer com análise crítica. 3. Documentos de referência

Organismo avaliado: INSA. 1. Enquadramento. 2. Parecer com análise crítica. 3. Documentos de referência Parecer emitido pelo Alto Comissariado da Saúde (GPEARI do MS) com Análise Crítica da Auto-Avaliação do INSA (Artigo 17.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro) Organismo avaliado: INSA 1. Enquadramento

Leia mais

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem

Leia mais

Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense

Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense Aprovado em Reunião de Câmara de 24 de Janeiro de 2001 Índice 1º. Introdução 2º. Objectivos 3º. Áreas de Acção 4º. Tipos de Apoio 5º. Metodologia da Apresentação

Leia mais

PROGRAMA GEODATA FOMENTO HABITACIONAL E PROMOTORES URBANISTICOS

PROGRAMA GEODATA FOMENTO HABITACIONAL E PROMOTORES URBANISTICOS PROGRAMA GEODATA FOMENTO HABITACIONAL E PROMOTORES URBANISTICOS Referência GDT_20150607_PUFH Versão 3 Data 07 de Junho de 2015 META-INFORMAÇÃO: Título Fomento Habitacional e Promotores Urbanísticos Data

Leia mais

consultoria em arquitectura e engenharia

consultoria em arquitectura e engenharia consultoria em arquitectura e engenharia para construir o futuro Empresa angolana refundada em 2011, desenvolve a sua actividade de consultoria em arquitectura e engenharia actuando a par do desenvolvimento

Leia mais

EIXO 1 COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EM CONTÍNUO N.

EIXO 1 COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EM CONTÍNUO N. EIXO 1 COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO REGULAMENTO ESPECÍFICO: SISTEMA DE APOIO A ÁREAS DE ACOLHIMENTO EMPRESARIAL E LOGÍSTICA AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EM

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas

Leia mais

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão MEMO/05/124 Bruxelas, 12 de Abril de 2005 Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão 1. Em que consiste este pacote? A Comissão aprovou hoje 3 comunicações

Leia mais

Reitoria. No plano orçamental para 2009 foi definida uma provisão no valor de 300.000 euros para o Programa - Qualidade.

Reitoria. No plano orçamental para 2009 foi definida uma provisão no valor de 300.000 euros para o Programa - Qualidade. Reitoria Circular RT-05/2009 Programa Qualidade 2009 Apesar dos constrangimentos financeiros impostos pelo orçamento atribuído para 2009, é importante garantir que são apoiadas as experiências e os projectos

Leia mais

PERFIL DO JOVEM EMPREENDEDOR

PERFIL DO JOVEM EMPREENDEDOR DESCRIÇÃO DOS MÓDULOS E UNIDADES DE PERFIL DO JOVEM EMPREENDEDOR UNIDADES FUNDAMENTAIS QEQ NÍVEL QNQ parceiros HORAS DE PONTOS ECVET UNIDADES GENÉRICAS NÍVEL QEQ QNQ HORAS DE APRENDIZAG EM PONTOS ECVET

Leia mais

ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL

ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL Banco Interamericano de Desenvolvimento Fundo Multilateral de Investimentos Financiado pelo Fundo Português de Cooperação Técnica ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL SUMÁRIO EXECUTIVO Equipa

Leia mais

Divisão de Assuntos Sociais

Divisão de Assuntos Sociais Divisão de Assuntos Sociais Programa de Apoio às Entidades Sociais de Odivelas (PAESO) Índice Pág. Preâmbulo 1 1. Objectivos 2 2. Destinatários 2 3. Modalidades de Apoio 2 3.1. Subprograma A - Apoio à

Leia mais

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 DE MARÇO DE 2016 Água e Emprego DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA O dia 22 de Março foi instituído em 1992 pela Organização

Leia mais

- Mocambique. Projecto de Roteiro para a Elaboração da Estratégia Nacional de Desenvolvimento da Estatística (ENDE)

- Mocambique. Projecto de Roteiro para a Elaboração da Estratégia Nacional de Desenvolvimento da Estatística (ENDE) Seminário do Paris 21 sobre a Estratégia Nacional para os países PALOP e Timor-Leste Bissau, 3 a 5 de Maio de 2005 Projecto de Roteiro para a Elaboração da Estratégia Nacional (ENDE) - Mocambique 1. Índice

Leia mais

A Década das Nações Unidas para a Educação em Matéria de Direitos Humanos 1995 2004

