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1 Família e Escola construindo valores. Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Autor: Fábio Henrique Marques Instituição: Colégio Metodista de Ribeirão Preto Palvras-chave: Pós-Modernidade, Construção de sentidos, fragmentação da vida social. Antes de qualquer aprofundamento no tema aqui proposto precisamos esclarecer alguns pontos introdutórios acerca do presente trabalho: a) Que se trata de uma tentativa de diálogo com as teorias mais atuais da filosofia e sociologia no que diz respeito à análise do mundo contemporâneo, fato que nos coloca diante de pensadores como: Jean-François Lyotard, Zygmunt Bauman, Giles Lipovetsky entre outros que figuram como teóricos da chamada pós-modernidade. b) Nossa reflexão se assenta nessa concepção de mundo pós-moderna, mas se coloca como perseguidora de respostas à questão: como trabalhar a educação nesse contexto tão complexo? Portanto nos vemos na obrigação introdutória de conceituar esse tal mundo contemporâneo, que aqui chamamos mundo de constantes transformações. Ao lermos as obras dos autores já aqui citados e de outros que se ocupam da mesma temática, podemos encontrar grandes pontos convergentes acerca das características de nossa atualidade. Quando observamos o período em que vivemos parece bastante clara a configuração de um mundo interdependente, marcado por elementos aparentemente irreversíveis como: as conexões universalizadas (fruto de uma globalização tecnológica) e a ausência de valores referenciais para a vida. Tais conexões universalizadas deixam impressões marcantes sobre a vida hoje, como por exemplo, uma sensação de queda livre, de liquidez, de não segurança nas relações e nas situações relacionais e existenciais como nos diz Zygmunt Bauman em uma de suas entrevistas: Tudo está agora sendo permanentemente desmontado, mas 1

2 sem perspectiva de alguma permanência. Tudo é temporário. É por isso que sugeri a metáfora da "liquidez" para caracterizar o estado da sociedade moderna: como os líquidos, ela caracteriza-se pela incapacidade de manter a forma. Nossas instituições, quadros de referência, estilos de vida, crenças e convicções mudam antes que tenham tempo de se solidificar em costumes, hábitos e verdades "auto-evidentes". Fica claro o predomínio de relações frívolas e episódicas que se parecem mais com o universo do virtual do que com o real. Sem dúvida essa atmosfera se relaciona com o avanço cada vez maior das altas tecnologias e com uma vida voltada para o consumo. Sobre isso é preciso que façamos uma ponderação bastante própria da chamada pós modernidade: o conceito de ambivalência, ou seja, no contexto pós-moderno não se pode definir categoricamente valores ou mesmo posições, estamos diante da crise das verdades eternas, dos discursos fundantes e por isso mesmo temos que nos adequar a uma realidade líquida e de transformação quase voraz. Diante dessa ambivalência, dessa impossibilidade de decisão acerca dos elementos constitutivos do real, nós sujeitos pósmodernos devemos refletir e nos redefinirmos ao mesmo tempo em que caminhamos por esse ambiente. A tecnologia é sem dúvida um dos pontos que mais exigem e exigirão de nós um pensar exaustivo e uma vigília incansável, pois o universo do tecnológico é sem dúvida o universo do racional, do objetivo, da universalidade das comunicações e das relações, em suma, é o universo da técnica. Porém não podemos esquecer que todo ser humano para se desenvolver plenamente não pode fincar suas bases num mundo meramente objetivo e técnico, já que somos constituídos também de um universo subjetivo, emocional, não racional, nesse sentido ao mesmo tempo em que acompanhamos o desenvolvimento desenfreado de um mundo globalizado, universalizado pela tecnologia, acompanhamos também seres humanos cada vez mais depressivos, solitários e desprovidos de maturidade emocional. Perguntamos então: Não seria importante conservarmos o arcaico ao lado do tecnológico? Entendendo o arcaico como aquele desenvolvimento afetivo, baseado na proximidade, na realidade e não no mero espaço virtual, que toma como referência a existência, o desenvolvimento de valores éticos e do campo da sensibilidade que serão fundamentais na medida em que o indivíduo se torna um ator social. Pensamos sinceramente que sim, que é apenas com essa espécie de equilíbrio conciliatório que conseguiremos superar uma onda de pessimismo e hedonismo 2