A Década das Nações Unidas para a Educação em Matéria de Direitos Humanos 1995 2004 N Ú M E R O I Série Década das Nações Unidas para a Educação em matéria de Direitos Humanos 1995 2004 DIREITOS HUMANOS A Década das Nações Unidas para a Educação em Matéria de Direitos Humanos 1995 2004

Leia mais

Ciclo de Seminários de Especialização. Avaliação do risco no projecto

Ciclo de Seminários de Especialização. Avaliação do risco no projecto Ciclo de Seminários de Especialização Avaliação do risco no projecto Enquadramento O Ciclo de Seminários de especialização Avaliação do risco no projecto resulta de uma parceria entre a H.MENEZES Risk

Leia mais

INICIATIVA IBERO-AMERICANA

INICIATIVA IBERO-AMERICANA XX CÚPULA IBERO-AMERICANA DE CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DE COORDENADORES NACIONAIS E DE RESPONSÁVEIS DE COOPERAÇÃO Madrid, 28-29 outubro 2010 INICIATIVA IBERO-AMERICANA Título

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA, IOLANDA CINTURA SEUANE, MINISTRA DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL DE MOÇAMBIQUE SOBRE O TEMA DESAFIOS DA PROTECÇÃO SOCIAL PARA ALCANÇAR A SEGURANÇA ALIMENTAR

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UMA FORMAÇÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS E GÉNERO NO KUITO, PROVINCIA DO BIÉ, ANGOLA

TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UMA FORMAÇÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS E GÉNERO NO KUITO, PROVINCIA DO BIÉ, ANGOLA TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UMA FORMAÇÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS E GÉNERO NO KUITO, PROVINCIA DO BIÉ, ANGOLA Convénio 10-CO1-005: Fortalecimento dos serviços públicos de saúde nas zonas de intervenção

Leia mais

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro 1. INTRODUÇÃO A indústria da Construção engloba um vasto e diversificado conjunto de características, tais como: Cada projecto

Leia mais

Termos de Referência Avaliação do Sistema de Gestão de Finanças Públicas na Província de Cabo Delgado

Termos de Referência Avaliação do Sistema de Gestão de Finanças Públicas na Província de Cabo Delgado Termos de Referência Avaliação do Sistema de Gestão de Finanças Públicas na Província de Cabo Delgado 4º Rascunho 1. Antecedentes e Contexto 1.1 Moçambique é um país de baixa renda, com uma população de

Leia mais

4. Indicadores de desenvolvimento sustentável

4. Indicadores de desenvolvimento sustentável 4. es de desenvolvimento sustentável para o Município de Fronteira 1. Os indicadores de desenvolvimento sustentável são instrumentos de monitorização do caminho que é percorrido desde a situação existente,

Leia mais

Secretaria de Estado para o Desenvolvimento Rural

Secretaria de Estado para o Desenvolvimento Rural Secretaria de Estado para o Desenvolvimento Rural Decreto-Lei n.º 1/09 de 28 de Abril Tendo em conta a nova orgânica do Governo que de entre outros órgãos institui a Secretaria de Estado para o Desenvolvimento

Leia mais

CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Cofac

Leia mais

Práticas de. Responsabilidade Social. nas Organizações da. Economia social. Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria. Lucinda Maria Pereira Lopes

Práticas de. Responsabilidade Social. nas Organizações da. Economia social. Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria. Lucinda Maria Pereira Lopes Práticas de Responsabilidade Social nas Organizações da Economia social Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria Lucinda Maria Pereira Lopes A responsabilidade social das empresas é, essencialmente, um

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE ACTIVIDADES 2011 MARÇO DE 2011 Este documento apresenta os objectivos estratégicos e as acções programáticas consideradas prioritárias para o desenvolvimento da ESE no ano 2011. O Plano de Actividades

Leia mais

Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho

Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho Página 1 de 16 Considerando a importância histórica, paisagística, turística e a localização privilegiada do perímetro demarcado do Futungo de Belas, o Conselho

Leia mais

PROGRAMA DO INTERNATO MÉDICO DE SAÚDE PÚBLICA

PROGRAMA DO INTERNATO MÉDICO DE SAÚDE PÚBLICA Coordenação do Internato Médico de Saúde Pública PROGRAMA DO INTERNATO MÉDICO DE SAÚDE PÚBLICA (Aprovado pela Portaria 47/2011, de 26 de Janeiro) Internato 2012/2016 ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO 1 1. DURAÇÃO

Leia mais

GOVERNO. Orçamento Cidadão 2015

GOVERNO. Orçamento Cidadão 2015 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE GOVERNO Orçamento Cidadão 2015 Os recursos públicos do Estado são recursos públicos do povo e para o povo, condição que dá ao cidadão o direito de saber como

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

Como construir uma DLA?