3 desenfreado que acabará por tornar a humanidade nada mais do que simulacros de homens e não seres de posse de suas existências, com projetos de vida ou de futuro. Ainda sobre a questão das conexões universalizadas é importante frisar o caráter paradigmático que a velocidade exerce em nosso mundo, nesse existir em rede a rapidez é marca dos processos sociais, das relações e da própria vida, as pessoas acabam por viver uma polimorfia da identidade mudando rapidamente suas idéias e seus valores de acordo com as novas tendências, coleções ou mesmo modelos desse ou aquele aparelho, fato que sem dúvida nos leva a uma espécie de mal estar. E esse ponto é o centro de nosso diálogo, como educar num ambiente assim caracterizado? Como disputar com uma realidade tão mutável, e que se camufla sob a ótica de um consumismo muitas vezes insano? Fato é que nós educadores não podemos simplesmente tomar nossa dose de niilismo e repetirmos frases pessimistas acerca do mundo do presente ou do futuro, mais real ainda é que no contexto da pós-modernidade não há espaço para nostalgias nem futurismo, nós estamos na era do vitalismo, da valorização do presente e das possibilidades de construção de significados nesse espaço: eis nossa tarefa, levar os indivíduos que buscam nossas escolas a entender essa ambivalência do tempo presente, não negando o desenvolvimento, mas, ponderando suas influências e construindo valores reais independentes da esfera do virtual e utilitário. Podemos dizer sem medo que hoje vivemos na "sociedade da sensação", na qual somos expostos a infinitos apelos imagéticos e visuais que confundem a percepção e geram efeitos entorpecentes como os das drogas nas mentes dos indivíduos em formação. Talvez derive daí nossa cada vez mais acentuada impossibilidade de ver além do concreto, nossa ansiedade profunda e da busca cega por divertimento ampliada por todo um aparato comercial como podemos ver na fala de Giles Lipovetsky: Temos aí os telefones celulares, os computadores pessoais, aparelhos de vídeo domésticos, a internet, etc. Graças às novas tecnologias, os indivíduos passaram a ter um uso do seu tempo de forma diferenciada, inclusive contribuindo para a dispersão dentro da própria família. Antigamente se tinha apenas um telefone e um aparelho de TV em uma residência, o que atualmente já é bem diferente. As pessoas têm o uso do seu tempo com práticas muito mais individualizadas também. A internet permite estabelecer contato com pessoas no momento em que se quiser. Por toda parte há uma sociedade dos livres serviços que se acentuou, e eu insisto mais uma vez, devido à sociedade de consumo e agora mais ainda pelas novas tecnologias. 3