Como construir uma DLA? Como construir uma DLA? Conteúdo Como construir uma DLA?... 2 Introdução... 2 Metodologia DLA... 3 1.Preparação da DLA... 3 2.Planeamento da DLA... 6 2.1. Avaliação do estado actual... 6 2.3. Desenvolvimento

Leia mais

Aprenda a gerir o Balanço Energético.

Aprenda a gerir o Balanço Energético. // Direcção-Geral da Saúde telefone: 21 84 30 500 fax: 21 84 30 655 www.dgs.pt A quantidade de energia ingerida superior à quantidade de energia gasta pelo organismo é um dos principais factores que está

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros DECRETO nº.../07 de... de... Considerando que as aplicações pacíficas de energia atómica assumem cada vez mais um papel significativo no desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ZOOTÉCNICA / PRODUÇÃO ANIMAL

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ZOOTÉCNICA / PRODUÇÃO ANIMAL REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ZOOTÉCNICA / PRODUÇÃO ANIMAL Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº 1487/2006 de 26 de Outubro, da

Leia mais

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

Parte 4 Recursos e Serviços públicos

Parte 4 Recursos e Serviços públicos Parte 4 Recursos e Serviços públicos GOVERNAÇÃO LOCAL E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS PARA FINANCIAR SERVIÇOS BÁSICOS. ESTUDOS DE CASO: ÁGUA E SAÚDE Introdução e resumo Descentralização e governação local têm

Leia mais

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CAPÍTULO I Artigo 1º 1.A resposta Social de Apoio Domiciliário, doravante designado por S.A.D., está situado nas

Leia mais

AVALIAÇÃO TEMÁTICA SOBRE A COOPERAÇÃO PORTUGUESA NA ÁREA DA ESTATÍSTICA (1998-2008) Sumário Executivo

AVALIAÇÃO TEMÁTICA SOBRE A COOPERAÇÃO PORTUGUESA NA ÁREA DA ESTATÍSTICA (1998-2008) Sumário Executivo AVALIAÇÃO TEMÁTICA SOBRE A COOPERAÇÃO PORTUGUESA NA ÁREA DA ESTATÍSTICA (1998-2008) Sumário Executivo Dezembro de 2009 SUMÁRIO EXECUTIVO A presente avaliação tem por objecto a Cooperação Portuguesa com

Leia mais

Características do texto Académico-Científico

Características do texto Académico-Científico Características do texto Académico-Científico Algumas noções breves Ana Leitão Mestre em Língua e Cultura Portuguesa Essencial para uma adequada indexação posterior em bases de dados; Nem muito abrangentes

Leia mais

Cidades Solidárias que Futuro?

Cidades Solidárias que Futuro? Cidades Solidárias que Futuro? Santa Casa da Misericórdia de Lisboa Departamento de Empreendedorismo e Economia Social Lisboa, 26 de Novembro de 2010 Dr. António Santos Luiz Vice-Provedor da Santa Casa

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

A DIMENSÃO CULTURAL DA UNIÃO EUROPEIA NO MUNDO FUNDOS E PROGRAMAS. Lisboa, 16 de Maio de 2006

A DIMENSÃO CULTURAL DA UNIÃO EUROPEIA NO MUNDO FUNDOS E PROGRAMAS. Lisboa, 16 de Maio de 2006 APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural CIEJD - Centro de Informação Europeia Jacques Delors CNC - Centro Nacional de Cultura CultDigest - Gestão Cultural A Política Cultural da União Europeia, a

Leia mais

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014 1. CONTEXTO AVALIAÇÃO DO CENTRO CRIANÇA FELIZ Termos de Referência O projecto Centro Criança Feliz é uma iniciativa da IBIS Moçambique, concebida e por si implementada desde 2008. O projecto surgiu no

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL - SDT ACORDO DE EMPRÉSTIMO FIDA Nº

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL - SDT ACORDO DE EMPRÉSTIMO FIDA Nº TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS NÃO CONTINUADOS (não alterar os campos em cinza) TR nº MODALIDADE TEMA PROCESSO SELETIVO TR_16_2015_PDHC Produto Sistematização de Experiências Inovadoras Parecer Nº 00558/2015/CONJUR-MDA/CGU/AGU,

Leia mais

Regulamento Interno. Dos Órgãos. de Gestão. Capítulo II. Colégio de Nossa Senhora do Rosário

Regulamento Interno. Dos Órgãos. de Gestão. Capítulo II. Colégio de Nossa Senhora do Rosário Colégio de Nossa Senhora do Rosário Capítulo II Dos Órgãos Regulamento Interno de Gestão Edição - setembro de 2012 Índice do Capítulo II Secção I Disposições Gerais 1 Secção II Órgãos e Responsáveis das

Leia mais

Objectivos de Desenvolvimento do Milénio

Objectivos de Desenvolvimento do Milénio Em 2000, 189 chefes de Estado e de Governo assinaram a Declaração do Milénio que levou à formulação de 8 objectivos de desenvolvimento, a alcançar entre 1990 e 2015. Os ODM - Objectivos de Desenvolvimento

Leia mais

Edital para Contratação de Consultoria Externa para Avaliação Final de Projeto. (Pessoa Física ou Pessoa Jurídica)

Edital para Contratação de Consultoria Externa para Avaliação Final de Projeto. (Pessoa Física ou Pessoa Jurídica) Edital para Contratação de Consultoria Externa para Avaliação Final de Projeto (Pessoa Física ou Pessoa Jurídica) Localização: Em domicílio (com visitas de campo previstas) Prazo para envio de candidatura:

Leia mais

República da Guiné-Bissau TERMOS DE REFERÊNCIA. Implementação do Gabinete de Apoio à Pilotagem Económica (GAPE)

República da Guiné-Bissau TERMOS DE REFERÊNCIA. Implementação do Gabinete de Apoio à Pilotagem Económica (GAPE) República da Guiné-Bissau TERMOS DE REFERÊNCIA Implementação do Gabinete de Apoio à Pilotagem Económica (GAPE) República da Guiné-Bissau I. Contexto O balanço da pilotagem global da economia conduziu à

Leia mais

Bairro. Normas Orientadoras BAIRRO. Co-financiamento

Bairro. Normas Orientadoras BAIRRO. Co-financiamento Normas Orientadoras BAIRRO Co-financiamento Índice Capítulo I - Âmbito...1 Artigo 1.º - Objecto...1 Artigo 2.º - Definições...1 Artigo 3º - Apelos Bairro 21...1 Artigo 4.º - Objectivos dos Apelos Bairro

Leia mais

Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE

Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE O Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE, visa dar a conhecer a forma como a CMMN pretende continuar a divulgar os resultados obtidos ao longo do projecto GAPS. Dividido em duas partes, a primeira tem

Leia mais

SECRETARIADO PROVINCIAL DA CVA-BIÉ PROPOSTA:

SECRETARIADO PROVINCIAL DA CVA-BIÉ PROPOSTA: SECRETARIADO PROVINCIAL DA CVA-BIÉ PROPOSTA: PROJECTO: FORTALECIMENTO DAS CAPACIDADES E COOPERAÇÃO ENTRE AUTORIDADES LOCAIS E ACTORES NÃO ESTATAIS NA MELHORIA SUSTENTADA AO ACESSO A ÁGUA SEGURA E DIREITOS

Leia mais

A Apreciação Geral. Sem esta abordagem torna se incontornável um impasse no desenvolvimento do processo negocial.

A Apreciação Geral. Sem esta abordagem torna se incontornável um impasse no desenvolvimento do processo negocial. A Apreciação Geral Relativamente às anteriores propostas negociais enviadas a 20/2/2009 e objecto de discussão na reunião realizada a 3/3/2009, verificamos a evolução para a apresentação de um único documento

Leia mais

Estratégia de Visibilidade

Estratégia de Visibilidade República de Moçambique MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E COOPERAÇÃO GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE Programa de Apoio aos Actores Não-Estatais União Europeia Estratégia

Leia mais

ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 2025 COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO

ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 2025 COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO COMÉRCIO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 2025 COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO Estado Entidade Promotora Nova Rede Comercial Parceiro Estratégico (Assegura)

Leia mais

Programas de Acção. Page 34

Programas de Acção. Page 34 Page 34 Programas de Acção P.1 Aplicação do novo quadro regulamentar às comunicações electrónicas Transposição do novo quadro regulamentar. Acompanhamento da implementação das novas estruturas organizacionais

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência Termos de Referência Consultor(a) para Sistematização de Experiências de ONGs para os Direitos das Mulheres, na Guiné-Bissau 1. ENQUADRAMENTO 1.1 A SNV Guiné-Bissau A SNV, Organização Holandesa para o