4 Muitos autores dirão que esses são os grandes responsáveis pela configuração de uma geração dominada pelo tédio e que carrega com estranha naturalidade as marcas de uma vida permeada pela solidão, pela fragmentação da vida familiar e pelos quadros depressivos de vários tipos. Essa superexposição à hiper-excitação dos meios tecnológicos na verdade nos torna cada vez mais escravos de um prazer virtual e amplia nossa incapacidade de tolerância às dores, naturais do próprio desenvolvimento humano, nesse ínterim fatores constitutivos de nossa própria identidade acabam sendo substituídos por todo um universo irreal. Esse estado entorpecido muitas vezes aliena o indivíduo e potencializa a manutenção de uma sociedade cada vez mais fragmentada e desprovida de sentidos reais de associação e planejamento de vida, ficamos anestesiados em relação às injustiças que nos rodeiam nos tornamos insensíveis às dores de nosso próximo e esquecemos valores vitais para a vida moral como a alteridade e a compaixão. Nessa sociedade da informação é preciso que o educando perceba que o verdadeiro conhecimento não mora na conectividade ou na potência de bancos de dados, mas na capacidade de criação e encontro de sentidos entre as informações que se possui, fato que com efeito só se conquista através do diálogo, da construção diária no convívio escolar com professores que entendem sua missão de levar o educando a esse entendimento fundamental que é o da criação e entendimento dos sentidos que constituem o verdadeiro saber. É importante que entendamos juntamente com nossos alunos que o educar/educar-se é um desenvolver-se qualitativo no tempo e não uma corrida como a da indústria tecnológica, portanto é preciso que saibamos que a tecnologia não é um substituto da figura humana na escola nem mesmo um potencializador da educação, mas apenas mais uma ferramenta que deve ser operada, utilizada, e não colocada no centro de nossas discussões educacionais, esse lugar é cada vez mais da busca da construção das identidades, do desenvolvimento existencial, da geração de perspectivas nos indivíduos sobre suas vidas e sobre o mundo em que vivem, ou como nas palavras de Friedrich Nietzsche, nossa escola deve preparar: (...) seres dotados pela contemplação, cujo olho não desliza num exame prematuro na superfície das coisas, mas sabe encontrar o caminho até o núcleo do seu ser, seres de uma grande elevação, a quem Aristóteles elogia, por atravessarem a vida hesitando e sem agir, exceto quando exigem uma grande honra e uma grande obra. 4

5 É nesse contexto que nascem os desafios da nova escola, que ao mesmo tempo não pode ignorar as transformações tecnológicas, mas que também necessita instrumentalizar seus educandos para uma vida dotada de sentidos, que certamente são o norte para o enfrentamento de um mundo tão carente de laços humanos reais. Tal escola deve se apoiar no compromisso de promover emancipação e desenvolvimento de uma consciência crítica, pautada em valores sólidos, deve resgatar sentidos humanizantes visando à construção de um indivíduo ativo responsável pelo mundo que habita, essa deve ser a missão da educação na contemporaneidade. Mas certamente devemos nos perguntar quais as ferramentas disponíveis para uma escola que se vê em meio a todo esse universo ambivalente, certamente não temos uma resposta universal, uma fórmula mágica, o que iria à contramão de nossas reflexões. Até aqui diante de nossa prática docente e das pesquisas desenvolvidas até o presente instante podemos afirmar que cada vez mais a escola que entende seu contexto, o contexto individual de cada aluno e adequa sua linguagem às necessidades concretas, presentes desses indivíduos é a escola que certamente conseguirá unir o melhor do desenvolvimento tecnológico com uma formação ética e cidadã. Essa é inclusive uma das características próprias da dita pós-modernidade, a não existência de modelos, a possibilidade de invenção, recorte, mescla e criatividade diante da realidade que se apresenta. Estamos sem dúvida diante do novo, e novos problemas exigem novas respostas, um mundo novo exige um homem novo, e sem dúvida cabe a nós ajudar nessa construção, começando pelos valores e pelas perspectivas que os sentidos de vida despertam em cada indivíduo. O futuro não está na tecnologia nem nos avanços da técnica, mas no resgate do que o homem tem de melhor e mais belo: sua humanidade. Bibliografia: Entrevista com Zigmunt Bauman; Tempo soc. vol.16 no. 1 São Paulo June 2004; BAUMAN. Z; O mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, LYOTARD, F. A condição pós-moderna. Lisboa: Gradiva, LIPOVETSKY, G; A sociedade pós-moralista. Lisboa: Edições 70,2008 LIPOVETSKY. G;A felicidade Paradoxal. Ensaio sobre a sociedade do hiperconsumo. Lisboa: Edições 70,2008 NIETZSCHE. F, Escritos sobre Educação, São Paulo: Edições Loyola,

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