Leia mais

Regulamento de Estágio do Mestrado em Desporto 2009

Regulamento de Estágio do Mestrado em Desporto 2009 Instituto Politécnico de Santarém ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR MESTRADO EM DESPORTO REGULAMENTO DE ESTÁGIO Este regulamento enquadra-se no âmbito do artigo 21.º do regulamento específico do

Leia mais

i9social Social Innovation Management Sobre

i9social Social Innovation Management Sobre i9social Social Innovation Management A inovação social é uma solução inovadora para um problema social, que é mais eficaz, eficiente e sustentável do que as soluções existentes, e a qual incrementa a

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA 11ª, 12ª e 13ª classes Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Metodologia do Ensino de Educação

Leia mais

Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 163/X PROÍBE AS DISCRIMINAÇÕES NO EXERCÍCIO DE DIREITOS POR MOTIVOS BASEADOS NA DEFICIÊNCIA.

Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 163/X PROÍBE AS DISCRIMINAÇÕES NO EXERCÍCIO DE DIREITOS POR MOTIVOS BASEADOS NA DEFICIÊNCIA. Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 163/X PROÍBE AS DISCRIMINAÇÕES NO EXERCÍCIO DE DIREITOS POR MOTIVOS BASEADOS NA DEFICIÊNCIA Fundamentação No plano legislativo o combate à discriminação dos cidadãos

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE, criado através do Decreto Lei n.º 326/2007 de 28 de Setembro, com início de actividade a 1 de Outubro de 2007, resultou da fusão de

Leia mais

As instituições de auditoria chinesas no desenvolvimento da auditoria de resultados

As instituições de auditoria chinesas no desenvolvimento da auditoria de resultados Comunicação da cerimónia de abertura (Bao Guoming, Directora do Departamento de Auditoria do Sector Público Administrativo do Gabinete Nacional de Auditoria da China) As instituições de auditoria chinesas

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Orientações para as visitas às escolas 1 Introdução As visitas às escolas realizadas segundo o modelo

Leia mais

PARECER N.º 2 / 2012

PARECER N.º 2 / 2012 PARECER N.º 2 / 2012 DOTAÇÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO DE PEDIATRIA ONCOLÓGICA 1. A questão colocada Solicitar o parecer da Ordem acerca da dotação de pessoal no serviço de Pediatria Oncológica, dado que não

Leia mais

8.1 - Datas associadas à execução física 8.2 - Datas associadas à execução financeira INVESTIMENTO TOTAL 0,00

8.1 - Datas associadas à execução física 8.2 - Datas associadas à execução financeira INVESTIMENTO TOTAL 0,00 5 - LOCALIZAÇÃO DO PROJECTO Ilha Concelho i) % Concelho % Concelho % i) Sempre que o Projecto abranja mais do que um Concelho, indicar qual o respectivo benefício (%). 6 - CARACTERIZAÇÃO DO PROJECTO (Descrição

Leia mais

Informação Pública: Valor e Limites para as Organizações Cívicas e Solidárias. Dra. Teresa Salis Gomes ( CIVITAS )

Informação Pública: Valor e Limites para as Organizações Cívicas e Solidárias. Dra. Teresa Salis Gomes ( CIVITAS ) Informação do Sector Público: Acesso, reutilização e comercialização 24 de Novembro de 2004 Representação da Comissão Europeia em Portugal Informação Pública: Valor e Limites para as Organizações Cívicas

Leia mais

17,5 mil milhões de dólares são 17,5 mil milhões de oportunidades para a sua empresa. Bem-vindo, Dr. João Belo Director-Geral do Grupo About Media

17,5 mil milhões de dólares são 17,5 mil milhões de oportunidades para a sua empresa. Bem-vindo, Dr. João Belo Director-Geral do Grupo About Media APRESENTAÇÃO O Grupo About Media organiza pela primeira vez em Luanda o Programa Avançado para Decisores sobre Concursos Inseridos no Programa de Investimentos Públicos (PIP) de Angola, com o aval do Ministro

Leia mais

Ministério das Obras Públicas

Ministério das Obras Públicas Ministério das Obras Públicas ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1.º (Natureza) O Ministério das Obras Públicas é o órgão da administração pública

Leia mais

Workshop Mercado de Angola

Workshop Mercado de Angola Papel das Instituições Financeiras Multilaterais e dos Instrumentos Financeiros de Cooperação Bilateral Competências do Coordenação da actividade do MFAP no âmbito das relações internacionais Gestão da

Leia mais